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O Exactor



s.m. (do latim exactore). Aquele que exige o que é devido; colector de impostos e de contribuições; funcionário que arrecada dinheiro, faz pagamentos; aquele que comete exacções.



Updated: 2014-10-07T01:46:58.111+00:00

 



Bitter Sweet Symphony

2011-01-11T23:41:40.669+00:00

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Coral

2008-04-16T23:44:52.853+00:00

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Pastoral

2008-04-16T23:44:08.880+00:00

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Eroica

2008-04-16T23:43:44.674+00:00

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Depois da tempestade...

2008-04-06T23:46:21.959+00:00

(image) ...virá a bonança, caro Jansenista! Só espero que a convalescença seja tão digna como nas "Jóias de Castafiore"...



Film noir 2

2008-04-06T21:02:41.527+00:00

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Também recente, e dedicado ao tema droga. Film noir de inferior qualidade, mas também a ver...



Film noir 1

2008-04-06T20:58:24.333+00:00

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Violento, brasileiro e premiado na Europa... Vi ontem! Interessante...



M?NSTRE

2008-03-27T01:48:36.971+00:00

(image)
Bilal está de facto no seu melhor, na série Monstre. Quatro livros que formam um tríptico (sim, um tríptico!) que gira em torno de quatro (não, afinal são três) personagens que nasceram, no mesmo dia, num hospital de Sarajevo em 1993. E mais não conto... Muito bom!



BD recente 2

2008-03-27T01:44:33.049+00:00

(image) Este sim, vem demonstrar que Yves Sente (n. 1964), que também desenha Blake & Mortimer (ver post anterior) ainda vai ser (ou já é) um nome de referência na BD belga. Com o argumento de Boucq (n. 1955, conhecido da série Bouncer), temos livro: com boa história (em torno das intrigas do Vaticano) e um desenho magistral...



BD recente 1

2008-03-27T01:37:37.376+00:00

(image)
Li a nova aventura dos heróis Blake & Mortimer. Tenho de confessar que a série sem E.P. Jacobs não é a mesma. A história é incipiente e maximiza demais a intervenção feminina (que com Jacobs era nula). A solução da procura do continente de Gondwana está demasiado colada a Atlântida e, para isso, já temos o "Enigma da Atlântida" da série Jacobs e o magistral "Mû" de Hugo Pratt.



Blackboard jungle

2008-03-24T21:50:25.687+00:00

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Tenho de concordar com o confrade Jansenista. Sem querer desculpabilizar alguém, as imagens difundidas do confronto na escola do Porto, representam aquilo que sempre houve na sala de aula, sempre que há professores que, desde o início "querem ser nossos amigos".
Também, no meu tempo (mais recente), tive colegas "selvagens e radicais" dispostos a fazer dos professores "trinta-por-uma-linha".
Andei no Liceu Pedro Nunes e, num episódio entre muitos, um desses colegas entrou na aula com uma navalha na mão e apontou-a à Professora que estava a leccionar. Foi a risada geral quando, a dita docente (pouco talhada para o assunto, claro) perguntou ao dito colega durão que nota queria e que estaria dispensado de assistir às aulas. Assim foi: o colega teve uns honrosos 18 valores sem pôr os pés nas aulas e a dita Professora teve, muito pouco tempo depois, um esgotamento nervoso...
Outra vez, e como as salas de aula do Liceu Pedro Nunes têm janelas para o corredor, durante toda a tarde, um dos nossos colegas, daqueles também "durões", resolveu entreter as sessões que estavam a decorrer fingindo que nadava no vazio, de um lado para o outro do corredor. Foi de facto um fartote para quem assistia, silenciosamente! Resultado: há dias visitei esse colega no Estabelecimento Prisional de Caxias, por outras razões.
Meus caros: alunos malcomportados e professores "moles" sempre houve. Eu cá, por mim, vi sempre isso como falta de vocação de parte a parte: falta de vocação para ensinar e falta de vocação para aprender (ou lá o que isso seja!). Eu acredito na cultura de auto-responsabilização e de verdade: as aulas dão-se para quem está disposto a aprender, ponderados os limites da capacidade do docente atrair quem ouve. Não se trata de tarefa fácil e só se atinge com vocação e persistência. Felizmente que, apesar destes episódios pontuais, tive bons Professores...

PS - Aquele "alarve" que filma o confronto entre a docente e a aluna também merecia um bom par de "tabefes à antiga" dos pais...



Ainda o recreio blogoesférico

2008-03-09T19:46:18.134+00:00

(image) Em complemento ao que nos diz a confrade Charlotte, tenho assistido ao longo dos anos a algo que no mundo não blogoesférico tem vindo a desaparecer: as tertúlias. As tertúlias actualmente são uma feira de vaidades, onde não se discutem ideias mas sim ostentam-se sucessos, se mostram galhardetes. Aqui não: pomos de lado todas as caricas mundandas e reflectimos/debatemos verdadeiramente, por vezes com silêncios e desfasamentos temporais não queridos. Essa reflexão tem-me permitido evoluir, sem necessidade de apresentar nomes, invocar amizades ou contactos. Não será por isso que procuro aqueles que com quem mais me identifico? Se fazia isso no recreio da primária, porque não usar esse critério na blogoesfera?



Repto do Réprobo

2008-03-09T19:30:54.690+00:00

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Pede-me o caro Réprobo seis insignificâncias. Aqui vão:

1. Sou noctívago - um bom livro é capaz de prender uma noite inteira. Quando isso não aconteça, mesmo que tenha algum compromisso pela manhã, nada me leva para o quarto antes das duas da manhã.
2. Sou falador (demasiado) - quem me conhece sabe que quando começo a falar, sou imparável. A ponto de os amigos mais próximos, diplomaticamente, arranjarem pretexto para abreviar as minhas histórias intermináveis.
3. Não gosto de estrear roupas - deixo-as no meu armário pelo menos 3 meses a contar da compra, antes de as usar pela primeira vez.
4. O meu relógio está sempre 5 minutos atrasado - sei que faço um esforço por emendar o meu atraso aos encontros - não obstante, dizem-me que há um reverso disto: nunca falto ao combinado. Tenho aprendido que este atraso se perde quando dominar a rotina - assim o espero... estou a trabalhar para isso.
5. Se não escrevo, esqueço-me no minuto seguinte, daí andar sempre com um bloco de notas.
6. Quando entro numa sala para leccionar e esta tem duas portas, escolho sempre a direita. Sempre...

Os ares do Índico inspirarão o caro Jansenista para responder a este meu repto das seis insignificâncias...



Notícias da Matinha

2008-03-07T01:13:12.369+00:00

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Este acampamento perto da Matinha não me tem permitido escrever aqui muito. No entanto, cá estamos e vamos andando!
Uma incursão recente com amigos a um estabelecimento nocturno (vulgo "bôite") da moda lisboeta, fez-me lembrar os divertimentos que os meus avós passaram naqueles bailaricos em família (que acabavam perto das onze). Certa vez, um tio meu foi convidado para um bailarico fora de Lisboa e, como sempre levou fatiota a rigor. Quando lá chegou, um dos seus amigos pediu-lhe emprestadas as calças, porque eram do seu tamanho. O altruísmo saíu-lhe caro - recebeu em troca umas calças com uma cintura muito larga e, em consequência, teve de permanecer toda a noite com as mãos na cintura para não deixar cair e ficar impróprio perante tantas senhoras. Nessa noite ficou conhecido como o "aleijadinho" - de acordo com uma das convivas, aquele "jeito" de mãos, de vez em quando mais brusco, fazia detectar uma presumida deficiência...
Aquele pensamento fez-me regressar ao local de entretenimento e pus-me a olhar para uma centena de convivas a abanarem-se no escuro - seriam "aleijadinhos"?



Noite de óscares...

2008-02-25T02:18:46.489+00:00

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Olissipografia 60

2008-02-25T02:13:30.431+00:00

(image)
Estas chaminés lembram-me as do palácio do geraldes... Serão as mesmas?



Olissipografia 59

2008-02-25T02:09:24.662+00:00

(image)
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(image) E estes túneis? Trabalhem, caros olissipógrafos...



Olissipografia 58

2008-02-25T02:01:49.321+00:00

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(image) O confrade Bic Laranja com certeza irá identificar este túnel...



We are the World

2008-02-25T01:56:50.285+00:00

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Os anos oitenta criaram este tipo de "canções colectivas"...



1 ano

2008-02-13T23:19:54.929+00:00

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Ao consultar o histórico, descobri que faço hoje 1 ano de existência. Happy Birthday... to me!



Dever de cuidado...

2008-02-10T19:50:06.024+00:00

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Tendo lido atentamente a crónica desta semana da nossa Charlotte, no Sol, não podia deixar de desvendar a minha veia profissional para recordar esta célebre faixa de Eric Clapton, que está associada ao trágico falecimento do seu filho Connor, que caíu de um prédio de 53 andares, em Nova York. Não obstante a vida pródiga do progenitor, recorde-se que, ao tempo, a babysitter foi acusada por aquilo que, nós os juristas, chamamos de crime comissivo por omissão. A babysitter invocou que o seu contrato já tinha terminado, porquanto só recebera até à meia-noite e a queda foi depois dessa hora. Na verdade, a dita babysitter tinha um dever especial de cuidado, sabendo que a criança ficara sozinha num apartamento e, como tal, não poderia eximir-se da sua responsabilidade pelo infeliz acidente, com ou sem contrato.



Voyage à Paris

2008-02-10T19:35:43.573+00:00

(image)
Uma semana alucinante aproxima-se. E lá para o fim da semana, regresso a Paris, para me desmultiplicar em encontros e reencontros com a academia... Será que a Miss Pearls e o Jansenista vão fazer-me pedidos de encomenda especiais?



A propósito da Super-Tuesday...

2008-02-05T23:14:56.811+00:00

(image)
O mundo de acordo com Ronald Reagan: "Our China", "Their China", "Our Missiles", "Their Missiles"...



A bientôt Je Maintiendrai...

2008-02-05T18:25:49.593+00:00

(image) A blogoesfera está mais pobre. O confrade JM abre a porta e navega para novas paragens. Com ele aprendi a arte japonesa, a gostar do mar, a perceber que a leitura é uma arte muito viva e que não se resume aos livros que povoam as minhas estantes envelhecidas. Bem-haja e boa viagem! Não se esqueça dos seus amigos e... vá escrevendo!



Idi Amin entre os ditadores

2008-02-05T22:58:25.471+00:00

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Impressionante como uma figura aparentemente simpática (e pouco fluente no inglês) guiou, com punho de ferro, nos anos setenta, os desígnios de Uganda. É hoje a "super-tuesday" norte-americana!