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Movimentum - Arte e Cultura - SAPO Blogs



Last Build Date: Sun, 07 Oct 2007 23:18:27 GMT

 



Encerramento deste blog!

Sun, 07 Oct 2007 23:08:39 GMT

Ano novo, vida nova... bem, mais ao menos!

Na verdade este blog não vai mais ser actualizado... mas não desesperem! Ele ficará no ar, para quem quiser recordar, e de cara lavada continuará aqui!

(image)

A nova interface do blog, vem na sequência da abertura da página oficial do Movimentum - Arte e Cultura, a qual pode ser acedida aqui.

Para vossa referência, aqui fica o link aonde nos podem encontrar agora:

http://movimentum.kiquezas.net/


Então, até breve na nossa nova casa!!! 



NOITES DE POESIA EM VERMOIM... 6 Out 07

Thu, 04 Oct 2007 16:03:01 GMT


Esta é a frente e o verso do programa a distribuir no sábado, na "Noites de Poesia em Vermoim":


 
 (image)


Na parte musical da  "Noites de Poesia em Vermoim" teremos a presença dos "Sons do Vento" (Ivone Delgado e Bruno Pedro) que nos acompanham há mais de 8 anos (9 de Abril de 1999).

Contamos com a vossa presença e com a vossa colaboração na divulgação deste evento.

Então, até sábado!!!






NOITES DE POESIA EM VERMOIM

Sun, 30 Sep 2007 11:57:16 GMT

CONVITE




Sábado, 6 de Outubro 2007

21,30 horas

Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim

Lugar da Igreja

4470-303 Maia


Tema: Já se malhou a colheita


Acompanhamento musical:

"Sons do Vento" - Ivone Delgado e Bruno Pedro







"UMA NOITE COM... CHE GUEVARA"

Wed, 19 Sep 2007 15:18:51 GMT

No dia 13 de Outubro de 2007, Movimentum - Arte e Cultura e o Grupo Dramático e Musical Flor de Infesta vão, no anfiteatro deste, recordar CHE GUEVARA num espectáculo de música e poemas dedicado a este símbolo de resistência para os países oprimidos.“Uma Noite com… Che Guevara” será a nossa maneira de manter bem vivo o seu espírito de lutador e a sua luta por um mundo novo, sem opressores nem oprimidos.Contamos com a vossa presença e que nos ajudem a divulgar este evento. José Gomes   Em Outubro de 1965, Fidel de Castro lê a carta que Che Guevara lhe havia mandado, a qual dizia:  «A Fidel de CastroHavana. “Ano da Agricultura” Fidel, Neste momento lembro-me de muitas coisas – de quando te conheci no México, em casa da Maria Antónia, de quando me propuseste juntar-me a ti, de todas as tensões causadas pelos preparativos... Um dia vieram perguntar-me quem deveriam avisar em caso de morte e a possibilidade real deste facto afectou todos nós. Mais tarde soubemos que era verdade, que numa revolução ou se vence ou se morre (se a revolução for autêntica). E muitos companheiros ficaram-se pelo caminho em direcção à vitória... Hoje, tudo tem um tom menos dramático, porque estamos mais maduros. Mas os factos repetem-se.Sinto que cumpri com a parte do meu dever que me prendia à Revolução Cubana no seu território e despeço-me de ti, dos camaradas, do teu povo, que agora é meu. Renuncio formalmente aos meus cargos no Partido, ao meu lugar de ministro, à minha patente de Comandante e à minha cidadania cubana. Legalmente nada me liga a Cuba, apenas laços de outro tipo, que não se podem quebrar com nomeações. Fazendo o balanço da minha vida passada, acho que trabalhei com suficiente integridade e dedicação para consolidar o triunfo revolucionário. A minha única falha grave foi não ter tido mais confiança em ti desde os primeiros momentos da Sierra Maestra não ter compreendido com a devida rapidez as tuas qualidades de líder revolucionário. Vividias magníficos e, ao teu lado, senti o orgulho de pertencer ao nosso povo nos dias brilhantes, embora tristes, da crise do Caribe (a questão dos mísseis soviéticos em Cuba). Raramente um estadista fez mais do que tu naqueles dias; orgulho-me também de te ter seguido sem vacilar, identificando-me com a tua maneira de pensar, de ver e avaliar os perigos e os princípios. Outras terras do mundo requerem os meus modestos esforços. Eu posso fazer aquilo que te é vedado devido à tua responsabilidade à frente de Cuba e chegou a hora de nos separarmos. Quero que se saiba que o faço com um misto de alegria e pena. Deixo aqui as minhas mais puras esperanças de construtor e os meus entes mais queridos. E deixo um povo que me recebeu como um filho. Isso fere uma parte do meu espírito. Carrego para novas frentes de batalha a fé que me ensinaste, o espírito revolucionário do meu povo; a sensação de cumprir com o mais sagrado dos deveres: lutar contra o imperialismo onde quer que esteja. Isso consola-me e mais do que isso cura as feridas mais profundas. Declaro uma vez mais que liberto Cuba de qualquer responsabilidade, a não ser aquela que provém do seu exemplo. Se chegar a minha hora debaixo de outros céus, o meu último pensamento será para o povo e especialmente para ti, a quem digo obrigado pelos teus ensinamentos e pelo teu exemplo, aos quais tentarei ser fiel até às últimas consequências dos meus actos; que estive sempre identificado com a política externa da nossa revolução e assim continuarei; que onde quer que me encontre sentirei a responsabilidade de ser revolucionário cubano e, como tal, actuarei. Não lamento por nada deixar, nada material, para os meus filhos e para a minha mulher. Estou feliz que seja assim. Não peço nada para eles, pois o Estado lhes dará o suficiente para viver e se educarem. Teria muitas coisas a dizer-te e ao nosso povo, mas sinto que não são nece[...]



Para que a história os não esqueça

Mon, 10 Sep 2007 20:52:35 GMT

"Colocado numa transição histórica, pagarei com a minha vida a lealdade que dediquei ao povo. E vos digo que tenho a certeza de que a semente que entregaremos à consciência de milhares e milhares de chilenos não poderá ser cortada definitivamente. Trabalhadores de minha Pátria! Tenho fé no Chile e no seu destino. Superarão outros homens neste momento cinza e amargo onde a traição pretende se impor. Sigam vocês sabendo que, muito mais cedo do que se possa pensar, se abrirão, de novo, as grandes alamedas por onde passe o homem livre, para construir uma sociedade melhor." Salvador Allende, 11 de Setembro de 1973 Homenagem ao Povo do Chile Foram não sei quantos mil operários trabalhadores mulheres ardinas pedreiros jovens poetas cantores camponeses e mineiros foram não sei quantos mil que tombaram pelo Chile morrendo de corpo inteiro. Nas suas almas abertas traziam o sol da esperança e nas duas mãos desertas uma pátria ainda criança. Gritavam Neruda Allende davam vivas ao Partido que é a chama que se acende no povo jamais vencido. - o povo nunca se rende mesmo quando morre unido. Foram não sei quantos mil operários trabalhadores mulheres ardinas pedreiros jovens poetas cantores camponeses e mineiros foram não sei quantos mil que tombaram pelo Chile morrendo de corpo inteiro. Alguns traziam no rosto um rictus de fogo e dor fogo vivo fogo posto pelas mãos do opressor. Outros traziam os olhos rasos de silêncio e água maré-viva de quem passa uma vida à beira-mágoa. Foram não sei quantos mil operários trabalhadores mulheres ardinas pedreiros jovens poetas cantores camponeses e mineiros foram não sei quantos mil que tombaram pelo Chile morrendo de corpo inteiro. Mas não termina em si próprio quem morre de pé. Vencido é aquele que tentar separar o povo unido. Por isso os que ontem caíram levantam de novo a voz. Mortos são os que traíram e vivos ficamos nós. Foram não sei quantos mil operários trabalhadores mulheres ardinas pedreiros jovens poetas cantores camponeses e mineiros foram não sei quantos mil que nasceram para o Chile morrendo de corpo inteiro.   José Carlos Ary dos Santos VENCEREMOS [...]



Noites de Poesia em Vermoim – a reportagem de 1 de Setembro 07

Sun, 02 Sep 2007 23:12:05 GMT

(Reportagem da Noite de 1 de Setembro de 2007)   As portas do Salão Nobre da Freguesia de Vermoim abriram-se nesta noite cálida de Verão para receber os poetas e os amigos da Poesia. Os sorrisos sucederam-se aos abraços e contaram-se algumas “aventuras” das férias, antes de se dar início à Sessão.   Uma Noite de Poesia em que o tema “Estação das marés-vivas” conseguiu induzir uma brisa refrescante e romântica aos poetas que intervieram.   JG abriu a Sessão cumprimentando os presentes neste regresso de férias e justificou a ausência dos “Sons do Vento” que foram substituídos por José Silva, que nos encantou com interpretações de Adriano Correia de Oliveira e José Afonso.   Maria Mamede iniciou a “Noites de Poesia em Vermoim” com a leitura do texto poético de Paulo Sérgio. Seguiram-se poemas lidos pelos poetas Armindo Cardoso, Adérito Morais, Maria Mamede, Avelino Fernando, Fernanda Garcias, João Diogo (Poesia na Net – lido por José Gomes), Jaime Gonçalves, Ferreira da Costa, José Gomes e Teresa Gonçalves.Desta primeira parte escolhi o poema de Avelino Fernando:   Estação das marés-vivas   Sentei-me nos rochedos a contemplar Aquela massa líquida imensa Deixando o pensamento divagar Pois a alma também pensa   Agitada, se atirava com força De encontro à costa Me fazendo lembrar a menina moça Contrariada e sem resposta   Momentos de tristeza me assaltaram Mas de alegria também Por tudo o que me levaram Mas eu ainda estou aqui meu bem   Quanto sábia é a mãe natureza Pois tem tudo em harmonia Só o humano na sua realeza Não percebeu como ela o desafia   Percorri tanto mar Atravessei-o no meu veleiro Enfrentei marés-vivas Mas não consegui ser pioneiro   Estamos na Estação das marés-vivas Estamos para mudar de Estação Gosemos férias repartidas Pois ainda reina o verão.   Avelino Fernando (Poema declamado pelo autor, nesta Sessão).     José Silva substituiu “Sons do Vento” que, por motivos imprevistos não puderam estar presentes. Adriano  Correia de Oliveira e Zeca Afonso foram recordados pela voz deste amigo. Começou por cantar Adriano, chamando a atenção para o 25 º aniversário da sua morte que terá lugar no próximo dia 16 de Outubro.     Erguem-se muros Música: Adriano Correia de Oliveira Letra: António Ferreira Guedes   Erguem-se muros em volta do corpo quando nos damos amor semeia a revolta que nesse instante calamos   Semeia a revolta e o dia cobrir-se-á de navios (bis) há que fazer-nos ao mar antes que sequem os rios   Secos os rios a noite tem os caminhos fechados (bis) Há que fazer-nos ao mar ou ficaremos cercados   Amor semeia a revolta antes que sequem os rios...   No tema “Livre” colaboraram os poetas Armindo Cardoso (com um poema evocativo ao poeta Castro Reis), Fernanda Garcias, Adérito Morais, Maria do Céu Guedes (com um poema evocativo ao poeta Castro Reis), António Castilho Dias, Avelino Nogueira, Jaime Gonçalves, Ercília Freitas, José Gomes, Teresa Gonçalves, Ferreira da Costa e Maria Mamede.   Ferreira da Costa (Vídeo com a declamação de "Corridinho", por Ferreira da Costa).     ESTA VIDA É UM CORRIDINHO   A vida é um corridinho, Corre, corre, sem parar, Dés que um homem vem ao mundo Té que vai a enterrar. Nasce a gente e de repente, Corre este risco sem par, De morrer logo à nascença Ou de ter que cá ficar.   Corre, corre, corridinho, Corre, a vida sem parar.   Em miúdo corre e chora Prá mãe lhe dar de mamar Depois pula, rasga e estraga, Pelos jardins a brincar. Corre depois para a escola, Corre aos livros pra estudar, Corre depois na parada, Quando vai pra militar.   Corre, corre, corridinho, Corre, a vida sem parar.   Corre o tempo e volta à terra, Com ideias de casar. Corre logo ao bailarico, Corre à proc[...]



Noites de Poesia em Vermoim - 1 Setembro 2007

Mon, 27 Aug 2007 18:45:31 GMT

Sábado   -  1 Setembro 2007 - 21,30 horas Estação das marés-vivas   Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim   Lugar da Igreja - 4470-303 Maia Temas: Estação das marés vivas Livre   Colaboração Musical:             - “Sons do Vento”  - Ivone Delgado e Bruno Pedro   Apresentação e coordenação: Esta Sessão marcará o recomeço das Noites de Poesia em Vermoim a realizar no primeiro sábado de cada mês.Contamos com a vossa ajuda na divulgação deste evento e, claro, com a vossa presença.Até Sábado em Vermoim.José Gomes [...]



Notícias Científicas da Nasa - III

Sat, 25 Aug 2007 19:13:04 GMT

 

De:

Noticias Ciencia de la NASA

Data:

25-08-2007

Assunto: Marte e Lua em 27 de Agosto 2007


 

 

 (image)


 

Noticias Científicas da NASA de 21 de Agosto 2007



A Terra e Marte estão a convergir rapidamente, a uma velocidade relativa de 35.400 km/h.


Contrariamente aos rumores, Marte não será visível com o tamanho com que se vê a Lua cheia, mas haverá algo de “misterioso e marciano” para se procurar no céu nocturno da próxima semana.



Toda a reportagem
em:


http://ciencia.nasa.gov/headlines/y2007/21aug_hurtlingtomars.htm?list352546

 


Página principal: http://ciencia.nasa.gov/


 

Bom fim de semana e atenção ao dia  27 de Agosto de 2007.

 


José Gomes


 





Noticias Científicas da NASA - II

Mon, 30 Jul 2007 20:47:27 GMT

De: Noticias Ciencia de la NASA Data: 30/07/2007 Assunto: As Grandiosas Perseidas                                                                                                                                                   Noticias Científicas da NASA   A "Chuva de Estrelas"  Perseidas aproxima-se e os especialistas afirmam que será um grandioso espectáculo.   TODA A REPORTAGEM em: http://ciencia.nasa.gov/headlines/y2007/11jul_greatperseids.htm?list352546       Página principal: http://ciencia.nasa.gov/         Perseidas Uma das mais famosas e popularmente conhecidas como “Chuvas de estrelas” (enxames de meteoros) anuais é o das Perseidas, assim chamadas pelo seu radiante estar na constelação de Perseu e acontece em pleno Verão para o hemisfério norte e Inverno para o hemisfério sul, com um máximo de intensidade no dia 11 de Agosto, e oferece como média cerca de 60 meteoros por hora. As condições de observação dos meteoros variam de ano para ano, em conformidade com que a Terra encontre, no seu caminho, uma zona mais ou menos densa destas partículas.   30 Julho 07  [...]



Noticias Científicas da NASA

Sat, 28 Jul 2007 18:54:41 GMT


De:
Data:
28-07-2007 4:51:44
Assunto: Os Veículos Exploradores de Marte estão retidos numa tempestade de pó
 
 
 (image)
 
Noticias Científicas da NASA

 


Aproxima-se uma forte tempestade de pó em Marte que está a provocar uma crise energética nos veículos exploradores da NASA neste planeta. 

O pó na atmosfera marciana bloqueou em 99 por cento a luz solar que chega directamente ao veículo explorador Opportunity, deixando só a escassa e difusa luz do céu para o abastecer de energia.

 


TODA A REPORTAGEM em:

 

http://ciencia.nasa.gov/headlines/y2007/20jul_duststorm.htm?list352546

 




Página principal: http://ciencia.nasa.gov/

 



Bom fim de semana.



Sonho de uma Noite de Verão - Shakespeare

Mon, 23 Jul 2007 13:51:08 GMT


Pé no Charco – Teatro Oficina de Vermoim


(image) Pé no Charco – Teatro Oficina de Vermoim” apresentou no dia 20 de Julho, em Vermoim, uma adaptação da peça de Shakespeare “Sonho de uma noite de Verão”. Uma comédia bem adaptada e com uma boa interpretação dos actores deste teatro-oficina.

 

Esta obra de Shakespeare foi imaginada e escrita em pleno Renascimento e soube associar a natural influência clássica à frescura e ao encanto de uma poética profana. Nesta peça encontramos fantasmagorias, bosques imaginários povoados por fadas e duendes, a docilidade da noite, os jogos e a plenitude do amor. “Sonho de uma Noite de Verão” fala de sonhos, dá novas formas à realidade, estimulou a exaltação de sentimentos, inspirando pintores, músicos e poetas que criaram obras que desafiaram o Tempo.

 

Este tema foi “trabalhado” pela actriz Daniela Pego que soube “criar” em palco a atmosfera burlesca e cheia de boa disposição imaginada por Shakespeare. Saliento as canções escolhidas que deu à peça uma forma ritmada e que fez esquecer “pontos mortos”, a interpretação dos actores que desempenharam o papel dos “elfos/fadas” e os “mestres” que prepararam a peça de teatro para o duque de Atenas, sem esquecer o guarda-roupa simples mas que deu vida às personagens criadas.

 

Parabéns à Daniela pelo seu trabalho como encenadora (e actiz) e ao elenco da peça pela vida que deram aos seus personagens. A figura burlesca do Lifagado (Paulo Soares) “saltou” do palco e mexeu com os espectadores, arrancando gargalhadas só pela mímica, os esgares e as suas figuras corporais.

 

Parabéns pela peça.

Voltem depressa, que quero filmar!

 

José Gomes

 

 







Noites de Poesia em Vermoim – a reportagem de 7 de Julho 07

Thu, 12 Jul 2007 09:59:27 GMT

  (Reportagem da Noite de 7 de Julho de 2007) Bendito   O Sol liquefaz-se, é rio; A sua luz, água ao vento; Sobre o mar turvo, cinzento, Tem qualquer coisa de frio.   Chamam-lhe Deus os pagãos. Depois, o Sol, quando passa Solta os cabelos, com graça, Deixa-nos oiro nas mãos…   Pedro Homem de Mello   (Poema declamado nesta Sessão).     Foi uma Noite de Poesia diferente e, embora menos concorrida que habitualmente, os poetas e espectadores presentes deram aquele ritmo e calor humano a que estamos habituados.   “Tanta concha, tanta areia” foi o tema tratado pelos poetas Jaime Gonçalves, Fernanda Garcias, Armindo Cardoso, Avelino Fernando, João Diogo (Poesia na Net – pela voz de José Gomes), Lourdes Costa, José Gomes e Albino Santos. José Gomes disse, ainda, poemas de Paulo Sérgio, Maria Mamede e Teresa Gonçalves que foram enviados para esta sessão.  Actuação da Escola de Dança da Filarmonia de Vermoim/Junta Freguesia Na impossibilidade de actuação do “Quarteto da Filarmonia de Vermoim” a Junta de Freguesia de Vermoim deu-nos a conhecer um dos seus maiores “trunfos”: a Escola de Dança da Filarmonia de Vermoim/Junta de Freguesia. Constituída por 5 simpáticas raparigas, conduzidas pela professora Sofia, que nos deliciaram com uma bela performance com muito ritmo… valeu a pena! Esperamos por mais, depois de férias!!!   No tema “Livre” colaboraram os poetas Jaime Gonçalves, Fernanda Garcias, Armindo Cardoso, Avelino Fernando, Ercília Freitas, José Gomes e Albino Santos.   Lourdes e Cesário Costa cantaram-nos “Desfolhada” numa versão que o Cesário adaptou quando esteve a cumprir o serviço militar há 30 e tal anos atrás…   Albino Santos declamou este soneto seu dedicado a esta Terra tão maltratada:   Colectiva Insanidade   Tanto mal fizemos a esta humanidade que quando a contemplo bem suspeito que tomados por colectiva insanidade se ache bem o mal que se tem feito   O que era belo já não tem beleza, Tudo apodrece sem amadurecer E ferida de morte a própria Natureza Se vai definhando até desaparecer…   Em tal sorte se tornou este tormento, Que não me envergonhando de ser gente De viver neste mundo me envergonho.   E se o mundo continua desatento, Vejo eu, cada vez mais claramente Que reparar o mundo, só em sonho!...   Albino Santos   (Poema declamado pelo próprio).     Se tudo correr bem Voltaremos a Vermoim no dia 1 de Setembro, às 21,30 horas e o tema que propomos é “Estação das marés vivas”.   Cá vos esperamos em Setembro! Boas Férias.   José Gomes[...]



NOITES DE POESIA EM VERMOIM... 7 Julho 07

Mon, 02 Jul 2007 22:12:26 GMT

No próximo Sábado 7 de Julho de 2007 pelas 21h30m   Tema: Tanta concha, tanta Areia ¤ Apareçam no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim (Lugar da Igreja, 4470-303 Maia) Até sábado!   Página 161: Pegar no livro mais próximo (Não precisa de ser o que andam a ler) Abri-lo na página 161 Procurar a 5ª frase completa Colocar a frase no vosso blogue ou como comentário no meu Não vale procurar o melhor livro que têm, usem o mais próximo Passar o desafio a cinco pessoas Livro: “Uma verdade inconveniente” - de Al Gore Frase: “A nossa capacidade de análise leva-nos, por vezes, a uma ilusão arrogante de que somos tão especiais e únicos que a Natureza não se encontra em ligação connosco ” [...]



Estranhos no Paraiso

Tue, 26 Jun 2007 21:49:42 GMT

(...) Os tambores de guerra soam cada vez mais alto! Enquanto se tenta a todo o custo evitar uma guerra, os exércitos espalham-se estrategicamente, apertam o cerco, provocam pretextos, deslocam materiais de destruição... dolentemente, indiferente ao que se passa, grandes torres vão chupando das entranhas da terra um líquido viscoso, negro... os repórteres, hipoteticamente no centro da acção, esperam a altura exacta de transmitir a notícia!... no lado de cá do televisor, sentado calmamente numa poltrona, charuto na mão cravejada de anéis, uma forma informe, afaga miniaturas dessas torres, esperando a altura para premir o botão...   E tu Homem, será que vais continuar a avançar, com um encolher de ombros, indiferente ao que se passa à tua volta?...! Abre os olhos, HOMEM, e vê! Vê essa sombra esguia, repelente, informe… Sentes um arrepio?! Estremeces?!! Sim, HOMEM, essa massa informe és tu, a tua indiferença, um pouco de ti mesmo, és tu na tua essência, a tua parte integrante do TODO a que chamas HUMANIDADE.   Abre os olhos, Homem, e vê… Há LUZ! Aproveita esse instante... Olha à tua volta…sente, aspira, afaga…     “Trrr... estado crítico... tremores terra à escala mundial... trr... trrr ...grau 10... trrr ...destruídas ...trr… cidades do globo... trr... não temos contacto com... trr... trrr... biiiimmmm…” ...   Já não há televisão, nem sofá, nem fome, nem guerra, nem máquinas de morte, nem gritos de dor!...     Ano zero   Chove copiosamente! O ribombar dos trovões, seguidos dos ziguezagues luminosos dos relâmpagos, rasgam o céu toldado de nuvens... as trevas começam a dar lugar à luz! ... Um Sol brilhante espreguiça-se no meio de farrapos escuros que se diluem no dia que nasce!... Um céu muito azul reflecte-se num mar verde onde, aqui e acolá, saltam peixes nas águas calmas. Círculos concêntricos ondulam em todas as direcções dardejando as cores do arco íris. No ar paira uma brisa perfumada!... Mais adiante, onde as ondas morrem em finos novelos de espuma branca, dois seres aquecem-se ao Sol, ainda húmidos de um mergulho no mar.   Dois pares de olhos azuis fitam-se, num mundo de mil promessas, num mundo que começa de novo...       José Gomes 26 Junho 2007[...]



António Feijó

Thu, 21 Jun 2007 13:27:06 GMT

PÁLIDA E LOIRA   Morreu. Deitada no caixão estreito, Pálida e loira, muito loira e fria, O seu lábio tristíssimo sorria Como num sonho virginal desfeito.   Lírio que murcha ao despontar do dia, Foi descansar no derradeiro leito, As mãos de neve erguidas sobre o peito, Pálida e loira, muito loira e fria...   Tinha a cor da rainha das baladas E das monjas antigas maceradas, No pequenino esquife em que dormia...   Levou-a a morte na sua graça adunca! E eu nunca mais pude esquece-la, nunca! Pálida e loira, muito loira e fria...   António Feijó, in Líricas e Bucólicas, 1884   António Feijó (1859-1917)   António Joaquim de Castro Feijó, poeta e diplomata português, nasceu em Ponte de Lima a 1 de Junho de 1859 e faleceu em Estocolmo a 20 de Junho de 1917.   Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra, onde teve por companheiros Luís de Magalhães, Manuel da Silva Gaio e Luís de Castro Osório, com quem fundou a Revista Científica e Literária. Desde os finais de 1870 até ao início da década de 1890 colaborou em vários periódicos, nomeadamente na Revista Literária do Porto, Novidades, Revista de Coimbra, A Ilustração Portuguesa, Museu Ilustrado, O Instituto e Arte (revista internacional fundada por Eugénio de Castro e Manuel da Silva Gaio). Em 1881 publicou o seu primeiro volume de poesias Sarcerdos Magnus e, no ano seguinte, Transfigurações, obras marcadas pela temática filosófica e pelo tom épico, que revelam um pessimismo e uma acusação nítida das imperfeições morais e sociais que o rodeiam. Seguiram-se Líricas e Bucólicas (1884) e À Janela do Ocidente (1885), reveladoras de um lirismo mais refinado. Após um breve período em que exerceu a advocacia ingressou, em 1886, na carreira diplomática, sendo primeiro cônsul no Brasil e a partir de 1891, em Estocolmo onde foi promovido a ministro plenipotenciário em 1901. Aí viria a casar-se com uma jovem sueca, Mercedes Lewin, cuja morte prematura o viria a influenciar numa temática mais fúnebre, patente na sua obra (por exemplo, no soneto Pálida e Loira). No Cancioneiro Chinês (1890), colecção de poesias chinesas adaptadas a partir da versão francesa de Judith Gautier, revelou o gosto pelo exotismo orientalista. Em Bailatas (1907), livro publicado sob o pseudónimo de Inácio de Abreu e Lima, parece ter a intenção de parodiar o Decadentismo, mas a verdade é que muitas dessas poesias atingem consonância com a própria sensibilidade simbolista. Os seus últimos volumes, particularmente a colectânea póstuma Sol de Inverno (1922), espelham o lirismo sóbrio, o simbolismo depurado, os motivos melancólicos, outonais, os temas da saudade e da morte, que são algumas das características da sua obra.   Os temas da sua poesia estão frequentemente ligados a um certo desencanto, a um sentimento de decadência e mágoa (também devido ao afastamento de Portugal), e ainda de pessimismo. Ao tema recorrente da morte associa um ideal de beleza fria e mórbida. O seu estilo contido e requintado, reflectindo, apesar da sua temática obsessiva, um distanciamento aristocrático, coloca-o num lugar singular da poesia portuguesa do seu tempo.   [...]



O nascimento de um Panda

Wed, 13 Jun 2007 19:02:46 GMT

A partir de um email recebido da Margarida, desenvolvi este vídeo. É uma animação em que tentei mostrar a beleza do nascimento até aos 180 dias deste animal de olhos meigos.

O Panda é uma espécie que não se reproduzia fora do seu ‘habitat’ natural; com o esforço dos veterinários conseguiu sobreviver em cativeiro e assim está livre de entrar em extinção".

Matheus Steiner, em 10/05/2007.



Tendo como fundo "
1492 - Conquista do Paraíso", as imagens misturam-se com a música. Para ver, ouvir e divulgar.


José Gomes




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Limpar o Almorode - a reportagem

Thu, 07 Jun 2007 22:26:03 GMT

(três fases do Almorode, hoje)   Limpeza do rio Almorode, na Várzea   A alegria da criançada presente neste dia na ponte do Almorode, em Vermoim, deu um tom diferente às cores deste rio e das suas margens. Muitas crianças com os pais ou as educadoras, jovens e menos jovens mas dispostos a limparem um rio que os outros teimam em sujar, o carinho que aquele grupo da Protecção Civil, de uniformes alaranjados e galochas até aos joelhos, ou de uniformes pretos da Vigilância Florestal, encheram sacos enormes de lichos variados, desde garrafas de plástico a panos, restos de electrodomésticos a lâmpadas, sacos plásticos a papel que baste, já para não falar dos pneus, chapas e o mais variado sortido de peças… Procurei, nas fotografias tiradas, ilustrar as horas em que a miudagem e os graúdos desenvolveram a acção de limpeza daquele pequeno troço do rio Almorode e que pretendeu sensibilizar não só os participantes mas também a comunidade de Vermoim, para a importância duma correcta gestão e conservação dos recursos hídricos. Foi distribuído, no “arranque” da operação, um desdobrável que acho muito interessante. É dele esta transcrição que ilustra, de uma certa forma, as palavras proferidas pelo presidente da Junta de Freguesia de Vermoim a todos os presentes:   “O Almorode   O rio Almorode, também conhecido por Avioso ou Arquinho, nasce em S. Pedro de Avioso (Maia) e desagua em Gueifães, no rio Leça, do qual é afluente. No seu percurso de 11 km atravessa, sucessivamente, as freguesias de S. Pedro de Avioso, Santa Maria de Avioso, Vermoim, Nogueira, Milheirós e Gueifães, recebendo água principalmente de 3 afluentes: a ribeira de Silva Escura, ribeiro de Guindes e a ribeira dos Mogos. O Almorode, com uma bacia hidrográfica de 33 km2, é o maior afluente do Rio Leça e o maior curso de água que nasce no concelho da Maia.   Até ao último terço do século passado, os ecossistemas que lhe estavam associados eram ricos em biodiversidade, albergando uma fauna e uma flora pujantes. Peixes, anfíbios, répteis, crustáceos, mamíferos e toda a sorte de plantas aí conviviam em harmonia natural. Constituía, igualmente, um importante recurso económico para as populações das suas margens. A fertilização induzida pelas suas cheias de Inverno tomavam os campos agrícolas adjacentes os mais produtivos de todo o distrito. A força motriz das suas águas movia inúmeros moinhos que produzia a farinha que deu o pão a gerações inteiras de maiatos. Até há 40 anos atrás, quando as máquinas de lavar eram mera ficção científica, pode dizer-se que o rio Almorode lavava a roupa a meia cidade do Porto. Era nas suas águas que muitas das inúmeras lavadeiras da Maia (a profissão que, em Vermoim rivalizava em número de efectivos com a de tamanqueiro) lavavam as roupas dos seus clientes da cidade do Porto, que transportavam em trouxas à cabeça. As roupas a secar e a corar, espalhadas pelas suas margens, eram a visão materializada do filme “Aldeia da Roupa Branca”.   Noutros tempos, em que o mundo era mais pequeno, o nosso rio foi o “Parque Temático”, a Disneylândia possível, de sucessivas gerações de crianças. Palco de mirabolantes aventuras e épicas “coboiadas”. Os seus “fundões” eram as piscinas onde se aprendia a nadar sem monitor, à custa de muitos “pirolitos” engolidos. Era o nosso pequeno Mississipi.   A industrialização e a pressão urbanística que se fez sentir nas suas margens, pa[...]



Limpar o Almorode - Divulgação/Participação

Wed, 06 Jun 2007 16:49:53 GMT

É JÁ AMANHÃ A Junta de Freguesia de Vermoim (Maia), com o intuito de sensibilizar a população para a necessidade de preservar os cursos de água, vai realizar no próximo dia 7 de Junho (feriado) - É JÁ AMANHÃ! - pelas 9h30, uma acção de limpeza das margens e do leito do Rio Almorode, apelando à participação popular e  institucional de todos os que queiram empenhar-se activamente na defesa dos rios e ribeiros e dos eco-sistemas que lhe estão associados. Tem-se verificado que a qualidade da água do Almorode tem vindo a recuperar paulatinamente, com o alargamento da cobertura da rede de saneamento básico. Porém, o seu leito e margens continuam a ser vítimas de agressões ambientais, uma boa parte delas originada pela falta de civismo e de educação de alguns, que continuam a encarar estes espaços públicos como se vazadouro privado de toda a sorte de lixos e entulhos. E isso tem que acabar! Os rios e todos os cursos de água são essenciais à qualidade e sustentabilidade da vida.   Divulga e Participa!   O Rio Almorode e a esta iniciativa podem ser melhor conhecidos e acompanhados em http://almorode.tumblr.com   Tudo sobre Vermoim (Maia) em www.jfvermoim.org   [...]



Noites de Poesia em Vermoim – a reportagem de 2 de Junho

Sun, 03 Jun 2007 22:12:33 GMT

(Reportagem da Noite de 2 de Junho de 2007) Aproxima-se Junho, o mês dos Santos Populares e, também mais uma Noite de Poesia em Vermoim, como sempre acontece há 8 anos, no primeiro sábado de cada mês, pelas 21h30, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim. A próxima sessão não podia ficar alheada da quadra, por isso o desafio que lança aos poetas é: "Vamos lançar mil balões". Em quadra, verso alexandrino ou em redondilha, o que importa é participar, "oh poetas da minha terra!". A música será dos "Sons do Vento" Foi assim anunciada no “sítio” da Junta de Freguesia de Vermoim (http://www.jfvermoim.org/) a “Noite de Poesia” de ontem. Ao contrário do que poderíamos esperar do tema e da época festiva que sugeria, poucos poetas apareceram.Mas dos poucos que fomos conseguimos fazer deste serão uma sessão agradável e participativa. Até o presidente Aloísio Nogueira tirou mais uma cartola do saco e presenteou-nos com o “rap do puto Lipe” e a “Ode ao Vasquinho” dedicados aos seus filhos Filipe e Vasco.A Maria Mamede, operada há pouco mais de uma semana, esteve ausente tendo mandado um abraço e uma palavra de carinho para todos os presentes e o respectivo “trabalho de casa” que foi lido pela Otília Martel. Foi transmitido o “pedido de desculpas” da ausência do Armindo Cardoso, presente na cerimónia de homenagem ao poeta Castro Reis. A acção “Limpar o rio Almorode” a desenvolver no dia 7 de Junho foi explicada pelo Tesoureiro da Junta, Mário Jorge, e pelo Presidente, Aloísio Nogueira, tendo sido lançado um desafio aos poetas para aparecerem na próxima 5ª feira, 7 de Junho, pelas 9,30 H, na Junta de Freguesia.Intervieram no tema “Vamos lançar mil balões” os poetas Avelino Fernando, Maria Mamede (pela voz de Otília Martel), Isabel Cruz (Poesia na Net – pela voz de José Gomes), Ercília Freitas e João Diogo (Poesia na Net – pela voz de Fátima Fernandes). No tema “Livre” colaboraram os poetas Avelino Fernando, Ercília Freitas, José Gomes, Domingos Ferreira, Teresa Gonçalves, Alice Campos, Fátima Ferreira, Carlos Andrade (desta vez sem a viola!!!) e Aloísio Nogueira.Os “Sons do Vento” (Ivone Delgado e Bruno Pedro) interpretaram temas dos Madredeus (A vida boa), Popular (Pastor da choupana), Minha amora madura e o Canto Moço de José Afonso.Carlos Andrade, desta vez sem a viola, cantou-nos um "Arranjo sobre Adriano". Voltaremos a Vermoim no dia 7 de Julho, às 21,30 horas e o tema proposto para esta noite é  “Tanta concha, tanta areia”.Será a última “Noite de Poesia em Vermoim” antes das férias de verão…Cá vos esperamos!   José Gomes (Carlos Andrade interpreta "Arranjo sobre Adriano") [...]



Vamos lembrar estas iniciativas...

Thu, 31 May 2007 11:40:34 GMT

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No próximo Sábado
2 de Junho de 2007

às 21h30m

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vamos lançar mil balões

*

Apareçam no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim
(Lugar da Igreja, 4470-303 Maia)

 


Dia 7 de Junho
9h30m

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Venha ajudar-nos a limpar o Rio Almorode!

Acompanhe esta iniciativa

clicando aqui!




AVISO

Wed, 30 May 2007 10:41:29 GMT

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Noites de Poesia em Vermoim - 2 Junho 2007

Mon, 28 May 2007 19:52:54 GMT



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Sábado          2 Junho 2007    às 21,30 horas



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Vamos lançar mil balões

Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim

Lugar da Igreja - 4470-303 Maia


 




Auschwitz

Mon, 21 May 2007 16:25:54 GMT

Auschwitz - a porta de entrada     Auschwitz – Este campo foi criado em 20 de Janeiro de 1940, a cerca de 60 quilómetros da cidade de Cracóvia (Polónia). Concebido inicialmente como prisão política, o campo foi ampliado em 1941, com pavilhões equipados com câmaras de gás e crematórios.     Auschwitz II (Birkenau) Campo de concentração de Auschwitz-Birkenau em 2001 O objectivo principal deste campo era de extermínio de prisioneiros. Para cumprir com este objectivo, equipou-se este campo com quatro crematórios com câmara de gás Cada câmara de gás podia receber até 2.500 prisioneiros por turno. O extermínio em grande escala começou na primavera de 1942.   Selecção dos prisioneiros em Auschwitz com a entrada visível ao fundo A maioria dos prisioneiros chegava ao campo de comboio, depois de uma longa e terrível viagem em vagões de carga, viagem essa que durava vários dias. A partir de 1944 a linha de comboio passou a chegar directamente ao campo. Algumas vezes, ao chegar o comboio, os prisioneiros eram levados directamente para as câmaras de gás. Noutras ocasiões, os nazis seleccionavam alguns para ser enviados para campos de trabalho ou para servirem de cobaias em várias experiências. Geralmente as crianças, os velhos e os doentes eram enviados directamente para as câmaras de gás. Aqueles que eram seleccionados para serem exterminados eram enviados a um dos grandes complexos de câmaras de gás/crematório nos extremos do campo. Dois dos crematórios (Krema II e Krema III) tinham instalações subterrâneas, uma sala para despir e uma câmara de gás com capacidade para milhares de pessoas. Para evitar o pânico, informavam-se as vítimas que iriam tomar banho de chuveiro e um tratamento desinfectante. A câmara de gás inclusive tinha tubos para duches, embora nunca fossem ligados à água. Ordenavam às vítimas que se despissem e deixassem seus pertences no vestiário, onde as poderiam recuperar no final do tratamento. Uma vez selada a entrada, descarregavam, pelas aberturas no tecto, o gás Zyklon–B (altamente tóxico e que era usado para combater os ratos e desinfectar navios. Em contacto com o ar desenvolvia gases que matam em questão de minutos). As câmaras de gás dos crematórios IV e V tinham instalações na superfície e o Zyklon-B era introduzido pelas janelas especiais nas paredes. Depois de mortos, os corpos eram levados para uma sala de fornos anexa e lá eram queimados.   Auschwitz foi o maior e mais terrível campo de extermínio do regime de Hitler. Em suas câmaras de gás e crematórios, foram mortas, pelo menos, um milhão de pessoas. No auge do Holocausto, em 1944, foram assassinadas seis mil pessoas por dia. Auschwitz tornou-se, assim, sinónimo de genocídio contra os judeus, ciganos e outros povos que foram perseguidos pelos nazis. São símbolos do Holocausto que foi perpetrado, a partir de 1940, pelo governo alemão comandado por Adolfo Hitler. Para que a História nunca mais se esqueça desta barbárie.   José Gomes[...]



Dançando com... as luzes!

Tue, 15 May 2007 22:33:36 GMT



"Dançando com... as luzes!" foi uma pequena animação de fotografias, sem qualquer cuidado especial, mas tentando dar uma sequência aos movimentos...


Passei, através de jogos de luzes, pelas iluminações de Natal e terminei nas de S. João, nesta cidade do Porto.


A música (Perfídia) e o ritmo dos Shadows fizeram o resto...


Para ouvir com o som alto...


Uma boa semana.


José Gomes

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Maio de 1968

Fri, 11 May 2007 21:10:13 GMT

Sarkozy (que venceu as últimas eleições francesas com 53 por cento dos votos) fez no último comício uma alusão ao Maio de 68, culpando-o de todos os males que tem sofrido a França. Para recordar esse movimento que atravessou fronteiras e abalou o mundo na segunda metade do século passado e antes que Sarkozy apague a memória colectiva de um movimento que fez tremer uma nação, deixo-vos com este trabalho que tentará retratar aquela época. Como documento histórico fica a canção «Nous sommes les nouveaux partisans», que se tornou uma espécie de hino do Maio de 68, cantado por Dominique Legrange.   1968 - As barricadas de Maio Em 1965, na periferia da capital francesa, foi criada a Universidade de Nanterre para acolher os estudantes que, por muitas razões, não podiam entrar nas Escolas Superiores tradicionais (Sorbone, Escola Normal, Escola Politécnica, etc.). Em 23 de Março de 1968, descontentes com a disciplina rígida, os currículos escolares e a estrutura académica conservadora, os estudantes de Paris organizaram protestos e boicotaram as aulas. A polícia, usando cassetetes e gás lacrimogéneo, atacou os estudantes que ocupavam a Sorbonne e realizou prisões em massa. Em 3 de Maio de 1968 a universidade de Sorbone foi ocupada pelos seus alunos como resposta ao fecho da universidade de Nanterre pelas autoridades, no dia anterior. Teve início uma onda de ocupações das universidades por toda a França. A polícia atacou brutalmente os estudantes. Estes desceram às ruas denunciando não só a brutalidade e a repressão policial, mas também a guerra do Vietname e as políticas imperialistas do governo francês e americano Este movimento estudantil espalhou-se às outras Faculdades originando greves e ocupações destas. A CRS, a polícia do presidente De Gaulle, usou de grande violência para restabelecer a ordem. O protesto estudantil contra o autoritarismo e o anacronismo das Academias rapidamente se transformou, com a adesão dos operários, numa contestação política ao regime gaulista. Foram ocupadas universidades, fábricas e outros sectores produtivos. Estudantes e trabalhadores aderiram a manifestações e estiveram unidos nas greves entretanto desencadeadas ou nas barricadas com que enfrentaram as chamadas forças da ordem. Em 6 de Maio ocorreu um confronto entre 13 mil jovens e a polícia. Os polícias lançaram bombas de gás lacrimogéneo e os jovens responderam à pedrada. Em 10 de Maio os estudantes ergueram barricadas nas ruas centrais de Paris que davam acesso ao Quartier Latin, centro universitário da cidade. A maior batalha entre a polícia e os manifestantes deu-se nesta área e ficou a ser conhecida pela “Noite das barricadas”. Em 13 de Maio deu-se a primeira manifestação conjunta de estudantes e trabalhadores. Mais de um milhão de trabalhadores e estudantes aderiram a uma greve geral e marcharam pelas ruas de Paris em protesto contra as acções policiais dos dias anteriores. Em 17 de Maio, mais 200 000 trabalhadores entraram em greve. Nos dias que se seguiram, o número de trabalhadores que aderiram à primeira greve geral na história da França foi aumentando. 11 milhões de trabalhadores se envolveram numa greve que durou mais de 2 semanas. Em 24 de Maio, o presidente De Gaulle anunciou que o governo levaria a cabo as reformas educacionais pedidas pelos estudantes e garantiu um aumento salarial signific[...]