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Vida de jogador: trocando seis por nada
Diariamente acompanhamos jogadores reclamando da situação dos clubes em que estão. As razões para o descontentamento são as mais variadas possíveis. Elas passam por falta de oportunidade no time, mau relacionamento com os companheiros e treinador, falta de identificação e brigas com a torcida ou uma proposta irrecusável de um time obscuro da Europa ou do Oriente Médio. Bem, poderíamos gastar horas listando o que os atletas inventam de desculpas para abandonar um clube e procurar outro lugar para jogar. Está certo que os clubes, em muitas oportunidades, não cumprem o prometido com os atletas, mas eu acho que os profissionais são muito mal orientados em alguns casos. Muitos não o devido valor à situação privilegiada de poder estar num clube grande, com estrutura, e acabam se enfiando em tremendas barcas furadas. Por essa precipitação acabam tendo suas carreiras seriamente prejudicadas e abreviadas. Leia mais (25/05/2010 - 17h07)



Palavras de ordem
Comprometimento, garra, coração e guerreiro. Parece que nos últimos tempos essas palavras se tornaram as qualidades mais importantes procuradas em um jogador de futebol. Não vou dizer que esses predicados sejam desprezíveis, principalmente hoje com os times cada vez mais equilibrados, mas existem vários atributos que são muito mais importantes em um jogador de futebol. Eu prefiro antes de tudo que os jogadores do meu time sejam craques, tenham talento e habilidade para numa única jogada driblar um guerreiro perna-de-pau e decidir a partida. O que me deixa chateado é que boa parte dos torcedores parecem que está encantada com os chamados jogadores comprometidos. Fico perplexo quando o público vibra com um zagueiro ou volante, sem ninguém por perto, dando um chutão para as arquibancadas --se for de bico e o jogador sacudir os braços, aí o estádio vai ao delírio. Fora os que vibram como um gol quando um volante arranca tufos de gramado para dar um carrinho num lance sem nenhum propósito. Leia mais (18/05/2010 - 15h09)



O trabalho no lugar do momento
Pronto, já temos os 23 da Copa. A convocação não teve nenhuma surpresa --aliás, nunca devemos esperar nada surpreendente do pragmático Dunga. O treinador apostou nos jogadores que o levaram à conquista de vários títulos nos último anos, e muitos que ele tem o crédito --não sei se positivo- de ter descoberto para a seleção. Até Grafite sabia que estava com o conceito elevado com o técnico e já ouvia de alguns líderes do time o aviso: "Nos vemos na África do Sul". Já escrevi aqui que não gosto dessa teoria que alguns defendem (Dunga é um deles) de que atualmente a seleção não é mais a reunião dos melhores do momento e que um time para a Copa é formado durante quatro anos de trabalho. Por isso, o que chama a atenção na convocação do nosso técnico é que ele chamou para o Mundial vários jogadores que passam por um momento muito ruim. Leia mais (11/05/2010 - 16h54)



Respeitar as características
Temos um conceito errado quando falamos que determinada equipe jogou bem. Ter uma boa atuação em uma partida está muito longe de apenas jogar bonito e fazer muito gols. É lógico que qualquer torcedor ou analista prefere uma equipe que jogue ofensivamente e procure sempre atacar. Mas, em muitas oportunidades --seja por causa da qualidade do elenco ou por um jogo em especial-- é impossível armar uma equipe ofensiva. Para que uma equipe consiga jogar bem é preciso respeitar as características dos seus jogadores, para tirar o melhor rendimento possível. Se uma equipe tem melhor desempenho jogando no contra-ataque e fechada não tem porque atacar sempre, o desastre vai ser inevitável. O mesmo raciocínio vale para a situação contrária. Um time que joga no ataque dificilmente vai passar apuros tentando jogar apenas se defendendo. Leia mais (04/05/2010 - 15h40)



Análises cada vez mais precipitadas
Fico intrigado com o que acontece no futebol no momento. Toda semana é preciso criar um mito, ou um culpado. Um jogador faz dois gols no final de semana e é tratado como o novo Pelé. Cria-se uma expectativa em cima do jogador e, é lógico, no próximo jogo, se ele não fizer gol, já começa uma campanha para destruir o atleta que teve seu ego inflado. O imediatismo não poupa ninguém. Vou dar o exemplo de Messi. Não faz muito tempo, o camisa 10 do Barcelona era tratado como um quase deus. Não faltavam as comparações com Maradona. Os mais afoitos, empolgados com a atuação de Messi contra o Arsenal, já diziam que quem acompanhou aquela partida era testemunha de um dos momentos mais marcantes da história do futebol. Pois bem, foi só o argentino não jogar bem uma partida para que os mesmos que o chamavam de gênio passassem a chamá-lo de jogador normal. Aliás, a tal partida a qual me refiro foi contra a Inter de Milão --e não contra um time qualquer--, na casa do rival, valendo uma vaga na final da Copa dos Campeões. É lógico que somente esta atuação já foi o suficiente para chamá-lo de pipoqueiro e dizer que ele não joga bem partidas decisivas. Leia mais (27/04/2010 - 18h56)



7 de ponta-direita, 5 de volante...
Nos últimos dias, com a proximidade do início do Campeonato Brasileiro e da Copa do Mundo, tenho passado um bom tempo pesquisando edições antigas de jornais e revistas. Durante a procura achei um comercial tendo como garoto-propaganda o então presidente corintiano, o folclórico Vicente Matheus. No comercial ele anunciava um modelo de sapato tradicional da Vulcabrás cujo nome era 752. Para que os consumidores não esquecessem o nome do calçado, Matheus emendava "sete de ponta-direita, cinco de volante e dois de lateral-direito". A maneira que Vicente Matheus nos ensinava para guardar o nome do calçado logo me fez lembrar também do treinador Osvaldo Brandão. Vitorioso técnico no comando do São Paulo, Palmeiras e Corinthians --principalmente na quebra do jejum de 23 anos sem título, tendo Matheus como presidente-- sempre que queria um reforço chegava à diretoria de futebol e pedia: "quero um 9 e um 3". Pronto, estava dado o sinal de que Brandão gostaria que o time contratasse um centroavante e um zagueiro-central. Leia mais (20/04/2010 - 13h54)



O que o futebol ensina
Sempre me perguntam qual é a importância --e se é válido-- ter tanto conhecimento do que acontece no futebol. Ficam me questionando --e também me importunando-- de qual é a relevância de se saber quem marcou o primeiro gol em Copas do Mundo, se tal clube venceu um rival no Campeonato Paulista de 1955 ou perder boa parte do final de semana tentando acompanhar tudo que acontece de futebol pelo planeta. Digo que o conhecimento da história e do que acontece no futebol é primordial na minha profissão. Se eu não souber o que aconteceu --ou o que está acontecendo-- mesmo nos instantes em que eu não estou trabalhando estou acabado profissionalmente. Por exemplo, qualquer erro histórico que cometo aqui recebo e-mails me comunicando da falha. Muitas vezes esta informação histórica equivocada nem é o principal tema do texto, mas ela é capaz de fazer o leitor não dar nenhuma credibilidade ao que eu escrevi. Leia mais (13/04/2010 - 15h06)



Nossa praia não é o pragmatismo
Confesso que passei boa parte do meu tempo de folga no último feriado pensando em futebol. No meu ócio, o principal assunto foi a seleção brasileira. Gastei horas de caminhadas pensando qual seria a razão de o time de Dunga, que ganha tudo e de todos, não me agradar. Não consigo me animar e nem fico extasiado com as apresentações do time. Muito menos acho um time fantástico, como muitos gostam de dizer, ou pelo menos querem nos fazer acreditar. O fato de eu não gostar da forma que o time atua nem de longe me faz torcer contra a seleção de Dunga ou distorcer fatos. Como já disse, seria um louco se contestasse os resultados do nosso treinador e a capacidade de construir um time e um grupo de jogadores desde que ele assumiu o cargo. Leia mais (06/04/2010 - 15h06)



Não cabe comparação
Cada clube tem sua história e característica própria, seja de administração e estilo de jogo. Por isso, não cabe qualquer comparação entre a história de dois clubes. Já disse aqui e repito. Qualquer pessoa tem o direito de trocar de partido político, profissão, ideologia e mulher, mas nunca troca o time pelo qual torce. O amor do torcedor pelo seu clube é único. Sempre é bom dizer que cada clube é único porque nenhum torcedor consegue ter amor por dois times ao mesmo tempo. Isso não existe. Portanto, acho que na minha condição de analista e até em respeito aos torcedores não devo comparar a história de clubes. Já que qualquer torcedor seguramente se sente ofendido quando o objeto de sua paixão tem o nome de outro time usado para explicar o momento pelo qual está passando. Leia mais (30/03/2010 - 15h42)



O óbvio e o básico
Técnicos --e até jornalistas-- adoram gastar vários minutos tentando descrever a formação tática das equipes. Acho importante que uma equipe tenha uma boa organização em campo, consiga ter várias opções ofensivas e, ao mesmo tempo, seja muito eficiente na marcação. Mas, o que me deixa perplexo é que os treinadores, na ânsia de descobrirem novas fórmulas para surpreender o adversário, não conseguem que o seu time faça o básico para que uma equipe possa ter sucesso. Segue cinco pontos básicos para uma equipe ter sucesso em um futebol tão equilibrado como o de atualmente. Leia mais (24/03/2010 - 13h01)



Grande companheiro
Sempre me perguntam se eu não me enjoo de acompanhar futebol praticamente todos os dias. Respondo que não. É lógico que assistir a uma partida profissionalmente é bem diferente do que acompanhar um jogo como torcedor. Confesso que não sinto a mesma emoção que um torcedor sente quando o seu time faz um gol ou ganha um título --acho isso ótimo, pois do contrário não conseguiria trabalhar com futebol. Não me transformo na mais feliz das pessoas quando o meu time vence, mas também não me aborreço muito quando o meu time perde -- até porque nos últimos anos ele tem decepcionado muito. Leia mais (16/03/2010 - 13h52)



O tal padrão de jogo
Virou chavão. É só uma equipe perder que já começam os comentários de que o time não tem padrão de jogo. O termo também virou uma excelente muleta para os dirigentes na hora de demitir treinadores. Entendo que para uma equipe pensar em ter padrão de jogo ela precisa ter equilíbrio, ou seja, tem de saber se defender com a mesma precisão que ataca. Temos em nosso futebol times em que todos os setores --defesa, meio-campo e ataque-- jogam muito distantes um do outro. Ou seja, quando você vê essa equipe jogando vai parecer que ela tem menos jogadores que o adversário. Passa a nítida impressão de que o clube ataca com poucos jogadores, pois não consegue furar a defesa inimiga, e se defende muito mal, já que os adversários não encontram nenhum obstáculo para encontrar espaço para fazer uma finalização. Leia mais (09/03/2010 - 13h55)



Hat-trick?
Meu pai está próximo de completar 73 anos e continua acompanhando futebol com muito interesse. É lógico que com sua idade ele ainda usa termos que não são tão comuns atualmente. Vez por outra, ele usa a expressão "halfo-esquerdo" --com "o" no final mesmo, numa tropicalização da palavra inglesa "half"-- para comentar uma jogada de um lateral esquerdo. Também solta a expressão "speaker" para se referir ao narrador da partida. Não faz muito tempo, enquanto nos assistíamos a uma partida na TV ele, até constrangido, me fez uma pergunta. "O que é esse tal de hat-trick que o speaker já falou umas dez vezes na partida e não explicou o que é? É uma tática nova? Uma jogada ensaiada?", perguntou. Leia mais (02/03/2010 - 13h48)



Os jogadores são os que mandam
Jogadores derrubam técnicos? Essa foi a pergunta mais feita na última semana. Tenho absoluta certeza que sim. Por mais que os jogadores mantenham o discurso de que são profissionais e que trabalham com os treinadores indicados pelo clube, isso na prática não acontece. Aliás, jogadores não boicotam apenas treinadores. Eles fazem o mesmo com companheiros. Podemos citar inúmeros casos de jogadores que foram contratados e não foram aceitos pelos atletas mais antigos no elenco. Por isso, por mais que um clube tenha planejamento, dinheiro e comissões técnicas milionárias, sempre ele vai ficar na dependência do desempenho e da vontade dos atletas. Leia mais (23/02/2010 - 13h50)



O time se forma perto ou na Copa do Mundo
Por favor, vamos acabar com essa história de que é preciso ir se formando um time para a Copa do Mundo num período de quatro anos. Não caio nessa bobeira de que é preciso se formar um grupo de confiança durante amistosos e competições antes do Mundial. Para seleções, principalmente para a brasileira, não existe a tão falada coerência de se convocar sempre os mesmos jogadores, independentemente do que eles estão fazendo nos seus clubes no momento ou se já tiveram momentos brilhantes com a camisa da seleção. Portanto, vamos esquecer Copa América, Copa das Confederações e eliminatórias. As conquistas foram importantes, mas dizer que vale como preparação para a Copa do Mundo é um exagero descabido. Leia mais (16/02/2010 - 13h35)