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Sangue das Palavras Puras





Updated: 2014-03-19T08:45:29.412+00:00

 



nasce cresce a flora (parte II)

2012-07-12T01:43:00.415+01:00

A futura divisão das plantas clássicas que transportamos no corpo é inevitável, uma temperatura de acordo com algum elemento desconhecido ao conhecimento do mundo newtoniano. Mas assim é que nos tornamos mais fortes nos templos de algodão das crianças. Com a bravura blindada tentamos descobrir os campos sem terra viva. Uma árvore que sempre foi um lugar onde interrogar naturezas humanas. O (image)



DiVersos Nº7 - Revista semestral de Poesia e Tradução

2010-06-12T20:06:13.780+01:00

Na revista semestral de poesia e tradução DiVersos Nº7, cuja imagem está disponível aqui, foram publicados vários poemas do autor do blog Sangue das Palavras Puras.(image)



Sobre o Mundo Estranho

2010-06-10T17:56:02.423+01:00

«Um Mundo Estranho» viaja na tranquilidade desconhecida das tempestades, que aflora na melodia de cada actividade quotidiana. As palavras de Oliverio Macías Álvarez revelam o nevoeiro luminoso que cada beijo pode transportar. Em breve estamos perdidos na descoberta silenciosa das palavras que os pássaros transportam, no céu limpo e estranho que a espuma da viagem transparece. A «estridente (image)



nasce cresce a flora (parte I)

2009-10-11T16:22:16.069+01:00

Em cada dia há um segundo que se manifesta tranquilo num castelo de células, o quotidiano do leite em crescimento. No nascimento da flora sentimental, um pulsão animal guarda o destino que recebe em mandamento difícil do coração. Como uma classificação preliminar da alma que se pretende acrescentar ao dorso rebuliço do sol, todos temos o sémen da clorofila nas palavras do gelo. Somos frágeis como(image)



Espaço com Quadro

2009-08-30T12:21:35.146+01:00

sentei-mena ponta da fila de cadeirasestava o centro do espaço quadradouma calma universal dos oceanos caminhava no meio do ruído das meias palavrasencontrei-mecom o teu perfume de praiaestavas tu eu e tudona palma dessa música um quadro vastoem quinze minutos de um espaço quadradoquero voltarao abraço desta cor sentadaevelozlevantei-mena procura do som da tua pele com ondasaqui tudo é beloaqui (image)



vento de vertigens

2009-05-29T19:19:40.645+01:00

copoa tua bocacinco estrelas (luminosas)tal como te tinha ditojácabelosdesde algum tempoteias de ventocorpode pedras vertiginosascinco telas de absintoabertasvelassobre o teucorpo de estrelasvinco de sedaalertastelas luminosasvento detelas vertigens(image)



cadela dos sentidos

2007-08-03T00:27:35.848+01:00

simquero a tua viagemquasesem nuvens de palavrasbrancas trespassadas pertopor aquino chão do silêncioo fim da distância de um corredormetemos no bolso o segredoe vamosnuma qualquer margem marítimaa cadela dos sentidos a puta não se calaé assim que passo o diaquando as folhas estão escritasas letras bolas de algodãoumas almofadas de alegriaquando o teu peito entra no meu braçoquando o teu prato (image)



o sangue das palavras puras

2010-06-12T20:09:57.973+01:00

a criança correentre atrança das cadeirasa espinha de açona esplanada em linhabrinca e pinta o movimentocome imune a inocênciaenquanto o sangue rawestanca nas palavras purase lava o fumo nobrede um pensamento geladoe o branco momentonum inerte prantoinvisível ao líquidoinexistente de um corpoque se desvaneiaé um sonho pavioa vidapermanecesobre o vaziode uma laranja quenteque nasce sobre o (image)



tigre beje

2006-01-02T21:59:16.646+00:00

uma ganga azulsobre a mesa dos mapasum caminho sobre o sol dos cabeloscaídos e levemente despenteadosdelgada viagem fúriacontente contendauma deformação de ferocidadeaproxima o desmaio do amorem vidro partido sobrea tua imagem timbrelimpa e necessáriauma alga simplese vária contemplaa emergência do fluxoum vento abre rápido sobrea tua imagem temperadaaproxima a gangasobre a mesa dos mapasonde (image)



gume lento das rosas

2006-01-02T21:41:01.763+00:00

tinha a saudadecomo um gume lento das rosasentre o que me separa do teu corpoapenas o vento em olhar húmidoa pode acalmar numa cama de lamaem velocidades invernosassem resposta ao vento simplesdo risco limpoa saudadedeixa o caminhocom pedras soltase desconhecidasalegrias(image)



linhas finas

2005-11-18T23:38:30.060+00:00

vejo em círculos o mundo perfurmeem árvores flores delicadas osbraços rosa que podiam tocarem linhoum mundo de nuvemo meu mar desalinha por aquinas estrelas tempestade da noitepassas por uma viagemnuma montanha quando me falasem frutas uvas de fragrânciaum fumo de sinosesses cabelos(image)



as árvores de Sofia (dois)

2005-11-09T01:03:58.046+00:00

(homenagem a Sofia de Mello Breyner Andersen) não compreendo a lágrima que se transporta numa barca em ruas pela Graça Lisboa Sofia tem ainda livros por escrever com os dedos algodão das nuvens chorar é um sentido presente em quem não fez aduelas da vida um caminho o pranto que não ultrapassamos em latitudes translúcidas ainda não toquei no perfume que me inibe a tranquilidade Sofia é como os(image)



templo das estações

2004-12-12T13:21:14.156+00:00

uma música desce sobre a pele fronteiriça também há desertos de luz incidente tranquilos rios de sonhos agrestes consumidos no ruído do coração ácido temperamento das tempestades dormentes no corpo embalado pela melodia apesar das descobertas do sol qualquer dia desisto dessa líquida melancia desconhecida numa dessas viagens interinas abruptas e salinas e essa fruta dos ventos num nevoeiro de (image)



amorgência

2004-12-12T13:21:47.783+00:00

simples sentado sinto que sim e sonho com isso acordado e deitado sem dormir um segundo nascido numa margem de morangos cintilantes quando o sumo da fome transmite um corpo de emergência nas mulheres labirínticas dos supermercados elas desenham figuras num espaço invisível ao suor escrevem um tratado de emergência amor amorgência amor emergência agora (image)



o clima dos teus cabelos

2004-12-12T13:22:16.086+00:00

vem ai uma tempestade na relva do mar no teu corpo de água havia um reflexo inquieto imperdoável vou em frente em direção à nuvem branca numa harpa de temperatura que se aproxima da noite um caldo intranquilo no sonho do fogo uma piscina de memórias permite um prisma de devassidão no clima nos teus cabelos recusas o suor límpido da busca labiríntica nos lábios e a paisagem transpira nas (image)



cor da miragem

2005-12-02T13:26:27.556+00:00

a tuamiragemela vem entre amadrugada e a perfuradaalga transparente do coraçãovem a passo certo pertodo vento árido do açoentre a clássica praiaonde a vagina étemperada como vapor daviagem uma praia depele e espuma deixo os dedos em feixe suado um peixe veludarnuma vibração datemperatura tranquila reconheço a silhuetaa minha sombra de punhalperpendicular aodesejo delimitado uma nuvemde napa (image)



Ritmo de morangos

2004-12-12T13:22:40.893+00:00

Olhei um momento pela janela eterna das árvores, pensei que tinha encontrado uma ideia de um sentimento afogado na inocência. Uma música beje tempera o vulção do teu lábio. Agora não estás. Um sumo sonoro e clássico distrai o desejo. Era apenas o meu coração que pensava, enquanto a mente sentia o ritmo aflorado dos teus morangos sobre a minha pele. Em suma sinto a falta da tua presença. O (image)



As árvores de Sofia

2004-12-12T13:23:11.726+00:00

Não compreendo a lágrima que se transporta numa barca pelas ruas da Graça. Quando Sofia tem ainda livros por escrever com os dedos do algodão nas nuvens. Só faz sentido chorar quem nada fez na aduela da vida ... como choramos a parte que não alcançamos de nós próprios. Ainda não toquei no perfume que me inibe a tranquilidade. Sofia é como os livros e os livros são como Sofia, fazem parte de um(image)



O aço dos cravos

2004-12-12T13:23:51.593+00:00

Uma bandeira perturba o vazio no escuro da sala, deixando as cadeiras na interrogação perene do futuro. E um timbre silencioso relembra-me a cor sinistra do sangue. Vou-me sentar um pouco nos ponteiros do tempo. Reparo que estou ainda acordado no meio da vida. Reparo que faço uma estrada desse silêncio líquido que o hino repara. Sou um segundo de um mar de espuma. Reparos de uma parada num (image)



O Sol da Semente

2004-12-12T13:25:44.903+00:00

Vive uma semente com origem num rio, na mais doce espuma da alma, entre nós há um sol de Fevereiro em flor. Uma voz ainda ausente mas presente quando a luz se sente. Conheço as minhas mãos e a viagem que perfaz o som do destino. A melodia que elas criam na tua pele aquecem as pétalas dessa origem benévola. Uma chama dilacera devagar as tristezas do tempo. Ainda te sinto como um sino na praia (image)



A Lealdade da Lingerie

2005-12-02T06:48:12.230+00:00

Deixo de ser até onde a lâmina termina, depois vem o tempo no vento do teu corpo. E acorda-me novamente. Assimilo as sementes das flores pálidas que desenham os grafitis. Volto a encontrar-te num condor de uma gôndola que permeia o quente lento. Continua esse comportamento estranho nos pássaros que me satisfaz. Todas as mulheres do mundo vivem num perfume que segrega na tua pele húmida. Sinto (image)



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2004-06-09T14:58:54.000+01:00

A mutação da Esfera Armilar De ontem para hoje uma vegetação marítima transporta-me numa alga de sal temperado. E um descobrimento acorda-me na mutação dos gritos pátrios. Sou ainda português. Há fogos não apreendidos que respiram no peito da saudade. E pelo corpo da alma fazemos um estaleiro com os músculos desfiados. Tentamos uma cor de tinteiro dual na montanha da penumbra. Neste dia (image)



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2004-05-30T23:56:34.746+01:00

Carne de Chocolate Segredos de sémem sujos sobre o aço da vitória que aumentam o potencial da tua emergência de névoa Um leite de uva deixa sobre o braço da glória no autêntico manancial uma transcrição tua segura Mulher de vinho lácteo uma luva de futuro de algo que se pode dizer nesta tempestade branca Queima no dente clássico devagar o meu pénis da pátria perpendicular ao teu sorriso (image)



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2004-05-25T20:48:18.853+01:00

Os dias em que os leitores são sabonetes O leitor é um sabonete. A maior parte dos momentos é um rabanete despenteado de poesia, que se julga até poeta lendo prosa dentro de um prisma. São básicos os leitores. São básicos os editores sabonetes. Voltam a ser básicos os leitores. Todos menos o Poeta. Essa ferida. O açúcar querido do sangue. São mármores os poetas que comem a memória do (image)



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2004-04-26T14:31:26.750+01:00

Havia alguém na praia para beijar A praia de uma nação inicia um músculo de mistério. Para além de mim não há ninguém senão o que eras tu. Aqui sou muito lentamente alguém. Havia uma bandeira de areia que as naus prenunciavam. Alguém da memória numa maresia. Havias tu numa falésia. Havia ainda um beijo sozinho para acompanhar ao destino. Nessa ilha onde nunca me encontrei, fui uma (image)