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Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]



Updated: 2018-02-18T12:51:33.658+00:00

 



Boletim do FSM 2018

2018-02-14T18:52:35.963+00:00

 Organizações do FSM realizam em Porto Alegre Dia de Luta anti-Davos e por democraciaPorto Alegre reuniu movimentos e lideranças sociais em oposição ao Fórum Econômico Mundial de Davos, e contra o processo de golpe no Brasil, agora com julgamento apressado para tirar Lula da disputa eleitoral. Ato-debate  do FSM contou com representantes do MST, MTST, UNE e parlamentares.Leia mais...Cúpula dos Povos "Fora OMC" chama FSM 2018 A Cúpula dos Povos "Fora OMC", realizada em Buenos Aires, paralelamente ao encontro da Organização Mundial do Comércio (OMC), terminou nesta quarta-feira (13), com a Declaração Final da Cúpula contra os acordos de livre comércio  e convocando a participação dos movimentos sociais para o FSM 2018.Leia mais...Assembleia Mundial das Mulheres vai tomar o FSM na manhã de 16 de marçoA principal atividade unitária das mulheres no Fórum Social Mundial 2018 (FSM 2018), em Salvador, a Assembleia Mundial das Mulheres será realizada na manhã de 16 de março e deverá ser atividade exclusiva da programação nesse turno.Leia mais...Inscrições para atividades no FSM 2018 vão até dia 20 As inscrições para o Fórum Social Mundial 2018 (FSM 2018) estão abertas no site www.fsm2018.org. Interessados(as) podem se inscrever nas modalidades: Participante, Comitê e Grupo de Trabalho, Entidade, Atividades, Inscrições Solidárias e Casos Especiais. O prazo para as inscrições vai até o dia 20 de fevereiro de 2018, com exceção para as inscrições de participantes e de organizações que podem ser feitas online, até o dia 10 de março, e no local durante o evento.Leia mais...Acampamento da Juventude do FSM pode receber mais de seis mil pessoasMais do que um alojamento, um território de extensão para debates e discussões políticas do Fórum Social Mundial (FSM2018), o Acampamento Intercontinental da Juventude (AIJ), nesta edição, ocupará o Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador, de 11 a 18 de março, com capacidade para receber mais de seis mil jovens.Leia mais...FSM 2018 abre inscrições para Feira de Economia Popular e SolidáriaEmpreendimentos que se baseiam nos princípios e práticas da economia solidária, interessados em participar do FSM, podem se inscrever para o processo seletivo para ocupação dos espaços compartilhados de comercialização de produtos. As inscrições devem ser feitas até dia 20/02/2018, exclusivamente pelo site do FSM.Leia mais...Moradores(as) de Salvador podem se candidatar ao voluntariadoQuem já vive ou estará na cidade para o FSM 2018, com interesse em dispor de 6 horas diárias voluntárias (sem remuneração) de 13 a 17 de março, deve preencher o formulário e aguardar comunicado. Haverá seleção e treinamento.Preencha o formulário para voluntáriado[...]



Carta Aberta convoca Fórum Social Mundial 2018 em Salvador

2018-02-04T17:07:46.160+00:00

O Coletivo Brasileiro do FSM lançou, sexta-feira (18), em São Paulo, uma Carta Aberta para convocar as pessoas, organizações, movimentos sociais, redes e plataformas de movimentos do Brasil, da América Latina e do Mundo para entrarem na construção da próxima edição mundial, que será realizada em Salvador, Bahia, de 13 a 17 de março de 2018.

A proposta desse fórum, em meio a tantos retrocessos, perda de direitos, garantias democráticas e liberdades pelo mundo, é pensar saídas comuns para a humanidade, numa ótica solidária, democrática, de respeito às diversidades, para enfrentar as causas das várias formas de violência, desigualdades sociais e regionais.

A Carta Aberta enfatiza que no Brasil e na Bahia, em particular, a resistência tem se ampliado nos últimos meses, buscando fazer frente aos ataques conservadores. O campo democrático e popular tem avaliado suas estratégias no último período histórico, os erros, os acertos e as que são necessárias agora. Por isso, uma edição do FSM em Salvador será uma oportunidade importante de encontro das várias experiências de resistência e de propostas para enfrentar os pensamentos autoritários que tomam corpo no Brasil e no Mundo.

O lema do FSM 2018 é «Resistir é Criar, Resistir é Transformar» apontando para a necessidade de alternativas para um outro mundo possível.

Os sistemas que dominam o mundo, até agora, não deram certo para os povos nem para o planeta. Por isso o Conselho Internacional do FSM e o Comitê Facilitador no Brasil CONVOCAM a todos e todas a se somarem à construção do Fórum Social Mundial 2018:

- De 13 a 17 de março de 2018;

- Em Salvador, na Bahia (Brasil).

Adesões podem ser encaminhadas ao email forumsocialmundial@fsm2018.org ou pelo próprio site. Coloque o título: Adesão à convocatória do FSM. E informe seu nome e de sua organização. Baixe aqui a o documento a carta: https://goo.gl/sJmFwr

Informação: info@fsm2018.org




ALERTA, capturan al compañero Edwin Espinal por participar en protestas contra la dictadura

2018-01-22T11:13:24.038+00:00

Esta noche [dia 19], mientras se conducía hacia su casa fue capturado en el Bulevar Fuerzas Armadas de Tegucigalpa el compañero Edwin Espinal por miembros de la policía por su participación en las manifestaciones de días anteriores en protesta por la imposición del fraude y la dictadura de Juan Orlando Hernández.Edwin Espinal es un reconocido compañero en lucha contra el régimen dictatorial impuesto desde el golpe de Estado de 2009 en Honduras, su captura obedece a las órdenes del dictadorzuelo JOH de reprimir, estigmatizar y criminalizar la digna protesta del pueblo que se opone a la imposición de la violencia y el entreguismo.La captura de Edwin se produce días después de haber sido víctima de una campaña de estigmatización en las redes sociales, tal como ha sucedido con los compañeros Martín Fernández y Víctor Fernández del MADJ, así como el Padre Melo de Radio Progreso entre una larga lista de compañeros y compañeras luchadoras en contra del régimen.Las acciones del gobierno saliente de JOH buscan producir miedo y consternación en el pueblo movilizado, como lo ha demostrado con las burdas demostraciones de su policía militar y las declaraciones ilegales de FUSINA, tratando de impedir el derecho fundamental a la protesta.Sin embargo, es clara la fuerza con la que hemos denunciado como pueblo hondureño la ilegalidad e ilegitimidad de JOH y estamos seguros que no habrá descanso hasta ver su salida.Mientras JOH recibe por parte de su espurio tribunal electoral el certificado de la ilegal victoria, se captura y criminaliza a compatriotas que luchan por la verdad y la dignidad.Contra el pueblo mano de hierro, pero para los intereses extranjeros el más amplio arrodillamiento.El COPINH exige la liberación inmediata de Edwin Espinal y responsabiliza de su seguridad al Estado hondureño.Llamamos a la comunidad nacional e internacional a denunciar estos hechos de criminalización que se aúnan a la serie de asesinatos, agresiones, campañas de estigmatización y represión brutal por parte del Estado contra el pueblo movilizado.El COPINH llama a profundizar la movilización nacional en contra del fraude y la dictadura.A mayor represión, más lucha y organización.Dado a los 19 días del mes de enero de 2018.¡Con la fuerza ancestral de Berta, Lempira, Mota y Etempica se levantan nuestras voces llenas de vida, justicia, dignidad, libertad y paz! -- BERTA VIVE, COPINH SIGUE #FueraDESA #BertaVive #COPINHsigue #justiciaparaberta #SoyCOPINH #bertavivecopinhsigue escuchenos en vivo: http://a.stream.mayfirst.org:8000/guarajambala.mp3 web:  copinh.org web-mapa: https://bertavivecopinhsigue.copinh.org/ blog:     copinhonduras.blogspot.com blog en ingles: http://copinhenglish.blogspot.com/ Utopia:         https://utopiacopinhblog.wordpress.com/ fb:     Copinh Intibucá twitter: @COPINHHONDURASYOU TUBE: Comunicación COPINH______________________________Copinh mailing listCopinh@listas.copinh.orghttps://listas.copinh.org/mailman/listinfo/copinh[...]



Chamada Forum Mundial Ciência e Democracia

2018-01-16T16:56:18.426+00:00


Salvador da Bahia, 13-17 Março de 2018

Chamada para participações no Fórum Mundial de Ciência e Democracia, no marco do Fórum Social Mundial, Salvador, Bahia, 13 a 17 de Março de 2018 – Prorrogação de prazo para 28 de janeiro de 2018

Estimadxs colegas,

Desde o comitê executivo do V Fórum Mundial de Ciência e Democracia (FMCD), comunicamos que temos recebido propostas de atividades, eixos temáticos e outras sugestões para o nosso evento. Com o objetivo de alcançar uma maior difusão em todos os continentes, decidimos estender a chamada para contribuições até a data de 28 de Janeiro de 2018.

Recordamos que todas as atividades do FMCD são autogestionadas, isto é, esta organização não dispõe de fundos para o custeio de passagens nem estadias. Por isso solicitamos àquelxs que queiram e possam participar que nos confirmem se poderão fazê-lo presencialmente ou via internet (Skype, streaming, videoconferência, etc., segundo a disponibilidade)

Eixos temáticos:

Como um fórum democrático comprometido com a luta contra a ciência capitalista, não há uma agenda fechada para o debate, mas há assuntos que podem estruturar alguns eixos de discussão, como por exemplo:

- Ciência e tecnologia como bem comum

- descolonização da universidade e da pesquisa científica

- avaliação e governança de tecnologias emergentes

- participação pública em ciência e tecnologia

- feminismo, ciência e tecnologia

- ciência e tecnologia para o desenvolvimento social

- promoção da pesquisa baseada na comunidade

- criminalização de cientistas comprometidos com lutas

- pesquisa para quem ou para quê?

- políticas públicas de ciência e tecnologia

- desafios de mudanças climáticas, pobreza e conflito armado: alternativas às políticas de pesquisa atuais.

Pedimos as/aos colegas interessadas/os em colaborar/participar que apresentem sugestões de atividades, como mesas-redondas, workshops ou palestras, relacionadas com um ou mais dos temas destacados acima, ou com um tema que julgar relevante e que não esteja contemplado acima.

Local, datas e horários:

O Fórum Social Mundial será realizado em Salvador, entre os dias 13 e 17 de Março de 2018 na Universidade Federal da Bahia. O FMCD sera realizado durante estes dias, com as datas exatas a serem definidas com o comitê organizador local do Fórum Social Mundial.

Em relação aos horários, serão duas jornadas completes, divididas em módulos de 4 horas, nos turnos da manhã e tarde. Cada atividade deverá durar 2 horas (incluindo o desenvolvimento da atividade e a elaboração de um breve relatório de síntese). As últimas 2 horas serão reservadas para uma sessão plenária geral, na qual deverá ser elaborada a declaração do FMCD. Assim, teremos 7 sessões de atividades e 1 sessão plenária.

Contactos:

As adesões, consultas, contribuições e sugestões podem ser enviadas para o seguinte endereço de email: fmcd208@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/fmsd2018/

http://www.fmsd-wfsd.org/








Repúdio das dívidas soberanas: uma cronologia

2017-11-16T17:17:05.075+00:00

Desde o início do século XIX, numerosos Estados perderam a sua autonomia, da América Latina à Tunísia, Egipto, Império Otomano, sem esquecer a Grécia. A dívida foi utilizada como uma arma de dominação e de espoliação.
 
Contrariamente à narração dominante, os países da periferia endividados não são responsáveis pelas crises das dívidas soberanas, que na maioria das vezes têm origem nos países capitalistas mais poderosos e se transformam em crises de grande escala, com impacto nos países periféricos. Não são as despesas públicas excessivas mas sim as condições impostas pelos credores que provocam a acumulação de dívidas insustentáveis. As crises da dívida e as suas consequências são geridas em proveito dos grandes bancos e dos governos das grandes potências, que os apoiam. As classes dominantes dos países endividados são cúmplices.
 
Esta ditadura da dívida não é inelutável. No decurso dos dois últimos séculos, vários países repudiaram a sua dívida com sucesso. Éric Toussaint passa em revista os repúdios realizados pelo México, EUA, Cuba, Costa Rica e Rússia Soviética.
 
Esta cronologia cativante, apresentada sob a forma duma linha do tempo ilustrada, dá-nos pontos de referência indispensáveis para compreendermos a mecânica implacável da dívida e a evolução do mundo capitalista ao longo dos dois últimos séculos.
 
Para melhor compreender esta linha do tempo, é recomendável ler o livro Le Système dette (ed. Les Liens qui Libèrent).

--
Eric Toussaint
www.cadtm.org
Nouvelle adresse CADTM international, 35 rue Fabry
4000 Liège
Belgique



ATTAC Marrocos necessita da sua solidariedade

2017-11-01T11:29:38.195+00:00

Hola, Ya son más de 10 años desde que ATTAC se pelea en todos los frentes (jurídico,  administrativo, militante) para tratar de obtener la renovación del recibo que le permitiría funcionar con normalidad. Cuando se fundó Attac Marruecos en 2000, fue necesaria una campaña internacional para obtener este documento. Hoy les pedimos nuevamente que nos respalden para defender nuestro derecho de asociación. Por eso  le enviamos la petición adjunta, para  que la firme como organización o como individuo. No dude en compartirlo con sus miembros, amigos y aliados. Para las organizaciones, indique el acrónimo, el nombre completo y el país. Indicar internacional para redes internacionales Para las personas, indique Apellido,  nombre, profesión, país. Por favor envíe sus firmas a attac.cadtm.maroc@gmail.com______________________ La Asociación Attac Maroc, miembro del Comité por la Abolición de las deudas ilegitimas, organizó su sexto congreso entre el 5 y el 7 de mayo de 2016 en Casablanca.Tras su primer congreso, y una campaña internacional de solidaridad, Attac Maroc había conseguido obtener en marzo de 2001 el certificado que le permitiría ejercer sus actividades de forma legal. Sin embargo, después de esa fecha, al culminar cada Congreso y solicitar la asociación la renovación del certificado, se ha enfrentado a la negativa de las autoridades de aceptar incluso el propio depósito de la solicitud.El resultado es una situación ambigua: Attac Maroc no es ilegal pero no posee un documento que le permita acreditar su existencia, lo cual perturba de forma considerable sus actividades (solicitudes de locales públicos, de subvenciones, etc.).De trata además de una espada de Damocles que pesa sobre la asociación de forma constante. Esta fragilidad es aun mas importante si consideramos que tal y como ha ocurrido con otras organizaciones activistas marroquíes, con o sin el certificado, el acceso a las salas para actividades ya previstas ha sido prohibido a Attac Maroc (tales como la Universidad de primavera 2016, la sesión de inauguración de su 5to congreso…).Quince años después de su constitución, y reconocimiento legal, consideramos que es hora de que la situación administrativa de Attac Maroc sea regularizada y que se levanten los obstáculos a su actividad.Por ello, las personas abajo firmantes, comprometidas con el respeto del derecho de libertad de expresión y asociación, solicitamos la renovación urgente del certificado legal de Attac Maroc, para que pueda gozar de todas las prerrogativas vinculadas con el libre ejercicio del derecho de asociación. -- ATTAC MAROCMembro da rede CADTMhttp://attacmaroc.org/AZIKI OMARSecretario National212 6 61 17 30 39[...]



Fórum de Outono "O Trabalho do Futuro - O Futuro do Trabalho"

2017-10-11T11:32:10.216+01:00



O Fórum de Outono, nos próximos dias 27 e 28 de Outubro, organizado pela Associação Fórum Manifesto, é este ano inteiramente dedicado ao tema do Trabalho, questão central e estratégica para uma política de esquerda, mas frequentemente menorizada no debate político e no espaço público. A conferência de abertura, na sexta-feira, é feita por um dos mais qualificados cientistas sociais europeus das relações de trabalho e do sindicalismo, Richard Hyman. Depois, na sexta-feira e no sábado, seguem-se debates sobre as principais dimensões do Trabalho: os desafios actuais da organização dos trabalhadores; as reformas laborais necessárias; a desconstrução de conceitos, indicadores e mitos sobre o trabalho; as mudanças tecnológicas e o futuro do trabalho; a avaliação das políticas laborais da actual governação.
Com a participação de um conjunto qualificado e plural de investigadores, sindicalistas e activistas sociais, o Fórum será uma oportunidade para todos os interessados participarem numa intensa reflexão colectiva sobre a centralidade e o valor do trabalho e o seu lugar nas alternativas necessárias, de política e de sociedade. A entrada é livre, sujeita a inscrição prévia aqui - http://manifesto.com.pt/ .
Saudações cordiais.
Henrique Sousa




Pedido de posicionamento da Assembleia Municipal para declaração do concelho de Coimbra como “Zona livre de CETA e TTIP”

2017-09-22T15:58:38.759+01:00

Exmº Senhor Presidente da Câmara Municipal de  Coimbra, Senhoras e Senhores Deputados Municipais, Tal como muitos outros cidadãos, estou profundamente preocupada/o com a política comercial externa da União Europeia (UE), nomeadamente com os acordos de comércio e investimento da UE com o Canadá (CETA) e com os EUA (TTIP).Estes acordos, em fase de votação (CETA) ou de negociação (TTIP), visam ultrapassar todos os “obstáculos” ao comércio. Como “obstáculos” são considerados não só os direitos alfandegários, mas também normas sanitárias, alimentares, ambientais, sociais e laborais em vigor nos Estado-Membros da UE, que possam limitar a obtenção de lucro pelas multinacionais.As vastíssimas consequências do CETA na vida quotidiana dos cidadãos estão, no entanto, a ser propositadamente ocultadas, pelo que a grande maioria dos portugueses as desconhece.Nos sectores agrícola e alimentar, abrem a porta a pressões da agro-indústria para aprovação de organismos geneticamente modificados (OGM), carne com hormonas e mais antibióticos ou frangos lavados com cloro. Estas práticas põem em causa o Princípio da Precaução europeu, segundo o qual as empresas têm de provar que os seus produtos não são prejudiciais à saúde, princípio esse inexistente nos EUA e no Canadá.O CETA reconhece apenas 20 dos 137 produtos portugueses de denominação de origem protegida (DOP) e de indicação geográfica protegida (IGP) definidos na legislação da UE.Na área ambiental, a exploração de gás de xisto e de areias betuminosas poderá ser, daí em diante, exponenciada e as normas de protecção sanitária serem postas em causa.No campo laboral, questões como o salário mínimo, contratos colectivos de trabalho e outros direitos sindicais poderão também ser ameaçados, tendo em conta que os EUA e o Canadá não ratificaram ainda importantes convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT).Conforme previsto no CETA, os contratos públicos passarão a estar abertos ao sector privado, com excepção de algumas áreas expressamente excluídas no texto do acordo (listas negativas). Serviços públicos já privatizados não poderão voltar a ser municipalizados.O tribunal arbitral previsto no CETA (ICS), destina-se exclusivamente a permitir que empresas transnacionais processem Estados por políticas públicas legítimas decididas democraticamente sempre que considerem que as suas “legítimas expectativas de lucro” sejam prejudicadas. Investidores nacionais não terão acesso ao ICS, prejudicando as PMEs, que em Portugal constituem mais de 90% do tecido empresarial. Os custos processuais e de indemnizações decorrentes do ICS poderão vir a custar milhões de euros aos contribuintes e ainda limitar severamente a soberania democrática dos eleitores.O poder local, cuja regulamentação favorece o interesse público, poderá ser posto em causa por interesses de lucro dos investidores estrangeiros, daí resultando maiores riscos ambientais e desigualdades sociais, tanto entre cidadãos como entre regiões.Além disso, o CETA  prevê a criação de um fórum de cooperação regulatória constituído por elementos não eleitos que irá influenciar previamente a futura legislação dos países, ameaçando a sua soberania.Tendo já sido aprovado no Parlamento Europeu, o CETA irá agora passar pelo processo de ratificação nos parlamentos nacionais e regionais dos Estados-Membros.Em Portugal, o governo pretende ratificá-lo até ao final da presente sessão legislativa (Junho 2017).Uma das iniciativas promovidas a nível europeu pela Pla[...]



CETA - Muro de silêncio | Deputados recusam esclarecer cidadãos

2017-09-20T11:46:50.991+01:00

NOTA DE IMPRENSA 20 de Setembro de 2017 CETAMuro de silêncioDeputados recusam esclarecer cidadãos Os deputados que vão hoje votar o CETA, o Acordo Económico e Comercial Global entre a União Europeia e o Canadá, recusaram resposta às questões colocadas pela Plataforma Não ao Tratado Transatlântico a respeito deste acordo, sobre o qual a sociedade civil praticamente não tem qualquer informação.Essa informação foi repetidamente solicitada desde Março passado aos 230 deputados que compõem o parlamento. De entre os 193 deputados dos partidos favoráveis ao CETA, o parco resultado foi: duas respostas recebidas por parte da bancada parlamentar do PSD e uma do CDS/PP.  Nenhum deputado do PS deu qualquer resposta, demonstrando um total desprezo pelas preocupações dos cidadãos .É absolutamente inaceitável que um acordo comercial desta dimensão e que interfere directamente em vários sectores da vida individual das pessoas (trabalho, saúde, justiça…) seja discutido em ambiente sigiloso e à margem do debate público. Isto acontece em completa contradição com o Projecto de Resolução n.º 606/XIII/2ª, aprovado em Janeiro de 2017, que recomenda um «debate alargado com a sociedade civil, nomeadamente com as organizações não-governamentais, sobre o Acordo Económico e Comercial Global (CETA), antes da votação deste no Parlamento Português».A ‘Plataforma Não ao Tratado Transatlântico’ não tem dúvidas de que assiste aos cidadãos o direito de serem devidamente elucidados sobre as implicações do CETA e de saberem claramente as razões do sentido de voto dos deputados, cuja missão ética e moral é a de esclarecer os cidadãos sobre esta matéria, integrados que estamos numa democracia representativa.O CETA entrará provisoriamente em vigor a 21 de Setembro em toda a União Europeia.Em Portugal, se for aprovado na Assembleia da República, será levado ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa para ratificação.Para a ‘Plataforma Não ao Tratado Transatlântico’ o CETA, além de representar um claro retrocesso civilizacional decorrente da enorme desigualdade de regulação entre o Canadá e a União Europeia, nada mais é do que uma imposição de carácter comercial que cria condições para que as grandes multinacionais imponham aos estados a defesa dos seus interesses, sobre o interesse público, numa clara perda de soberania.MAIS INFORMAÇÕES: João Gama, Telemóvel nº 964524818[...]



Fotógrafos portugueses lançam comprometimento de boicote a Israel

2017-09-14T11:37:38.297+01:00

Por ocasião do Dia Mundial da Fotografia, assinalado a 19 de agosto, mais de 40 fotógrafos portugueses, professores de fotografia e estudantes de fotografia tornam público o seu compromisso de não aceitarem convites ou financiamentos profissionais do Estado de Israel e recusam-se a colaborar com instituições culturais israelitas cúmplices do regime de ocupação, colonialismo e apartheid. O comprometimento é o primeiro deste tipo e segue iniciativas semelhantes de boicote cultural a Israel por centenas de artistas de relevo nos EUA, Reino Unido, África do Sul, Canadá, Suíça e França. Os fotógrafos mantêm o boicote até Israel  "cumprir o direito internacional e respeitar os direitos humanos dos palestinianos". Entre os apoiantes do comprometimento estão João Pina, vencedor da Prémio Estação Imagem Viana do Castelo 2017, o único prémio de fotojornalismo de Portugal e Nuno Lobito, personalidade de TV e um dos portugueses mais viajados de todos os tempos (204 países, 193 reconhecidos). O comprometimento vem em resposta ao apelo de 2004 de artistas e trabalhadores culturais palestinianos, incluindo jornalistas e fotógrafos, para um boicote cultural a Israel, devido ao seu uso instrumental da cultura para branquear a opressão sobre os palestinianos. O boicote cultural a Israel faz parte do movimento global de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS), inspirado na campanha de boicote sul-africana contra o apartheid nos anos 80. O movimento BDS, com liderança palestiniana, viu um crescimento impressionante nos últimos anos. Os artistas de fotografia palestinianos não escapam à brutalidade da ocupação israelita. Muitos tiveram os seus vistos recusados pelo exército de ocupação, impedindo-os de participar em conferências e apresentações internacionais. Artistas também foram detidos em postos de controlo, encarcerados, tendo o equipamento destruído e, no geral, são expostos à mesma violência perpetrada pelo exército israelita contra todos os palestinianos. Em 2014, Israel foi considerado o segundo país mais letal para jornalistas. Israel continua a intensificar os seus ataques contra jornalistas em 2017. Em Abril passado, a polícia israelita fracturou as costelas do fotógrafo Ahmad Gharabli da AFP e quebrou duas das suas câmaras. Ele foi um dos seis fotógrafos alvo de violência pelas autoridades israelitas nesse dia. Em Maio, um colono israelita matou Majdi Mohamed, fotógrafo da Associated Press, enquanto ele estava a cobrir uma incursão israelita em Nablus. Os ataques de Israel contra fotógrafos palestinianos e internacionais fazem parte de uma política sistemática e foram perpetrados com impunidade. Segundo Miguel Carriço, vencedor do prémio do Concelho da Bienal de Vila Franca de Xira 2012: “Como fotógrafo, e como tendo testemunhado na primeira pessoa – durante uma viagem para[...]



Carta Aberta convoca Fórum Social Mundial 2018 em Salvador

2017-08-25T16:44:23.177+01:00

O Coletivo Brasileiro do FSM lançou,sexta-feira (18),  em São Paulo, uma Carta Aberta para convocar as pessoas, organizações, movimentos sociais, redes e plataformas de movimentos do Brasil, da América Latina e do Mundo para entrarem na construção da próxima edição mundial, que será realizada em Salvador, Bahia, de 13 a 17 de março de 2018.

A proposta desse fórum, em meio a tantos retrocessos. perda de direitos, garantias democráticas e liberdades pelo mundo, é  pensar saídas comuns para a humanidade, numa ótica solidária, democrática, de respeito às diversidades, para enfrentar as causas das várias formas de violência, desigualdades sociais e regionais.

A Carta Aberta enfatiza que no  Brasil e na Bahia, em particular, a resistência tem se ampliado nos últimos meses, buscando fazer frente aos ataques conservadores. O campo democrático e popular tem avaliado suas estratégias no último período histórico, os erros, os acertos e as que são necessárias agora. Por isso, uma edição do FSM em Salvador será uma oportunidade importante de encontro das várias experiências de resistência e de propostas para enfrentar os pensamentos autoritários que tomam corpo no Brasil e no Mundo.

O lema do FSM 2018 é Resistir é Criar, Resistir é Transformar apontando para a necessidade de alternativas para um outro mundo possível.

Os sistemas que dominam o mundo, até agora, não deram certo para os povos nem para o planeta. Por isso o Conselho Internacional do FSM e o Comitê Facilitador no Brasil CONVOCAM a todos e todas  a se somarem à construção do Fórum Social Mundial 2018;

De 13 a 17 de março de 2018.

Em Salvador, na Bahia

Adesões podem ser encaminhadas ao email forumsocialmundial@fsm2018.org ou pelo próprio site. Coloque o título: Adesão à convocatória do FSM. E informe seu nome e de sua organização. Baixe aqui a o documento a carta: https://goo.gl/sJmFwr
Informação: imprensa@fsm2018.org



Consulta sobre a Assembleia Mundial dos Movimentos

2017-08-24T12:25:40.059+01:00

Durante o CI realizado após o FSM em Montreal, foi formada uma comissão para trabalhar na criação de uma Assembleia de movimentos que daria continuidade entre as reuniões globais e mais conexão entre todas estas assembleias nacionais, regionais ou temáticas que já estão organizadas em cada evento do fórum social. O objectivo final é assegurar uma melhor participação dos movimentos num FSM renovado que, pela Assembleia, continuará a apoiar os movimentos na definição e implementação de estratégias comuns a nível global, de um evento do fórum para outro.

Para validar a relevância das ideias, o Comité está a organizar uma consulta internacional com os movimentos implicados dentro e fora do processo do Fórum.

Convidamos todos a completar o seguinte questionário, antes de 30 de Setembro de 2017: 


Hamouda Soubhi/Alaa Talbi
do Secretariado do CI




100 ANOS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO. QUE FAZER?

2017-06-21T23:05:07.290+01:00

30 de Junho e 1 de Julho  MOB – Espaço Associativo (Rua dos Anjos, 12 F)https://www.facebook.com/events/1793817084265215/Celebramos este ano 100 anos da Revolução de Outubro de 1917. Este foi um dos acontecimentos históricos mais relevantes da era contemporânea e que marcou diversas lutas pela emancipação em vários lugares do mundo. Os acontecimentos nevrálgicos de 1917 colocaram a hipótese estratégica da Revolução e da transformação socialista, alterando o curso da história e dos acontecimentos. Os balanços desta experiência, nas suas vitórias e nas suas derrotas, definiram diversos campos políticos e sociais até aos nossos dias. Este ciclo de debates pretende celebrar os 100 anos da Revolução de Outubro, discutindo como é que as questões da revolução se colocam no nosso tempo. Combinando memória e ação política, cada um dos debates levanta duas questões. A primeira é uma citação histórica colocada em forma de pergunta. A segunda é uma questão para pensar a ação transformadora nos nossos dias. O ciclo é uma iniciativa da CULTRA - Cooperativa Culturas do Trabalho e Socialismo e do MOB - Espaço Associativo. PROGRAMASexta-feira | 30 de Junho21h"As revoluções são a locomotiva da história"? Como falar hoje em Revolução?Luís Farinha | José Soeiro | Rita Silva…Sábado | 1 de Julho16h“A finalidade dos comunistas é a conquista do poder"? Como pensar o Estado, o Poder e o Imperialismo na era da globalização?António Louçã | Mário Tomé | Irina Castro 18h"O proletariado é a única classe revolucionária?" Que sujeitos políticos para a transformação social?Adriano Campos | Sérgio Vitorino | Beatriz Dias21h30Workshop: Música e RevoluçãoPedro Rodrigues[...]



O Sahara Ocidental e a Papua Ocidental na Assembleia da República

2017-05-25T18:12:27.920+01:00

p { margin-bottom: 0.25cm; direction: ltr; line-height: 120%; text-align: left; } Conferência 25 Anos da Plataforma Internacional de Juristas por Timor-LesteSala do Senado, Assembleia da República, Lisboa, 29 e 30 de maio de 2017Esta conferência de um dia e meio destina-se principalmente a académicos, deputados, funcionários públicos e ONGs, mas também reservamos 100 lugares para estudantes de Direito, Relações Internacionais e Ciência Política.Haverá interpretação simultânea (português-inglês-português).A entrada é gratuita, mas sujeita a inscrição.Os participantes que se inscreverem antes de quinta-feira, dia 25, poderão almoçar nos dias 29 e 30 no restaurante do Parlamento (preço: € 14), mostrando o crachá da conferência. Serão servidos ‘coffee breaks’ em ambos os dias.Cada participante receberá um crachá e uma pasta com os ‘bios’ dos oradores, os resumos das apresentações e uma cópia do livro ‘The East Timor Problem and the Role of Europe’.Para se registar, envie um e-mail para ipjet25conference@gmail.comcom as seguintes indicações:- nome- nacionalidade- título / profissão- instituição / organização / universidade- número do telemóvel. Por favor, após o registo informe-nos - se deseja assistir aos dois dias da conferência, ou apenas à segunda-feira ou terça-feira- se deseja almoçar no restaurante do Parlamento em ambos os dias, ou somente na segunda-feira ou terça-feira. Todos os registos estão sujeitos a disponibilidade. As inscrições serão aceites pela ordem de chegada. Receberá um email a confirmar que o registo foi aceite.Para entrar no edifício do Parlamento, é necessário apresentar um documento de identificação com fotografia. Programa Segunda-feira, 29 de maio 09h15-09h45 – Acreditação09h45-10h00 – ABERTURA OFICIALJorge Lacão (Vice-Presidente da Assembleia da República de Portugal) 10h00-10h45 – TIMOR-LESTE, SARA OCIDENTAL E PAPUA OCIDENTAL Emhamed Khadad(Coordenador junto da MINURSO, Frente POLISARIO, Rep.Árabe Saraui Democrática) “A situação actual do processo de paz da ONU no Sara Ocidental”Leonie Tanggahma (Movimento Unido de Libertação da Papua Ocidental, Haia, Países Baixos) “A Papua Ocidental, uma questão que está na hora do dia” 10h45-11h15 – Pausa para café 11h15-12h00 – A LUTA CONTRA A IMPUNIDADEGustavo Gabriel Lopez (Advogado, Cañuelas, Argentina)“Impunidade, NUNCA MAIS”Sisto dos Santos(Coordenador de advocacy, Associação HAK, Timor-Leste) “Timor-Leste: entre a luta pela verdade e os esforços para esquecer o passado” 12h00-12h30– APOIAR A DEMOCRACIA E AS INSTITUIÇÕES JURÍDICASCristina Cruz (Presidente do Conselho Diretivo, CIDAC, Lisboa, Portugal) “Reflexões sobre o papel da sociedade civil” 12h30-15h45 – Almoço (e encontro dos membros da IPJET) 15h45-16h30– A SOBERANIA SOBRE OS RECURSOS NATURAISJoaquim da Fonseca (Embaixador de Timor-Leste no Reino Unido)“Timor-Leste e a soberania sobre os seus recursos naturais”Charles Scheiner (Investigador, La’o Hamutuk, Timor-Leste) “A riqueza petrolífera de Timor-Leste: financiar o governo, construir para o desenvolvimento e prover às necessidades do povo” 16h30-17h00 – Pausa para café 17h00-18h30 –DEBATE ENTRE OS PARTICIPANTESDebate livre 18h30-19h00 – ORADOR PRINCIPALXanana Gusmão (Ministro do Planeamento e Investimento Estratégico, Timor-Leste) Terça-feira, 30 de maio 09h30-11h00 – ODIREITO INTERNACIONAL E A AUTODETERMINAÇÃOChristine Chinkin (Professora de Direito Internacional, London School of Economics, Reino Unido) “[...]



Segundo encontro internacional sobre o direito à água: Detroit (EUA), 8 a 11 de Junho

2017-04-19T17:04:53.965+01:00

Olá família, amigos e conhecidos;

Michigan Welfare Rights Organization (MWRO) e seus aliados anunciam o segundo Encontro Internacional anual de Movimentos Sociais sobre Água a ser realizado em Detroit Michigan, de 8 a 11 de junho. Você está cordialmente convidado a se juntar a movimentos sociais de todo o mundo, enquanto analisamos os problemas e projecto de soluções de base para água limpa, acessível, acessível e saneamento, além de soluções para garantir os bens comuns e direitos humanos universais. Para mais informações sobre a reunião, consulte o folheto em anexo ou visite o website socialmovementsonwater.info

#WaterisaHumanRight


Em solidariedade,
Robert





Em Abril, esperanças mil !

2017-04-02T20:14:54.023+01:00

Caro/as amigo/asNo próximo dia 21 de Abril realiza-se mais um jantar "Em Abril, esperanças mil!".Local: Cantina Velha da Cidade Universitária às 19:00 horas.Contamos, como sempre, com a tua presença e com o teu empenho na divulgação aos teus amigos.A inscrição deve ser feita aqui e só aqui:Divulga também o evento do Facebook.Abraço fraterno.A Comissão promotora[...]



Setenta personalidades de distintos países europeos firman un manifiesto para desobedecer tratados europeos ’injustos’

2017-02-17T21:57:18.034+00:00

Setenta personalidades y militantes de 19 países europeos provenientes de diferentes formaciones de izquierdas como Podemos, Izquierda Unida, Bloco d’Esquerda portugués, Parti de Gauche y NPA franceses, Unidad Popular y Antarsya en Grecia, de la izquierda radical danesa a la de Chipre, pasando por la de países como Eslovenia, Bosnia, Paises Bajos, Alemania o Hungría han firmado ‘Los retos de la izquierda en la zona euro’, un manifiesto inspirado por Éric Toussaint (portavoz CADTM internacional), que llama a tener el coraje de desobedecer las órdenes de las autoridades y los tratados europeos. El texto ha sido firmado por eurodiputados de diferentes partidos y diferentes países, entre ellos Miguel Urban y Marina Albiol, por el concejal de Economía de Madrid, Carlos Sánchez Mato, o por la expresidenta del Parlamento griego, Zoe Konstantopoulou, así como por varios miembros de la Comisión por la verdad sobre la deuda griega. El texto analiza los programas de deuda de países periféricos, comenzando por el griego en 2010, pero también el español “bajo una forma peculiar” y sostiene que tenían cinco objetivos fundamentales: permitir a los bancos privados recibir ayuda pública; dar a los nuevos acreedores públicos, sustitutos de los privados, un enorme poder de coacción sobre los países periféricos; preservar el perímetro de la zona euro; poner como ejemplo la profundización de las políticas neoliberales, en particular, en Grecia, aunque también en otros países de la Periferia; y reforzar a escala europea formas autoritarias de gobierno, sin recurrir directamente a nuevas experiencias de tipo fascista. El texto ha sido firmado por eurodiputados de diferentes partidos y países, entre ellos Miguel Urban y Marina Albiol ‘Los retos de la izquierda en la zona euro’ advierte de que se debe aprender del fracaso de la política de Alexis Tsipras en 2015 para romper con la austeridad en Grecia, así como ser conscientes de las limitaciones de experiencias de gobierno minoritarias, como la de Antonio Costa en Portugal. Y asegura que una orientación alternativa y favorable a los pueblos debe abordar al mismo tiempo al menos cinco problemas: la austeridad, la deuda pública, los bancos privados, la zona euro y la oposición a las políticas autoritarias. La alternativa también tendría que afrontar otros problemas, como el aumento el racismo y la crisis ecológica. El manifiesto llama, a la luz de la experiencia de 2015 en Grecia, a ampliar el campo de las fuerzas que no mantienen ilusiones con respecto a la UE y la zona euro, y poner por delante una auténtica perspectiva de ruptura con la UE tal y como ahora está constituida: “Hay que partir de la constatación de que tanto la UE como la zona euro no son reformables”, asevera. El texto analiza la posibilidad de que fuerzas de izquierda radical accedieran al gobierno de distintos países europeos, incluido el español: “Algunos podrían replicar que si un gobierno de izquierda gobernase en España, podría utilizar el peso de la economía española (4ª economía de la zona euro de acuerdo a su PIB) en la negociación con los principales gobiernos de la zona y obtener concesiones que Tsipras no había podido conseguir. ¿Qué concesiones? ¿La posibilidad de una recuperación de la economía y el empleo mediante gastos públicos masivos y por lo tanto con un déficit público considerable? ¡Berlín, el BCE y al menos cinco o seis otras capitales de la zona euro se opondrían a eso! ¿Posibilidades de tomar medidas muy fuertes con respecto a los bancos? EL BCE[...]



Conferência de imprensa sobre a discussão da petição nº124/XIII

2017-01-10T22:13:47.536+00:00

CONFERÊNCIA DE IMPRENSA SOBRE A DISCUSSÃO DA PETIÇÃO Nº124/XIII QUE DEMANDA UM DEBATE DO ACORDO COMERCIAL CETALOCAL: ESCADARIA DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICADATA: 12 DE JANEIRO às 14h.30Após a cerimónia de assinatura do CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) - o acordo de comércio e investimento entre a União Europeia e o Canadá -, realizada no passado dia 30 de Outubro de 2016, segue-se agora a sua votação no Parlamento Europeu, que terá lugar a 1 de Fevereiro de 2017.      Tal como acontece em relação à negociação do controverso TTIP (Transatlantic Trade and Investment Partnership) - o acordo de comércio e investimento entre a União Europeia e os Estados Unidos da América - o processo de aprovação do CETA tem sido bastante conturbado. O momento publicamente mais visível dessa conturbação foi a oposição ao CETA por parte da região belga da Valónia em Outubro de 2016, com o processo mediático decorrente e a pressão política exercida junto da Valónia para a aprovação do acordo.       O CETA foi apresentado ao Parlamento Europeu em final de Novembro. Contrariando as regras do regimento do Parlamento Europeu, que preveem um prazo de análise de 6 meses, e devido a pressões políticas junto dos eurodeputados, o prazo de análise e votação do CETA foi inicialmente agendado para 13 de Dezembro de 2016, impossibilitando assim a respectiva análise por parte das comissões do Parlamento.       Isso significaria que os eurodeputados disporiam de pouco mais de três semanas para a análise e votação de um texto jurídico de 1.600 páginas, que foi negociado durante 9 anos.      Foi na sequência do testemunho (1) de Yannick Jadot, Vice-Presidente da Comissão de Comércio Internacional (INTA) do Parlamento Europeu, o qual denunciou a pressão política exercida para que o CETA não fosse debatido democraticamente e fosse aprovado o mais rapidamente possível, que acabou por ser indicada uma nova data de votação, desta feita para 1 de Fevereiro de 2017.      Entretanto, no início de Dezembro de 2016, a Comissão do Emprego e dos Assuntos Sociais do Parlamento Europeu emitiu um parecer negativo em relação ao CETA, sublinhando o seu risco para o mercado laboral e para as PMEs europeias. Outras comissões emitirão a sua posição sobre o CETA nas primeiras semanas de 2017.      Em Portugal, é já no próximo dia 12 de Janeiro na Assembleia da República (AR) que será discutida a petição nacional entregue pela Plataforma Não ao Tratado Transatlântico, que demanda a realização de um debate público do CETA na AR, por forma a que possa ser tomada uma decisão consciente e com conhecimento sobre este acordo.Nessa ocasião, haverá, pelas 15h, uma concentração com microfone aberto em frente à AR.      No mesmo dia, pelas 14.30 horas, será realizada uma conferência de imprensa, junto à escadaria da AR.      A sociedade civil e as PMEs de Portugal expressam a sua oposição sobre um acordo fraco em normas vinculativas de respeito pelos direitos humanos e ambiente e com um elevado potencial negativo para os consumidores e as PMEs portuguesas. Estas expressaram-se já sobre o CETA, considerando que é um mau exemplo de acordo de comércio internacional e que deveria ser definida uma via mais justa para o comércio internacional, d[...]



Comunicado da Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental

2016-12-06T10:51:29.880+00:00


UBI: aqui censura-se!

A Associação de Amizade Portugal – Sahara Ocidental (AAPSO) foi surpreendida com a informação de que a Presidência da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade da Beira Interior (FCSH-UBI) impediu a realização de uma conferência sob o tema: “Sahara Ocidental: a luta pela autodeterminação de um Povo” promovida pelo seu Núcleo de Estudantes de Ciência Política e Relações Internacionais (NE – CPRI-UBI).

É incompreensível – e inaceitável – que uma Universidade de um País democrático tenha proibido uma conferência sobre um tema candente do Direito Internacional e que será uma das grandes preocupações do próximo Secretário-geral das Nações Unidas, apenas porque recebeu “uma carta” da embaixada do País que invadiu e ocupa ilegalmente o território: o Reino de Marrocos.

Solidarizamo-nos com o Núcleo de Estudantes de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade da Beira Interior saudando a sua determinação em promover esta conferência de esclarecimento sobre os direitos do povo do Sahara Ocidental, a última colónia de África.

Lisboa, 06 de Dezembro de 2016



"Cambiar el sistema, no el clima"

2016-11-01T23:54:35.428+00:00

Conferencia internacionalTodas y todos a Safi el 4 y 5 de noviembre de 2016  Hace 15 años, Marruecos fue sede de la COP 7. En este 2016, la Conferencia de las Partes sobre el Cambio Climático prepara su 22ª edición de nuevo en Marruecos. ¿Qué ha pasado en estos 15 años? La verdad es que casi nada. La COP de Kyoto (1997) apostó por el mercado para controlar las emisiones de carbono. El Protocolo de Kyoto, que no entró en vigor hasta 2005, confirmó que los mecanismos de mercado no logran reducir estas emisiones, que siguieron aumentando en un 2% por año (5º informe del IPCC). La COP 21 celebrada en París en 2015 acordó mantener el aumento de temperatura por debajo de 2° y tratar de limitarlo a 1,5. ¿supuso esto un paso adelante? En realidad no, porque no se proveyeron los medios para lograrlo, de modo que no deja de ser una declaración de intenciones. ¡22 años de reuniones y negociaciones para lograr este magro resultado! ¿Qué pasará en Marrakech? Probablemente poca cosa. Los Estados continúan apostando por compromisos voluntarios de los países sin establecer mecanismos de control ni  sanciones. Las empresas siguen dictando la ley en los salones de conferencias y una fe ciega en soluciones tecnológicas prevalece sobre cualquier otra consideración. Las COPs se convierten en conferencias donde las empresas y los gobiernos acuden a hablar de negocios.  Y el clima sigue calentándose. Así, por ejemplo la MEDCOP 22, que se celebró en Tánger del 17 al 19 de julio de 2016 previamente a la COP, se terminó con la firma de contratos entre el gobierno marroquí y empresas multinacionales. En cuanto a Marruecos, las diferentes políticas sectoriales, tales como el plan verde para la agricultura, el plan Halieutis para la pesca, el Plan Azul para el Turismo, el Plan de Emergencia y  el eslogan de potentes ecosistemas eficientes a nivel industrial, el plan energético o la firma de acuerdos de libre comercio con Estados Unidos y la Unión Europea, están orientados hacia la sobreexplotación de l[...]



Comércio Justo e Construção da Paz

2016-10-15T22:09:14.278+01:00





Lançamento da Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo

2016-07-08T19:39:52.678+01:00

 Compas, A Marcha Mundial das Mulheres estará junto a outros movimentos sociais no lançamento da Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo, que acontece nesta sexta-feira, 8 de julho, às 16 horas, no auditório 01 da Faculdade Zumbi dos Palmares – Clube de Regatas Tietê (São Paulo, Brasil), no marco do Fórum Social Mundial de Migrações.O lançamento será transmitido pela internet às 16 horas, horário de Brasília (UTC -3), pelo blog: https://seguimosenlucha.wordpress.com/  Participe e divulgue a jornada com a hastag: #JornadaContinentalNenhum passo atrás! Povos em luta pela nossa integração, autodeterminação e soberania, contra o livre comércio e as transnacionais! --------------------- Segue a convocatória da jornada:JORNADA CONTINENTAL PELA DEMOCRACIA E CONTRA O NEOLIBERALISMOApós uma década da derrota da Alca - Área de Livre Comércio das Américas, o nosso continente enfrenta uma nova ofensiva neoliberal.Esta ofensiva é expressa na radicalização das diferentes formas de apropriação e espoliação dos direitos dos povos e nos ataques às populações indígenas, camponesas, trabalhadoras, a mulheres, a jovens e às diversidades raciais, culturais e sexuais, que depois de lutas de resistência recuperaram sua capacidade de ser protagonistas dos processos de mudança e transformação na região.Além disso, os golpes de estado consumados no Haiti (2004), Honduras (2009) e Paraguai (2012) e em curso no Brasil mostram que o mercado que domina nossas vidas quer acabar com o processo de transformação recentes realizado pelo povo, que resultou em mais direitos para todos e todas, maior inclusão social, soberania sobre seus territórios e bens comuns e formas e ferramentas mais democráticas para o exercício político e a participação popular.Nós, participantes e herdeiras e herdeiros de lutas contra os regimes militares na América Latina e no Caribe e contra a violência institucionalizada de estados, que em todo o continente nos levantamos contra a agenda do livre comércio, privatização, exclusão e pobreza representada no projeto neocolonial derrotado da ALCA e que procuramos construir para a nossa resistência respostas para o "Outro mundo é Possível" hoje dizemos: não vamos deixar que se instale em nosso continente um novo ciclo de ditaduras, imposto por poderes executivos, judiciários e legislativos ao serviço dos interesses do mercado capitalista.Os princípios da solidariedade e do internacionalismo nos unem, assim como a certeza da necessidade de uma transformação sistêmica contra o capitalismo, o patriarcado, o colonialismo e o racismo. É um novo momento para retomar a ação unificada dos povos das Américas e de nos opormos àqueles que insistem em sua agenda de destruição, desintegração e exclusão.Chamamos a diversidade de organizações, movimentos sociais e expressões comprometidas com a transformação social para fazer avançar este processo de articulação e tomar as ruas da Nossa América em 4 de novembro de 2016 para gritar a uma só voz: Nenhum passo atrás! Povos em luta pela nossa integração, autodeterminação e soberania, contra o livre comércio e as transnacionais! #JornadaContinental https://seguimosenlucha.wordpress.com/ facebook.com/Jornada-Continental-por-la-Democracia-y-contra-el-Neoliberalismo   Organizações que se somam inicialmente a convocatória:Conf[...]






Frente Brasil Popular: Manifesto ao Povo Brasileiro

2016-05-17T15:38:15.475+01:00

Vivemos um momento de crise. Crise internacional do capitalismo, crise econômica e política em vários países vizinhos e no Brasil. Correm grave perigo os direitos e as aspirações fundamentais do povo brasileiro: ao emprego, ao bem-estar social, às liberdades democráticas, à soberania nacional, à integração com os países vizinhos. Para defender nossos direitos e aspirações, para defender a democracia e outra política econômica, para defender a soberania nacional e a integração regional, para defender transformações profundas em nosso país, milhares de brasileiras e de brasileiros de todas as regiões do país, cidadãos e cidadãs, artistas, intelectuais, religiosos, parlamentares e governantes, assim como integrantes e representantes de movimentos populares, sindicais, partidos políticos e pastorais, indígenas e quilombolas, negros e negras, LGBT, mulheres e juventude, realizamos esta Conferência Nacional onde decidimos criar a Frente Brasil Popular. Nossos objetivos são: 1. Defender os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras: melhorias das condições de vida, emprego, salário, aposentadoria, moradia, saúde, educação, terra e transporte público! Lutamos contra o atual ajuste fiscal e contra todas as medidas que retiram direitos, eliminam empregos, reduzem salários, elevam tarifas de serviços públicos, estimulam a terceirização, ao tempo em que protegem a minoria rica. Defendemos uma política econômica voltada para o desenvolvimento com distribuição de renda. Lutamos contra a especulação financeira nacional e internacional, que transfere para uma minoria, por vias legais ou ilegais, através da corrupção e de contas bancárias secretas, parte importante da riqueza produzida pelo povo brasileiro! Lutamos por uma reforma tributária que — por meio de medidas como o imposto sobre grandes fortunas e a auditoria da dívida — faça os ricos pagarem a conta da crise. 2. Ampliar a democracia e a participação popular nas decisões sobre o presente e o futuro de nosso país. Lutamos contra o golpismo — parlamentar, judiciário ou midiático — que ameaça a vontade expressa pelo povo nas urnas, as liberdades democráticas e o caráter laico do Estado! Lutamos por uma reforma politica soberana e popular, que fortaleça a participação direta do povo nas decisões políticas do País, garanta a devida representação dos trabalhadores, negros e mulheres, impeça o sequestro da democracia pelo dinheiro e proíba o financiamento empresarial das campanhas eleitorais!  Lutamos contra a criminalização dos movimentos sociais e da política, contra a corrupção e a partidarização da justiça, contra a redução da maioridade penal e o extermínio da juventude pobre e negra das periferias, contra o machismo e a homofobia, contra o racismo e a violência que mata indígenas e quilombolas! 3. Promover reformas estruturais, para construir um projeto nacional de desenvolvimento democrático e popular: reforma do Estado, reforma política, reforma do poder judiciário, reforma na segurança pública com desmilitarização das Polícias Militares, democratização dos meios de comunicação e da cultura, reforma urbana, reforma agrária, consolidação e universalização do Sistema Único de Saúde, reforma educacional e reforma tributária! Lutamos pela democratização dos meios de comunicação de [...]



Pérez Esquivel llevó su apoyo a organizaciones sociales brasileras

2016-05-04T10:28:42.220+01:00

02 de mayo de 2016Pérez Esquivel llevó su apoyo a organizaciones sociales brasilerasDespués de reunirse con la Presidenta Dilma Rousseff, hablar en el Senado Federal del Brasil, encontrarse con el Presidente del Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, y con el Secretario General de la Conferencia Nacional de Obispos de Brasil, Leonardo Steiner (Ver nota aquí). El Premio Nobel de la Paz, Adolfo Pérez Esquivel, llevó su apoyo y solidaridad al pueblo brasilero en las ciudades de Curitiba y Porto Alegre. En Curitiba participó de actos en plazas públicas y del “2do Acto en Defensa de la Democracia” en la Facultad de Derecho de UFPR. “Lo que suceda con la Democracia del Brasil va a repercutir en toda Nuestra América. Tenemos que ayudarnos. Debemos redefinir nuestras democracias, de delegativas a participativas. El Pueblo no debe delegar todo el poder. HAY QUE SER REBELDES! Los pueblos tienen derecho a resistir injusticias y opresión. No dejen de sonreir a la vida”. Ya en Porto Alegre, Pérez Esquivel formó parte del acto del Día del Trabajador realizado en el Parque de la Redención por el Frente Brasil Popular y Brasil Sin Miedo. Y luego se trasladó para apoyar la lucha por Tierra, Techo y Trabajo de los compañeros del Movimiento de los Sin Tierra en uno de sus asentamientos:“Estoy aquí como hermano latinoamericano y quiero darles un abrazo solidario. Hoy es un día para luchar por una vida digna. La unidad de los trabajadores es muy necesaria para Brasil y América Latina en este momento, para la defensa de la democracia. No queremos más golpes en este continente. Detrás de la destitución de Dilma hay un plan neoliberal para privatizar el Estado y reducir derechos sociales y laborales. La Democracia no se regala, se construye. Nunca se pierde esperanza cuando la lucha es justa. Nunca arrodillados, siempre de pie para defender la soberanía de nuestros pueblos!“. Contacto de prensaAdolfo Pérez Esquivelprensaperezesquivel@gmail.comAndrés + 54 9 (11) 6145-7388 (mobile)[...]