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Duelo ao Sol



P.Bogdanovich: Qual é o sentido da porta que se abre para John Wayne no início d´'A desaparecida' e se fecha sobre ele no final? J.Ford: Mmhmm...



Updated: 2017-11-17T15:10:49.863+00:00

 



Top 10 - Filmes do Século XXI

2016-09-04T16:03:33.455+01:00

A propósito disto, o meu top neste momento seria algo como isto:


Lost in Translation, Sofia Coppola
Shame, Steve McQueen
A History of Violence, David Cronemberg
Match Point, Woody Allen
Kill Bill/The Hateful Eight, Quentin Tarantino
Saraband, Ingmar Bergman
The Royal Tanenbaums/The Life Aquatic with Steve Zissou/The Darjeeling Limited/Hotel Chevalier/The Grand Budapest Hotel, Wes Anderson
Happy-Go-Lucky/One More Year, Mike Leigh
Copie Conforme/Like Someone in Love, Abbas Kiarostami




Abbas Kiarostami (1940-2016)

2016-07-17T15:23:08.008+01:00



Obituário no Público.



Michael Cimino (1939-2016)

2016-07-03T00:59:14.994+01:00


Obituário no Público.



Como ver um filme

2016-06-16T23:37:29.676+01:00


Não fiquei inteiramente convencido com este livro de David Thomson, que me pareceu algo desequilibrado. Mas nunca é de mais destacar a edição, por cá tão rara e errática, de um novo livro de cinema.
Thomson é um crítico consagrado (é autor do clássico "The New Biographical Dictionary of Film") e era bom que outros críticos, actuais e do passado, passassem a ter livros traduzidos em Portugal.



...

2016-01-13T22:10:32.607+00:00





David Bowie (1947-2016)

2016-01-11T21:48:38.140+00:00

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2015 (3)

2016-01-09T02:10:55.305+00:00





2015 (2)

2016-04-04T00:31:49.428+01:00



Não gostei tanto como gostaria de ter gostado do Moretti nem do filme de Manuel Mozos sobre Bénard da Costa; mas gostei de coisas de que ninguém gostou, como do Woody Allen ou até do Inarritu, muito por causa do Michael Keaton. E gostei do filme chanfrado do P.T.Anderson - não haverá muito mais gente capaz de adaptar assim Pynchon. Gostei moderadamente d´'A Juventude' do agora odiado Sorrentino, como gostei moderadamente do Michael Mann. Já da comédia do Bogdanovich, que vi no primeiro dia deste ano, gostei mais do que moderadamente.

De resto, ainda tenciono ver o 'Sono de Inverno' do Ceylan (oferta de Natal), o último Shyamalan e, talvez, o muito elogiado 'Phoenix'. A ver se ainda aparece algo que componha o ramalhete





2015

2015-12-26T22:58:34.686+00:00








Uma semi-desilusão

2015-11-10T20:57:18.471+00:00


Impossível não simpatizar com a homenagem ao mestre mas, para quem como eu, leu practicamente tudo o que está publicado dos escritos de Bénard da Costa , parece-me que este documentário pouco acrescenta...



...

2015-10-27T00:15:27.095+00:00





...

2015-09-30T23:58:10.386+01:00





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2015-08-01T23:26:33.458+01:00


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...

2015-07-31T15:04:26.589+01:00


Ao organizar o concurso de 'Bom Dia Tristeza',  Otto Preminger não andava à procura de Cécile, mas de Jean Seberg, e quando a encontrou, a questão que enfrentou não foi a de saber se "será digna de uma Cécile", mas antes: "Será que Cécile é digna de ser concretizada por Jean Seberg?"
François Truffaut, in Os Filmes da Minha Vida






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2015-06-10T12:29:29.681+01:00





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2015-05-31T00:10:58.347+01:00





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2015-04-13T20:24:33.535+01:00

O Lost In Translation é um filme de uma geração porque serve simultaneamente a narrativa cínica e a narrativa sentimental.
Tiago Cavaco, na revista LER (Edição de Março 2015, onde também se pode ler um bom artigo de João Lameira sobre João Bénard da Costa).



1908-2015

2015-04-02T23:55:58.452+01:00





Fernando Lopes - Um Rapaz de Lisboa

2015-03-30T22:04:45.207+01:00

No prefácio, Jorge Leitão Ramos (JLR) esclarece-nos perfeitamente sobre o livro que pretendeu escrever: "Sabia que não tinha nem o tempo nem os meios para uma biografia "à americana", daquelas que vasculham arquivos em vários pontos do mundo". Por isso, acrecenta,  "Fui aos meus arquivos, à minha memória, revi os filmes (...) e tentei um trabalho onde a vida, a obra e a sua recepção contemporânea fossem o essencial. E conclui com alguma modéstia: "(...) chamar-lhe-ia uma quase-biografia de Fernando Lopes".Ora pode-se dizer desde já que o autor cumpriu com boa nota estes objectivos. Ao longo do livro a vida 'pessoal' de Fernando Lopes vai sendo passada em traços largos (a ida para Lisboa, os casamentos), mas centrando-se a atenção de JLR quase totalmente no seu perfil mais público, nos filmes e na relação de Fernando Lopes com os meios intelectuais (e boémios) da sua época, em que um grupo de intelectuais, de diversas origens e tendências, mas todos cansados do provincianismo salazarista do país, se encontrava em tertulias pela noite lisboeta (no Ribadouro, no Vává): escritores como Baptista-Bastos, Nuno Bragança e Cardoso Pires, o fotógrafo e distribuidor Gérard Castello Lopes, o músico jazz Luiz Villas-Boas, ou os cineastas António Pedro Vasconcelos, César Monteiro e Seixas Santos ("um trio temível e inspirado, autointitulado os kimonistas em homenagem a Mizoguchi"). Muitos destes nomes, e outros, seriam colaboradores de Fernando Lopes ao longo da sua obra, e este livro é também um bom retrato desta geração que estaria na base do Cinema Novo e alteraria de vez o panorama cinematográfico português.O importante papel de Fernando Lopes como director da revista Cinéfilo e, mais tarde, do canal 2 da RTP, merecem capitulos próprios, mas são os filmes e a "sua recepção contemporânea" que  ocupam o grosso do livro.JLR é minucioso na análise da recepção do público e da crítica a cada filme, detalhando o número de espectadores (o filme com maior audiência seria 'Crónica dos bons malandros', com não mais de 70.000 espectadores) e as estrelas dadas pela crítica (incluindo por si próprio, que trata na 3ª pessoa, "JLR no Expresso deu 3 estrelas", provocando um efeito algo insólito no leitor...; mas diga-se que o único vestigio da escrita rebuscada que JLR derrama no Expresso só aparece neste livro quando JLR se auto-cita; de resto o crítico apaga-se um pouco perante o jornalista - e faz bem).Fernando Lopes em The Lovebirds, de Bruno de Almeida. É também através da análise aos filmes, que JLR nos faz entrar um pouco mais no lado privado de Fernando Lopes, quer seja a relação com a mãe ('Nós por cá todos bem'), com o pai e alguns amigos da "classe alta" ('O Delfim') ou as circunstâncias que levaram ao seu divórcio de Maria João Seixas ('Os sorrisos do destino'). É ainda realçada a teia de cumplicidades que o realizador foi tecendo, adaptando livros de amigos (Cardoso Pires, Carlos de Oliveira, Tabucchi) e colaborando com outros em argumentos (Baptista-Bastos, Vasco Pulido Valente).Se as críticas aos seus filmes depois de 'Belarmino' e de 'Uma abelha na chuva' foram sempre desiguais, uma coisa parece inequívoca: o "lugar muito especial" que Fernando Lopes - o cineasta e o homem -  "ocupa na nossa cinematografia, no nosso tempo, no coração dos membros da comunidade cinematográfica", para citar JLR. Como acrescenta bem o biógrafo, os convites que lhe foram feitos para participar como actor em filmes seus, por[...]



...

2015-03-25T22:13:43.642+00:00

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Birdman

2015-03-02T00:54:30.088+00:00


Iñárritu é uma bête noir de alguns críticos (e bem diferentes entre si), mas a mim não me causa espécie. Gostei de 'Amor cão', não gostei de '21 gramas', gostei de algumas coisas de 'Babel' e de outras não gostei nada; nunca vi 'Biutiful'.

Deste 'Birdman' gostei, posso até dizer que gostei bastante. Tem 40 minutos iniciais estupendos, depois perde um bocado o gás, mas mantém um nível elevado até ao fim. Michael Keaton encarrega-se disso (embora tenha perdido o Óscar para um gajo a fazer de deficiente, as usual; mas eu não ligo patavina aos Óscares, mesmo quando premeiam um filme como este que não tem nada a ver com os filmes que ganham os Óscares). Aliás, todo o elenco é muito bom. E o argumento ajuda. E a fabulosa banda sonora de bateria nem se fala.

Era gajo para lhe dar 4 estrelas.



Afinal, é possível

2015-02-28T21:14:00.732+00:00


adaptar, e muito bem, Thomas Pynchon. Grande P.T.Anderson.