Subscribe: olho de fogo
http://olhodefogo.blogspot.com/feeds/posts/default
Added By: Feedage Forager Feedage Grade C rated
Language:
Tags:
arte  dos engenhos  dos  drunk  engenhos calheta  liberdade  mais  mel  minha  nos  não  parar  sem  silêncio  são  vida  viver 
Rate this Feed
Rate this feedRate this feedRate this feedRate this feedRate this feed
Rate this feed 1 starRate this feed 2 starRate this feed 3 starRate this feed 4 starRate this feed 5 star

Comments (0)

Feed Details and Statistics Feed Statistics
Preview: olho de fogo

olho de fogo





Updated: 2018-02-20T21:38:09.713+00:00

 



«A nossa casinha» por Fernando Ribeiro

2018-02-06T16:05:58.837+00:00

O Rock está aí por mais que lhe tentem passar um atestado de óbito, nota Fernando Ribeiro (Moonspell) a respeito da homenagem dos Metallica ao roqueiro Zé Pedro (Xutos) entoando "A Minha Casinha" (photo copyright Rita Carmo/Blitz) Já perdi a conta às vezes que o meu gosto e a minha improvável “profissão” de roqueiro (ou Metaleiro, como quiserem) foi posta em causa ou diminuída.



Melhor mel de cana é dos Engenhos da Calheta

2018-02-04T16:35:57.354+00:00

9 de Março de 2014  Aqui fica uma comparação entre o mel de cana dos Engenhos da Calheta e um outro. O mais escuro (cor de mel), espesso e mais intenso/marcante no sabor é o da Calheta. O mais claro, mais líquido e mais desvaído no sabor é o outro. Se der com broas ou bolo de mel anémicos na cor e no sabor, saberá que não foram feitos com mel dos Engenhos da Calheta. Não quer dizer que o



Silêncio

2017-12-31T15:20:08.247+00:00

A sustentável leveza do Silêncio (Setembro 2013) Quanto sentimos necessidade dele, e não o tememos, procuramo-lo e abraçamo-lo. «Aquilo a que chamamos silêncio só se torna real e efectivo através de um processo de despojamento interior, e de nenhuma outra maneira», refere José Tolentino Mendonça na crónica Quem Quer Ouvir O Silêncio De B Fachada?* E diz mais adiante: «o silêncio não é



Arte da lentidão, por José Tolentino Mendonça

2017-12-31T14:38:51.692+00:00

24.12.2017 Talvez precisemos voltar a essa arte tão humana que é a lentidão. Os nossos estilos de vida parecem irremediavelmente contaminados por uma pressão que não dominamos; não há tempo a perder; queremos alcançar as metas o mais rapidamente que formos capazes; os processos desgastam-nos, as perguntas atrasam-nos, os sentimentos são um puro desperdício: dizem-nos que temos de valorizar



«A arte é única coisa que me mantém totalmente são e estável»

2017-12-25T23:06:07.655+00:00

Paulo Furtado, The Legendary Tigerman, fotografado por Tiago Miranda (Expresso Online 24.12.2017) «[O mais importante na minha vida é] o trabalho e a criatividade. Sou muito romântico e acredito no amor, acho que é uma parte fundamental da vida. Mas, na realidade, a única coisa que me mantém totalmente são e estável mentalmente é a arte, e como tal não posso dizer que seja outra coisa. Nos



«Ainda bem que não me enquadro»

2017-12-25T22:51:13.983+00:00

Paulo Furtado, The Legendary Tigerman, fotografado por Tiago Miranda (Expresso Online 24.12.2017) «Antes olhava sempre para esta coisa de ser um inadaptado como uma grande seca. Agora já não sinto necessidade de me enquadrar. Pelo contrário, ainda bem que não me enquadro, ainda bem que consigo fazer as coisas como eu quero.» «Não era fácil, para mim, relacionar-me com as pessoas, começar



As chinelas do Natal, por António Fontes

2017-12-31T14:35:18.290+00:00

2017 1. Aos madeirenses que estão sem casa, sem comida, sem crédito bancário, sem emprego, sem saúde, sem esperança, sem felicidade, sem honra e sem vida – força de vida para viver – eis o meu sapatinho de Natal. 2. Entre o dia 18 de Novembro de 2017 e o dia 24 de Dezembro de 2017 (hoje, véspera do Natal), caíram na conta bancária dos meninos Jesus abaixo identificados, em valores limpos de



«A revelação do amor é uma revelação de carência»

2017-12-24T17:22:50.945+00:00

«Precisar é sempre o momento supremo. Assim como a mais arriscada alegria entre um homem e uma mulher vem quando a grandeza de precisar é tanta que se sente em agonia e espanto: sem ti eu não poderia viver. A revelação do amor é uma revelação de carência». «E solidão é não precisar. Não precisar deixa um homem muito só, todo só. Ah, precisar não isola a pessoa». «Ah, meu amor, não tenhas



Prazer de uma liberdade

2017-12-31T14:39:36.691+00:00

Nuvens acesas, à beira de casa Estamos formatados para o convívio como razão da existência humana e o caminho para a felicidade. A recusa desta imposição ou dependência não significa não gostar de estar com as pessoas. Bem pelo contrário, o gosto de estar com os outros é maior quando resulta de ser livre (honesto), e não de uma carência, formalismo, modelo ou obrigação. Quando o prazer



Desligar do facebook

2017-12-31T14:43:35.253+00:00

Silencioso entardecer de hoje, à porta de casa Há alguns anos libertei-me da televisão, agora liberto-me de outro ruído alienante, usurpador de tempo e atenção, inimigo do silêncio, que veio ampliar a superficialidade (a espuma dos dias—“casos do dia”) neste mundo. Seja na actualidade informativa, seja na rede social, as questões realmente importantes são, deliberadamente, evitadas. A



Liberdade

2017-12-31T14:41:13.959+00:00

Vistas de casa L i b e r d a d e. Quem está, verdadeiramente, disposto a pagar o preço—solidão, por vezes—para a abraçar e usufruir desse valor supremo? «Toda a gente diz que quer liberdade. É mentira. A liberdade traz muita confusão à cabeça. Melhores são as rotinas que nos livram da maçada de ter que tomar decisões sobre o que fazer com a liberdade. Quem tem rotinas não precisa de tomar



A minha alma gémea sou eu próprio

2017-12-25T23:48:48.942+00:00

Francelho à porta de casa A l m a  G é m e a. Tanta gente à procura dela, sem perceber que cada pessoa é (ou deveria ser) a sua melhor companhia. Num mundo sob a ditadura da extroversão, do ruído, da carência e da dependência, somos empurrados para procurar (consumir) fora o que já se tem cá dentro. A minha alma gémea sou eu mesmo. Conheço-me e sinto-me como não é possível a outrem me



Parar para viver melhor

2017-12-30T23:20:28.652+00:00

Ilustração: Mário Henriques «Hoje, eu sei que umas das condições, para viver mesmo, viver um bocadinho melhor, é parar. É parar. Parar uma velocidade que nos empurra constantemente. Parar mesmo. É preciso parar. Para saber escutar, saber ler, ver, sentir, pensar, tocar. Parar não é repousar, porque nunca se repousa. Parar para que, de repente, um tempo lento, e ao ritmo de si próprio, se



Respeitem-se os limites de segurança no Aeroporto da Madeira

2018-02-20T20:28:50.070+00:00

O Boeing 727-200, que se despenhou em 1977 em Santa Cruz, não deveria ter operado na pista de Santa Catarina, mas a Boeing e a TAP arriscaram... como se quer arriscar agora baixar os limites de vento Notícia do Diário de 11.08.2017 deu conta que diversas entidades serão ouvidas pela Autoridade Nacional de Aviação Civil sobre a eventual alteração dos actuais limites de vento no Aeroporto da



«Be drunk, always»

2017-05-10T18:27:01.216+01:00

 picture by Frantisek Kupka "You must be drunk, always. That is everything: the only question. Not to feel the horrible burden of Time that crushes your shoulders and bends you earthward, you must be drunk without respite. But drunk on what? On wine, on poetry, on virtue—take your pick. But be drunk. And if it should chance, on the steps of a palace, in the green weeds of a ditch, in the



«Eu sinto demais»

2017-04-05T21:49:58.357+01:00

— Você racionaliza demais. — Não, não amigo. Eu sinto demais. Para você chegar a tal ponto de racionalidade é porque você já conseguiu extirpar todo o sentimento possível às custas de doses cavalares de angústia. Passagem do filme Borrasca de Francisco Garcia, em que dois amigos conversam sobre a vida à beira de uma garrafa de Jack Daniel's. A arte, além do efeito estético do Belo, tem esta



Revivalismo dos formatos físicos da música

2017-04-05T22:46:28.522+01:00

photo: nelio de sousa 2017 O revivalismo nos formatos físicos também acontece por via da cassete, além do vinil: Cassette tape album sales grew 74% in 2016. A cassete foi o formato em que comprei e ouvi a primeira música. O walkman foi a minha primeira aparelhagem. Para nem falar das muitas compilações caseiras feitas em cassete. Na era digital, percebe-se que a presença física e o



Exploding Hendrix

2017-04-05T22:52:36.820+01:00

«Exploding Hendrix» (1968) de Martin Sharp, que ilustra, visualmente, a música e actuação electrizantes do autor de Foxey Lady



Nova ignorância

2017-04-05T22:26:38.238+01:00

image: pixabay.com «Mesmo que tenhamos, como agora se diz, as gerações mais qualificadas, estamos cegos quanto ao crescimento da nova ignorância, não só em aliança e em tandem com a antiga, mas assumindo novas formas e efeitos. O facto de haver um modismo tecnológico e se confundir a utilização de gadgets, aliás bastante rudimentar, com um novo saber, que implica novas competências, esconde



«História em pedacinhos»: memórias de vida vivida

2016-12-07T22:16:11.010+00:00

photo nelio sousa (2016) As memórias de infância, adolescência e entrada na vida adulta de Maria Cecília deram um livro: História em pedacinhos - as casas da minha infância e os tempos de chá sem açúcar (Chiado Editora, 2016). O seu percurso assegura um bom enredo à história de vida, luta, sobrevivência e procura da felicidade, que nos é contada. Uma história que é também de descoberta do



Cantar os seus males para os espantar

2016-10-25T22:45:05.638+01:00

Bob Dylan photo origin/copyright «What made the real blues singers so great is that they were able to state all the problems they had; but at the same time, they were standing outside them and could look at them. And in that way, they had them beat. What's depressing today is that many young singers are trying to get inside the blues, forgetting that those older singers used them to get



True love

2016-10-17T20:52:23.227+01:00

«a man hasn’t found true love until he finds the woman who will hang on to his arm the way Suze Rotolo hangs on to Dylan on the front cover of Freewheelin’» (The Guardian, October 16, 2016)