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Fiel Palavra





Updated: 2015-09-17T03:50:25.359-03:00

 



Lixo Eletrônico-Reciclagem - Salvador

2011-06-07T01:26:40.310-03:00

Recolhemos sucatas de cpus, computadores, placas mãe, monitores, impressoras, nobreack, estabilizadores, baterias, scanner, fax, telefone, teclados, mouse, calculadoras, maquinas de escrever, conectores, fios, cabos, switch, centrais telefônicas, placas em geral, processadores, circuitos integrados, hds, cdroom, flops, rádios, tvs, equipamentos, eletroeletrônicos em geral entre outros.

Encontrar um lugar que receba e trate o lixo eletrônico adequadamente não é tarefa fácil para o usuário brasileiro de informática. O número de estabelecimentos que recebe equipamentos usados não cresce na mesma proporção que o aumento das vendas de PCs. Resultado: é preciso pesquisar muito para encontrar um novo dono para o velho companheiro.

A reciclagem é a melhor opção de descarte para equipamentos eletroeletrônicos, uma vez que quando jogados no lixo comum as substâncias químicas, presentes nestes objetos, podem penetrar no solo, entrar em contato com os lençóis freáticos e contaminar plantas e animais por meio da água.

Mais informações entre em contato através dos telefones (71) 3017-9994 / 9289-8798
Falar com Claudio Santos




MEU MANIFESTO DE REPÚDIO AO PL 122/2006

2011-05-18T13:55:05.779-03:00

Sou heterossexual sim é daí?Digo isso porque daqui a pouco vamos ter que justificar porque somos heterossexuais.É mesmo um absurdo o que o STF fez à revelia do Congresso Nacional e do Senado. O Procurador Geral da União atropelou juntamente com o STF a Constituição. Passaram com um trator sobre a Carta Magna da Nação. Agora, passa uma boiada já que o ditado popular afirma: "Porteira que passa um boi, passa uma boiada".Senado e Congresso, assistem a tudo com leniência.Nessa próxima quinta-feira, dia 12.05.2011, mais um golpe está sendo tramado.A Sra Marta Suplicy (Que mulher ruim, senhores, que coisa terrível para a classe política dessa nação. Só um estado que elegeu Tiririca poderia ter eleito essa mulher como Senadora, mesmo) desencavou, desarquivou o famigerado PL 122/2006. Por mais que nós os evangélicos preguemos a não violência contra qualquer grupo (já que também somos vítimas), por mais que preguemos contra a discriminação e o preconceito (já que também somos vítimas inclusive aqui no Brasil, vide a história do protestantismo em terras tupiniquins), por mais que entendamos que cada um faz o que quiser com seu corpo, temos o inalienável, intransferível, pétreo direito de pensar diferente, opinar diferente e falar contra.Vejamos a escalada da violência contra nós mesmos: Se eu disser no Púlpito que sou contra a prática homossexual por entendê-la pecado, perversão dos bons costumes, erro fisiológico e anatômico, patologia psicológica, serei preso. O que é isso se não violência. Não é violência contra o livre direito de pensar e se exprimir? E veja como esse país adora (cultua mesmo) a inversão de valores: pode-se falar do Presidente da República e dos Políticos em geral, mas não podemos falar nada contra o homossexual. Fala-se dos Pastores, Padres, Empresários, e por aí vai...mas dos homossexuais não se pode falar. Por quê? O que é que eles têm de tão especial? E não me venham falar em homoafetividade porque todos nós sabemos muito bem o que significa popularmente homossexualidade - É A PRÁTICA SEXUAL DE DOIS SERES DO MESMO SEXO, DO MESMO GÊNERO. Ou você vai ser tão ingênuo quanto o Ricardo Gondim que afirmou que nem toda homossexualidade é promíscua. Em que mundo ele vive?Por que cargas d'água não podemos falar contra essa prática do sexo entre dois seres do mesmo gênero (homem com homem, mulher com mulher). Posso falar que a prostituição de mulheres é pecado, mas não posso falar que o homossexualismo é pecado?Meu santo Deus, onde é que vamos parar? Que mundo estamos construíndo? O que as gerações futuras vão herdar?Deus disse por boca do profeta Isaías: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põe o amargo por doce e o doce, por amargo. Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito". Isaias 5.20,21. O homem entregue à sua própria sorte embrutece, se animaliza. O homem sem Deus, não é homem.Espero que nossos Senadores entendam que as leis contra a violência, de qualquer monta, seja preconceito, discriminação, pauladas, chingamentos, ataques físicos, insultos, já estão previstas no Código Penal Brasileiro. Podemos procurar melhorar, mas o que querem na questão do PL 122/2006 é, simplesmente, piorar, retroceder. O que esse grupo quer mesmo é fazer descer guela abaixo algo que em mim vai causa náuseas e vômitos. O que esse grupo quer é que eu simplesmente diga que algo que é errado, é certo. Isso sim é violência!Os homossexuais não são mais importantes que os negros deste país. Estes sim foram, e ainda são, de alguma maneira, discriminados e deixados à parte.Os homossexuais não são mais importantes que os cadeirantes e que os aposentados desse país.Os homossexuais não são mais importantes do que o contingente carcerário desse país que vive, na verdade, em condições subumanas em alguns presídios com sua superlotação.Os homossexuais não são mais importantes que a Educação q[...]



Música Boa e Música Ruim

2011-05-09T11:58:33.475-03:00

A igreja, na sua tendência de tentar separar o "sagrado" do "profano", propôs uma divisão entre música profana e música sacra. Música profana seria a usada para serviços não-religiosos e a sacra, exclusiva para o culto cristão. Certo dia li um artigo do Maestro Parcival Módolo que abordava o tema da Música Tripartida, numa tricotomia entre Música Erudita, Música Popular e Música Sacra. Antes, porém, eu havia lido o comentário de Calvino sobre Tito 1.12, no qual ele afirmava que toda verdade é de Deus e não deve ser desprezada se sair da boca de um incrédulo. Calvino disse isso porque o texto de Epimênides, a saber, "varões cretenses, sempre mentirosos, feras terríveis, ventres preguiçosos", não era de um cristão e, mesmo assim havia sido incluído no texto canônico da carta a Tito. Nesse ponto, as coisas se complicaram na minha cabeça. À luz da precisão do comentário de Calvino, eu não poderia classificar a música da forma tradicional: sacra versus profana ou de forma tripartida.Do ponto de vista da complexidade, virtuosismo e dinamismo da história, a cisão entre música erudita e popular seria aceitável. Se bem que alguns estilos ditos populares são extremamente complexos e exigem virtuosismo por parte do executor. Talvez, a melhor maneira de classificar a música, quem sabe a mais justa, ainda que aparentemente pueril, seja: “música boa” versus “música ruim”. O critério para se avaliar se a música é boa ou ruim não seria o gosto pessoal, nem a complexidade, mas a relação forma-conteúdo ou “impressão” e “expressão”, de acordo com a finalidade e o meio onde a música é executada, sob o crivo da Palavra de Deus.Deixe-me caminhar um pouco mais em minha argumentação. Para começar, não existe estilo musical neutro. Sempre o estilo comunicará alguma idéia, transmitirá algum sentimento. A música, só com o instrumental, prepara um ambiente, seja para uma festa ou para um velório. A isto chamamos de “impressão”. Quando pensamos na mensagem que a música transmite, ou seja, no texto que ela subsidia, então estamos nos referindo à “expressão”, que será boa ou ruim dependendo da teo-referência. Conclusão: Música boa será a que for teo-referente, ou seja, a que estiver de acordo com a revelação bíblica, subsidiando uma mensagem que comunique a verdade e que seja edificante. Mas música boa também será aquela que possuir relação salutar e coerente entre a impressão e a expressão. Não creio ser apropriado, por exemplo, metrificar um salmo com uma melodia em “samba-enredo”. Por quê? Porque não existe estilo neutro. O samba-enredo é um estilo que lembra carnaval e as mulatas com trajes sumários dançando pela passarela.A teo-referência da letra, no entanto, não resolve todos os problemas. Um determinado estilo musical poderia ser apropriado a um contexto cultural, mas não a outro, ainda que tenha a mesmíssima mensagem. Por exemplo, eu cantaria, sem problemas, uma música em estilo “xaxado”, uma vertente do baião nordestino, como parte integrante de um culto numa igreja em Roraima, mas não daria certo se eu tocasse a mesma música num culto em uma igreja tradicional histórica de Belo Horizonte. Então a mesma música seria boa em Roraima, mas ruim aqui em BH. Um fator preponderante na análise da relevância de uma música é a própria relação do estilo dela com a cultura local. Uma música acompanhada de atabaques em meio aos komkombas, em Gana, seria apropriado, mas não numa igreja Presbiteriana antiga em São Paulo. Tem música que é para diversão, outra para momentos sérios de introspecção, outras para adoração, louvor, contrição, etc. Calvino disse: “Há sempre a considerar-se que o canto não seja frívolo e leviano; pelo contrário, tenha peso e majestade, como diz Santo Agostinho. E, assim, haja grande diferença entre música feita para alegrar os homens à mesa ou em casa e os salmos que se cantam na Igreja, na presença de Deus e de seus an[...]



Pr. David Wilkerson morre em acidente de carro no Texas.

2011-04-28T00:35:25.159-03:00

A CBN News noticiou dia 26/04/11 que o Rev. David Wilkerson, morreu nesta quarta-feira em um acidente de carro, de acordo com uma fonte próxima.

Wilkerson tinha 79 anos. A sua esposa Gwen também estava envolvida no acidente e foi levada para o hospital. Deixou 4 filhos e 11 netos.

Wilkerson foi o pastor fundador da Igreja de Times Square em Nova (com mais de 8.000 membros) e presidente do “Desafio Jovem”, entidade destinada a recuperar drogados. Escritor de vários livros dentre eles A Cruz e o Punhal.

O Rev. David estava na estrada I 175 no Texas quando tentou uma ultrapassagem e teve seu carro atingido por uma carreta na direção oposta.

Seus sermões denunciando o mundanismo e as falsas manifestações espirituais na igreja são famosos. Uma voz profética foi silenciada. Que o Senhor console a família a aos muitos que sentirão falta de suas palavras inspiradoras.


Este sermão é sucesso no YOU TUBE, onde o pastor desafia a veracidade ou a edificação de certos moveres e fenômenos nas igrejas de hoje:


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Fonte: CBN



Quanto custa ser um homem?

2011-04-27T17:12:26.442-03:00

Segue um texto do pastor Paul Washer:A perda da masculinidade nos nossos dias.Nas escrituras e em muitas civilizações havia esta noção de que o macho ou era um menino ou era um homem. Não há muitos jovens que gostam de ser chamados de meninos. Então, havendo apenas duas opções, um jovem iria se esforçar para se tornar um homem, pois não quer ser um menino. Mas esta falsa idéia de “modelos evolucionários” trouxe uma terceira categoria: adolescentes. Então agora quando um garoto atinge a idade de onze, doze anos, ele é chamado de adolescente. E é dito a ele que ele tem que se auto-descobrir, buscar autonomia, ser rebelde, etc.Mas a bíblia não ensina que exista um período assim. E esta fase é perfeita para o cara preguiçoso, que quer experimentar os privilégios de um homem, mas não quer assumir as responsabilidades de um homem, e continua agindo como um menino, até a idade de trinta anos. A responsabilidade primordial de um homem santo é gerar homens santos. A responsabilidade primordial de um pai é investir sua vida, a todo custo, para criar seus filhos, de maneira que eles cheguem a idade de 17 ou 18 anos e possam assumir o título de homem.Alguns jovens me perguntam: “Quando eu devo começar a namorar?”. O namoro é algo recente, cultural, que nasceu nos últimos cem anos para cá. É algo recreacional. Você quer sair com uma garota… por que? Porque você quer os privilégios de ter uma parceira ao seu lado mas sem assumir as responsabilidade de ter uma parceira. Então, quando eu posso começar a me relacionar com alguém do sexo oposto? Quando você se tornar um homem.E o que quer dizer se tornar um homem? De acordo com as escrituras, em primeiro lugar, é ser capaz de ser o líder espiritual de uma mulher e de uma casa. Antes disso, biblicamente, você não é considerado um homem. Não é apenas ter a capacidade de fazer isto, mas é assumir a responsabilidade, o peso nos seus ombros, de guiar espiritualmente sua família, ensinando e sendo exemplo.Além disso, você estar pronto para proteger sua família. Não significa ser cheio de músculos, mas ter o caráter forte e necessário para enfrentar as adversidades que batem a porta. Não é obrigação da sua esposa fazer isto. É sua responsabilidade se colocar na porta para que sua mulher nunca tenha que enfrentar os problemas e seus filhos tenham um lugar seguro para crescer e se desenvolver.Quando um rapaz pode iniciar um relacionamento? Quando ele puder ser um provedor para aquela pessoa. Por exemplo, se seu pai e sua mãe ainda pagam suas contas, “você não tem o direito” de pensar em alguém do sexo oposto. Apenas porque você atingiu certa idade não quer dizer que pode participar de tudo o que diz respeito a um homem.Você pode ter vinte e um anos e ser ainda um menino. A bíblia sempre trata com homens: “e por esta razão o homem deixa seu pai e sua mãe para se unir a mulher”.Esta idéia de namoro recreacional, “estou com ela porque gosto dela”, não existe na bíblia, nem mesmo nas culturas dos povos, exceto na cultura moderna ocidental. Os cristãos tem pelo menos cinco relacionamentos antes de se casarem, então quando chegam no altar, cinco partes deles estão espalhadas por aí. Eles não são uma pessoa completa. Você não pode entrar em um relacionamento, de qualquer tipo de intimidade, sem deixar uma parte de você mesmo para trás.Não existe na bíblia a idéia de um garoto, debaixo do teto de seus pais, se alimentando da mesa deles, sustentado por eles, irá sair e se divertir com alguém do sexo oposto. Ela diz que para estar junto com alguém você deve deixar seu pai e sua mãe.Então, tudo o que conhecemos terá que ser mudado? Exatamente. Mas se você é jovem, você crescerá rápido e se disser: “Eu não posso mais ser um garoto ou brincar com as coisas de garoto, e ao mesmo tempo esperar ter a permissão de participar nos privilégios de homens”.Pais, é sua principal respons[...]



John Piper e E. M. Bounds – Empecilhos à Oração

2011-03-14T13:38:17.581-03:00

Por: John Piper. Website: desiringgod.orgOrar certo é estar certo, agir certo e viver certo. Tudo que impede oração impede santidade. Quando tudo que nos impede de orar certo for removido, o caminho estará aberto para um rápido avanço na vida espiritual. Se pudéssemos contar, dia por dia, as orações que não alcançam resultado algum, que não beneficiam o homem, nem influenciam a Deus, ficaríamos pasmados ao ver os números.Precisamos de homens e mulheres que possam alcançar a Deus e receber amplamente das suas reservas inesgotáveis. A igreja é profundamente afetada pelo materialismo da sua época. Os interesses da terra excluem os do céu, o tempo eclipsa a eternidade, um ousado e ilusório humanitarismo destrói a adoração, e a compreensão essencial de Deus é deturpada.Homens e mulheres que saibam orar, e que possam projetar Deus e suas divinas instituições na terra com eficiência redentora, são nossa única saída. A igreja poderá caminhar com triunfo às suas conquistas finais sem possuir riqueza, tendo que enfrentar pobreza ou desprezo, ou sendo desacreditada pelo mundo e rejeitada pela cultura e sociedade; mas sem homens e mulheres que saibam orar, não conseguirá derrotar nem o inimigo mais frágil, nem ganhar um único troféu para seu Senhor.Pode fechar seus redutos de aprendizagem, seus oradores eloqüentes podem ser silenciados para sempre, mas suas orações serão ainda mais potentes do que seu conhecimento ou eloqüência, e lhe assegurarão as mais gloriosas conquistas. Ela pode perder tudo, menos a oração da fé, e isto lhe será mais poderosa do que a vara de Arão para criar agências ou ministérios eficazes e gerar resultados tremendos. Por trás de um ministério santo e cheio de zelo e paixão tem de haver oração que prevalece, e que traga consigo um glorioso Pentecoste.Pecado Impede Oração“Se eu no coração contemplara a vaidade, o Senhor não me teria ouvido” (Salmo 66.18). Os pecados do coração que não são rejeitados, ou que não estamos lutando para vencer, interrompem a oração. Oração não pode fluir do coração que nutre ou protege o pecado, que abriga pecado de qualquer espécie. O pensamento rebelde ou insensato é pecado; o olhar de cobiça ou lascívia do coração é pecado. Temos de clamar a Deus de um coração puro.“Mãos santas” devem ser levantadas em oração. Uma mancha na mão é tão fatal para impedir a oração quanto o pecado no coração. A pessoa que ora precisa estar certa no seu coração, mas suas ações também precisam estar certas. Guardar os mandamentos de Deus e fazer o que lhe agrada nos dá segurança de que receberemos o que pedirmos dele. Pecados escondidos, ocultos por parcialidade ou por hábito, retidos por indulgência, contemporização, ou ignorância deliberada; estas coisas, como o lagarto no botão ou veneno no sangue, destruirão a flor e a vida da oração.Orgulho Impede OraçãoO orgulho em alguma forma é inerente a todos nós. Nenhuma criatura tem tantas razões para ser humilde quanto o homem; nenhuma, possivelmente, possui tantas fontes de orgulho. O orgulho destrói a humildade, gera vaidade, transfere fé em Deus para fé em si mesmo. Existe no orgulho tal senso de estar completo em si mesmo que destrói a base da oração. Sua sensação constante é: “Estou cheio e não preciso de mais nada”.O orgulhoso ora, talvez até regularmente, mas é oração de fariseu, um desfile do ego, um catálogo de bondade própria. O orgulho se esconde sob o disfarce de gratidão a Deus, louvando a Deus usando incenso do altar do ego. O orgulho se manifesta no desfile das nossas obras religiosas, na exibição de realizações, sejam religiosas ou não.A oração precisa nascer lá de baixo. O orgulho procura os lugares mais altos, e nunca pode ser encontrado nos lugares humildes onde a oração é incubada. As asas da oração devem ser cobertas de pó. O orgulho despreza o [...]



[Catástrofe no Japão] John Piper – Uma Oração

2011-03-14T13:17:02.480-03:00

- John PiperAs cenas no Japão são apocalípticas: O poder do movimento das águas é maior do que a maioria de nós pode imaginar. Nada pode permanecer diante disto. Nós somos levados a nos ajoelhar.Pai que está nos céus, o Senhor é o Soberano absoluto sobre o tremores da Terra, o levantar das águas, e a fúria das ondas. Nós trememos diante de Seu poder e curvamos diante de Seus inescrutáveis julgamentos e incompreensíveis caminhos. Nós cobrimos a nossa face e beijamos a sua onipotente mão. Nós caímos perdidos (desamparados) ao chão em oração e sentimos quão frágil é o solo abaixo de nossos joelhos.Ó Deus, nos humilhamos debaixo de sua santa majestade e nos arrependemos. Em um momento – num piscar de olhos – nós também poderíamos ser varridos. Nós não somos mais merecedores de um chão firme do que os nossos semelhantes no Japão. Nós também somos carne. Nós temos corpos, casas, carros e nossa famílias em preciosos lugares. Nós sabemos que se formos tratados segundo os nossos pecados, quem poderia suportar? Tudo seria levado em um minuto. Então, nesta hora sombria nos voltamos contra o nosso pecado e não contra o Senhor.E clamamos por misericórdia pelo Japão. Misericórdia, Pai. Não pelo o que nós ou eles merecemos. Mas misericórdia.Não teria o Senhor nos encorajado a isso? Não teríamos nós ouvido um milhão de vezes em Sua palavra as riquezas de sua bondade, tolerância, e paciência? O Senhor não segurou o seu julgamento inumeráveis vezes, levando o seu mundo rebelde ao arrependimento? Sim meu Senhor, pois os seus caminhos não são os nosso caminhos, e seus pensamentos não os nosso pensamentos.Conceda ó Deus, que o perverso abandone o seu caminho, e o injusto os seus pensamentos. Conceda-nos, suas criaturas pecadoras, para retornarem ao Senhor, que o Senhor tenha compaixão. Pois certamente o Senhor abundantemente perdoará. Qualquer um que chamar pelo nome do Senhor Jesus, seu amado filho, será salvo.Que cada coração machucado por suas perdas – milhares sobre milhares de perdas – sejam curados pelas mãos feridas do Cristo ressurreto. O Senhor não desconhece as dores de suas criaturas. O Senhor não poupou seu único Filho, mas o entregou por amor de nós.Em Jesus, o Senhor provou a perda. Em Jesus, o Senhor partilhou o esmagador dilúvio das nossas dores e sofrimentos. Em Jesus, o Senhor é o sacerdote que se importa em meio a nossa dor.Haja gentilmente agora, Pai, com este povo frágil, ganhe-os Pai, salve-os.E que as inundações que eles tanto temem façam bênçãos caírem sobre suas cabeças.Que ele possam não julgá-Lo com seus fracos sentidos, mas confiar em sua graça. E então por trás desta providência, rapidamente achar uma face sorrindo.No nome misericordioso de Jesus, Amém. Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.orgTradução: Voltemos ao Evangelho.[...]



Mulheres podem ser pastoras? (2)

2011-03-14T12:43:37.870-03:00

Como você explica o aparente aval de Deus para as mulheres que tiverampapéis proféticos ou de liderança no Antigo Testamento?John Piper & Wayne Grudem Primeiro, tenha em mente que Deus não tem antipatia por revelar Sua vontade para as mulheres. Ele também não as declara como mensageiros que não são de confiança. A diferença de papéis entre homens e mulheres no ministério não está na incapacidade das mulheres em receber ou transmitir a verdade, e sim na responsabilidade dos homens na ordem de Deus para liderar e ensinar. Os casos de mulheres que profetizaram e lideraram não põem esta ordem em questão. Ao contrário, existem pontos em cada caso, onde as mulheres seguiram seus caminhos incomuns de maneira que aprovaram e honraram a costumeira liderança dos homens, ou indicaram seus fracassos em liderar. Por exemplo, Miriam, a profetisa, focou seu ministério, tanto quanto podemos dizer, nas mulheres de Israel (Êxodo 15:20). Débora, uma profetisa, juíza, e mãe em Israel (Juízes 4:04; 5:7), juntamente com Jael (Juízes 5:24-27), teve uma vida de acusar as fraquezas de Barak e outros homens de Israel, que deveriam ter sido líderes mais corajosos (Juízes 4:9). (O período dos juízes é uma base especialmente precária para construir uma visão do ideal de Deus para a liderança. Naqueles dias, Deus não era contrário a provocar eventos que não estavam em conformidade com Sua vontade revelada, a fim de alcançar algum propósito sábio [cf. Juízes 14:4].) Hulda evidentemente exercitou seu dom profético, não em um ministério de pregação pública, mas por meio de consulta particular (2 Reis 22:14-20). E Anna, a profetisa, preencheu seus dias com jejum e oração no templo(Lucas 2:36-37). Além disso, devemos também ter em mente que a concessão do poder de Deus ou a revelação a uma pessoa não é sinal claro de que essa pessoa é um modelo ideal para nós seguirmos em todos os aspectos. Isto é evidente, por exemplo, no fato de que alguns desses que Deus abençoou, no Antigo Testamento, eram polígamos (por exemplo, Abraão e Davi). Nem mesmo o dom da profecia é prova de uma pessoa obediente e aprovada por Deus. Por mais estranho que pareça, Mateus 07:22, 1 Coríntios 13:02 e 1 Samuel 19:23-24 mostram que é assim mesmo. Além disso, para cada caso das mulheres acima referidas, temos um exemplo de uma emergência carismática em cena, não uma instalação para o ordinário escritório do Velho Testamento do sacerdote, que era responsabilidade dos homens. Por John Piper and Wayne Grudem. © Desiring God. Website:desiringGod.orgOriginal: An Overview of Central Concerns: Questions and Answers Tradução: Voltemos ao Evangelho Carta à Bispa Evônia*Postado por Augustus Nicodemus Lopes[*Nota – é mais uma carta ficticia, gênero que uso como maneira de tornar as minhas idéias mais interessantes para o leitor. Minha esposa não tem (ainda) nenhuma amiga que virou bispa.]Minha cara Evônia,Minha esposa me falou do encontro casual que vocês duas tiveram no shopping semana passada. Ela estava muito feliz em rever você e relembrar os tempos do ginásio e da igreja que vocês frequentavam. Aí ela me contou que você foi consagrada pastora e depois bispa desta outra denominação que você tinha começado a frequentar.Ela também me mostrou os e-mails que vocês trocaram sobre este assunto, em que você tenta justificar o fato de ser uma pastora e bispa, já que minha esposa tinha estranhado isto na conversa que vocês tiveram. Ela me pediu para ler e comentar seus argumentos e contra-argumentos. Não pretendo ofendê-la de maneira nenhuma – nem mesmo conheço você pessoalmente. Mas faço estes comentários para ver se de alguma forma posso ser útil na sua reflexão sobre o ter aceitado o cargo de pastora e de bispa.Acho, para começar, que você ser bispa vem de uma atitude de sua comunida[...]



Thomas Schreiner – Mulheres podem ser pastoras? (1)

2011-03-14T12:29:20.289-03:00

Se alguém me perguntar se as mulheres podem servir no ministério, minha resposta será sempre: “Sim, claro! Todos os crentes são chamados a servir e a ministrar uns aos outros.” Mas eu responderia de forma diferente se a pergunta fosse feita mais precisamente: “Existe alguma função do Ministério em que as mulheres não podem servir?” Eu diria que o Novo Testamento ensina claramente que as mulheres não devem servir como pastores (que o Novo Testamento também chama de superintendentes ou anciãos/presbíteros). Fica claro no Novo Testamento que os termos pastor, superintendente, e presbítero referem-se ao mesmo cargo (cf. Atos 20.17,28; Tito 1.5,7; 1 Pedro 5.1-2), e para o restante deste ensaio vou usar os termos “presbítero” e “pastor” indiferentemente para designar essa função. A PROIBIÇÃO DE PAULO EM 1 TIMÓTEO 2.12 O texto fundamental que estabelece que as mulheres não devam servir como presbíteros é 1 Timóteo 2.11-15. Nós lemos no versículo 12: “Eu não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre homem.” Nesta passagem, Paulo proíbe as mulheres de se envolverem em duas atividades que caracterizam o ministério dos presbíteros: o ensino e o exercício da autoridade. Vemos isso nas qualificações para o cargo, entre outros lugares: os presbíteros devem ter a capacidade para ensinar (1Tm 3.2; 5.17, Tito 1.9, cf. Atos 20.17-34) e liderar a igreja (1Tm 3.4-5;). As mulheres são proibidas de ensinar aos homens e de exercer autoridade sobre eles e, portanto, segue-se que elas não devem servir como presbíteros. Essa proibição vigora ainda hoje? O mandamento de que mulher não ensine a homens ou exerçam autoridade sobre eles foi escrito estar em vigor ainda hoje? Muitos afirmam que Paulo proibiu as mulheres de servirem como presbíteros, porque as mulheres nos dias de Paulo eram iletradas e, portanto, elas não tinham a capacidade de ensinar bem aos homens. Argumenta-se ainda que as mulheres fossem responsáveis pela falsa doutrina que estava atrapalhando a congregação para a qual Paulo escreveu a carta de 1 Timóteo (1Tm 1.3, 6.3). De acordo com essa leitura, Paulo apoiaria mulheres servirem como “pastoras”, após serem devidamente instruídas a ensinar a sã doutrina. A proibição é fundamentada na criação e não em circunstância Estas tentativas de relativizar a proibição de Paulo devem ser julgadas falidas. Paulo poderia ter facilmente escrito: “Eu não quero que as mulheres ensinem ou exerçam autoridade sobre os homens porque elas são ignorantes”, ou “Eu não quero que as mulheres ensinem ou exerçam autoridade sobre os homens porque elas estão espalhando falsos ensinamentos.” No entanto, qual o motivo que Paulo realmente dá para o seu mandamento no versículo 12? O raciocínio de Paulo para o mandamento está no versículo seguinte: “Pois primeiro foi formado Adão, depois Eva” (v. 13). Paulo nada diz sobre a falta de educação ou sobre mulheres estarem promulgando falso ensino. Em vez disso, ele apela para a ordem da criação, para a boa e perfeita vontade de Deus ao formar os seres humanos. É imperioso observar que a referência à criação indica que o mandamento é uma palavra transcultural, uma proibição que é obrigatória para a igreja de todos os tempos e em todos os lugares. Ao dar esta proibição, Paulo não apela para a criação caída, às consequências que dizem respeito à vida humana como um resultado do pecado. Ao contrário, ele fundamenta a proibição na criação totalmente boa que existia antes de o pecado entrar no mundo. O argumento da criação não pode ser descartado como culturalmente limitado. Além disso, o Novo Testamento contém muitos recursos semelhantes aos da ordem da criação. Por exemplo, a homossexualidade não está de acordo com a vontade de Deus, porqu[...]



[John MacArthur] Satanás pode ouvir nossos pensamentos?

2011-03-08T14:50:24.005-03:00

Satanás pode ouvir o que nós dizemos e conhece os nossos pensamentos? Deveríamos evitar orar em voz alta porque Satanás poderia nos ouvir?Não há nada na Bíblia que indique que Satanás é onisciente. Não há nenhum versículo que diga que ele sabe tudo ou que ele pode ler nossos pensamentos. Mas ele é perito em predizer o comportamento humano porque ele o viu em operação por tanto tempo. Ele pode antecipar o que você fará em uma determinada situação sem conhecer seus pensamentos por causa do conhecimento que ele tem da humanidade e porque ele tem uma mente sobrenatural.Mas em termos de ser onisciente e poder ler seus pensamentos (como Deus pode fazer), a Bíblia não apóia essa idéia de forma alguma. Ela nunca nos diz que anjos são oniscientes. E se um anjo santo não é onisciente, um caído também não é. Portanto, Satanás não pode ler nossos pensamentos, mesmo que ele seja bom em predizer o comportamento humano porque ele já viu tanto dele."E se um anjo santo não é onisciente, um caído também não é."Eu falei em uma conferência em Iowa sobre este problema. Pessoas estavam perguntando coisas como "Como você lida com demônios?" e "Precisamos de exorcismo para nos livrarmos de demônios?" Bem, há muitas pessoas hoje que dizem que sim. Eu li um livro sobre libertação, certa vez, no qual o autor descreveu um médico que foi supostamente libertado do demônio do gotejamento pós-nasal1. E nessa abordagem, sempre que você pensa que tem um demônio, há uma certa fórmula mágica que você diz ou você anda de uma lado para o outro ou "clama o sangue"2 - seja lá o que for que essa frase signifique, já que não vem da Bíblia. O sangue já foi clamado em seu favor na hora da sua salvação e isso resolve a questão.Há pessoas que defendem pequenas fórmulas e práticas do tipo sessão-espírita com uma conotação cristã, reivindicando que podem expulsar demônios e assim por diante. Mas quando você vai para a Bíblia, percebe que lidar com o diabo é realmente tão simples quanto ir a Efésios 6 e vestir a armadura de Deus. Veja que, em Efésios 6, diz assim: " a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades", certo? Nós estamos lutando contra demônios e contra Satanás."O que ele diz é: "Vista a armadura de Deus" e aquilo de que aquela armadura realmente consiste é a justiça."Mas o que fazemos com isso? O melhor lugar para descobrir é ler ali mesmo naquele capítulo, não é? Note que ele não diz: "Vá tratar de exorcizar seus demônios com um exorcismo cristão". Nem diz: "Vá arrumar alguém para expulsar seu demônio". O que ele diz é: "Vista a armadura de Deus" e aquilo de que aquela armadura realmente consiste é a justiça. O coração dela é "a couraça da justiça". A chave, então, é viver uma vida íntegra, cheia do Espírito e confiar no poder soberano de Deus.Portanto, não há nada na Bíblia que diga que Satanás pode ler nossos pensamentos. Certamente demônios podem ouvir o que dizemos. Eles podem entender o que nós dizemos. E, como eu disse antes, eles são muito bons em predizer as respostas comuns do homem porque eles praticam isso há muito tempo.Mas não se preocupe com isso! Uma senhora me disse uma vez: "Nós sussurramos", porque ela tinha medo de que demônios ouvissem as orações dela. Minha resposta foi: "Bem, isso é tolo!". Você pode ir confiantemente diante do trono da graça. No Antigo Testamento, não diz: "E Davi sussurrou ao Senhor"; o que diz é: "E Davi disse ao Senhor" - e ele pôs para fora o que tinha para dizer. Você nunca ouviu falar de qualquer momento no ensino do apóstolo Paulo sobre oração em que ele diz: "Não fale alto". Quando ele desejava orar, ele simplesmente orava e não se preocupava se Satanás o ouvia porque ele estava vivendo de tal [...]



James – Livre da Pornografia (um testemunho)

2011-03-08T13:12:40.055-03:00

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PARTE 01

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PARTE 02

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Por: James. © I’ll Be Honest. Website: illbehonest.com




Evangelização e Discipulado com Crianças

2011-02-28T14:17:22.706-03:00

Evangelização e Discipulado com Crianças por Marilene do Amaral Silva Ferreira Fazer que as crianças recebam verdadeiramente a Jesus Cristo como Salvador, baseadas em um conhecimento claro da mensagem do evangelho, deve ser a nossa maior preocupação. Jesus disse: “Deixai as crianças e não as impeçais de virem a mim, porque de tais é o reino dos céus” (Mt 19.14). Ao mesmo tempo, precisamos reconhecer que podemos sutilmente influenciá-las ou mesmo pressioná-las a fazerem “uma decisão” de seguir a Cristo, fundamentadas na tentativa de agradar os homens e não a Deus. A conseqüência disto é séria e, com o tempo, trará mágoas para todos os envolvidos. Por esta razão, após termos ensinado o evangelho à criança, devemos gentil e cuidadosamente deixá-la ciente de que, se desejar conhecer mais sobre a salvação, sempre ficaremos felizes em ajudá-la. Nossa responsabilidade é encorajar as crianças a virem a Jesus, enquanto ainda são crianças. Entretanto, a salvação pertence ao Senhor, e devemos aguardar pacientemente pelo tempo de Deus. Se, porventura, a criança mostrar verdadeiro interesse pelas coisas de Deus, e demonstrar em sua vida, evidências da graça transformadora através da convicção e do arrependimento de pecado, através do amor por Cristo, através de um desejo de viver para agradar a Deus e da vontade de seguir fielmente a Cristo apesar do preço, então alegre-se! Essa criança provavelmente foi salva. Se isto for verdade, como nova criatura, essa criança será capacitada pelo Espírito Santo a viver de modo que dê mais prazer a Deus. Encoraje-a e ore com ela para que Deus a faça crescer na fé, no amor, no entendimento e na santidade e na obediência à vontade dele revelada na Bíblia. [1] Partindo destes pressupostos, podemos considerar alguns aspectos importantes do evangelismo e discipulado infantil. Como podemos definir CONVERSÃO? [2] 1. A regeneração definida: Segundo Louis Berkhof, a “regeneração é o ato de Deus pelo qual o princípio da nova vida é implantado no homem, e a disposição dominante da alma é tornada santa, e o primeiro exercício santo desta nova disposição é assegurado”. A linguagem da regeneração reflete as idéias de “nascimento” (Jo 1.13; Tg 1.8), e “criação” (2Co 5.17). O ator, na regeneração, é Deus. É um evento que é passivo da parte do homem. Como acontece a regeneração? A regeneração é uma operação divina no coração morto. É uma mudança radical da natureza da pessoa, um fato que é evidente por causa da linguagem usada para distinguir entre a pessoa antes da conversão: “Espiritualmente morto” (Ef 2.1), cego, ignorante, de coração duro (Ef 4.18), escravo do pecado (Jo 8.34, Rm 6.17,19), no poder das trevas (Cl 1.13), incapaz de entender as coisas espirituais (1Co 2.14), incapaz de mudar-se a si mesmo (Jr 13.23) e impuro (Tt 1.15). Os regenerados são caracterizados por serem o contrário dessa descrição dos perdidos. Sendo uma operação de Deus, a regeneração não é resultado do desempenho da vontade humana (Jo 1.13). O contexto da regeneração: Deus prepara as pessoas para serem convertidas. Deus escolheu a pregação da Palavra como o meio através do qual ele salva pecadores (1Co 1.21). É necessário que os perdidos ouçam o evangelho para que possam receber a Cristo e serem salvos (Rm 10.9-11). A pregação é a vocação, ou chamada, externa que deve ser publicada para todas as pessoas. Antes da regeneração, sob a influência da pregação, a pessoa recebe a chamada de Deus (Jo 6.44). Essa é uma chamada interna, o toque do Espírito Santo no coração do pecador. É a aplicação da Palavra pregada na alma da pessoa. O Espírito Santo convence o pe[...]



[Arthur W. Pink] A Vontade de Deus

2011-03-07T15:07:42.715-03:00

A Vontade de DeusporArthur W. PinkAo tratar da Vontade de Deus alguns teólogos têm diferenciado entre Sua vontade decretiva e Sua vontade permissiva, insistindo que há certas coisas que Deus tem positivamente pré-ordenado, mas outras coisas que Ele meramente tolera existir ou acontecer. Mas tal distinção não é uma distinção de maneira alguma, na medida em que Deus somente permite o que está de acordo com Sua vontade. Nenhuma distinção teria sido inventada, tivesse esses teólogos discernido que Deus pode ter decretado a existência e atividades do pecado sem Ele mesmo ser o Autor do pecado. Pessoalmente, nós preferimos adotar a distinção feita pelos antigos Calvinistas entre a vontade secreta e revelada de Deus, ou, para expressar de uma outra forma, Sua vontade dispositiva e preceptiva.A vontade revelado de Deus é feita conhecida em Sua Palavra, mas Sua vontade secreta são Seus próprios conselhos encobertos. A vontade revelada de Deus é o definidor de nosso dever e o padrão de nossa responsabilidade. A primária e básica razão pela qual eu devo seguir certo curso ou fazer certa coisa é por causa da vontade de Deus, a Sua vontade sendo claramente definida para mim em Sua Palavra. Que eu não deveria seguir um certo curso, que eu devo me abster de fazer certas coisas, é porque elas são contrárias à vontade revelada de Deus. Mas suponha que eu desobedeça a Palavra de Deus, então, eu não contrario Sua vontade? E se é assim, como pode ainda ser verdade que a vontade de Deus sempre é feita e Seu conselho consumado todas as vezes? Tais questões fazem evidente a necessidade de se defender uma distinção aqui. A vontade revelada de Deus é freqüentemente contrariada, mas Sua vontade secretanunca é frustrada. Que é legítimo fazermos tal distinção concernente à vontade de Deus, é clara a partir das Escrituras. Tome esta duas passagens: "Porque esta é a vontade de Deus, a saber, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição" (1 Tessalonicenses 4:3); "Dir-me-ás então. Por que se queixa ele ainda? Pois, quem resiste à sua vontade?" (Romanos 9:19). Pode um leitor pensativo declara que a "vontade" de Deus tem precisamente o mesmo significado em ambas dessas passagens? Nós seguramente esperamos que não. A primeira passagem refere-se à vontade revelada de Deus, a última à Sua vontade secreta. A primeira passagem concerne a nosso dever, a última declara que o propósito secreto de Deus é imutável e deve acontecer não obstante a insubordinação das Suas criaturas. A vontade revelada de Deus nunca é perfeitamente ou completamente realizada por alguém de nós, mas Sua vontade secreta nunca falha na consumação até mesmo no mais minucioso detalhe. Sua vontade secreta concerne principalmente a eventos futuros; Sua vontade revelada, nosso dever presente: uma tem que ver com Seu irresistível propósito, o outro com Seu agrado manifestado: uma é elaborada sobre nós e realizada através de nós, a outra é para feita por nós. A vontade secreta de Deus é Seu eterno, imutável propósito concernente a todas as coisas que Ele fez, para produzir certos meios para seus fins apontados: disto Deus declara explicitamente: "Meu conselho subsistirá, e farei toda Minha vontade" (Isaías 46:10). Esta é a absoluta, eficaz vontade de Deus, sempre efetuada, sempre realizada. A vontade revelada de Deus contêm não Seu propósito e decreto, mas nosso dever, - não o que Ele fará de acordo com Seu eterno conselho, mas o que nós deveríamos faze se quiséssemos agradá-LO, e isto é expresso nos preceitos e promessas de Sua Palavra. O que quer que Deus tenha determinado consigo mesmo, seja para Ele próprio fazer, ou para fazer pelos outros, ou tolerar que se[...]



John Piper – Plena Satisfação em Deus [Completo]

2011-02-26T02:42:04.025-03:00

Parte 1: A busca pela alegria: Uma História PessoalParte 2: A supremacia de Deus: Deus É Vaidoso?Parte 3: Buscar a própria alegria: Isso Não É Hedonismo?Parte 4: Buscar a própria alegria: Uma Ordem de Deus!Parte 5: O amor verdadeiro: Dever ou Deleite? (Parte 1)Parte 6: O amor verdadeiro: Dever ou Deleite? (Parte 2)Parte 7: Sofrimento: Pela Alegria que Está Proposta (Parte 1)Parte 8: Sofrimento: Pela Alegria que Está Proposta (Parte 2)ADQUIRALivro: | Editora Fiel | Livraria Mádua | Livraria Erdos |DVD: | Editora Fiel | Livraria Mádua |Esta séries de mensagens foram criadas originalmente pelo Desiring God para servirem como estudos curtos para grupos pequenos, ensinando a busca de nossa alegria em Deus. Se você faz parte ou lidera um grupo pequeno, considere adquirir o DVD com todas as mensagens na Editora Fiel.Por John Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.orgDisponibilizado pela: editoraFIEL.com.br[...]



J.C. Ryle – Santidade: O Pecado (2/2)

2011-03-07T15:04:21.876-03:00

O PECADO3. No tocante à extensão dessa vasta enfermidade moral do homem, chamada pecado, cuidemos para não errar. A única base segura é aquela dada pelas Escrituras. “Viu o Senhor que a maldade do homem se havia multiplicado na terra e que era continuamente mau todo desígnio do seu coração”; “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto” (Gn 6.5; Jr 17.9). O pecado é um mal que permeia e percorre todas as partes de nossa constituição moral, bem como cada faculdade de nossa mente. A compreensão, os afetos, o poder de raciocínio, a vontade; tudo está, em certa medida, infeccionado pelo pecado. A própria consciência está tão cega que dela não se pode depender como guia seguro. Ela tanto pode conduzir o homem para o erro quanto para o que é certo, a menos que seja iluminada pelo Espírito Santo. Em suma, “Desde a planta do pé até à cabeça não há nele cousa sã, senão feridas, contusões e chagas inflamadas” (Is 1.6). O mal pode ser velado sob uma fina cortina de cortesia, polidez, boas maneiras ou decoro exterior; mas jaz profundamente em nossa constituição.Admito plenamente que o homem tenha ainda qualidades grandes e nobres e que demonstre imensa capacidade nas artes, ciências e literatura. Porém, permanece o fato de que nas coisas espirituais o homem está totalmente “morto”, destituído de qualquer conhecimento, amor ou temor a Deus. As excelências do homem estão de tal modo entremeadas e mescladas com a corrupção que o contraste somente põe em destaque a verdade e a extensão da queda. Que uma e a mesma criatura seja tão elevada em algumas coisas e tão vil em outras; tão grande, mas tão pequena; tão nobre, mas também tão envilecida; tão notável em sua concepção e execução de coisas materiais, mas tão baixa e rasteira em seus afetos; capaz de planejar e erigir edifícios como aqueles de Carnaque e Luxor, no Egito ou o Partenon de Atenas e, no entanto, adorar deuses e deusas imorais, pássaros, feras e répteis; que possa produzir tragédias como as de Ésquilo e Sófocles e histórias como as de Tucídides, e, no entanto, ser escrava de vícios abomináveis como aqueles descritos no primeiro capítulo da epístola aos Romanos. Tudo isso tem servido de profunda perplexidade para aqueles que zombam da “Palavra escrita de Deus”, escarnecendo de nós como “bibliólatras”. Porém, esse é um nó que podemos desatar com a Bíblia na mão. Podemos reconhecer que o homem tem todos os sinais de um templo majestoso em sua pessoa; um templo no qual Deus antes habitou, mas que agora jaz em completa ruína; um templo no qual uma janela despedaçada aqui ou uma entrada acolá, ou uma coluna derrubada ali adiante ainda nos dá uma pálida idéia da magnificência do plano original, embora, de uma extremidade à outra, tenha perdido a sua glória e decaído de seu exaltado estado anterior. De modo que afirmamos que coisa alguma soluciona o complicado problema da condição humana, senão a doutrina do pecado original ou inato e os esmagadores efeitos da queda.Ademais, lembremo-nos de que cada parte do mundo dá testemunho do fato que o pecado é a enfermidade universal de toda a humanidade. Pesquisemos o globo de leste a oeste e de um pólo ao outro, rebusquemos todas as nações de todos os climas, nos quatro quadrantes da terra, procuremos em cada classe e nível social de nosso próprio país, do mais elevado ao mais humilde, sob cada circunstância e condição; o relatório será sempre o mesmo. As mais remotas ilhas no oceano Pacífico, completamente separadas da Europa, da Ásia, da África e da América, fora do alcance do luxo oriental e da ar[...]



J.C. Ryle – Santidade: O Pecado (1/2)

2011-03-07T15:03:03.598-03:00

O PECADOAquele que desejar ter pontos de vista corretos sobre a santidade cristã terá de começar examinando o vasto e solene assunto do pecado. Terá de cavar bem fundo, se quiser construir um edifício bem alto. Um equívoco quanto a esse particular é extremamente prejudicial. Conceitos errôneos sobre a santidade geralmente advêm de idéias distorcidas quanto à corrupção humana. Não me desculpo por começar estes estudos acerca da santidade com algumas firmes declarações a respeito do pecado.A verdade absoluta é que o correto conhecimento do pecado jaz à raiz de todo o cristianismo salvífico. Sem ele, doutrinas como justificação, conversão e santificação serão apenas “palavras e nomes” que não transmitem qualquer sentido à nossa mente. Portanto, a primeira coisa que Deus faz quando quer tornar alguém em uma nova criatura em Cristo é iluminar-lhe o coração, mostrando-lhe que ele é um pecador culpado. A criação material, segundo o livro de Gênesis, começou com a “luz”; isso também acontece no caso da criação espiritual. Deus mesmo “resplandeceu em nosso coração” mediante a obra do Espírito Santo, e então, a vida espiritual teve seu início (2 Co. 4.6). Pontos de vista mal definidos acerca do pecado são a origem da maioria dos erros, das heresias e das doutrinas falsas de nossos dias. Se um homem não percebe a natureza perigosa da doença de sua alma, ninguém poderá admirar-se de que ele se contente com remédios falsos ou imperfeitos. Acredito que uma das principais necessidades da igreja, neste nosso século, tem sido e continua sendo um ensino mais claro e completo sobre o pecado.1. Começarei o assunto fornecendo uma definição de pecado. Naturalmente, todos estamos familiarizados com os termos “pecado” e “pecadores”. Com freqüência, dizemos que o “pecado” está no mundo e que os homens cometem “pecados”. Porém, o que queremos dizer com essas palavras e frases? Sabemos realmente? Temo que há muita nebulosidade e confusão mental quanto a esse particular. Permita-me tentar suprir a resposta da forma mais breve possível.Afirmo, pois, que “pecado”, falando de modo geral, conforme declara o artigo nono da confissão de fé da nossa igreja, é “a falha e a corrupção da natureza de cada ser humano, naturalmente produzidas pela natureza de Adão em nós, pelas quais o homem muito se afasta da retidão original, pois faz parte de sua natureza inclinar-se para o erro, de tal modo que a carne sempre milita contra o espírito; e, assim sendo, o pecado merece a ira e a condenação de Deus em cada pessoa que nasce neste mundo”. Em suma, o pecado é aquela vasta enfermidade moral que afeta a raça humana inteira, em todas as classes e níveis, nas nações, povos e línguas — uma enfermidade da qual apenas um único homem nascido de mulher esteve isento. Preciso dizer que esse único Homem foi o Senhor Jesus Cristo?Digo, ademais, que “um pecado”, falando mais particularmente, consiste em praticar, dizer, pensar ou imaginar qualquer coisa que não esteja em perfeita conformidade com a mente e a lei de Deus. Em resumo, segundo as Escrituras, “o pecado é a transgressão da lei” (1 Jo 3.4). O menor desvio interno ou externo de um absoluto paralelismo matemático com a vontade e o caráter revelados de Deus constitui um pecado e, imediatamente, nos torna culpados aos olhos de Deus.Naturalmente, não preciso dizer, a qualquer um que lê a sua Bíblia com atenção, que um homem pode quebrar a lei de Deus em seu coração e em seus pensamentos, mesmo quando não há qualquer ato externo e visível de iniqüidade. Nosso Senhor resolveu a que[...]



Será que as palavras que usamos no louvor e na oração realmente importam?

2011-03-07T15:01:49.073-03:00

Glenn Packiam“Músicas de louvor” não são apenas “expressões de nossos corações para Deus”, são o molde daquilo que acreditamos sobre Deus. Nos primeiros 1600 anos, aproximadamente, poucas pessoas se aventuravam em escrever “suas próprias músicas” para o louvor congregacional. As primeiras orações e músicas da igreja eram Salmos (orações que eles haviam aprendido quando crianças judias) que falavam de Cristo. Por volta do final do século primeiro, vemos o surgimento de alguns credos surgirem, dos quais a maioria refletiam as palavras das cartas de Paulo. Mais tarde, quando mais músicas e liturgias surgiram, elas eram cuidadosamente trabalhadas por teólogos como João Crisóstomo, no século IV (cujas liturgias ainda são usadas pela Igreja Ortodoxa), e muito mais tarde, Lutero, no século XVI. Por muitos séculos após a Reforma, as músicas usadas para o louvor público tinham suas letras retiradas diretamente da Escritura. Hoje, somos mais tranqüilos com isso. Nós sentamos – e eu digo “nós” porque também sou culpado – e tentamos escrever músicas baseadas no que está em nosso coração, no que queremos dizer, no que a minha igreja quer cantar… o que, em geral, não tem problema, se tudo isso é submetido à questão principal – “O que é verdade a respeito de Deus?” – mas mesmo quando não é o caso, algumas pessoas insistem…1 – “É o que está no coração que importa”Diga isso para Nadabe e Abiú – você sabe, aqueles caras que ofereceram “fogo estranho” e foram fulminados em Números 3. Ou Uzá, o cara que caiu morto por apoiar a Arca, que estava caindo da carroça em que ela nunca deveria ter entrado, porque Davi não “buscou ao Senhor da forma correta.” Quando foi que chegamos à conclusão que Deus não se importa com a formacom que adoramos? Ou tudo que importa é o coração? E o que só confunde mais ainda a questão é a noção do que “coração” significa. Fomos moldados pela Era Romântica de tal forma que quando ouvimos “coração”, pensamos em “intenção” ou “desejo”. Mas nas Escrituras, o “coração” é o lugar da vontade. É de onde vem as ações. Mas a questão mais importante é: Você tem certeza de que as suas palavras e o seu coração são coisas separadas? Você é capaz de cantar palavras “ruins” mas tem um “bom” coração? Jesus pareceu deixar muito claro que nossas palavras sempre falam do que está no coração. Talvez nossas palavras no louvor revelem o que nós realmente acreditamos sobre Deus nos nossos corações. Esse é o alvo de toda aquela coisa de Lex Orandi, Lex Credendi, Lex Vivendi. É a convicção de que a forma como acreditamos é a forma como vivemos. Não é só uma frase antiga em latim. Será que é coincidência que, junto do crescimento das “músicas de louvor popular”, vazias de significado e afastadas do conteúdo dos Credos e das Confissões históricas da igreja, também tenha surgido uma nova “religião”, conhecida como Deísmo Moralista Terapêutico, que muitos pensam ser uma forma de “Cristianismo”? Será que nossos louvores e orações se tornaram tão genéricas que a maior parte do que cantamos pode ser facilmente cantado para Simba, o Rei Leão, ou, melhor ainda, a ‘Deusa’ Oprah?A Bíblia também nos fala que nosso coração é desesperadamente mau. As Escrituras e os Credos e as Confissões históricas da igreja (que foram baseadas nas Escrituras, ou a base para a seleção do Canon da Escritura) são como aquelas hastes de metal fincadas ao lado de uma árvore em cresciment. Sem elas, nosso louvor fica torto.2 – [...]



Paul Washer – Evangelismo ao Ar Livre

2011-02-23T01:37:20.598-03:00

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Por: Paul Washer. Website: heartcrymissionary.com
Tradução e Edição: Voltemos ao Evangelho.




Brad Pitt: porque enfatizar a centralidade de Deus

2011-03-07T14:59:48.755-03:00

Em uma entrevista de 2007 para o programa Parade, o ator Brad Pitt descreve como tropeçou, assim como C.S. Lewis, Michael Prowse e Erik Reece tropeçaram antes dele, na aparente egomania de Deus.Pitt foi criado numa família batista conservadora, mas a religião não funcionou por muito tempo para ele.Religião funciona. Eu sei que há conforto nela, é uma espécie de rede de segurança. É algo usado para explicar o mundo e que te diz que há algo maior que você e que tudo vai ficar bem no final das contas. Funciona porque é confortável. Eu cresci acreditando em religião e ela funcionava com qualquer crise de colegial que eu tinha, mas não durou muito tempo pra mim.Por que não? Ele aponta para o ego de Deus.Eu não entendia a idéia de um Deus que diz: “Você tem que me reconhecer. Você tem que dizer que Eu sou o melhor e aí eu te dou alegria eterna. Se você não fizer isso, não ganha!” Parecia que era questão de ego. Eu não consigo enxergar um Deus que opera de acordo com seu ego, então não fazia sentido nenhum pra mim.Aí está de novo.Deus é infinitamente sábio, justo, santo, forte e bom. Mas a ordem de vermos Deus pelo que Ele é e nos alegrarmos nisso é a razão pela qual Brad achou Deus ininteligível. A divindade de Deus sempre foi o principal problema.Há razões para a aparente egomania de Deus, e sua ordem para que o adotemos como o supremo – e supremamente suficiente – tesouro do universo:Razão 1 – Deus é supremamente valioso e supremamente suficiente. Razão 2 – Recebê-lo como tal é a única maneira pela qual encontraremos alegria completa e eterna. Razão 3 – Portanto, a exigência de reconhecermos estes fatos demonstra amor, não egomania.Peça a Deus que os milhares de Brad Pitts vejam que a exigência de adoração de Deus é uma demanda que nós amamos e que é supremamente agradável.Fonte: Blog Desiring God[...]



John Piper - Deus é o evangelho

2011-03-07T14:58:50.966-03:00

Você já se perguntou por que o perdão de Deus é valioso? Ou, se a vida eterna é valiosa? Já se perguntou por que alguém quer ter a vida eterna? Por que desejamos viver para sempre? Estas questões são importantes por ser possível desejarmos perdão e vida eterna por motivos que comprovam que não os temos.Por exemplo, considere o assunto do perdão. Talvez você queira o perdão de Deus por que está muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer alívio. Se puder crer que Deus o perdoa, você terá algum alívio, mas não necessariamente a salvação. Se quer o perdão somente por causa de alívio emocional, você não receberá o perdão de Deus. Ele não dá o seu perdão àqueles que o usam apenas para ter os dons dEle e não a Ele mesmo. Ou, talvez, você queira ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego e encontrar uma esposa. Então, você ouve que Deus pode ajudá-lo a obter estas coisas, mas que, primeiramente, seus pecados teriam de ser perdoados. Alguém o exorta a crer que Cristo morreu por seus pecados e lhe diz que, se você crer nisto, seus pecados serão perdoados. Conseqüentemente, você crê, a fim de que seja removido o obstáculo à sua saúde e consiga um emprego ou uma esposa. Isto é salvação pelo evangelho? Não creio que seja.Em outras palavras, o que você espera receber por meio do perdão é importante. O motivo por que você deseja o perdão é importante. Se quer o perdão tão-somente por que deseja gozar da criação, então, o Criador não é honrado e você não é salvo. O perdão é precioso por uma única razão: ele o capacita a desfrutar da comunhão com Deus. Se esta não é razão por que você quer o perdão, você não o terá de maneira alguma. Deus não será usado como moeda para a compra de ídolos.Também perguntamos: por que desejamos ter a vida eterna? Alguém pode responder: “Porque o inferno é a alternativa dolorosa”. Outro pode dizer: “Porque não haverá nenhuma tristeza no céu”. Outro pode replicar: “Meus queridos foram para o céu, e quero estar com eles”. Outros poderiam sonhar com sexo e alimentos intermináveis, ou com algo mais nobre. Em tudo isso, Alguém está ausente: Deus.O motivo salvífico para querermos a vida eterna é apresentado em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. Se queremos a vida eterna por ela significar outra coisa, e não o regozijo em Deus, não teremos essa vida. Enganamos a nós mesmos dizendo que somos cristãos, se usamos o glorioso evangelho de Cristo para buscar o que amamos mais do que buscamos o próprio Cristo. As “boas-novas” não se comprovarão como boas para qualquer pessoa que não tenha a Deus como seu principal bem.Jonathan Edwards apresentou esta verdade em um sermão1 à sua igreja, em 1731. Leia estas palavras lentamente e permita que elas o despertem para a verdadeira vida e o verdadeiro bem do perdão.Os redimidos têm todo o seu verdadeiro bem em Deus. Ele mesmo é o grande bem que possuem e desfrutam por meio da redenção. Deus é o bem mais sublime, a suma de todo o bem que Cristo adquiriu. Deus é a herança dos santos; é o quinhão da alma deles. Ele é a riqueza e o tesouro, o alimento, a vida, a habitação, o ornamento e a coroa, a glória eterna e duradoura dos santos. Eles não têm nada no céu, exceto a Deus. Ele é o grande bem no qual os crentes são recebidos na morte e para o qual eles devem ressurgir no fim do mundo. O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém ce[...]



Bebendo Suco de Laranja para a Glória de Deus

2011-03-07T14:58:29.435-03:00

Quando me perguntam: “A Doutrina de Depravação Total é bíblica?”, minha resposta é: “Sim”. Uma das coisas que pretendo dizer com esta resposta é que todas as nossas ações (sem a graça salvadora) são moralmente maculadas. Em outras palavras, tudo o que o incrédulo faz é pecaminoso e, portanto, inaceitável a Deus.Uma de minhas razões para crer nisto encontra-se em 1 Coríntios 10.31: “Quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. É pecado desobedecermos este mandamento das Escrituras? Sim.Por isso, chego a esta triste conclusão: é pecado alguém comer, ou beber, ou fazer qualquer outra coisa, se não for para a glória de Deus. Em outras palavras, o pecado não é apenas uma lista de coisas prejudiciais (matar, roubar, etc.). Pecamos quando deixamos Deus fora de consideração nas realizações triviais de nossa vida. Pecado é qualquer coisa que fazemos, que não seja feito para a glória de Deus.Mas, o que os incrédulos fazem para a glória de Deus? Nada. Conseqüentemente, tudo o que eles fazem é pecaminoso. É isso que pretendo dizer, quando afirmo que, sem a graça salvadora, tudo que fazemos é moralmente ruim.Evidentemente, isto suscita uma questão prática: como podemos “comer e beber” para a glória de Deus? Tal como, por exemplo, beber suco de laranja no café da manhã?Uma das respostas encontra-se em 1 Timóteo 4.3-5:…[alguns] proíbem o casamento e exigem abstinência de alimentos que Deus criou para serem recebidos, com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade; pois tudo que Deus criou é bom, e, recebido com ações de graças, nada é recusável, porque, pela palavra de Deus e pela oração, é santificado.Suco de laranja foi criado para ser “recebido com ações de graças, pelos fiéis e por quantos conhecem plenamente a verdade”. Portanto, os incrédulos não podem usar suco de laranja para cumprir o propósito que Deus tencionou — ou seja, uma ocasião paraações de graça sinceras, dirigidas a Ele, provenientes de um coração de fé.Mas os crentes podem, e esta é a maneira como glorificam a Deus. O suco de laranja que eles bebem é santificado “pela palavra de Deus e pela oração” (1 Tm 4.5). A oraçãoé a nossa humilde resposta de agradecimento do coração. Crer nesta verdade, apresentada na Palavra de Deus, e oferecer ações de graça, em oração, é uma das maneiras de bebermos suco de laranja para a glória de Deus.A outra maneira é bebermos com amor. Por exemplo, não insista na porção maior. Isto é ensinado no contexto de 1 Co 10.33: “Assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos”. “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Co 11.1). Tudo o que fazemos — inclusive beber suco de laranja — pode ser feito com a intenção e a esperança de que será proveitoso para muitos, a fim de que sejam salvos.Louvemos a Deus porque, pela sua graça, fomos libertos da ruína completa de nossos atos. E façamos tudo, quer comamos, quer bebamos, para a glória de nosso grande Deus!Autor: John Piper – Extraído do livro Penetrado Pela Palavra[...]



[DOUTRINAS DA GRAÇA] Obstáculos para Vir a Cristo

2011-03-07T13:58:28.684-03:00

“Ninguém pode vir a mim” (João 6:44).O homem natural é incapaz de “vir a Cristo”. Citemos João 6:44, ” Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer.” A razão pela qual “duro é esse discurso”, até mesmo para milhares que professam ser cristãos, é que eles fracassam completamente em compreender o terrível estrago que a queda provocou; e, o que é pior, eles mesmos não se dão contam da “chaga” que existe nos seus próprios corações (1 Rs. 8:38). Certamente se o Espírito já os tivesse despertado do sono da morte espiritual, e lhes dado ver alguma coisa do pavoroso estado em que estão por natureza, e feito sentir que suas “mentes carnais” são “inimizade contra Deus” (Rm. 8:7), então eles não mais discordariam dessa solene palavra de Cristo. Mas aquele que está espiritualmente morto não pode ver nem sentir espiritualmente.Onde reside a total incapacidade do homem natural? Ela não está na falta das faculdades necessárias. Isso tem de ser bastante enfatizado, do contrário o homem caído deixaria de ser uma criatura responsável. Mesmo que os efeitos da queda tenham sido terríveis, eles não privaram o homem de nenhuma das faculdades que Deus originalmente lhe concedeu. É verdade que o pecado tirou do homem a capacidade de utilizar essas faculdades corretamente, ou seja, empregá-las para a glória do Criador. Entretanto, o homem caído possui ainda a mesma natureza, corpo, alma e espírito, que tinha antes da Queda. Nenhuma parte do ser do homem foi aniquilada, ainda que cada uma tenha sido contaminada e corrompida pelo pecado. De fato, o homem morreu espiritualmente, mas a morte não é a extinção do ser (aniquilação) — morte espiritual é a alienação de Deus (Ef. 4:18). Aquele que é espiritualmente morto está bem vivo e ativo no serviço de Satanás.A incapacidade do homem caído (não regenerado) de vir a Cristo não reside em nenhum defeito físico ou mental. Ele tem o mesmo pé para levá-lo tanto a um local onde o Evangelho é pregado, como para caminhar até um bar. Ele possui os mesmos olhos que podem lhe servir para ler tanto as Escrituras Sagradas como os jornais. Ele tem os mesmos lábios e voz para clamar a Deus os quais usa agora em conversas fiadas e em canções ridículas. Assim, também, possui as mesmas faculdades mentais para ponderar sobre as coisas de Deus e sobre a eternidade, as quais ele utiliza tão diligentemente nos seus negócios. É por causa disso que o homem é “indesculpável”. É o mau uso das faculdades que o Criador lhe concedeu que aumenta a sua culpa. Que cada servo de Deus veja que essas coisas pesam constantemente sobre os seus ouvintes não convertidos.1) A incapacidade do homem está na sua natureza corrompida.Nós temos de ir bem mais a fundo se quisermos encontrar a fonte da incapacidade do homem. Devido à queda de Adão, e por causa do nosso próprio pecado, a nossa natureza se tornou tão corrompida e depravada que é impossível para qualquer homem “vir a Cristo”, amá-lO e serví-lO, estimá-lO mais que tudo neste mundo e submeter-se a Ele, até que o Espírito de Deus o regenere e implante nele uma nova natureza. A fonte amarga não pode jorrar água doce, nem a árvore má produzir bons frutos. Deixe-me tentar explicar isso melhor através de uma ilustração. É da natureza de um abutre alimentar-se de carniça; no entanto, ele tem os mesmos órgãos e membros que lhe permitiriam comer grãos, como fazem as galinhas, mas ele n[...]



John Piper - No mínimo, seja tão inteligente quanto um arbusto

2011-02-22T02:38:53.600-03:00

Nos debates sobre a evolução, se certifique de que você não se torne menos inteligentes que os animais, os pássaros, os arbustos, e os peixes. Eles sabem algo que o ímpio mais brilhante não sabe.Pergunte, porém, aos animais, e eles o ensinarão, ou às aves do céu, e elas lhe contarão;fale com a terra, e ela o instruirá, deixe que os peixes do mar o informem.Quem de todos eles ignora que a mão do Senhor fez isso?Em sua mão está a vida de cada criatura e o fôlego de toda a humanidade. ( Jó 12:7-10 )[...]



Miserável homem que sou

2011-03-07T14:57:11.102-03:00

Na esteira da postagem do Leo, Cristianismo em linha reta, e estando eu também, “arre”, “farto de semideuses”, vale lembrar que a supremacia dos eleitos não é deles, mas dAquele que elege… A Ele, pois, a glória.Publicado também no RVJ (e ligeiramente editado aqui no 5C).---------- x ----- x ----- x ----------Eu não tenho muita simpatia pelas pessoas. A maioria delas é obtusa por demais. A maioria delas é grosseira demais. E se estão em qualquer ajuntamento, isso fica ainda pior. Há uma certa aversão venal em mim quando as vejo. E a aversão é recíproca. Eu não provoco simpatia nas pessoas. Isso parece sugerir um total afastamento meu para com os da minha própria espécie. Prefiro livros a gente! Mas será mesmo assim?Presenciei um longo debate que procurava estabelecer se um cristão é, em algum sentido, diferente de um incrédulo, superior a ele. Considero mesmo inacreditável que uma tal questão seja posta, ainda mais em círculos reformados. Não há diferença alguma entre o eleito e o réprobo. Ambos são filhos de Adão e padecem de sua herança: uma natureza completamente pervertida. É claro que o cristão foi transformado. Mas sua transformação não é sua. Não é em sua natureza, nem em qualquer mérito seu, que se pode encontrar uma diferença. Mas no Cristo e em Sua obra no que crê.Que fique claro: se largado à minha natureza, se solto a mim mesmo, não encontrarei nada melhor do que encontro nas pessoas por quem não nutro simpatia. A verdade do Evangelho não se percebe porque os eleitos não pecam, mas porque pecam. Não vivemos na prática do pecado e odiamos quando o cometemos. Mas jogue a primeira pedra quem está livre dele por completo. No Corpo de Cristo há quem lute mais e quem tenha menos a combater em si mesmo, conforme a graça de Deus lhe permitir. Mas não se engane aquele que pensa estar de pé…Então que tipo de afastamento é este que tenho das pessoas? No máximo, é um horror pelo que vejo como se estivesse diante de um espelho. É verdade, eu não gosto delas. Mas quem disse que amar é o mesmo que gostar? Há entre mim e as pessoas que não gosto uma identidade tal que só assim é possível ter compaixão. Só assim é possível olhar para elas e perceber que precisam da salvação que me encontrou. Amá-las é querer para elas o que Deus me deu, dado por misericórdia e graça.Há muito conheço o mito do bom selvagem. Tenho visto também o discurso do poderoso homem livre. E desde que nasci tenho me incomodado com o evangelho-moral. É um espanto, porém, que totalmente depravados se considerem diferentes por terem sido salvos de si mesmos.Mas a quem reconhece sua miséria é possível misericórdia!SOLI DEO GLORIA!Fonte: Roberto Vargas Jr-5calvinistas[...]



Sem Vergonha da Bíblia

2011-03-07T14:39:56.240-03:00

Ontem li no Púlpito Cristão um artigo de autoria do irmão Avelar Jr. intitulado “O dia em que senti vergonha da Bíblia”, onde discorre sobre a dificuldade que muitos têm de compreender o significado das palavras da edição Revista e Corrigida da tradução de João Ferreira de Almeida, e dizendo que em certa ocasião sentiu, por causa disso, vergonha da Bíblia. Embora concorde que a edição de Almeida possui uma linguagem um tanto densa para o atual estágio educacional da maioria das pessoas, discordo que isto seja um problema da tradução, que podemos considerar arcaica.Apesar do irmão Avelar se utilizar do texto de Atos 2.11, quero dizer que a linguagem utilizada nas versões de Almeida, é o nosso bom e velho português, e se ele é uma ilustre desconhecido da maioria dos brasileiros a culpa não é da Bíblia. Desculpem-me a expressão, mas creio que o “buraco é mais embaixo”, o problema não é a dificuldade vocabular da versão de Almeida, mas o nível educacional da maioria da população, diga-se de passagem, composta por analfabetos funcionais que mal sabem escrever o próprio nome e lêem textos simples aos trancos e barrancos. A linguagem usada por Almeida e já “atualizada” diversas vezes, em versões revisadas, revistas, corrigidas e etc. era na época de sua escrita a linguagem usada pela maior parte da população, de forma que palavras como “mancebo”, “varão”, “enxundia”, “ilhargas”, "ósculo", bem como o uso das 2ª pessoas do singular e plural e o vasto uso de mesóclises eram comuns na época.O que temos que lutar é por melhores condições educacionais e não por uma simplificação que ao invés de elevar o nível cultural o reduz ao mesmo nível das tribos ameríndias do século XVI. Caso contrário, logo logo teremos a “Bíblia em Gíria”, que em pouco tempo terá de ser atualizada, onde Deus diz a Adão que ele “pisou na bola”, ou Moisés se referindo a José como “mó caô", ou que Davi “mandou ver” ou “botou pressão” em Bate-seba, ou ainda que Judas era o maior 171. Ou quem sabe não seria interessante uma Bíblia em “mineirês”, outra em “baianês” e outra em “caipirês”, afinal, na questão lingüística, existem diferenças regionais suficientes para respaldar esta idéia. Antes que alguma sociedade bíblica compre a idéia, quero dizer que estou sendo irônico, mas se comprar quero royalties.Porque ao invés de reclamar das palavras arcaicas, não tentamos melhorar o vocabulário das pessoas que freqüentam nossas igrejas? A popularização da educação foi, sem sombra de duvida, um avanço conseguido pela reforma protestante, pois todos tinham o direito de ler as Escrituras, vamos despertar nas pessoas o desejo de aprender mais, não copiemos um mundo que produz versões condensadas e comentadas das obras de Machado de Assis porque os estudantes não conseguem compreender o português usado por ele.Dizem que estamos ficando mais inteligentes, mas quando olho para trás e vejo o nível educacional de muitas pessoas do séculos passados, acho que o nosso nível caiu drasticamente. Podemos até possuir mais informações, um maior conhecimento, mas dizer que estamos mais inteligentes é burrice. Falta-nos prazer pela leitura de bons livros e principalmente da Bíblia, colocar a Escritura de lado apenas por não saber o significado de uma palavra é um atestado de preguiça e im[...]