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A Queda do Mundo





Updated: 2014-09-30T23:03:15.596-07:00

 



A Carta

2007-11-12T04:40:53.449-08:00

Pedro Picoito, outro ilustre fumador de cachimbo, ficou incomodado com o que transparece de uma cartinha que Cunha e Vaz enviou a Pacheco Pereira.

É uma carta indigna de quem a escreve, Cunha e Vaz trabalha para ganhar dinheiro, se Pacheco discorda do uso de Agências de Comunicação é lá com ele.

A carta é indigna de quem a escreve porque, como sugere Pedro Picoito, em boa verdade, não é dele mas de outros. Tanto na forma como no conteúdo tem autores bem diferentes de um responsável por uma entidade privada que presta um serviço. Tem autores políticos que têm esse discurso como marca pessoal.

Vejamos, Cunha e Vaz não tem que justificar nada a ninguém, foi contratado, presta um serviço e é pago por isso, como e quanto diz apenas respeito às partes interessadas.

No entanto, a carta é inacreditavelmente pedante e estranhamente ressabiada, com todas as marcas de quem não gosta de ser questionado – mal ou bem – e mais própria de um militante mal disposto numa qualquer reunião de secção partidária do que de um mero empresário.

O uso de Agências de Comunicação na política não é um acaso, um capricho, mas uma imposição do mundo em que vivemos, a sua eficácia depende tanto da competência como do uso que os partidos lhe resolvem dar. Infelizmente os Partidos Políticos são preguiçosos e procuram conteúdo onde se deviam buscar forma, reside aqui o problema que confundiu quem quer que seja que elaborou aquela carta. Existe aqui uma fronteira que é de facto ténue mas que se agrava quando os responsáveis políticos não podem ou não querem fazer a destrinça entre as suas obrigações e as de quem os assessoria.

Espanta-me que Cunha e Vaz se dê à triste figura de servir de mensageiro, custa-me a acreditar que este tipo de atitudes tenham qualquer efeito benéfico a não ser na gestão de um contrato entre ele e o PSD.



Devolvam os bilhetes

2007-11-07T03:35:32.547-08:00

Dizia o deputado Francisco Louçã a meio do debate de ontem.

Imagino o militante do PSD profundo, recolector de sacos e canetas afundado na cadeira de pau a perguntar-se o que terá acontecido ao seu partido.

Num debate ansiado por todos, uma reedição de velhos tempos, nada surpreendeu.

Sócrates fez o que sempre faz nestas ocasiões, avisado desta vez de antemão pelas fugas estratégicas para os jornais, que se irritava muito facilmente e que Santana iria ajustar contas com o passado, não se irritou e pegou nessa preciosa deixa rebuscando o passado.

Santana veio depois admitir que o debate não lhe tinha corrido bem, o que não comove ou é novidade. De facto, não dá para ser feliz.

O que irrita o militante de base é que o próprio esperava, por comparação com o cinzento Mendes, um Santana incendiário e saiu-lhe um fogacho. Após uma sucessão de tareias parlamentares uma vitória, por pequena que fosse. Nada disso.

Esta primeira batalha parlamentar fez-me lembrar o celebre discurso de tomada de posse com um Santana literalmente aos papeis.

Hoje promete fazer melhor. Tenho as maiores dúvidas.



PSD, Menezes e Foo Fighters

2007-10-01T08:50:49.976-07:00

“Mais que loucura foi esta?” Perguntavam-me do outro lado do telefone. Ri-me e fiquei com a impressão que não fui compreendido, afinal era de esperar uma coisa destas. O povo laranjinha, chamado às urnas, votou de raiva e zangado, com o tempo, com Mendes, com o que imagina que fizeram ao Santana, com Portugal, com os simpatizantes que votaram em Sócrates, com os barões (e ainda se vão zangar mais) e com eles próprios.


(…)Send in your skeletons
Sing as their bones go marching in... again
The need you buried deep
The secrets that you keep are at the ready
Are you ready?
I'm finished making sense
Done pleading ignorance
That whole defense(…)

Berrava o Dave no ITunes – eu não uso o Ipod – sem saber quanta razão tem.

E ainda que…

What if I say I'm not like the others?
What if I say I'm not just another one of your plays
You're the pretender
What if I say I will never surrender?

…é tudo conversa.

Agora cabe o grupo para-lamentar. PSL à frente é cómico, Mendes Bota é caricato, Duarte Lima é impossível…sobra o quê? S. Caetano e um grupo inexistente? O quê?

Nota: os meninos bem que tanto mal disseram do pequeno Mendes podem abrir a boca de espanto à vontade, porque Menezes não vai ser o caseiro que esperavam e a criadagem ocupou a casa, azarucho, para próxima não se armem em parvos, se houver próxima…



Menezes dá lucro

2007-09-27T10:15:20.806-07:00

A imprensa portuguesa provou ontem que despreza quem não está no poder, no caso de PSL, por acaso ex-pm deste pobre aldeamento nas bordas da Europa, a coisa agrava-se e só poderá ser pior com a (possível) liderança bipolar do Dr. Menezes, uma das mais sinistras figuras que o PSD é pródigo em produzir.

A vitória deste senhor é com certeza aguardada com simpatia pelos que se preocupam com shares e audiências. A vitória de Mendes, o caseiro que tem a incumbência de aguentar a coisa até que alguém venha reabilitar o PSD, será uma tragédia para os mesmos.

Menezes garante empregos a numerosos comentadores, que se divertirão a dar facadinhas no pobre entre segunda e sábado e uma subida estratosferica da alocução dominical de Marcelo que lhe aplicará o golpe de misericórdia semanal. Depois é esperar por uma reacção de Rui Gomes da Silva e voilá temos matéria para o resto da semana.



Brilhantismo dos ignorantes

2007-09-27T10:01:32.618-07:00

Carlos Abreu Amorim, criatura que por razões que me escapam me afoga com a sua extraordinária eloquência, previsivelmente resolveu dar umas bicadas à equipa de rugby nacional e a ausência de razoabilidade do povo português.
Espantava-me era que não o fizesse, afinal estavam lá todos os condimentos para que esse outdoor de brilhantina escrevesse algo do género, a possibilidade de definir um grupo de pessoas de acordo com os preconceitos que a criatura acarinha, total ignorância sobre o jogo em questão e a mais pequena possibilidade de fantasiar que possui a habilidade de um VPV. Era inevitável.



Comentador neozelandês após o jogo.

2007-09-18T05:34:49.351-07:00

Allblack’s 108, Portugal 13… the score line says it all, but by God, what a fantastic country, I loved Portugal, never seen red and green warn so well.



Vai uma cachimbada II

2007-09-17T01:08:47.051-07:00

Existem boas almas como o Paulo Marcelo que ao que parece, se preocupam muito com as directas do PSD e uma miríade de coisas que a elas julgam ligadas.

Paulo Marcelo, certamente por bondade, eleva a coisa a patamares nunca vistos. A saber, imagina que é benéfico “discutir política” e para tal (aqui escorrega) oferece o exemplo dos debates dos candidatos socialistas nos idos de 2004, fantasiando sobre uma tal de “rampa de lançamento” que impulsionou o decidido Sócrates para o firmamento e por acaso, para PM.

Pondo de parte a história do santanismo, o que João Soares, Alegre e Sócrates discutiam era um mais que provável lugar de PM, com a vantagem de não terem de emitir ideias.

Sócrates provou com competência que era o que tinha menos ideias dos três, Costa descansou, os socialistas também.

Ora, nem Mendes nem Menezes estão a discutir sérias probabilidades de serem o próximo PM, nem será possível – eu diria aconselhável – que discutam ideias.

Assim e bem, Menezes diz que vai para a rua, ouvir os descontentes, o que é um exercício bom para os pulmões desde de que saia do centro de Gaia e Mendes faz mais uma volta ao país e finge que acredita que há verdadeira lealdade nos génios que gerem distritais, secções, juntas e coisas desse calibre.

Paulo Marcelo, que é realmente boa pessoa, acha que existem argumentos que possam ganhar o poder, acha mesmo que se devem ouvir especialistas e “apostar nas pessoas certas” (?!!), cortar com os barões, baronetes e pasme-se cortar com o cavaquismo. (!!!!!!)

Se Mendes leu o artigo, deve ter pensado que se há sujeito que vai ser proibido de entrar na sede é o Paulo Marcelo.

Vejamos, no campo das ideias não há grande coisa a inventar: Entre “apostar na qualidade”, “consensos nacionais”, “pactos” e “apostar na inovação”, “modernizar” e outras coisas que por si só são inatacáveis e qualquer critica indicadora de uma perigosa tendência em se estar contra “o progresso”, não existem muito mais coisas para discutir.

Os portugueses, os militantes partidários sobretudo, não querem que os macem com essa coisa das “ideias”, assim teriam de se recordar que há 300 anos que não se escreve nada sobre teoria económica, politica, social e com a excepção do tresloucado do Oliveira Martins, nada sobre história.

A descoberta, por intermédio de especialistas, de soluções que salvem Portugal do atraso, esbarram sempre no facto de há mais de 30 anos que falamos de reformas na educação que iam catapultar Portugal para o pelotão da Europa.

Todas ideias muito concretas que nem sequer eram ideias, eram e são apenas mecanismos de defesa verbal contra o que qualquer portuguêrs mais abomina, a perda da sua “identidade nacional”.


Caro Paulo, os sociais-democratas – que não existem de resto – acarinham Cavaco como qualquer Torie acarinha Tatcher, sem comparar o génio de uma e a vaidade do outro, se cortarem em alguma coisa é no que os possa irritar.

Tirando isto tudo, Mendes não tem muito para oferecer para além de boas intenções, Menezes desconhece essa possibilidade, os novos militantes já são velhos e rurais mesmo que militem em Benfica ou em Gaia.

O PSD não seria eterno em Inglaterra, França ou Itália, por cá antevejo um futuro brilhante, sempre com a preciosa ajuda das “pessoas certas”.



Vai uma cachimbada?

2007-09-12T03:44:58.491-07:00

Li com gosto uns recados de um grupo de fumadores de cachimbo, que dizem ser de Magritte, o que lhes parece dar um ar pensativo.

Especialmente cómica é a intervenção de Gonçalo Moita, que escreve pouco e se espanta muito. As mulheres espantam-no, coisa que é pouco original, em especial o facto do:

“... século passado (ter sido) fecundo em revoluções. Uma delas foi, sem dúvida, o reconhecimento de certos direitos às mulheres, associado à sua crescente influência e intervenção na vida de comunidades como a nossa. Fora do lar, no fundo…”


Isto é um disparate, sobretudo numa sociedade como a nossa. A única revolução no século passado que importe às mulheres foi a de, muito ao de leve, começarem a mandar menos fora da família do que mandam lá dentro.

Gonçalo Moita, desatento, não percebeu isto: a avó, a mãe até (mas menos), mandaram mais e tiveram mais influência na “nossa comunidade” do que tem a mulher dele.

O quer importa à “nossa comunidade” que as mulheres votem, a estudem mais (sempre estudaram mais), a mandem nas empresas, a chefiar Governos (só me lembro de uma), a fazerem uma multiplicidade de coisas anteriormente reservada aos homens? Zero. Nada mesmo.

A “nossa comunidade”, de homens entenda-se, assobia para o lado e percebe bem onde cortar as perninhas a esse mulherio. Corta-lhes o salário, a subida na carreira e a passagem na fila de trânsito.

O que a “nossa comunidade” não faz ideia é como lidar com a mulher dentro de casa, a nossa, a mãe e a filha.

Deste o tempo das cavernas é o seu reino, por muito contrariadas à força de pancada e exibições verbais dos pais, maridos e filhos.

Em silêncio ou aos berros, na cama ou fora dela, fizemos e faremos sempre o que elas mandarem ou o que acharmos que não as irrita.

Gonçalo Moita sabe isto muito bem ou então é uma mulher.



O Regresso

2007-09-08T10:42:28.938-07:00

Cá estou regressado à nossa querida aldeia, entenda-se Lisboa, vindo da província com o carro atulhado de coisas fabulosas, entre elas 3 camisas da feira com um campino pespegado e cujo o defeito me garantiram “nem se notar” e um relógio novo que me custou 40 euros mas que é feito de “titááánêo” e “na mete água a 400 metros”, que presumo seja a distância do dito relógio até à água e já não de profundidade, de resto é coisa que nem devia preocupar o vendedor porque não me imagino sequer a 4 metros de profundidade porque os cigarros arruinaram-me a capacidade torácica.


Verifiquei aliviado que não só nada mudou como se manteve, como por pirraça, graniticamente na mesma. A cidade está cheia onde devia estar vazia e vazia onde devia estar cheia, à semelhança de um areal deserto, os lisboetas regem-se pelo mesmo édito que os portuenses ou outros, “onde caga um português cagam logo dois ou três”, pelo que experimentei algo diferente como parar a olhar para um poste de electricidade durante 1 minuto e em pouco tempo se juntou gente amiga para comigo fazerem figuras de tontinhos. E isto vale para quase tudo, menos para os filhos e respectiva, esses parecem fazer o contrário, julgo que para não me verem tão divertido.

Lidas as opiniões, entre o Vasco (o mais original) e as novas esperanças na blogosfera, em que a doentia trupe liberal se destaca pela vacuidade, está tudo rigorosamente na mesma. Posso zarpar para outro continente que por aqui, Sócrates é arrogante, Mendes esforçadinho “mas por amor de Deus nunca vai a eleições”, Menezes é intelectualmente esquivo (o que constitui uma ofensa para quem realmente o é), Louça espertíssimo e Cavaco muito inteligente.

Neste tempos em que o Senhor Primeiro nos mergulhou em centenas de medidas, projectos, planos e coisas complicadíssimas que ele nos vai explicando sem grande paciência, é consolador pensar que ainda podemos ignorar o país durante 15 dias que ele se mantém exactamente na mesma. Como uma boa sopa da nossa mãe, cujo o paladar se mantém na mesma durante 34 anos ao ponto de me parecer que a panela ainda não acabou.
Que alívio meu querido Deus.



Eis que chegamos à silly, really silly season!!!

2007-07-26T11:31:12.295-07:00

Um centro de mediação e arbitragem no mundo virtual do Second Life, que poderá ser utilizado para resolver conflitos resultantes de relações de consumo ou de contratos, vai ser lançado sexta-feira pelo Ministério da Justiça.

"Portugal torna-se o primeiro Estado a disponibilizar um meio de resolução de litígios no Second Life", realça em comunicado emitido hoje o Ministério da Justiça.

O secretário de Estado da Justiça, João Tiago Silveira, apresenta sexta-feira na Universidade de Aveiro esse projecto, designado e-Justice Centre - Centro de Mediação e Arbitragem, desenvolvido pelo Ministério da Justiça, em cooperação com a Universidade de Aveiro e a Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.

in LUSA



Pergunto-me

2007-07-25T10:11:40.387-07:00

O que não se diria e escreveria por aí se Barroso, Santana ou Mendes fechassem o acesso do povo a uma inauguração de uma Ponte? Não tivessem demitido de imediato a menina Margarida da DREN? "Desviassem" velhinhos de Fátima para a uma sessão de palmas a um candidato? Pagassem a crianças para ajudarem na propaganda governamental? Instituissem uma Comissão para carteira do jornalista?



Palmas a 30 euros

2007-07-25T09:55:43.528-07:00

Preparava-me para ouvir o histriónico militante Luís Filipe Menezes anunciar a sua candidatura – Mendes suspirava de alívio - quando me entra pelos olhinhos adentro uma sala de aula. Não uma sala de aula qualquer, tratava-se do futuro, do Plano Tecnológico para a Escola. Quadro interactivo, carteiras com ecrãs, meninos e professor sob o olhar atento do PM e ME.

Brilhante, espectacular e sobretudo raro pela época de aulas que eu julgava terminada.
Completamente a despropósito uma jornalista, a soldo da oposição com certeza, resolve perguntar a um petiz o que para ali anda a fazer. Ainda mais a despropósito o crianço idiota diz que não sabe puto, sabe é o nome da empresa de publicidade e do dinheirinho que lhe vão dar.

O PM põe-se a gaguejar um disparate ainda pior e acaba zangado, não sei bem com quem e realmente porquê. Com o assessor mais à mão? Com a RTP?

Pobre país que tem como PM alguém que precisa de pagar para lhe baterem palmas e lhe assegurarem que tudo vai bem.

Na inauguração de uma ponte ribatejana fechou o circo para os amigos, a populaça ficou ao largo bem como o perigo de apupos – ele não gosta nada de apupos – depois uma série de velhinhos foram desviados da rota do altar do mundo para o altis do Costa e agora já pagam às criancinhas para fingirem que são o futuro.

Pobre país, pobre governo e pobre do PM.



Ai as directas, ai, ai

2007-07-25T09:41:00.023-07:00

O povo social-democrata está inquieto. O PSD vai mal. A oposição vai mal. O Mendes vai mal. Porquê? Porque perdeu eleições? Porque Mendes não tem centímetros? Porque não tem apelido sonante? Porque vem de Fafe? Boa parte não sabe e nem quer saber. Quer abanar o barco, mesmo se para isso tiver de fazer furinhos no casco. Vale tudo.Não lhes ocorre, pobres diabos, que o mal do PSD é não estar no Governo









Quandos os liberais acumunistam

2007-06-27T11:27:00.514-07:00

Que bonita confusão de narizes em que se envolveram CAA e Carlos do Carmo Carapinha, (avesso a siglas), sobre uma troca de opiniões mais acalorada.



CAA, que merece menos atenção que se possa julgar, escreve coisas muito acertadas, acertadas, disparates e por vezes, anormalidades cósmicas que de, quando em vez, se dispõe a apagar antes que atinjam proporções maiores.

Carlos do Carmo Carapinha, também.

A blogosfera é o local ideal para tais coisas, isso torna-a rica e digna de nota.

Se há alguma coisa em que posso concordar nesta história toda, sem grande importância de resto, é uma enervante tendência para os liberais se aproximarem cada vez mais, na forma e métodos de argumentação, dos velhos rapazes do extinto Barnabé.

Aquilo a que VPV um dia criticou em Cavaco e Vital Moreira, a vertigem de procurarem a desclassificação do adversário como elemento válido numa discussão, o que é pena e os cobre de vergonha.



Siglas & Siglas

2007-06-27T11:24:26.682-07:00

Foi com alguma previsibilidade que li o que FAL escreveu sobre FN a propósito das confusões cómicas sobre a EPAL, EPUL e IPPAR no DN.

Previsível porque só um marciano que não leia o FAL no CF e no DN, sabendo com que linhas se cose na AR, imaginaria que existiria alguma diferença entre o jornalista FAL no DN e o FAL no CF, mais o FAL que bebe de HLC e HF aquilo que sabe escrever sobre seja o que for.
FAL lá vai KISS enquanto pode, imaginando que quem o realmente lê possui um QI tão baixo que não veja bem que entre o que escreve FAL e diz HLC,HF, etc... não existe diferença.



As Margaridas desta vida

2007-06-15T09:14:29.172-07:00

Confesso que abri o Diário de Notícias, sim eu costumo abrir o diário porque estou em fase de treinar um cachorro a fazer chichi o mais perto possível da caixa de serradura, ele ainda não está convencido que a dita absorva melhor o chichi que o DN, o que me leva a concluir que tenho um cachorro especialmente inteligente.

No entanto, verifiquei que figurava uma entrevista com a extraordinária e rubenesca Senhora Margarida Moreira de dedo espetado, uma marca própria dos socialistas socráticos. A parte mais suculenta, se me for permitida a alusão gastronómica, foi onde a mesma Senhora nos alertou para o facto de não gostava de se vitimizar como mulher.

Pondo de parte a dificuldade de a imaginar vitimizar-se como homem, julgo claramente abusivo juntar os dois conceitos na pessoa em causa.

Não concebo, das inúmeras variedades que uma relação poderá ter lugar entre a Senhora e outra parte qualquer, uma só em que ela pudesse ser vítima. O mesmo já não estou tão certo quanto à outra parte.



Lembrei-me disto ao ouvir o Ministro Correia de Campos ontem

2007-06-15T08:20:55.904-07:00

Um dia Churchill comentou em plena Câmara, após ouvir um qualquer Ministro das Finanças (ele também foi) especialmente inábil, que quando era miúdo tinha ido ao circo porque queria ver, no meio de um desfilar de monstruosidades, o famoso “homem borracha”, no entanto os pais dele não o deixaram por considerar o dito espectáculo demasiado traumatizante para um miúdo.
Comentou ele então que tivera de esperar quase 50 anos mas finalmente vira o “homem borracha”, não no circo mas afinal no Ministério das Finanças.



Uma questão de espelhos

2007-06-15T08:23:18.341-07:00

O novo socialismo de José Sócrates nada tem de novo, repete as mesmas e estafadas soluções que no passado espelharam a magnifica falta de ligação à realidade desse grupo de notáveis que pululam pelo Partido Socialista.

José Sócrates, armado de um conjunto admirável de frases feitas e um dedinho espetado no ar, quando não para todos os outros que com ele não concordem, iniciou então – determinado – o trajecto para o mais mal cheiroso dos pântanos.

Nada disto nos deveria espantar, basta para tal recordar as nobres intenções com que Sócrates nos brindou no seu programa de governo.
Logo ali, pedia “…uma atitude mais pró-activa”, avisando que “ temos todos de nos empenhar em criar uma imagem mais positiva do nosso país” e que, para que não persistissem dúvidas, que era seu “desígnio é formar uma aliança entre vastas camadas da sociedade portuguesa” com o propósito, mais uma vez, de “ projectar internamente e no Mundo uma boa imagem de Portugal e dos portugueses”, não lhe ocorrendo que para além da inexistência das tais vastas camadas da sociedade portuguesa, o Mundo não tivesse a mais leve intenção de se preocupar com a imagem do país e seus autóctones ou os ditos com a sua imagem perante o Mundo.

.Com a subtileza com que nos habituara no passado, Sócrates esclarecia ao tal Mundo que para além da imagem e a tal da atitude pró-activa, pouco mais nos separaria das grandes nações do planeta terra.

No planeta terra ninguém se comoveu e a vida continuou imperturbável.

Sócrates ficou, no entanto, verdadeiramente comovido e com a tal determinação que diz possuir tratou de interiorizar os nobres desígnios que anunciara, aplicando-se para que e pelo menos no seu caso particular, fossem atingidos os objectivos.

A sua imagem e a tal “projecção”, foram então geridas com uma competência sem par em toda a administração pública, não sendo esse esforço ignorado por boa parte dos jornalistas e aplaudido com entusiasmo por notáveis comentadores nacionais.
Apesar de tão comovente exemplo o país - e os portugueses - resolveram não o seguir e ficou apenas Sócrates a fingir que era Portugal.

Previsivelmente, muitos jornalistas e comentadores, confundiram os resultados obtidos por Sócrates com os obtidos pelo país. Não é por acaso que se viram em dificuldades para lidarem com os sucessivos episódios que Sócrates e o seu governo vêm alegrando a nossa vida.

Se uns se mostravam subitamente indignados com o logro em que, por sua culpa exclusiva, tinham caído, os outros negavam com todas a suas forças que algo se passava e outros ainda, davam novos exemplos de lealdade ao chefe e ao seu “sonho” por palavras ou extraordinárias demonstrações de lealdade como a ocorrida com um obscuro ex-deputado de nome Charrua.



É uma espécie de Liberdade de Imprensa

2007-05-31T03:55:18.365-07:00

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Nada como esclarecer as coisinhas

2007-05-30T03:59:13.182-07:00

Os deputados do PS impediram ontem a audição imediata da ministra da Educação no Parlamento, como pretendia o PSD, adiando todas as explicações sobre o caso DREN e o afastamento do professor Charrua para quando estiver concluído o inquérito em curso à situação."

A situação está ainda no plano administrativo, não chegou ao gabinete" de Maria de Lurdes Rodrigues. "Quando a ministra puder dar alguma explicação, deverá dá-la, mas nunca antes", defendeu Manuela de Melo do princípio ao fim da reunião da Comissão de Educação, onde o assunto foi discutido, rejeitando todos os argumentos da oposição.

E foram muitos."Há sanções a serem aplicadas para punir um delito de opinião, um professor viu a sua requisição de serviço terminada ilegalmente, há recursos hierárquicos e a ministra não sabe de nada? Mesmo que não soubesse, tinha de procurar saber", disparou Pedro Duarte (PSD).

"O que vocês estão a fazer é arranjar expedientes dilatórios para dar cobertura ao clima de medo generalizado na Administração Pública, a omissão da ministra da Educação e do primeiro-ministro fomentam a intimidação", juntou.

"Fernando Charrua foi saneado do serviço em que estava há muitos anos e voltou à escola de origem", acrescentou Emídio Guerreiro, também social-democrata. "Há um processo político que tem responsabilidades políticas e o PS está a ser cúmplice neste processo", acusou.

Em defesa do PS, João Bernardo acabou por fazer uma revelação: "Não há nenhuma suspensão preventiva do professor; se houve, foi cancelada. Se houve recurso, já não há.

O que houve, prosseguiu, foi uma reavaliação da confiança política que fundamenta a requisição de serviço feita anualmente: *

O professor está na sua função de origem, não há qualquer sanção."

(...)

in Publico

* Quem me souber traduzir isto de outra maneira do que uma simples sanção decorrente de um delito de opinião, agradecia.



Liberdade de Imprensa Socialista

2007-05-30T03:50:40.745-07:00

O Sindicato dos Jornalistas denunciou ontem no Parlamento que profissionais experientes e incómodos para os órgãos de comunicação social estão a ser expulsos das redacções.Na reunião, destinada a discutir o novo estatuto da classe, o PS admitiu abandonar a proposta de sanções pecuniárias para os jornalistas que infrijam as regras disciplinares previstas no projecto de lei do Governo.A profissão de jornalista é muitas vezes exercida em condições de precariedade contratutal e "sob a ameaça permanente de reestruturações que conduzem ao emagrecimento das redacções e ao seu empobrecimento", afirmou o presidente do sindicato da classe (SJ), Alfredo Maia, aos deputados da Subcomissão de Comunicação Social. "Jornalistas experientes e com capacidade crítica foram expulsos das redacções", ilustrou.A denúncia tinha como objectivo mostrar que a autonomia editorial e a independência económica são condições necessárias para que os jornalistas possam ser responsabilizados pelo seu trabalho, tal como prevê o diploma do Governo.Mas a gravidade das afirmações levou o deputado do PSD Luís Campos Ferreira a propor uma nova reunião "de urgência" com o SJ apenas sobre este assunto. O encontro ficou acordado, mas poderá realizar-se à porta fechada, com o sindicato a justificar "a necessidade de reserva da publicidade de nomes daqueles que foram expulsos", com o "medo" existente "dentro e fora das redacções" e o risco de "inviabilizar a sua futura integração nas redacções".Ontem durante a discussão das alterações ao Estatuto do Jornalista o PS admitiu, no documento final, desistir da exigência do pagamento de coimas pelos jornalistas que infrinjam as regras deontológicas, algo proposto pelo Governo e que tem sido contestado pela oposição. "Se é essa a dificuldade, retiremos as sanções pecuniárias", concedeu o deputado socialista e ex-secretário de Estado da Comunicação Social Arons de Carvalho, salientando que o PS já tinha proposto uma alteração à proposta inicial para que este pagamento só fosse aplicado quando o jornalistas já tivesse tido três advertências por violação das regras disciplinares no espaço de três anos.O PSD insistiu também na necessidade de dotar a comissão da carteira profissional - que de acordo com o novo diploma passa a exercer funções de regulação disciplinares - de meios para poder exercer as novas competências.A protecção dos direitos de autor foi ontem outra das questões levantadas. O sindicato diz-se preocupado com a proposta do Governo que permite às empresas de comunicação disporem de um artigo do jornalista durante o mês seguinte à sua primeira publicação. De acordo com a proposta do Governo, as empresas podem republicá-lo e distribuí-lo noutros órgãos do grupo sem que isso implique uma remuneração acrescida para o jornalista. "A empresa é dona e senhora dos artigos durante 30 dias, o que lhes permite renegociar os artigos com as empresas de climping", defendeu Maia.Já o PS argumenta que esta é a primeira vez que a possibilidade de a entidade empregadora utilizar os artigos dos jornalistas é limitada. "Esta lei não traz nenhum agravamento da situação. Esse direito [de utilização do trabalho do jornalista] fica balizado, o que até agora não acontecia", salienta Arons de Carvalho.Nova reunião poderá ser à porta fechada para protecção de jornalistas "expulsos" de redacções*in Público* Como é clarinho, o PS não q[...]



Diablo Rojo

2007-05-28T05:16:11.227-07:00

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Já está à venda a 1ª temporada da melhor Série do mundo

2007-05-27T04:06:54.214-07:00

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