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Avilos & outros Kambas





Updated: 2017-09-04T23:22:55.590+01:00

 



Memórias e Raízes

2007-11-11T02:20:54.037+00:00

(image)
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temática:
História, Vivências

título:
Memórias e Raízes

autor:
Cláudio Frota

perfil do autor/blog:
“Foi plantada uma árvore que criou raízes muito profundas. Os seus ramos atravessaram oceanos, em viagens intermináveis e aventureiras. Quedaram-se em todos os continentes, fortaleceram-se. Os seus frutos eram apetecíveis... Por fim, o regresso, o reencontro com o velho tronco e o renascer nas raízes, uma nova esperança...”

lema:
“Existe uma África pouco conhecida da maioria de nós. Existem vivências na África profunda do norte, de leste ou do sul, em Angola, Moçambique ou Guiné que foram aventureiras e pouco comuns. Dêmo-nos a conhecer essas vivências para compreendermos melhor a alma portuguesa.”

comentário:
Quando um blog tem por título “Memórias e Raízes” está quase tudo dito.

Depois é só colocar em letra de forma tudo aquilo que aprendemos desde candengues: a escola do sonhar, do olhar (a terra e as gentes, as cores e os sabores) e do ser.

Um dia damos por nós a pesquisar sobre o passado, sobre o que foram e como foram aqueles que nos deram vida.

Então aprendemos que a Vida é uma sucessão de outras vidas.

Aprendemos a conhecer quem somos.

E aprendemos, acima de tudo, que sem isso não nos sabemos.

É esta aprendizagem que encontramos no blog do Cláudio Frota.




Gente do Meu Tempo

2007-11-11T02:21:35.070+00:00

(image)
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temática:
imagens - vivências

título:
Gente do Meu Tempo

autor:
Moçamedes Saudade

perfil do autor:
não disponível

lema:
“Este blog é um blog saudoso, não saudosista, e nasceu da ideia de partilhar com todos aqueles que nasceram e viveram em Moçâmedes e que hoje se encontram dispersos pelo mundo, um conjunto de imagens e descrições que os faça recuar no espaço e no tempo e os leve a reviver lugares, acontecimentos e gentes de um outro tempo vivido numa bela e singular cidade entre o deserto e o mar...”

comentário:
As palavras iniciais do lema deste blog não estão ali por acaso. Na verdade há muito quem confunda as coisas. O parágrafo que segue é parte do prefácio de um pequeno opúsculo em que trabalho presentemente, que será – em edição muito privada - oportunamente distribuído pelos meus amigos numa data singular, que tem por título o endereço de um dos suplementos do “Angola Haria” – makamba.blogs.sapo.pt e que serve perfeitamente para complementar aquela afirmação do autor de “Gente do Meu Tempo”:

A saudade imanente,* explícita ou implícita, não é mais do que uma leitura histórica do passado e a assunção de que somos hoje o espelho de tudo aquilo que nos enformou. Não nos venceram aqueles que tentaram mudar-nos a matriz, não por querermos ser diferentes: antes, pelo contrário, porque sempre pretendemos ser nós próprios.”

É um blog recente mas muito interessante, mesmo para aqueles que não passaram pelo Namibe ou por Angola mas que estão abertos ao saber e que pretendem conhecer melhor quem lá nasceu ou por lá viveu.

Tenho a apontar apenas um grande senão ao autor deste blog (que poderá ser meu conhecido/a ou amigo/a): os créditos. É conveniente que cumpra aquilo que, muito legitimamente, o Paulo Salvador tratou num comentário recente – explicitação dos créditos de todas as imagens (eventualmente nos textos onde isso não exista) e colocação de links quando for caso disso.

Mas não desista, por favor…


* nos poemas incluídos no blog e no opúsculo




Poesia Angolana

2011-01-31T22:36:05.188+00:00

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temática:
poesia / cultura angolana

título:
Poesia Angolana
ou
ONDJIRA SUL: Poesia de Namibiano Ferreira e Cultura Angolana.

autor:
Namibiano Ferreira

perfil do autor:"Nasci em Angola no Deserto do Namibe. A cidade de Tombwa (Porto Alexandre) foi meu berço dunar e desde logo se estabeleceu um pacto mágico e anímico entre mim, o Povo e o Namibe. Anos volvidos foi no nome da terra que encontrei o meu nome de poeta: Namibiano Ferreira, pseudónimo de João José Ferreira. Eu sou alguém que tem pudor que lhe chamem poeta, porque dias há que me sinto aquém dos limbos oníricos da poesia. E serei verdadeiramente um Poeta? Desde que me lembro sempre senti a leveza da poesia a latejar dentro de mim, por volta dos 17 anos comecei a escreve-la. Não faço nem forço, creio que a poesia me acontece, eu fico só esperando... e a cada dia de sol que dorme e acorda fico esperando aquele poema cativo algures num pedaço rendado sem tempo... a Poesia não se faz: ACONTECE. Não tenho obra publicada, participei em 2 colectâneas de poesia, uma já não lembro o título, e a outra, Resist(ir) Assim, foi publicada em 2000 pela Editorial Minerva de Lisboa. No entanto a teimosia preparou 4 conjuntos de poemas a quererem ser livros: Rota do Sul, Sensações de Maresia, Poemas no Vento e no Tempo e Fragmensias. "

lema:“Poesia de Namibiano Ferreira para partilhar com quem vier em paz e ideais humanistas, contra a opressão e o racismo”

comentário:Há quem pense que a Poesia é aquele conjunto de versos que alguém publica em forma de livro, com capa apelativa e tudo. Não é só! A poesia está latente dentro de nós mas nem sempre a podemos dar a conhecer, por razões alheias a nós próprios, os que não têm padrinhos no mercado. A internet deu-nos uma nova possibilidade e ela aí está.

Namibiano Ferreira herdou, como eu, a força agreste da garroa, que nos fustigou o rosto mas libertou a alma. Os seus poemas têm nas areias do Namibe, como a Welwitschia, raizes profundas em busca constante de água. Encontrada a fonte regressam à superfície, únicas de fortaleza e sabor a vida.

Concordo plenamente com o Decio Bettencourt Mateus, um avilo que também aqui terá o seu cantinho e que comentou * desta forma um poema do Namibiano: “Um poema saudosista escrito em grande estilo! Eu diria em estilo de Aires de Almeida dos Santos, o grande poeta angolano!” Não consigo arranjar melhor elogio.


* O Namibiano Ferreira está também representado na página Poíesis.

actualização: 31.01.2011




Alto Hama

2007-11-11T02:20:08.409+00:00

(image)
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temática:
generalista

título:
Alto Hama

autor:
Orlando Castro

perfil do autor:
Jornalista angolano-português

lema:
“O poder das ideias acima das ideias de poder, porque não se é Jornalista (digo eu) seis ou sete horas por dia a uns tantos euros por mês, mas sim 24 horas por dia, mesmo estando (des)empregado”.

comentário:
“Pega esse livro e enfia dentro do cu”, foi o comentário colocado no meu apontamento “Memórias de Alcides Sakala” por um anónimo, neste caso cobarde, que não entende que a Liberdade individual se deve conjugar sempre com as liberdades dos outros, do mesmo modo que a Verdade depende sempre de outras não menos verdades. Não é por este comentário que vou abdicar de pensar.

Vem este intróito a propósito de Alto Hama, um blog que aconselho não porque tenha queda para conselheiro paternalista mas apenas porque, dirigindo-me a quem me lê, gosto de falar/escrever sobre o que leio e vejo. “Alto Hama” é um exercício de liberdade. Se bem que todos nós, mais ou menos conscientemente, tenhamos por vezes arroubos de omnisciência e nos julguemos senhores da Verdade absoluta, esta só existe como soma de todas as verdades particulares.

É por isto, pelo exercício saudável da Liberdade, que leio o “Alto Hama”.