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31 da Armada - SAPO Blogs



Last Build Date: Mon, 22 Jan 2018 23:33:37 GMT

 



Um filósofo ao nível de Sócrates (o 44)

Mon, 22 Jan 2018 23:30:00 GMT

"Não quer dizer que o pinhal não vá ser pinhal. O pinhal vai ser pinhal e só é pinhal se tiver pinheiro. Mas, para nós termos um bom pinhal e um bom pinheiro que seja, também ele, resistente ao fogo, é preciso que este pinhal não seja só de pinheiro e tenha a boa composição e o bom ordenamento que ajude à sua resistência".

António Costa, 22 de Janeiro de 2018. 

 
 
 



Da série Coisas que me deixam um pouco irritado

Sat, 20 Jan 2018 16:21:00 GMT

Suponho que isto não sucede só comigo. Consigo escrever vez após vez uma password automaticamente, sem pensar. Mas depois há um dia em que me tento lembrar dela e aí já não a consigo escrever.




Media e redes sociais: as curvas (IV)

Wed, 17 Jan 2018 18:31:00 GMT

A curva das tragédias

(image)

Exemplos:

  • A) furacão nas Caraíbas, sismo digamos que na Indonésia, ataque terrorista no Ocidente, acidente de aviação.
  • B) tornado nos EUA, deslizamento de terras digamos que nas Filipinas, ataque terrorista no Médio Oriente, acidente de autocarro.
  • C) seca extrema, contaminação ambiental, ataques terroristas no Iraque/Afeganistão/Paquistão, sinistralidade automóvel.

 

Nota- Como é óbvio a largura das curvas (o intervalo de tempo em causa), a sua intensidade mediática, bem como o trágico número de vítimas obviamente que irá variar de evento para evento; 100 ou 10... representam apenas ordens de grandeza; e ao se falar de centenas de mortes para o caso da curva C... a nível mundial podemos estar a falar de centenas de milhares de vítimas, como por exemplo no tocante à sinistralidade rodoviária. Porque é que isto é assim? Acho que é a natureza humana. Damos mais atenção a 1 evento chocante do que a 10 eventos meramente infelizes. O que é triste é que para as vítimas sobreviventes dos eventos de tipo C raramente há apoios de reconstrução, equipas de psicólogos, mobilização de meios do Estado, visitas de autoridades, acções de solidariedade, indemnizações específicas. As vítimas meramente activam o seguro, se o tiverem, mas de resto têm de se desenvencilhar sozinhas. 

 

Da mesma série: a curva da indignaçãoa curva do entusiasmo, a curva do escândalo.




contas à porto

Tue, 16 Jan 2018 22:40:00 GMT

No partido ainda não sabemos. Mas sabemos que o Porto, hoje, é uma cidade vibrante, sexy, cosmopolita onde apetece ir e estar. Foi preciso Rio sair da presidência mas que aconteceu...aconteceu.




"Madonna" e "Reboleira" na mesma frase. É mesmo verdade.

Mon, 15 Jan 2018 11:48:00 GMT

Acho um exagero todo este permanente frenesim mediático em torno do facto da Madonna viver em Lisboa. Por vezes a roçar o complexo de inferioridade. E por outro lado, critiquei noutro sítio o uso do nome dela para gozar com certas localidades. Dito isto... até parece que estamos todos a viver num universo paralelo. É de facto surreal olhar-se para um título de jornal* e ver na mesma frase as palavras "Madonna" e "Reboleira".




Da série Coisas que me deixam um pouco aborrecido

Fri, 12 Jan 2018 19:31:00 GMT

Responder Reply to all em mailing lists com dezenas ou centenas de pessoas, quando é óbvio que o email tem como destino apenas uma pessoa.







sobre a ausência de notícias

Thu, 11 Jan 2018 13:58:00 GMT

Se os candidatos ao PSD tivessem dito qualquer coisa de interessante sobre o futuro, os jornalistas não perguntavam tanto pelo passado.




sobre as virtudes medicinais da coisa

Thu, 11 Jan 2018 09:28:00 GMT

Têm todos razão. Nem discuto. Na natureza só existe uma planta com maior potencial analgésico que a canábis: a papoila.  




as diretas são no sábado

Wed, 10 Jan 2018 18:17:00 GMT

Sou daqueles militantes indecisos.  Estou hesitante entre votar em branco e desenhar uns corninhos.  




definição de pequenino

Mon, 08 Jan 2018 14:32:00 GMT

De regresso a Portugal noto que os candidatos a líder do PSD discutem o que vão fazer quando perderem as próximas eleições legislativas. Imagino que a terceira via passava por vencer as próximas eleições legislativas.




Obrigado, Marx

Tue, 02 Jan 2018 18:00:00 GMT

Já o fiz pessoalmente e agora faço-o também em público. Aqui vai o meu obrigado ao Jon Marx, um dos mais notáveis perpetuadores da memória de tudo o que está relacionado com o António Sérgio. Sem o conhecer pessoalmente, sem saber que tipo de pessoa ele era, eu gostava muito do António Sérgio, da VOZ do António Sérgio, das explicações do António Sérgio, das músicas do António Sérgio, dos programas do António Sérgio, em especial do Rolls Rock e do Som da Frente. Eram uma presença constante em longas tardes e depois noites de adolescência e young adulthood, (muitas vezes a estudar e ao mesmo tempo) a ouvir e a descobrir bandas novas, bandas que eu nunca percebia por que não passavam noutros programas de rádio (ok, às vezes passavam um pouco no Rock em Stock ou até no Dois Pontos, mas só um pouco). O Jon Marx ajudou a desenterrar muitas dessas memórias. Agora ele acaba de anunciar que o seu blog Lista Rebelde chegou (por enquanto) ao fim. Aceita-se a decisão mas espero que a música e as cassettes antigas chovam de novo e que as fontes deixem de estar secas e que assim possamos ouvir mais podcasts deliciosos com música que em larga medida estava tão à frente que ouvida hoje parece ser de hoje. Não é nostalgia, é a realidade.




Da série Separados à nascença

Fri, 29 Dec 2017 11:02:00 GMT

(image) (image)

Jacob Collier, impressionante prodígio musical e Nico Gaitán, ex-jogador prodigioso do Benfica.

 




Final do IC19

Wed, 20 Dec 2017 17:57:00 GMT

Abstraiamo-nos dos outros carros. Pensemos apenas em 3 veículos que vêm da CRIL a querer entrar na Segunda Circular e em 3 carros a querer passar do IC19 para a Radial de Benfica. Há ali montes de espaço para se dar suavemente a troca de posições automobilísticas. Mas não. Todos querem mudar de faixa logo, logo que possível, logo ali no início da intersecção. Isso gera filas lá atrás (nem que seja pelo snake effect)? "Quero lá saber, eu já passei...".

Mas atenção que mais dia menos dia o problema resolve-se. A solução chama-se veículos sem condutor.

(image)

 Como deveria ser.

(image)

Como é, na realidade.





Mon, 18 Dec 2017 15:54:00 GMT

Catarina Martins diz que caso Raríssimas mostra «enorme confusão» entre políticos e IPSS

Catarina Martins tem toda a razão. Era só mais o que faltava ter políticos como voluntários em organizações não governamentais. Ou a participar em causas de serviço público. Ou a emprestar os seus conhecimentos a instituições. Os políticos servem para estar no parlamento. 




Redes sociais: as curvas (III)

Sat, 16 Dec 2017 18:19:00 GMT

A curva do escândalo

(image)

Exemplos (quer se trate de inocentes ou culpados): o caso Sócrates, o assédio sexual em Hollywood, o caso da Raríssimas. 

Da mesma série: a curva da indignação, a curva do entusiasmo.




mais ou menos sobre o paternalismo e a liberdade

Fri, 15 Dec 2017 17:04:00 GMT

Esquerda chumba proposta do CDS sobre duodécimos para subsídios de férias e Natal

Ah! Temos que proteger a classe trabalhadora de si própria. Coitadita.





Fri, 15 Dec 2017 09:58:00 GMT

Não podemos ser demagagos. É claro que a mulher do ministro não é ministra por causa disso. Nem o marido da deputada é ministro por causa disso. Nem a mulher do líder parlamentar, nem a mulher do ex-líder parlamentar. Não é nada disso. É só aquela ideia de quem vive e dorme a política. E de que as universidades de verão deles (socialistas) são muito mais animadas que as nossas.  




Olha o robot

Mon, 11 Dec 2017 10:48:00 GMT

Escrevi um artigo de opinião no Dinheiro Vivo onde falo de robótica, de veículos sem condutor, de Elon Musk e até do Web Summit. Olhe-se para o robot da Boston Dynamics, o Atlas, no video junto, de menos de 1 minuto. Estaremos nós de facto a assistir a um salto qualitativo na relação da humanidade com a tecnologia? A partir do momento em que há um robot que consegue fazer o que o Atlas faz, é possível que nada fique como dantes.

src="https://www.youtube.com/embed/fRj34o4hN4I?feature=oembed" width="480" height="270" frameborder="0" style="padding: 10px 10px;" allowfullscreen="allowfullscreen">




amiguismos

Mon, 11 Dec 2017 10:27:00 GMT

(image)

Três diferentes e recomendáveis títulos sobre a mesma época. Um tempo maravilhoso que tão cedo não vamos esquecer. Nem devemos esquecer. É que "eles" só fizeram o que fizeram porque nós deixámos. 

 




Sugestão musical

Thu, 07 Dec 2017 18:27:00 GMT

src="https://www.youtube.com/embed/o4bzRI0BUv0?feature=oembed&start=2" width="320" height="180" frameborder="0" style="float: left; padding: 10px 10px;" allowfullscreen="allowfullscreen">

 

As pessoas vão achar que esta canção está aqui por causa da medida tomada recentemente por Donald Trump. Em parte sim, mas se prestarmos atenção, esta letra tem mas é a tudo a ver com o Brexit. 

 




Lamento a interrupção mas preciso deste espaço para continuar a trocar correspondência com os professores.

Wed, 06 Dec 2017 14:29:00 GMT

Caríssimo José Guedes,   Mão pouco piedosa atirou-me a brava missiva. Verdade que, nestas semanas, outras me foram sendo arremessadas. Mas esta é especial. Seja pela hiperbolização vocabular, seja pelo hélas, nota-se que a prosa é esforçada. E como social-marialva e perigoso liberal, que sou, acredito que nenhum esforço deve ficar sem recompensa. Vai daí impelido à alvura do ecrã. E com outro animo visto que a resposta do meu amigo cuida do tema preferido dos professores quando tratam de ensino: os professores. Os professores, a vida difícil dos professores e, eventualmente, as responsabilidades de D. Maria na degradação da escola pública. Ah! A D. Maria. Que saudades eu tinha da D. Maria. E da primeira república. E do Estado Novo. Que saudades da pesada herança! D. Maria, mesmo morta, não pode, nem deve passar sem responder pelo estado da educação aos dias de hoje. Como Garcia da Orta tem de responder pela introdução dos genéricos no serviço nacional de saúde. Há nesta coisa da pesada herança uma espécie de justiça póstuma que não pode, nem deve ser descurada sob o risco de passarmos todos por especialistas em generalidades. Para quê exigir respostas aos vivos quando temos sempre os finados para chatear? Verdade. É defeito meu. Admito. Tenho alguns e este é só mais um. Mesmo crente na comunhão bem-aventurada com Deus e com todos os que estão em Cristo, continuo sem perceber a invocação dos nossos entes queridos em sessões espíritas, debates políticos e interpelações públicas. Não vá o diabo tecê-las e os mortos responderem mesmo. Acresce que a pesada herança serve perfeitamente para a nossa luso-serenidade. A derrota do Benfica na final com o Chelsea é responsabilidade do Bella Guteman, a falta de industrialização do país é responsabilidade do Marquês de Pombal e a instabilidade social e política do Brasil é culpa da colonização portuguesa. A pesada herança, serve. Mas é péssimo modelo, por exemplo, para as gentes de Singapura. Nascidas e criadas num pântano sem perceber que existem sempre circunstâncias históricas mitigantes que dispensam e subsituem a necessidade de resultados. E não são eles que estão à frente do dito ranking PISA? Não lhes vamos querer estragar isso, pois não? Mas admito que possa estar errado.  E pronto. Esta foi a primeira e última referência ao dito PISA. Por respeito. Respeito aos professores. E pudor. Só por miserável coincidência a melhoria relativa dos resultados da escola pública portuguesa coincide com o tempo do verdugo estrangeiro (vulgo troika) e do congelamento das carreiras. Caramba, meu amigo! É preciso ter um misto de azar e falta jeito para escolher argumentos. Mas pronto. Deixemo-nos de verónicas e regressemos. Diretos ao assunto. Como tentei explicar, nem precisamos de especialistas em eduquês para a coisa: algum progenitor deixa os seus filhos na escola pública quando pode pagar uma escola privada? E algum professor escolherá uma carreira na escola pública quando lhe é oferecida a mesma alternativa no privado? E isto é verdade no ensino superior? E isto é verdade no serviço nacional de saúde? Como diria o outro: Hélas. Não é a sua resposta, mas estas perguntas que encerram o debate. Estas simples perguntas. Podemos depois partir para as derivadas. E falar sobre responsabilidade dos governos, dos ministros, dos telemóveis nas salas de aula, das salas de aula antigas que agora eram novas, da educação que os pais dão aos f[...]



Plano benfiquista de leitura

Wed, 06 Dec 2017 00:08:00 GMT

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Trata-se dum excelente livro de divulgação científica. Começa com o relato do que aconteceu ao USS Yorktown em 1997. Por causa dum zero (especificamente, duma divisão por zero no software de controlo dos motores), esse navio da Marinha dos EUA ficou à deriva em alto-mar durante várias horas. Em 2017 como em 1997, um zero pode ser muito embaraçoso.




pelo sim pelo não substituiram a campanha

Mon, 04 Dec 2017 22:30:00 GMT

Consta que hoje a DriveNow explicou na TSF que a empresa não se arrisca largar BMW e Mini Coupé em Chelas e nos Olivais por "falta de densidade populacional".

Alguém explique aos responsáveis que no Restelo há sobretudo residências consulares e amplos jardins sem anexos para o airbnb. 

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Mon, 04 Dec 2017 17:01:00 GMT

Primeiro fiquei feliz. Depois percebi que Centeno ia acumular cargos.