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... aumenta-lhe um ponto, uma vírgula, o melhor que existe em ti. Um novo espaço para Ser e partilhar...



Updated: 2018-03-05T15:36:35.773+00:00

 



QUEM MORRE? de Pablo Neruda

2011-02-13T12:29:21.631+00:00


Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.



Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.



Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.



Morre lentamente quem faz da televisão o seu gurú.



Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.



Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.



Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.



Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.



Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples facto de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.



PABLO NERUDA



Sorriso

2010-11-18T21:27:27.106+00:00

(image) "Sorriso, diz-me aqui o dicionário, é o acto de sorrir. E sorrir é rir sem fazer ruído e executando contracção muscular da boca e dos olhos.


O sorriso, meus amigos, é muito mais do que estas pobres definições, e eu pasmo ao imaginar o autor do dicionário no acto de escrever o seu verbete, assim a frio, como se nunca tivesse sorrido na vida. Por aqui se vê até que ponto o que as pessoas fazem pode diferir do que dizem. Caio em completo devaneio e ponho-me a sonhar um dicionário que desse precisamente, exactamente, o sentido das palavras e transformasse em fio-de-prumo a rede em que, na prática de todos os dias, elas nos envolvem.

Não há dois sorrisos iguais. Temos o sorriso de troça, o sorriso superior e o seu contrário humilde, o de ternura, o de cepticismo, o amargo e o irónico, o sorriso de esperança, o de condescendência, o deslumbrado, o de embaraço, e (por que não?) o de quem morre. E há muitos mais. Mas nenhum deles é o Sorriso.

O Sorriso (este, com maiúsculas) vem sempre de longe. É a manifestação de uma sabedoria profunda, não tem nada que ver com as contracções musculares e não cabe numa definição de dicionário. Principia por um leve mover de rosto, às vezes hesitante, por um frémito interior que nasce nas mais secretas camadas do ser. Se move músculos é porque não tem outra maneira de exprimir-se. Mas não terá? Não conhecemos nós sorrisos que são rápidos clarões, como esse brilho súbito e inexplicável que soltam os peixes nas águas fundas? Quando a luz do sol passa sobre os campos ao sabor do vento e da nuvem, que foi que na terra se moveu? E contudo era um sorriso."

José Saramago



Finding Joy Movie

2010-10-21T08:16:12.003+00:00

Finding Joy Movie: "Finding Joy Movie"

Inspirador e fascinante.

Apenas está em inglês, mas se não compreenderes as imagens e a música falam por si...



The Shift - parte 3/3 (legendado)

2010-10-11T09:14:04.903+00:00

(object) (embed)

E por fim a 3ª parte.




The Shift - parte 2/3 (legendado)

2010-10-11T09:13:23.280+00:00

(object) (embed)

A 2ª parte.




The Shift - parte 1/3 (legendado)

2010-10-11T09:12:38.163+00:00

(object) (embed)

Porque a nossa missão nesta vida é ser simplesmente feliz, partilho estes vídeos muito interessantes.

Até breve




Construir em Vez de Combater

2010-08-05T12:07:46.263+01:00

(image)
"Creio que uma das atitudes fundamentais do homem humano deve ser a de reconhecer em si, numa falta de compreensão ou numa falta de acção, a origem das deficiências que nota no ambiente em que vive; só começamos, na verdade, a melhorar quando deixamos de nos queixar dos outros para nos queixarmos de nós, quando nos resolvemos a fornecer nós mesmos ao mundo o que nos parece faltar-lhe; numa palavra, quando passamos de uma atitude de pessimista censura a uma atitude de criação optimista, optimista não quanto ao estado presente, mas quanto aos resultados futuros. O mesmo terá já dado um grande passo para impedir os ataques, quando aceitar que só puderam existir porque a sua acção não foi o que deveria ter sido; quando se lembrar ainda de que toda a sua coragem se não deve empregar a combater, mas a construir."


Agostinho da Silva, in 'Textos e Ensaios Filosóficos'



Ser Feliz

2010-07-17T12:51:11.340+01:00

(image)
Hoje escutei que para ser feliz, basta estar em paz no momento presente. Não preciso de fazer nada. Apenas estar em paz aqui e agora.


Escutei. Agora a paz instala-se...





Expectativas no arquivo Cesto

2010-07-15T12:58:40.447+01:00

(image)
Lamento informar-vos, Expectativas, mas vão passar a morar no arquivo Cesto. Só servem para lixo, nem sequer consigo reciclar-vos como mandam os bons costumes ecológicos.


Durante toda a vida tive que vos aturar. Primeiro, com os meus pais: "a minha filha será isto...; a minha filha vai gostar, de certeza, daquilo...; a minha filha não seria boa pessoa se gostasse daquele(a)...; a minha filha sairá de casa apenas quando casar (ainda estaria em casa da minha mãe a esta hora...)....


Depois, resolveram invadir a minha privacidade, atrevendo-se a emiscuir-se nas decisões que tomava no meu dia a dia. Fingiam ser sonhos... Que desplante! Os sonhos são a energia que nos move, a matéria de que a nossa realidade é feita.


Vocês, meras expectativas, são irreais! Sou eu o comandante da minha vida e vocês sempre me proporcionaram a ilusão de que alguma entidade misteriosa, exterior a mim, teria as coordenadas do meu caminho. Impingiram-me a ideia de que conseguia controlar o comportamento dos outros na minhas relações (se eu agir assim, decerto o outro irá reagir daquela maneira, o que me daria tanto jeito...). Convenceram-me que se me esforçasse muito, muito, mas mesmo muito, muito, ainda que sem muita fé nos resultados, que atingiria o sucesso, a fama, o amor... Disseram-me que, neste rio da vida, o melhor seria pegar nos remos e ir contra a maré porque aí estaria o ganho (mal eu sabia que, mesmo sem saber nadar, o sucesso encontrar-se-ia na foz desse rio e bastaria acreditar nisso e deixar-me ir na corrente...).


Por isso, Expectativas, de nada servem para os meus propósitos. Lamento, mas nem no Limbo irão ficar. É mesmo no cesto do lixo! Lamento ter-vos criado, ter-vos deixado entrar na minha vida, mas foi preciso conhecer-vos e passar pela desilusão de ter expectativas para compreender que não preciso de vós para absolutamente nada.


Vocês são o elo mais fraco. Adeus!


Eu fico com os Sonhos.



De volta às almofadinhas...

2010-03-31T20:56:26.693+00:00

(image)
Já tinha saudades deste cantinho...


A falta de tempo é sempre uma desculpa usada... Mas, quando se quer, temos sempre tempo para tudo!


Nos últimos 9 meses tenho estado inebriada em estado de graça, a aguardar a vinda da Beatriz que está mesmo mesmo a bater à porta. Cada momento tem sido precioso ainda que vivido naturalmente. Continuo a fazê-lo, mas tenho também saudades das outras faces que constituem o meu prisma.


Às vezes, a perguiça também surge e deixo-me levar poralguns momentos de um ócio pouc produtivo. Também é necessário, mas só às vezes, para recuperar dos excessos de atenção dada a apenas algumas áreas da nossa vida.


Muitas são as vozes que apregoam que quando a Beatriz nascer, não terei tempo para mais nada. Acredito que assim será durante os primeiros dias (primeiro mês), mas a vida continua e sinto que esse acontecimento incrementará a criatividade e os motivos para fazer tantas outras coisas.


Quem sabe, desviar-me da rota que tenho vindo a seguir há já demasiado tempo, concentrada apenas no trabalho. Já começava a sentir que apenas um neurónio funcionava.


O nascimento de um novo ser traz sempre nova energia e novas formas de pensar, de criar e de agir. Uma nova visão do mundo, uma nova visão de nós próprios.





A ti, Principezinho..

2009-07-02T22:10:42.085+01:00

(image)
"The greatest thing you'll ever learn is just to love and be loved in return"


Não há nada mais belo do que as expressões de amor...


As mais usuais como os ramos de flores, a caixinha de chocolates, uma serenata ao luar, passando pelos olhares enternecidos, as mãos que se enlaçam, em nada superam os gestos simples do dia-a-dia que tanto adoro e prefiro, como acordar pela manhã e acompanhar-me no autocarro, ou convidar-me para jantar no restaurante baratinho perto de casa, ajudar-me a perder o medo de conduzir enquanto me indica as direcções de um modo doce e calmo... ou aquele olhar de menino traquinas quando quer pedir um favor...


Até mesmo aquela expressão mais séria que me espevita quando me sinto mais triste e insegura e me chama à razão e à vida...


Não sei para onde caminhamos juntos ou se será para sempre, mas aqui e agora dás-me tanto, partilhas de ti, és ao meu lado, de mãos dadas, nestas duas linhas paralelas da nossa vida.


As palavras são limitadas...


Obrigada por escolheres partilhar a tua vida comigo.







Nouvelle Vague - Waves

2009-05-28T21:12:29.416+00:00

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Há sempre a esperança de recomeçar...




Porque hoje é Sábado...

2009-05-23T10:31:46.798+00:00

(object) (embed)

Apetecia-me algo... bem diferente do que limpar a casa... Quase todos os dias, graças ao vôo constante do pêlo da Micha, eu e o meu amigo aspirador deixamos o chão impecável. Mas, hoje vou ter que usar os truques da minha amiga de infância, Mary Poppins...




Love and Rockets - Saudade

2009-05-19T19:16:52.533+00:00

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Enquanto novas palavras não nascem, comunico pela melodia. Esta homenageia Portugal e conta o conto da saudade...




A Flor Máis Grande do Mundo (José Saramago)

2009-04-23T20:48:27.101+00:00

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Um conto formoso que me foi enviado pela Prof.ª Amélia Pinto Pais (http://barcosflores.blogspot.com/).




Iniciativa

2009-04-15T20:00:18.479+00:00

(image)
Hoje falei com um cliente que queria muito uma coisa, mas quandolhe expliquei que tinha que solicitar por escrito e anexar a cópia de um documento, o cliente desistiu.

Fiquei a pensar nisso...

A tendência que temos para desistir quando surge uma dificuldade, ou um obstáculo.

Falo também por mim, claro! A facilidade que tenho em desistir quando surgem "muros", ao quais tenho tendência de chamar "sinais de que é melhor ficar por ali porque decerto não irá dar certo". Quando deveria perceber que a minha atitude pode significar perguiça, e, principalmente, MEDO!

Mas, não... prefiro espalhar eufemismos para, principalmente, enganar-me e não ver a realidade.

Agora, tenho um novo treino diário: considerar os "muros"como rampas de lançamento para algo melhor...
Agora só falta perceber o quê...



Employee Motivation: Elements of Greatness

2009-04-14T13:14:34.168+00:00

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Para nunca mais seguir os sonhos dos outros ou que os outros acham ser os mais adequados para mim.

Para escutar sempre o meu coração e encontrar nele a minha grandeza.

Para partilhar com quem quer encontrar a sua grandeza.




Tropfest NY 2008 winner, "Mankind Is No Island" by Jason van Genderen

2009-04-08T20:06:23.749+00:00

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Palavras para quê?...




Somos todos UM

2008-12-08T13:02:38.373+00:00

(image)


Somos, cada um, como uma peça de um puzzle que se encontra espalhado numa mesa. Biliões de peças, todas únicas, diferentes, com características especiais que nos tornam essenciais ao todo.


O objectivo da nossa existência prende-se com o experienciar ao máximo, como indivíduos, o que seria mais complexo ou mesmo impossível de ser experienciado pelo todo (se a Vida, ou Deus, é tudo, como se pode experiência?).


Para se experienciar, a Vida divide-se continuamente em pequenas unidades (uma planta, um ser humano, uma pedra...).


Nesta existência, temos um corpo físico capacitado de sentidos para que essa experiência seja possível. O tacto, a visão, o paladar, o olfacto, a escuta, os quais aliados à mente nos trazem as experiências mais belas e as mais horríveis também, sendo todas muito importantes.


Sem a tristeza não poderíamos conhecer a alegria, sem o feio não daríamos valor ao belo, sem o amargo, não desejaríamos o doce, sem a dor não desejaríamos o prazer. A moeda tem sempre dois lados.


Temos estas experiências todas e podemos escolher o modo como as vivenciamos: se fazemos delas experiências positivas, aprendendo com elas ou se fechamos os olhos e fingimos que não é nada connosco


Contudo, sejam quais forem as nossas decisões, as nossas opções, todas são válidas porque nada mais são do que caminhos para a experiência. Uns de um modo mais célere, outros num ritmo mais lento, caminhamos na direcção do Todo.


No nosso ser mais profundo, sabemos o que realmente importa e sabemos que somos parte de um todo, mas, na maior parte do tempo, o facto de sermos unos fisicamente provoca a ilusão de que estamos efectivamente separados e em comparação uns com os outros. Vivemos na ilusão da competitividade...


Se cada um de nós tivesse a consciência de que todos somos essenciais e parte de algo magnífico e vivo como a Existência, teríamos mais compaixão pelo outro (porque estaríamos a ter compaixão por nós mesmos), respeitaríamos os outros seres e ficaríamos gratos por estar aqui e agora (porque já o facto de respirar faz com que a Vida evolua activamente - o dióxido de carbono que lançamos a cada expiração ajuda uma árvore ou uma planta a sobreviver, e elas dão-no tanto...).


Uma pequenina gota tem a essência do Oceano em si, mas só se transforma em Oceano quando se une a outras gotas.

Nunca estamos sozinhos...









Simples mas poderoso...

2008-12-02T19:54:42.487+00:00

(image)


No meio do turbilhão que habita normalmente a minha mente, de vez em quando surgem ideias-chave para a compreensão do estado actual da minha vida.

Ao longo de muitos anos de perturbação e de contínuas questões acerca das razões para não me sentir feliz com a vida que tinha, não havia percebido algo impresssionantemente simples mas tão importante: eu nunca defini objectivos específicos que quisesse alcançar.


O pensamento é criativo... imaginem alguém com milhares de pensamentos a ocorrerer quase ao mesmo tempo... A dispersão foi sempre uma sombra na minha vida e sempre tive bastante dificuldade em concentrar-me apenas num aspecto de cada vez...


Quando era criança, queria ser cantora...ao longo do tempo fui querendo sempre fazer algo diferente, quando ainda não havia atingido a vontade anterior...


Eu tinha por irmão gémeo Fernando Pessoa que desejava ser tudo e todos ao mesmo tempo.

Confuso não?...

Como conseguiria eu ter harmonia? Como poderia eu descansar na paz da satisfação atingida se continuava a correr em diversas direcções quase ao mesmo tempo?

Para conseguir algo, pensa-se nisso com todo o seu coração e depois age-se em conformidade com esse desejo de modo a que a energia do pensamentos e transforme na forma física do mesmo.

Lembro-me do menino que desejava ter uma bicicleta, no filme "O Segredo". Ele desenhou a bicicleta, ele sonhava com ela, quase desistiu de acreditar de que teria essa bicicleta, mas, com o tempo, e mantendo-se focado no que desejava, a bicicleta apareceu defronte ele como um presente de um familiar.


Eu no lugar do menino, sonharia com a bicicleta e dois dias depois sonharia com um skate e depois com a bicileta de novo e no dia seguinte preferia uns patins, até me decidir finalmente por algo... ou por nada... O Universo só poderia andar confuso comigo...


Mas, é claro que todas as histórias têm um final feliz... ou não têm final :)


Com o tempo, o universo foi identificando os momentos em que as minhas emoções foram falando mais alto quando desejava algo com que realmente me identificava e ao longo dos anos foi-me trazendo os presentes mais doces.


O que significa que mesmo as pessoas mais difusas se encontram no meio da confusão com que se regem. Com treino, conseguimos ter pequenos momentos de pequena concentração para nos podermos observar, aceitar e agradecer cada pedacinho que nos é dado.

Aprendi a aceitar o meu ser, a aceitar que para mim o mundo vai ser sempre maravilhoso demais para ser apreciado de apenas um modo.

Pedacinho a pedacinho conseguirei saborear o todo.







Pérola de Sabedoria

2008-10-04T17:01:04.025+00:00

(image)
"Há três coisas que jamais voltam: a flecha lançada, a palavra dita e a oportunidade perdida."


Provérbio Tibetano




Dispersa(mente)...

2008-09-26T17:20:23.483+00:00

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Será por ser Sagitário? Ou o meu cérebro trabalha a 1000 à hora?



O que eu sei é que, normalmente, é-me difícil focar-me em algo específico.

Penso em várias coisas enquanto faço outras coisas ao mesmo tempo...

Quando era mais novinha, achava muita piada a isto, sentia-me quase como um malabarista mental. Começava, por exemplo, a ler um livro, depois outro me chamava à atenção e começava a ler também esse. Cheguei ao ponto de estar a ler três livros quase ao mesmo tempo.

Ou então, estava a fazer algo, mas lembrava-me de outra coisa que ia buscar e fazia ambas ao mesmo tempo.

(confesso que ainda hoje tenho esse tique...)

Um dos meus objectivos firmemente estabelecidos é: FOCAR-ME numa coisa até a terminar. Parece simples para alguns, mas acreditem que para mim é extremamente complicado, por isso, passo atrás de passo, decidi que, mesmo que tenha várias coisas que esteja a fazer, enquanto estiver a fazer cada uma delas, terei que me focar em cada uma delas.

(neste momento estou a escrever este texto e... já estou a pensar que quero procurar umas ideias para fazer artesanato... e... ainda tenho aquele livro fantástico que está a olhar para mim... sim, ali, em cima da mesa - "Mãos de Luz" de Barbara Ann Brennan)

Algo que me diz que vou ter que subornar a minha mente para começar a estar mais calma e relaxada...

Desde que esta dispersão seja motivada pelo gosto de aprender, de experimentar coisas novas, ou pela expectativa da alguma surpresa escondida em cada dia que passa.... e o resultado seja sempre um grande sorriso... acho que não devo ser muito dura comigo própria...

Para começar, vou estando dispersamente... focada :)

(Hum... o livro vai ajudar-me com o Reiki... posso sempre fazer um cachecol para o inverno, ou até umas bolsas novas para o telemóvel... é melhor terminar este texto eheh)



Violent Femmes - Blister In The Sun

2008-09-25T12:36:07.970+00:00

(object) (embed)

E depois de rir.... Nada melhor do que dançar e dançar!! (eu gosto é do gato eheheh)




Que cara é essa?!???

2008-09-25T12:27:48.819+00:00

(image)
Como é maravilhoso rir ahahahahahahah!!!!


Abrir a boca, arregalar muito os olhos e soltar uma gargalhada... não uma, milhares de gargalhadas.


Fazer cócegas

Receber cócegas


Fazer caretas ao espelho e rir, rir muito!!


Rir ao acordar, rir ao deitar, dormir a rir de algum sonho divertido que nos visitou eheheheheh


É bom para tudo: para as dores de cabeça, para as dores do coração, para aliviar o stress, para a barriga e para a má disposição...


Rir é mesmo melhor remédio!!!


Ver filmes cómicos!


Rir connosco próprios!


Rir de nós próprios!!


Simplesmente rir a bom rir, consigo, om os outros, para os outros!!!


Quando estamos tristes ou cansados, nada como largar uma boa gargalhada para animar o ambiente ohohohohoh


Tudo é ilusão, tudo é passageiro...para quê levar sempre a sério?


Bora lá rir que a vida são dois dias :)))


Toca a rir!!!






Um dia de cada vez...

2008-09-24T19:42:25.036+00:00

Quando ainda estudava na faculdade, o meu espaço preferido para estudar era na sala, onde existia quase sempre uma televisão ligada, num som alto, na altura em que todos estavam em casa e permaneciam nessa mesma sala, a falar uns com os outros, muitas vezes ao mesmo tempo. No meio daquela confusão, automaticamente conseguia focar-me no que queria estudar. Parecia que com tanto barulho, o meu cérebro absorvia melhor todos os assuntos que necessitava compreender. Estranho, não?...Hoje compreendo porque preferia estudar nessas alturas Quando eu estudava em silêncio, a minha mente viajava para outros lugares. Na maior parte das vezes não eram os melhores. Lá morava o meu sentimento de culpa, o meu auto-censor, as minhas angústias, a vozinha que tantas vezes apelidei como tirana e que tantas vezes me queria fazer sentir ninguém. Na altura detestava o silêncio. O silêncio significava ter que encarar esses sentimentos e como não sabia lidar com os mesmos, fugia do silêncio. Então falava sempre imenso, estava sempre a ouvir música ao mesmo tempo que via televisão. Quando alguém se calava e o silêncio parecia instalar-se, começava a contar anedotas (algo para o qual não tenho jeito :)), fazia perguntas... Até que um dia, já sem assunto para falar, comecei a escutar todas as pessoas com as quais me cruzava e que precisavam de alguém que as escutasse. Normalmente, pessoas que procuravam conselhos, ideias a seguir para se sentirem melhor consigo próprias. Todos os dias vivia a vida dessas pessoas. O meu tempo dividia-se em estudar (para terminar o curso o quanto antes porque o meu pai é que estava a pagar ) e encontrar as soluções mais eficazes para ajudar quem a mim se dirigia. Um dia, um colega propôs-se a ensinar-me algo de novo (recordo que, na altura, ensinou-me como funcionavam os motores dos automóveis) em troca de o escutar e encontrar soluções para as suas aflições. Durante anos fiz isto, vivia a vida de muitas pessoas, sem me dar espaço e tempo para olhar para a minha. Amigos, colegas, namorados, familiares... Sempre que eu parava para dar voz ao meu interior, era invadida por emoções negativas em jeito de vozes negativas. Simplesmente, não sabia lidar com isso e refugiava-me nas histórias dramáticas que me contavam e para as quais encontrava sempre uma solução (a história não era minha...)Foi preciso bater e bater e bater com a cabeça, para reconhecer no silêncio o meu maior aliado. Anos a fio com a cabeça cheia de ideias, opiniões, experiências que nunca vivi realmente mas que sentia como se as tivesse vivido. E quanto mais eu dava espaço a essas experiências, mais pessoas atraía com as mesmas características. O famoso efeito "bola de neve"."A Necessidade aguça o Engenho" pelo que tive que me encarar a frio e enfrentar os meus demónios e dragões, senão acabaria por "morrer". Tantos anos a dar ideias a encontrar soluções para os outros e parecia tão difícil encontrar soluções para mim.Simplesmente, estava viciada nessas emoções. Não foi fácil. Foi preciso a ajuda de uma grande mulher e especialista na área da psicologia, a leitura de muitos livros (e a prática do que lia), a ajuda dos verdadeiros amigos, do meu Companheiro de Alma e, principalmente, da minha vontade de mudar. Hoje, consigo escutar-me no silêncio, ainda que com alguma dificuldade porque tal como um toxicodependente dificilmente esquece a droga,[...]