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Farpas da Madeira



Ainda não encontramos a verdade, mas continuamos procurando.



Updated: 2018-01-17T21:19:19.802+00:00

 



Divisão administrativa da Madeira

2015-12-03T11:19:51.230+00:00





Regras à medida

2014-09-01T15:32:47.796+01:00

No final do mandato do governo anterior e devido a uma alteração das regras europeias de contabilização do défice e da dívida, passaram a fazer parte do perímetro orçamental, os défices e dívidas de empresas públicas fortemente dependentes do orçamento do estado, como a Carris, CP e Refer. (ver)
Apesar do desagrado do governo de então, que viu as regras a serem alteradas a meio do jogo, vendo o défice a subir de um dia para outro em quase 2,6% tornando-se difícil atingir as metas pré-estabelecidas, estas regras, como dizia, faziam todo o sentido, tendo em conta que muitas vezes estas emrpesas eram usadas para esconder as reais contas públicas.

Mas,  mudam-se os tempos e mudam-se as vontades. As novas regras de contabilidade da zona euro, passam a deixar de fora do chamado défice estrutural tudo o que for considerado despesa extraordinária.
É desta forma que na apresentação do 2º orçamento rectificativo de 2014 ficamos a saber que a previsão do défice se mantêm nos 4%, mas manda-se para debaixo do tapete das despesas extraordinárias tudo o que em 2011 se quis trazer à luz do dia.

Em 2011 o défice subiu 2,6 % com a inclusão dos défices da Carris, CP, Refer e BPN. Em 2014 o défice ficará 5,9 % mais baixo devido às despesas extraordinárias de Carris, CP, Refer e Novo Banco. O que aumentou num governo, baixou no outro. Sem que nada de substancial tenha sido alterado.

Comparando o comparável, o odioso governo de José Sócrates teve um défice de 9,3% do PIB (em 2010) enquanto que o competentíssimo governo de Passos/Portas terá (?) um défice de 9,9% do PIB.



Empreendorismo amigo dos animais

2013-10-17T22:36:29.426+01:00

Ontém vi uma senhora  na promenade junto ao centromar a tentar vender uns naperons de crochet. Na verdade isto nada tem de inovador.
O que se passou de seguida é que me surpreedeu pelo sentido de oportunidade.
Ao passar junto de uns gatos que por lá andam, uns turistas apróximaram-se dos bichanos para lhes fazer umas festas. Nesse momento a senhora que tentava vender os naperons apróxima-se do turista e diz-lhe no melhor inglês que consegue, que tem uma latinha de comida para gato que pode vender-lhe para ele alimentar os gatos.
Ficaram todos felizes. Os gatos, a senhora empreendedora, os turistas e eu que assisti a tudo em primeira fila.



E nós deixamos?

2013-10-15T22:52:18.907+01:00

O OE2014 será mais do mesmo. Mais do mesmo sacrifício, mais do mesmo fracasso.

O governo propõe cortar 4000M€ de despesas do estado, esperando com isso diminuir o défice do estado em 2,3%.
Estas contas não batem certo e passarei a explicar porquê.

Indicam alguns estudos sobre processos de ajustamento abrupto como o que foi desenhado para Portugal que por cada euro que o estado não gasta implica uma diminuição do PIB de apróximadamente 1,5 euros.
Isto significa que o corte anunciado de 4000M€ terá um impacto negativo no PIB de 6000M€, ou seja, uma queda no PIB devido apenas a medidas de austeridade de 3,6%.

Tendo em conta que carga fiscal em Portugal é de aproximadamente de 40%, significa que resultante da queda do PIB o governo tem uma quebra das receitas fiscais de 2400M€, ficando apenas com 1600M€ (0,9% do PIB).

Mas não é tudo. A queda do PIB terá com certeza uma quebra do emprego na ordem dos 150 mil indivíduos, implicando gastos avultados com subsídios de desemprego, que tendo em conta os valores médios por beneficiário do subsidio de desemprego será da ordem dos 750M€.

Assim, dos 4000M€ que o estado pretendia poupar, fica apenas com 950M€.

Tanto corte e tanta miséria para, correndo tudo bem, e nunca até agora correu, se conseguir reduzir o défice em apenas 0,5% do PIB.
Depois, lá para meados do ano estarão a anunciar a necessidade de cortar ainda mais sob pena de não atingir os objectivos traçados.



Desfibrilador

2013-10-09T17:08:05.213+01:00

Este blogue anda a precisar dum choque que o faça voltar à vida.



Lições brasileiras

2012-11-27T15:21:30.671+00:00

(...) A crise financeira, que hoje afeta a Europa, golpeia de forma particular a península ibérica. Sabemos que Portugal e Espanha estão diante de tarefas de complexa solução. Mas sabemos, também, da força desses países, da energia criativa de suas sociedades, de sua capacidade de superação, tantas vezes comprovada ao longo dos séculos.

Temos assistido, nos últimos anos, aos enormes sacrifícios por parte das populações dos países que estão mergulhados na crise: reduções de salários, desemprego, perda de benefícios. As políticas exclusivas, que só enfatizam a austeridade, vêm mostrando seus limites: em virtude do baixo crescimento, e apesar do austero corte de gastos, assistimos ao crescimento dos déficits fiscais e não a sua redução. Os dados e as previsões para 2012 e 2013 mostram a elevação dos déficits e a redução dos PIBs.

O Brasil vem defendendo, inclusive no âmbito do G20, que a consolidação fiscal exagerada e simultânea em todos os países não é a melhor resposta para a crise mundial – e pode, inclusive, agravá-la, levando a uma maior recessão.

Sabemos que os impactos da crise são diferentes entre os países, e as respostas à crise também têm suas diferenças e produzem consequências diversificadas. O equívoco, porém, é achar que a consolidação fiscal coletiva, simultânea e acelerada seja benéfica e resulte numa solução efetiva.

O que temos visto são medidas que, apesar de afastarem o risco de uma quebra financeira, não afastam a desconfiança dos mercados e, mais importante ainda, não afastam a desconfiança das populações. Confiança não se constrói apenas com sacrifícios. É preciso que a estratégia adotada mostre resultados concretos para as pessoas, apresente um horizonte de esperança e não apenas a perspectiva de mais anos de sofrimento.

A atividade econômica mais fraca em 2012, as perspectivas para os anos seguintes, o sofrimento das populações colocam, assim, na ordem do dia a necessidade do crescimento. Urge que os países superavitários também façam a sua parte, aumentando seu investimento, seu consumo, e importando mais.

O que parece cada vez mais claro é que sem crescimento será muito difícil o caminho da consolidação fiscal. Os ajustes serão cada vez mais onerosos socialmente e cada vez mais críticos politicamente. 


(...) Quando nos reunimos em Guadalajara, duas décadas atrás, a América Latina ainda vivia as consequências de sua “crise da dívida”. Os governantes de então, aconselhados pelo Fundo Monetário Internacional, acreditavam, erradamente, que apenas com drásticos e fortes ajustes fiscais poderíamos superar com rapidez as gravíssimas dificuldades econômicas e sociais nas quais estávamos mergulhados. Levamos assim duas décadas de ajuste fiscal rigoroso tentando digerir a crise da dívida soberana e a crise bancária que nos afetava e, por isso, neste período, o Brasil estagnou, deixou de crescer e tornou-se um exemplo de desigualdade social.

Ler mais aqui.

Discurso de Dilma Rousseff na XXII Cimeira Ibero-Americana em Cadiz



Redução de escalões de IRS, uma nova golpada

2012-09-21T12:20:12.861+01:00

Encapotado sob o manto de uma suposta simplificação fiscal, este governo está a propor um aumento do imposto sobre o trabalho (mais um) de aproximadamente 3,5%, ou seja o equivalente à perda de mais meio salário para cada trabalhador a acrescentar à proposta imoral de transferência de um salário dos trabalhadores para os patrões.

No entanto, já se sabe que o escalão mais alto não sofrerá agravamento, mantendo-se nos 46,5%.
Mais uma vez castiga-se mais os que ganham menos.

Desta vez, o CDS não poderá colocar-se de fora desta discussão, tendo em conta que foi um seu secretário de estado, Paulo Núncio, o primeiro proponente e anunciante desta medida, ainda antes do anuncio de Passos Coelho.

Se esta medida for aplicada, será mais um golpe profundo na nossa já debilitada economia.

Não podemos permitir.



As contas de João Proença

2012-09-20T11:30:34.639+01:00

Considerando que existe em Portugal uma população activa de 5 Milhões de pessoas, das quais 600 mil trabalham no estado, se em vez de penalizar apenas os funcionários públicos com o corte e 2 salários mensais, quanto teríamos de cortar a todos os funcionários para ter um valor equivalente?

Sabemos também que o salário médio na função pública é de 900€ e nos trabalhadores em geral é de 600€.

600.000*900*2= 1080 M€
5.000.000*600*corte geral = 1080M€

Resultado:
Corte geral = 0,36 salário

Concluindo, se em vez do governo ir pelo caminho do experimentalismo,  tributasse todos os trabalhadores em meio salário, teria forma de contornar a inconstitucionalidade dos cortes apenas na função pública e ainda por cima, encaixaria  420 M€ que poderiam ser usados para aumentar a liquides das empresas exportadoras.

Esta é uma alternativa, sugerida pelo dirigente da UGT, mas existem outras, como por exemplo, pagar um dos subsídios em certificados de aforro.



Em politica não há mesmo memória...

2012-09-17T15:52:54.554+01:00

...pelo menos é o que parece.
Nos idos anos de 2011, no inicio da discussão da descida da TSU para as empresas, dizia-se que a forma de financiar a quebra de receitas da segurança social se faria através dum aumento do IVA.
Diziam os entendidos que a medida da subida do IVA, para além da captação extra de receita, teria um efeito semelhante ao da desvalorização cambial, usada noutros tempos e noutros resgates financeiros, e que por essa via aumentaria ainda mais a nossa competitividade.

O que sucedeu foi que o IVA foi efectivamente aumentado, mas a medida de descida de TSU para aumentar a competitividade nunca foi implementada.
Os portugueses, todos, já pagaram com o aumento de custos, de desemprego e estagnação económica o aumento de competitividade que agora nos querem voltar a vender.

Se isto não é um burla, não sei o que é.



Usar um coxo como bengala

2012-09-13T11:43:28.103+01:00

Não tem grande contestação a afirmação de que o CDS é a bengala política do PSD. É-o de facto, no governo da república e ambiciona sê-lo na Madeira e nos Açores, assim o PSD precise.

No entanto, o CDS tenta proteger-se a todo o custo de qualquer contestação e de ficar associado às medidas mais gravosas que o governo vai tomando.
Essa posição tornou-se clara, logo na composição do governo, em que "sobraram" para o CDS os ministérios mais pacíficos.

Na actual crise política, desencadeada pelo anúncio dum roubo aos trabalhadores, em favor dos patrões, tornou-se de inicio claro que o CDS estava desde a génese ao corrente de tudo o que estava a ser proposto e até apoiava. As declarações do ministro do CDS, Pedro Mota Soares, de apoio ao anúncio do Primeiro Ministro, e tendo em conta que as alterações nas contribuições para a Segurança Social tinham de ter o conhecimento do membro do governo com essa responsabilidade, mostram que assim era.

Só quando a contestação começou a subir de tom, é que o CDS tentou por-se ao fresco, fazendo o papel de virgem enganada, furtando-se às suas responsabilidades, que são evidentes.

Na Madeira, e para consumo interno, foi veiculada a informação que o líder dos centristas madeirenses liderava uma onda de contestação às medidas propostas. Tudo mentira.
Lá diz o povo que mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo, e assim, passadas menos de umas meras horas, sabe-se que por um lado, José Manuel Rodrigues, não abriu a boca na reunião do ministro Gaspar com os partidos da maioria, cabendo apenas a João Almeida a interpelação ao ministro, e por outro lado soube-se também que o único madeirense que interpelou o ministro foi Guilherme Silva do PSD (que no essencial defende a posição do governo).

Percebe-se que o CDS não queira sair chamuscado desta trapalhada monumental, mas as suas responsabilidades e conivência são evidentes.

A contestação e as vaias que recentemente ultrapassaram o perímetro do PSD a atingem os ministros "simpáticos" do CDS são a prova que os portugueses já os desmascararam. Mais cedo ou mais tarde teria de acontecer.

P.S. - A proposta de redução do número de escalões do IRS e aumento das taxas médias correspondentes é uma proposta dum secretário de estado do CDS e foi anunciada ainda antes do comunicado de Pedro Passos Coelho.



Chumbado

2012-09-12T14:56:41.017+01:00

O governo falhou nas metas do défice, da dívida, do crescimento do PIB, e do desemprego, ou seja, falhou em toda a linha.
No entanto, querem fazer-nos crer que o adiamento por um ano das metas deveu-se a uma avaliação positiva, mas, dados os resultados obtidos, isso não pode ser possível. Este governo teve mais um ano para atingir as metas porque chumbou e vai ter de repetir.



Pingo Doce, de Janeiro a Janeiro, excepto Setembro

2012-09-03T11:07:53.093+01:00

É no Pingo Doce que faço a esmagadora maioria das minhas compras, e já o faço há algum tempo.
Costumo fazer compras semanalmente, e costuma ser suficiente, mas havendo alguma necessidade não prevista é também o Pingo Doce a minha primeira escolha.
Pago invariavelmente com o cartão multibanco. Seja que valor for.
A razão por que o faço é em primeiro lugar por controle pessoal de despesas, ou seja, para saber exactamente quanto gasto em supermercados em cada mês.

Neste fim de semana, concretizou-se a ameaça feita pelo Pingo Doce, que deixaria de aceitar cartões para pagamentos inferiores a 20€ e contrariamente ao que é habitual fui obrigado (contrariado) a pagar em dinheiro.
Por uns míseros 5 cêntimos, o Pingo Doce colocou em causa o meu conforto.
Assim sendo, tomei a decisão de pelo menos no próximo mês, não colocar os pés no Pingo Doce.
O Pingo Doce poupou 5 cêntimos mas perderá muito mais com a perda de um cliente.

Não aceito ser joguete nas disputas entre as grandes superfícies e a banca.
Se o aceitarmos passivamente, mais tarde ou mais cedo, serão os bancos a nos cobrarem pelo uso do multibanco.



A culpa é do mexilhão

2012-08-29T12:16:46.390+01:00

Já sabíamos, através da cultura popular, que quando o mar bate na rocha, quem se lixa é o mexilhão. Querendo dizer que os mais fracos estão naturalmente mais expostos às adversidades da vida.

Mas ontem, no forum de cultura avançada,  chamado de universidade de verão do PSD, através do seu vice-presidente, ficamos a saber que os mais fracos são também os culpados de todo o mal que acontece ao país.

Disse, Jorge Moreira da Silva, que a culpa pela má execução orçamental, não é do governo do PSD/CDS. A culpa, está-se mesmo a ver, é dos Portugueses que não consomem, apesar de não terem um tostão no bolso, e dos empresários que não estão dispostos a trabalhar apenas para pagar impostos.

Depois não se queixem.



Desvio colossal

2012-09-04T11:08:34.308+01:00

O primeiro ministro que há um ano atrás ficou surpreendido com um suposto desvio colossal de 1.000 Milhões nas metas orçamentais, herdado do governo anterior, nada disse ainda sobre o desvio de 3.000 Milhões de euros nas receitas fiscais previstas para este ano.

Em vez disso, envia uma bomba de fumo, a chamada "concessão da RTP a privados", para que este tema substitua rapidamente o anterior, em termos de mediatismo.

Haverá tempo para discutir o tema RTP, quando este for apresentado pelo responsável governativo com a tutela. Neste momento é imperioso que se impeça, que sob pretexto de atingir as metas estabelecidas se imponha uma canga ainda maior sobre as costas dos portugueses.



Estão loucos

2012-08-24T16:22:04.995+01:00

Só um louco insiste numa ação e espera que os resultados sejam diferentes.

Andava um atleta a tentar melhorar a sua performance, e foi falar com uns especialistas.
Estes, após analisar o atleta, chegaram à conclusão que o problema era o excesso de peso e que a forma de diminuir rapidamente esse excesso seria eliminar uma perna, o seu órgão mais pesado.

Após algumas corridas verificou-se que a coisa não estava a correr de acordo com o esperado e seriam necessárias novas medidas.

A conclusão dos especialistas foi imediata: provavelmente o atleta não perdeu peso suficiente. E logo, sugeriram: corte-se a outra perna.

O treinador, que era visto como uma pessoa séria,  temendo que o corte da segunda perna fosse um desastre, disse: o problema é sério e não se resolve com meias medidas. Por precaução, é melhor cortar também a cabeça.



Rali Vinho Madeira

2012-07-20T12:35:38.700+01:00

Promover uma imagem de "Body, mind, Madeira" com imagens verdejantes e ambiente calmo e depois usar como instrumento de divulgação um desporto que tem tudo menos calma, já tem muito de questionável, pela contradição que revela.

Agora, além disso, ainda usar o dinheiro da promoção da Madeira, para mostrar imagens de florestas queimadas é um atentado à nossa economia.



Incêndios na Madeira, nas últimas 48h

2012-07-20T12:17:33.079+01:00

Nesta aplicação da Nasa podemos ver os incêndios detectados nas últimas 48h.

Para outras definições pode aceder ao link.



Meios Aéreos no combate a incêncios

2012-07-19T12:41:16.200+01:00

Os meios aéreos no combate a incêndios, como tudo na vida, apresenta vantagens e desvantagens.

Do lado das desvantagens, e falando especificamente do caso da Madeira, temos:
1 - custo
2 - Orografia acidentada

Do lado das vantagens, temos:
1 - rápido combate inicial, evitando o crescimento do incêndio
2 - acesso a zonas de difícil ou impossível acesso por outros meios.
3 - abundância de água disponível (apesar de salgada)
4 - podem ser usados para uma detecção precoce

Acredito que as vantagens superam as desvantagens e que tendo em conta o valor que a nossa floresta tem para a nossa segurança e actividade económica (turismo) deveria ser seriamente equacionada a contratação de combate a incêndios nas épocas de maior perigo.

 Para poder ficar com uma melhor informação sobre o tema dos meios aéreos encontrei este interessante documento que aconselho vivamente uma leitura.



D. Januário Vs Diabos Negros

2012-07-18T17:06:27.859+01:00

D. Januário na TVI



Roseta Vs Relvas

2012-07-18T16:55:14.343+01:00

(embed)



Punir os outros e ajudar os nossos.

2012-07-16T11:23:58.240+01:00

Portugal terá de pagar uma taxa de pelo menos 3,5% ao longo de 12 anos para poder ter acesso aos 78.000 M€ de "ajuda" da troika.

Já a banca espanhola, para um empréstimo de 100.000 M€ terá mais do dobro do tempo, 30 anos, e uma taxa de 2,5%.

Por outras palavras, a banca espanhola pagará menos por ano por um empréstimo de 100.000 M€ que Portugal pagará por um empréstimo de 78.000 M€.

A conclusão é apenas uma. Quando se trata de ir buscar dinheiro aos cidadãos, não há esforço que seja demasiado. Já os responsáveis pelas patifarias que nos levaram a esta situação merecem toda a consideração  e ajuda por parte destes dirigentes europeus.

Entretanto, neste país de fracos governantes, os responsáveis políticos consideram que o importante é cumprir o que está estabelecido no acordo com a troika, e não ter as mesmas condições que os nossos parceiros.



O problema dos modelos económicos (e outros modelos)

2012-05-03T21:44:08.556+01:00

Houve alguém que disse:
"Na teoria, a teoria e a prática são a mesma coisa. Na prática não são".

Para nossa pouca sorte, muitos economistas não percebem isto, e confundem os modelos que descrevem realidades especificas, com a própria realidade.



Afinal há ou não há funcionários públicos a mais?

2012-04-09T13:16:13.529+01:00

O anterior aproveitava as aposentações para diminuir o número de funcionários. Este governo proibe as aposentações antecipadas.

Afinal como vão reduzir? Despedindo os novos funcionários com vontade de trabalhar e obrigando a ficar os que se querem reformar?



Tenham medo, muito medo.

2012-03-13T20:17:23.649+00:00

A queixa de alegadas irregularidades com os gastos de alguns dos titulares do anterior governo, não é mais que uma ameaça ao actual governo.

É uma ameaça velada: quem se mete com os juízes leva.