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jazz e arredores



jazz, música improvisada, electrónica, new music e tudo à volta



Updated: 2014-10-07T03:27:22.891+01:00

 




2012-09-21T20:06:58.229+01:00

 
Na edição de 2012 do Festival Música Viva, esta quinta-feira, 21 de setembro, na Sala de Ensaios do Centro Cultural de Belém, em estreia absoluta, apresentou-se o tio de Ernesto Rodrigues (ER), Radu Malfatti (RM) e Ricardo Guerreiro (RG). Ao longo de cerca de três quartos de hora, o trio patenteou uma espantosa capacidade de criar e elevar a tensão, preservando a chama lenta, de baixa intensidade, reducionista mas calorosa. Assinalável, o modo como a música evoluiu a partir de um mínimo de atividade sonora, zonas cinzentas, silêncio espetral, pigmentos luminosos em suave justaposição. Mínimo, à superfície, porque mergulhado o ouvido nas profundezas do silêncio entre sons, descobriu-se uma energia subliminar latente nas camadas inferiores, um mundo insinuante de infinitas combinações, empoladas pela sucessão de amplos silêncios, tonalidades quentes das texturas do trombone (e tubos) de RM, detritos electrónicos e processamento sonoro de RG, e das práticas e procedimentos heterodoxos da viola de ER, longe dos sons e timbres tradicionais do instrumento – em torno de um núcleo essencial de subtileza, serenidade e contemplação. Um concerto para fruir em máxima concentração, tarefa que se revelou difícil para os não iniciados nas instâncias da improvisação electroacústica moderna (reducionismo e desenvolvimentos posteriores), já que parte do público não parava sossegada na cadeira (eléctrica!), qual bicho-carpinteiro irritante, entretido a fazer ranger o mobiliário e a sofrer de constipações impertinentes. Apesar dos ruídos parasitários "estranhos ao serviço", assistiu-se à construção em tempo real duma música de ínfimos detalhes ("coisas inconsideráveis", Rilke), que vale tanto pelo que "diz", reelaborando sobre texturas e materiais sonoros aditados e subtraídos, como pelo que "cala", entre deixas, intervalos, nuances e reverberações. O resultado foi a criação de um universo de complexas e inusitadas dinâmicas, capaz de transportar o espectador para longe, graças a um complexo de imagens sonoras desafiantes da audibilidade e, ao mesmo tempo, estimulantes da imaginação.




2012-05-07T18:55:06.244+01:00


Fabula (CS 220) dá título à peça única improvisação em quarteto (Axel Dörner, trompete; Ernesto Rodrigues, viola; Abdul Moimême, guitarra preparada; e Ricardo Guerreiro, computador), com duração de pouco mais que três quartos de hora, obra gravada em concerto no Cine-Teatro Curvo Semedo, Montemor-o-Novo, Portugal, em 3 de dezembro de 2011.
Sem a definição antecipada de parâmetros formais, e na ausência de um contexto predeterminado, a música desenvolve-se e progride em modo intimista, através da adição e subtração de elementos que se vão dispondo segundo a tendência reducionista, prática alternada com outros modos imediatos de composição/recomposição do vocabulário do quarteto.
Por entre a abrasiva discrição do sopro de Axel Dörner, insinuam-se os gestos acústicos das cordas de Ernesto Rodrigues, a ressonância metálica da escultura mutante de Abdul Moimême, e a pertinente interação dos efeitos eletrónicos de Ricardo Guerreiro com o restante material sonoro.
Em tempo real, assiste-se à produção e transformação tímbrica e textural em ampla espacialização, miríade de sons que questionam a resposta que se esperaria da instrumentação convencional utilizada, incluindo o computador.
O resultado é um novo enquadramento acústico plasmado na riqueza das múltiplas fontes, afinidades e características, que desenham uma empolgante narrativa sonora trabalhada sobre sequências de eventos não homogéneas – jogo múltiplo de concavidades e convexidades que intimamente relaciona o som com o espaço que o viu nascer.





Jazz em Agosto 2012

2012-05-07T19:23:13.188+01:00

Um olhar perscrutador sobre os múltiplos caminhos do jazz no Presente, na sua diversidade menos convencional, marca a 29ª edição do Jazz em Agosto que prossegue a visão de historiar uma atualidade cheia de clivagens contudo fascinante. No Anfiteatro ao Ar Livre, palco principal, iniciando a sequência, Sunny Murray, o primeiro baterista do freejazz e também primeiro companheiro de Cecil Taylor e Albert Ayler, renova a identidade no trio que cultiva há dez anos com acólitos ideais, os britânicos John Edwards e Tony Bevan. A nova geração do jazz britânico, evidenciando energia, consubstancia no quinteto Led Bib uma contagiante combinação de mundos musicais paralelos. No encontro de Misha Mengelberg e Evan Parker, em pessoalíssimo diálogo, a sua estatura de criadores de linguagem augura os melhores presságios. Matthew Shipp em novo trio atinge uma decisiva dimensão de criatividade em simbiose com Michael Bisio e Whit Dickey. Em mais uma fórmula de duo e noutro diálogo muito pessoal, Marilyn Crispell e Gerry Hemingway revelam profundas sensibilidades em poderosas e/ou delicadas conjunções. O sexteto de Chicago de Ingebrigt Håker Flaten em ponte norte-atlântica é uma forte expressão coletiva onde, num escol de músicos, brilham individualidades. No Teatro do Bairro, palco ideal para formações desalinhadas sucedem-se três concertos duplos: o recente grupo português de música improvisada Nuova Camerata onde se destacam Pedro Carneiro e Carlos Zíngaro, o britânico trioVD, exaltante na sua intenção sónica e o Trio Das Kapital em coligação com o universo combativo de Hanns Eisler. Em 2ª parte de cada concerto, três reputados e diferenciados turntablists exercem peculiares estéticas experimentais: o português Marcos Farrajota aka unDJMMMNNNRRRG, o francês eRikm e o japonês Takuro Mizita Lippit aka DJ Sniff. No Auditório 3, quatro filmes documentais e uma conferência unificam o festival: Sunny’s Time Now de Antoine Prum, Soldier of the Road - Peter Brötzmann de Bernard Josse e Gérard Rouy, Inside Out in the Open de Alan Roth e City of the Winds de Gilles Corre. O crítico britânico Brian Morton, co-autor do Penguin Guide of Jazz na conferência Jazz criticism: an open verdict argumentará sobre o papel da crítica atual do jazz. Bem-vindos ao Jazz em Agosto 2012, o outro lado do jazz.
Rui Neves, Director Artístico do Jazz em Agosto




2011-06-17T16:41:42.972+01:00

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Alors que son précédent disque solo, "materials", était le fruit d'un travail de recherche en studio, "solo" démontre avec quelle intelligence Jonas Kocher fait usage de son accordéon en concert. Sa musique porte en elle des contrastes énormes, entre retenue et explosion, comme si cette dualité était inscrite dans l'aller-retour du soufflet. Les alternances de graves, de claquements, de souffles et de sur-aigus construisent une forme parfaitement maîtrisée a l'intérieur de la trame improvisée.





2011-06-17T16:09:12.145+01:00


lefolk is audio/video artist Leif Folkvord of Grand Rapids, Michigan USA. The material he creates is influenced by a formal education in media arts filtered through the juxtaposition of experiences at his day(night) job as a pilot.

After two full-length albums and the EP “blankscape”, lefolk releases his new work “weather to shore“ on Resting Bell. Consisting of 13 tracks and a complete duration of one hour, “weather to shore“ is a wonderful microsonic sound adventure. The concept of “weather to shore” was based off of stories of shipwrecks in the great lakes region, many of which occured in bad weather. The track titles are names of ships that sank in the various lakes. With that concept in mind you can basically feel the dense and crackling atmosphere on this release. Droning basements layering through the structures like a constant fog. Trickling glitchy sounds reminding me of hail showers. And little melody fractures peeking around like sunlight through a cloud cover after a heavy storm.

Nevertheless “weather to shore” sounds to me like the perfect soundtrack for a lukewarm spring night. And I can see me standing in the outside and holding my face into the cooling evening breeze.





2011-06-17T16:12:11.964+01:00

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Cecil Taylor, Wadada Leo Smith, Peter Brötzmann, John Hollenbeck, quatro personalidades que em diversos graus têm marcado gerações do jazz ao longo do tempo, destacam-se com especial brilho na programação da 28ª edição do Jazz em Agosto. Elas confirmam a identidade do festival que, desde 1984, retrata tendências e alternativas inovadoras de uma música em permanente evolução. Quatro personalidades que também assumem o significado de gratos retornos ao festival por nele terem actuado: Cecil Taylor, piano solo (1988), Wadada Leo Smith / The Golden Quartet (2001), Peter Brötzmann / Die Like A Dog (2000) e Chicago Tentet (2008), John Hollenbeck / The Claudia Quintet (2006).

No início da 2ª década do Séc. XXI onde cabalmente se manifesta uma pluralidade de estilos e de géneros, também se evidenciam na programação deste ano encontros geracionais de talentos, casos de Ingrid Laubrock Anti-House, Little Women, Luís Lopes Humanization 4tet, Fire!, enquanto a junção de duos The Ex meet Nilssen-Love / Vandermark Duo será um emblema da proximidade histórica e natural do jazz e do rock.

Irradiando do seu palco principal, o anfiteatro ao ar livre, o Jazz em Agosto 2011 desenrola-se em três concertos abrasivos no novo espaço Teatro do Bairro, sito numa área cosmopolita de Lisboa (Bairro Alto), instituindo a atmosfera informal dos clubes tão caros à prática do jazz.

Num tempo, como o de hoje, onde o espólio fílmico documental do jazz prolifera, o Jazz em Agosto 2011 apresenta quatro filmes consonantes com as suas programações: Cecil Taylor: All The Notes de Cristopher Felver, Black February: A Film About Butch Morris de Vipal Monga, Play Your Own Thing / A Story of Jazz In Europe de Julian Benedikt, Femmes Du Jazz / Women In Jazz de Gilles Corre.

A formulação teórica, sempre presente no festival, terá com o reputado crítico americano Bill Shoemaker um aprofundamento sobre a importância de Cecil Taylor - The Worlds of Cecil Taylor.

Rui Neves
Director Artístico do Jazz em Agosto





2010-02-24T10:22:37.150+00:00

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Avant-garde jazz musician Sun Ra stars in the movie version of his concept album Space Is the Place. Not following a linear plot line, this experimental film is a bizarre combination of social commentary, blaxploitation, science fiction, and concert performance. The opening scene is set in an intergalactic forest, with Sun Ra introducing his plan to use music as salvation for the black community. Back on Earth, he wears a disguise as Sunny Ray, a piano player in a 1940s Chicago strip club who causes an explosion with his sounds. Switching to a scene in a desert, he plays a card game called "The End of the World," with the Overseer (Ray Johnson), who is dressed in white and drives a white Cadillac. Sun Ra pulls out a spaceship card and the Arkestra play the song "Calling Planet Earth" as their spaceship lands in Oakland, CA. Perpetually dressed in sparkling gold robes and headdresses, he sets out to save the black people from oppression. He visits a community center and sets up the Outer Space Employment Agency, occasionally switching back to the desert to continue his game with the Overseer. Eventually, Sun Ra gets kidnapped by two white guys and forced to listen to "Dixie" on headphones, but some kids from the community center save him just in time for the live concert conclusion. ~ Andrea LeVasseur, All Movie Guide





2010-02-24T09:41:43.027+00:00

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Tem saída prevista para Março próximo, na norte-americana Porter Records, a gravação recém-descoberta, datada de 1965, do quarteto do pianista Burton Greene, ao vivo em Woodstock, Nova Iorque. Com Marion Brown, Reggie Johnson e Rashied Ali, Burton Greene, Live at the Woodstock Playhouse 1965. http://soundcloud.com/porter-records





2010-02-23T10:17:20.895+00:00

(Sébastien Branche & Artur Vidal)







2010-02-23T10:01:28.822+00:00

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Roy Hargrove is one of today's greatest jazz trumpetists. Mezzo is dedicating an entire evening to this master blower. Live at the New Morning, he plays with his pals Gerald Clayton (piano), Montez Coleman (drums), Danton Boller (bass), and Justin Robinson (alto sax). Now that's some darn good swing! Performing in Montreal ten years before, we find Hargrove at the height of his Cuban period, jamming to Latin rhythms and hard bop with his band, Crisol. The final concert of the night, from Vienne, showcases his talents in Big Band along with the magical voice of Roberta Gambarini. MEZZO, Thursday, February 25, at 8:30 p.m.





2010-02-23T09:40:44.448+00:00

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(...) It is however time for us to say goodbye, and turn to other shores. Noerror may come back at a latter time, with a different goal and scope. The future is fortunately always a surprise (...).





2010-02-15T09:53:19.485+00:00

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Giuseppi Logan, saxofonista alto “desaparecido” há décadas sem deixar rasto, está prestes a regressar ao lado de cá pela mão da editora norte-americana Tompkins Square Records, confirmando as aparições de há um ano no Bowery Poetry Club, em Nova Iorque, face às dúvidas quanto à identidade do saxofonista que por vezes aparecia na esquina da 31st Street com a Eight Avenue. Rumores diziam que Logan havia partido desta para melhor. Foi em meados da década de 60 que o Giuseppi Logan Quartet (Giuseppi Logan, Eddie Gomez, Don Pullen e Milford Graves) gravou dois álbuns importantes para a ESP-Disk. De então para cá, quatro décadas passadas, que seria feito do homem? Aí está, vivo e ao que parece em boa forma. Para o quinteto que agrupou em Setembro último, Logan chamou músicos de duas gerações diferentes: os contemporâneos dos quartetos originais, pianista Dave Burrell e baterista Warren Smith, o contrabaixista francês Francois Grillot, que se junta ao trompetista e clarinetista Matt Lavelle. O disco, simplesmente intitulado The Giuseppi Logan Quintet, tem lançamento previsto para 23 de Fevereiro.

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2010-02-12T09:54:38.919+00:00

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We started doing sound collage together in 2005, then improvisation in 2007. Our first goal was, and still is, to feel pleasure by playing music. Anne is not an academic musician but she has the feeling and the freedom to use her voice, to hit objects, guitar and everything around her. I play toy ziher and computer with the help of a software called «usine». This software is much more adapted to my feeling in improvisation.





2010-02-12T09:36:12.820+00:00

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A 15 de Outubro, no Abrons Arts Center, em Nova Iorque, a editora independente norte-americana AUM Fidelity promove a apresentação ao vivo do disco do disco de estreia como líder do saxofonista Darius Jones, a nova estrela da companhia que alberga nomes tão importantes do jazz actual, como Rob Brown, Roy Campbell, Daniel Carter, Whit Dickey, Hamid Drake, Kidd Jordan, Mat Maneri, Joe Morris, Roy Nathanson, William Parker, e os ensembles In Order To Survive, The Nommonsemble, Other Dimensions in Music, Test e Triptych Myth. O evento marca ainda o regresso ao activo do saxofonista tenor David S. Ware, depois do transplante renal a que foi sujeito em Maio passado, agora à frente de um quarteto renovado, e da magnífica Little Huey Creative Music Orchestra, de William Parker, ausente dos palcos há alguns anos. Um três em um de se lhe tirar o chapéu!





2010-02-08T14:07:15.686+00:00

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«Natural landscapes translated into digital sonic reality, smooth covering environment and obscure all-surrounding matter - all is contained in this brand new selection. There are many things to say but incomparably more to listen and even to watch this time. Gastón is a visual artist too, so he included a little collection of beautiful pictures which accompany each tune on "Marea". These pictures are generated by code and built upon existing algorithms of nature».





2010-02-09T19:20:20.471+00:00

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AJM Collective c/ Abdul Moimême
Kátia Sá_imagem interactiva
João Apolinário_bateria
Marcelo dos Reis_guitarra eléctrica
José Miguel Pereira_contrabaixo

Em Fevereiro, o Double Bill - Ciclo de Música Improvisada, contará com a apresentação ao vivo do trabalho desenvolvido por Abdul Moimême no disco Nekhephthu. Na segunda parte, haverá lugar a um encontros entre o convidado e o AJM Collective.

Sábado, 13 de Fevereiro, 22h - VIA LATINA, Coimbra

http://www.youtube.com/watch?v=VzfAQ_y4Spo
http://www.youtube.com/watch?v=603TRsVhV0c&feature=related

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2010-02-05T12:31:28.022+00:00

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Atenção a este ciclo completo das sinfonias de Gustav Mahler (1860-1911), de 1 a 9, mais a versão de Deryck Cooke da 10ª inacabada, e ainda Das Lied von der Erde, pelo maestro israelita Eliahu Inbal, à frente da Radio-Sinfonie-Orchester Frankfurt. O acervo, gravado em meados dos anos 80 do Séc. XX, na Frankfurt Alte Oper, foi editado na década de 90 pela DENON/Nippon Columbia, a preços nipo-proibitivos. Entretanto, a editora japonesa licenciou a edição à holandesa Brilliant Classics. Até domingo, 7, a Abeille Musique salda a caixa por meros € 17,60. Além de ter um palmarés que impõe respeito: Diapason d'Or, Gramophone Award, Choc do Le Monde de la Musique, 10 da Répertoire, 10 da Luister, Deutsche Schallplattenpreis e um ror de prémios mais. É de aproveitar!





2010-02-14T16:53:20.350+00:00

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Schamlos 0202
BORIS HAUF
(computer)+ ADAM SONDERBERG (guitar, junk)
[HOMOPHONI]





2010-01-30T19:15:31.995+00:00

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2l2code . memory stick
Merran Laginestra: voice & electronics
Pedro Lopez: electronics
http://2l2code.com/





2010-01-30T19:15:03.047+00:00


Vanguard Jazz Orchestra, Ron McClure, Harris Eisenstadt, Svend Asmussen, Joe Maneri, Sackville Records, Clubs in the New Decade part 2








2010-01-30T18:51:14.352+00:00

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terje paulsen . a posteriori

I collect a lot of stuff. some seems to be rather useless. Like the old three-stringed guitar, cracked cymbals, my first record player that don't work like it should (but still give me some good memories from my childhood), the little transistor that hardly take in norwegian channels, or the cones I pick outside and let dry in my room.
When touching and pick at them i find interesting sounds. some i slightly manipulate in the editor, others are their real sounds.

with this ep i want to share some of my experiences with the sounds from a few of my collected objects.

www.con-v.org/online.html





2010-01-30T15:20:20.668+00:00

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Hindi + Riis - Trunking [ca354]
Jassem Hindi:
http://www.myspace.com/hindij
Jakob Riis:
http://www.sonicescape.net