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Preview: Queer Lisboa

Queer Lisboa



Lisbon's Gay and Lesbian Film Festival



Updated: 2014-09-30T23:23:22.012-07:00

 



'Were The World Mine'
encerra hoje o Queer Lisboa 13

2009-09-26T04:49:18.778-07:00

(image) Pelas 21.00 a Gala de Encerramento apresenta os vencedores do Queer Lisboa 13 nas várias secções competitivas. Depois, às 22h00 é exibido o filme Were The World Mine, de Tom Gustafson.

Se tivesses uma poção mágica, quem farias apaixonar-se loucamente por ti? Timothy, especialista em alienar-se da deprimente realidade do seu liceu através de espectaculares sonhos musicais, consegue responder a esta pergunta de forma bastante real. Depois de o seu excêntrico professor o ter escolhido para o papel de Puck no Sonho de Uma Noite de Verão, ele encontra uma receita, escondida no guião, que lhe permite criar uma poção mágica algo queer… Armado com a poção, Timothy ganha novo alento quando consegue impor uma nova realidade à sua volta, ao tornar gay a conservadora população da sua cidade. Começa, claro, pelo jogador de râguebi dos seus sonhos. Apanhando a sua família, amigos e até inimigos, neste caos do amor, Timothy força-os a participar no seu sonho musical. Os caminhos do amor sempre foram dúbios, mas no final desta comovente comédia de enganos musical, baseada na prolífica e premiada curta-metragem Fairies, de Tom Gustafson, esse caminho tem um final feliz. Com um imaginário vibrante, um elenco de primeira ordem, e inovadoras criações musicais que nada devem ao pop / rock e à Broadway contemporânea, Were the World Mine procura desafiar os limites do actual panorama do cinema gay e do cinema musical.



Pop francesa no feminino
hoje às 18.00 na Sala Buondi

2009-09-26T04:45:48.704-07:00

(image)
QUEER POP 2
Ela e ela (e em francês)

Telediscos comentador por Nuno Galopim e João Lopes

Zazie, Un Point C’est Tout (França, 1996), de Didier Le Pecheur
Zazie, Adam & Yves (França, 2002), de Mathieu Saliva
Zazie, Sucre Salé (França, 1992), de Pascal d’Hoeraene
Zazie, Slow (França, 2004), de Didier Le Pecheur
Zazie, Tout Le Monde (França, 1998), de Jean-Baptiste Mondino
Mylène Farmer, Dégénération (França, 2008), de Bruno Avillan
Mylène Farmer, California (França, 1996), de Abel Ferrara
Mylène Farmer, Sans Logique (França, 1989), de Laurent Boutonnant
Mylène Farmer, Que Mon Coeur Lâche (França, 1992), de Luc Besson
Mylène Farmer, Libertine (França, 1986), de Laurent Bouronannt
Zazie, Je Suis Un Homme (França, 2007), de Yves Attai
A sessão é de entrada livre.



Carlos Conceição apresenta
'Duas Aranhas' na Sala 3 às 15h15

2009-09-26T04:39:47.197-07:00

(image) O realizador português Carlos Conceição estará hoje, pelas 15h15, na Sala 3 do Cinema São Jorge para apresentar a sua curta metragem Duas Aranhas.

Uma história numa alvorada mostranos, em Duas Aranhas, duas mulheres, uma delas quase a ser mãe.



'O Feiticeiro de Oz'
hoje no Queer Lisboa 13

2009-09-25T05:12:49.734-07:00

(image) O filme O Feiticeiro de Oz, de Victor Flemming é hoje exibido pelas 19h30 na Sala 1 do Cinema São Jorge. Antes, pelas 19h00, no Espaço da Memória, o crítico de cinema João Lopes evoca connosco aquela que é uma das divas maiores da comunidade queer, no momento em que se assinalam os quarenta anos sobre a sua morte.

Baseado no conhecido romance de Frank L. Baum, O Feiticeiro de Oz conta a história da pequena Dorothy Gale que vive no Kansas com os tios Em e Henry. Ao tentar salvar o seu querido cão Toto das garras da assustadora Miss Gulch, é apanhada por um tornado que a transporta para o Maravilhoso Mundo de Oz. Aí chegada, mata acidentalmente a Bruxa Má do Este e conhece Glinda, a Bruxa Boa do Norte. Pouco depois, encontra-se a caminho da Cidade de Esmeralda a fim de encontrar o Feiticeiro de Oz, a única pessoa quepode enviá-la de volta ao Kansas. Durante a viagem, encontra três companheiros inesperados (um espantalho que anseia por um cérebro, um homem de lata que precisa de um coração e um leão em busca da suacoragem) e enfrenta os inúmeros perigos que a assustadora Bruxa do Oeste coloca no seu caminho.



Kitty Steffens apresenta 'Watch Out'
pelas 21h30 na Sala 3

2009-09-25T05:05:01.679-07:00

(image) A actriz Kitty Steffens estará hoje presente, pelas 21.30, na Sala 3, na apresentação do filme Watch Out, que integra a Secção Queer Art.

Watch Out é a história de Jonathan Barrows, um homem que se apaixona por si mesmo, literalmente. Ele sente-se atraído pelo seu próprio corpo, leva a cabo uma relação erótica com um boneco insuflável parecido consigo, e tem prazer em rejeitar as insinuações dos seus muitos admiradores. Jonathan acaba por cair num submundode padres carnívoros e prostitutas polacas viciadas em Prozac, acabando eventualmente por assassinar a diva pop mais popular do mundo. “Vocês, estranhas criaturas”, declara ele, “para Mim, não passam de uma refeiçãonesse restaurante de comida rápida que é a vida.” Mas quem acabará por ser devorado? Filmado num estilo visual apelativo que seguramente surpreenderá o mais acomodado dos espectadores, Watch Out é baseadono êxito literário de Joseph Suglia e está destinado a tornar-se num clássico de culto.



Shocking Pinks:
Luísa Cunha

2009-09-25T05:09:14.745-07:00

She’s there (2009)
A constatação da presença de uma mulher. Uma mulher de olhar fotográfico.
O espaço fotográfico é ocupado não pela presença física de Annie Leibovitz, mas por uma caixa preta que é invólucro de um vídeo que, por sua vez, apresenta aquela mulher fotógrafa ocupando espaços na sua actividade processual de observação e captação de imagens. Processos esses decorridos num tempo real, mas que não corresponde ao tempo real da observadora. As camadas da presença e do olhar de Annie Leibovitz materializadas na caixa com o vídeo, em posição ‘invertida’, estão envoltas, num primeiro momento, por um banal saco de plástico branco, o qual funciona simultaneamente como uma tela em branco pronta a exibir imagens ou um véu semi-cobrindo a intimidade de um olhar e, num segundo momento, pelo registo fotográfico da minha obra She’s there. (image) Exposições Individuais
2009; 2008; 2007; 2007; 2007; 2006; 2006; 1998/99
Exposições Colectivas
2009; 2009; 2009; 2009; 2009; 2008; 2007; 2007; 2007; 2007; 2007; 2007; 2007; 2006; 2006; 2005; 2004; 2004; 2004; 2004; 2003; 2003; 2002; 2001; 2001; 2000; 2000; 2000; 1997; 1997; 1997; 1996; 1996; 1996; 1995; 1994; 1994; 1993; 1993



Realizadores apresentam 'Rainhas'
hoje às 17h15 na Sala 3

2009-09-24T04:25:51.404-07:00

(image) Os realizadores brasileiros Fernanda Tornaghi e Ricardo Bruno apresentam hoje, pelas 17h15, na Sala 3, o documentário Rainhas.

Fábio, um rapaz oriundo de uma pequena cidade de província, tem um sonho: transformar-se na próxima MissBrasil. O documentário acompanha Fábio na jornada que o leva da sua cidade natal, perto do Amazonas, até à fabulosa Rio de Janeiro, onde um pouco conhecido concurso nacional de beleza, Miss Gay Brazil, mobiliza as vidas de centenas de homens que por todo o país partilham o mesmo sonho: ser coroado a mais bela brasileira.



A queda do muro de Berlim
hoje no Espaço da Memória

2009-09-24T04:24:13.555-07:00

(image)
19.00-21.30

Dia da Queda do Muro de Berlim
Clássicos Comentados: Westler
A propósito das celebrações dos vinte anos da queda do Muro de Berlim, exibimos pelas 17h30 o filme Westler: East of the Wall (1985) de Wielend Speck, justamente considerado um dos clássicos da cinematografia queer. Para comentá-lo teremos connosco um dos actores do filme, Christoph Eichhorn.

Felix, residente em Berlim Ocidental, resolve levar um amigo americano a visitar Berlim Oriental, onde conhecem o jovem Thomas. Felix rapidamente se apaixona por Thomas e as visitas ao outro lado do Muro repetem-se nas semanas seguintes. No entanto, o recolher obrigatório impede que possam passar toda uma noite juntos oucriar qualquer tipo de vida em comum. Felix é obrigado a voltar a Berlim Ocidental no final de cada dia e Thomas nem sequer pode atravessar a fronteira. Dilacerado por esta prisão forçada, Thomas decide tentar fugirpara o Ocidente.



Shocking Pinks:
João Leonardo

2009-09-24T04:19:47.656-07:00

Usando uma variedade de meios, o trabalho de João Leonardo resiste a formas de categorização convencionais. A exploração do corpo, em toda a sua dimensão fisica e espiritual, assim como o conceito de repetição e de tempo, são temas centrais em toda a sua obra. Paisagens psicológicas criadas por desejos contraditórios, escolhas éticas e a força dos impulsos de destruição e criação no comportamento humano são também aspectos frequentemente abordados na sua obra.
Formalmente, é possível distinguir dois corpos de trabalho distintos: videos-performativos, por vezes fisica e emocionalmente violentos ou escatológicos, que abordam e questionam temas como a identidade, a masculinidade e as relações sociais e humanas. Um outro corpo de trabalho consiste no conjunto de colecções de objectos relacionados com a vida diária do artista, reunidos em esculturas, colagens e instalações e que formam calendários ou arquivos visuais – trabalhos processuais que por vezes são completos em 10 anos de recolecção obsessiva.

(image) João Leonardo nasceu em Odemira, em 1974. Vive e trabalha em Lisboa e Malmö, Suécia. Em 2009 conclui o Mestrado em Fine Arts na Malmö Art Academy, Universidade de Lund, Suécia. Licenciado em História da Arte pela F.C.S.H., Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, 1996. Estudou Design Gráfico na Billy Blue School of Graphic Arts em Sydney entre 1999 e 2001, e completou o Programa de Estudos Independentes na Maumaus - Escola de Artes Visuais, Lisboa, entre 2002 e 2005. Realizou as seguintes exposições individuais: Timeline, Galeria 111, Lisboa, 2009; Time After Time, KHM Gallery, Malmö, Suécia, 2008; As Time Goes By..., Galeria 111, Lisboa, 2006; João Leonardo, Arte Contempo, Lisboa, 2006 e The Mews, Londres - com Franko B. - em 2009. Participa em inúmeras exposições colectivas desde 2003, das quais se destacam: Em Jogo / On Side, Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2004. De Dentro / Inside, National Center of Contemporary Art, Moscovo, 2006. Em 2007: Depósito - Anotações Sobre Densidade e Conhecimento, Reitoria da Universidade do Porto; Stream, White Box, Nova Iorque; Objecto / Simulacro, Hospital Julio de Matos - Pavilhão Polivalente, Lisboa; Crossing Borders, Palladium, Malmö. Em 2008: Where are you from? / De onde vens?, Faulconer Gallery, Grinnell College, Grinnel, Iowa, E.U.A.; Hardware / Software, Skatfell Center for Visual Arts, Seydisfjördur, Islandia; E-Flux Video Rental, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; My Name Is Red, Galeria Furini, Arezzo, New Video Art From Europe, Blow 111, Londres; Poetic Madness and The Romantic Imagination, Rise Galery, Berlim. Em 2009: Corpo, Densidade e Limite, MACE, Museu de Arte Contemporanea, Elvas; Em Bragança, Centro de Arte Contemporanea Graça Morais, Bragança; A Iminencia da Queda, Galeria Diário de Notícias, Lisboa; Equinócio de Verão, Galeria 111, Lisboa. Em 2005 ganha o Prémio EDP – Novos Artistas.



Hoje evocam Amália
às 21h00 no Espaço da Memória

2009-09-23T04:07:20.443-07:00

19h00-21h30

ESPAÇO LOUNGE, ESPAÇO DA MEMÓRIA
Dia da Amália Showcase: Amália Hoje, pelo grupo musical Hoje

Aproveitando os dez anos sobre a morte da Rainha do Fado, o colectivo Hoje apresenta às 21h00 um pequeno showcase do seu recente trabalho Amália Hoje, acompanhado de conversa com o público.



Filme de Gregg Araki
lançado em DVD na Sala Buondi

2009-09-23T04:09:59.507-07:00

(image) O filme The Living End, de Gregg Araki é hoje editado em DVD no mercado português pela Zon Lusomundo. Com o título Viver até ao Fim, o filme será apresentado pelas 17h00 na Sala Buondi.

Uma história pós-moderna de um amor louco, impulsionada por uma banda sonora industrial hardcore, The Living End é uma obra seminal do cinema queer, onde se exploram as fatalmente e sexualmente românticas consequências da atracção entre gays nos anos 90. O filme explora a conturbada relação entre um par de jovens marginais: Luke, o prostituto sem raízes que o prendam a nenhuma pessoa ou lugar, e Jon, um escritor freelancer, cuja vida e estabilidade são devastadas quando descobre ser seropositivo. Sem nada a perder, eles embarcam numa viagem por uma desoladora, quase surrealista, paisagem americana.



Albert Sackl apresenta curtas
às 17h15 na Sala 3

2009-09-23T03:59:55.423-07:00

(image)
O realizador Albert Sackl estará presente na Sala 3, pelas 17h15, para apresentar filmes seus que abrem um programa de curtas-metragens incluído na secção Queer Art.

Do exercício sobre o prazer ocioso e erótico da privacidade, à representação de uma carga sexual mais expositiva, passando pelo registo autobiográfico tendo como referente o corpo nu, despojado, a uma procura de extensões artificiais ao mesmo: um programa onde se propõem diversas formas de olhar e pensar o corpo, sob narrativas mais ou menos experimentais. J.F.



Shocking Pinks:
Carla Cruz + Ângelo Ferreira de Sousa

2009-09-23T03:55:22.309-07:00

Pensamos nessas pinturas florentinas que levaram jovens a posar para o rosto das madonas, e em Proust quando enreda os sexos com astúcia e inabilidade que dão um prestígio misterioso às suas personagens.
Barbette tem êxito por se dirigir ao instinto de várias salas numa só e agrupar obscuramente sufrágios contraditórios. Porque agrada aos que vêem nele a mulher, aos que adivinham nele o homem, e a outros com uma alma que se emociona pelo sexo sobrenatural da beleza."

Jean Cocteau – Visão Invisível – Assírio & Alvim 2005


Os projectos que a dupla Carla Cruz – Ângelo Ferreira de Sousa têm apresentado resultam de um diálogo convergente relativo aos seus próprios trabalhos pessoais. Os vectores que, entrelaçados, tecem os projectos do colectivo procuram reforçar a eficácia de uma estratégia política de intervenção no espaço "público" ou em espaços de exposição. Esta colaboração, iniciada em 2000 no contexto de uma aventura colectiva mais ampla chamada Caldeira 213 e recentemente retomada com maior intensidade, é por vezes anónima, noutras vale-se da camuflagem que o discurso artístico oferece, mas tende sempre para uma espécie de desaparecimento sem resíduos. A precariedade do efémero é uma forma de luta. Como no caso das acções nos decrépitos edifícios do ex-cinema Águia d'Ouro e do ex-shopping dos Clérigos, situados no centro da cidade do Porto. Em ambos se explora uma ambiguidade sobre a origem do gesto artístico: como "lê" o graffiti deixado no antigo cinema, um eventual transeunte? Um gesto de protesto ou um delírio ao mesmo tempo atlético e poético? Na sequência da visita "turística" organizada ao antigo Clérigos Shopping vários meios de comunicação social se referiram à acção sem nunca citarem (nem desconfiarem) que estavam perante um acontecimento inserido nas actividades de um espaço de arte contemporânea (Apêndice). O abandono em que se encontra a cidade é um terreno fértil onde continuarão a intervir.



Lançamento de 'The Celuloid Closet'
em DVD hoje pelas 17h00

2009-09-22T05:32:38.991-07:00

(image) O documentário The Celuloid Closet, sobre a histórias das representações de figuras gay, lésbicas, bissexuais e transgender no cinema chega hoje ao DVD em Portugal, em edição pela Midas Filmes. O lançamento tem lugar na Sala Buondi, hoje, pelas 17h00.

The Celluloid Closet é um olhar divertido e provocador sobre Hollywood e a forma como reflectiu e definiu a maneira de pensarmos sobre a homossexualidade. Dos gay cómicos às vampiras lésbicas, das patéticas “rainhas” aos predadores sádicos, dos bons aos maus, as personagens gay existem desde o início da sétima arte. Este filme vai directo ao assunto e confirma o talento de Rob Epstein e Jeffrey Friedman enquanto montadores de ideias e imagens, tirando o melhor proveito de centenas de clips de filmes clássicos, e contando com a narração concisa de Lily Tomlin. Existem inúmeras entrevistas com estrelas de Hollywood, incluindo anedotas contadas por pessoas como Tom Hanks, Shirley MacLaine, Susan Sarandon, Whoopi Goldberg, Tony Curtis e Gore Vidal. Este filme é, por um lado, uma denúncia do sistema hollywoodiano, mas por outro, um olhar livre de preconceitos sobre a exploração de mitos sexuais e a forma como os papéis sexuais evoluíram ao longo do século XX.



Inês Meneses fala com Richard Zimler
sobre Harvey Milk às 19h00

2009-09-22T05:29:07.427-07:00

19h00 - 21h30
ESPAÇO LOUNGE, ESPAÇO DA MEMÓRIA

Dia do Stonewall
Eu Conheci... Harvey Milk

No ano em que se assinalam os quarenta anos sobre os tumultos em Stonewall, o escritor Richard Zimler fala-nos sobre a sua presença, durante os anos 70, na São Francisco de Harvey Milk, numa conversa com a jornalista Inês Meneses.



Shocking Pinks:
Carla Filipe

2009-09-22T05:26:53.889-07:00

Uma colectânea de piadas ou anedotas auto geradas, retiradas do domínio popular e apresentadas em suporte áudio, acompanhado por desenhos e textos-visuais.
Uma piada ou anedota é uma breve história. Com o fim de provocar o riso de quem ouve. É um recurso humorístico onde são abordados vários assuntos, sendo um deles o dos subgrupos. Tendo as minorias como alvo preferêncial, são comuns as "piadas de bicha", piadas de etnia, piadas sexistas ou de género, que recorrem a estereótipos e subjungam um em relação a outro.
Em conjunto com as anedotas serão apresentados cartazes onde se narram crimes verídicos.

(image) Carla Filipe nasceu em 1973. Vive e trabalha no Porto. Mestrado em "Práticas artísticas contemporâneas" pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto e Licenciatura em Artes Plásticas- Escultura pela mesma Faculdade. Expõe regularmente desde 2003. Esteve ligada a espaços independentes do Porto, entre os quais Salão Olímpico (2003-2005) e Projecto Apêndice (2005 /2007). Das suas exposições individuais destacam-se Quem espera é pobre (2009), Galeria Reflexus, Porto; This things take time (2009), Espaço Campanhã, Porto; Desertar (2007), InTransit, Porto; Wihtout Name (2005), Galeria Quadrado Azul, Porto; Zona de Estar (2004), Salão Olímpico, Porto. Das exposições Colectivas destacam-se Está a morrer e não quer ver (2009), Espaço Campanhã, Porto; Hospitalidade (2009), Hospital S.João, Porto; Part-ilha (2008), Spike Island, Bristol; INTRO (2007) Contretype, Bruxelas; Busca Pólos (2006); Centro Cultural Vila Flor, Guimarães e Pavilhão de Portugal, Coimbra (co-produção com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves); Tóxic – O Discurso do Excesso (2005), Terminal – Plano 21, Oeiras; Desenhar o Discurso (2005), Vila Nova de Cerveira; O Homem Invisível (2004), ZDB, Lisboa; Salão Olímpico, Arte Contempo, Lisboa; Pág. 33- Livros de artista (2003), PÊSSEGOpr´aSEMANA, Porto.



David Boneville
apresenta 'L'Arc-en-Ciel'
às 17.30 na Sala 1

2009-09-21T04:42:59.062-07:00

(image) O realizador português David Boneville apresenta hoje a curta-metragem L'Arc-en-ciel pelas 17.30 na Sala 1. O filme precede a exibição do documentário Greek Pete, de Andrew Haigh.

Quitterie, uma mulher europeia de 38 anos, mantém viva a paixão por Imamura, o seu parceiro de 18 anos de idade recentemente falecido. Quitterie tem sucessivos encontros com rapazes na rua e trá-los para sua casa. Ela veste-os com roupas pertencentes ao falecido e submete-os a ritos eróticos extravagantes.



Lançamento do DVD
'Fora da Lei'
hoje às 17h00

2009-09-21T04:40:58.229-07:00

(image) A Sala Buondi recebe hoje, pelas 17h00, a realizadora Leonor Areal numa sessão que assinala o lançamento, pela Midas Filmes, do DVD do documentário Fora da Lei, que integrou a secção competitiva do Queer Lisboa 11, em 2007. O filme será exibido nesta sessão. A entrada é gratuita.

Teresa e Lena são duas lésbicas que tentaram casar, desafiando a lei. Mas o mediatismo do caso trouxe-lhes ainda mais dificuldades e discriminação. Estas duas mães – e duas filhas – são uma família de facto, mas fora da lei. Para elas, casa, escola e trabalho podem tornar-se grandes problemas. Um documentário que mostra o peso da homofobia na nossa sociedade.



António Botto
hoje no Espaço da Memória

2009-09-21T04:36:38.798-07:00

19h00 - 21h30
ESPAÇO LOUNGE, ESPAÇO DA MEMÓRIA

Dia do Antonio Botto
Palavras Queer: Poésia Erótica Queer

Pelas 21.00 sessão de poesia lida pelo actor Luís Filipe Costa e conversa informal com o crítico literário e escritor Eduardo Pitta a propósito de António Botto e sua obra, no aniversário dos cinquenta anos da sua morte.



Shocking Pinks
André Alves

2009-09-21T04:34:05.268-07:00

O poder investido nos símbolos e a pertinácia da sua força sobre a corporeidade do físico, parece-nos longínqua, se atentadas a correspondência actual. A desvalorização do simbólico, ou melhor, a ineficácia e a descrença nele, caracterizam a quietude da guerra profundamente gelada em que a cultura visual se encontra. Os problemas da cultura visual parecem continuar viciados à qualidade da tradução, da representação, isolando-se da qualidade de emaranhado, vector, potencial. O próprio registo de mirada entra aqui em conflito, já que uma mirada sem deslocamento, relacionação não possui qualquer valor.
O quadro de análise da qualidade do olhado, da relação do mirado (e até, da miragem), em vista à mais prolixa especulação da cultura visual em conta poder e a qualificação do representado, tem aqui um espaço de interpretação privilegiada. E fá-lo recorrendo a modelos icónicos aceites, reconhecidos e óbvios.
Aludir à clássica definição de Duelo importa como ressalva da importância do símbolo/emblema e a sua consequência sobre as estruturas em que se define. Seja embora esta ideia algo doméstica, e a identificação dessa luta um debate bastante esgrimido é precisamente dela que se molda esta proposta.
"Refreio abjecção reflexo" constitui-se por dois desenhos de grandes dimensões, criados para ocuparem as caixas /vitrinas de vidro existentes no vão de escadas do S. Jorge.
Estes desenhos apresentam e caracterizam os emblemas de duas forças em oposição: Narciso e Medusa. As figuras olham-se e apontam contra o vidro: apontam-se, responsabilizam-se e a quem entre eles se intromete. Na superfície do vidro corre uma linha, como se traçada. É a linha da acção entre o querer ver e ser visto, entre não poder senão a ilusão e o toque como irremediável sinal do abjecto.



(image) André Alves nasceu em Gaia em 1981. Licenciou-se em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2005 e frequenta o Mestrado em Ensino das Artes Visuais (FPCEUP/FBAUP). É o actual bolseiro da Comissão Fulbright/Fundação Carmona e Costa para a realização de Mestrado em Belas Artes nos E.U.A., para os anos académicos 2009/2011. É membro do grupo de intercâmbio cultural "Identidades", do colectivo artístico "Senhorio", e do projecto "Colector". Participou em várias exposições com destaque para: "Acercado" na galeria Reflexus Arte Contemporânea (2009); "A ordem dos fingimentos" na Casa Museu Abel Salazar (2009); "Tempo" no Museu D.Diogo de Sousa (2009); "Dispersão" no Fórum Cultural de Vila Nova de Cerveira "Apaixonei-me por uma longínqua distância" no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2007);"O estado novo que é o antigo" na galeria Reflexus Arte Contemporânea (2007), "Coisa, controlada pelo medo de Identificação" no In.Transit, Porto (2007); "Como ser Invisível" no Museu da Sociedade Martins Sarmento (2006); "Different Places" no Westfries Museum, Hoorn (2006); "All my independent Women I, II & III" uma colecção de trabalhos feministas comissariada por Carla Cruz, em Guimarães, Braga e Lisboa (2005/06); "Aunt Nell Gis" na Kunstvlaai 06 (2006); "3 Large Drawings" no Hotel Mariakapel (2006).



'A Festa da Menina Morta'
estreia às 22.00 na Sala 1

2009-09-20T05:03:08.213-07:00

(image) O filme brasileiro A Festa da Menina Morta, de Matheus Nachtergaele, passa hoje pelas 22.00 na Sala 1. O filme será apresentado por um elemento da produtora.

Desde há 20 anos que uma pequena comunidade ribeirinha do Alto Amazonas celebra anualmente a Festa da Menina Morta. A ocasião presta homenagem ao milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da sua mãe, recebeu nas suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos azuis do vestido de uma menina desaparecida. A menina nunca foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e sacralizado. A Festa cresce indiferente à dor de Tadeu, o irmão da menina morta. A cada ano, os habitantes das aldeias vizinhas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as “revelações” da menina, que através de Santinho se manifestam no ponto alto da cerimónia. Esta primeira longa-metragem do actor Matheus Nachtergaele é um belo e trágico conto sobre a natureza, simultaneamente cativante e cativa, da idolatria religiosa.Narrado num lírico estilo visual, centrado numa comunidade Amazona, este original filme assinala a génese de uma nova voz no Cinema Brasileiro.



'Toda a Gente nesta Praia é de Lisboa'
às 17h15, na Sala 3
com João Laia

2009-09-20T05:00:09.467-07:00

(image) O realizador português João Laia vai apresentar, pelas 17h15, a curta-metragem Toda a Gente Nesta Praia é de Lisboa. O filme integra o Programa de Curtas - 2.

Fugindo da capital rumo ao prazer anónimo em cenário agreste, será possível encontrar alguém diferente? Toda a Gente nesta Praia é de Lisboa responde à questão.



Nuno Ramos apresenta
'La Petite Mort'
na Sala 3 às 17h15

2009-09-20T04:56:11.852-07:00

(image) O realizador português Nuno Ramos estará presente na apresentação da sua curta-metragem La Petite Mort, que passa integrada no Programa de Curtas - 2, na Sala 3, pelas 17h15.

Uma juventude entregue ao hedonismo nova-iorquino serve de preâmbulo a uma reflexão à beira-mar sobre o início da idade adulta, em La petite mort.



António Variações
hoje no Espaço da Memória

2009-09-20T04:44:49.038-07:00

19.00- 21.30
Dia do Variações
Sounds Queer: Variações sobre o Variações

Pelas 21.00, assinalando os vinte e cinco anos sobre a morte de António Variações, Nuno Galopim fala sobre as influências que o seu trabalho teve na produção musical portuguesa contemporânea. Como nossa convidada especial, temos ainda a realizadora Maria João Rocha para falar sobre o seu documentário Variações (1994).



Shocking Pinks:
Ana Pérez-Quiroga

2009-09-20T04:42:54.079-07:00

.
(image)
A TUA ROUPA FICAVA UM ESPANTO NO CHÃO DA MINHA SALA
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Há anos descobri num blog português, escrito por uma mulher, algumas das melhores frases de "engate".
Esta tornou-se desde logo a minha favorita. Desde então, tenho aguardado por uma oportunidade para a materializar num néon.
A forma de apresentação das obras em site específico, no âmbito do Festival Queer, pareceu-me o contexto ideal para mostrar este trabalho.
A frase serve de inflexão à construção de uma imagem séria, permitindo leituras bastante abertas.
O humor é aqui chamado a intervir, assim como uma certa sexualidade e erotismo. Esta frase é como um grito na rua ou um piropo sussurrado num encontro amoroso.
O néon, de cor vermelha, remete-nos para um estereótipo cultural que oscila ente o impulso e a paixão avassaladora, até um universo mais abrangente onde


(image) Ana Pérez-Quiroga nasceu em 1960, em Coimbra, Portugal. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciada em Escultura pela FBAUL, fez o Curso Avançado de Artes Plásticas do Ar.Co e o Mestrado em Artes Visuais-Intermédia da Universidade de Évora. Trabalha essencialmente com instalação e fotografia, abordando temáticas que giram tanto em torno da crítica institucional e da própria História da Arte, como remetem para um universo mais pessoal e intimista. Expõe regularmente desde 1999, destacando-se as participações institucionais em locais como a Culturgest, Lisboa, Portugal – Disseminações (2001), o Centro de Arte de Salamanca, Espanha – Comer o no Comer (2002), Falconer Gallery, Grinnell, Iowa, USA – Where Are You From? Contemporary Art from Portugal (2008) e, MoCA (Museum of Contemporary Art) - Shanghai – Made in Shanghai (2008). Assim como as exposições individuais no Museu do Chiado/MNAC – Breviário do Quotidino #2 (1999) e Museu Nacional de Arte Antiga – Natureza-morta (2004). Está representada nas colecções de Isabel Vaz Lopes (em depósito no Museu do Chiado /MNAC), Caixa Geral de Depósitos e Câmara Municipal de Lisboa.