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Café com Notícias



O Café com Notícias é um blog jornalístico de variedades em formato de revista eletrônica. Foi criado em 20/08/2007 pelo jornalista mineiro Wander Veroni, natural de Belo Horizonte. Aqui você vai encontrar novidades sobre TV, Web, cultura, saúde, p



Last Build Date: Wed, 14 Feb 2018 14:49:55 PST

Copyright: Café com Notícias
 



#TVDigital: Evento conscientiza a população sobre o fim do sinal analógico na Grande BH

Sat, 28 Oct 2017 03:00:00 PDT

Crédito: Site Seja Digital / Reprodução.  Neste sábado e domingo, 28 e 29 de outubro, a Seja Digital, em parceria com a TV Globo Minas, realiza o Feirão Digital nas cidades de Belo Horizonte, Contagem e Betim. A ação tem como objetivo facilitar o acesso da população aos equipamentos que possibilitam que televisores antigos recebam o sinal digital.  No evento, além de encontrar aparelhos de televisão digital e conversores a preços mais acessíveis, a população poderá tirar dúvidas sobre o desligamento do sinal analógico de TV com os promotores da Seja Digital e realizar o agendamento para retirada do kit gratuito, distribuído às famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal. O evento acontece nos shoppings Boulevard e Del Rey, em Belo Horizonte, Partage Shopping, em Betim, e Itaú Power Shopping, em Contagem. Na capital mineira e em outros 38 municípios da região, o sinal analógico de TV será desligado no dia 8 de novembro e, após essa data, só será possível assistir à programação da TV aberta por meio do sinal digital. Para estar preparado antes da data-limite, é importante verificar se a antena já é digital e se o aparelho de televisão precisa de um conversor externo, aparelho que transforma o sinal digital em analógico e permite que a TV continue transmitindo a programação. Se o aparelho for uma televisão de tubo, será necessário instalar um conversor de sinal. Se o televisor for de tela fina e não tiver o conversor embutido, também precisará de um conversor de sinal. Para ter certeza se o televisor já tem o conversor embutido, consulte o manual do fabricante. No Feirão Digital, a população também poderá verificar se têm direito ao kit gratuito, com antena digital e conversor com controle remoto. Ao todo, estão disponíveis mais de 470 mil kits para serem entregues às famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal na região.  Por meio do número do NIS (Número de Identificação Social) é possível realizar o agendamento para retirar o kit em um dos pontos disponibilizados pela Seja Digital. O Feirão também oferecerá atividades recreativas e pintura facial para as crianças. Sobre a Seja Digital A Seja Digital (EAD - Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil.  Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal.  Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV Digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018. Serviço: Feirão Digital Data: 28 e 29 de novembro. Horário: a partir de 10h. Locais: Shopping Boulevard e Shopping Del Rey em Belo Horizonte, Partage Shopping em Betim e Itaú Power Shopping em Contagem. Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista #Dica: baixe agora mesmo o aplicativo do Café com Notícias no Google Play. [...]



#Inclusão: Filarmônica de Minas Gerais lança programa para fomentar ações educacionais

Sun, 29 Oct 2017 03:00:00 PDT

Foto: Rafael Motta / Reprodução.   A Filarmônica de Minas Gerais acaba de lançar a edição 2017 do programa Amigos da Filarmônica. Com essa iniciativa, o Instituto Cultural Filarmônica busca o apoio de pessoas físicas em favor da Programação Educacional da Orquestra, por meio de contribuições diretas ou incentivadas.  As contribuições diretas podem ser feitas em qualquer época; já as incentivadas, que são declaradas e abatidas no Imposto de Renda Pessoa Física 2018 (ano-base 2017), precisam ser feitas até o dia 29 de dezembro de 2017. Este é o terceiro ano do programa. Nas primeiras edições, 348 pessoas responderam a esse chamado, e suas contribuições foram fundamentais para a execução dos quatro programas de cunho educacional que têm como foco a formação de público para a música clássica, o incentivo a novos compositores e o aprimoramento de jovens regentes.  Nesse período, 163 escolas municipais e estaduais participaram dos Concertos Didáticos, permitindo a 8.100 crianças um primeiro contato com a música clássica; 17.916 pessoas assistiram, em família, aos Concertos para a Juventude; 61 compositores brasileiros participaram do Festival Tinta Fresca, enviando suas obras para a banca examinadora, sendo que as 9 obras selecionadas foram apresentadas ao público em concertos gratuitos; e 69 jovens regentes se inscreveram e 29 participaram do Laboratório de Regência, visando o aprimoramento de seus talentos. O programa Amigos da Filarmônica é uma forma de permitir que admiradores da Orquestra contribuam diretamente para suas ações educacionais. Ao colaborar com a Filarmônica de Minas Gerais, o Amigo recebe contrapartidas como ingressos para alguns concertos da Orquestra, acesso aos ensaios abertos e visita guiada. A inscrição no programa e a contribuição podem ser feitas pela internet ou pessoalmente, na Sala Minas Gerais, em dias de concerto, e também por depósito bancário. As pessoas interessadas podem acessar o site da Orquestra, enviar um e-mail para amigos@filarmonica.art.br ou ligar para o telefone: (31) 3219.9029. Formas de contribuição 1. Incentivada, abatendo o valor do Imposto de Renda de Pessoa Física. A legislação brasileira permite a destinação de até 6% do imposto devido para projetos culturais. As contribuições a serem declaradas no Imposto de Renda de 2018 (ano-base 2017) precisam ser feitas até o dia 29 de dezembro de 2017. 2. Direta, sem abatimento no imposto de renda, podendo ser feita em qualquer época do ano. Como fazer a contribuição? 1. Online: pelo site oficial ou digitando fil.mg/amigos no navegador. 2. Na Sala Minas Gerais (em dias de concerto): no balcão do programa Amigos da Filarmônica. 3. Por depósito bancário: o depósito pode ser feito diretamente nas contas indicadas no site. Sobre a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais Belo Horizonte, 21 de fevereiro de 2008. Após meses de intenso trabalho, músicos e público viam um sonho tornar-se realidade com o primeiro concerto da primeira temporada da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais.  Foto: Rafael Motta / Reprodução.   Criada pelo Governo de Minas Gerais e gerida pela sociedade civil, nasceu com o compromisso de ser uma orquestra de excelência, cujo planejamento envolve concertos de série, programas educacionais, circulação e produção de conteúdos para a disseminação do repertório sinfônico brasileiro e universal.  Um dos mais bem-sucedidos programas continuados no campo da música erudita, tanto em Minas Gerais como no Brasil, reconhecida com prêmios culturais e de desenvolvimento econômico, em 2017 a Filarmônica está apresentando sua décima temporada e continua contando com a participação de grandes músicos para celebrar a Música e o respeito conquistado junto ao público. Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e&nbs[...]



#QueroMinhaNota: Aplicativo colaborativo estima nota no Enem logo após a prova

Mon, 30 Oct 2017 03:00:00 PDT

Os alunos saem do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ansiosos: a prova, realizada em novembro, tem os resultados divulgados só no ano seguinte. Como o método de correção dá peso diferente às questões, fica impossível prever a própria nota. Desde 2015, o app #QueroMinhaNota reúne as respostas de milhares de candidatos para, logo após a prova, estimar as notas nas quatro áreas do conhecimento. Em 2016, mais de 400 mil alunos conferiram a estimativa de nota na TRI (metodologia de correção adotada pelo Inep/MEC), separada por área do conhecimento (Ciências Humanas, Ciências da Natureza, Linguagens e Matemática).  O app foi o mais baixado em Educação durante o Enem 2016 estará disponível gratuitamente para Android e iOS a partir de 5 de novembro, primeiro dia de provas do Enem. Ao contrário do que pensam alguns alunos e professores, as notas do Enem não vão de 0 a 1000 e não podem ser calculadas a partir da soma de acertos no gabarito.  A correção considera a dificuldade das questões, o que abre margem para que dois alunos com o mesmo número de acertos tenham notas completamente diferentes, a depender de quais questões acertaram e erraram. O app também calcula as chances de entrada em milhares de cursos de universidades públicas de todo o país. Hoje, a nota no Enem é a maior porta de entrada do ensino superior brasileiro.  Em janeiro, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SiSU), 2,5 milhões de candidatos disputaram 238 mil vagas em universidades. Nos últimos anos, universidades particulares também têm utilizado a nota no Enem para selecionar candidatos. "Quanto mais estudantes baixarem o aplicativo, mais precisa será a nota calculada. A partir de um certo número, a projeção fica bastante próxima dos resultados oficiais, que só sairão no ano que vem", explica Ricardo Madeira, professor da FEA/USP e sócio da Tuneduc, empresa de tecnologia educacional responsável pelo desenvolvimento do app.  “Além de diminuir a ansiedade dos candidatos, nós usamos os dados gerados para criar indicadores relevantes para escolas públicas e privadas melhorarem a aprendizagem", ressalta Madeira. O app está disponível para download gratuito nas plataformas Android e iOS. Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista

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#DicaCultural: Cia. Luna Lunera comemora uma década do espetáculo "Aqueles Dois"

Tue, 31 Oct 2017 05:00:00 PDT

Foto: Gustavo Jácome / Reprodução.   A montagem do espetáculo "Aqueles Dois", pela Cia. Luna Lunera, comemora uma década em novembro de 2017. Para celebrar a data, a companhia realiza curta temporada no Teatro de Bolso do SESIMINAS entre os dias 23 de novembro e 03 de dezembro de 2017. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). Clique aqui para comprar os ingressos online. A peça, que narra a relação entre Raul e Saul, dois funcionários de uma repartição que compartilham o ambiente de trabalho burocrático e monótono e ali desenvolvem laços afetivos, foi inspirada no conto homônimo de Caio Fernando Abreu. Para saber mais detalhes, clique aqui. Ao longo de 10 anos, o espetáculo já foi apresentado em 25 capitais e em mais de 100 cidades brasileiras, completando 400 apresentações durante a temporada comemorativa. Além disso, vem realizando marcantes participações em festivais internacionais, em países como Argentina, Colômbia, Costa Rica, México, Uruguai e Venezuela. A “repartição” funciona como metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho e pano de fundo para o surgimento de laços de cumplicidade entre os dois novos funcionários.  É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. “O espetáculo partiu de improvisações e imersões na obra de Caio Fernando Abreu. O coletivo de criadores propôs, sobrepôs e experimentou seus próprios roteiros. E não houve a escolha de um único diretor. O processo transformou-se num exercício de direção e dramaturgia compartilhadas”, explica o codiretor Zé Walter Albinati. Texto e espetáculo possibilitam uma diversidade de leituras e percepções sobre o universo "daqueles dois". São múltiplas as citações ou simples menções a artistas e obras de áreas diversas, locações urbanas, letras de músicas, filmes, épocas, onde o Caio Fernando Abreu mistura, despudoradamente, seus mundos biográfico e ficcional.  Os criadores, por sua vez, revezam-se nos papéis de Raul e Saul, narram trechos, sugerem os outros personagens da “repartição” e inserem suas próprias referências e leituras para o texto de Caio. Há ainda no cenário, no figurino, na música e no texto uma intencional simultaneidade, abrangendo a várias décadas. Dentre as várias temáticas abordadas pelo espetáculo, como a solidão e a aridez dos ambientes de trabalho, uma delas chama a atenção pela sua grande importância social e ainda um tabu nas discussões: a homofobia. Dez anos após a estreia do espetáculo, essa questão passou a ser mais discutida pela sociedade em distintos núcleos sociais.  O Brasil é o campeão mundial de crimes contra minorias sexuais. Em 2016, segundo dados divulgados pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), foram mortos 343 LGBT’s (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais).  Uma média de um homicídio a cada 25 horas. Para se ter uma ideia da situação alarmante que o país enfrenta, o número de crimes contra LGBT’s em 2000 era de 130, saltou para 260 em 2010, e chegou a 343 em 2016. Um aumento de 240 % em 16 anos. Assim, o espetáculo mostra-se mais atual do que nunca. Premiações O espetáculo foi premiado como melhor espetáculo e melhor direção no 13º Prêmio Sesc-Sated/MG (2008) e no 5º Prêmio Usiminas- Sinparc (2008). Em 2009, foi indicado ao Prêmio Shell São Paulo nas categorias de melhor direção, cenário e iluminação, vencendo nesta última. Em 2015, recebeu o prêmio de espetáculo revelação no FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa. Serviço: Temporada de 10 anos do espetáculo Aqueles Dois Data: de 23/11 a 26/11 e 30/11 a 03/12 Local: Teatro de Bolso do SESIMINAS - Rua Padre Marinho, 60, Santa Efigênia Horário: de quinta a sábado – 20h / Domingo – 19h Valor: R$ 30 (inteira) / R$ 15 (meia-entrada)[...]



#DicaCultural: Belo Horizonte recebe exposição fotográfica e palestra gratuita com Amyr Klink

Tue, 31 Oct 2017 07:00:00 PDT

Foto: Gabriel Araújo / Reprodução.  O Centro de Referência da Juventude, em Belo Horizonte, recebe entre os dias 03 e 11 de novembro uma exposição dedicada à reflexão sobre o uso racional da água, com base na experiência das expedições do mais famoso velejador brasileiro, @amyrklink.  “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” poderá ser conferida gratuitamente, de segunda a sexta, das 9h às 22h e sábado, das 9h às 14h. Além da exposição, no dia 04 de novembro (sábado), Amyr Klink fará uma palestra gratuita no local, às 14h. É necessário retirar vale-palestra pelo site: www.dcolor.art.br A exposição reúne 30 fotografias do acervo de Amyr Klink. O mundialmente respeitado navegador já realizou mais de 40 viagens oceânicas e tornou-se referência nacional quando se fala em consumo consciente, especialmente da água. Viabilizado através da Lei Rouanet, e executado pela D’color Produções Culturais, o projeto foi inaugurado em 2014, e já passou por vários estados brasileiros. A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que cada pessoa gaste, somando suas atividades domésticas e de higiene, de 50 a 100 litros diários de água. É muito? Pouco? Quantos litros de água você gasta por dia? Seria possível viver consumindo menos de três litros por dia? Amyr Klink garante que sim. Há mais de 30 anos, ele passou 100 dias num barco a remo com um consumo diário de 2,7 litros de água.  A viagem foi a primeira travessia a remo do Oceano Atlântico e até hoje o navegador brasileiro é o único homem do mundo que conseguiu completar esta façanha. A experiência deu origem ao best seller ‘Cem dias entre céu e mar’, que ficou por 31 semanas consecutivas na lista dos dez livros mais vendidos de não-ficção no Brasil. Estas e outras curiosidades fazem da exposição “Linha D’Água” um programa imperdível, mas que serve de alerta também para a necessidade de economia e do uso racional dos recursos naturais, especialmente da água. A exposição é patrocinada pela Webmotors e produzida pela empresa campineira D’color Produções Culturais. O projeto “Linha D’Água” conta ainda com um livro catálogo da exposição e uma cartilha infantil ilustrada com conteúdo relacionado ao consumo consciente da água. O material estará à disposição dos visitantes.  A exposição receberá visitas monitoradas e as escolas interessadas podem realizar agendamento junto à D’color Produções Culturais pelo telefone (19) 3256-4500 ou pelo e-mail producao@dcolor.art.br. As escolas participantes também receberão o material didático da exposição. Fotografias “Linha D’Água – Viagens oceânicas de Amyr Klink e suas lições sobre a água” é uma exposição fotográfica dividida em três módulos, que remetem a cada um dos barcos usados pelo velejador em algumas de suas principais expedições: barco a remo I.A.T., Paratii e Paratii 2.  Foto: Kassius Trindade / Reprodução.  Ao todo são 30 imagens, dispostas em painéis com textos sobre as viagens. Todo o material expositivo é montado em base sustentável, seguindo assim os princípios do projeto, de estimular a reflexão sobre consumo consciente. A mostra reúne imagens de autoria de Amyr Klink e também algumas fotografias de Marina Klink, sua esposa, que registrou, a partir dos anos 80, belas imagens de esportes de aventura, como asa-delta e competições de iatismo.  Velejadora com mais de uma centena de competições no currículo, tornou-se uma das mais respeitadas fotógrafas de natureza do país. Seus primeiros registros aconteceram em 1995 na Antártica. Após 13 viagens para a região, reuniu 180 imagens no livro ‘Antártica - A Última Fronteira’. Palestra Na palestra, Amyr Klink contará sua história e falará sobre as estratégias de consumo de água em suas viagens, revelando que planeja[...]



#CaféLiterário: Livro sobre a banalização do cinismo na política é lançado em Belo Horizonte

Tue, 31 Oct 2017 09:00:00 PDT

Questões contemporâneas que envolvem a política brasileira são abordadas no livro “O Deputado – ou o cinismo”, o novo thriller psicológico de José Ernesto Bologna, que será lançado no dia 09 de novembro, no Auditório da Cemig, em Belo Horizonte (MG). Baseando-se em um contexto extremamente atual – o ódio e o cinismo na política, Bologna se propõe a analisar, por meio de seus personagens, os dilemas éticos vividos pela sociedade brasileira, extensível a contextos mundiais, partindo do ponto de vista da psicologia e da filosofia. Na trama, um deputado, modelo do mais absoluto cinismo, é sequestrado e levado para uma caverna, onde seus únicos contatos são uma figura obscura, que se anuncia como condutor de um experimento psicológico e moral, e sua assistente, com poder de ler pensamentos e sentimentos. Valendo-se de um curioso enigma colocado desde o início e cuja solução dará ao deputado a liberdade, o sequestrador e sua assistente estudam em detalhes a natureza mental do sequestrado.  Incapaz de resolver a charada, à medida em que o livro progride, o deputado tenta de todas as formas monetizar a sua condição de soltura; mas o sequestrador – absolutamente honesto em seus propósitos – é refratário a qualquer oferta. Amparado em um amplo conhecimento de psicologia e filosofia, dono de um intenso estilo pessoal, Bologna propõe uma narrativa empolgante, combinando elementos de tensão crescente, discussões teóricas fluidas, ágeis e compreensíveis para o leitor. Da prosa ao verso, da psicologia à filosofia, da ética à política, da intolerância à compreensão. Este livro discute a necessidade do equilíbrio entre liberdades e limites, estimulando a educação para a cidadania e o aprimoramento do Estado de Direito, por meio da reflexão ética e moral, apontando a violência sutilmente oculta no cinismo, e o ódio por ele justificado.   Sobre o autor José Ernesto Bologna é psicólogo de formação e entre outras atividades atua como professor na Fundação Dom Cabral. Bologna é autor de livros como “O Mundo é um Palco – Shakespeare 400 anos: um olhar brasileiro” (2016, Edições de Janeiro), “Diálogos Criativos – Domenico De Mais; Frei Beto” (2008, Sextante), “Estação Desembarque – Referências Existenciais para o Jovem Contemporâneo” (1999, Aquariana), entre outros. Serviço Local: Auditório da Cemig Endereço: Av. Barbacena, 1200 – Belo Horizonte (BH) Data: 09.11 (quinta-feira) Horário: a partir das 19h30 Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista

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#TVDigital: Patrulha Digital quer mobilizar a Grande Belo Horizonte sobre o fim do sinal analógico

Tue, 31 Oct 2017 11:00:00 PDT

A Seja Digital, entidade responsável pela operação do processo de migração do sinal de TV no Brasil, o Senai-MG, a TV Globo Minas e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert), promovem, de 30 de outubro a 07 de novembro, a Patrulha Digital em algumas cidades da Grande Belo Horizonte (MG).  A ação tem o objetivo de levar informação sobre a TV digital, que será a única forma de assistir à programação da TV aberta na região de cidade após o desligamento do sinal analógico, previsto para ocorrer em 08 de novembro.  No local, também haverá uma mobilização para que famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal a retirada do kit gratuito, com antena digital e conversor com controle remoto. Um grupo de alunos do Senai atenderá a população, esclarecendo dúvidas sobre a migração do sinal de TV e a instalação dos equipamentos que permitem que televisores antigos tenham acesso ao sinal digital.  O atendimento acontecerá em diversas datas e horários em bairros da capital mineira e de outras 5 cidades da região: Betim, Confins, Contagem, Ribeirão das Neves e Vespasiano. Mobilização  Juntamente com a Patrulha Digital, acontecerá uma mobilização para atender famílias inscritas em programas sociais do Governo Federal, que têm direito ao kit gratuito. A população poderá tirar dúvidas sobre o desligamento do sinal analógico de TV, verificar se tem direito ao kit gratuito e agendar a retirada.  O kit é composto por antena digital e conversor com controle remoto, equipamentos que possibilitam que televisores antigos tenham acesso ao sinal digital, e está sendo distribuído gratuitamente às famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal, como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Pronatec, entre outros.  Para saber se têm direito e agendar a retirada dos equipamentos, os moradores podem acessar o site sejadigital.com.br/kit ou ligar gratuitamente para o número 147, com o NIS (Número de Identificação Social) em mãos. Sobre a Seja Digital A Seja Digital (EAD - Entidade Administradora da Digitalização de Canais TV e RTV) é uma instituição não governamental e sem fins lucrativos, responsável por operacionalizar a migração do sinal analógico para o sinal digital da televisão no Brasil.  Criada por determinação da Anatel, tem como missão garantir que a população tenha acesso à TV Digital, oferecendo suporte didático, desenvolvendo campanhas de comunicação e mobilização social e distribuindo kits para TV digital para as famílias cadastradas em programas sociais do Governo Federal.  Também tem como objetivos aferir a adoção do sinal de TV digital, remanejar os canais nas frequências e garantir a convivência sem interferência dos sinais da TV e 4G após o desligamento do sinal analógico. Esse processo teve início em abril de 2015 e, de acordo com cronograma definido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, mais de 1300 municípios terão o sinal analógico desligado até 2018. Cronograma da Patrulha Digital  Betim Data: 31 de outubro (terça-feira) Onde: Citrolândia e Icaivera Horário: 9h às 16h Contagem Data: 1º de novembro (quarta-feira) Onde: Riacho das Pedras e Nova Contagem Horário: 9h às 16h Belo Horizonte e Ribeirão das Neves Data: 02 de novembro (quinta-feira) Onde: Jardim Felicidade (BH) e Florença (Rib. Das Neves) Horário: 9h às 16h Belo Horizonte e Ribeirão das Neves Data: 03 de novembro (sexta-feira) Onde: Ribeiro de Abreu (BH) e Veneza (Rib. Das Neves) Horário: 9h às 16h Belo Horizonte Data: 04 de novembro (sábado) Onde: Maria Goreti e Santa Lúcia Horário: 9h às 16h Belo Horizonte e Confins Data: 05 de novembro (domingo) Onde: Santa Mônica e Aparecida (BH) / Centro e Zona Rural (Confins) Horário: 9h às 16h Vespasiano Data: 06 d[...]



#TOP5: Dicas para tirar uma boa nota na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)

Fri, 03 Nov 2017 03:00:00 PDT

Foto: Portal JH / Reprodução.  Nos dias 05 e 12 de novembro, 6,7 milhões de pessoas vão fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o País. A avaliação passou a ser a porta de entrada no Ensino Superior de diversas faculdades e universidades brasileiras, uma vez que o Enem deixou de certificar o Ensino Médio. Agora, quem deseja obter a certificação deve realizar o Exame Nacional para Certificação de Competência de Jovens e Adultos (Encceja).  Logo neste primeiro domingo (05/11), será realizada a prova de redação, junto às provas de linguagem, código e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias. A duração será de 5 horas e 30 minutos. Já no segundo domingo é a vez de testar os conhecimentos em matemática e ciências da natureza e suas tecnologias, com 4 horas e 30 minutos de duração.  Mas, para muitos estudantes, a redação é um dos maiores desafios na hora de fazer o Enem. O texto exige, entre outras coisas, organização, planejamento de tempo e conhecimento sobre assuntos da atualidade para um bom desempenho na prova. Abaixo, confira cinco dicas para arrasar na redação do Enem 2017: Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista

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#DicaCultural: Belo Horizonte recebe Jornada Internacional de Arte Indígena

Fri, 03 Nov 2017 05:00:00 PDT

Foto: Léo Lara / Reprodução.  A Casa Fiat de Cultura e a Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais, espaços que integram o Circuito Liberdade, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, promovem no dia 08 de novembro, a Jornada Internacional de Arte Indígena, momento para discussões, relatos e trocas sobre a arte indígena contemporânea.  A iniciativa é um desdobramento da exposição "O Tempo dos Sonhos: A Arte Aborígene Contemporânea da Austrália", na Casa Fiat de Cultura – a mais abrangente mostra de arte aborígene realizada na América Latina.  O evento contará com a participação de especialistas e pesquisadores da arte contemporânea, além de um artista indígena brasileiro e um artista aborígene australiano. A Jornada Internacional será realizada das 14h às 18h, no Teatro da Biblioteca Pública e a entrada é gratuita, mediante retirada de senhas uma hora antes do evento.  A conferência terá tradução simultânea. No dia 09 de novembro, às 19h, o público poderá fazer uma visita mediada à exposição "O Tempo dos Sonhos", na Casa Fiat de Cultura, com o curador Clay D'Paula e convidados. A participação é gratuita. Em itinerância pelo Brasil, a mostra “O Tempo dos Sonhos” já passou pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e agora está em cartaz na capital mineira, na Casa Fiat de Cultura, até o dia 19 de novembro. O interesse do público por pelas pinceladas coloridas, narrativas enigmáticas, mitos e sonhos transformados em pinturas, gravuras e esculturas reforçaram a intenção dos organizadores da exposição sobre a importância de oferecer um momento de reflexão sobre esse fenômeno.  O seminário reunirá australianos e brasileiros interessados nas interfaces entre cultura e desenvolvimento, entre diversidade cultural e experiência estética e entre arte e cidadania. Participarão da Jornada Internacional de Arte Indígena o curador da exposição “O Tempo dos Sonhos”, Clay D´Paula, que é especializado em Arte Contemporânea e Moderna na Universidade de Sidney, Austrália; a antropóloga, pesquisadora e especialista em Arte Aborígene Contemporânea da Austrália, Ilana Goldstein; o curador do Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea (RJ), Ricardo Resende; o designer e artista indígena brasileiro, Denilson Baniwa; os australianos Djon Mundine, celebrado curador de arte aborígene, e Willurai Kirkbright, artista aborígene contemporânea, que juntos irão abordar as especificidades e os potenciais das artes indígenas, tema pouco explorado no Brasil, e com enorme potencial de empoderamento e geração de renda. Foto: Léo Lara / Reprodução.  O contexto australiano e o brasileiro têm muito mais em comum do que se imagina. De acordo com o especialista em Arte Contemporânea e Moderna, Clay D’Paula, talvez as experiências com políticas públicas e empreendedorismo privado que resultaram no boom da arte aborígene australiana nas décadas de 1990 e 2000 possam inspirar iniciativas similares ou análogas no Brasil.  “Existem, hoje, cerca de 100 cooperativas autogeridas por comunidades indígenas na Austrália, os principais museus australianos possuem alas para expor artes nativas e as cidades australianas abrigam dezenas de galerias comerciais que vendem arte indígena. É o extremo oposto do contexto brasileiro, em que insistimos em falar de “artesanato” indígena e congelar os povos indígenas no passado”, ressalta Clay ao completar que “conhecemos pouquíssimo sobre a enorme diversidade cultural e estética das mais de 300 etnias que vivem em território brasileiro".  Talvez também aqui a arte possa funcionar como uma plataforma de comunicação entre visões de mundo diferentes, como uma estratégia para dar visibilidade a povos historicamente visibilizad[...]



#VidasNegras: ONU Brasil lança campanha pelo fim da violência contra a juventude negra

Sat, 04 Nov 2017 03:00:00 PDT

A Organização das Nações Unidas (ONU) no Brasil lança, no próximo dia 07 de novembro, a campanha “Vidas Negras”, pelo fim da violência contra jovens negros. A iniciativa, ligada à Década Internacional de Afrodescendentes, envolve os 26 organismos da Equipe de País da ONU.  O objetivo é sensibilizar sociedade, gestores públicos, sistema de Justiça, setor privado e movimentos sociais a respeito da importância de políticas de prevenção e enfrentamento da discriminação racial.  Para a ONU, o racismo é uma das principais causas históricas da situação de violência e letalidade a que a população negra está submetida. Atualmente, um homem negro tem até 12 vezes mais chance de ser vítima de homicídio no Brasil que um não negro, segundo o Mapa da Violência. O lançamento, com divulgação de vídeos e materiais de campanha, terá início às 15h30, na Casa da ONU, em Brasília-DF, e contará com a presença do coordenador residente das Nações Unidas, Niky Fabiancic; de representantes do governo e da sociedade civil que atuam no tema; e do ator Érico Brás - apoiador da campanha “Vidas Negras” e participante dos vídeos e peças. No Brasil, sete em cada dez pessoas assassinadas são negras. Na faixa etária de 15 a 29 anos, são cinco vidas perdidas para a violência a cada duas horas. De 2005 a 2015, enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes teve queda de 12% entre os não negros, para os negros houve aumento de 18%.  “O Brasil é um dos 193 países comprometidos com a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Um dos principais compromissos dessa nova agenda é não deixar ninguém para trás em relação às metas de desenvolvimento sustentável, incluindo jovens negros. Com a campanha Vidas Negras, a ONU convida brasileiras e brasileiros a se engajarem e promoverem ações que garantam o futuro de jovens negros”, comenta o coordenador residente da ONU, Niky Fabiancic. Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pelo Senado Federal, 56% da população brasileira concorda com a afirmação de que “a morte violenta de um jovem negro choca menos a sociedade do que a morte de um jovem branco”. O dado revela o grau de indiferença com que os brasileiros têm encarado um problema que deveria ser de todos. A campanha quer chamar atenção para o fato de que cada perda é um prejuízo para o conjunto da sociedade. Além disso, deseja alertar sobre como o racismo tem restringido a cidadania de pessoas negras de diferentes formas. Consciência Negra Segundo dados recentemente divulgados pelo Unicef, de cada mil adolescentes brasileiros, quatro vão ser assassinados antes de completar 19 anos. Se nada for feito, serão 43 mil brasileiros entre os 12 e os 18 anos mortos de 2015 a 2021, três vezes mais negros do que brancos.  Entre os jovens, de 15 a 29, nos próximos 23 minutos, uma vida negra será perdida e um futuro cancelado, segundo o Mapa da Violência. A campanha defende que esta morte precisa ser evitada e, para isso, é necessário que Estado e sociedade se comprometam com o fim do racismo – elemento chave na definição do perfil das vítimas da violência. As peças da campanha abordam diferentes facetas da questão, que vão da discriminação como obstáculo à cidadania plena; passam pelo tratamento desigual de pessoas negras em espaços públicos; e pelo vazio deixado pelos jovens assassinados nas famílias e comunidades; chegando até o problema da filtragem racial (escolha de suspeitos pela polícia, com base exclusivamente na cor da pele). Participam dos vídeos e demais materiais, além de Érico Brás, Taís Araujo, Kenia Maria, Elisa Lucinda e o Dream Team do Passinho. A campanha, principal ação do Sistema ON[...]



#DicaCultural: Mostra de Cinema Espanhol exibe filmes gratuitos no MIS Cine Santa Tereza

Mon, 06 Nov 2017 02:00:00 PST

Foto: PBH / Reprodução.  Os cinéfilos da capital mineira terão a oportunidade de conferir mais uma Mostra de Cinema Espanhol que chega à cidade, no próximo dia 15 de novembro, e fica em cartaz até o dia 25/11. Os filmes serão exibidos, gratuitamente, no MIS (Museu da Imagem e do Som) Cine Santa Tereza, à rua Estrela do Sul, 89, bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte (MG). A Mostra é uma realização do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil, da Sociedade Cultural Brasil-Espanha e Instituto Cervantes.  A curadoria é de responsabilidade do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha. A Mostra já passou por cidades como Porto Alegre, Belém, São Paulo, Recife, Manaus, Salvador, Curitiba, Brasília e Vitória. Em novembro é a vez de Belo Horizonte, Florianópolis e Aracaju. Em dezembro segue para Goiânia e Rio de Janeiro. Foram selecionados cinco filmes para mostrar a diversidade e a riqueza da produção cinematográfica espanhola. As películas destacam os inúmeros pontos em comum com o Brasil, assim como o estreito vínculo entre nossas duas culturas. São eles a comédia/drama "Felizes 140"; a comédia "A minha Grande Noite"; o romance "Noite de Verão em Barcelona"; a comédia/drama "Truman" e o documentário "Nem Tudo é Vigília". Foto: TV Globo Minas / Reprodução.  “Essa é mais uma ação apoiada pelo Instituto Cervantes de Belo Horizonte na promoção da cultura. Queremos ser reconhecidos não somente como uma referência no ensino do espanhol, mas também como disseminadores da cultura em suas mais variadas vertentes”, comenta o diretor do Instituto Cervantes de Belo Horizonte, Luis Javier Ruiz Sierra. Confira a programação em Belo Horizonte: 15/11 Quarta-feira 17h- Felizes 140 19h- A Minha Grande Noite 16/11 Quinta-feira 17h- Nem Tudo é Vigília 19h30- Noite de Verão em Barcelona 17/11- Sexta-feira 17h- Truman 19h30- Felizes 140 18/11- Sábado 19h- A Minha Grande Noite 22/11- Quarta-feira 17h- Nem Tudo é Vigília 19h30- Felizes 140 23/11- Quinta-feira 17h30- Truman 19h30- Noite de Verão em Barcelona 24/11- Sexta-feira 17h- A Minha Grande Noite 19h30- Nem Tudo é Vigília 25/11- Sábado 19h- Truman Confira as sinopses de cada filme que será exibido: Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista

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#CaféLiterário: Livro "Para Francisco" ganha edição especial e é relançado em Belo Horizonte

Wed, 08 Nov 2017 02:00:00 PST

No próximo dia 13 de novembro, das 19h às 22h, em Belo Horizonte, a publicitária, blogueira e escritora Cris Guerra, do blog Hoje Vou Assim, irá lançar uma edição ampliada do livro "Para Francisco", escrito em 2008. Nele, Cris apresenta ao filho, Francisco, o pai que ele não conheceu (Guilherme teve morte súbita no final da gravidez de Cris). O livro traz dez anos de história. Uma seleção de novas cartas e também das Francisquices, cenas divertidas do filho, que hoje tem 10 anos. A nova edição tem prefácio da médica Ana Cláudia Quintana, autora de “A morte é um dia que vale a pena viver“.  A orelha é da escritora e professora de escrita criativa, Cristiane Lisbôa, e a quarta capa é do radialista e palestrante, Marcos Piangers, autor do best-seller "Papai Pop". Além disso, a atriz mineira Débora Falabella fará no cinema o papel de Cris Guerra no filme "Para Francisco", que está sendo adaptado para o cinema.  Paralelamente a “Para Francisco”, Cris iniciou outro blog, o “Hoje Vou Assim”, em que escrevia com o corpo sua história de reconciliação com a vida. Pioneiro da febre de looks do dia no Brasil, o blog inspirou centenas de outros blogs de moda no país e resultou em seu segundo livro, o best-seller "Moda Intuitiva".  Sobre o livro Acordar. Respirar. Pensar. Existir. Não há um verbo que não doa durante o luto. Talvez dormir alivie, que é quando a dor adormece. Momento em que o medo desperta: será preciso enfrentar o dia seguinte. Perder quem amamos é morrer um pouco. Queremos fugir, perder a memória, emprestar outra vida. Qualquer coisa que nos salve do horror de sentir que alguém foi amputado de nós". (Trecho do Livro "Para Francisco"). Em janeiro de 2007, uma parte de Cris morreu junto com o marido, Guilherme. Mas havia dentro dela outro coração. E esse batia convicto, com ânsia de estreia. Francisco nasceria dois meses depois. E foi para o filho que Cris começou a escrever. "Eu era a mãe mais feliz. Eu era mulher mais triste – uma dor que parecia fadada a nunca mais terminar. Escrever foi minha máscara de oxigênio", conta. E quando suas palavras conseguiam fazer o outro vestir o que ela sentia, uma espécie de alquimia transmutava dor em sorriso. Foi assim que ela renasceu. Cris ainda não plantou uma árvore, chegou a duvidar de sua capacidade de gerar um filho, mas já escreveu quatro livros. Foi "Para Francisco", no entanto, que fez nascer sua escrita. Encorajada pelo sucesso da obra, a redatora publicitária começou a publicar seus textos. Foi cronista da Veja-BH nos três anos em que a revista circulou na capital. Hoje, escreve nas revistas Encontro e Canguru. E, há sete anos, assina uma coluna na rádio BandNews FM de Belo Horizonte. Um dia, deitado no colo da mãe, Francisco tomou o livro nas mãos, leu a dedicatória em voz alta e filosofou: "Se a gente construísse a máquina do tempo, eu ia encontrar meu pai Guilherme, né, Mamãe?" O livro é mesmo uma espécie de máquina do tempo. Capaz de entregar para o filho o pai que faz mais falta nos momentos alegres. Um livro de rara beleza, que desperta o leitor para emoções essenciais e universais, num misto de realidade e poesia. "Cris transitou entre o céu e o inferno. Poderia ter se entregado à vitimização, mas fez melhor: transformou sofrimento em poesia", diz Martha Medeiros sobre o livro: "Em tempos onde só se fala em amores fóbicos, ler o texto elegante e inteligente da Cris me fez ter uma nova perspectiva do que é tragédia. Tragédia é não lembrar com doçura. (…) Nunca havia pensando nisso: vemos nossos pais através dos olhos de nossas mães. A narrativa dessa vida-e-morte simultâneas é contada com desembaraço, emoção e nenhuma pieguice, mesmo tendo todos [...]



#Tecnologia: Campus Party MG triplica de tamanho em 2017 sem deixar de abrir espaço para a inovação

Mon, 13 Nov 2017 02:00:00 PST

Foto: Divulgação.  No início deste mês de novembro, aconteceu em Belo Horizonte a segunda edição da Campus Party Minas Gerais, uma das maiores experiências de tecnologia e inovação do mundo e uma iniciativa do Governo de Minas Gerais por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SEDECTES). Ao todo, o evento reuniu mais de 5 mil campuseiros, sendo que 1200 ficaram acampados. “Estamos muito felizes com o resultado do evento. As vendas de ingressos se aceleraram nos últimos dias, o que fez com que palestras, workshops ehackathons tivessem recorde de público”, avalia Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party.  Quem compareceu aos cinco dias da CPMG2 acompanhou mais de 250 horas de conteúdo, mais de 300 palestras e workshops sobre os mais variados temas, além de desfrutar da internet de 20 GBps, fornecida pela Telebras e Use Telecom. Foram destaques do palco Feel the Future personalidades como Nolan Bushnell, o criador do Atari, Caito Maia, fundador da Chilli Beans, Lorrana Scarpioni, CEO e cofounder da Bliive, maior rede global de troca de tempo, Luiz Gabriel Tiago, o Sr. Gentileza, indicado ao prêmio Nobel da Paz esse ano, Marcos Palhares, único astronauta brasileiro participante da empresa pioneira em turismo espacial Virgin Galactic, os Irmãos Piologo, Maurício Cid, do  blog Não Salvo, entre outros.  Além das palestras o público teve acesso a hackathons e workshops, como o de Coders, que aconteceu pela primeira vez e teve presença maciça dos campuseiros. Essa edição contou com uma programação de temas que não estão diretamente vinculados ao universo da tecnologia, como inclusão social, diversidade de gêneros e acessibilidade.  “A Campus Party historicamente sempre procurou tratar de temas que impactam a sociedade, tendo ou não a tecnologia como pano de fundo. Para essa edição, em especial, tivemos a oportunidade de fomentar a discussão entre os campuseiros sobre assuntos que os afetam diretamente como cidadãos  e contamos com uma grande receptividade. Acredito que nosso papel é justamente o de ser uma plataforma de disseminação de conhecimento e troca de opiniões”, explica Francesco Farruggia. Foto: Divulgação.  Na Campus Party Minas Gerais também foram anunciados os novos embaixadores do evento. O grupo tem como objetivo ajudar a promover o evento para o público que ainda não teve a oportunidade de vivenciar a experiência, mas também estimular o relacionamento com as comunidades de campuseiros.  Os embaixadores são Aline Carvalho; Alexandre Casemonstro; André Costa; Bruno Souza; Cláudio Nascimento; Dado Schneider; Dino Lincoln; Genésio Gomes; José Salustiano; Marcelo Mesquita; Marcelo Branco; Thiago Jarjour e Vinicius Machado. Outra novidade dessa edição foi o lançamento da versão beta da “Comunidade de Empreendedorismo” que faz parte da plataforma Campuse.ro, rede social oficial da Campus Party, que atualmente conta com mais de 530 mil pessoas cadastradas no mundo, sendo mais de 180 mil no Brasil.  A ação faz parte do “Projeto de Fomento ao Empreendedorismo Digital”, uma parceria entre o Sebrae Nacional e o Instituto Campus Party, que atuam de forma conjunta e contínua para fomentar o empreendedorismo digital no país.  “Nossa ideia é a criação de um ambiente favorável para que os amantes da tecnologia, inovação e empreendedorismo possam interagir de forma democrática entre si, disseminando conteúdos e promovendo o intercâmbio de informações de forma colaborativa”, complementa Farrugia. Confira abaixo os principais números da CPMG2: Dados Gerais: - Total de campuseiros: 5000 - Campus[...]



#SUSParaTodos: Mudanças na Política Nacional da Atenção Básica é tema de Seminário na ESP-MG

Wed, 15 Nov 2017 02:00:00 PST

Alunos e docentes da especialização em "Comunicação e Saúde" da ESP-MG. Fotos: ASCOM / ESP-MG.  Na última sexta-feira (10/11), a Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (ESP-MG) realizou o seminário "Comunicação e Atenção Primária à Saúde: desafios e possibilidades". A atividade teve em sua programação as mudanças na Política Nacional da Atenção Básica (PNAB) e seus impactos na assistência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). » Mudança na PNAB pode afetar a Atenção Básica no SUS » Alunos da ESP-MG fazem bastidores de reportagem multimídia O encontro teve início com a apresentação da reportagem multimídia produzidas pelos alunos do curso de especialização em Comunicação e Saúde, orientadas pelo docente Wander Veroni Maia, jornalista e coordenador da Comunicação Digital da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), sobre a importância da Atenção Primária no SUS no cenário político atual e a ressignificação das funções do Agente de Combate a Endemias e do Agente Comunitário de Saúde. O docente explica que a proposta da reportagem multimídia nasceu com o objetivo de os alunos colocarem em prática o conhecimento sobre as ferramentas da web e as suas respectivas possibilidades de narrativa jornalística vista na disciplina, sempre em consonância com os conceitos de Comunicação Pública para o fortalecimento do SUS. "A própria turma escolheu o tema que desse a possibilidade de falar de um mesmo assunto sob olhares diferentes. Daí foram produzidos conteúdo em texto, vídeo, lista de curiosidades, Quiz e postagem em redes sociais”, explica. Ainda em sua avaliação, os trabalhos foram ricos em conteúdo, pesquisa e que conseguiram dar poder de fala às pessoas que nem sempre ganham visibilidade na narrativa jornalística tradicional. “Também achei excelente a turma ter dado luz às mudanças na PNAB, tema que irá impactar de forma significativa a Atenção Básica no SUS e que não ganhou visibilidade na mídia, apesar da importância e urgência do tema”, afirma. Impactos no SUS Para a jornalista do Sindicato dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sind-Saúde MG) e aluna da especialização, Mariana Arêas, o seminário foi enriquecedor para entender melhor os desafios no SUS. "Acho que essa proposta da reportagem multimídia foi interessante para integrar as ferramentas de comunicação e a escolha do tema da turma foi muito feliz. O tema precisa ser divulgado para que a população tenha mais conhecimento sobre o que de fato tem por trás desse debate”, diz. A sindicalista Lionete dos Santos, presente na atividade, destacou a importância da informação e do conhecimento das práticas do SUS para a população. "O benefício do seminário é o conhecimento, repassar para o cidadão comum que não é profissional de saúde o impacto da PNAB na vida dele. A perda de direitos, a perda de serviços de saúde e a perda de empregos para agentes de saúde e os agentes de endemias, porque o secretário de saúde vai poder escolher ter ou não ter o agente de saúde no município", afirma. Exposições Além das produções dos alunos, o seminário contou com a exposição e debate sobre “Comunicação na Atenção Primária à Saúde”, conduzido pelo coordenador do curso Jean Alves e a palestra "Importância dos Afetos para o cuidado à saúde na Sociedade em Rede”, ministrada pela pesquisadora do Núcleo de Experimentos em Tecnologia da Fiocruz, Paula Chagas Bortolon. Veja também: #Curiosidade: 10 ações da Atenção Básica no SUS #Quiz: Descubra quais são as reformas da PNAB no SUS Em sua fala, ela enfatizou a necessidade de humanização do SUS.[...]



#CaféConvidado: Você sabe como trabalhar com Storytelling e conseguir engajamento do público?

Thu, 16 Nov 2017 02:00:00 PST

A arte de contar histórias relevantes – também conhecida como Storytelling, é usada como método de ensino muito antes de nascer o conceito de escola. Em inglês a expressão "tell a story" significa "contar uma história" e "storyteller é um contador de histórias". Na seção Café Convidado desta semana, o empresário Julio Cesar da Costa, fundador da Think Market e facilitador do Lego Serious Play no Brasil, comenta como e porque aprendemos por meio do Storytelling, tipo de narrativa que utiliza histórias variadas (que se complementam) para engajar o público. Abaixo, confira o artigo completo: Storytelling: narrativa de histórias ajuda no aprendizado e nos desafios corporativos *Por Julio Cesar Costa O storytelling pode ser traduzido para o português como narrativa, embora seu real significado esteja ligado a capacidade de contar histórias relevantes. O termo ganhou força nos últimos anos graças à publicidade, que tem utilizado histórias envolventes para criar relacionamento entre marcas e consumidores. Mas, a verdade é que o storytelling sempre esteve presente na história da humanidade. Muito antes de nascer o conceito de escola, a arte de contar histórias já era usada por todas as civilizações como método de ensino. Desde a pré-história, passando pelo Egito antigo até chegar aos contos infantis e à vida contemporânea, quem nunca aprendeu nada interpretando “a moral da história” que atire a primeira pedra. Mas porque será que aprendemos por meio da narrativa? O grande diferencial de aplicar o conceito de storytelling aos métodos de ensino é a criação do contexto. Por meio das situações criadas ao longo da história conseguimos transformar em real aquilo que é intangível em nossa imaginação. Um bom exemplo de aplicação do storytelling é o método Lego Serious Play (LSP). A metodologia surgiu em 1996, dentro da LEGO Company. Na época, a empresa estava perdendo mercado devido ao avanço dos jogos eletrônicos e precisava de um novo processo estratégico.  Na busca por alternativas, os criadores do método descobriram que poderiam usar as peças do LEGO como uma ferramenta para abordar os problemas organizacionais. Desde então, as técnicas e formas de aplicação tem sido usadas ao redor do mundo e estão conquistando cada dia mais espaço. A técnica estimula o pensamento sistêmico aplicando a metodologia sempre para a resolução de um problema real. Por meio dos brinquedos, os participantes soltam a criatividade e o facilitador estimula a prática de contar histórias para engajar os demais participantes e para imaginar cenários onde o desafio proposto possa ser resolvido. Durante o processo de narrar o contexto, falar e ouvir os outros participantes, são despertados importantes insights para resolução do problema abordado. Ao longo do processo, as metáforas, outro elemento carregado de storytelling, surgem para ajudar no entendimento do cenário. Elas proporcionam um papel construtivo para a cognição. Usar o pensamento figurado é um recurso que o ser humano utiliza sempre que quer dar um sentido mais profundo à sua compreensão de realidade - além de ser uma maneira muito eficaz de memorizar as situações reais ou hipotéticas criadas pelo cérebro. Por fim, e não menos importante, cabe destacar que o storytelling é uma técnica muito indicada para gerar empatia. Através da narrativa, narrador e ouvintes cruzam a história contada com suas próprias experiências de vida.  Ao desenvolver esse tipo de sentimento, é possível notar que o nível de engajamento das equipes torna-se maior, favorecendo o relacionamento entre[...]



#DicaCultural: Você conhece a Serra do Curral em Belo Horizonte?

Sun, 19 Nov 2017 02:00:00 PST

Vista da Serra do Curral a partir da zona leste de BH. Foto: PBH / Reprodução.  Quando você fecha os olhos e pensa em um lugar ou ponto de referência principal de Belo Horizonte (MG), o que lhe vêm à cabeça? Esqueça a Praça 7, o Parque Municipal, a Lagoa da Pampulha ou a Praça da Liberdade. Se existe um ponto de referência para turistas e belo-horizontinos, esse ponto é a Serra do Curral.  Não tem como ignorar esse cartão postal! Por vários pontos da capital mineira é possível ver aquele conjunto de montanhas enormes que circulam a cidade, numa espécie de vale. No pé da Serra temos a Praça do Papa e o Parque das Mangueiras que nos dão uma das vistas mais bonitas de toda a cidade. Vista do mirante do Parque das Mangabeiras, na Serra do Curral, em BH. Foto: PBH / Reprodução.  Toda vez que viajo ou vou para algum lugar que não tem montanhas, sinto um vazio. Como se faltasse algo no horizonte. A Serra do Curral é uma moldura de BH. É algo que faz parte da cidade, da identidade de quem vive por aqui, um refugio de natureza em meio ao caos da cidade grande.  Para contar um pouco mais sobre essa história de amor entre a Serra do Curral e a cidade de Belo Horizonte, a jornalista @mairavlemos produziu um vídeo muito poético e informativo em seu canal no Youtube. Vale a pena conferir! Assista: Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista

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#Crônica: Orgulho de ser negro e de saber que a história do meu povo reflete na minha história

Mon, 20 Nov 2017 02:00:00 PST

Foto: Leo Patrizi / Getty Imagens / Reprodução.  Eu não sou só uma cor. Mas as pessoas ao meu redor tendem a querer me definir pela minha cor dentro da “caixinha” dos estereótipos do senso comum. Eu sou mais que uma cor. Eu sou muito mais que uma definição de qualquer tipo de cor da palheta do colorismo ou daqueles que se julgam melhor do que os outros pelo tom de pele, por pré-conceito. Eu sou complexo. Sou uma explosão de sentimentos e de ideias. Mas, porque a gente precisa de um dia para falar sobre cor? E não é qualquer cor. É a cor da pele preta. Porque aqui no Brasil o povo negro foi arrancado de várias tribos africanas para trabalhar como escravo. Sem direito a querer. Sem direito a pensar. Sem direito a entender e a conhecer a sua origem, a sua história. Se hoje a nossa cultura brasileira – que passeia pela fé, pela arte, pela escultura, pela literatura, pelo artesanato, pela culinária, pela música; ou até mesmo das ciências exatas – como no caso da mineração ou da engenharia, saber que tudo isso têm origem negra africana é uma alegria imensa, um orgulho. Um sinal de resistência, mas também de ocupação. Sim, hoje (20/11) é Dia da Consciência Negra. De lembrar da luta de Zumbi, de Dandara e de tantos outros negros e negras que deram a sua vida, o seu sangue, em nome da liberdade e do direito de sermos vistos como seres humanos. Sim, seres humanos. Até 300 anos atrás, aqui no Brasil o negro era visto apenas como “peça”. Uma pessoa objetificada, literalmente, no mercado. Não tinha lugar de fala, nem desejo. Só devia apenas saber servir para servir sempre. Era humilhado, explorado, assediado e estuprado na senzala. E quando veio a liberdade do povo negro foi tentado tirar a cidadania. Não se podia mais trabalhar na lavoura, nem na casa grande. A vinda dos imigrantes europeus tinha como objetivo político de “embranquecer” o Brasil em 50 anos. Ao negro, foi dado à marginalidade. Sem direito ao estudo, nem ao trabalho, foi para os morros “e fez do limão, uma limonada”. A favela retumbou o movimento cultural da negritude. Ontem pelo samba. Hoje pelo funk. O racismo ainda existe. Mas o Brasil está lutando para se tornar menos desigual. Hoje já conseguimos ver o negro em variados postos de trabalho e no mundo acadêmico das Universidades. São poucos, mas eles carregam nas costas vários outros irmãos e irmãs que não puderam viver esse novo paradigma social por meio do estudo e do trabalho.  Não sou ingênuo. Ainda temos muitas lutas pela igualdade racial. Pelos direitos iguais de  mulheres e homens. Pelo entendimento que, na pluralidade da sigla LGBTQIAP+, amar não é doença, nem pecado, muito menos crime. Mas ainda vivemos um mundo mais tolerante (talvez não menos preconceituoso?) do que nossos avôs viveram. Fotos: Pinterest / Reprodução.  Eu não sou só uma cor. Mas, logo cedo, desde pequenino, tive que passar pelo processo de aceitação de quem eu era e tentar entender que dentro do quebra-cabeça da história do Brasil o meu povo lutou e se mostrou forte o suficiente para que a cultura negra se sobressaísse de alguma forma. Eu não sou só uma cor. Mas, quando eu me formei no ensino médio e depois no ensino superior, vi que precisava saber me impor para que a discriminação não me abalasse ou me destruísse por dentro. Por isso, cultivei a minha autoestima. Estudei por conta própria a história afroamericana. E percebi que cada país teve a sua realidade, a sua história em relação ao racismo e ao preconceito. E isso precisa ser compartilhado com outros negros/negras. Eu não sou só u[...]



Afroconveniente, oportunismo ou inclusão: afinal, o que é ser negro no Brasil?

Sun, 26 Nov 2017 02:00:00 PST

Foto: Unsplash / Reprodução.  O que é ser negro? O que é ser branco? O que é ser pardo? Será que apenas os aspectos físicos, econômicos e sociais podem nos definir e, dessa forma, nos encaixar em uma determinada cor de pele e/ou etnia? Em um país miscigenado como o Brasil, será mesmo que podemos criar essa caixinha do X ou do Y? Ser negro é sofrer racismo? Ou ainda, ser negro é ter lábios grossos, nariz arredondado, cabelo crespo e pele preta? O que é ser negro, afinal? Nesta última semana, em meio aos muitos debates em torno do Dia da Consciência Negra, me deparei de forma filosófica sobre estas questões, principalmente depois que as redes sociais e a imprensa repercutiram o caso de uma moça mineira, que se autodeclara parda – mas é socialmente aceita como branca (ou mulher não-preta), ter passado no processo seletivo de Mestrado de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No Brasil, os sistemas de cotas nas Universidades públicas permitem que o aluno se autodeclare no processo seletivo como uma pessoa de pele parda ou preta para ter acesso ao “benefício”. E quando falo essa palavra “benefício” coloco ela entre aspas, porque mais do que um benefício, o sistema de cotas é um pagamento de uma dívida histórica do nosso país à população negra que, durante anos, foi marginalizada ao acesso ao ensino superior. Hoje, graças às cotas, podemos ver as universidades mais coloridas e, principalmente, o mercado de trabalho. Mas, voltando ao assunto: a questão é que, para algumas pessoas, o caso da aluna de Mestrado da UFMG é considerado afroconveniente, uma vez que ela, por ter a pele mais clara, mesmo tendo avós negros, nunca passou por racismo e possui privilégios sociais que uma pessoa de pele escura da periferia não usufrui. Mas, aí que está a questão: o que é ser negro? O que é ser pardo? Limitar o povo negro ao fenótipo dos traços grossos, cabelos crespos e pele mais escura não dá, pois sabemos que há pessoas negras de vários tipos físicos. Ainda, se formos mais longe, podemos ver que nas tribos africanas, da costa norte ao sul da África, há negros de vários tipos e feições, desde os de pele mais escura, aos de pela mais clara, passando pelo cabelo crespo, encaracolado e liso. Neste link é possível ler mais sobre isso. Daí fico pensando que, ao invés de tentarmos entender o quanto é importante começarmos a trabalhar autoestima, auto aceitação e de, principalmente, colocarmos os pardos como aliados na luta diária de enfrentamento ao racismo, acabamos os expulsando, ao invés de acolhe-los. Nesse sentido, muitos pardos, não se sentem brancos – mesmo que socialmente possam ser aceitos como brancos, mas também não se sentem negros por não ter a pigmentação da pele mais escura. Exemplos de pessoas de pele parda (ou não-branca e ou não-preta pigmentada). Fotos: Unsplash / Reprodução.  Nesse ponto, sou radical: somos todos negros. Independente do tom da paleta de cores que a pele de cor preta possa ter na nossa sociedade, do tom mais claro, ao mais escuro, precisamos trabalhar essa autoestima, essa aceitação social de que somos todos negros. E porque falo isso? Porque o Brasil ainda é um país racista.  Há não muito tempo atrás, as pessoas tinham vergonha de se assumir como negras e, por isso, foram se criando “apelidos” para mostrar a diversidade de tons de pele que existem no Brasil. E isso, nada mais é do que uma prova viva do racismo cultural que ainda vivemos. Quando mais próximo do tom de pele clara alguém for, mai[...]



#CaféLiterário: Livro “Guardei no Armário” debate aceitação LGBT, autoestima do negro e religião

Sun, 10 Dec 2017 02:00:00 PST

A pauta LGBT na internet é muito diversa. Existem canais no Youtube, blogs, sites, páginas e perfis nas redes sociais sobre todos as letras que envolvem o universo LGBT, o que é muito bacana. Mas, mesmo assim, ainda há poucos LGBT’s negros com visibilidade suficiente na rede para debater essa temática. E foi nessa procura por representatividade que me deparei com o trabalho do Samuel Gomes, mais especificamente do livro “Guardei no Armário” que, por sinal, é o mesmo nome do canal dele no Youtube. Para comprar o livro, clique aqui. O mais interessante do livro do Samuel não é apenas o tom autobiográfico, mas sim a narrativa dele de querer mostrar que o jovem negro LGBT, de periferia e, muitas vezes, vindo de uma religião cristã ultraconservadora – que mais segrega do que acolhe; é capaz de fazer na cabeça de uma pessoa que está em pleno processo de construção da sua identidade, da sua autoestima e, principalmente, da sua sexualidade. Samuel cresceu em uma comunidade evangélica muito rígida, porém com pais amorosos o suficiente para entender que o amor verdadeiro está quando amamos o outro como ele é, e não como alguém diz que deve ser o amor apenas para alguns escolhidos de uma determinada corrente religiosa por meio de uma interpretação, muitas vezes equivocada, dos ensinamentos bíblicos. A grosso modo, Freud fala que todo o desarranjo da humanidade está na repressão da sexualidade. Se reprimir porque a Igreja quer, porque não quero desapontar o outro, é o pior pecado que podemos fazer a nós mesmos. É claro que precisamos entender que não ser uma pessoa reprimida significa ser libertino ou ainda desrespeitoso com o outro. Não é isso. A partir do momento que nos permitimos ser nós mesmos e entendermos a natureza da nossa sexualidade, conseguimos ser pessoas mais felizes e verdadeiras. E falo isso sobretudo na questão da orientação sexual. Todo LGBT passa por isso na vida. Por termos uma educação cultural heteronormativa (e muitas vezes, machista e também preconceituosa), acabamos colocando no armário os nossos desejos e não vivemos uma vida plena, de descobertas sexuais e afetivas que todo jovem deve e precisa ter. Samuel narra isto de uma maneira muito intimista e nos faz pensar muito sobre essa questão de aceitação, de autoestima e de amor à família e aos amigos. Mais que um livro, Samuel transformou o “Guardei no Armário” em um projeto transmídia, pois além de fazer palestras, ele mantém vídeos de forma regular em seu canal no YouTube que conta outras histórias de superação de LGBTs que passaram pela fase da aceitação e da “saída do armário”, o que nem sempre é fácil para todo mundo. Além de contar com o apoio dos amigos mais próximos, Samuel narra que foi na internet que encontrou respostas para as suas primeiras dúvidas a respeito da sexualidade. Foi na web que ele viu, pela primeira vez, que haviam outros rapazes que também passavam pelo mesmo processo de descoberta tendo como conflito principal a questão da religiosidade como desafio social e pessoal para sair do armário. Mas, foi graças ao projeto Purpurina, uma ONG em São Paulo que trabalha muito a questão da aceitação LGBT com jovens e os seus familiares, que Samuel conseguiu reunir forças para se auto aceitar e, desse modo, sair desse primeiro armário social e familiar, apesar dele mesmo ter se deparado com muitos outros armários que precisavam ser deflorados, como a questão racial em que ele mesmo cita que algumas igrejas evangélicas fazem questão de demonizar, colocando a cu[...]



#DicaCultural: Mostra gratuita PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS ocupa Museu Casa Kubitschek

Fri, 15 Dec 2017 02:00:00 PST

O programa de exposições PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS 1897 – 2017 idealizado pela Aliança Francesa Belo Horizonte, apresenta ao público a MOSTRA PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS com apoio cultural da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, do Serviço de Cooperação Ação Cultural da Embaixada da França para MG e do Restaurante Taste Vin, em comemoração aos 120 anos da capital mineira. A exposição integra a programação especial da Casa Kubitschek com abertura no dia 05 de dezembro de 2017, às 19h, no Museu Casa Kubitscheck – Espaço Multiuso e Jardins (Av. Otacílio Negrão de Lima, 4188 - Bandeirantes (Pampulha), Belo Horizonte - MG). A exposição fica em cartaz até o dia 05 de fevereiro de 2018, a entrada é franca. PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS 1897 – 2017 Idealizado pela Aliança Francesa, o programa de exposições PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS 1897 – 2017, estende em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e a Fundação Municipal de Cultura a sua programação em homenagem a capital mineira.  Com a curadoria de Mirella Spinelli, Thiago Pena e Pierre Alfarroba, foram selecionados 8 projetos de artistas mineiros que a partir do mês de dezembro ocupa o Espaço Multiuso do Museu Casa Kubitschek.  O objetivo é sensibilizar o público sobre a história de Belo Horizonte e o futuro a se construir. Além da Mostra Coletiva, contaremos com uma programação colaborativa de palestras, visitas guiadas, debates e oficinas que serão ofertadas gratuitamente com o objetivo de discutir criticamente conceitos para a construção de uma cidade mais bonita, aberta e humana. Mostra PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS Neste ano 2017, em que Belo Horizonte comemora 120 anos, a Aliança Francesa lançou em janeiro o programa PATRIMÔNIO [S] BH 120 ANOS 1897 -2017. De março a dezembro, na Galeria Georges Vincent situada no interior da instituição, 8 projetos expográficos e uma mostra coletiva passaram a compartilhar e ilustrar através de obras de arte a celebração da capital mineira. Em dezembro, expandindo a proposta inicial a Aliança Francesa com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte, do Serviço de Cooperação Ação Cultural da Embaixada da França para MG e do Restaurante Taste Vin, lança no dia 05 de dezembro a Mostra PATRIMÔNIO[S] BH 120 ANOS no Museu Casa Kubitschek, marco arquitetônico, político e cultural da cidade.  Integram a exposição obras dos artistas Raphael Ferreira, Cris Xavir e Edhu Nascimento, Rosilene Souza, KK Bicalho, Ivan Araújo, Raíssa Pena e Paola Carvalho, Rafael Abreu, Alessandra Filardi, Jeannie Helleny, Ricardo Baroni, Coletivo Micrópolis, e da convidada especial Marta Von Zeidler da Von Zeidler Art Gallery de Berlim. A escolha da Casa Kubitschek partiu dentre outros aspectos pelos laços que unem a história da Aliança Francesa em Belo Horizonte, sua fundação em 1944, e o então prefeito da capital Juscelino Kubitschek. Com a Delegação das Forças Francesas Livres da Resistência no Rio de Janeiro, o prefeito Juscelino Kubitschek incentivou a criação da Aliança Francesa Belo Horizonte e presidiu a assembléia geral de fundação da Associação de Cultura Franco-Brasileira, no dia 10 de dezembro de 1944. Desenvolvendo um papel cada vez maior de entidade cultural que valoriza e divulga o território, o patrimônio e os aspectos culturais belo-horizontinos, a AFBH chega em 2017 consolidando a imagem de um espaço único e acolhedor[...]



#Promoção: Cabify brinda os 120 anos de BH com parcerias e descontos

Fri, 15 Dec 2017 04:00:00 PST

A Cabify – aplicativo que oferece serviço particular de mobilidade urbana, em comemoração aos 120 anos de Belo Horizonte, programou uma série de ações durante esta semana em toda a cidade, oferecendo aos usuários mineiros oportunidades especiais em parceria com Duke 'n' Duke, Escape Zone, Wäls Gastropub e cinema CINEART. Para iniciar a semana de comemorações, a Cabify fechou parceria com o Wals Gastropub, famosa casa de comida e cerveja de BH. Usuários Cabify que comprarem um chopp ganham um segundo do mesmo tipo por conta da casa. Para ter direito ao chopp, o usuário precisa mostrar o app da Cabify ao atendente.  Além disso, eles podem inserir o código WALS30 na aba "promoções" no app da Cabify, que garantirá 30% OFF em até 4 corridas que tenham o endereço do Wals - (R.Levindo Lopes, 358, Savassi) - como origem ou destino. O desconto máximo é de R$ 10 e o código fica ativo até as 23h59 da sexta-feira, 15, sendo válido para corridas Lite e não aplicável a perfis corporativos. Outra parceria para a semana é com o Escape Zone, casa de jogos de fuga. Para jogar com desconto, basta o cliente utilizar o código CABIFY40 no momento em que for fazer a reserva no site do Escape - o desconto é aplicável em um ingresso por pessoa.  Para ir e voltar da casa de jogos, a Cabify oferece 40% off (desconto máximo de R$ 10) com o código ESCAPE40 - válido também exclusivamente para a categoria Lite, até as 23h59 do dia 15, sexta-feira, para viagens que tenham como origem ou destino o endereço do Escape Zone (R. da Bahia, 2610 - Lourdes). Para quem é fã de hambúrguer, a Cabify oferece uma deliciosa parceria com a Duke 'n' Duke, uma das hamburguerias mais prestigiadas de Belo Horizonte. Usuários que mostrarem o app da Cabify para o atendente da Duke 'n' Duke ganham 20% OFF em qualquer lanche da casa.  Além disso, até a 1h do dia 14 de dezembro, quinta-feira, a Cabify disponibiliza código (DUKE30!), oferecendo 30% OFF em X corridas que tenham como origem ou destino um dos quatro endereços das unidades da hamburgueria em BH. Para fechar essa grande semana de oportunidades com a Cabify, no domingo (17/12) , os 120 primeiros usuários que forem ao CINEART no Shopping Boulevard e apresentarem o celular com o aplicativo da Cabify ganharão um combo pipoca mais refrigerante. Além disso, os clientes poderão ser surpreendidos com kits contendo presentes Cabify, que serão espalhados nas sessões da sala IMAX. Atualmente, a Cabify opera em oito cidades do estado de São Paulo - São Paulo, Campinas, Santos, São Vicente, Praia Grande, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Santo André - e também em outras cinco capitais - Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Belo Horizonte (Minas Gerais), Brasília (Distrito Federal), Porto Alegre (Rio Grande do Sul) e Paraná (Curitiba). Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista #Dica: baixe agora mesmo o aplicativo do Café com Notícias no Google Play. [...]



#DicaCultural: Campanha de Popularização Teatro & Dança chega a 44ª edição em Belo Horizonte

Mon, 08 Jan 2018 02:00:00 PST

A maior maratona cultural de artes cênicas de Minas Gerais irá ocupar, entre os dias 05 de janeiro e 4 de março, os teatros da capital mineira com uma programação diversificada de espetáculos de teatro, dança e stand-up comedy.  A Campanha de Popularização do Teatro e Dança levará ao público 132 espetáculos, sendo 54 deles inéditos nesse evento. Serão exibidas 15 apresentações de dança, 29 peças infantis e 88 voltadas para o público adulto. A iniciativa de popularização do teatro e dança é promovida pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc) e a 44ª edição tem como tema "Vem pra Campanha!". O principal propósito é promover o acesso do público a preços populares. As peças participantes contemplam diferentes modalidades, valorizando a pluralidade estética e textual das artes cênicas. O stand-up comedy é uma das novidades desta edição, que consiste na apresentação humorística de um artista, que não utiliza recursos cenográficos nem caracterizações.  O presidente do Sinparc, Rômulo Duque, considera que é importante valorizar todas as modalidades que estão sendo produzidas em Belo Horizonte. "O humor é uma realidade da arte cênica e, por isso, decidimos incluir as apresentações de stand-up. O teatro é muito rico em gêneros, temos peças dramáticas, humorísticas e musicais", ressalta. Pensando na difusão da cultura a todos, algumas peças têm acessibilidade física, visual e auditiva para os públicos infantil e adulto. Além das peças teatrais, uma palestra sobre a importância social do teatro completa a grade de ações do Sinparc e acontecerá em fevereiro.  Para Rômulo Duque, a Campanha é uma oportunidade única para vivenciar a cultura de forma acessível. “Esperamos que o público aproveite esse momento e se emocione com as peças. O teatro é uma experiência insubstituível e que toca a sensibilidade do público. Enquanto existir sentimento haverá pessoas querendo se conectar com os outros por meio da arte”, destaca o presidente do Sinparc. A 44ª edição terá a duração de oito semanas e são esperados 250 mil espectadores. Os valores dos ingressos serão de R$ 10, R$ 11, R$ 13, R$ 15, R$ 17 e R$ 19  e podem ser adquiridos online nos postos de venda da Sinparc. Os ingressos adquiridos pela internet ou pelo aplicativo da campanha, Vá ao Teatro MG, não terão taxa de conveniência.   Os valores promocionais não serão praticados nas bilheterias dos teatros, cujos preços variam de acordo com cada produção. Praças de Belo Horizonte, Betim e Contagem receberão espetáculos gratuitos. A 44ª Campanha Popularização do Teatro e Dança se estenderá às cidades de Betim, Juiz de Fora e Nova Lima e conta com o incentivo do Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Fundação Municipal de Cultura, patrocínio da TV Globo Minas, Instituto Unimed BH, Ole Consignado, Cimento Nacional, Usiminas e RH Magnesita. PROJETOS ESPECIAIS Caminho das Artes Como nas edições anteriores, a Campanha acontece também no Caminho das Artes, que fica no Centro de Arte Suspensa Armatrux (C.A.S.A.), em Nova Lima. Projeto Campanha Mostra Dentro da grade de programação dos espetáculos da 44ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, a Campanha Mostra reúne espetáculos com algumas semelhanças de linguagem, temas e forma de produção nos teatros da Funarte e do CCBB. Acesse a programação completa no site oficial. [...]



#VozAtiva: Rede Minas e Rádio Inconfidência estreiam novo programa de entrevistas

Mon, 08 Jan 2018 04:00:00 PST

A entrevista de estreia é com o dramaturgo e diretor de teatro José Celso Martinez. Foto: Divulgação. Democrático e republicano: essa é a linha editorial do programa "Voz Ativa", que estreia na Rede Minas e na Rádio Inconfidência nesta segunda-feira (08/1), às 22h15. Política, economia, cultura, comportamento, ativismo e outras pautas fazem parte da atração, que traz a cada semana um convidado. Com novas vozes, um dos objetivos do novo programa é ampliar a oferta de informação e reflexão sobre a realidade brasileira, sem partidarismos e sem fugir do debate de ideias. O nome do programa evoca a canção "Roda Viva", que teve sua utilização autorizada pelo compositor Chico Buarque, com versão de Fernanda Porto. O âncora é Florestan Fernandes Júnior, um dos jornalistas mais experientes do país, que contará sempre com a colaboração de representantes da imprensa de Minas Gerais e de outros estados na condução do debate, além da participação de especialistas nos temas tratados. A entrevista de estreia é com o dramaturgo e diretor de teatro José Celso Martinez, referência das artes cênicas no Brasil. Nela, Zé Celso esbanja ousadia, bom humor e irreverência ao tratar de temas como a disputa com Silvio Santos em torno da construção de um shopping nas imediações de seu Teatro Oficina, no bairro paulistano do Bixiga, e a nova montagem de O Rei da Vela, 50 anos depois das apresentações que marcaram a história do teatro brasileiro. Entre os convidados para dialogar com Zé Celso estão o diretor João das Neves, referência no teatro político brasileiro, a diretora do grupo Oficcina Multimédia, Ione de Medeiros, e a jornalista Carla Jimenez, editora brasileira do El País. Entre os próximos entrevistados já estão confirmados os nomes do cientista político Jessé Souza, autor de A elite do Atraso; do secretário municipal de Cultura de Belo Horizonte, Juca Ferreira; da filósofa e feminista Djamila Ribeiro; do estilista Ronaldo Fraga; e do coreógrafo do Grupo Corpo Rodrigo Pederneiras. O "Voz Ativa" é uma produção da Empresa Mineira de Comunicação, por meio da Rede Minas e da Rádio Inconfidência. O programa vai ao ar pela Rede Minas toda segunda-feira, a partir do dia 8 de janeiro de 2018, às 22h15. Em edição especial para rádio, com uma hora de duração, será apresentado às terças-feiras, a partir do dia 9 de janeiro, às 21h, na Inconfidência FM. Aos domingos, a partir do dia 14 de janeiro, às 22h, o programa vai ao ar pela Inconfidência AM. Com direção de Chico de Paula, o "Voz Ativa" oferece canais abertos com o público para poder comentar, sugerir temas e entrevistados via redes sociais, nos seguintes endereços: Facebook: www.facebook.com/maisvozativa Twitter: www.twitter.com/maisvozativa Instagram: www.instagram.com/maisvozativa YouTube: www.youtube.com/channel/UCzVjtLnY1qQcxBY4keS6tdA ______________________________________ Fonte: Agência Minas. Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista #Dica: baixe agora mesmo o aplicativo do Café com Notícias no Google Play. [...]



#DicaCultural: 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes homenageia Babu Santana e discute a produção contemporânea

Wed, 10 Jan 2018 02:00:00 PST

Entre os dias 19 e 27 de janeiro, a cidade histórica de Tiradentes, em Minas Gerais, realiza a 21ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Em nove dias, serão 102 filmes (30 longas e 72 curtas-metragens), 51 sessões e 34 debates, além de performances artísticas, oficinas, lançamentos e uma intensa agenda de encontros e discussões sobre a produção contemporânea.  Mantendo a tradição, as atividades da Mostra vão ocupar três importantes espaços da cidade: o Cine-Praça, o Cine-Teatro e o Cine-Tenda. A abertura, na noite do dia 19, vai homenagear o ator carioca Babu Santana e terá pré-estreia do longa-metragem baiano “Café com Canela”, de Glenda Nicácio e Ary Rosa. Por sua vez, o encerramento, no dia 27, contará com outra pré-estreia, “A Moça do Calendário”, de Helena Ignez.  Para 2018, a temática central da Mostra de Tiradentes é “Chamado Realista”. O conceito, definido pela dupla de curadores Cléber Eduardo e Lila Foster, se distingue do que é normalmente conhecido por realismo na história do cinema (marcado pela busca de um certo apagamento das mediações de linguagem e da representação de um olhar sobre algum aspecto da vida social) e segue o viés contrário, o da percepção mais explícita dos mecanismos estéticos.  “O cinema contemporâneo parece apontar para novas maneiras de contato com o real, principalmente numa representação que traz na sua forma e estilo o desejo de uma dramaturgia – no caso da ficção, calcado no lastro da experiência de mulheres e homens. O trabalho para chegar até a experiência realista inclui muitas vezes métodos e perspectivas diretoriais que retiram o texto dos atores de suas vidas reais, uma combinação entre ficção e fatos da vida que se reflete no perfil naturalista de muitas das atuações contemporâneas”, diz Lila Foster.  HOMENAGEM  A homenagem a Babu Santana dentro da temática “Chamado Realista” se justifica, pois a ator, em plena efervescência de sua carreira no cinema e na televisão, chama atenção por interpretar personagens de rápido vínculo com elementos não-ficcionais. Seja interpretando figuras marginalizadas ou um cantor de vasta popularidade, Babu vem construindo uma trajetória marcada por tipos distintos, enriquecidos com a versatilidade de seu talento.  “Quase toda a filmografia de Babu Santana lida com narrativas situadas em ambientes em atrito e de risco, com marcas de desigualdade social brasileira. Parte significativa de seus personagens é dura e de empenho realista”, destaca Lila Foster. Além de “Café com Canela”, outros filmes com o ator estão na programação: “Bandeira de Retalhos” (2017), de Sérgio Ricardo; “Tim Maia” (2012), de Mauro Lima; e “Uma Onda no Ar” (2002), de Helvécio Ratton.  LONGAS  Na sua 21a edição, a Mostra de Cinema de Tiradentes exibirá 30 longas-metragens em pré-estreia na programação, divididos em seis seções temáticas: Aurora, Olhos Livres, Homenagem, Chamado Realista, Praça e Mostrinha. Os filmes selecionados pela dupla de curadores Cleber Eduardo e Lila Foster têm representantes de nove estados brasileiros: São Paulo (12), Rio de Janeiro (6), Minas Gerais (5), Paraíba (2), Goiás (1), Bahia (1), Pernambuco (1), Paraná (1) e Distrito Federal (1).  Em nove dias de intensa programação gratuita no Cine-Tenda, Cine-Teatro e Cine - Praça, a 21ª Mostra Tiradentes se co[...]



#CaféInSérie: Em "Altered Carbon", a morte é apenas uma lembrança distante

Wed, 14 Feb 2018 02:00:00 PST

Por Sílvia Amâncio* No século 25, a humanidade conseguiu derrubar o mito/poder de Deus com a imortalidade, a digitalização da mente humana armazenada em um cartucho que pode ser implantado em corpos diferentes, humanos ou sintéticos chamados "capas". Com a rápida evolução da tecnologia os clones se tornam realidade e o backup dos cartuchos permite a imortalidade dos humanos.  Os ricos e poderosos, como usual, controlam o governo e são chamados de Matusas (referência bíblica a Matusalém que viveu quase mil anos). A ONU, uma instituição moderadora é refém das elites que escravizam os pobres e permite que vírus letais adoeçam e dizimem populações, na Terra e em outros planetas colonizados.  Nesse cenário desumanizado, surge uma figura de 200 anos, antes congelada por seus crimes contra a "ordem da nova sociedade digitalizada", que mesmo errante, conserva traços de ética, moral e humanidade. Takeshi Kovacs, fruto de um lar violento, meio esloveno meio japonês, com sua mochila rosa "Hello unicorn", é a única chance de salvar o que resta de humano na Terra.  Baseado no livro de Richard K. Morgan, Altered Carbon, a nova série da Netflix, estrelada pelo ator sueco Joel Kinnaman (o Robocop, do brasileiro José Padilha), impressiona pelas referências ao clássico filme de 1982, Blade Runner e ao escritor de mistérios e suspendes Edgar Allan Poe. Produzida por Laeta Kalogridis, o ambiente cyberpunk da série, em 10 capítulos, nos brinda com a mistura de origens de seus atores como a mexicana Martha Higareda e a nepalense Dichen Lachman, além de mulheres fortes como a líder miliciana Quellcrist Falconer, interpretada pela atriz Renee Elise Goldsberry. Uma história de ficção científica em um futuro distópico, onde o Cristianismo é uma mera seita, as inteligências artificiais (AI) são organizadas em cooperativas e associações e os ricos usam os pobres para satisfazer suas vontades, crueldade e perversidades.  Para muitos uma realidade impossível. Para outros, uma visão de que já estamos caminhando a largos passos para a dependência da tecnologia de forma irrestrita, perdendo a cada dia nossa essência humana. ______________________________________________ *Perfil: Sílvia Amâncio é jornalista especialista em "Comunicação e Saúde" e amante de séries e filmes. Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, siga a company page no LinkedIn, circule o blog no Google Plus e assine a newsletter. Wander VeroniJornalista #Dica: baixe agora mesmo o aplicativo do Café com Notícias no Google Play. [...]