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Foda no escuro





Updated: 2015-09-16T17:25:56.634+01:00

 



Ambrósio...

2010-09-08T23:52:26.819+01:00

Apetecia-me algo... apetecia-me pornografia, mas como tenho 9 milhões de seguidores, tal e qual o Benfica, não posso dizer nada Triple X, fiquemos pelos pensamentos...
Beijos mais molhados do que secos.



Dúvida Existencial

2010-09-04T23:04:01.083+01:00

Para que servem os homens? Para foder ou para serem fodidos?



Pequenas altercações.

2010-09-04T22:03:59.397+01:00

Hoje apetece-me falar contigo sabendo que me lês noutra altura.
Hoje estou com a negritude na alma, aquela que penso não conheceres, estimo-te, por isso deixa-me falar sabendo que não vais criar juízos de valor.
Nada de negócios, nem de amores, a bílis que rebenta às vezes, questiono-me porque penso, questiono a minha revolta, o meu desamor, a ira, a insatisfação, por vezes carrego o peso do mundo, triste, infindável, carrego pesos demasiados amargos para a minha boca.
Esta sou eu, triste e só (que paleio tenebroso...). Imagino-te com aquele ar preocupado ou como dizes, cinzentão... não o faças, não mereço essa preocupação, não quero pancadinhas nas costas, não quero "penas", nem confortos, estamos na selva e continuo a ser uma leoa, ainda que dorida, cambaleante, não consigo parar de lutar.
Tenho pouco tabaco... olho para o monitor e temo que fujas de mim, mas esta Sou eu, no meu lado desconhecido, a portuguesinha de sorriso fácil, e deves faze-lo, fugir de mim, fugir com todo as ganas que tenhas, o meu negrume apagaria essa chama, esses olhos cor indefinida, tenho pensado tanta coisa, estou tão cansada, cansada de mim, lágrimas tantas, a incerteza e o medo, tolhida pelo medo, medo do fracasso, medo de ser feliz, lembro-me do meu irmão chamar-me e apontar: - Ouviste? Estas a ouvir as vozes? E eu não ouvia nada, e espero não as ouvir nunca, não quero ouvir vozes, não quero ouvir mais nada, nem as folhas, nem a lua, as marés vivas que na minha casa batiam o vento , não quero ouvir o cheiro do mar, sempre o mar.
Desculpa ser assim sem retorno, não terei retorno nunca.

Um beijo,
Estrela



Voltar às origens

2010-03-17T22:43:15.263+00:00

O regresso pesaroso, a nossa casa é sempre única, nossa, voltar aqui é lembrar os bons e maus momentos de outra vida que não é já a minha, matar saudades, cavar com as mãos cheias de terra,o pó, a dor que ainda se sente, enterrar, atirar uma rosa aos pés estes pés que são meus, estes pés que não mudaram de tom, o espaço, um espaço, o suspiro que já não contenho, a pergunta que se põem:
Sou eu? Esta ainda sou eu?



Retrato automático

2010-03-17T22:49:04.840+00:00

Retirado a pedido da autora.



2001-04-30: Dia de festa!

2009-04-30T12:01:06.149+01:00

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O mundo que já foi, o mundo que virá!

2009-04-29T20:14:46.516+01:00

(image) Sticks and stones can break my bones,
but words can never hurt me.






O larápio!

2009-04-28T19:58:39.449+01:00

Chamemos-lhe o vigarista, o lárapio, roubou-me tudo de mansinho como qualquer ladrãozeco de algibeira. O nome verdadeiro é Jorge mas agora já pouco importa, chamemos-lhe o chupista, o usurário, o mentiroso, chamemos-lhe o quisermos que nada o vai engrandecer.

Começou pela dignidade, usurpou-me a vida que era minha, chupou-me a alma até estalarem os ossos, depois veio sempre de pantufinhas, usou o meu corpo como quis, fez de mim gato sapato, roubou-me a casa e tudo o que ela continha, a confiança, a alegria.
Agora quer roubar-me as palavras.
Para ti e só para ti doce Jorge "get a fucking life".



O boi da paciência por Ramos Rosa

2009-04-27T17:12:21.828+01:00

O boi da paciênciaNoite dos limites e das esquinas nos ombrosnoite por de mais aguentada com filosofia a maisque faz o boi da paciência aqui? que fazemos nós aqui?este espectáculo que não vem anunciadotodos os dias cumprido com as leis do diabotodos os dias metido pelos olhos adentronuma evidência que nos cega até quando?Era tempo de começar a fazer qualquer coisaos meus nervos estão presos na encruzilhadae o meu corpo não é mais que uma cela ambulantee a minha vida não é mais que um teoremapor demais sabido!Na pobreza do meu cadernocomo inscrever este céu que suspeitocomo amortecer um pouco a vertigem desta órbitae todo o entusiasmo destas mãos de universocuja carícia é um deslizar de estrelas?Há uma casa que me esperapara uma festa de irmãoshá toda esta noite a negar que me esperame estes rostos de insóniae o martelar opaco num muro de papele o arranhar persistente duma pena implacávele a surpresa subornada pela rotinae o muro destrutível destruindo as nossas vidase o marcar passo à frente deste muroe a força que fazemos no silêncio para derrubar o muroaté quando? até quando?Teoricamente livre para navegar entre estrelasminha vida tem limites assassinosSupliquei aos meus companheiros.Mas fuzilem-me!Inventei um deus só para que me matasseMuralhei-me de amor e o amor desabrigou-meEscrevi cartas a minha mãe desesperadascolori mitos e distribuí-me em segredoe ao fim ao cabo recomeçarMas estou cansado de recomeçar!Quereria gritar:Dêem árvores para um novo recomeço!Aproximem-me a natureza até que a cheire!Desertem-me este quarto onde me perco!Deixem-me livre por um momento em qualquer partepara uma meditação mais natural e fecundaque me limpe o sangue!Recomeçar!Mas originalmente com uma nova respiraçãoque me limpe o sangue deste polvo de detritosque eu sinta os pulmões com duas velas pandase que eu diga em nome dos mortos e dos vivosem nome do sofrimento e da felicidadeem nome dos animais e dos utensílios criadoresem nome de todas as vidas sacrificadasem nome dos sonhos em nome das colheitasem nome das raízesem nome dos paísesem nome das criançasem nome da pazque a vida vale a penaque ela é a nossa medidaque a vida é uma vitória que se constrói todos os diasque o reino da bondade dos olhos dos poetasvai começar na terra sobre o horror e a misériaque o nosso coração se deve engrandecerpor ser tamanho de todas as esperançase tão claro como os olhos das criançase tão pequenino que uma delas possa brincar com eleMas o homenzinho diário recomeça no seu giro de desencontrosA fadiga substituiu-lhe o coraçãoAs cores da inércia giram-lhe nos olhosUm quarto de aluguerComo preservar este amorostentando-o na sombraSomos colegas forçadosOs mais simples são os melhoresnos seus limites conservam a humanidadeMas este sedento lúcido e implacávelfamiliar do absurdo que o envolvecomo uma vida de relógio a funcionare um mapa da terra com rios verdadeiroscorrendo-lhe na cabeçacomo poderá suportar viver na contenção totalna recusa permanente a este absurdo vivo?Ó boi da paciência que fazes tu aqui?Quis tornar-te amável ser teu familiarfabriquei projectos com teus cornoslambi o teu focinho acariciei-te em vãoA tua marcha lenta enerva-me e satura-meAs constelações são mais rápidas nos céusa terra gira com um ritmo mais verde que o teu passoLá fora os homens caminham realmenteHá tanta coisa que eu ignoroe é tão irremediável este tempo perdido!Ó boi da paciência sê meu amigo![...]



O anel de fogo

2009-04-17T22:20:26.806+01:00

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O piano volta a tocar

2009-04-17T21:15:31.499+01:00

Estalam os dedos, lingua enferrujada, as palavras coladas na garganta, visgo obtuso e molhado, falemos de amor, falemos de desamor, o medo, o beijo que anseio e não recebo, fechar os olhos e sentir o perfume das alfazemas, dos liláses discretos, cor de morto, acabados de colher.
A palavra tu, o sentido esquizofrénico de saber que não sinto o teu toque, amar a tua fealdade de uma forma bonita, a tua perna, a perna que me segura da queda, tu que me amparas, a palavra tu: - Oh Cachopinha! - como se fosse uma criança, sentindo-me assim cachopinha com os dedos enrolados na folha do sobreiro, trepando árvores.
Calo-me agora porque a foda é devagar e às escuras, amanhã há mais.



Hoje faço anos e não me arrependo de nada!

2009-04-10T20:33:16.751+01:00

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No more!

2009-04-08T21:54:06.724+01:00

(image)
De amazonas a andorinha, a vida sempre a 30, número da sorte o som que se produz, o abismo em recta mortal, 45º á direita looping . Bute lá à puta da festa!




O Meu Retrato por Jorge, a mais fina flor do entulho

2009-04-08T21:23:22.903+01:00

Que cena fine!!!

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Porque ainda estou afónica! ai ai ai ai...

2009-04-08T21:52:23.725+01:00

Falemos devagarinho, de mansinho, "à poque et poque de vadalhoque". A voz tarda a surgir.
Beijos repenicados, chuac, chuac.



E agora algo mais hardcore!

2009-03-29T23:18:41.986+01:00

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Um clássico

2009-03-29T23:15:04.836+01:00

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Feeling kind of sad and sorrow

2009-03-27T19:37:15.429+00:00

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Sob pressão

2009-03-01T21:34:22.859+00:00

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Porque a vida continua...

2009-02-25T17:50:07.549+00:00

E agora falo dos últimos meses, coração pesaroso. A noite, tudo se compra, tudo se vende, os amigos, redbull vodka, mera espectadora, vinil, barracos em cima da praia, esplanadas com salamandras, faz esse, então jonas como estás, os amores sem amor, as fodas mal dadas, beirão, escorropichar a garrafa, o copo, não me dês a mão senão eu dou-me. Os amigos, então Jonas como vais na tua miséria, estamos felizes por te ver.
O desvairio, o fodo tudo sem alma nem coração, a boina na cabeça, que fulana estranha, sim, esta sou eu, a boémia, a ninguém me come, a ti como-te eu .
Os máfias, os oportunistas e eu a alinhar com a trupe, olhos bem abertos, faz esse, deixa-me foder-te.
Acordar sem olhos, acordar mais bêbeda do que quando me deitei, tirar cafés, zás trás pás, o entulho, a dor, eu que não sou eu, sempre eu. As japoneiras que se desfazem em pétalas prostradas, o infinito do meu mar de regresso, já não sinto as ondas, amo-as novamente como a primeira vez do sofrimento.
Um dia de cada vez, no mínimo...



Parto prematuro

2009-02-20T18:13:33.488+00:00

5 meses de ausência, ainda sem conseguir falar, apenas partilhar este sabor agridoce, levanto-me devagarinho com esta "ROSA":

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Mais um ditado

2008-11-07T15:31:00.209+00:00

Como diria o meu irmão mais velho se ainda fosse vivo:
"Caga nisso e põem ao peito"



Até quando?

2008-10-29T19:56:54.643+00:00

Perdem-se as entidades.
Eu, onde paro? Caminhos travessos, noites em branco, ontem o cão da vizinha não parava de uivar como se pressentisse a noite, como se me pressentisse a mim, estive tentada a acordar-te mas dormes sempre como se fosses um anjo, em vez do demónio que teima em me enfernizar a vida.
Quem sou eu? Despojada do meu ser, do meu corpo, da minha alma (se ainda a conservo) o cão não se cala nem ontem nem nunca, ele chora a minha mágoa.
Bom dia aos vizinhos com quem me cruzo, olham-me com olhos, alguns de pena, outros de incompreensão. Sou um bicho com o corpo desmembrado, cabeça nos pés, coração ao alto. Lá fora o mar (igual a mim), esse nunca o hei-de perder, vasto, sereno, arruaceiro, extremo, a maresia que me dá fôlego e tu, tu que usas e abusas.
Onde é que eu estou?
Quem sou eu?
A vida é um "fartote" de rir.



Sobre fodas

2008-10-10T14:34:14.314+01:00

Falemos de fodas, sim de fodas. A foda no escuro já não faz sentido, parece que de um dia para o outro, num breve eclíptico piscar de olhos a foda tornou-se às claras.
Eu estou seca, sem mais nada para dizer, é difícil, não existe mais nada em mim que possa interessar ao ceguinho, oca, vazia, sem alma.
Estou a pensar sériamente em passar da foda no escuro para a foda da aldeia, sítio no qual me aprisionei para aí há 10 meses. Aqui sim, são só fodas, talvez seja o cheiro do feno, os palheiros, toda a gente fode com toda, eu mera espectadora, nunca gostei do campo e muito menos da bicharada. Promete pensar e repensar, mas quanto a mim, boca fechada, olhos cegos, eles que fodam mas que não me chateiem, a fonte secou... A Jonas já não existe é um mero fantasma deambulante.



De volta semi moribunda

2008-10-07T16:06:15.600+01:00

Hoje meus caros regresso com a força de um paralítico, cambaleante mas com o coração à flor da boca conforme estão habituados, diferente sem dúvida, amarga, com medo das palavras, a alma desfragmentada mas ainda com conserto.
Cliché nº 1 : "estou à beira do abismo", o pé esquerdo lá, o direito e mais forte que me sustém cá, não vou cair nunca.
Cliché nº 2: " a luz ao fundo do túnel" Onde? Qual túnel, qual luz.
De mansinho, pé ante pé já consegui escrever alguma coisa, sem sumo, sem emoção, um dia de cada vez.
Amanhã reservo-vos coisas bem melhores às quais já vos habituei...