Subscribe: Síndrome de Down
http://sindromedownpuc.blogspot.com/feeds/posts/default
Added By: Feedage Forager Feedage Grade B rated
Language:
Tags:
alunos  anos  das  dos  educação  ela  escola  inclusão  mais  muito  não  pessoas  ser  sobre  sua  síndrome  tem 
Rate this Feed
Rate this feedRate this feedRate this feedRate this feedRate this feed
Rate this feed 1 starRate this feed 2 starRate this feed 3 starRate this feed 4 starRate this feed 5 star

Comments (0)

Feed Details and Statistics Feed Statistics
Preview: Síndrome de Down

Síndrome de Down



Inclusão e Tecnologias Assistivas



Updated: 2017-10-18T12:56:57.733-07:00

 



16 Comentários

2008-10-23T08:22:18.703-07:00




Prêmio Blog com Tomates

2007-07-27T11:41:27.029-07:00

(image)
Recebemos da Sintian,do Blog Bloguinfo, o prêmio Blog com Tomates, brincadeira iniciada pela blogueira Brit.com com o propósito de revelar pessoas que lutam pelos direitos fundamentais do ser humano. Com isso, cada premiado deve escolher mais cinco blogs e indicá-los, reforçando assim a rede de blogs.
Agradeço também em nome de minhas colegas do grupo, que organizou este blog com o intuito de sensibilizar para a questão da inclusão das pessoas especiais com Down.
Da minha parte, indico o blog A Metamorfose da Libélula, de Raquel dos Santos, Brasília, DF que trata principalmente por tratar da preocupação com o meio ambiente.



Incluir utilizando tecnologias

2007-06-02T13:56:03.712-07:00

(image) A inclusão de alunos com Síndrome de Down pode ter na tecnologia uma ótima ferramenta auxiliar. Oportunizar a participação em atividades que façam o aluno se relacionar o máximo com outras pessoas é o caminho. Um exemplo maravilhoso é o que venho constatando com meus contatos virtuais com a menina Samantha, de Minas Gerais, mediados pela minha amiga Andrea Toledo e o pessoal do Instituto Francisca Peixoto. No encontro que tivemos essa semana , Samantha estava muito mais descontraída e falante. Contou muitas novidades , apresentou um novo amigo, o Rodrigo (trabalha no instituto) , mostrou que pra saber dançar (adora banda Calipso) precisa ter "molejo nas pernas" e fez caras e bocas para se exibir pra mim. Depois fugiu rapidinho dizendo que iria mandar um recado no orkut para mim. Samantha não está alfabetizada, mas participa contando com a sensibilidade e auxílo de seus colegas e professores, como podem observar na imagem abaixo. Parabéns à Andrea e meninos lá de Cataguases. Espero que mais gente se entusiasme e inspire em iniciativas como essa...



(image)






Colaboração em Rede

2007-05-29T16:37:34.632-07:00

A professora Andrea Toledo, que me apresentou Samantha, a menina Down, pelo skype, inspirou-se em nosso trabalho e escreveu um texto no seu blog. Obrigada Andrea!Visitem aqui!



Momentos de Reflexão - Qual é o melhor tipo de escola para uma criança com Síndrome de Down?

2007-05-29T13:10:27.995-07:00

Os pais, com justa razão, muitas vezes não sabem se o melhor é matriculá-los numa escola regular ou especial
Os pais de crianças com síndrome de Down se defrontam com alguns dilemas quando seus filhos atingem a idade de freqüentar a escola. Se questionam se devem ou não colocá-los numa escola e se essa escola deve ser regular ou especial. "A entrada dos filhos na escola, tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental, representam momentos marcantes para seus pais", explica Fernanda Travassos Rodriguez, psicóloga, terapeuta de família e doutoranda em psicologia clínica na PUC do Rio de Janeiro. "Suscita temores ligados a adaptação e proteção", acrescenta.Momeg
Entretanto, é importante lembrar, esses dois momentos são distintos e geram ansiedades especificas. "Porém, sabe-se que quando a inclusão é bem feita, a socialização começa a se dar de maneira muito fluida", conta. Fernanda Travassos lembra que o nosso modelo de educação tem um padrão que não contribui muito para a inclusão. "Mas com freqüência percebemos boas experiências de inclusão em escolas consideradas ‘alternativas’, são as escolas construtivistas, a montessorianas, e outras", explica.
De acordo com a psicóloga, as duas opções apresentam lados positivos e negativos. Ela explica: "Se de um lado a criança portadora da síndrome de Down tem muito a ganhar em termos sócios afetivos permanecendo no ensino regular, na maioria das vezes, estas escolas têm poucas alternativas para oferecer a estes alunos na apreensão dos conteúdos em sala de aula. Em contraste, as escolas especiais que, cada vez mais são escassas, no entanto, foca-se mais no seu aprendizado formal, usando ferramentas adequadas para a sua aprendizagem".
Fernanda Travassos enfatiza que é no ensino fundamental, quando este é desenvolvido numa escola regular, que os problemas se tornam mais evidentes. "É que a partir do ensino fundamental, quando a criança deve apreender muitos novos conteúdos escolares e, na maioria das vezes, as turmas das escolas regulares são grandes, não permitindo que o professor de uma atenção especializada ao aluno".
Diante do exposto, a pergunta que se coloca é: por qual escola então optar?. Fernanda Travessos alerta que não existe uma "receita de bolo" para estes casos. Ela tem razão pois as crianças com síndrome de Down, assim como outra criança qualquer, são muito diferentes entre si, tanto acerca de sua personalidade quanto em relação aos diversos e variados interesses e habilidades. Esses aspectos devem ser considerados pelos pais na hora da fecharem sua decisão.
"Algumas vezes aconselhamos uma mescla destes modelos", diz a psicóloga. Porém, quando os pais não conseguem escolher e sentem um peso muito grande sobre a sua responsabilidade, argumentando de forma legítima que não são especialistas em educação, eles devem buscar um profissional qualificado da área de psicologia ou pedagogia para que os ajude a fazer essa opção de forma coerente com o seu modelo de família e levando em conta a singularidade de seu próprio filho. "Uma experiência exitosa para um amiguinho pode ser desastrosa para o seu próprio filho, visto que cada indivíduo portador ou não de síndrome de Down é única", ressalta Fernanda Travassos.



Uma experiência emocionante

2007-05-25T19:56:25.985-07:00

(image) Gente, estão vendo essa imagem? Deixa apresentar a Samantha, menina Down , de 14 anos, que mora em Cataguases, Minas Gerais. Com ela, Andrea Toledo, minha amiga e colega , professora blogueira , responsável pela Biblioteca Digital do Instituto Francisco de Souza Peixoto e Renan, que também trabalha lá. No canto esquerdo, eu mesma. Capturei essa imagem do Skype, ferramenta que usei para me comunicar com eles. Através de Andrea, conheci Samantha, que frequenta a biblioteca digital, a qual faz um trabalho maravilhoso com ela. Andrea está inserindo Samantha no mundo digital , até orkut ela tem. Estava eu aqui participando do fórum sobre a inclusão quando Andrea me chamou, dizendo que iria me colocar em contato com ela. Inicialmente ficou inibida, mas não demorou, era toda prosa. Combinamos novo encontro para semana que vem, no dia em que ela retornará ao instituto. Através dessa experiência concreta estou vivendo momentos emocionantes.



Mil dicas sobre a Síndrome de Down e a Inclusão

2007-05-25T06:54:07.764-07:00

(image)
Durante nosso estudo fui me apaixonando e buscando conhecer mais. Cheguei à conclusão que não podemos tratar o assunto inclusão como um problema, mas sim como um desafio e prefiro acreditar que como educadora serei capaz de contribuir, se um dia eu tiver um aluno down, fazendo a diferença na vida dele e que pra isso, em primeiro lugar, devo eu mesma buscar compreender o seu universo, sem esperar soluções mágicas ou fórmulas prontas.
Descobri um site fantástico, com muitas dicas de pais e educadores e o incluí no menu deste blog. Mas gostaria de indicar aqui alguns atalhos que achei interessantíssimos como o de filmes inclusivos, literatura infantil , bibliografia, artigos, textos, links , e muitas outras coisas interessantes no Reviver Down. Não deixe de visitar, é imperdível para quem busca subsídios a respeito do assunto.



Bem Vindo à Holanda

2007-05-20T20:46:36.125-07:00


Escolhemos este vídeo para nos trazer uma reflexão sobre a Síndrome de Down. Vale a pena esperar um pouco pra baixar!



Como entendemos a Síndrome de Down

2007-05-20T15:24:36.363-07:00

(object)



Nosso olhar sobre a Inclusão de alunos Down

2007-05-21T17:57:03.939-07:00

Clique nas imagens da alunaManaíra para vizualizar melhor. O que estamos oferecendo às crianças com necessidades especiais?A nossa Constituição estabelece em seu artigo 208 que o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino, mas como isto efetivamente pode se dar no sistema atual de ensino?O que esperamos com esta proposta é que as crianças com Síndrome de Down tenham igualdades de oportunidades, de valorização entre as pessoas, no desenvolvimento de habilidades, talentos pessoais, papéis sociais compatíveis com o contexto de vida, cultura, idade e gênero, como prioriza a nossa lei maior.O interesse pela adaptação ao meio e a valorização dos papéis sociais, presentes na maioria das propostas educativas, decorrem da autonomia, como finalidade da educação de pessoas com deficiência. O portador da Síndrome de Down é capaz de compreender suas limitações e conviver com suas dificuldades, "73% deles tem autonomia para tomar iniciativas, não precisando que os pais digam a todo o momento o que deve ser feito." Isso demonstra a necessidade/possibilidade desses indivíduos de participar e interferir com certa autonomia em um mundo onde "normais" e deficientes são semelhantes em suas inúmeras deficiências.Normalmente à criança que apresenta Síndrome de Down desde o nascimento inicia-se uma trajetória de estimulação precoce no setor de fisioterapia. Por volta dos três anos, quando já pronuncia palavras, a estimulação passa a ser paralela com a fonoaudiologia com trabalho específico, foi o caso de Manaíra, a menina que escolhemos para apresentar o trajeto de um Down, numa classe inclusiva.Os pais de Manaíra optaram por não matriculá-la numa classe normal, por achar que seria excluída, nem na APAE, mas buscaram importantes atendimentos particulares e especializados como: psicóloga, psicopedagoga, Curso de Kumon, ainda assim, houve falha quanto à socialização e relacionamento e por isso, segundo a professora, quando a menina chegou à Escola Estadual Pedro Vicente da Rosa, aos dezessete anos, por opção dela, mantinha uma postura infantilizada, com tendências a teimosia. Era uma criança mimada e manhosa, exigindo muita intervenção no sentido do estabelecimento de limites, normas e regras, mas rapidamente assimilou, entendendo que não era um bebê, mas uma moça e deveria ter uma postura adequada à idade.Os colegas e alunos da escola foram preparados para: lidar com as diferenças individuais; respeitar os limites do outro; partilhar processos de aprendizagem; compreender e aceitar os outros; reconhecer as necessidades e competências dos colegas; respeitar todas as pessoas; construir uma sociedade mais solidária; desenvolver atitudes de apoio mútuo; criar e desenvolver laços de amizade; preparar uma comunidade que apóia todos os seus membros e diminuir a ansiedade diante das dificuldades. Com isso sua adaptação foi natural e muito rápida, mantendo excelente relacionamento com os colegas e professores e toda a comunidade escolar.Na escola é unânime ouvir: o amor incondicional que recebe da família se reflete na excelente auto-estima e na alegria que tem em viver, da mesma forma que apresenta em sua aprendizagem. Acreditamos que isso vem a ser Educação Inclusiva porque oportuniza o acesso, a permanência e o aproveitamento na escola, independentemente de qualquer característica peculiar que os alunos apresentem ou não.Educação Inclusiva pressupõe que o professor, a família e toda a comunidade escolar estejam convencidos de que: todos os alunos com ou sem deficiência participem ativamente de todas as atividades na escola e na comunidade; cada aluno é diferente no que se refere ao est[...]



Fui conhecer Jaison, um menino Down

2007-05-20T13:33:08.796-07:00


(embed)

(image) (image)



Na minha escola não há nenhum aluno com Síndrome de Down. Todos eles freqüentam a escola especial. Mas Jaison foi nosso aluno durante alguns anos, época em que freqüentava também a APAE em alguns turnos inversos. Hoje Jaison tem 18 anos e optou, desde o ano passado apenas pela escola especial. Como nunca foi meu aluno, resolvi buscar informações com as professoras, a família e especialmente com o próprio. Antes de começar meus estudos sobre esta deficiência, desconhecia praticamente tudo a seu respeito. E lá fui eu!!!
No final da tarde liguei para a casa dele para agendar uma visita. Quem atendeu foi ele mesmo e quando cheguei em sua casa, veio ao meu encontro. Durante a visita demonstrou muita simpatia e descontração. Revelou um carinho muito grande pela irmã e fez questão que tocasse gaita para mim entre uma cuia e outra de chimarrão. Os pais contaram um pouco de sua história: Jaison começou a caminhar e balbuciar algumas palavras em torno de dois anos de idade. Precisou fazer cirurgia no abdômen, pois tinha problema gástrico. Desde cedo freqüentou a APAE para receber atendimento especializado e gosta muito . Na escola normal, freqüentou até a 5ª série, mas acabou se frustrando, segundo ele, pelo fato de não poder acompanhar o rendimento dos outros colegas , ou seja, não gostava de reprovar. Na verdade, ele sempre foi avaliado e promovido para a série seguinte considerando mais sua socialização, pois não está alfabetizado. Apenas escreve o nome e sobrenome.
Segundo os pais, Jaison é extremamente organizado, auxilia nas tarefas de casa, arruma impecavelmente seu quarto e sai para algumas compras no mercado. Gosta muito de mexer no computador, especialmente para jogar. Realiza tarefas de forma independente.Leva uma vida quase normal. Convidei–o para que retribuísse a visita , vindo à minha casa.
Na manhã seguinte, fui buscá-lo. Mal estacionei o carro e lá estava ele vindo ao meu encontro. Dessa vez estava sozinho, mas mesmo assim ficou à vontade e conversou comigo e minha família, apesar de demonstrar dificuldades para articular sua fala. Meu objetivo era colocá-lo frente ao computador para observar como interagia. Conseguiu escrever o nome, reconhecendo as letras, mas de forma mecânica. Escreveu também sua idade. No jogo de memória demonstrou muita habilidade e ótima percepção. Ao sair presenteei-o com uma faixa do time preferido, o Internacional.
Nesses dois breves encontros percebi nele uma criança grande, extremamente afetivo, muito acarinhado pelos que o rodeiam. Percebi um garoto feliz e de bem com a vida.
Marli



Entrevista Equipe Pedagógica da APAE de Nova Bassano

2007-05-25T14:59:16.608-07:00

Diante da realidade da minha escola, que não possui alunos com Síndrome de Down, fui buscar informações com a APAE, onde estão matriculados. Gentilmente a equipe pedagógica da APAE deu sua contribuição, à qual agradeço.
Que tipo de atividades são realizadas com esse tipo de aluno, suas necessidades, dificuldades?
Normalmente a criança que apresenta Síndrome de Down ao nascer, inicia desde aí uma trajetória de estimulação precoce no setor de fisioterapia. Por volta dos 3 anos, quando já pronuncia palavras, a estimulação passa a ser paralela com a fonoaudiologia com trabalho específico de fono.
Aos 4 anos já começa a ser trabalhada na educação infantil, faz fisioterapia, fono, socialização em sala de aula. Conforme seu progresso, começa todo um trabalho. Sua adaptação em sala de aula se dá através de estimulo, principalmente dos pais, a integração com colegas e sua pré-disposição para querer aprender. O Down não necessita de adaptações físicas, normalmente não são cadeirantes.

Na escola especial, são utilizadas tecnologias para auxiliar a aprendizagem dos alunos? Quais? De que forma elas tem contribuído para isso?
Eles têm aulas de computação semanalmente, como educação física para desenvolverem mais e melhor sua mente.

Como se dá a avaliação?
A avaliação do aluno se dá no todo. Se observa desde seu equilíbrio estático ao equilíbrio dinâmico e de objetos. É avaliada sua dicção, tátil, térmico, olfativo gustativa, as habilidades e percepções, figura fundo, memória visual, sua coordenação visomotora. O esquema corporal, a orientação espacial e temporal são trabalhadas e avaliadas constantemente. Também sua atitude em relação ao material, às atividades que realiza sozinho. Transmissão de recados, cuidados com a roupa, higiene, noções de dinheiro e conhecimento de recursos na comunidade, supermercado, etc.
Tudo o que você desenvolver com o aluno, seja na teoria quanto na prática, apresentando dificuldade ou não, parte muito da forma que você vê o problema, sente e se determina a resolvê-lo.
O aluno com Síndrome de Down chega até uma determinada fase como uma subida lenta e chega a um platô que o que interessa não é buscar o novo, mas conservar o que já aprendeu e não esqueceu.



Escola Virtual para alunos com síndrome de down - um exemplo que tudo é possivel!

2007-05-20T12:49:19.121-07:00

Ficamos procurando estes dias todos experiências que pudéssemos ver na prática como o uso das tecnologias poderia ajudar na inclusão dos alunos com síndrome de down, pois sabemos que isto não é fácil da forma como está estruturado o sistema de ensino brasileiro.
Ao ler este artigo Escola Virtual para pessoas com síndrome de Down: ambientes de aprendizagem telemáticos como alternativa de desenvolvimento, é possível encarar este assunto com pelo menos outros olhares e ver que a dificuldade existe sim, mas ela não é sinônimo de impossibilidade. Para saber mais clique aqui



Inclusão não pode ser apenas utopia

2007-05-20T12:19:52.261-07:00

Durante nosso estudo sobre a Síndrome de Down, encontramos muito material disponível, casos diferenciados de Down que obtiveram mais ou menos sucesso na sua trajetória de vida. A inclusão não pode ser apenas uma utopia. E para que se torne realidade é preciso que acreditemos que é possível. Encontrei esta matéria, com entrevista do secretário parlamentar Rodrigo Marinho, um exemplo de superação. Vale a pena ler, pelo testemunho e pelas idéias sobre a inclusão escolar.

Preconceito é maior entrave para ensino de crianças com deficiência

(image)
Marcela Rebelo Repórter da Agência Brasil

Brasília - Um dos desafios do próximo governo na área de educação é a inclusão de crianças com necessidades especiais no sistema educacional. “Muitas crianças estão em casa porque as próprias famílias não acreditam que elas podem ser incluídas”, afirmou Rui Aguiar, oficial de educação do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Ceará.
...
Oferecer o direito ao ensino a essas crianças, segundo Aguiar, pode ser uma forma de garantir que possam, no futuro, contribuir para a sociedade. Rodrigo Marinho, 35 anos, é um exemplo disso. Portador de Síndrome de Down, ele estudou todo o primeiro grau em escola regular. Há três anos, trabalha em um gabinete de um deputado, como secretário parlamentar. Leia a matéria completa aqui.



Momentos de Reflexão - O Papel dos Pais na Educação dos Filhos Downs

2007-05-13T20:37:20.763-07:00

Luis Felipe, 27 anosVolta por cima Uma geração de portadores de Down leva uma vida normal e derruba um preconceito secularComo convém a um jovem de 27 anos, Luiz Felipe Badin procura ocupar sua rotina com as mais variadas atividades. Toca piano, pratica natação, estuda informática, trabalha como ator - participou recentemente da novela O mapa da mina -, escreve um livro e ainda usa o pouco tempo que resta para namorar. "Não suporto ficar parado", explica. Tanta efervescência pode surpreender a quem sabe que Badin é portador da síndrome de Down, uma anomalia cromossômica capaz de provocar diversos problemas congênitos e retardo mental. Até há pouco tempo, o que se esperava desse tipo de pessoa é que tivesse uma vida completamente dependente e inútil. Mas a progressiva melhoria no tratamento e na educação dos portadores da síndrome fez surgir uma nova geração atuante e determinada, que em nada lembra a legião de coitadinhos de tempos atrás. A próxima façanha de Badin será a de estrelar uma campanha nacional de esclarecimento sobre a síndrome de Down, que deverá ir ao ar nos próximos dias em vários canais de televisão. O objetivo do trabalho é corrigir a visão equivocada sobre os portadores, que no País somam cerca de 300 mil. A mudança de comportamento é resultado da crescente evolução no trabalho de médicos, terapeutas e professores que atendem aos portadores. A medicina dispõe atualmente de informações suficientes para prescrever o tratamento ideal. Terapeutas e educadores têm em mente que o trabalho deve capacitar as pessoas para enfrentar o dia-a-dia da forma mais normal possível. Mas elogios especiais devem ser endereçados aos pais que não se conformaram em ver seus filhos alijados da vida produtiva. Odete Badin lembra muito bem quando, cinco dias após o nascimento de Luiz Felipe, ficou frente a frente com o pediatra. "O médico disse que meu filho era mongolóide e eu gastei todas as minhas lágrimas." A participação dos pais mudou tudo no conceito - ou preconceito - que se tinha anteriormente sobre síndrome de Down, a começar pelo nome da deficiência. O jornalista paulista Gilberto di Pierro, o Giba Um, quase caiu da cadeira quando o médico informou que seu filho Bruno, hoje com 11 anos, era mongolóide. Pouco tempo depois formou um grupo e criou o Projeto Down, para divulgar informações sobre o problema e incentivar a pesquisa. "Uma de nossas primeiras lutas foi para que essas pessoas deixassem de ser chamadas de mongolóides, nome que tem uma carga pejorativa", lembra ele. O consenso acabou adotando a expressão síndrome de Down, numa referência ao médico inglês que identificou a deficiência. "O portador da síndrome é como um músico que sabe ler a partitura, obedece aos comandos do maestro, mas toca em compasso diferente dos outros." Hoje, a situação é diferente de quando Giba Um começou sua cruzada. Há bastante informação sobre o assunto. Sabe-se que a síndrome de Down é a mais frequente e importante causa de retardo mental na infância. Ao contrário do que muitos pensam, não é um problema raro, pois ocorre uma vez a cada 770 nascimentos e é mais comum nas gestações de mulheres com mais de 35 anos. No que diz respeito ao atendimento médico, o ponto fraco é o diagnóstico. Em pesquisa realizada com 200 pediatras da rede pública do Rio, a geneticista e professora Márcia Ribeiro Dâmaso, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, descobriu que muitos se equivocavam ou demoravam a detectar o problema. "O índice de erro é muito alto", estima ela. Como consequência, as crianças demoram a ser submetidas ao tratamento adequado. Esse tempo de espera pode ser a [...]



Momentos de Reflexão - Capacitação dos Professores - Sem Preconceitos

2007-05-12T18:18:29.345-07:00

Para lidar com a inclusão de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais (PNEEs), é preciso abandonar a idéia equivocada de que o professor tem que se preparar para atender alunos com deficiência.
Segundo Maria Tereza Matoan não existem métodos de ensino especiais para se ensinar os conteúdos curriculares para esses alunos. “O professor não tem que aprender como ensinar matemática para alunos com deficiência. Ele tem de se preparar para atender a todas as crianças. O ensino escolar vai mal porque a escola continua repetindo no século XXI o que foi a escola do século XVIII", aponta a psicóloga.
Ainda segundo ela, a preparação dos professores comuns deve passar pela naturalização de seus métodos, práticas de ensino, avaliações, entre outras tarefas, que estão muito defasados. “Por outro lado, os professores da educação especializada precisam também aprender a distinguir as suas funções das dos professores comuns, ensinando, sem repetir nas classes especiais, o que é próprio da escola comum, como acontece muito, até hoje, nas escolas especiais”, completa.
Ainda segundo a psicóloga, as escolas estão sendo preparadas para receber esses alunos, a partir da presença deles nas escolas. “Aprendemos a fazer, fazendo”, diz ela.
“É óbvio que se as crianças são segregadas em escolas especiais, não há necessidade de as escolas comuns se prepararem para recebê-las. Como agora, elas estão sendo encaminhadas às escolas comuns, tudo muda”, completa.
Para a educadora Tânia Regina Laurindo, o primeiro passo da inclusão é entender e aceitar que cada criança tem um ritmo, tendo ela uma necessidade especial ou não. É preciso conhecer a criança sem o rótulo de uma doença. “Vivemos numa sociedade que impõe padrões e se a criança não se enquadra, ela está fora, fora do mundo, fora da escola. Para trabalhar com a criança com uma necessidade especial, seja ela qual for, física ou neurológica, o professor tem que se desprender do preconceito”, acredita. Além disso, a escola precisa de um bom projeto pedagógico. No projeto coordenado por Laurindo o conteúdo a ser ensinado é adaptado conforme a necessidade e o interesse do grupo. A escola recebe dois alunos portadores de necessidades especiais por sala com, no máximo, 25 alunos. “Não adianta trazer a criança para a escola e simplesmente colocá-la sentada na sala. Há que se desenvolver novas maneiras para atingir essa criança. Trabalhar com inclusão numa escola dizendo que todos devem abrir o livro na página tal pode excluir ao invés de incluir a criança com necessidades especiais, porque ela vai perder o interesse, vai se isolar”, acredita a coordenadora.
Apesar das dificuldades, entretanto, a convivência com outras crianças é fundamental, porque isso permite à criança ter o referencial do outro. "Se ela convive só com crianças iguais, não pode aprender outros parâmetros de comportamento que não os de crianças como ela. Ao freqüentar a escola regular, portanto, ela tem ganhos sociais", explica Carmem Minuzzi da Fundação Síndrome de Down.



Síndrome do Desafio

2007-05-12T18:01:49.356-07:00

"Quero abrir uma escola para deficientes e ser psicopedagoga" "Cheguei até aqui porque tive apoio da minha família. Meu pai, minha mãe, minha irmã são o meu ouro" "Felicidade é ter uma família unida e com harmonia. Ter amigos" Valéria se emociona ao falar da filha: "Ela é tão especial que nunca precisamos falar sobre a síndrome. Ela mesma foi descobrindo, se percebendo" Cena 1 — Maio de 1996: A professora da 3ª série chama a mãe da aluna e diz, sem meias-palavras: "Sua filha já aprendeu tudo o que conseguiria aprender. Não há mais o que fazer, no que insistir. A partir de agora, ela não aprenderá mais nada. Será uma perda de tempo trazê-la para a escola. Coloque-a num clube, leve-a para brincar, praticar um esporte…" Cena 2 — Primeiro semestre de 2006: No consultório da médica, enquanto era submetida a uma endoscopia, a paciente lhe pergunta: "A senhora tem uma filha com Down, né? Eu também tenho uma. A minha tem 26 anos. A sua já aprendeu a ler e escrever?" A médica, com orgulho indisfarçável, responde: "A minha está na faculdade…" É verdade. A filha daquela médica chegou à faculdade. Venceu preconceitos, driblou prognósticos, enfrentou o mundo e toda a carga de discriminação que vem embutido nele. Venceu a maldade, a intolerância e a impaciência alheias. Venceu os próprios limites. Venceu a si mesma. A filha daquela médica é, hoje, uma das cinco pessoas com necessidade especial, em todo o país, a fazer um curso superior. As outras quatro são de Recife, Porto Alegre, Joinville e Curitiba. A filha daquela médica é umas das 300 mil pessoas que vivem com síndrome de Down no Brasil. Começa aqui a emocionante história de Érica Duarte Nublat, de 20 anos, cabelos negros, olhos que transbordam alegria e jeito de menina sapeca que seduz ao primeiro contato. E a vida lhe é tão generosa que basta chegar perto dela para sentir o tanto que essa vida pulsa. E o tanto que ainda pulsará. Érica tem a estranha mania de ser feliz. Oito de agosto, início da noite, 1986, Hospital São Braz, Asa Sul. Nasce a pequena Érica. Os exames pré-natais indicavam um bebê saudável. Peso, altura, batimentos cardíacos, tudo normal. Era a segunda — e última — filha da mineira Valéria Duarte Nublat, então com 32 anos, e do engenheiro francês Michel Nublat, 36. Os dois haviam acabado de retornar de Paris. Johanna Nublat, a filha mais velha, que nasceu naquele país, começava a andar. E torcia para que a irmãzinha nascesse logo. Queria correr com ela pelo meio da casa e brincar de boneca. Assim que a menina nasceu, a mãe, médica, logo percebeu alguma coisa diferente. Talvez os olhinhos mais amendoados, o corpo mais molinho do que comumente tem um recém-nascido. No dia seguinte, logo nas primeiras horas, veio a confirmação. Érica tinha Down. "Lembro-me de que, mesmo sendo médica, não sabia nada sobre síndrome de Down. Havia estudado isso em pediatria, genética, mas não tinha me aprofundado", conta Valéria, hoje com 52 anos. E admite: "Senti medo. Medo do que viria pela frente, daquela situação desconhecida". Michel, o pai, hoje com 56 anos, tentou entender o que os dois fariam, a partir daquele momento. Em quais portas bateriam. Juntos, só tinham uma certeza: a filha viveria e seria feliz. Um médico amigo de Valéria também tinha um filho com Down. Ela ligou para ele e pediu ajuda. Foi o primeiro que lhe deu dicas. Falou sobre especialistas, estimulação precoce, por onde começar. Disse-lhes que havia uma saída. Que tudo seria possível. Luta sem fim E assim Valéria fez. Foi atrás de profissionais especializados. Com um mês de vida[...]



O que pode ser feito para prolongar a vida de quem é Down?

2007-05-12T11:06:09.579-07:00

O jornal Zero Hora publicou uma reportagem sobre a Síndrome de Down, mostrando pessoas com a deficiência tem vencido limitações e têm conseguido maior tempo de vida. Através da matéria, que mostra alguns casos de deficientes já adultos, podemos ver a importância que a atenção , o carinho, a persistência no tratamento e nas ações educativas, tem aberto possibilidades para que estas pessoas possam sentir-se inseridas na sociedade, realizando atividades que as deixem felizes. Leia a matéria completa clicando nos links abaixo.A hora da família - Marcados pela baixa expectativa de vida, portadores da síndrome de Down ganham o apoio da família, da estimulação e da inserção social para chegarem à terceira idade. (Nessa matéria um testemunho comovente de amor à família)Aos 56 anos, Zé Bins (ao centro) vive sob os cuidados da sobrinha e da tia desde que sua mãe adoeceu Sem limites para a vida - Com o avanço da idade, portadores da Síndrome de Down precisam de mais cuidados médicos e da atenção integral da família. ( Nessa matéria, também dicas para entender mais sobre a Síndrome.)Apaixonada por dança, Kátia (no centro, com as irmãs) não abandonou a escola especial e chegou aos 45 anos com vitalidade Foto(s): Fernando Gomes/ZHEscola para a longevidade - Com olhos atentos nos livros e revistas, José Carlos Martins Bins, 56 anos, o Zé, aproxima-se do mundo da fantasia, das celebridades e das notícias. A viagem informativa ocorre diariamente graças ao tempo em que freqüenta a Escola de Educação Especial Nazareth (Apae/POA): até hoje, são 36 anos de sala de aula. ( Um testemunho de como a educação pode fazer a diferença na vida dessas pessoas).Incidência de câncer - Qual a probabilidade do Down ter câncer?[...]



Momentos de Reflexão: Síndrome de Down e a Informática educativa

2007-05-11T20:24:59.045-07:00

Para Bossuet (1985), o computador é uma máquina que fascina, apaixona e também amedronta. Ele acrescenta: "O futuro é dos computadores, diz um sábio. Breve invertar-se-ão máquinas suficientes inteligentes para fazer todo o trabalho dos homens. E, um dia, diz outro sábio, elas tornar-se-ão tão inteligentes que farão executar todo o seu trabalho pelos homens".Essa citação mostra uma tecnologia poderosa, onde é preciso ter o domínio sobre ela, sem perder o bom senso.O uso do computador enfatiza a construção do conhecimento, pois o computador é uma nova maneira de representar o conhecimento, provocando um redimensionamento dos conceitos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores. Usar o computador com essa finalidade requer a análise cuidadosa do que significa ensinar e aprender.São objetivos da Informática Educativa:Capacitar o aluno para o mercado de trabalho;Utilizar a Informática para reforçar aspectos psicopedagógicos;Usar a sala de Informática como local de desenvolvimento de projetos de interdisciplinaridade;Utilizar a informática como recurso didático no processo ensino-aprendizagem;Inserir o aluno no contexto da sociedade pós-moderna;Utilizar o computador como ferramenta nas tarefas do dia-a-dia.Por esse motivo, o uso da informática com o intuito de integração destes deficientes ao mundo digital é a alternativa mais adequada, pois o uso do computador facilita a compreensão da criança sobre um determinado assunto, seja o seu próprio corpo ou meio em que vive.Segundo Papert (1988), a presença do computador contribui para processos mentais, influenciando o pensamento das pessoas. As crianças podem ser construtoras de suas próprias estruturas intelectuais.Os trabalhos de informática realizados por crianças portadoras da Síndrome de Down mostram enriquecimento de suas possibilidades, podendo oportunizar interações diversas, no campo afetivo, humano, social, individual, que ajudarão no seu crescimento integral.Apesar de suas limitações, a criança deficiente troca idéia com seus companheiros, com o professor e com o meio que vive, respeita os seus próprios limites, trabalhando no tempo, ampliando assim o seu campo cognitivo. Seu potencial é muito grande, e cada vez mais os portadores de Síndrome de Down estão ganhando o seu espaço na sociedade, freqüentando escolas regulares e participando ativamente da vida social do seu grupo.Por fim, a informática, a serviço de um projeto educacional, propicia condições aos alunos de trabalharem a partir de temas, projetos ou atividades extracurriculares. O computador é apenas e tão somente um meio onde se desenvolve inteligência, flexibilidade, criatividade e inteligências mais criativas.Fonte: http://comp.uniformg.edu.br/plone/artigos2006/francisco/Ercomp_Artigo03PAPERT, Seymour. Logo: Computadores e Educação. 3ª edição. Editora Brasiliense. Tradução José Armando Valente e outros, 1988.BOSSUET, Gerard. O computador na escola: Sistema Logo. Tradução de Leda Maria Fischer, Porto Alegre, 1985. Artes Médicas.[...]



Síndrome de Down e a História

2007-05-11T18:45:13.595-07:00

(image)

Há indícios de que síndrome de Down existe há milhares de anos
As evidências históricas indicam que é provável que sempre tenha havido pessoas com síndrome de Down na humanidade.
Os registros mais antigos mostram pessoas com as características físicas da síndrome em um altar na cidade de Aachen, na Alemanha, de 1505.
Segundo alguns pesquisadores, como Siegfried M. Pueschel, autor de livros como A Parent´s Guide to Down Syndrome - Toward a Brighter Future, muitos artistas da Idade Média e do Renascimento usaram pessoas que nasceram com a síndrome de down na hora de pintar figuras angelicais e o menino Jesus.
O uso de pessoas com síndrome de Down como modelos de seres celestiais teria sido um hábito tão comum como usar rapazes na hora de retratar figuras femininas, como fez, por exemplo, Leonardo Da Vinci.
Civilização Olmeca
Entre as obras de arte que mostrariam anjos e o menino Jesus com traços da síndrome de Down estão, por exemplo, a Virgin with Child, do artista italiano Andrea Mantegna (1431-1506, quadro exposto no Fine Arts Museum, em Boston.
Nesta pintura, o menino Jesus apresenta traços comuns entre as pessoas que nasceram com a síndrome de Down como o formato dos olhos, o tamanho do pescoço, a posição das orelhas e, principalmente, a distância maior entre o dedão do pé dos demais dedos.
Pueschel volta mais ainda no tempo na hora de coletar evidências sobre a existência de pessoas com Down na humanidade.
Alguns pesquisadores, mencionados por Pueschel, acham similaridades entre certos traços faciais de figuras da civilização Olmeca, que viveu há 3 mil anos na América Central, com a do rosto dos portadores da síndrome de Down.



Eu sou down

2007-05-11T16:55:50.629-07:00

(image) Sou um ser especial
tenho muito a te ensinar
sobre o verdadeiro amar
aqui nesta esfera mortal

Sou diferente da maioria
não sei mentir ou fingir
o que sei mesmo é sorrir
e espalhar minha alegria
Vim ao mundo pra ensinar
mais do que para aprender
ensinar a você como amar
Os seus preconceitos vencer
as diferenças aceitar
e ao Pai Celeste bendizer.

Minha pequena homenagem a essas pessoas tão especiais,
anjos mandados por Deus para nos fazer mais humanos.

Dia 21 de março - Dia Nacional da Síndrome de Down.

Jorge Linhaça


Este poema foi uma contibuição de um colega da lista de discussão Vivência Pedagógica, onde divulguei o blog.



Um depoimento

2007-05-10T22:24:50.188-07:00

Incluir significa oportunizar o acesso ao conhecimento.
(embed)



As tecnologias e o Processo de Inclusão

2007-05-08T20:52:37.419-07:00

(image)
Neste Seminário também queremos mostrar o quanto a tecnologia pode estar a serviço dos portadores de necessidades educacionais especiais oferecendo estímulo à aprendizagem.
Veja o projeto de Interfaces para um Jogo Multimídia produzido por professores de Santa Maria direcionado a portadores de Síndrome de Down



O Processo de Inclusão é um processo de aprendizado

2007-05-08T20:45:13.049-07:00

(image)
Segundo Mel Ainscow, Professor da Faculdade de Educação da Universidade de Manchester, Inglaterra, especialista em necessidades educacionais

Inclusão é a transformação do sistema educacional, de forma a encontrar meios de alcançar níveis que não estavam sendo contemplados.Eu compreendo a inclusão como um processo em três níveis: o primeiro é a presença, o que significa, estar na escola. Mas não é suficiente o aluno estar na escola, ele precisa participar.

O segundo, portanto, é a participação. O aluno pode estar presente, mas não necessariamente participando. É preciso, então, dar condições para que o aluno realmente participe das atividades escolares.

O terceiro é a aquisição de conhecimentos - o aluno pode estar presente na escola, participando e não estar aprendendo. Portanto, inclusão significa o aluno estar na escola, participando, aprendendo e desenvolvendo suas potencialidades. Um outro aspecto da inclusão é identificar e sobrepujar as barreiras que impedem os alunos de adquirir conhecimentos acadêmicos. Essas barreiras podem ser: a organização da escola, o prédio, o currículo, a forma de ensinar e muitas vezes as barreiras que estão na mente das pessoas. Estas são as mais difíceis. Como superar essas barreiras das pessoas?Todo este processo de inclusão é um processo de aprendizado. As pessoas estão aprendendo a viver com os diferentes. E isso só se aprende na ação e dentro de um contexto.

Fonte:http://www.ceesd.org.br/pesquisa



Mas o que a lei diz sobre os Portadores de Síndrome de Down?

2007-05-08T20:10:14.565-07:00

(image)
O Brasil tem um conjunto de normas que garantem proteção absoluta para quem tem Síndrome de Down: direito à educação e oportunidades de desenvolvimento iguais. Confira alguns pontos da legislação.


Constituição
O artigo 208 determina que 'o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino'.


Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Estabelece a divisão do ensino regular e especial, admitindo a possibilidade de substituição do regular pelo especial.


Conselho Nacional de Educação
A Resolução nº 2 do conselho, de dezembro de 2001, defende que as escolas comuns acolham alunos com deficiências para promover a inclusão social. Admite ainda salas especiais, em caráter temporário, para crianças e adolescentes.