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Updated: 2017-12-23T04:27:59.447+00:00

 



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2017-12-23T04:27:59.464+00:00

E Santo Natal de 2017?

Sim, mas este "blog" totalmente esquecido em nome do FB, torna-se algo de muito incómodo para o seu autor.



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2016-12-21T12:42:23.743+00:00

Santo Natal de 2016




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2015-12-31T02:50:57.218+00:00

Silêncio de caminhos esquecidos.  Quem passa lá foi porque se enganou.
Assim aqui.



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2015-12-31T01:16:10.350+00:00

Alguém (Yourcenar? Agustina? Cioran? Definitivamente, um aforista) dizia que a infidelidade das coisas consiste em sobreviverem-nos.
Acrescente-se, sem dúvidas: e em perecerem por causas só delas conhecidas - a que a nossa ignorância apodou de usura do tempo.

São quase uma abstracção "as coisas de Natal" de quando eu era pequeno.






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2015-12-21T02:56:17.486+00:00

Mais um Natal. Feliz Natal.




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2015-12-14T03:03:30.169+00:00

Seria do mais elementar bom senso que anunciasse o fim deste blog, sacrificado que foi  a alguma vagabundagem desocupada no Facebook. Mas não, persisto, e creio que persistirei enquanto aqui conseguir chegar, já que recebo avisos - da Google? - de que a minha conta está em perigo.






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2015-05-14T22:00:47.500+01:00

Entendamo-nos:
a LÍNGUA PORTUGUESA não é propriedade de bandalhos nem serve para negociatas.




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2015-03-23T21:48:32.160+00:00

Ou se acha graça ou não. Achei alguma - e como sempre nestes assuntos, não sei exactamente bem porquê (a pequenez do mundo, a profusão de referências?), quando percebi que a mulher do primeiro-ministro inglês é bisneta de Enid Bagnol (Lady Jones) a autora de, entre outras coisas,  The Chalk Garden que foi uma amiga e quase noiva de Antoine Bibesco, por sua vez  um dos grandes amigos de Proust (o que tentou arrancar de Gide - um bom exemplo da miopia da intelectualidade oficial - a publicação do Côté de Chez Swann). Bibesco acabou por casar com uma filha do 1º ministro britânico Asquith e a sua filha, Priscilla, foi afilhada de Proust e da Rainha Alexandra, mas a Princesa Bibesco nunca referia the Proust conection.

Coisas que se sabem quando se lêem, sem rebuço, as cartas dos outros e se lêem os obituários.



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2014-12-31T19:28:24.085+00:00

Em tempos menos ambiciosos - já os houve menos e mais, como os de agora - desejava-se um Feliz Dia de Ano Bom. Agora deseja-se um ano inteiro cheio de saúde, dinheiro e felicidade em geral.
Desejo um bom 2015 a todos.



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2014-12-24T04:01:00.591+00:00

Outro Natal.
Que seja Santo. Isto é, que o vivamos separados - santo significa separado. Que o vivamos separados do mal.
Santo Natal.



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2014-11-16T17:59:07.783+00:00

Um Domingo de Novembro.

A benignidade crescente com que olhamos o que antes nos foi indiferente  (pessoas e coisas),  ou que achávamos ligeiramente ridículo, ou mesmo nos irritava.






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2014-10-26T03:27:23.425+00:00

Muda a hora e hoje será quase noite às seis da tarde.



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2014-10-26T03:24:49.949+00:00

A última leitura foi o  último livro do Murakami, Colorless Tsukuru Tazaki and His Years of Pilgrimage

Esta peça de Liszt - le mal du pays a que estão sujeitos de diversos modos os peregrinos - perpassa pela obra. A interpretação preferida pelo autor é esta de Lazar Berman. Além dele, apenas Claudio Arrau poderia aliar o domínio técnico à sentimentalidade com resguardo do mau gosto (não posso deixar de pensar no trabalho que temos a delimitar os sentimentos da falta de gosto).

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2014-08-03T03:34:15.002+01:00

1 de Agosto!


HENRI LABASQUE, “Scene de plage”, Oil on canvas – courtesy of the Guarisco Gallery, Washington DC. 



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2014-06-06T00:32:38.072+01:00


70 anos do desembarque dos Aliados na Normandia 
6 de Junho de 1944
Lembrar sempre.




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2014-04-20T03:23:37.402+01:00

Boa Páscoa!


Não, o Impensável não acabou. Deixou de ser um hábito, mas nada mais persistente e inesperado do  que um velho hábito.



Natal 2013

2014-01-28T05:48:21.323+00:00

O temporal tem sido medonho. A energia eléctrica falhou há uma meia hora.
Escrevo do IPad, tirando algum prazer do facto de dispor de perto de mil minutos de ligação móvel. 
E tudo isto, e o que falta de disposição de explicar o desaparecimento dos "posts", para desejar  a todos os leitores e ex-leitores deste "blog" 
um
SANTO NATAL!



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2014-01-28T05:51:11.723+00:00

Este blog faz hoje 10 anos.
Tempo mais do que suficiente para que o A. - hoje com letra grande - do seu início seja já um pouco diferente de quem escreve estas linhas comemorativas.

O entusiasta bloguista já não habita aqui.
Uma vista de olhos: estão longe os quinhentos e muitos "posts" de 2008, o ano mais ocupado. Em 2012, foram menos de cem e este ano ainda não foram trinta, sequer!

Faria todo o sentido acabar, verificada a caducidade de uma vontade, se não fosse ela menos do A. do que deste blog lui-même (que é, também, a mais do que um repositório das crenças e aflições do escrevedor  - que acaba de verificar, com algum espanto, aliás, que são muitas as datas de dias seus atribulados que no Impensável são serenos, amenos, dias), vontade de blog  que parece  querer erigir-se, por piedosa vaidade e omissão,  em testemunho da divulgação da internet em Portugal - e da passagem dos primeiros entusiasmos.

E aqui fica ele, por isso,  monumentando, como parece querer, ao modo de um velho chafariz pitoresco que as pessoas visitam. Sempre foi bucólico.






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2013-09-16T02:58:40.784+01:00

The Outing*

An outburst of anger near the road, a refusal to speak on the path, a silence in the pine woods, a silence across the old railroad bridge, an attempt to be friendly in the water, a refusal to end the argument on the flat stones, a cry of anger on the steep bank of dirt, a weeping among the bushes.

Lydia Davis

Davis é a minha descoberta literária mais reconfortante dos últimos anos.


* Atente-se:
 Outing
 1. An excursion, typically a pleasure trip.
 2. A walk outdoors.




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2013-09-11T20:16:06.405+01:00


Nunca é demais lembrar. 




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2013-09-10T05:11:39.140+01:00

Ontem, de repente, um bem-estar, um frio...
É isso, ontem  tive frio. 
A civilização não tarda!



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2013-07-15T10:37:00.330+01:00

       Monet, La plage de Trouville, 1870



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2013-07-11T10:01:00.676+01:00

O que se segue é asqueroso e imoral, é a negação da democracia e do estado de direito.

‹‹A câmara avançou agora para o Constitucional por considerar, segundo o "Público", que a obrigatoriedade de divulgar este tipo de documentos "abre caminho a que todas as decisões políticas e documentos que as corporizam fiquem sujeitas ao escrutínio público e, eventualmente, judicial, o que irá conduzir, inevitavelmente, à diminuição/perda da autonomia que deve caracterizar o exercício do poder político".››

E rematam:

"Não se trata aqui de esconder o que quer que seja do domínio público, trata-se é de proteger a reserva das discussões e documentos de cariz político" destinados a ajudar na tomada de decisões, "essas sim públicas", sustenta igualmente a autarquia. 

(no Público de ontem)

O hábito de cozinhar as decisões nas lojas a recato do Povo, dá nisto

(e já têm o desplante de escrever estas obscenidades).

Acontece que entidades públicas não têm segredos privados, nem há decisões privadas de eleitos sobre coisas públicas - a não ser em casos excepcionalíssimos que não podem passar disso mesmo, de excepcionalíssimas excepções ao princípio do livre escrutínio popular - que é um direito e um dever de todos.
Aqui, para poder aquilatar, por si, do estado do assunto.




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2013-07-08T21:10:52.250+01:00

Creio que não é errado dizer, depois de ver a recepção  da ministra das finanças portuguesa lá fora, que Portas passou a vice-primeiro ministro de Maria Luís Albuquerque.




2013-07-08T17:36:12.513+01:00


Sobre a crise: "foi tudo nervos", um grande ataque de nervos.

A Alemanha vela - felizmente.