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Cultura Nordestina



Blog que divulga os mais diversos aspectos de nossa cultura popular nordestina e brasileira.Cultura Nordestina



Last Build Date: Fri, 19 Jan 2018 07:09:55 PST

Copyright: Cultura Nordestina
 



Maria Fulô brincando com os ritmos

Tue, 23 Aug 2016 09:30:54 PDT

Livraria Jaqueira (Pocket show) Festa beneficienteO show “Maria Fulô brincando com os ritmos” é um projeto da Maria Fulô em formato infantil, que tem a finalidade de resgatar a cultura pernambucana. É apresentado ao universo infantil cantigas de roda executadas em ritmos pernambucanos como o frevo, forró, maracatu, ciranda, coco de roda, caboclinho, entre outros. Parte importante é a presença de dois animadores interagindo com as crianças em um show super animado.Justificativa do projetoDevido a carência de grupos infantis que resgatam a cultura nordestina, Maria Fulô iniciou o projeto no intuito de divulgar a música regional para as crianças. É uma forma de mostrar através de brincadeiras, as nossas raízes, levando ao conhecimento de todos. Importância para a comunidade: Aprimorar o conhecimento da cultura pernambucana incentivando as crianças a prestigiarem ritmos nordestinos.Projeto musical, CDEsta é a capa do álbum “Brincando com os ritmos”, primeiro CD de Maria Fulô na versão infantil. A capa e o projeto gráfico estampam três personagens infantis e os objetos são inspirados no tema do CD que mostra os principais ritmos pernambucanos, com temas animados para as crianças. Nas cores da bandeira de Pernambuco, o disco foi lançado em outubro de 2013.CD: Brincando com os ritmosMúsicas - Baixar CD01. O cavalinho - “Ritmo caboclinho”, anima a criançada e relembra a brincadeira cavalgada, com cavalinhos improvisados de cabos de vassoura.02. O coco – “Ritmo coco de roda”, associa o “coco fruta” com a forma rítmica.03. Os instrumentos do forró – “Ritmo xote”, mostra quais são os principais instrumentos utilizados no forró tradicional “Triângulo, sanfona e zabumba.04. Carnaval animado – “Ritmo de frevo”, associa a importância da família em eventos culturais e ressalta os personagens folclóricos.05. Dançando ciranda - “Ritmo ciranda”, em brincadeira de roda, apresenta e ensina de forma divertida o ritmo regional, que anda banido dos eventos festivos das cidades pernambucanas.06. Na minha fazenda – “Ritmo de forró”, O tema fala de alguns animais que as crianças simpatizam e também mostra os sons emitidos por seus personagens.07. Vale a pena esperar – “Ritmo xote”, mostra um pouco do lado “mãe”, e toda preocupação durante uma gravidez de risco, no qual tudo termina bem.08. São João do rei – “Ritmo arrasta – pé” fala da animação das festas juninas incentivando a manter a tradição das quadrilhas matutas.Show Junino Shopping Rio Mar (Arraiá da Maria Fulozinha)Informações adicionais O projeto infantil, MARIA FULÔ BRINCANDO COM OS RITMOS foi lançado em outubro de 2013, o formato infantil, já se apresentou em várias cidades e municípios do interior do estado de pernambuco, como exemplo: Glória, Apoti, Garanhuns, Jaboatão dos Guararapes (Festa da Pitomba), SESCs, inclusive na Capital (Recife) no Parque da Jaqueira, Carnaval do Recife, Festejos juninos o Recife, São João Teatro Luiz Mendonça (Parque D. Lindú), Shopping center, Praça da Vázea (Primeiro festival infantil do dia das crianças), entre outros.Maria Fulô iniciou sua carreira musical aos 10 (Dez) anos e é um conhecida no no mercado da música nordestina. A artista teve experiência com artistas de renome como: Dominguinhos, Maracatú Nação Pernambuco, Jorge de Altinho, Genival Lacerda, Cristina Amaral, Jair Rodrigues, Trio Nordestino, Trio Virgulino, Os 3 do Nordeste etc.Parque Dona LindúMaria Fulô, traz no seu currículo diversas apresentações em festivais como exemplo: FIG - Festival de inverno de Garanhuns – PE, Festival na onda da dança, Festival do nordeste de Brasília - DF, além de participações importantes como eventos realizados pelo SESC, SENAC, Governo do estado, prefeituras, universidades por todo o Brasil e turnê em Portugal. Maria Fulô, tem (Seis) CDs gravados e é sucesso por onde passa.Mais VídeosForró allowfullscreen="" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/k6kyWXBI8YI/0.jp[...]



A arte de Maria Fulô

Tue, 23 Aug 2016 09:01:17 PDT


Anna Valkyria Nunes da Silva (Maria Fulô), musicista, cantora, compositora, produtora musical e  cultural,  iniciou sua carreira musical aos 10 anos de idade, no ano de 1990. Teve experiências musicais com artistas de renome como: Jair Rodrigues, Jorge de Altinho, Dominguinhos, Genival Lacerda, Trio Virgulino, Cristina Amaral, Banda Magníficos, os repentistas Cajú e Castanha, entre outros.



Relembrando os velhos tempos
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Bate coração
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Maria Fulô e Os 3 do Nordeste
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Foi tecladista oficial do Stúdio Somax, (Recife – PE), no qual desenvolveu experiência como produtora musical. Em 2004,  montou sua banda que era formada só por mulheres e que tinha como principal característica do seu trabalho, a valorização da música nordestina, como exemplo: O forró, frevo, xote, arrasta-pé, entre outros. Após alguns anos a musicista, resolveu assumir o nome Maria Fulô, como nome artístico.

Convidada três vezes para participar do Montreux Jazz Festival, Maria Fulô traz no currículo diversas apresentações como o Festival do Nordeste – DF, Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), Festival na Onda da Dança, Semana Arte Mulher (Minc), Eventos realizados no SESC, SESI, Universidades de todo Brasil e Turnê em Portugal.

Maria Fulô tem 6 discos gravados, incluindo um CD para o público infantil, além de uma coletânea com os melhores sucessos. O grupo ganhou o 1º Lugar no Prêmio da Música Pernambucana: Em 2014, com o disco em que faz homenagem ao Mestre “Dominguinhos” na categoria grupos de forró e em 2016 com o disco “Maria Fulôzinha, brincando com os ritmos”.

Gravou um CD em homenagem a Reginaldo Rossi, no qual contou com participações como: Marron Brasileiro, Nádia Maia, Genival Lacerda, Luciano Magno, entre outros. Atualmente, apadrinhada pelo Trio Virgulino, grupo que revolucionou o forró tradicional, em São Paulo, fazendo crescer a febre do chamado forró universitário, apadrinhando grupos como Fala Mansa, Bicho de pé, Rasta-pé, etc.

Maria Fulô também tem um projeto paralelo, de música regional para crianças, no qual apresentam o  forró, xote, arrasta-pé, frevo, ciranda, entre outros. São músicas do cancioneiro popular infantil em ritmos nordestinos. O projeto infantil “ Maria Fulozinha brincando com os ritmos “ ganhou recentemente (2016) o primeiro lugar no 7 º Prêmio da música pernambucana.

Conheça o Projeto "Maria Fulô brincando com ritmos"

Palco Mp3

Contato
(81) 9 9874.7192 Whats app

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Documentário sobre cantadores de viola

Mon, 01 Aug 2016 13:25:34 PDT

allowfullscreen="" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/uTx4VNU-9v0/0.jpg" frameborder="0" height="266" src="https://www.youtube.com/embed/uTx4VNU-9v0?feature=player_embedded" width="320">Documentário disponível na internet:YoutubeTV Senado Em junho de 2012, uma equipe da TV Senado embrenhou-se pelo interior da Paraíba em busca de pessoas que tenham conhecido o lendário Zé Limeira, cantador negro que viveu os primórdios da cantoria e que criou os versos mais surrealistas da história do repente. Dessa aventura, surgiu O homem que viu Zé Limeira, um documentário sobre o escritor Orlando Tejo, que eternizou os versos desse cantador no livro Zé Limeira, o poeta do absurdo. Mas essa é outra história!O fato é que das conversas com os moradores da região, repentistas, músicos, pesquisadores e admiradores da cantoria, foi possível conhecer o universo em torno dos cantadores e dos repentistas e a riqueza contida em suas memórias. Nasce então o documentário Cantorias, uma coletânea de histórias que tem como protagonistas os cantadores de viola nordestinos, homens de raciocínio rápido e língua afiada, que deixaram um rastro de poesia mundo afora.Com depoimentos de Ariano Suassuna, Chico Cesar, Siba, João Furiba, Geraldo Amâncio, Ivanildo Vila Nova, Moacir Laurentino, Oliveiras de Panelas, Jomaci Dantas, Beto Brito, Marcus Accioly, Bráulio Tavares e Gonzaga Rodrigues.O resultado foi um documentário bem humorado e cheio de relíquias como fotos, vídeos e fonogramas que mostram os mestres da cantoria em diferentes épocas. Segue nosso cartaz, o trailer no Youtube e textos para falar desse trabalho. Conto com a colaboração de todos na divulgação!CantoriasNo sertão paraibanoNaquele século passadoNo Teixeira, Romano e InácioFizeram verso acertadoCriando a nossa cantoriaQue da noite para o diaDeixou o povo encantado.Dois rimando no passadoDesafiaram a fantasia.Pinto, Louro e XuduSeguiram a mesma porfiaHoje no rádio e na TVO que mais o povo vêSão versos de cantoria.Maurício MeloEstreia: 30/07 (sábado), às 21h30Reapresentações:• 31/07 – 9h30/ 17h30• 01/08 – 1h00• 06/08 – 20h00• 07/08 – 8h30 / 16h00 • 13/08 – 6h00 / 22h00Direção: Maurício MeloProdução, roteiro e edição: Lorena MariaDuração: 28 min[...]



Nova Edição - Para rir até chorar com a cultura popular

Thu, 09 Jun 2016 08:22:26 PDT

Este livro busca a essência da mais pura poesia popular. E decifra suas mais diversas formas de composições. Foi com essa intenção que o autor desta obra fez um estudo e descreveu em mais de 300 páginas os mais variados ramos da cultura popular, traduzidas em poesias, cantorias, literatura de cordel, emboladas, canções, gestas e romances. A trajetória dos repentistas e o universo dos seus conhecimentos, são aqui narrados, mostrando ainda aquilo que somente os grandes mestres da sabedoria popular podem interpretar fielmente.Nesta 2ª edição, revista e melhorada, o autor ampliou suas observações, introduziu novos capítulos e aumentou o número de gêneros da cantoria. O resultado foi um aumento no campo e pesquisa de quem necessita compreender a literatura de cordel.Saiba mais sobre o autorSaiba mais sobre o livroLeia alguns trechosE continua repassando para o leitor as brigas poéticas engraçadas, cantadas ou faladas, de poetas nordestinos. Uma farta análise relaciona cordel, emboladas, quadras, sextilhas, martelos, mourões e muitos outros gêneros da mais pura cantoria nordestina.[...]



Coco de Roda Novo Quilombo

Mon, 30 May 2016 08:08:47 PDT


Vídeo realizado em 2016 com Ana do grupo de Coco de Roda Novo Quilombo no Quilombo do Ipiranga, município de Conde na Paraíba que. Todo último sábado do mês tem coco de roda, sintam-se convidados.

width="320" height="266" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/pxamIDwds3c/0.jpg" src="https://www.youtube.com/embed/pxamIDwds3c?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen>

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No tempo da minha infância

Wed, 29 Jul 2015 17:32:17 PDT

No tempo da minha infância(Ismael Gaião)No tempo da minha infânciaNossa vida era normalNunca me foi proibidoComer muito açúcar ou salHoje tudo é diferenteSempre alguém ensina a genteQue comer tudo faz malBebi leite ao naturalDa minha vaca QuitériaE nunca fiquei de camaCom uma doença sériaAs crianças de hoje em diaNão bebem como eu bebiaPra não pegar bactériaA barriga da misériaTirei com tranquilidadeDo pão com manteiga e queijoHoje só resta a saudadeA vida ficou sem graçaNão se pode comer massaPor causa da obesidadeEu comi ovo à vontadeSem ter contra indicaçãoPois o tal colesterolPra mim nunca foi vilãoHoje a vida é uma loucuraDizem que qualquer gorduraNos mata do coraçãoCom a modernizaçãoQuase tudo é proibidoPois sempre tem uma LeiQue nos deixa reprimidoFazendo tudo que eu fizHoje me sinto felizSó por ter sobrevividoEu nunca fui impedidoDe poder me divertirE nas casas dos amigosEu entrava sem pedirNão se temia a galeraE naquele tempo eraProibido proibirVi o meu pai dirigirNuma total confiançaSem apoio, sem air-bagSem cinto de segurançaE eu no banco de trásSolto, igualzinho aos demaisFazia a maior festançaNo meu tempo de criançaPor ter sido reprovadoNinguém ia ao psicólogoNem se ficava frustradoQuando isso aconteciaA gente só repetiaAté que fosse aprovadoNão tinha superdotadoNem a tal dislexiaE a hiperatividadeÉ coisa que não se viaFalta de concentraçãoSe curava com carãoE disso ninguém morriaNesse tempo se bebiaÁgua vinda da torneiraDe uma fonte naturalOu até de uma mangueiraE essa água engarrafadaQue diz-se esterilizadaNunca entrou na nossa feiraPara a gente era besteiraTer perna ou braço engessadoTer alguns dentes partidosOu um joelho arranhadoPapai guardava venenoEm um armário pequenoSem chave e sem cadeadoNunca fui envenenadoCom as tintas dos brinquedosRemédios e detergentesSe guardavam, sem segredosE descalço, na areiaEu joguei bola de meiaRasgando as pontas dos dedosAboli todos os medosApostando umas carreirasEm carros de rolimãSem usar cotoveleirasPra correr de bicicletaNunca usei, feito um atleta,Capacete e joelheirasEntre outras brincadeirasBrinquei de Carrinho de MãoEstátua, Jogo da VelhaBola de Gude e PiãoDe mocinhos e CawboysE até de super-heróisQue vi na televisãoEu cantei Cai, Cai Balão,Palma é palma, Pé é péGata Pintada, Esta RuaPai Francisco e De MarréTambém cantei TororóBrinquei de Escravos de JóE o Sapo não lava o péCom anzol e jereréMuitas vezes fui pescarE só saía do rioPra ir pra casa jantarPeixe nenhum eu pagavaMas os banhos que eu tomavaDão prazer em recordarTomava banho de marNa estação do verãoQuando papai nos levavaEm cima de um caminhãoNão voltava bronzeadoMas com o corpo queimadoParecendo um camarãoSem ter tanta evoluçãoO Playstation não haviaE nenhum jogo de vídeoNaquele tempo existiaNão tinha vídeo casseteMuito menos internetComo se tem hoje em diaO meu cachorro comiaO resto do nosso almoçoNão existia raçãoNem brinquedo feito ossoE para as pulgas matarNunca vi ninguém botarUm colar no seu pescoçoE ele achava um colossoTomar banho de mangueiraOu numa água bem friaDebaixo duma torneiraE a gente fazia farraUsando sabão em barraPra tirar sua sujeiraFui feliz a vida inteiraSem usar um celularDe manhã ia pra aulaMas voltava pra almoçarMamãe não se preocupavaPois sabia que eu chegavaSem precisar avisarComecei a trabalharCom oito anos de idadePois o meu pai me mostravaQue pra ter dignidadeO trabalho era importantePra não me ver adianteIr pra marginalidadeMas hoje a sociedadeEssa visão não alcançaE proíbe qualquer paiDar trabalho a uma criançaPrefere ver nossos filhosVivendo fora dos trilhosNum mundo sem esperançaA vida era bem mais mansa,Com um pouco de insensatez.Eu me lembro com detalhesDe tudo que a gente fez,Por isso tenho saudadeE hoje sinto vontadeDe ser criança outra vez...[...]



Nova Edição - Para rir até chorar com a cultura popular

Fri, 12 Jun 2015 09:13:03 PDT

Este livro busca a essência da mais pura poesia popular. E decifra suas mais diversas formas de composições. Foi com essa intenção que o autor desta obra fez um estudo e descreveu em mais de 300 páginas os mais variados ramos da cultura popular, traduzidas em poesias, cantorias, literatura de cordel, emboladas, canções, gestas e romances. A trajetória dos repentistas e o universo dos seus conhecimentos, são aqui narrados, mostrando ainda aquilo que somente os grandes mestres da sabedoria popular podem interpretar fielmente.Nesta 2ª edição, revista e melhorada, o autor ampliou suas observações, introduziu novos capítulos e aumentou o número de gêneros da cantoria. O resultado foi um aumento no campo e pesquisa de quem necessita compreender a literatura de cordel.Saiba mais sobre o autorSaiba mais sobre o livroLeia alguns trechosE continua repassando para o leitor as brigas poéticas engraçadas, cantadas ou faladas, de poetas nordestinos. Uma farta análise relaciona cordel, emboladas, quadras, sextilhas, martelos, mourões e muitos outros gêneros da mais pura cantoria nordestina.[...]



Novo Filme Independente - Calango do Agreste

Wed, 25 Sep 2013 03:15:57 PDT

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Elenco

Luz, Câmera, Ação! No último sábado, 21 de Setembro, na Vila Mariana em São Paulo, todo o elenco e a produção do novo filme CALANGO DO AGRESTE este presente para o coquetel da pré-produção do filme. Uma comédia interessante, envolvente além de personagens que se tornarão inesquecíveis. O filme Calango do Agreste terá suas primeiras cenas filmadas a partir de Novembro de 2013. O Lançamento previsto do filme é para Junho de 2014.

"Estamos com uma equipe legal, elenco sensacional, tenho certeza que este filme irá agradar à todos os públicos. Estão todos de parabéns", segundo Andrews Henrique (produtor).

"O roteiro está riquíssimo, com detalhes importantes onde histórias reais irão se misturar com a ficção. Será mais que um filme, será uma homenagem a este povo batalhador", segundo Jorge Barreto, diretor do filme.

Mesmo sendo uma comédia o filme não deixará de abordar as diferenças entre a cultura nordestina com a cultura paulista, além do cotidiano, irá mostrar vários problemas que existem numa sociedade grande como em São Paulo mas também abordar os problemas existentes aqueles que vivem no Nordeste brasileiro, a cada cena, uma história emocionante.

Roteiro e Direção de Jorge Barreto, com várias cenas no próprio Centro de Tradições Nordestinas. Calango do Agreste, o filme.


Veja abaixo a Sinopse do filme:
"CALANGO DO AGRESTE" CONTA A ESTORIA DE CORISCO, UM CABRA MACHO DESCENDENTE DE LAMPIÃO, MATUTO DO NORDESTE BRASILEIRO,COSTUMADO A DORMIR AO RELENTO, SEM RESIDENCIA FIXA, ELE E SEU CAVALO XIBUNGO SÃO CONHECIDO NA CIDADE ONDE MORA, NA PEQUENA E PACATA CIDADE DE MARIZÓPOLIS, É TEMIDO E RESPEITADO POR TODOS NA REGIÃO POR SER PISTOLEIRO,MATADOR DE ALUGUEL, ENTRE OUTRAS COISA É VAQUEIRO, LEVA A VIDA A TOCAR BOIADA NO AGRESTE. ATE QUE UM DIA, ATRAVÉS DE UM SONHO, A SORTE LHE SORRIU,ELE ACHOU UM DIAMANTE RARO, E ASSIM ELE VEM PARA SÃO PAULO PARA NEGOCIAR O DIAMANTE, MAU SABE ELE QUE ESTA SENDO SEGUIDO PELO DELEGADO E POR TRÊS ÁRABES DE SUA CIDADE, QUE QUEREM A QUALQUER CUSTOS O DIAMANTE, AO QUAL ELES O CONHECE POR O OLHO DO TIGRE, UMA PEDRA RARA DE
ALTÍSSIMO VALOR COMERCIAL. CHEGANDO EM SÃO PAULO, LOGO SE DEPARA COM UMA CENA DE ASSALTO, E ACABA SALVANDO DA MORTE UM JOVEM ESTUDANTE ALEX, COM QUEM COMEÇA UMA GRANDE AMIZADE, ASSIM COMEÇA A SUA TRAJETÓRIA NA CIDADE DE SÃO PAULO, A DESCOBERTA DESSE MUNDO NOVO O ENCANTA. ALEX TEM 25 ANOS ESTA FAZENDO FACULDADE DE CINEMA, TEM UMA GALERA TODA JOVEM QUE PASSA A SE ENCANTAR COM CORISCO,E O LEVAM PARA BALADAS, BARZINHOS, MAS O PERIGO LHE RONDA POR TODOS OS LADOS, COMO
SOBREVIVER NA CIDADE GRANDE? SE ACOSTUMAR COM AS DIFERENÇA SOCIAIS?  E AS PERSEGUIÇÕES POR CONTA DO SEU DINHEIRO ATRAINDO OS OPORTUNISTA, MAIS UMA ESTORIA EMOCIONANTE ENGRAÇADA, CHEIA DE AVENTURA ROMANCE E SUSPENSE.


Um filme de Jorge Barreto
Créditos das Fotos: Léo Castro
Matéria feita por: Stéfano Matos (Assessoria de Imprensa)
Contato: andrews.henrique@agenciaonoff.com.br
Cel.: (11) 9-4891-8044(image)



Pedido Nordestino

Wed, 12 Jun 2013 13:42:15 PDT


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Pinto do Monteiro - Sextilha

Tue, 28 May 2013 16:14:22 PDT



Mote:
"Se o tempo não passasse e a gente não envelhecesse"

Foi na Prata-PB, cantando no beco da bodega de Mariano Morcego, com Lino Pedra Azul, quando começou esta bela sextilha:

Se o tempo não passasse
E a gente não envelhecesse
Se chegasse aos vinte anos
Nem subisse e nem descesse...

Nisso, chegou Pedro Caial - um negro magro, comprido e desengonçado, completamente embriagado, mas grande admirador do cantor. Caial partiu para lhe dar um abraço, caindo por cima dele, quase derrubando-o. Alguém da platéia, de pronto, veio acudir e levou Pedro Caial embora; Pinto se peneirou e retomou a sextilha:

Se o tempo não passasse
E a gente não envelhecesse
Se chegasse aos vinte anos
Nem subisse e nem descesse
Diz agora o que é que eu faço
Com um "fela da puta" desses!



Fonte: Pinto Velho do Monteiro - Um cantor sem parelha.
Autor: Joselito Nunes
Edições Bagaço
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Obras da série Guerra dos Tronos ganham capas inspiradas em literatura de cordel

Tue, 21 May 2013 18:46:35 PDT



Já imaginou misturar as obras de fantasia de George R. R. Martin com a clássica literatura de cordel do nordeste brasileiro? Bom, se você realmente imaginou isso, provavelmente você é Tenement Funster, o designer brasileiro por trás desse trabalho super criativo e bacana de ilustração. Utilizando uma técnica inspirada na xilogravura, Funster adaptou as cinco capas dos livros já publicados da série Guerra dos Tronos. Dá até vontade de ver essas imagens em edições de verdade dos livros, né?

Para ampliar as imagens e ver mais detalhes, clique nos links abaixo:
“A Guerra dos Tronos”
“A Fúria dos Reis”
“A Tormenta de Espadas”
“O Festim dos Corvos”
“A Dança dos Dragões”

Fonte: Revista Super Interessante
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Eu, ela e a rede

Sun, 19 May 2013 14:47:40 PDT

Você já teve olhos vermelhos nas fotos, background desfocado, bordas mais escuras, impressão de que estava no ano de 1977 e a porra toda? Tirando os olhos vermelhos eu já vi e vivi todas essas coisas. Descobri que LO-FI não é um cantor de HIP-HOP e que Valencia não passa perto de ser uma cidade da Espanha. Comprar queijo se tornou um martírio pra mim.- INSTAGRAM mais, pode ser?- Instagram?- Não, senhor! TRINTA GRAMAS a mais! Pode ser?Comecei a ficar paranoico. Pudera. Minha namorada ganhou um iphone do pai e eu desejei, com todo o meu amor, que ele explodisse quando estivesse carregando. Não o pai. O celular. Eu até gosto da Apple. O problema são os aplicativos. Outro dia, já sabendo que ela não ia largar o maldito, levei-a para jantar num restaurante conhecido pelo rápido atendimento e preparação do prato. A puta-que-pariu foi quem me deu essa ideia. Vi uma estrela cadente naquela noite e pedi que o chef de cozinha tivesse uma disenteria por 2 dias. Não que a comida tivesse ruim, mas é que o prato era muito bonito e isso eu tenho que confessar. Percebendo o perigo, procurei rapidamente uma saída e perguntei à namorada se ela queria vinho ou suco. A resposta não veio. E não veio pelos 24 minutos e 43 segundos seguintes. Ela tinha tirando uma foto do prato. Comi, pedi a sobremesa, terminei e ela lá.Tira foto, muda de posição, põe o Lo-fi, recorta, posta, curte, compartilha, comenta, divulga no Whatsapp, sincroniza com o Facebook, comenta de novo, retribui o elogio da amiga e a desgraça do celular não descarrega! O que não faria diferença, pois ela comprou um carregador portátil que, com certeza, é da Demônio’s Corporation.- Pera, amor. Tô falando com a Renata no Whatsapp.Na mesma hora, carreguei quase que à força para a casa da Renata e a deixei lá conversando com a amiga. Na esperança de fazer um bem à humanidade e tentar fazer com que as relações interpessoais voltassem ao que era antes. Saí pelo portão da frente e antes que eu entrasse no carro, meu celular toca: O assobio do Whatsapp: - Te amo, amor. (L) – Voltei na mesma hora.- Você tava comigo até agora e falando com a Renata no Whatsapp.- Sim.- Agora que você está com ela, fala comigo no Whatsapp?!- Hum rum!Inspira... expira... inspira... expira. “Creio em Deus pai, todo poderoso. Criador do céu e da terra... o Mark Zuckerberg vai pro inferno, não vai?”- Amor, Deus curtiu o seu status! Que porra é essa? Deus ta na rede?- É Zeus!- Zeus?- O cachorro da vizinha!- O cachorro da vizinha tem uma página no Facebook?- Compartilhei uma foto dele ontem. Você nem curtiu! Tá acontecendo alguma coisa? Acho que a gente precisa conversar. O que está acontecendo com você?- Comigo?Desisti aí. A ideia que eu tinha de ménage a trois era outra. Duas mulheres se beijando... eu no meio da putaria... uva... vinho... banheira... essas parada. Agora eu imagino as duas fazendo biquinho e colocando a foto no Instagram. Imagina lá as hashtags: #instaporn #instamenage #instafoda. Hoje eu tenho ódio de cachorro e gato fofinho, lua cheia, comida bonita, céu azul com nuvens claras, rua com muita árvore, outono, pôr do sol, nascer do sol, sol, praia, espelho, academia, printscreen, casa antiga e uma porrada de coisa. Cara... não sei não. Não demora nada e os pedidos de namoro vêm com os Termos de Uso e Política de Privacidade.Se eu acabei o namoro? Não! Só mudei meu status pra “Em um relacionamento enrolado: eu, ela e a rede”Mano Garciahttps://www.facebook.com/omanologo?fref=ts[...]



Cariri Cangaço de alma nordestina

Sat, 20 Apr 2013 06:18:35 PDT




Depois de Lavras da Mangabeira em Maio, Sousa e Nazarezinho em Junho, agora temos a confirmação da terceira e última grande avant premier do Cariri Cangaço neste 2013. Novamente rompendo as barreiras do Ceará, antes de mesmo de setembro chegar, teremos a Semana do Cangaço; 75 anos da morte de Lampião - Mistérios e Mentiras de Angico, no Cariri Cangaço: Piranhas e Canindé do São Francisco.

 A programação completa está sendo construída por uma equipe dos dois municípios, tendo a frente o Conselheiro Cariri Cangaço, Jairo Oliveira e o secretario de Cultura de Piranhas, Luiz Carlos Salatiel, que constará de Conferências, Palestras, Debates, Colóquios, Lançamento de Livros, Vídeos Documentários e muita festa com Xaxado e Forró Pé de Serra.

Para Jairo Oliveira, é uma "grande satisfação promover esta grande integração de nosso nordeste, o Cariri Cangaço, um evento de sucesso que nasceu no Ceará, chega a Alagoas e Sergipe com esta força de uma grande construção coletiva e com certeza será um grande evento". Para o Curador do Cariri Cangaço, Manoel Severo "voltar ao baixo São Francisco, estar em Piranhas, Poço Redondo e Canindé do São Francisco, onde temos tantos amigos e em dos principais cenários da história de nosso cangaço, ainda por cima promovendo um Cariri Cangaço dentro desta Semana Tradicional, é uma grande alegria, sem tamanho. Só temos que agradecer a todos os parceiros, aos Secret ários Salatiel, Francisco Edson, Hélcio, aos senhores Prefeitos dos municípios de Piranhas e Canindé e principalmente a esse grande amigo, profissional dos mais talentosos e para nosso urgulho, Conselheiro do Cariri Cangaço, Jairo Luiz Oliveira, parabens e em Julho, todos aqui nesta grande festa."

O Cariri Cangaço chega as estados de Alagoas e Sergipe através dos municípios de Piranhas e Canindé do São Francisco, entre os dois municípios o majestoso Rio São Francisco; de um lado Sergipe do outro, Alagoas. Encravados no chamado baixo São Francisco, Piranhas ao lado de Canindé do São Francisco e outros municípios próximos, como Poço Redondo e Olha D'agua do Casado, são cenários importantes e vitais dentro da história do cangaço nordestino. Ali, no visinho Poço Redondo se localiza o cenário do último ato de Virgulino Lampião: A Grota do Angico.

Um dos pontos alto da Programação do evento em Piranhas e Canindé será a homenagem prestadas pelos municípios e pelo Cariri Cangaço a um de seus mais ilustres filhos: Alcino Alves da Costa, o Caipira de Poço Redondo, terra que amou e pela qual se dedicou por toda uma vida.

Tudo isso só foi possível pela dedicação e entusiasmo de todos vocês, grande abraço,
Manoel Severo

Mais informações
www.cariricangaco.com(image)



Poesia - Jesus no Xadrez

Wed, 17 Apr 2013 13:53:08 PDT

Jesus No Xadrez(Cordel Do Fogo Encantado)No tempo em que as estradasEram poucas no sertãoTangerinos e boiadasCruzavam a regiãoEntre volante e cangaçoQuando a leiEra a do braçoDo jagunço pau-mandadoDo coroné invasôDava-se no interiôEsse caso inusitadoQuando o Palmeira das AntasPertencia ao capitãoJustino Bento da CruzNunca faltô diversãoVaquejada, canturiaProcissão e romariasexta-feira da paxãoNa quinta-feira maióDona Maria das DoresNo salão paroquialReuniu os moradoresDepois de uma preleçãoAo lado do capitãoEscalava a seleçãoDe atrizes e atoresTodo ano era um JesusUm Caifaz e um PilatosSó não mudavam a cruzO verdugo e os maltratosO Cristo daquele anoFoi o Quincas Beija-florCaifaz foi CiprianoPilatos foi NicanôDuas cordas paralelasSeparavam a multidãoPra que pudesse entre elasCaminhar a procissãoQuincas conduzindo a cruzFoi num foi adivirtiaO Cinturião perversoQue com força lhe batiaEra pra bater maneiroBastião num intidiaDivido um grande pifãoQue tomou naquele diaD'um vinho que o capelãoGuardava na sacristiaCristo dizia:- Ô rapais, vê se bate divagarJá to todo incalombadoAssim num vô agüentarTá cá gota pra duerOu tu pára de baterOu a gente vai brigarJogo já essa cruis foraTô ficando aperriadoVô morrê antes da horaDe ficar crucificadoO pior é que o malvadoFingia que num ouviaE além de bater com forçaAinda se divirtiaEspiava pra JesusFazia pôco e dizia:- Que Cristo frôxo é você?!Que chora na procissãoJesus, pelo que se sabeNum era mole assim nãoEu to batendo com penaTu vai vê o que é bomNa subida da ladeiraDa venda de FenelomO côro vai ser dobradoAté chegar no mercadoA cuíca muda o tomNaquele momento ouviu-seUm grito na multidãoEra QuincasQue com raivaSacudiu a cruz no chãoE partiu feito um malucoPra cima de BastiãoSe travaram no tabefePontapé e cabeçadaMadalena levou quedaPilatos levou pancadaDeram um cacete em CaifazQue até hoje num fazNem sente gosto de nadaDismancharam a procissãoO cacete foi pesadoSão Tumé levou um trancoQue ficou desacordadoAcertaram um cocoroteNa careca de TimoteQue inté hoje é aluadoInté mesmo São JoséQue num é de confusãoNa ânsia de defenderSeu filho de criaçãoAproveitou a garapaPra dar um monte de tapaNa cara do bom ladrãoA briga só terminouQuando o dotô delegadoInterviu e separôCada santo pro seu ladoDesde que o mundo se fezFoi essa a primêra vezQue Jesus foi pro xadrêsMas num foi crucificado[...]




Wed, 17 Apr 2013 13:30:31 PDT

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Gravação do primeiro DVD - Jessier Quirino

Sun, 24 Mar 2013 16:17:48 PDT

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Gravação do primeiro DVD do poeta JESSIER QUIRINO

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Todas as mulheres

Thu, 07 Mar 2013 14:36:46 PST





Todas as mulheres
(Dalinha Catunda)


Mulher melindrosa
Bonita e faceira
Safada brejeira,
Rude perigosa
Desfila garbosa
Com sua bandeira
Na missa na feira
No lar no bordel
Cumpre seu papel
Com ar de guerreira.

Mulher mal-amada
Sem eira nem beira
Que fala besteira
E desatinada
Se diz estudada
E bate no peito
Botando defeito
Em tudo que ver
Não sabe crescer
Mas deve ter jeito.

Mulher atrevida
 Que rir e graceja
Que toma cerveja
Que é seduzida
Que gosta da vida
De amor e paixão
Sem elo ou prisão
Tem autonomia
E sem ser vadia
Respira emoção.

A mártir do lar
Mulher não quer ser
Aprendeu bater
Pra não apanhar
Se o homem tentar
Ele entra na lenha
Maria da Penha
É lei que vigora
Quem bate agora
Algema desenha.

Mulher quer carinho
Não foge do laço
E sem embaraço
Refaz seu caminho
Quer flor sem espinho
E quer ser querida
Ser reconhecida
Em tudo que faz
Ser igual lhe apraz
Por ser aguerrida. 
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O Dialeto "Nordestinês"

Tue, 22 Jan 2013 02:55:33 PST

É bem verdade que o Brasil pela sua diversidade cultural poderia muito bem ser dividido, formando uns 4 ou 5 países independentes e manter sua puculiariedade em cada um deles. Se isso fosse possível, o Nordeste certamente seria a grande nação sertaneja, como na canção Nordeste Independente, com vários dialetos e sotaques próprios da região.

O jeito de falar aqui na Paraíba já sofre uma grande transformação da forma como se fala em Pernambuco, por exemplo. E eu não estou me referindo apenas ao sotaque não. São expressões completamente diferentes em estados vizinhos para designar a mesma coisa. É uma riqueza lingüística tão grande que nem parece que estamos na mesma região.


Para ilustrar bem esse tema tão interessante, vale a pena assistir a matéria que foi ao ar no 
jornal da TV Globo: "Bom Dia Brasil". O poeta Jessier Quirino explica as expressões do dia-a-dia dos pernambucanos.

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Reportagem de Mônica Silveira

Imagens de Robson Batista

Veja também um vídeo sobre o "baianês" postado pela colega Alcione Torres.
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Media Files:
http://www.jessierquirino.com.br/2006/dados/dicionario.pdf




Gonzagão aqui é mato

Fri, 14 Dec 2012 15:48:09 PST


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100 anos de Lua

Thu, 06 Dec 2012 08:18:52 PST


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Projeto Cordel nas Escolas - ACLC

Mon, 19 Nov 2012 14:44:49 PST


A Academia Caruaruense de Literatura de Cordel, através dos integrantes do Projeto Cordel nas Escolas (cordelnasescolas.arteblog.com.br), estará, agora em dezembro, montando a 1ª Cordelteca da cidade, a exemplo de tantas outras que já existem. E resolvemos solicitar a cada cordelista que visita esse importante blog, que nos faça a doação de apenas UM título de sua coleção, pois queremos atingir o máximo de escritores cordelistas do Brasil. Sugerimos que cada doador, na contra-página do cordel, escreva um termo de doação de punho próprio ou carimbo pessoal.

O nosso 2º passo, após montar a Cordelteca, é estimular a Escola para que esteja comprando a coleção completa de cada cordelista que doou ao menos um título. E vamos tentar espalhar essa ideia pra cada cidade onde tenha uma Cordelteca.

Caso queira nos ajudar, o cordel é pra ser enviado para:
José Nelson de Almeida Lima (ACLC)
Rua Lima e Silva, 242- Petrópolis, Caruaru-PE. cep. 55032-320
Importante: colocar o termo de doação para "Escola Municipal Laura Florêncio".

Mais informações pelo e-mail: nelsonteatrolima@gmail.com.


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Respeite meu oxente

Fri, 02 Nov 2012 16:44:53 PDT


(Guibson Medeiros)

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Plantar Saudade - Antonio Pereira

Mon, 19 Nov 2012 14:42:32 PST


Plantar Saudade 
(Antonio Pereira)

Quem quiser plantar saudade,
escalde bem a semente
e plante na terra seca
em dia de sol bem quente,
pois se plantar no molhado,
ela nasce e mata a gente.

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Ariano Suassuna - Pensamento

Fri, 02 Nov 2012 16:52:19 PDT


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