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COLARES * Entre o Mar e a Serra *



COLARES * Entre o Mar e a Serra * - SAPO Blogs



Last Build Date: Tue, 06 Sep 2016 16:03:13 GMT

 



O português que reclama ser o primeiro surfista da Praia Grande

Tue, 06 Sep 2016 18:40:00 GMT

Interessante artigo na revista sábado (publicado agora online) É um exercício muito comum, sobretudo entre o sexo masculino: olhar para uma mulher e imaginá-la sem roupa. Alexandre Sequeira Alves, 51 anos, faz muitas vezes o oposto: depois de ver a mesma mulher nua dias a fio, imagina como será vestida. Estranho? Nem por isso. É comum passar horas, semanas, a pintar modelos nus. O português, que reclama ser o primeiro surfista da Praia Grande, formado em Marketing e Publicidade, ex-dono de bares e dj da extinta discoteca Maria Bolachas, um ícone dos anos 80 na zona de Sintra, frequenta uma das mais reputadas escolas de pintura clássica da actualidade: o Grand Central Atelier, fundado e dirigido pelo "mestre", como ele lhe chama, Jacob Collins, citado recentemente com pompa e circunstância pela revista New Yorker (ver caixa). Sim, ainda há gente que quer pintar aquilo que vê com rigor, sim, desenhar à vista e reproduzir na perfeição uma figura humana requer muito estudo, técnica, paciência. E dinheiro. Por isso, Alexandre só foi atrás desta vocação aos 44 anos, depois de vender os seus bares e os negócios do pai na área farmacêutica.   Aos 15 "já tinha noção" do que queria fazer – "pintar e desenhar o que via" – , mas o pai, que até apreciava arte e o levou a Paris para conhecer o Louvre de uma ponta à outra, não queria ouvir falar de um filho pintor. "Fiz uns testes psicotécnicos a pedido da minha mãe e isso ainda deixou o meu pai mais furioso… deram todos trabalhos com mãos!" Acabou a estudar Biologia para continuar "o reinado" da família, mas "odiava". Com a morte do pai, aos 17 anos, ficou ainda mais confuso. Entrou no curso de Marketing e Publicidade do IADE e esqueceu os desenhos. Nessa altura, também quis deixar Lisboa e voltar às suas "raízes", a casa dos avós maternos, na Praia Grande, onde viveu os primeiros três anos de vida, enquanto os pais trabalhavam e moravam em Lisboa. Foi nesse local de mar agreste, terra do seu avó, a quem ainda ouve chamar "o Eusébio da pesca", que se apaixonou por um desporto que ainda não era desporto, por causa de um velho anúncio a um aftershave. "Praticamente nasci dentro de água, e aprendi sozinho a fazer surf. Sempre fiz carreirinhas, mas aos 12 anos vi um anúncio do Old Spice e decidi que era aquilo." A primeira prancha, de esferovite, trouxe-a a mãe de França. Depois passou a comprá-las, bem como aos fatos, "a bifes [estrangeiros] que iam surfar para a Ericeira e para Carcavelos". Um português em Queens Na praia, surgiu a oportunidade de gerir um bar. Depois outro, em Lisboa, o Kaisers. Ainda trabalhou alguns Invernos como dj da discoteca Maria Bolachas, até que aos 44 anos decidiu deixar tudo e ir atrás da velha paixão: o desenho.   (Ler o artigo completo aqui)  Admirador de Rembrandt, Van Gogh, e dos portugueses Silva Porto, Malhoa e Roque Gameiro, diz que fora da pintura clássica – de que destaca Jacob Collins – aprecia algumas obras de Ritcher, Freud, Sargent e Sorola. E planos? "Gostava de montar um estúdio aqui na zona [da Praia Grande] e pintar, pintar até morrer."Eu era dos que ia embora cedo, a seguir a esta música   src="//cdn.embedly.com/widgets/media.html?src=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fembed%2FGDhDQb0lbQg%3Ffeature%3Doembed&url=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DGDhDQb0lbQg&image=https%3A%2F%2Fi.ytimg.com%2Fvi%2FGDhDQb0lbQg%2Fhqdefault.jpg&key=4eb58034def64e7d9fd85869210c7d0d&type=text%2Fhtml&schema=youtube" width="640" height="360" scrolling="no" frameborder="0" style="padding: 10px 10px;" allowfullscreen="allowfullscreen">       [...]



122º Aniversário da Banda BV Colares

Fri, 25 Oct 2013 17:39:24 GMT

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Teatro em Almoçageme, a não perder.

Thu, 17 Oct 2013 08:14:50 GMT

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Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares no Olga Cadaval

Sun, 30 Jun 2013 21:07:14 GMT

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Hoje, foto de Pedro Tomé.




Leitura de um conto por Isabel Castela Jacques

Wed, 26 Jun 2013 23:03:33 GMT

A Casa de Repouso Quinta de Colares teve a honra de receber a escritora Isabel Castela Jacques, autora do livro "Sinais e outras Linhas".


O livro é composto por dez narrativas infantis destinadas a todas as idades. Todos os nossos utentes escutaram com bastante atenção o conto da "Velhinha" e no final dialogaram com a escritora sobre o conto; sobre as emoções que sentiram ao ouvir a narrativa, sobre histórias de vida suas e até sugeriram ideias para atividades que poderiam ser utilizadas na apresentação da obra.


Foi uma partilha bastante enriquecedora, e no fim, a Isabel acabou por ler outro conto "O Boneco de Neve" que voltou a deliciar as nossas utentes.


Foi, sem dúvida, uma tarde diferente onde todas puderam voltar a reviver a satisfação de ler um livro, de pensar sobre ele e de expôr as suas emoções, pois os livros conseguem fazer-nos viajar e imaginar, e essa capacidade não se perde ao longo da vida.


A Casa de Repouso agradece à escritora Isabel Castela Jacques por nos ter dado a conhecer o seu magnífico livro e por ter despertado nos participantes este desejo e satisfação pela leitura. Desejamos o maior sucesso na divulgação da obra, e fica a promessa de uma próxima visita!


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Banda do Exército em Almoçageme

Mon, 06 May 2013 23:21:25 GMT

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Vale sempre a pena ouvir.




As quatro ameixas.

Thu, 23 Jun 2011 21:49:48 GMT

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8.35 da manhã.

 

Numa deslocação a uma terra vizinha, na freguesia de Colares, vai crescendo o apetite. O corpo clama pela energia que os dois copos de água que bebeu ao acordar não lhe deram.

 

Um cheiro frutado, um terreno privado.

 

Ele olha o chão. Olha a árvore, colhe uma ameixa, limpa-a com a mão e come-a.

 

Repete.

 

Repete.

 

Repete.

 

Pensa para si que não fez diferença nenhuma. Se não tivesse cometido tal prevaricação, em três ou quatro dias, aquelas quatro ameixas juntar-se-iam às dezenas que já se decompunham no chão.

 

Tal como Rodion Raskólnikov, fica a pensar se terá sido visto.

 

À noite confessa-se, com um post no blog.




SELENE - Apresentação

Mon, 13 Jun 2011 11:39:09 GMT

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APRESENTAÇÃO DO WEBJORNAL

SELENE – CULTURAS DE SINTRA, EDIÇÃO DE VERÃO 2011 (2º número)

QUARTA-FEIRA, DIA 22 DE JUNHO

NA CASA DE TEATRO DE SINTRA

 

 

PROJECÇÃO, CONFERÊNCIAS E CONCERTOS. O ASSUNTO DE FUNDO É “OS PASSOS DA ESCRITORA MARIA GABRIELA LLANSOL EM SINTRA”.

 www.selene-culturasdesintra.com é um jornal trimestral online, que irradia de dentro da Vila de Sintra para todo o universo cibernético. Vamos apresentar no próximo dia 22 de Junho, em Sintra, a edição de Verão, o número 2. Para tal criamos um evento físico, um encontro de amigos de Sintra e das suas culturas, que à imagem da apresentação do número 1, será dividido em duas partes:

 Às 18 horas lançaremos na internet o número 2, cujo tema de fundo incide sobre a relação da escritora Maria Gabriela Llansol com Sintra, e dos reflexos e presença desta na sua obra. Contamos para tal com o apoio dos responsáveis pelo Espaço Llansol, de Sintra, professores João Barrento e Maria Etelvina Santos, e da escritora sintrense professora Helena Langrouva. A mesa contará ainda com a presença do director de Selene – Culturas de Sintra, que irá comentar a apresentação do jornal nas suas diversas áreas e rubricas.

 À noite, pelas 22 horas, dando continuidade a uma linha de produção de eventos na área do spokenword existente em Sintra, Selene – Culturas de Sintra apresentará um recital com os seguintes espectáculos: “Duma Oração Portuguesa”, pelo poeta Paulo Jorge Brito e Abreu; “Núufagia” pelo duo aHrimã.Rosa; e por fim “Suavemente Lastimável” por Orbesirindo.

 Todos os eventos decorrerão na Casa de Teatro de Sintra, Rua Veiga da Cunha, 20, perto do Museu de Arte Contemporânea, em Sintra. A entrada para os eventos das 22h tem o custo de 5 euros. Quem quiser, poderá comprar um pacote de bilhete+jantar no restaurante Culto da Tasca, sito na mesma rua, pelo preço de 15 euros.

 Informações

Tlm: 96 235 5891

 

 

 

 




Indispensável: The Big Picture

Tue, 28 Apr 2009 23:29:15 GMT

Apesar deste tipo de posts e sugestões aparecerem normalmente no blog mais ao lado, hoje apeteceu-me colocar aqui uma sugestão diferente e algo que desde de há um mês ou dois meses tem vindo a fazer parte das minhas consultas diárias.

 

É um site que vou ver, antes de me dedicar a qualquer outra leitura.

 

Uma imagem, vale mil palavras, costuma dizer-se. Há uma categoria no site www.boston.com, chamada The Big Picture .

 

Neste sítio, carregando no título da notícia, ou onde diz "MORE PHOTOS", um facto do Mundo é descrito por fotos. É interessante, como visualizando e lendo apenas pequenos comentários ficamos com uma noção diferente do que lermos um artigo num jornal ou blog.

 

Eu podia escrever aqui, que no Sri Lanka,  ainda explosões, e há refugiados, e há pessoas a fugir de suas casas, para sítios mais seguros, levando poucos pertences com eles.

Podia dizer que pessoas estão a sair de barco para outra ilha mais segura, lutando contra a fome.

 

Tudo isto, nos parece familiar, visto algures, e as palavras desaparecerão das nossas memórias.

 

Mas não deve. Isto não são coisas do passado, aconteceu esta semana.

 

Como não li, como vi nesta entrada do The Big Picture: refugees_in_sri_lanka , não consegui esquecer, e senti muito mais profundamente o que se passou, e, fiquei muito mais triste. Vi as fotos no Domingo, e ainda penso nelas.

 

Também podia falar aqui da Páscoa, como é celebrada de forma diferente por diferentes pessoas, mas nenhuma descrição seria suficiente para contar o que se vê, nas excelentes fotos do dia da Páscoa.

 

Finalmente, gostava de referir que as fotos do terramoto, são também, infelizmente por motivos tristes, impressionantes.

 

O site é actualizado cerca de 3 vezes por semana, e vale a pena sentir as coisas.

 

Nota: Para quem gosta de flores, e da Primavera, fica a informação: No Iraque há uma celebração da Primavera, e no México há uma pirâmide que fica com uma sombra única no momento exacto do equinócio. É ir ao dia 21 de Março.




ARdeCoro acompanhado por instrumentos de sopro.

Thu, 18 Dec 2008 19:50:08 GMT

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O Concerto de Natal vai começar à hora marcada e vai valer a pena. Só precisa levar boa disposição, amigos, porque vai valer a pena assistir a este cânticos.




Galeria de Colares - Até 31 de Dezembro

Sat, 13 Dec 2008 10:06:36 GMT

 

 

do Livro do Desassossego , Fernando Pessoa


(...) Nunca tive amores tão reais , tão cheios de verve, de sangue e de vida como os que tive com figuras que eu próprio criei. Que leais! Tenho saudades porque, como os outros, passam...

...Triste noção tem da realidade quem a limita ao orgânico, e não põe a ideia de uma alma dentro das estatuetas e dos lavores......

(...) dentro da visão do meu espírito surgem cientistas curvados sobre estampas, sabendo bem que elas são vidas; (...) psicólogos, enfim, que uma a uma notam e congregam as sensações (...) os impulsos loucos, as compaixões e ódios ocasionais (...) nos gestos eternos dos baixos-relevos, nos universos mortos dos figurantes das telas...... As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais.

 

 

 

ANA CALÉM

 

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CAROLINA CÁRDENAS

 

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Concerto da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Sat, 03 May 2008 18:26:41 GMT

Logo, depois da 21.30 há concerto da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares no salão dos Bombeiros.

Não perca o primeiro dos concertos mensais que os Bombeiros Voluntários de Colares vão realizar.



Sport União Colarense - 75 anos

Sun, 13 Jan 2008 15:24:13 GMT

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O Sport União Colarense fez 75 anos de existência.

Parabéns!

Para encerrar a comemoração da data, a Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares, dará um concerto no dia 26-01-2007 às 21.30

A entrada é livre. Compareça.

Foto de Vitalino



COLARTES (foto)

Mon, 27 Aug 2007 17:46:13 GMT

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Excelente momento. (Recorte de foto publicada no Rio das Maçãs )



Colares Cultural

Fri, 20 Jul 2007 20:37:55 GMT

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Para o Ano, a região demarcada Colares faz 100 anos. Na Adega Visconde Salréu, vão haver diversos eventos culturais. Espero que não venham preços proibitivos.

Já agora, se é para diversificar, esperam-se coisas ao nível do Olga Cadaval. Se pudesse vir o Bublé era perfeito. Como será inviável, podia vir a Mariza, o Carlos ou o Rui.


Digitalização da notícia no Jornal da Região de Pedro Macieira.



Visita a Monserrate

Sun, 22 Apr 2007 21:35:09 GMT

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Hoje esteve uma linda tarde, com muito sol, e fui com a Lucyta passear a Monserrate, ver finalmente o interior do Palácio.

Os bilhetes são caros, oito Euros por pessoa, e foram talvez os últimos, agora são nove. Isto porque para ver o palácio, tem que ser visita guiada e incluir o jardim. Uma visita de 90 minutos.

O jardim, que já conhecia, é sempre agradável e fresco (mesmo nos dias mais quentes e abafados). Tem muitas espécies de plantas e na visita guiada são focados alguns pormenores curiosos do sistema das plantas, bem como uma abordagem à história dos que aqui passaram. (Descobri finalmente porque é que os bogalhos têm sempre uma mosca lá dentro).

O interior do palácio é estranho. Todas as paredes são constituídas por painéis de estuque com motivos muito pequenos, e depois tem muitos arcos, com motivos idênticos. Para qualquer lado que se olhe, só se vê é motivos em estuque. O interior ainda não foi recuperado e há alguns painéis e principalmente os tectos em más condições.

O palácio tem uma história triste, pois um dos donos, por falta de dinheiro, vendeu todo o seu interior, não há uma única peça de mobiliário no palácio (E não é que devia haver lá coisas lindíssimas, como a colecção de mais de cem figuras de Santo António ou saber quão interessante seria a biblioteca daquelas famílias); e pior ainda, vendeu o chumbo que isolava o tecto, o que causou infiltrações e é responsável pela degradação dos tectos.

Uma curiosidade é o facto da sala de música estar imaculada, com todo o estuque perfeitinho, o tecto com umas aplicações em dourado que continuam doiradas e umas estátuas das cabeças das deusas gregas à volta da cúpula estão muito brancas.
Isto não foi por magia, mas sim porque como qualquer sala de música que se preze, o tecto tem que ter uma caixa de ar, para evitar o eco, e foi essa caixa de ar que serviu de "filtro" e não deixou que a água entrasse para esta sala.

Por fim, uma última curiosidade: Vi pela primeira vez uma porta redonda.

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Em suma, gosto muito do espaço do jardim, da vista e do exterior. O interior não me é agradável, pois causa-me a mesma sensação que uma casa muito cheia de pequenas coisas. É uma tristeza todo o recheio se ter "perdido" entre particulares, apenas se sabe o paradeiro de um enorme lustre da sala de jantar.

Para saber mais visite o site dos Amigos de Monserrate



115 anos da Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares

Tue, 31 Oct 2006 14:44:38 GMT

1891 - 115º Aniversário - 2006
1 de Novembro (dia Aniversário - 4ª-Feira)
12h00 -
 Missa por intenção dos Fundadores, Directores, Sócios e Músicos falecidos com a participação do nosso Grupo de Música Sacra
14h30 -
 Desfile da Banda cumprimentando Associados, Entidades e Colectividades
21h30 - Concerto pela Orquestra Regional de Colares
(dirigido pelo Maestro Fernando Santos Moreira)
22h30 - Concerto pela Banda dos Bombeiros Voluntários de Colares
(dirigido pelo Maestro Fernando Cosme Moreira)
- Homenagem a António Rodrigues Caruna
- Condecoração a Músicos
4 de Novembro (Sábado)
17h30 -
 Futebol (Solteiros/Casados) - Pavilhão da União Mucifalense
12 de Novembro (Domingo)
09h30 -
 Peddy Paper - Partida da Sede da Banda
19 de Novembro (Domingo)
09h15 - 
Passeio pedestre Capuchos (inclui entrada) / Inscrições limitadas
(Inscrições até 18 de Novembro nos locais abaixo indicados e pelo 96 53 84 336)
25 de Novembro (Sábado)
20h00 -
 Jantar de confraternização (Inscrições até 22 de Novembro)
22h00 - Actuação do Coro ARDECORO
(dirigido pelo Maestro Pedro D’Orey)
Inscrições, para passeio pedestre e jantar:
Sede da Banda - 21 929 31 38
Drogaria José Gomes - Colares
Sara Regueira Jorge - Mucifal - 21 928 22 03
Apoio: Câmara Municipal de Sintra



Orgulho em ser de Colares

Fri, 22 Sep 2006 13:35:23 GMT

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No passado Sábado Domingo estive na Amadora a ver o desfile de Fanfarras de Bombeiros que ali se efectuou. Foi um desfile organizado pelos Bombeiros Voluntários da Amadora no âmbito das festas do 27º Aniversário da cidade da Amadora.

Não sei precisar quantas fanfarras eram, mas eram mais de vinte. Fiquei a ver pois calculava que lá estivesse a fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Colares, dado que esta tinha saído para tocar, só fazia sentido que fosse ali.Mesmo arriscando não citar todas lembro de ter visto as fanfarras dos bombeiros de Algés, Almada, Castanheira do Ribatejo, Esmoriz, Moita, Montijo, Moscavide, Odivelas, Pontinha, Queluz, Seixal, Barreiro, Trafaria, Algueirão Mem-Martins, Caneças, Belas, Carcavelos, Cadaval, Rio Maior, Massamá, entre outros.

Perto do fim aparece a fanfarra dos Bombeiros de Colares, sem dúvida a melhor. Para começar a postura, a farda o alinhamento: perfeito. Os dois sousafones. A Lira. E não é só, a fanfarra de Colares é a que tem o som mais harmonioso dado o maior equilíbrio entre os diversos timbres de instrumentos. Naquele momento senti felicidade e orgulho na fanfarra que temos. Uma terra tão "despovoada" consegue apresentar uma fanfarra tão composta.

Depois veio a fanfarra de Sintra. Outro motivo de orgulho. Está bastante boa e apresentável pese embora o facto de ter uma grande percentagem de míudos. Toquei na fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Sintra muitos anos, numa altura em que era difícil mante-la viva. Inicialmente a convite do mestre António Saraiva, depois numa outra fase, convidado directamente pelo Sr. Marina. Domingo senti que as pessoas que antes lutaram para que a fanfarra não acabasse devem ter um grande orgulho. Um abraço de Colares.

A terminar o desfile a fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Amadora: Também está muito boa.. Já a tinha ouvido a ensaiar ao parar no semáforo em frente ao quartel e tive a sensação que tocavam bem. Efectivamente também fazem um bom trabalho.

Parabéns à Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Colares por nos representar tão bem.

(Foto: Vitalino Cara D'Anjo)




Banda de Almoçageme - concerto

Tue, 01 Aug 2006 13:10:20 GMT

Logo à noite, às 22h00 a Banda de Almoçageme dá um concerto na sua sede, para comemorar o 80.º aniversário deste edifício. Sou capaz de lá ir.




Noites de Colares

Mon, 31 Jul 2006 13:11:43 GMT

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Como referiu o Noticias da minha freguesia neste post, a Banda de Colares deu um concerto dia 22/07, na várzea, enquandrado nas "Noites de Colares".




Orquestra inglesa actua gratuitamente na Quinta da Regaleira

Fri, 28 Jul 2006 08:40:21 GMT

A Quinta da Regaleira vai abrir gratuitamente as suas portas para a realização de um concerto da Orquestra Sinfónica da Universidade de Southampton. As melodias de Bach, Elgar ou Bethoven vão poder ser ouvidas no próximo dia 2 de Agosto, pelas 17H30.

Esta orquestra, é constituída por 40 elementos, e vai fazer um tour por Portugal, a partir de 31 de Julho, com actuações em Palmela, Viana do Castelo e Sintra.

Alvor de Sintra




Já sou adulto na Banda de Colares

Thu, 20 Jul 2006 10:40:47 GMT

Está a fazer 18 anos em que me deram a certeza que ia actuar com a Banda de Colares.
Na altura, o Sr. Ramos disse-me a mim ao Rui Oliveira e ao Luís (Bartolomeu). Dois ou três dias depois estava no alfaiate a tirar as medidas para a farda.
Dia 15 de Agosto de 1988, lá nos estreámos os três, na festa da Sra. da Assunção, que na altura era enorme, com uma imensidão de gente por todo o lado.
Para ser sincero não toquei quase nada. A banda arrancou da sua sede, a tocar o "Hélico em Paris" mas o bocal do bombardino fugia com os passos. E além disso tinha que tentar ouvir a caixa para manter o passo certo. ;)

Tinha entrado para a banda uns bons meses antes. Fiz o solfejo rápido, que é a parte mais ciêntifica e na qual eu me sinto bem, demorei mais tempo na execução, que é a parte mais artística e na qual não estou tão à vontade. Quando se entra para a banda começa por se aprender o solfejo, que é a arte (ou ciência) de saber ler escrita musical, depois quando já se sabe minimamente solfejo começa-se a executar um instrumento. Na altura queria tocar trompete, como quase todos, mas o Sr. Domingos e o Fernando lá me convenceram que o melhor era o bombardino. E de facto é dos mais belos e independentes instrumentos duma banda filarmónica.
Depois, quando se consegue executar minimamente o instrumento juntamo-nos então aos ensaios da banda - que na gíria se chama passar à estante. Nesse tempo, a prova para passar à estante era conseguir tocar o Hélico em Paris completo, o que pode ser simples num trombone ou num clarinete, mas não o é no bombardino devido aos complexos contra-cantos característicos destes instrumentos.
No primeiro ensaio também não toquei nada. É que a velocidade a que ensaiavamos nas lições era 3 ou 4 vezes mais lenta do que a real. Eu só consegui olhar para os dedos do Fernando e do Moreira e pensar: Estou lixado.

Depois com o tempo lá fomos ensaiando as outras peças: Campos verdes, Fim-de-Festa, Britânicos, Pérola 59, Hootenine, O Mercado Persa, Lena, Vamos à Romaria, Os Pop Show e muitas outras..
E finalmente a 15 de Agosto, para orgulho de pais e essencialmente avó, saí.

Passados 18 anos ainda lá ando. Apesar das dificuldades de tempo e disponibilidade com que nos deparamos no nosso dia-a-dia e com a panoplia de divertimentos e actividades alternativas. Tocar música é um escape e um meio de manter as nossas organizações centenárias vivas.




Como se faz um trompete?

Sat, 08 Jul 2006 22:20:11 GMT

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Uma aula sobre o vinho de Colares

Wed, 07 Jun 2006 15:39:47 GMT

  Colares, a pequena e encantadora vila, que suavemente se reclina sobre duas colinas da formosa serra de Sintra, e afastada apenas 7 quilómetros deste concelho, tem na história da viticultura nacional um lugar proeminente. A sua origem remonta a épocas imemoráveis; dela falam velhas crónicas que a povoaram de lendas, e a fama dos seus admiráveis vinhos, leves e delicados na expressão dos poetas, dir-se-iam feitos da polpa dos frutos que lhe decoram os vinhedos e da espuma do mar que quase os beija. A série de inscrições e antiguidades romanas encontradas, atestam que Colares gozou no tempo do domínio romano de uma situação de relevo; e do período em que os Mouros ocuparam a Península, bastos elementos subsistem que nos apontam o seu valor estratégico e a fertilidade da terra, cuja cultura parecia abençoada. Conquistada aos Mouros em 1147 logo o seu nome figura entre as terras ligadas aos bens da coroa ou nas doações e favores com que a munificência régia premiava as façanhas dos mais esforçados cavaleiros, ou os serviços dos Áulicos (aristocráticos) que junto aos paços viviam. O seu foral, concedido depois que terminaram as primeiras lutas que antecederam o alvorecer da nacionalidade, depois renovado, as imunidades, privilégios e mercês que as majestades e os senhores donatários lhe conferiram, deram-lhe, durante séculos, uma altiva independência, que era todo o seu orgulho. O brasão de armas da vila de Colares é constituído por um castelo entre duas árvores e três colares na parte superior do escudo, que simbolizam a luta sagrada na defesa do solo, a agricultura e a lenda que a engrinalda (adorna). A nomeada dos vinhos de Colares foi reforçada quando da violenta invasão da filoxera, que em 1865 iniciou a devastação de uma grande parte das regiões vinícolas do País, não haver atacado as vinhas de Colares, para o que muito contribuíram as condições dos seus terrenos arenosos, em que o daninho insecto não conseguiu penetrar. Ferreira Lapa escreveu em 1866: «Colares é um vinho que possui todos os requisitos e qualidades dos vinhos tintos de MEDOC, é o vinho mais francês que possuímos. Os que alcoolizam este vinho para o puxar ao tipo geral dos nossos outros vinhos cometem um erro industrial e um desacato à elegância do bom gosto. A aguardente empasta e obscurece os sabores delicados deste vinho, fica descozida neles, tira-lhe o aroma fino do éter tartárico e do éter butírico, substituindo-o pelo cheiro vinoso, picante e alcoólico dos vinhos carregados em lota. Ferreira Lapa, depois de haver notado a exagerada força alcoólica de alguns vinhos de Colares que havia dosado, comenta: (É uma aguardentação esta exageradíssima, em que o produtor não tem culpa, mas sim o negociante; em geral, todos os interessados pelas mãos dos quais o vinho de Colares passa antes de chegar ao comerciante, que levam este tempero a tão desmedido grau.) Compreender-se-á melhor o que aqui deixo exposto sabendo-se que em Colares, como em todas as regiões vinícolas, há vinhos nobres e vinhos plebeus, mas todos do mesmo padrão. O negociante compra o mau e o bom, e quase sempre é na capa deste último que ele revende o mau que comprou ao desbarato, mas como desta mistura o vinho intermédio se afasta do tipo de vinho bom que sacrificou, a aguardente é chamada a propósito ou não para bornir a lotação que saiu desabrida. A Adega Regional de Colares é instit[...]



Sabores de Sintra: As Queijadas e o Vinho Ramisco

Fri, 03 Mar 2006 10:27:00 GMT

(image) EXPOSIÇÃO DÁ A CONHECER SABORES DE SINTRA Com o objectivo de destacar o vasto património gastronómico sintrense, a autarquia realiza a exposição “Sabores de Sintra. As Queijadas e o Vinho Ramisco”, no Centro Educativo, Desportivo, Cultural e Recreativo das Azenhas do Mar, de 4 de Março (a partir das 16h00) a 2 de Abril. Informação da CMS