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CigarraJazz



ou o jazz como filosofia sujacente à renovação no improviso da eterna procura ou o jazz como elo de ligação entre tudo o que apetece



Updated: 2017-10-24T19:33:25.741+01:00

 



NEA Jazz Masters Awards 13.01.2014

2014-01-14T12:04:30.607+00:00

frameborder="0" height="360" scrolling="no" src="http://new.livestream.com/accounts/211242/events/2613070/videos/39595741/player?autoPlay=false&height=360&mute=false&width=640" width="640">


2014 NEA Jazz Masters
Awards Ceremony and Concert
Honoring the 2014 National Endowment for the Arts Jazz Masters
JAMEY AEBERSOLD
ANTHONY BRAXTON
RICHARD DAVIS
KEITH JARRETT



1 Comentários

2013-11-06T19:54:30.469+00:00

R.I.P. Frank Wess. width="420" height="315" src="//www.youtube.com/embed/1PYfdGYthYI" frameborder="0" allowfullscreen>



David S.Ware (1949-2012)

2013-01-10T15:56:23.584+00:00

width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/f4VcJGWPiUo" frameborder="0" allowfullscreen>



Dave Brubeck - 1920-2012 Rest In Peace

2012-12-05T19:28:19.761+00:00

width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/7dmfS8WdK1I" frameborder="0" allowfullscreen> Faleceu hoje, com 91 anos. Dave Brubeck. Aqui, ainda um jovem com 88 anos, no tema que o colocou à escala universal, acompanhado desta vez não pelo autor do "Take Five", Paul Desmond (1924-1977), mas por outros excelentes músicos, Matt Brubeck (seu filho) no violoncelo, Randy Jones na bateria, Bobby Militello no sax e Michael Moore no contrabaixo - execução da peça que em nada a deixa ficar mal. Dizer que uma pessoa destas desaparece é um absurdo, não é?



2 Comentários

2012-12-01T19:54:12.927+00:00

width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IwFbUx0_Uto" frameborder="0" allowfullscreen> Ah, pois continuo a gostar...Vijay Iyer em intensidade, muito bem acompanhado. Vídeo de grande qualidade, como podeis constatar. Grata a quem o produziu. Não estive lá mas é como se estivesse estado.



0 Comentários

2012-05-11T16:49:42.762+01:00

Até sempre, Bernardo Sassetti (1970-2012)!



Dia Internacional do Jazz

2012-05-01T09:19:21.810+01:00

Para ver como foi festejado o dia 30 de Abril na ONU, consultar http://jazzday.com/. Eu festejei de forma mais simples, porque (com grande pena minha) já não aguento noitadas, e adquiri mais duas peças para a minha "music box" caseira, cuja audição só hoje vai acontecer. São elas o último de Esperanza Spalding "Radio Music Society" e uma edição da Clean Feed, já do ano passado - "So Soft Yet", por Dennis González (sopros) e João Paulo(Esteves da Silva)(Teclas). Escolha não programada, antes decidida por empatia súbita com as sugestões da loja, e porque andava há já algum tempo a ponderar razões para incluir obras destes músicos na cdteca cá de casa. Bem sei que os cds tendem a ficar obsoletos, e o seu som a sofrer erosão, mas quem e o que é que nesta vida não sofre erosão? Até porque um cd não é só som, a sua capa é um objecto estético regra geral muito interessante, que plasma tendências de época (as capas da Clean Feed são arte pura, de muito bom gosto), e a informação que os acompanha, mais nuns casos do que noutros, é preciosa para explicar ou acrescentar algo de que temos necessidade para além da música: O porquê, o que está na origem da criação de uma obra, quem está na sua génese e feitura. Bem sei que a internet tudo informa e explica. Mas ter na mão a capa de um cd é como ter um livro, uma caneta, um caderno, coisas com textura a que podemos transmitir um pouco da nossa pele, do nosso calor - é orgânico. É Jazz!



Matana Roberts

2012-04-29T19:47:30.908+01:00

width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/32CsP6s6dtc" frameborder="0" allowfullscreen> Uma saxofonista de Chicago para Nova Iorque, de ouvir e tirar proveito. Tomo nota por muitas razões. Coltraneana - John & Alice e outros, muitos outros.



FELIZ ANO NOVO! HAPPY NEW YEAR!

2012-01-01T12:39:10.619+00:00

src="http://player.vimeo.com/video/30272990?title=0&byline=0&portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen>

Swing of Change from Swing of Change on Vimeo.







Vijay Iyer - gosto porque gosto.

2011-05-31T19:54:28.187+01:00

width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/t7gkzJQzoFs" frameborder="0" allowfullscreen>



L.Tristano e T.Monk em versão A. von Schlippenbach

2011-02-10T13:05:58.495+00:00

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Bem sei que estou a fugir ao que por aí se diz, que Tristano não é para aqui chamado, só Monk. Mas que a primeira parte deste vídeo de um concerto que Schlippenbach deu em Colónia, em 2005, faz lembrar e bem o primeiro, isso ninguém me tira da ideia...Já que não fui ao concerto de Alexander, no sábado passado, deixo aqui uma espécie de auto-consolação.



Mário Laginha & Chopin

2011-02-09T11:34:56.657+00:00

Mário Laginha, já toda a gente sabe, editou um novo disco, em finais do ano passado. "Mongrel", nome escolhido para o cd, entra na catalogação musical de jazzfusão, por se tratar de uma re-escrita de peças de Chopin. Confesso que é muito raro gostar do resultado da fusão de géneros musicais e parto regra geral desconfiada para a sua primeira audição. Mas também sei que a arte e sensibilidade de Laginha são garante de bons resultados,  e não me enganei. O resultado ronda a perfeição. Muito agradável, som bonito, fluido, swingado até (Balada nº.1, op.23). Nunca Chopin imaginou...Nem eu, que adoro Chopin,  jazz e este nosso grande músico.



Lennie Tristano (1919-1978)

2011-02-09T11:38:30.568+00:00

(object) (embed)
Falar deste pianista e compositor é ouvi-lo, ouvi-lo e ouvi-lo e aprender o que é sentir esta forma musical chamada jazz sem precisar de mais palavras.
Lennie Tristano!



Rhythm and Blues Review (1955)

2010-11-25T19:37:40.168+00:00

(object) (embed)

E que tal um visita ao passado ?



Paula Sousa - Um caso de TDWR*

2010-11-17T12:26:28.168+00:00

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Paula Sousa, um caso de *talent deserving wider recognition (Talento a merecer maior reconhecimento, na nomenclatura Downbeat, como é do conhecimento do jazzófilo adito) é, ou passou a ser, de menção obrigatória quando se fala de jazz feito em Portugal. A atestá-lo, as quatro estrelas e meia atribuídas no Ipsilon (Suplemento cultural do jornal Público), de 5 de Novembro, página 44, ao seu cd Nirvanix (JACC Records).  O concerto que o lançou, de que o vídeo acima destaca um momento, no Museu do Oriente em Lisboa no passado Verão foi para mim uma boa surpresa. Não a conhecia como música de jazz e fiquei agradada com a qualidade das suas composições. Achei a sua execução (piano/teclas) muito emocional, sensibilizou-me a ternura e beleza das suas melodias. Uma inspiração de sensibilidade muito feminina (sei do que falo), que os seus instrumentistas acompanhantes, com destaque para João Paulo Esteves no acordeão, souberam muito bem (regra geral) apoiar e desenvolver.  Sara Serpa e Esperanza Spalding foram o duo inesperado, de que o vídeo aqui infelizmente não presta justo testemunho pela deficiente captação sonora. Portanto, nada como adquirir o cd e ouvir com prazer um talento nacional que merece ser, nunca é demais insistir, ouvido com os ouvidos e com o coração.



Patricia Barber e Kenny Werner em duo

2010-11-17T14:59:00.098+00:00

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Foi no domingo passado, algures nos USA, um encontro de dois grandes pianistas de jazz em duo numa experiência que estreia a colaboração entre ambos ao vivo.
(Foto: Valérie Booth, recolha de som: Oksana Makusheva)



Morreu Abbey Lincoln

2010-08-15T12:53:02.319+01:00

Credo, que desassossego. Não há maneira de me conformar com estas notícias que dão conta do desaparecimento daqueles que achamos que nunca hão-de ter idade para desaparecer. Abbey, afinal, já tinha 80 anos...Inimaginável. Uma jovem como ela, com aquela voz inconformada e transgressora, agreste até, uma antítese da cantora de jazz melíflua e certinha, não se imagina a partir assim. Nascida a 6 de Agosto de 1930, numa quinta no Michigan, com o nome de Anna Marie Wooldridge, mudou-se para a California, no início dos anos 50, onde começou a cantar em clubes de jazz, sob diversos pseudónimos profissionais, embora já usasse o nome de Abbey Lincoln, quando das suas primeiras gravações com a orquestra de Benny Carter, em 1956. Nessa época, soava à típica "girl singer", de voz simpática e suave. Mas, quando da edição dos seus álbuns Abbey is Blue (1959) e Straight Ahead (1961), começou a revelar uma postura mais pessoal e dramática, de conteúdo político, que o seu casamento com o baterista Max Roach (1962, separar-se-iam em 1970) ainda mais incentivou. Segue-se um período em que grava material polémico e se torna actriz. Só voltará a gravar nos Estados Unidos em 1979 What it is para a editora Columbia. Entre 1970 e 1980, gravou algumas coisas na Europa, mas de fraca qualidade. E só volta a cair na notoriedade quando, em 1991, assina um contrato com a Verve, de onde sai o muito aclamado You Gotta Pay The Band. Com o passar dos anos, a sua voz foi perdendo qualidades, mas a sua atitude e sua inteligência continuaram a marcar pontos na música americana por excelência. Percebe-se, hoje, a sua influência em Cassandra Wilson. Where ever you are, just keep on, Abbey!
(Fonte principal de informação: Richard Cook's Jazz Encyclopedia)



O lirismo de Renee Rosnes

2010-06-28T00:43:09.447+01:00




O concerto de Renee Rosnes a acontecer no Casino do Estoril no próximo dia 2 de Julho, foi o que escolhi de um cardápio bastante apetitoso mas, por motivos alheios à minha vontade, impossível de fruir integralmente. O que me prende a Renne Rosnes e me faz preterir todos os outros em sua função?:  A forma como utiliza o seu instrumento de eleição, o piano, para exprimir, em género post-bop, um lirismo, um sentimento poético em forma de melodia na qual as sensibilidades mais profundas se reflectem e revêem; e, como é próprio do jazz , se libertam...em estado de maravilha. Diga-se que se trata de um jazz muito susceptível de marcar por associação momentos mais emocionais das nossas vidas. Foi o meu caso. Tenho uma época da minha vida que ressurge das brumas da memória sempre que penso na parte da sua música que consta, há já uns bons anos, da minha colecção de cds, a começar pelo seu primeiro, "Renee Rosnes"(Gravado entre 1988 e 1989) e no seguinte, "For the Moment"(Gravado em 1990), ambos da Blue Note. 
É considerada uma das mais talentosas e criativas pianistas de jazz actuais, senhora de um percurso ricamente povoado de parcerias com a nata do jazz, tais como o falecido saxofonista Joe Henderson, Jon Faddis, Sonny Fortune, Gary Thomas, Wayne Shorter, Ron Carter, Brandford Marsalis, Lewis Nash, Ralph Bowen, J.J. Johnson, Dave Liebman, e, mais recentemente, como parte do SFJazz Collective, uma orquestra de jazz de que fazem parte, entre outros, Joe Lovano, Miguel Zenon, Joshua Redman, Dave Douglas e Nicholas Payton. 
Nasceu em Regina, Saskatchewan, Canadá, em 24 de Março de 1962. Teve formação musical clássica a partir dos 5 anos de idade e começou a interessar-se pelo jazz logo no liceu. Foi várias vezes premiada e recebeu uma bolsa de estudo para a Universidade de Toronto. Em 1985, foi viver para Nova Iorque, com o apoio do Canada Council of the Arts, e, em 1987, é convidada por Joe Henderson para integrar um quarteto, cuja secção rítmica era formada só por mulheres. Enceta assim a carreira brilhante de que hoje temos conhecimento. Casou há 3 anos com o também pianista de jazz Bill Charlap, com quem acaba de editar um álbum em duo, "Double Portrait", de que se podem ouvir excertos no site da NPR (ver link na barra lateral deste blogue). Já ouvi os dois temas que lá constam e gostei. Espero ainda hoje ouvir o resto.  





O pianista de jazz

2010-06-19T12:43:20.408+01:00

(image)
(Richard Boigeol)



Em memória de José Saramago (1922-2010)

2010-06-18T22:36:23.754+01:00

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Um grupo muito interessante: The Claudia Quintet

2010-05-16T19:57:53.486+01:00

A dois dias de ser posto à venda nos EUA, o novo álbum do grupo de jazz "The Claudia Quintet" está em audição gratuita na NPR até esse dia (18). No momento em escrevo isto, estou a finalizar a sua primeira audição e, de tão agradada, quero já partilhar aqui esta impressão que me fica e, se for a tempo, incentivar a visita à dita rádio. Royal Toast é o quinto album deste grupo, com Chris Speed (clarinete), Matt Moran (vibrafone), Ted Reichman (acordeão), Drew Gress (baixo),  John Hollenbeck (bateria); e, convidado especial, Gary Versace (piano). There are no people named Claudia, or women who could be named Claudia, in the Claudia Quintet. On its new album, Royal Toast, it's not even a quintet. There is, however, a drummer and composer named John Hollenbeck. He's got a knack for curious names, and more importantly, he writes really intriguing music (...) (PATRICK JARENWATTANANON, npr) . 





Goodbye Lena Horne (1917-2010)

2010-06-14T13:46:47.040+01:00

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Acabei de tomar conhecimento aqui do falecimento, aos 92 anos, da cantora norte americana Lena Horne, de que nos fica essencialmente a bela memória da sua interpretação do tema Stormy Weather, do filme homónimo de 1943. Faleceu no dia 9 de Maio.



"Recordar é viver"

2010-06-14T13:46:14.996+01:00

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É com muita emoção que vejo este miniepisódio da autoria de Paulo Seabra que apresenta o que vai ser um programa sobre o nosso querido Hot Clube de Portugal, a ser futuramente emitido na RTP2 com o nome AtensãoJazz. Promete ser uma homenagem à altura, pela amostra aqui presente e pelas pessoas que nele colaboram. Mal posso esperar.



Lee Konitz Trio no Village Vanguard

2010-01-31T18:21:16.384+00:00

Chamo a atenção para o concerto que a NPR gravou do directo feito pela WBGO do Village Vanguard, Nova Iorque, no passado dia 2o e cujo download grátis pode ser feito aqui . Dan Tepfer no piano, Matt Wilson na bateria e Lee Konitz no saxofone alto. Muito bom. A forma como cada tema evolui para algo que resulta diferente daquilo que estamos habituados a ouvir, um pianista muito interessante e de uma originalidade notável, o baterista que considero dos melhores que por aí andam . Momentos de jazz com muita fibra e inovação, num concerto que poderia não ter passado do morno, não fora a feliz e sábia junção destes três.