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Egos de Sophia



"Porque tudo é vaidade e tempo que passa..."



Updated: 2017-10-05T14:25:37.730+01:00

 



Getting better

2017-10-05T14:25:37.735+01:00

38.
Mais um ano.
Gosto de envelhecer.




Sombra em mim

2017-06-06T10:14:02.994+01:00

Há dias mais difíceis do que outros. Nunca me vou esquecer de ti. Este ano escolhi não falar. Sofri em silêncio a tua ausência.
Sorri ao olhar para outros olhos que me sorriam e calei a dor.
A vida continua. O amor continua.
Mas em mim ficou a memória da tua vida comigo.
Lembro-me a cada sorriso, a cada conquista que já não podem ser teus.
Mas nestes dias dói demais. Procuro forças onde não tenho e elas aparecem. Acredito que nada há a perdoar, mas sigo pela vida em busca do teu perdão. No fim hei-de encontrá-lo.
Até lá amo-te todos os dias e sofro sempre com a tua lembrança. Ameniza a minha dor e apazigua a minha consciência saber que não faria sentido ser de outra forma.
Será sempre como foi. Acredito.




Fissuras

2016-11-28T18:30:26.997+00:00

Quebra algo em mim cada vez que tenho que fazer alguma coisa contra a minha vontade.
Bem sei que a criança que fui já não sou. Já não posso ser. Castigos e decomposturas já não são a consequência.
Respirar fundo e fazer o que é suposto nunca foi coisa para condizer comigo e quando tem que ser, custa muito.
Fico dias a remoer.
Dias a convencer-me que não pode ser de outra forma.
Umas vezes apazigua, outras rebenta...




Demon within

2016-11-18T21:19:34.034+00:00

Fugi. Tranquei-o em mim.
Mas não o consigo calar. Continuo a ouvi-lo em cada tropeção, em cada dúvida, mesmo em cada vitória.
Por mais que o negue continua a convidar-me para dançar.
- Come on, you know you want it.
Nem respondo. Para que não ouça a minha voz. Quero-o longe dos meus pensamentos. Quero paz. Quero dizer não e mantê-lo longe de mim.




Stop

2016-04-09T20:58:39.609+01:00

Pára. Escuta (o coração). Olha (para a tua vida).
Estou em remodelações.
Os pilares mantêm-se. Os acessórios vão levar uma volta.




Regresso

2016-01-12T21:41:43.986+00:00

I will be back.




Elogios

2015-09-29T17:29:56.004+01:00

É mais fácil acreditar nas críticas do que nos elogios.
É mais fácil ver o negativo do que o positivo.
É mais fácil desistir do que lutar.
É mais fácil ceder.
Há uns anos tive que recorrer a medicação para ultrapassar um baixo que deixei prolongar por demasiado tempo, por comodismo e fraquezas. Por seguir os padrões. Resultado final: andei meio ano meia zombie e não resolvi nada até que decidi tomar uma posição.
Agora estou a um passo de voltar à medicação, em consciência. Sei o que deveria fazer, sei o que quero fazer e sei bem o limite do que posso fazer.
Envelhecer é uma treta. É fácil deixar os anos passar. Difícil é assumir responsabilidades e mantê-las custe o que custar. Custe o meu orgulho e um bom bocado do meu amor próprio. Mas já não sou só eu. Difícil é escolher um mau caminho por ser o menos mau. Difícil é calar o coração e dar apenas ouvidos à razão. Difícil é cometer um erro, sabendo que se está a errar e que estamos a dar mais um passo na direcção oposta... Mais um passo num caminho que tão bem sei onde irá dar e ainda assim, não ter escolha e ser animal acossado e seguir por aí. Difícil é saber isto tudo e manter o sorriso que cada vez mais apaga o brilho do olhar.




Certos ou errados...

2015-04-21T20:21:42.290+01:00

Sou uma mulher de princípios. Não consigo ter meio termo para mim.
Para os outros... Depende dos outros... Mas não consigo deixar de me sentir desiludida, mesmo quando não o mostro.




Plumas e lantejoulas

2015-04-11T13:55:48.458+01:00

Só quando me sinto mais triste é que tenho mais vontade de escrever. Talvez porque não me sinto à vontade para falar com ninguém. Não gosto de expor as minhas fraquezas, as minhas falhas.
Gostava de conseguir ser melhor. Gostava de saber dar a outra face. Mas não consigo. Não guardo rancor,  mas guardo a mágoa. Não consigo esquecer o que me dizem, o que me fazem, quando é injusto. Quando não percebo.
O esforço para pôr de lado é em mim sobrehumano. De tal forma exige de mim, do meu corpo, que chego a ficar doente.
Esforço-me,  me vão, para que seja diferente. É mais um grau de exigência que sinto no estômago.
Contrariar-me não me traz nada de bom. Nunca trouxe. Mas eu insisto! Mais de 30 anos volvidos e continuo a fingir que não me conheço. Continuo a tentar mudar. Só me faço mal.
Olho ao espelho e não reconheço aquela sombra de mulher. Aquele farrapo que já soube ser um tecido fabuloso de qualidade e luz.
Penso que talvez seja fácil. O exterior está lá. Mas quem quero enganar... O interior quebrou? Vergou? Não sei. Sei que me exijo demais mas já não estou sozinha. Agora não posso reerguer-me como sempre soube... Teria demasiadas implicações.
Disfarço o melhor que sei e posso para o mundo exterior. Por vezes, isso basta-me.
Algo como plumas e lantejoulas para desviar a atenção destes olhos tristes, desta vontade cansada de querer mudar o mundo! De querer mudar a vida...
Amanhã será um dia melhor. Hoje talvez precise de mais umas lantejoulas.
O brilho há-de voltar.




Dark place

2015-02-09T17:42:21.859+00:00

Sempre tive um lugar muito negro em mim. Nunca o neguei e nunca o iluminei. Aceitei que faz parte de mim ainda na adolescência e assim cresci.
Há uns anos achei que o ia iluminar à força. Que valia a pena.
Os anos passam e percebo como fui tola! Então lá mudo algo que sempre fez parte de mim. Não mais do que se mudam as fases da Lua. Em mim a Lua Nova não é cíclica nem sequer recorrente, mas está ali.
É a minha outra à espreita dos momentos de fraqueza minha. Sai de espada em punho pronta a lutar sem olhar aos mortos e feridos que deixa pelo caminho. Defende-me cegamente. E ocupa-me por completo até achar que já não preciso. Aí deixa-me em luz. Mas despojada de tudo o que tinha e pronta a começar de novo.
Sinto-a perto, a respirar em mim. Pronta. Mas desta vez eu não estou. Parte de mim não a quer de volta. Parte de mim não quer começar de novo. Parte de mim é feliz.
Mas que faço eu com a que não é? Que digo eu para apaziguar a parte que quer a outra? Que faço para adormecer a dor que chama pela outra?
Não sei. Até lá adormeço à chorar baixinho na esperança de nem eu me ouvir e conseguir continuar...




Mudanças

2015-01-31T15:17:21.036+00:00

Coragem também é deixar aquilo que não se pode mudar.
Finalmente encontrei esse coragem. Agora só falta mudar mesmo o rumo. Mas quanto mais penso em mudar mais percebo que há mais coisas que também mudaria.
Tenho medo. Tenho medo de ter andado depressa demais. Tenho medo porque há coisas que não posso mudar. O tempo não volta atrás. A vida não muda. O passado não muda.
O futuro muda. Mas há bagagem que já fica. E por momentos penso... Que foi que fiz? Não me conheço. Não me reconheço. Quero recuperar-me e já não posso. Não sei como fazê-lo. Sei. Tenho medo. E achava eu que tinha recuperado a coragem. Foi uma das resoluções de ano novo e não chega ao fim do mês de Janeiro. Fraca. Sou fraca. Tornei-me fraca.
Quero-me de volta. Mas isso implica tanto...




Sábado

2015-01-17T10:22:04.364+00:00

O dia amanhece lentamente. Desperto em sobressalto. Apenas para voltar a adormecer.  Sonho contigo. Sonho que voltamos a dançar.
Acordo a sorrir.  Quero voltar a dançar.




Olá 2015!

2015-01-15T10:34:42.583+00:00

Mais um ano que passou. Nem perdi tempo com resoluções vãs de vontade. 2015 traz-me novos horizontes e um grande desafio. Basta-me. Recuperei a minha coragem e estou pronta para começar de novo.
A estabilidade que alcancei tinha trazido o comodismo e eu estava a deixar-me enredar nesta teia invisível que quase me convencia que tudo estava bem e nada havia a mudar.
Mas há e por isso vamos tratar disso!
Bom ano!




Sweet November

2014-11-01T21:12:30.424+00:00

Espero que Novembro traga novos caminhos.
Quero encontrar o que antevejo no horizonte. Já não consigo partir às cegas, mas quero seguir em frente.
Cabeça erguida e mangas arregaçadas, assim estou eu para o futuro.
A chafarica já teve melhores dias e a promoção continua a ser agridoce. Cada dia está mais complicado. Não gosto de me contrariar. Não a esta extensão.
Por isso, vamos lá!




Negro

2014-09-01T09:59:09.217+01:00

Aqueles dias em que só me apetece esconder numa caverna o mais longe possível do mundo.




...

2014-08-12T23:11:14.041+01:00

Envolta em negro xaile peço ao silêncio que não me abandone.




Memória de uma lição

2014-07-30T10:38:34.427+01:00

Nada cai do céu (via de regra). E não faz mal. Gosto de me esforçar.
Gostei do meu primeiro trabalho de Verão. Tinha 13 anos e foi num arquivo. A tarefa era empacotar os livros e identificar as caixas para a mudança para a Torre do Tombo. Foram 3 semanas árduas. Conheci gente nova. Diverti-me mais do que devia a ler aqueles livros. Ganhei uns trocados que me pareceram uma fortuna. Comprei umas calças de marca e pouco mais. Valeu a pena.
Os meus pais nunca teriam possibilidade de as comprar. Apesar de achar um desperdício de dinheiro, a minha mãe não se opôs a que gastasse quase tudo quanto tinha ganho.
Quando saímos da loja, perguntou-me se estava feliz. E eu respondi que sim.
- Ainda bem. Agora imagina que eu e o pai fazíamos o mesmo... Se gastassemos o ordenado assim todo de uma vez como é que vivíamos durante o mês? Comida, roupa e despesas...
Não respondi. Quis entrar na loja para devolver as calças.
A minha mãe não deixou. Disse que eu tinha ganho o dinheiro e tinha o direito de o gastar como quisesse e que ainda não tinha responsabilidades. Mas que era importante ter a noção das coisas.
Desde esse Verão sempre trabalhei nas férias. Continuei a gastar o dinheiro  coisas que eu queria e os meus pais não podiam comprar.
Quando fiz 16 só pensava nos 18, em tirar a carta e comprar carro. A partir desse Verão comecei a poupar. Os meus pais pagaram a carta. E em 3 anos eu tinha conseguido juntar dinheiro para um carrinho, velhote, mas o meu primeiro carro!
Nunca me esqueci do que a minha mãe me disse em plena rua Augusta.
Há lições que ficam para a vida.




Animus publicandi

2014-07-17T18:27:32.935+01:00

Tempo, ou a falta dele, está longe de ser desculpa. Mas a vontade foi faltando aqui e ali. Dispersei-me. Hoje a vontade voltou de mansinho. Há demasiados sorrisos à minha volta para que os ignore!
São os sentimentos, não os pensamentos, que mais me fazem escrever. Estou bem, feliz, em certa medida em paz. Mas não totalmente. Ainda não é altura de "descansar em paz"!
Anseio ainda por um novo rumo... Deverei dizer um novo afluente... Acho que será mais isso. A minha vida é um rio e está no leito certo para chegar até ao mar. Mas ainda faltam certas coisas, que terei de buscar afluente acima pois dificilmente surgirão na corrente. E é assim que faz sentido! Que me faz sentido.
Deixei de ter insónias, de escrever noite adentro. O diário está em branco, largas páginas em que muito ficou por escrever. O Egos também ficou em silêncio.
Hoje deu-me a vontade e regressei. De vez? Talvez...




Ao Deus dará...

2014-05-30T12:00:45.739+01:00

Este blog tem andado ao abandono... Aos caídos. Não sinto a vontade. Aquela ânsia que me consumia e só passava com um teclado e ecrã ou papel e caneta.
Nada combina melhor do que papel e caneta. Pelo menos, não quando quero escrever sobre a imensidão de devaneios que me passam pela cabeça.
Mas quando o trivial se abate, aí não preciso de rascunho e o mini teclado do smartphone resolve.
Já pensei acabar com este cantinho tantas vezes quantas não o fiz.
O mal foi ter-lhe dado nome e feito deste espaço o meu espaço. Assim, tornei impossível matá-lo. E sinto-me compelida a voltar. E volto. E escrevo sobre a não culpa de não escrever.
Não sou escritora. Não tenho a obrigação diária de produzir prosa nem poesia.




Noite

2014-05-10T23:45:35.896+01:00

Mais um dia que acaba. Sinto o cansaço apoderar-se de mim enquanto teclo no mini ecrã.
Sei que ando a correr no meu limite, mas não consigo abrandar.




Early morning

2014-04-25T05:45:46.777+01:00

Sem sono. Ou já sem vontade de dormir.
Contemplo as paredes do quarto, o dia que ainda não despontou em plenitude e quem dorme ao meu lado.
Dorme sereno, praticamente imóvel. Respiração tranquila.
Pergunto-me o que sonhará a cada movimento ocular.
Mas não importa. Não verdadeiramente. O mundo dos sonhos pertence a cada um.
Ainda é demasiado cedo. Preciso voltar a adormecer.
Talvez a cadência da respiração profunda que oiço possa ritmar a minha e eu volte a dormir.
A vida consegue ser tão simples, quando deixamos.
Sorrio e volto a adormecer.




Mar

2014-04-13T10:58:40.950+01:00

Sempre fui de impulsos. Geria a minha vida no turbilhão. O desassossego sempre me apaixonou. Pensava não ter sido talhada para mar de calmaria. No entanto, a vida foi-me moldando. No rodar do tempo, quem eu cria ser um desassossego que mais uma vez me iria impulsionar a virar a vida de pernas ao ar, tornou-se o meu sossego. Virei a vida, sim. Mas valeu a pena. Vale a pena.




Back home

2014-03-13T16:37:29.057+00:00

Sempre que regresso sinto alguma necessidade de mudar.
Desta vez foi um bocadinho maior, mas fiquei mais confortável.
Sinto que o tempo passa a correr. Há momentos que passam assim e preferia que passassem mais devagar. Não os aproveito devidamente e depois fico com aquele sabor a pouco...
Horas que passam a dias, que nem dou conta de passarem. Já lá vai um tempo, desde que parei. Parei realmente para pensar.
Há momentos em que apenas aproveito, os sorrisos, os olhares.
O tempo não pára...
Lembro-me de como comecei esta aventura... a vontade de passar para o lado de fora, o que estava aqui dentro. Já percorremos um longo caminho.
O Egos já teve mais atenção, mais cuidado. Visitava-o todos os dias, várias vezes ao dia. Por razões de tráfego num escritório tive que o realojar... Mas voltei, porque deixou de ser necessário e aqui será sempre a casa primeira.
Depois as visitas foram diminuindo. Posso ser culpar a falta de tempo, outros objectivos, mas o facto é que fui deixando de escrever, não só aqui... fui deixando de escrever...
Quando leio muito do que escrevi, volto aos momentos que me despoletaram a necessidade, o impulso! E foi isso que fui perdendo - o impulso.
Passei a racionalizar mais os meus sentimentos, a controlar as emoções e assim se foi aos poucos a vontade de escrever.
Também a dor e a vontade de não voltar a senti-la ajudaram a abrandar.
No entanto, a vida continuou e não voltei a escrever. Não voltei.
Hoje, a ansiedade dominou e precisei parar. Assim que parei, percebi que precisava voltar. Voltei.





Só?

2014-02-16T22:04:38.867+00:00

Demasiado tempo.
Não sei como acontece, mas perco-me em pensamentos que não vêem a luz do papel nem do ecrã.
Por vezes, sinto tanta falta de escrever com regularidade, de escrever com vontade.
Sinto falta do meu processo de estar só. Já nem sei o que isso é...
Não sei como o recuperar, mas quero. Quero voltar a encontrar o meu eu "só". Aquele que me fazia sonhar o impossível, que me fazia ser criança.
É difícil! No entanto, não é impossível...




No mês passado

2013-11-02T11:24:38.813+00:00

Completei mais um ano de vida.
Já são alguns. Mas gosto dos meus aniversários. Este foi mais em família. Bolo com sandália, ao gosto do meu consumismo!
Os copos com os amigos tiveram que ser adiados. Sem stress! Os amigos não fogem. Mas alguns afastam-se com o tempo, com a vida, com escolhas. E acho que é suposto ser assim... Da infância não ficou nenhum. Da adolescência ficou uma das melhores! Da faculdade, uma mão cheia de gente fabulosa! Pessoas com quem partilho silêncios, risos e lágrimas. Almoços, lanches, jantares. Sms e telefonemas, gostos e comentários no fb. Das chafaricas por onde passei, o privilégio de conhecer mais umas quantas pessoas com quem gosto de estar.
Portanto "so far so good". Entre altos e baixos, coisas boas e coisas más e tudo o resto que fica no intermédio, que é muito, o saldo continua a ser positivo. Acho que isso é o que interessa.