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Super Flumina - SAPO Blogs



Last Build Date: Mon, 26 Jun 2017 08:54:17 GMT

 



Comentário a Discurso de Obama em português

Mon, 26 Jun 2017 08:54:17 GMT

«de modo mais ao menos desatento»? A expressão correcta é «mais ou menos».



Comentário a Por mim será no dia de São Nunca à tarde

Sat, 29 Sep 2012 00:43:25 GMT

AHAHAHHAHAH... estes políticos são demais! Tem outra maneira de voltar ao poder sem votarem neles? Bem por acaso até há, mas ele não pensou nisso, pois não? Ou tem a esperança de ter outra vez um Presidente que destitui um governo para lá colocar outro da cor do clube do futebol dele? Sinceramente.. Abraço.



Comentário a Se a estupidez pagasse imposto

Wed, 26 Sep 2012 15:57:45 GMT

Ora, nem mais!



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 18:35:45 GMT

No Brasil vivemos com a presença do FMI por 30 anos.
Foi preciso a coragem de um homem FHC " que vendeu 90% das nossas estatais e botou os para correr de lá.
Uma coisa é certa com o salário da classe média jamais pagaremos os empréstimos.
Se lá funcionou assim por que não aqui.



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 18:31:20 GMT

Apesar de não concordar com o que diz em relação às privatizações, não consigo entender como é que existem fundações privadas a receber fundos do Estado. Para se ser fundação é preciso um patrono (que não o Estado), se não se tem patrono, então não há fundação.
Em relação às fundações públicas só há duas opções. Se se verificar que é realmente importante para a população, insere-se no controlo de um ministério relacionado com essa área, acabando com os gastos exorbitantes de uma fundação. Se não interessar nem ao menino Jesús, acabe-se com a fundação e não se gaste fundos estatais (que tão preciosos são para o que realmente interessa).



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 15:23:44 GMT

Sim, o caso das fundações é uma vergonha, independentemente dos valores envolvidos. A questão das fundações devia estar resolvida desde o ano passado. Meio dúzia de meses deveria bastar para resolver um problema que, até agora, ainda está em fase de falatório.



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 14:33:32 GMT

Tanto quanto sei, a situação das Fundações, continua a ser um "diz que disse". Ainda não ouvi falar de nenhuma que tivesse sido obrigada a encerrar! E sim, só para aqui, vão milhões - destinados a bolsos individuais.

Este é só um exemplo. É que o mais fácil, é ir à arraia miúda!



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 13:36:29 GMT

Aí, estamos de acordo, como está não pode continuar. Mas, aquilo que eu penso que se deve fazer é muito diferente do que a esmagadora maioria dos manifestantes pensa, por isso, não vale a pena manifestar-me pois não me revejo naquilo que ouvi dizer quase todos (para não dizer todos) os manifestantes que ouvi.
Lógico que privatizar RTP (penso que o Estado não tem nada a fazer na Comunicação Social) e CGD (é apenas o braço armado do governo na economia e na banca) não resolve, mas ajuda. Dei estas como exemplo, pois são as mais conhecidas, mas não faltam organismos, empresas e agências governamentais onde cortar. Mas as reformas estruturais são difíceis e não vejo este governo com vontade de mexer em interesses instalados.



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 13:28:20 GMT

Não quero manter tudo como está. Muito pelo contrário... estamos de acordo que o estado tem que diminuir mas não me parece que seja a privatização da RTP ou da CGD que resolva tudo. Até porque não foram estas entidades que levaram o país à bancarrota. Foi má gestão. Má gestão. Podemos ter uma RTP de serviço público bem gerida e mais barata.

Da mesma forma que a educação e a saúde não podem dar lucro. Mas são serviços essenciais que um estado tem que garantir, caso contrário qualquer dia temos um Mitt Romney a mandar vir com o pessoal que acha que o estado tem obrigação de lhes garantir coisas básicas como alimentos e saúde! Onde é que já se viu alguém ter direito a isto de mão beijada?!!!

Enfim, penso que estamos a chegar ao fim de linha de um sistema... Alternativas? Não estou muito segura, mas como está não pode continuar.



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 13:02:28 GMT

Também eu gostava de ver eliminar as gorduras do Estado, mas mais do que as gorduras do Estado, eu gostava de ver diminuir o Estado, que é absolutamente gigantesco. Um Estado que consome 50% PIB gerado é um Estado ladrão. Se não se quer que o estado roube mais aos trabalhadores, tem que se exigir a diminuição do Estado. Não são só as PPP, energias renováveis ou fundações... Não, há muito mais coisa onde cortar, desde subsídios de toda a espécie até privatizar a RTP e a CGD. Isso sim, aí começamos a fazer poupanças que se veja. Estou longe de apoiar medidas deste governo que vão ao bolso dos contribuintes, mas a solução passa por reduzir o Estado. E isso, não me parece ser o que os manifestantes querem, Por isso, não alinho nisso. Dizer que o Estado rouba (e rouba, sim, senhora!), mas depois quer manter tudo como está com subsídios a todo e a direito e todo cheio de direitos e poucos deveres, não é assim que se vai lá.



Comentário a TSU, IRS e outros contos de terror

Tue, 25 Sep 2012 12:29:47 GMT

Vou voltar a manifestar-me sim senhor!

Quanto ao amigo Helder, mais valia ter escrito qualquer artigo sobre como eliminar as verdadeiras gorduras do estado, em vez de estar a divagar sobre as formas mais eficientes de roubar quem trabalha.



Comentário a Deve pensar que os outros são estúpidos...

Tue, 12 Jun 2012 12:22:44 GMT

Mesmo assim, alguém duvida que Rio, o da cãmara, é um fdp para a cidade?



Comentário a O socialismo é laico, mas acha que o dinheiro cai do céu

Fri, 20 Jan 2012 16:26:56 GMT

É urgente um sinal de cidadania activaA partir da criação do euro em 1999 os 17 países da EU que aderiram à moeda única passaram a ter uma taxa de câmbio fixa e deixaram de controlar as suas relações de troca através do controlo cambial e da intervenção directa dos seus bancos centrais. A partir de então em conjunto a balança de transacções da Grécia, Itália Portugal e Espanha –GIPS- passou sempre a ser negativa , isto é as empresas e os Estados foram-se progressivamente endividando. Ao mesmo tempo, , a Alemanha apresentava um crescente saldo positivo nas suas trocas com o exterior, atingindo actualmente um superavite de 182 mil milhões de euros, enquanto os países referidos acumulavam um saldo negativo de 183 mil milhões*; quer dizer, a Alemanha prosperou com a moeda única e os GIPS agravaram a sua situação.Com a crise financeira de 2009, a dívida dos GIPS cresceu muito, o que justificou que os mercados de capitais iniciassem um ataque especulativo sobre a dívida pública destes países, começando selectivamente pelos mais . Só uma intervenção rápida de um banco central poderia deter este processo.O BCE pode emprestar dinheiro aos bancos mas está proibido de emprestar directamente aos países, o que originou benefícios para a banca tornando a manutenção da dívida insustentável em alguns países. Contudo, em apenas 2 dias o BCE emprestou em Janeiro à banca europeia 500 mil milhões de euros , enquanto uma semana antes se dizia que não tinha capacidade para dar garantias sobre a dívida da Itália (440 mil milhões).Ao manter o BCE incapaz de garantir os títulos de dívida dos países europeus, a Alemanha com cumplicidade da França, conseguiu por em perigo o euro e levou à supressão da democracia na Grécia "despediu" com um simples telefonema o governo de Itália, levou à queda o governo de Portugal e facilitou a vitória da direita em Espanha. Depois de espalhar uma política de medo e incerteza permanente e substituir os governos destes países, reduzem-se salários e regalias e lançam-se os países numa crise de recessão . Sem por em causa a necessidade de pagar dividas e pôr cobro ao endividamento sistemático, a verdade é que uma saída para a crise não pode ser conseguida pela destruição da economia, optando por uma austeridade cega que inclusive reduz o produto interno e conduz à impossibilidade prática de permitir o pagamento da dívida. A solução passará por travar o ataque especulativo e a subida dos juros da dívida e equilíbrio orçamental das contas públicas num prazo realista.Ao boicotar os ajustes necessários do BCE fazendo prevalecer os interesses dos seus bancos, sem disparar um tiro, a Alemanha está a conseguir alimentar os seus desígnios imperiais melhor do que conseguiu na primeira e segunda guerra. Assim, em menos de 100 anos a Europa tem de enfrentar a terceira calamidade provocada pela Alemanha : o avanço sobre a soberania dos estados e a sua subjugação económica configura o que entendemos por um estado de guerra. De facto estamos a enfrentar uma situação de guerra, em que as armas até podem ser silenciosas, mas não deixam de ser devastadoras. Perante este cenário os dirigentes políticos europeus como Passos Coelho vieram a revelar-se, não como defensores dos seus Estados, mas apenas como submissos representantes de Berlim, incapazes de negociarem condições que permitissem que a economia dos respectivos países pudesse manter a vitalidade suficiente para que efectivamente pudessem honrar os seus compromissos, mas sem destruir empresas pessoas e bens.Neste contexto de emergência os cidadãos não podem de imediato esperar que os seus interesses sejam capazmente defendidos,[...]



Comentário a Quem não tem dinheiro... (II)

Wed, 04 Jan 2012 09:31:24 GMT

Por outro lado, aqui em Portugal, eu que sou trabalhador independente há 20 anos, que desconto para a segurança social e pago impostos, nem sequer tenho direito a subsídio de desemprego nem a reforma.



Comentário a Quem não tem dinheiro... (II)

Wed, 04 Jan 2012 04:06:35 GMT

Repare nesta outra atitude louvável e contrária num país que respeita e protege a cultura e que cada vez a desenvolve mais.
http://dagavetaproducoes.wordpress.com/2011/12/22/aprovado-seguro-desemprego-para-artistas-musicos-e-tecnicos-em-espetaculo/



Comentário a Quem não tem dinheiro...

Wed, 04 Jan 2012 02:26:34 GMT

Opinião sua (embora não fundamentada), mas desde já lhe digo que trabalho há mais de 25 anos, nunca vivi à conta do Estado e pago os meus impostos.



Comentário a Quem não tem dinheiro...

Wed, 04 Jan 2012 02:15:58 GMT

Sr Rui Oliveira: não faço ideia qual a sua profissão, nem o seu trabalho, trabalhador ou desempregado ou seja lá o que fôr; mas tenho a certeza que a sua participação na economia, na atitude, no espírito, na acção, na política, na eficácia, deste país (Portugal), é absolutamente desnecessária.



Comentário a Quem não tem dinheiro...

Tue, 03 Jan 2012 23:36:51 GMT

Não posso estar em desacordo com o que diz.



Comentário a Quem não tem dinheiro...

Tue, 03 Jan 2012 23:34:40 GMT

Por mim não haveria opinion makers ignorantes, ministros incompetentes e corruptos, Admistradores mafiosos e Estado sem escrupulos. Isso é que não faz falta a ninguem.
Boa noite.



Comentário a Quem não tem dinheiro...

Tue, 03 Jan 2012 23:34:36 GMT

Discordando da sua opinião quanto a Margaret Thatcher, não posso senão dizer que no final dos anos 70 passei muitas horas a ouvir as músicas das bandas que menciona, apesar de posicionamento ideológico dos Clash, por exemplo.

Hoje, passados mais de 30 anos, continuo a gostar muito dessas bandas, mas, para mim os Joy Division são aqueles de que eu gosto mais (mas não gosto muito dos New Order).