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Aeroporto de Alcochete



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Updated: 2016-09-08T04:33:37.713+00:00

 



Miar ou piar fininho

2011-03-22T19:06:41.379+00:00

Circula por aí este texto atribuído a Mia Couto.Tentando respeitar os Direitos de Autor, julga-se conveniente publicá-lo tal como chegou:Mia Couto - Geração à Rasca - A Nossa Culpa"Um dia, isto tinha de acontecer.Existe uma geração à rasca?Existe mais do que uma! Certamente!Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numaabastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhesas agruras da vida.Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidarcom frustrações.A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e tambémestão) à rasca são os que mais tiveram tudo.Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infânciae na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seusjovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, aminha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiramnos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem delesa geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhesderam uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais dediversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustívelcheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando asexpectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuoupresente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer omelhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantasvezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual nãohavia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenadocom que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... Avaquinha emagreceu, feneceu, secou.Foi então que os pais ficaram à rasca.Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchemPavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas ondenão se entra à borla nem se consome fiado.Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuara pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa deaniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada apais.São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água eda luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para queos filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a terde dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, eque por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têmdireitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,querem o que já ninguém lhes pode dar!A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelomenos duas décadas.Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito porescolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe naproporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com queo país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, poiscorrespondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidadeoperacional.Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar emsítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que issosignifique que é informada; uma geração dotada de trôpegascompetências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada pornão poder abreviar do mesmo modo o caminho para o suc[...]



O Japão

2011-03-16T20:37:07.539+00:00

O Nacionalismo tem destas coisas.
As pessoas aprendem a viver em sociedade, respeitam-se mutuamente e têm valores supremos que se transmitem de geração em geração.
Que importa se lhe chamam Imperador ou Alibábá, há líderes cujas palavras são escutadas, orientam e motivam, fornecem esperança e dão força em momentos difíceis.
Tremendo ou não tremendo, invejo neste cantinho à beira-mar plantado a grandeza de um povo educado.
O que será um atentado ao estado social comparado com a estupidez do maremoto político deste regime oriundo da Revolução de (es)Cravos?



Gerações

2011-03-14T18:23:09.287+00:00

Há anos que não se ouvia isto.
Digamos que a imagem do último Império desta dimensão é já tão difusa que se recolhe nos livros de História e nas mentes educadas por padrões de outros tempos e de outras culturas.
Porque perdemos a identidade cultural?
Portugal Hoje é um título que José Gil encontrou para responder a esta questão.
Acrescentou-lhe o medo de existir e percebeu que nos deveria começar por dizer que nada somos, Portugueses.
O que porventura não imaginou é que a seria uma inovação chamada rede social que, vinda de réplicas nunca dantes pensadas com raízes em África, seria o primeiro passo para a constatação da alteração real de poderes na nossa sociedade.
Sócrates caiu. Muito antes de Platão se tornar seu discípulo irresponsável e irreverente.
Aliás, nunca lhe conseguiu ensinar nada, o Ministério da Educação jamais autorizaria aulas nem exames aos Domingos.
O conhecimento e os conhecimentos têm destas coisas: tanto ajudam como atrapalham.



Abril

2010-04-02T09:04:48.852+00:00

As mentes brilhantes não deixam de florir...

APESAR DE TODO O TEMPO QUE PASSA.



Da sepultura

2009-09-18T22:22:49.072+00:00

poucos se levantam!



Honda, de calor

2009-07-20T15:33:52.452+00:00

Deu-me uma vontade louca de andar de mota, sem capacete, com pouca roupa, uma saudade imensa de outros tempos e outras vontades, aliás da mesma vontade situada numa outra época, em que não havia tanta necessidade nem metade do desperdício, em que todos podiam gozar os prazeres do sol e da água sem esperar na fila, nem passar antes pelo hipermecado, que na volta é obrigatório por não haver nada para comer em casa, sabendo entusiasticamente como é bom ver as pessoas seminuas e bronzeadas no passeio dos comuns, e que inveja me deu hoje dos que conseguiram ir à praia de manhã e se aguentaram por lá até agora, melhor, até ao pôr-do-sol...



Candidatura

2009-07-17T21:34:00.640+00:00

Apressam a apresentação de candidatos, acertam as estratégias de combate político e apontam ao lugar alvo da cobiça individual e colectiva.
Assim andam as hostes partidárias em Alcochete.
Cumprimentam agora os desconhecidos de ontem, espalham sorrisos e olhares de acolhimento, escrevem desalmadamente em todos os lugares possíveis e imaginários, se for necessário, prometem aeroportos e metros de superfície em prol do desenvolvimento sustentado, da segurança e da saúde para todos, solidarizam-se com os desprotegidos e abraçam-nos, com afecto.
Era mesmo de umas eleições todos os meses e de desconhecidos, constantemente preocupados com o nosso bem estar, que andávamos à procura...



Moinhos de vento

2009-07-11T21:30:26.795+00:00

Nortada, fria e calculista como a gélida e inóspita terra escolhida para nascer, silenciosa, como os costumes, inebriante como um floco de neve, sempre diferente e inevitavelmente desfeito pelo toque.
Força consistente do vento que sinto e do frio que temos, engana-nos o sonho e confunde-nos a inteligência, mas jamais deixes de soprar aos ouvidos dessa ladainha da memória, em sucessivos desvios de folhagem, como as árvores que teimam em crescer, sozinhas.
(image)



Moinhos sem velas

2009-07-09T23:07:22.645+00:00

(image) Espaços vazios e ideias sem nexo.
Por vezes, é assim que tratamos os reflexos do que realmente somos e, por isso, desencontramos o que temos por aquilo que pensamos merecer, sem que nos entendam, porque nem olham para nós.



Ligações

2009-07-02T15:07:38.596+00:00

(image)



Confusões

2009-06-30T14:43:47.462+00:00

(image)



Inocentes

2009-06-28T08:34:07.572+00:00

(image)
... até prova em contrário!

(ou Justiça de Fafe, de Inocêncio Carneiro de Sá, o Barão de Espalha Brasas)



Justiça Nacional

2009-06-13T15:48:25.003+00:00

(image)
Injustos recados de moços de estrebaria.



A tragédia de Gepeto

2009-05-02T12:18:43.082+00:00

(image)



Life

2009-04-08T12:29:31.574+00:00

(image)



Pontes

2009-03-28T20:03:25.133+00:00

Normalmente, as pontes têm duas saídas e duas entradas.
Em alguns casos condicionadas em alternância, por insuficiência de capacidade apropriada para dois sentidos simultâneos.
Quando só têm um sentido, geralmente geminam com outra de sentido oposto.

Imaginem um aeroporto onde só se aterra ou de onde exclusivamente se descola.
Uma ponte para o infinito ou um barco sem fundo.
Serão exequíveis?
Claro que sim! Apesar de não terem nenhuma utilidade prática.
Assim acontece com os projectos que se não executam, ou que se deixam ficar no papel por largos e longos anos.
Quando se constroem sociedades, ditas, plurais, apela-se mais tarde ou mais cedo à sua união e coesão.
Nós por cá, em que é que ficamos?



Madoff

2009-03-12T15:35:37.627+00:00

Madoff declara-se culpado!
O que me espanta é que pode vir a ser condenado a 150 anos de prisão.
Se tiver muita sorte, e muito dinheiro depois de todas as multas que vai ter de pagar, poderá sair em liberdade antes disso.
Esperemos que lhe comutem a pena num terço do valor, sem juros.
Meus senhores e minhas senhoras deste país à beira-mar plantado, ainda estão no paraíso a ler o livrinho da fortuna do ex-gestor do BPP?
Se o fizerem com atenção decerto vão ter um futuro de sucesso de acordo com a justiça terrena, já que a divina não consegue entender o vosso pedido.
Circulai.
(image)



Tarde

2009-03-09T16:35:04.200+00:00

Vem sendo hábito fazer comentários sobre tudo.
Atestam-se os jornais de notícias comentadas e ofensas gratuitas por tudo e por nada.
Criam-se imagens más de pessoas boas e pedestais de exibição de bestialidades a toda a hora.
O que mais interessa tem o desinteresse público e o que não interessa a ninguém atinge recordes de audiência em todos os canais.
Ainda há quem escreva livros que ficam espalhados por todas as prateleiras.
E prateleiras que dão razão aos que dizem que os portugueses comem a toda a hora.
De todos escolho nenhum e de alguns prefiro nem falar agora.
Porque se faz tarde.
Toda a tarde.



No comments

2009-03-02T21:54:01.813+00:00

(image)



A palavra cortada

2009-02-25T16:41:56.404+00:00



Desprezo os arautos da desgraça e os incapazes abutres que se alimentam do mal,no entanto, admito
(image) que a Península de Setúbal ainda agora começou a sofrer.
O ex-libris do desenvolvimento sustentado em parcerias multinacionaisvai desmoronar-se.



Foliões

2009-02-22T13:08:23.606+00:00

(image)
A indubitável vontade de parecer e de aparecer, neste período em que ambos os termos se confundem, faz com que surjam mais máscaras na rua. O terno calor da Primavera convida a longos passeios à beira-rio, onde o difuso e imenso turbilhão de actividade da grande cidade se perde e se renova a cada dia de folga do lado de cá do Tejo.
É com essa determinante confiança, que já afastou o frio e a tempestade, que vos convido a passear, sem ovos nem farinha, possivelmente com a mesma máscara que usam todos os dias, a visitar a pacata Vila do Samouco.
Por mim, em Veneza ou em Belém, o Carnaval é quando um homem quiser!



Andorinhas

2009-02-16T11:50:08.069+00:00

Chegou cedo e agradável o ameno cheiro a Primavera este ano. Vamos arrumar definitivamente os aquecedores e varrer os terraços, deixá-los lisos e frescos, prontos para receber o calor que se aproxima.
Muito me engano ou ainda este mês poderemos ir à praia. Julgo que a onda de bicicletas desta vez vai superar todas as expectativas, só falta mesmo a ciclovia em Alcochete.
Enquanto não surge o CicloJacking, esperemos que a nova via esteja pronta antes do IC 32 até Almada. Como tem noticiado o Jornal do Montijo, a CONCESSÃO BAIXO TEJO poderá fazer a delícia dos operadores turísticos na zona. Resta esperar que não deixem que a lei do farwest faça parte do quotidiano da Península de Setúbal e a violência continue a afastar todo o potencial descanso que merecemos, sobretudo porque pagamos impostos para ter segurança e justiça, e não para que se passem certificados de apresentação regular, como se fossem alvarás de bom comportamento, a quem rouba, agride ou mata indiscriminadamente.



Pretensão

2009-02-05T23:09:38.199+00:00

O ano passado tínhamos milhares de professores no desemprego e o número de licenciados sem ocupação aumentava a cada curso que saía das Universidades e Politécnicos, no entanto, as empresas limitavam o acesso a lugares de trabalho ou de estágio à grande maioria desses jovens. Por sua iniciativa, o Estado conseguia abrir umas portas aqui e ali, dependendo da cor do cartão partidário e do parentesco ou relacionamento pessoal dos interessados, no entanto, condicionados pela sua produtividade e pela necessidade da organização a maioria deles continuam a ter excesso de habilitações para o correcto desempenho da função que lhes foi destinada.
Acrescentando a importância da evolução na carreira para a consequente motivação destes colaboradores teremos, a prazo, a insustentável leveza do Estado Social às costas de toda uma geração a que alguém já chamou de "rasca". Depois, se algum dia um historiador, no futuro, vier a descobrir que temos à frente de muitas instituições pessoas que ditam de sua justiça à imagem salazarenta de quem repudiaram toda a vida, poderemos talvez descobrir de que forma lá chegaram, as condições que lhes deram para ascender a tão ilustre e douto patamar e perguntar ainda, se nos aprouver, como é possível que nunca tenham sido responsabilizados pelo que estão a fazer a este País.
Vem isto a propósito de uma pequena notícia da revista Sábado que hoje li com o título:
Fraude: Teses académicas à venda na Net
Um artigo deste blog aflorou o assunto através da exposição de uma entrevista sobre um tema próximo que, se o associarmos ao facilitismo e à inoperância da justiça, pode servir de base a um profundo estudo sobre a evolução, a revolução ou a crise de identidade Nacionais.



Freeport

2009-02-04T01:06:12.544+00:00

Talvez tenha sido uma das designações mais associadas a Alcochete nos últimos tempos, mas o Freeport não tem tido exclusivamente dias difíceis por causa da crise. Como qualquer grande empreendimento em Portugal, quer pela teoria da conspiração quer por outros factores, muitos deles desconhecidos do grande público, não nasceu legítimo e tem sido escorraçado por vários intervenientes na sua concepção desde que se conseguiu instalar sem ter, para tal, sido devidamente licenciado.
No entanto, está garantida a sua vantagem no concorrencial mercado das grandes superfícies, ou seja, qualquer que venha a ser o desfecho desta fase mais negativa e de crescente dificuldade de manter o negócio, não deixará jamais de ser o símbolo do desenvolvimento e um enorme benefício que aportou à zona de implantação.(image) Para quem segue os títulos dos recortes mediáticos este assunto pode ofuscar por algum tempo outros de maior relevo para o futuro da região, mas será também um sinal de que, cada vez mais, nos orientam em direcções opostas aquelas que são do interesse público, sem que alguém consiga criar polos de interesse mais aglutinadores e de franca prosperidade com o sucesso que se pretende.



Venham ver

2009-01-28T10:08:13.841+00:00

"O novo aeroporto de Lisboa, a ponte Chelas-Barreiro e as novas estradas previstas na concessão do Baixo Tejo vão revolucionar a Margem Sul. Apenas entre estes três projectos, considerados estruturantes, estão previstos investimentos superiores a cinco mil milhões de euros."
in, Correio da Manhã

Não é só de investimentos que precisamos, é de boa gente que consiga continuar a preservar a qualidade de vida que aqui temos. Chamem-me conservador, se quiserem, mas há valores que não têm preço, e esta região ainda dispõe de alguns.