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La Leche League Brasília



Liga para o Aleitamento Materno em Brasília



Updated: 2015-09-17T03:10:54.128-03:00

 



Amamentar pode “alinhar” cérebro da mãe com o do bebê

2009-08-27T14:51:00.304-03:00

Pesquisa destaca que oferecer o peito à criança pode influenciar na criação de laços afetivos


A maioria das pesquisas sobre amamentação é focada nas vantagens que o leite traz para a saúde do bebê e, mais recentemente, nos benefícios fisiológicos e psicológicos para a mãe. Uma pesquisa recente destaca o mecanismo pelo qual oferecer o peito à criança pode influenciar na criação de laços afetivos: há indícios de que o cérebro da mãe que amamenta é especialmente receptivo aos sinais da criança. A pesquisadora Pilyoung Kim e seus colegas no Centro de Estudos da Criança, da Universidade Yale, usaram ressonância magnética funcional para escanear os cérebros de 20 mulheres expostas à imagem de seus bebês ou ao choro deles. Resultados do estudo feito três semanas depois do parto sugerem que mulheres que amamentam mostram maior excitação das áreas límbicas, do hipotálamo e do mesencéfalo – envolvidas com emoção e motivação – em comparação com mães que ofereciam mamadeira a seus filhos.

Os cientistas acreditam que essa diferença seja marcada pela oxitocina, um hormônio que vem recebendo muita atenção por seu papel nos elos sociais. Amamentar estimula a produção da substância, o que pode aumentar a atenção da mãe para seu bebê. Porém, três ou quatro meses depois do nascimento, a diferença no valor global de atividade cerebral entre voluntárias que amamentaram no peito e as que recorreram à mamadeira era menor. Isso indica que com o tempo a reação da mãe a seu bebê pode depender mais da personalidade, experiência de vida e intensidade emocional da mulher que dos níveis de hormônio.

As áreas mais sensibilizadas do cérebro das “mães de mamadeira” foram outras: a atividade do córtex pré-frontal e outras regiões ligadas a comportamentos sociais e cognitivos aumentaram. Pelo fato de todas as participantes do estudo serem saudáveis e com histórias semelhantes, Kim adverte que padrões específicos de ativação cerebral encontrados neste estudo podem não se generalizar para uma população mais diversa. Os resultados são valiosos, porém, para mães que têm depressão ou problemas causados por fatores ambientais, como a pobreza. A amamentação pode ser um modo de estimular a produção de oxitocina nessas mulheres, favorecendo a relação inicial com seus bebês e, em consequentemente, o desenvolvimento dessas crianças.

fonte: notícia do site "uol" postada pela Nélia na nossa lista de discussão



Pesquisa

2009-08-09T11:55:45.175-03:00

Tempo médio de aleitamento materno aumenta de 296 para 342 dias em nove anos Pesquisa do MS mostra também que, de 1999 a 2008, período de amamentação exclusiva com leite da mãe também cresceu um mêsLevantamento do Ministério da Saúde - feito em todas as capitais e Distrito Federal e em outros 239 municípios e que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças – mostra que o tempo médio do período de Aleitamento Materno (AM) no país aumentou um mês e meio: passou de 296 dias, em 1999, para 342 dias, em 2008, nas capitais e Distrito Federal. O estudo também revelou um aumento do índice de Aleitamento Materno Exclusivo (AME) em crianças menores de quatro meses.Em 1999, era de 35%, passando para 52% em 2008. Outro resultado importante está relacionado com o aumento, em média, de um mês na duração do Aleitamento Materno Exclusivo (AME) nas capitais e Distrito Federal. Em 1999, a duração do AME era de 24 dias e, em 2008, passou a ser de 54 dias – ou seja, mais que dobrou.Esses e outros dados estão na II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada nesta segunda-feira (dia 3) durante a Semana Mundial de Amamentação. Entende-se por Aleitamento Materno (AM): a criança recebe leite materno e quaisquer outros líquidos ou alimentos e por Aleitamento Materno Exclusivo (AME) a criança recebe somente leite materno, sem quaisquer outros líquidos ou alimentos, exceto medicamentos.Na década de 1970, as taxas de mortalidade foram altas no país, muito em função do pequeno período de aleitamento materno – 2,5 meses em média. Entretanto, nos últimos anos, a conscientização dos profissionais e as estratégias de governo têm mudado esse cenário. Essa melhora pode ser atribuída a inúmeros fatores, dentre eles: às campanhas governamentais de incentivo ao aleitamento materno nos três níveis (federal, estadual e municipal); à promoção de cursos (aconselhamento e de manejo clínico da amamentação, entre outros); a uma melhor preparação dos profissionais de saúde; ao crescimento na implantação de bancos de leite humano; às campanhas com a Semana Mundial da Amamentação e ao Dia Nacional de Doação de Leite Humano que contribuem para a mobilização social,à Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso - o Método Canguru; à Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL) transformada na lei nacional 11.265 em 2006; e à Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC).“O Brasil é um dos poucos países onde há uma política nacional de aleitamento materno coordenada no nível federal. E também onde as normas de controle de comercialização dos ditos ‘substitutos do leite materno’ é exemplo para outras nações”, explica Elsa Giugliani, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno, do Ministério da Saúde. Tudo isso impacta diretamente em uma maior conscientização da população.A IHAC, idealizada pela OMS e Unicef para promover, proteger e apoiar a amamentação, foi incorporada pelo MS em 1992 e, desde então, com o apoio das secretarias estaduais e municipais, tem capacitado profissionais, realizado avaliações, reavaliações e estimulado a rede hospitalar para o credenciamento dos hospitais, que se tornam referência em amamentação para seu município, região e estado.BOM DESEMPENHO -Belém é a capital com o maior índice de aleitamento materno exclusivo em crianças menores de 6 meses; Macapá apresenta a maior duração de aleitamento materno; Campo Grande é quem mais avançou nos índices de aleitamento materno exclusivo; e São Luis, por sua vez, tem os melhores dados de aleitamento materno na primeira hora de vida. Essas capitais serão homenageadas por seus indicadores positivos e receberão um diploma por seu desempenho.“A ideia é que esses dados forneçam subsídios para o planejamento e avaliação da Política Nacional de Alei[...]



Sobre a SMAM no DF...

2009-08-07T12:20:41.391-03:00

"A Abertura da Semana Mundial da Amamentação no Distrito Federal foi realizado no Parque da Cidade com o comparecimento de mães, bebês, crianças, pais, avós e profissionais de saúde. Houve presença do Governador Arruda, Primeira Dama Flavia e a filha Maria Luiza de 9 meses. Apresentações musicais, shantala, pintura de rosto, brinquedos para as crianças maiores, informações de amamentação, orientação de ginecologistas, nutricionista, pastoral da criança, Corpo de Bombeiro Militar, Banda da Policia Militar, Massagem para os adultos, Rotary Clube Taguatinga Norte com pipoca e algodão doce para as crianças foram algumas das atividades realizadas no evento.
O grupo musical "Fazendo Saúde com Alegria" do PSF Veredas 1 de Brazlândia apresentou 4 musicas de amamentação inéditas que foram um sucesso. Conseguimos implacar a importância da Amamentação : Até nas emergências a melhor opção.
O Governador Arruda fez elogio em publico a todos funcionários de Banco de Banco de Leite Humano do Distrito Federal, por sua dedicação e apoio a amamentação no DF.
Várias atividades serão realizadas nas regionais de saúde no decorrer da Semana.
O evento foi uma parceria com a Coordenação para Assuntos da Mulher da Secretaria de Justiça do DF."

fonte: Comissão Distrital de Banco de Leite Humano




MANIFESTO EM FAVOR DAS CASAS DE PARTO BRASILEIRAS

2009-06-20T11:16:24.883-03:00

La Leche League Brasília dá seu apoio ao manifesto a seguir, elaborado pelo presidente da Rede pela Humanização do Nascimento em ocasião do fechamento da Casa de Parto do Realengo no Rio de Janeiro.EM REPÚDIO AO FECHAMENTO DA CASA DE PARTO DAVID CAPISTRANO FILHO - RJRECONHECEMOS:Que o modelo de assistência que orientou a organização dos serviços de saúde no Brasil é um modelo voltado para a doença e para o risco;Que este modelo adota o paradigma de processamento industrial da assistência, objetificando sujeitos e, portanto, não abrindo a possibilidade de reconhecimento das individualidades e subjetividades, assim como não se sensibilizando para a manifestação do sofrimento e da dor;Que uma das expressões mais perversas desse modelo é a linha de produção de cesáreas, que em muitas ocasiões desconsideram questões referentes à maturidade fetal, assim como o que seria mais recomendável como boa prática obstétrica;Que o alto índice de cesarianas e outras intervenções desnecessárias, além de se refletirem em maior dano para mães e bebês, coloca nosso país como alvo preferencial de críticas por parte de organismos internacionais e de cientistas adeptos das boas práticas;Que partos e nascimentos NÃO são fenômenos de doença, mas sim, a mais alta expressão de saúde, vigor e vitalidade – uma vez que é quando a VIDA se expressa em seu mais alto poder gerador;Que o atual modelo de assistência ao parto e nascimento apresenta uma grande contradição: por um lado não atende à população de alto risco, haja vista as altas taxas de morbimortalidade materna e perinatal, e por outro, não atende à população majoritária de mulheres de baixo risco, haja vista a excessiva medicalização da assistência, onde práticas antigas e ultrapassadas ainda fazem parte da maioria das rotinas hospitalares (enema, tricotomia, episiotomia. ..).EM CONSEQUÊNCIA:Somos favoráveis à proteção e incentivo às atuais Casas de Parto em funcionamento em nosso país, assim como AO ESTÍMULO para abertura de outras casas de parto, com assistência prestada por enfermeiras, porque: • Casas de parto são modelos de assistência a partos e nascimentos baseados na visão desses eventos como processos saudáveis e contribuintes para maior qualidade de vida e saúde das mulheres e seus bebês; • Nesses ambientes é possível a prestação de atendimento mais individualizado, mais respeitador dos processos fisiológicos e naturais; • As enfermeiras, dependendo de como terá sido sua capacitação, terão condições de conduzir a assistência adotando mecanismos não farmacológicos de controle da dor, assim como de adotar medidas não invasivas e menos traumatizantes na condução do processo de parto – e de realizar a reanimação neonatal de acordo com os princípios da Academia de Pediatria Americana quando for necessário; • Mulheres que desejem a assistência ao parto em Casas de Parto devem ser de baixo risco de desenvolver complicações maternas ou perinatais no período de pré-parto, parto e pós-parto. • A assistência em Casa de Partos tem resultados que vão além da redução de morbidade e mortalidade (que são mais frequentes nos ambientes que tratam de doentes, como os hospitais): a facilitação do vínculo mãe-filho, ou mãe-pai-filho é potencializada, com efeitos na saúde mental e social da família; • Em países desenvolvidos, como Holanda, Japão, Alemanha, Áustria e outros, cujos indicadores de mortalidade e morbidade são consideravelmente baixos, assim como suas taxas de cesárea, esse modelo de assistência a partos e nascimentos em casas de parto por obstetrizes faz parte da rotina de atendimento obstétrico – profissionais de enfermagem e medicina atuam como equipe, em colaboração, no sentido do melhor bem-estar possível de mães e bebês. • Para mulheres de baixo risco a assistência ao parto em casas de parto resulta em uma maior satisfação por parte das mulheres e de suas fa[...]



El restaurante materno....

2009-06-20T11:02:03.756-03:00

(image)



Amamentação: uma expressão do amor

2009-06-20T10:53:04.962-03:00

Uma preocupação enorme dos pais é sobre o hábito dos lactentes de chuparem seus dedos e tudo que encontram pela frente.Geralmente chegam a conclusão precipitada que os bebês estão com fome, que a amamentação não os satisfazem. O lactente apresenta uma sucção reflexa ("automática") como resposta a qualquer objeto que lhe toque os lábios. Este reflexo de sucção aparece no feto na 32ª semana de gestação, sendo comum flagrarmos alguns bebês sugando seus dedos intra-útero.As crianças (até em torno dos 18 meses) estão na fase psico-sexual-oral, i.é, na etapa do desenvolvimento da libido, chamada oral, e sentem muito prazer em sugar ! O fato de sentirem-se bem sugando, "experimentando" o mundo é uma das primeiras manifestações de nossa sexualidade.Eles se bem cuidados, assistidos, atendidos, carregados no colo, evoluirão naturalmente para outras etapas da sexualidade humana: a anal (em torno dos 2 anos), a genital (em torno dos 3 anos), a edipiana (4 – 6 anos) de latência (na fase pré-puberal)... até o padrão adulto.Deixe-o sentir conforto, segurança, prazer ao descobrir e sentir o mundo com sua boca... Chupar os dedos dele ou os seu (dedo mínimo com a unha voltada para baixo, para sua língua) alivia a dor (ação analgésica da sucção não-nutritiva), o tranqüiliza, o faz relaxar e sentir-se seguro, protegido...Para alguns bebês, a necessidade e o prazer de sugar são maiores do que para outros... Se o ambiente está tenso o bebê pode ficar aflito e ter maior necessidade de sucção não-nutritiva. Este é o têrmo técnico que utilizamos. Há sucção não-nutritiva até no peito, o bebê faz um movimento de chupar sem retirar leite, é uma sugada mais rápida (2-3 sucções por segundo) do que a sucção nutritiva (1 sucção por segundo) que o alimenta...."A imensa afetividade dos mamíferos inicia-se do modo mais doce e adorável, quando crianças que saem imaturas do ventre das mães necessitam da proteção e calor dessas mães peludas nos seios das quais se aleitam."Edgard Morin – Amor Poesia SabedoriaLogo de início quero deixar bem claro que não estou dizendo que "quem não amamenta não ama". A maioria das mulheres não tiveram acesso a informação, esclarecimento, apoio, e foram bombardeadas pelo marketing das mamadeiras, chupetas, fórmulas infantis desde sua infância ou tiveram profissionais e serviços de saúde que não facilitaram este delicado início... dificultando o estabelecimento do aleitamento materno.Na atualidade sabemos que a amamentação não é um ato instintivo, ainda que natural, e sim uma cultura que precisa ser recuperada e que é necessária um conjunto de habilidades, de informações, de técnicas para o êxito da alimentação ao seio.Quero refletir sobre um pequeno conjunto de mulheres que tem acesso a informações, são apoiadas, orientadas, incentivadas e mesmo assim não conseguem, não querem (embora esta decisão seja difícil de ser assumida por ser politicamente incorreta). Na verdade, algumas mães podem não estar disponíveis emocionalmente para esta ato tão íntimo, que faz parte da sexualidade humana...Como estes casos de desmame precoce aparecem no nosso cotidiano ?"o bebê não pega no peito, não quer mamar";"o peito rachou, dói muito""o bebê chora muito – eu não tenho leite""dou o peito toda hora e ele não ganha peso""o peito empedrou, tive uma mastite e o médico pediu para parar""não como adequadamente e o meu leite é fraco""o meus seios são meus órgãos sexuais e não quero que eles caiam"...Sabemos pela psico-fisiologia da lactação que a amamentação é um ato psicossomático complexo, que o leite é produzido no peito e na cabeça.Que para amamentar com prazer há que se ter tranqüilidade, disponibilidade física, temporal, emocional-afetiva, a generosidade de compartir seu corpo, seu colo com o outro, querer dar, poder trocar, estabelecer uma relação muito próxima, pr[...]



Gracias a Dios morir de hambre no es contagioso

2009-05-20T22:16:33.001-03:00

Todas nós líderes de La Leche League latina recebemos o artigo a seguir de nossa colega de LLL Colombia Eliana Duque Vélez com a solicitação de divulgá-lo.O assunto é polêmico e deixa refletir sobre a indiferença perante a fome, a desnutrição, a falta de recursos e investimentos para com a amamentação, etc.O texto é em espanhol mas com certeza não vai ser dificil entendê-lo... boa leitura e postem suas reflexões!* * *Gracias a Dios morir de hambre no es contagiosoPorque de ser así, hace tiempo que los seres humanos seríamos sólo historia pasada.Morir de hambre no puede considerarse una pandemia (enfermedad epidémica que se extiende a muchos países o que ataca a casi todos los individuos de una localidad o región, según el Diccionario de la Real Academia Española), pero ver la manera como todos los años, según la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación FAO1, más de 5 millones de niños mueren por desnutrición y deficiencias de vitaminas básicas y minerales, debería movernos tanto como el temido virus AH1N1.No deja de inquietarme cómo los medios de comunicación, en su afán por informar, siguen cayendo en los mismos lugares comunes a los que nos tienen acostumbrados. Sin dejar de parecerme bastante preocupante el hecho (no tan fácil, según entiendo) de morir por la Gripa A, me indigna ver la indiferencia con la que el mundo entero trata el tema de las muertes por hambre. Y es apenas lógico que una gripa que representa la muerte potencial para cualquiera de nosotros sea tan preocupante, pero me pregunto hasta qué punto se le da tal tratamiento mediático por el hecho de ser contagiosa, pues si morir de hambre también lo fuera, ya quisiera ver la movilización de los medios de comunicación y de los gobiernos de todo el mundo, ante tan terrible pandemia.Pero como gracias a Dios morir de hambre es exclusivo de ciertos países, de ciertas clases y de ciertos estratos socioeconómicos, y es imposible contagiarse, los seres humanos que gozamos el privilegio de la mesa servida varias veces al día, poco nos preocupamos por el tema. Poco nos importa saber que, según la FAO, 852 millones de personas no poseen lo suficiente para comer cada día, que 200 millones de niños menores de cinco años padecen malnutrición aguda o crónica, que 11 millones de niños mueren anualmente por enfermedades que se podrían prevenir (se trata de 30.000 víctimas diarias) y que 1,2 mil millones de personas no tienen agua potable.Lo más triste de la historia es que muchas de esas muertes podrían evitarse con un acto sencillo, natural, antiguo, e inherente a nuestra especie, pero que lamentablemente está en desuso: la lactancia materna. La alimentación es un derecho humano fundamental y sin embargo parece no importarle a quienes están en la obligación de promover prácticas que garanticen la seguridad alimentaria de nuestra humanidad. La leche materna, aquella que cualquier mujer puede producir, es, por su propia naturaleza, la única capaz de proveer al bebé humano, de manera exclusiva, todo lo que necesita para vivir durante sus primeros 6 meses de vida, y después de este lapso y hasta los dos años o más, el 40% de los requerimientos energéticos. Esto significa no sólo evitar la muerte por hambre, sino evitar un sinnúmero de enfermedades que acaban con la vida de los bebés y niños no lactados, proveerles un sistema de defensas, así como disminuir el riesgo de contraer, a lo largo de sus vidas, ciertos tipos de cáncer, diabetes, y otras enfermedades. Esto, sin mencionar que el amamantamiento es la mejor manera de establecer el primer vínculo madre-hijo y una relación que tendrá beneficios duraderos sobre la autoestima de ambos. Igualmente, la mujer que da el pecho, está protegiéndose contra la osteoporosis, el cáncer de mama, la diabetes, infartos, embolias, entre otros padecimientos.Esta es [...]



ONE MILLION CAMPAIGN

2009-05-15T18:29:06.694-03:00

A Campanha do Um Milhão, visa mobilizar o mundo para a necessidade de apoiar as mães para que possam amamentar.Cerca de dez milhões de crianças morrem todos os anos, em todo o mundo, antes do seu quinto aniversário por causas que poderiam ser evitáveis.São 27 mil por dia ou 1.100 crianças que morrem a cada hora, sendo que um terço dessas - cerca de 450 por hora - são bebês com menos de um mês de vida. Muitas deles teriam sobrevivido, se as mães tivessem recebido orientação, apoio e condições para amamentá-los.Hoje em dia, ninguém nega mais a importância da amamentação para o desenvolvimento - e, em alguns casos, até para a sobrevivência - das crianças, mas o sucesso da amamentação não pode ser responsabilidade única das mulheres.São muitos os fatores que afetam a sua habilidade e disponibilidade para amamentar. A divisão do trabalho doméstico, a confiança em seu corpo e sexualidade, necessidades econômicas, leis trabalhistas, violência em casa ou no local de trabalho, acesso a serviços de apoio, a promoção de alimentos artificiais para bebês, tudo isso e muito mais, afeta essa decisão.A mãe só poderá exercer plenamente a amamentação se puder contar com uma rede de apoio, com o compromisso da sociedade em possibilitar que o ato de amamentar não seja uma ação isolada e solitária, mas resultado de um esforço coletivo que garanta a toda mulher condições para isso. Alguns fatores importantes, que levam ao abandono da amamentação são:* a inexistência de legislação adequada e apoio no local de trabalho às mulheres que trabalham fora de casa e desejam amamentar;* a falta de apoio e orientação correta sobre amamentação e alimentação infantil;* a promoção indiscriminada de alimentos promovidos como substitutivos do leite materno, seja diretamente para as mães ou para profissionais de saúde, que minam a confiança das mulheres na amamentação.A Campanha do Um Milhão pretende reunir pelo menos um milhão de assinaturas numa petição que cobra o compromisso dos países na busca de soluções para a superação dessas dificuldades.O texto da petição é o seguinte:Às autoridades mundiaisComo cidadã(o)s, reivindicamos que se interrompa a interferência comercial na nutrição infantil; que se implemente, rigorosamente, o Código Internacional para Comercialização de Substitutos de Leite Materno e se assegure o apoio às mulheres para amamentar.Pedimos que sejam criadas e implementadas legislações restritivas à promoção de substitutivos do leite materno e alimentos infantis, por parte das indústrias; que se estabeleça um plano de ação, devidamente financiado, para promover e apoiar as mulheres para amamentar da melhor forma e para que tenham garantido um ambiente comunitário e de trabalho favorável à amamentação, que contemplem os recessos adequados, tanto no setor público quanto no privado, possibilitando que as mulheres que trabalham fora de casa não se vejam forçadas a abandonar a amamentação. Ação Urgente Entre os dias 18 e 22 de maio, acontecerá a 62o Assembléia Mundial de Saúde, em Genebra (Suíça), onde autoridades de países de todo o mundo discutirão:* questões relacionadas a preparação para pandemia de gripe;* a implementação de Regulações Internacionais de Saúde;* cuidados básicos de saúde, incluindo o fortalecimento do sistema de saúde;* determinantes sociais de saúde; e* o monitoramento das conquistas relacionadas com a saúde da iniciativa mundial “Metas de desenvolvimento do milênio”.Arun Gupta, coordenador da campanha, levará à Genebra o resultado da primeira fase dessa petição, que será entregue a representantes de todos os países. Por isso, estamos tentando reunir o maior número de assinaturas possível, nesses próximos três dias.Aí é onde vocês podem ajudar. Vamos fazer [...]



Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento

2009-05-12T21:00:07.522-03:00

(image)
Semana Mundial pelo Respeito ao Nascimento, uma Iniciativa da Alliance Francophone pour l’Accouchement Respecté (AFAR) desde 2004 .


Este ano o tema abordado será “O aumento das taxas de cesáreas no mundo”, e o slogan original da Parto do Princípio não poderia ser mais adequado:

“Pelo fim das cesáreas desnecessárias, por uma nova forma de gestar, parir e nascer”.


A exposição visa incentivar a escolha segura e consciente da via de parto, preservando o vínculo afetivo mãe e filho, a amamentação na primeira hora de vida e o parto humanizado.
Além de cerca de 30 fotos e seus cartões explicitando os mitos que rondam o parto em questão e que seriam motivo para uma cesárea possivelmente mal indicada , usaremos banners para divulgar a Rede, expôr os riscos da cesárea para mãe e o bebê e atentar para altas taxas de cesárea nos hospitais brasileiros.
A exposição acontecerá simultaneamente em várias cidades.
Em Brasilia, nos dias 16 e 17/05 no Centro Cultural de Brasilia (L2 Norte, Quadra 601 ao lado do SERPRO) e nos dias 19 e 20/05 na Associação Pró-educação Vivendo e Aprendendo (L3 Norte, Quadra 604, atrás da Academia da Vizinhança).
Para saber mais, visite o site da Parto do Princípio: http://www.partodoprincipio.com.br

(fonte da notícia: http://maesyl.blogspot.com/)



Atenção...

2009-05-06T11:37:40.766-03:00

...a data da comemoração do Dia das Mães mudou!
Por motivos de organização não vai mais acontecer no dia 09/05
mas no
dia 16/05/2009
no parque da cidade
estacionamento n.10
(fundos da academia boca)
de 10h00 a 12h00
bjcas



os concursos

2009-05-04T13:11:26.013-03:00

No post anterior, tinhamos falado de dois concursos.

O primeiro será de depoimentos, cujo tema é "La Leche League e o apoio de mãe para mãe". Escrevam um pequeno texto sobre o apoio que receberam de La Leche League, no Brasil ou em outros países, frquentando reuniões, conversando com uma líder, escrevendo uma mail... não imteressa como. Podem utilizar um texto não inédito: o que importa é que do depoimento se entenda a peculiaridade do apoio de mãe para mãe que é a alma de La Leche League.

O segundo concurso será de fotografias, "A família da amamentação" incluindo, ao redor do bebê, a família. Neste caso também a foto não precisa ser inédita nem atual. Por que a família? Porque para a mãe o apoio da família é importante para estar relaxada, confiante e receber a ajuda de que precisa.

Os melhores trabalhos serão premiados sendo selecionados para ser publicados em um CD que será lançado no final de 2009 e, por isso, junto com o trabalho, pede-se a autorização para tal publicação para fins de divulgação e promoção da amamentação. Todas as mães selecionadas terão direito a uma cópia gratuita do CD que será vendido para arrecadar fundos para o funcionamento do grupo de Brasília de LLL.
O prazo para o envio para o e-mail: francescaromana99@yahoo.com é o dia 07 de agosto de 2009.

esperamos seus depoimentos e suas fotos:
caprichem!



Estamos nos preparando para o dia das mães 2009....

2009-04-21T08:42:35.818-03:00

Sábado pássado nós reunimos para conversar sobre as iniciatívas a serem tomadas para o dia das mães.
Tinhamos prometidos uma surpresa e teve a surpresa: era o aniversário da Francesca que soprou uma velinha (uma estranha velinha marcando 0 anos... quando na realidade ela completava 46 anos...). Teve mais uma surpresa; estavam presentes os filhos da Francesca, Giulia e Luca, ambos amamentados quando filhotes, hoje lindos adolescentes (desculpem esta corujice!).
À reunião estavam presente também Clarissa, dona do Espaço Acalanto e sua filha Maria, a menininha dos olhos mais azuis que nós conhecemos. Clarissa foi agradecida de coração por estar cedendo cada mês gratuitamente o Espaço para as reuniões.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

O Dia das Mães será homenageado no dia 9 de maio próximo com uma reunião no Parque da Cidade de quem foi escolhido o lugar que será visitado por Vanessa e Francesca.
A própria Vanessa, junto com a Sílvia, serão as Madrinhas do grupo LLL/Brasília do Mês das Mães de 2009 pela força, coragem, alegria e perseverança com que elas apoiaram o grupo no segundo semestre de 2008.
As madrinhas darão um depoimento sobre a experiência de amamentar e a influência da amamentação sobre a maternagem.
Foram discutidas as medidas práticas (banner; panfletagem, recreador para as crianças mais crescidas, distribuição de brindes já encomendados para mães e crianças, etc) e o lançamento de dois concursos.
O primeiro será de depoimentos sobre "La Leche League e o apoio de mãe para mãe" e o segundo de fotografias "A família da amamentação" incluindo, ao redor do bebê, a família. Em ambos os casos os trabalhos não precisam ser inéditos. Mais informações serão fornecidas em breve neste blog.
Até mesmo as mães que chegaram ao grupo pela primeira vez, ficaram muito animadas: vai ser uma grande festa onde não vai faltar comes e bebes, vendas de produtos promocionais por um preço muuuuito baratinho e uma ocasião para divulgar a família de LLL no Brasil e no mundo.
Recado para as mães do DF que não puderam participar: se quiserem colaborar com a organização, por favor, entrem em contato com a Francesca. Todas vcs podem ajudar pedindo um orçamento, dando uma ideia, fornecendo um contato...

^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^


não percam a festa do dia das mães: onde você estejam, mães, procurem um grupo de apoio!



NÃO votem mais!

2009-04-20T16:46:30.863-03:00

A coordenação da IBFAN avisou que a enquete (leia o último post) está concluida. Portanto, amig@s, não votem mais.

Recebemos agradecimentos pela colaboração.



Enquete da IBFAN Brasil

2009-03-29T19:19:04.378-03:00

Convidamos as mães leitoras deste blog a participar a enquete da IBFAN Brasil reproduzida a seguir. Para conhecer mais o extenso trabalho da Ibfan Brasil em defesa da amamentação, visitem o site: www.ibfan.org.br

Para vocês a imagem do copo de leite nos rótulos das imagens em baixo, representa:


(image)
(image)
( ) uma foto, um desenho ou outra representação gráfica


( ) uma imagem necessária para ilustrar o uso de produto

Podem responder postando um comentário direto aqui no blog ou enviando uma mail para:

francescaromana99@yahoo.com






Surpresa em Abril!

2009-03-27T20:38:25.267-03:00

Queridas Mães.

Em abril não era prevista reunião mas a reunião vai acontecer sim: no dia 18/04 no mesmo horário (de 10h00 até 12h00), no mesmo local (Espaço Acalanto) e vai ter uma surpresa!
O tema da reunião:
PROGRAMAÇÃO DE ATIVIDADE PARA O DIA DAS MÃES
n ã o f a l t e m !!



LLL MACEIÓ FESTEJA 30 ANOS!

2009-03-27T20:32:00.592-03:00

Hoje queremos fazer uma homenagem ao primeiro grupo LLL no Brasil: La Leche League Maceió, fundado em 1979 por Rebecca Magalhães, há anos coordenado por Pajuçara Marroquim com a colaboração de Damaris Lopes, desde que Rebecca voltou para sua terra natal, os EUA.Para fazer isto, pedimos autorização à Pajuçara de reproduzir na integra o "boLLLetim" que ela edita a cada dois meses desde... 1980! Rebecca e Pajuçara são autoras também do único livro de La Leche League em língua portuguesa "Amamentar Porque Não?", publicado pela editora da UFAL, que pode ser adquirido pela internet (http://www.edufal.com.br/).E agora:B O L L L E T I M I N F O R M A T I V O Janeiro - Fevereiro 2009 Vol. 30 - N° 01BOAS MÃES ATRAVÉS DA AMAMENTAÇÃO1979 /2009 – La Leche League de Maceió: 30 anos investindo no futuro, informando, orientando, incentivando e apoiando a amamentação no Brasil.Nota da Editora: A La Leche League de Maceió (LLLM), neste ano está completando 30 anos de atividades ininterruptas. Para celebrar a conquista, estamos publicando o artigo escrito pela Lavínia, membro da LLLM, mãe do João Juvenal, onde ela descreve o apoio de seu esposo Rodrigo, bem como o da LLLM para o sucesso da amamentação de seu filho. Dedicamos esse depoimento e os 30 anos de atividades, à fundadora da LLLM e sempre amiga Rebecca (Becky) Magalhães, que nos confiou o grupo há 20 anos, e sempre apoiou e apóia efetivamente nosso trabalho.UMA AMAMENTAÇÃO E MUITOS APRENDIZADOSDesde nova eu sonho em ter filhos, mas nunca sonhei especificamente em amamentar porque nunca foi algo que tivesse visto durante a minha infância. No entanto, por diversas razões na minha vida, amamentar foi algo que estava determinada a fazer, sem me importar com obstáculos no caminho. Aqui, conto como superei todos os meus obstáculos.Redução de mama: o mitoPor razões estéticas, quando completei 15 anos minha mãe autorizou-me a realizar uma cirurgia de redução de mama. Lembro-me como hoje que a maior preocupação da minha mãe era se eu conseguiria amamentar. Em todas as consultas pré e pós-operatórias isso era perguntado e o médico dizia claramente que eu conseguiria amamentar. O tempo passou, e a notícia de que amigas que haviam realizado a mesma cirurgia, tiveram filhos e não conseguiram amamentar começou a se alastrar, ganhar força e confundir minha cabeça. Passei a ir a ginecologistas e perguntar a respeito, e todos me confirmavam que eu não conseguiria amamentar. Até engravidar, foram 12 anos de preocupação e consultas a médicos, onde perguntava, inclusive, se não existiria algum exame que pudesse ver se eu poderia amamentar.A minha preocupação passou a ser a do meu esposo e, assim que engravidei, minha ginecologista mandou que procurasse a Pajuçara, coordenadora da Liga do Leite de Maceió. Participei da minha primeira reunião aos 3 meses de gravidez e o tema era “os benefícios da amamentação”. A cada novo benefício comentado pelas mães, ao invés de feliz com os «poderes» da amamentação eu ficava cada vez mais triste e me perguntando o que estava fazendo ali se não conseguiria amamentar. Pensei em sair da reunião, mas fiquei com vergonha. No final da reunião, criei coragem e disse exatamente isso para Pajuçara. Ela, de imediato, rechaçou a idéia de que eu não amamentaria e indicou vários depoimentos em seu livro, de mães que realizaram a cirurgia e amamentaram sem problema algum, pois desde o início ela me disse que o sucesso da minha amamentação estava no psicológico: se confiasse que amamentaria eu teria sucesso, de outro modo, eu poderia fracassar.Descobri, então, que a chave do suce[...]



AMANHÃ É DIA DE REUNIÃO!

2009-03-13T19:42:13.076-03:00

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Pois é: o nosso tema de amanhã será A CHEGADA DO BEBÊ.


Depois de nove meses de gestação, de "bonding" interno, o nosso bebê está no nosso colo!

Como vivemos e/ou estamos vivendo este momento? Nós mães, nossos companheiros, nossa família?

E a amamentação? Estamos tendo dificuldades? Está tudo dando certo? Vamos compartilhar?

O que temos para ensinar uma à outra?


O local da reunião continua o mesmo, no Espaço Acalanto:

SRTV, Qd. 701, Ed. Embassy Tower, sala 425


Nunca foi, não sabe como chegar, não conhece bem a capital federal, procure se orientar pelo mapa da nossa mãe Tatiana, a super-famosa Tati, dos Baby Wrapsling (http://maeguru.blogspot.com/)

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Se até mesmo com o mapa não conseguir peça "Socorro!" pelo fone 8116-4126
Mas apareça! Vc é muito importante!



COMUNICADO OFICIAL DE LLL

2009-03-13T13:30:38.811-03:00

La Leche League Brasília informa que, devido a recente comercialização por parte da Medela de produtos tais como mamadeiras e bicos como sistemas separados das bombas extratoras, produtos que violam especificamente o Código OMS e o Código de Ètica de La Leche League International,
La Leche League International e os grupos de La Leche League nos vários países onde eles existem não receberão mais patrocínio ou apóio da Medela assim como não estipularão acordos nem aceitarão publicidade da mesma.

A Medela já foi notificada pela LLLI de que os contratos existentes entre vários Grupos e a empresa serão mantidos até suas vigências mas que não serão renovados futuramente.
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Precisamos ser consumidores responsáveis e atentos..... como Margaret Mead ensina: "Nunca duvide que um pequeno grupo de pessoas conscientes e comprometidas pode mudar o mundo; de fato, é a única maneira disto acontecer"



Relato nº 7

2009-04-20T22:31:25.696-03:00

O dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, já passou mas os relatos podem continuar o mês inteiro ... portanto, continuem enviando....

Hoje estou postanto um e-mail que uma brasileira que mora na Grã Bretanha mandou para a lista de discussão de La Leche League.

Olá a todos.
Meu nome é Rachel, 30 anos. Sou mãe da Hellen, 5 anos, que foi amamentada até os 2 anos e do Victor 12 semanas, amamentado exclusivamente e assim ficará ate os 6 meses. Moro na Inglaterra há qze 5 anos e aqui não vejo muitas mulheres amamentando não. Enquanto estava na maternidade, depois que tiveVictor, vi muitas mães pedirem a formula para as enfermeiras, pq naum queriam amamentar. Tb vi algumas mães que não sabiam o que fazer, como amamentar e não receberam auxilio do corpo de enfermagem. Amamentar para mim é um orgulho, me sinto poderosa amamentando. ...rs Amo ver os olhinhos dos meus filhos me olhando enquanto estão mamando. Isso faz meu coração de mãe transbordar de alegria!Espero poder contribuir de alguma forma com a lista. BjosRachel-UK
(9 de julho de 2008)
Obrigada Raquel!



Reláto nº 6

2009-03-07T01:01:51.234-03:00

(recebido em janeiro de 2009)

".... não conseguia ordenhar e estava precisando de tempo para resolver os problemas da padaria. Eu levava o Adriano prá lá, mas com bebê pequeno o trabalho não rende muito, tem que estar prestando atenção nele, trocar, dar o peito... pra sorte minha ele mama de 3 em 3 horas contadinho no relogio então é mais facil me organizar.
Eu tentei ordenhar também mas não saia quase nada. Uma vez eu consegui ordenhar 100ml, ele mamou tudo e ainda queria mais. Bom, as vezes que eu consegui ordenhar mais leite foi de madrugada. Eu ia de mansinho pro quarto do bebê e ficava olhando pra ele, sentindo o cheirinho dele, so assim pro leite sair, de dia e longe dele eu não conseguia mesmo.
Eu começava com a bombinha e quando ficava mais dificil de sair eu terminava com ordenha manual. Também li que uma foto ou uma roupinha com o cheiro do bebe ajudam na hora de ordenhar... é engraçado mas se o corpo não identifica a necessidade do bebê o leite chega a empedrar mas não sai! Eu consegui contornar a situação no trabalho pra poder continuar com ele, mas quase desesperei e dei leite em po. Quase! ....
Outro dia fiquei muito empolgada com a noticia de uma cliente minha que teve trigêmeos e quer amamentar todos os três! Ela deu um complemento no primeiro mês, até eles ganharem peso mas ja esta tendo leite suficiente pros três! Quem ainda duvida que a natureza é perfeita e se adapta até às situações mais inesperadas?"

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Thais
Mãe do Adriano 3meses



Relato nº 5

2009-03-06T12:07:41.784-03:00

Este relato é da Sílvia, adorável mãe de LLL Brasília, mãe do Bernardo que hoje é um menino saudável e tagarela de 2a2m. Esse relato foi dado por e-mail no grupo de discussão de LLL Brasilia (mês de julho) . Estava esquecendo: Bernardo ainda mama.

"Oi Meninas! Eu sou Silvia, mãe do Bernardo, que tem 1 ano e meio e também mama bastante nopeito! Moro em Brasília faz 9 meses, e em São Paulo frequentava a MATRICE, um grupo de apoio a amamentação bem legal, que a Francesca descreveu abaixo.

E essa experiência foi fundamental para a amamentação do Bernardo. Meu deu forças, me ensinou muito, me ajudou a superar várias dificuldades. Hoje procuro ajudar as outras mães a amamentarem dentro do possível, e acho fundamental que a gente se una para apoiar o aleitamento materno aqui em Brasília. Um grupo de apoio pode fazer toda a diferença mesmo na amamentação."

A Silvia explica muito bem o quanto se recebe e o quanto se dá em um grupo de apóio e como as mães se sentem gratas e querem retribuir apoiando as ..."mommy tobe".... parabéns Sílvia!

Aqui uma foto linda da Sílvia amamentando o Bê, já crescidinho, com a irmã Thaís amamentando a Flora (4m), ambas de São Paulo.
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Relato nº 4

2009-03-04T23:37:57.165-03:00

"Amamentacao após mamoplastia, é possivel? Leia aqui uma historia de sucesso!" Andréia Mortesen, sócia de La Leche League nos EUA, onde mora, escreveu este relato em 14 de setembro de 2005 mas o tema é muito atual e ela me autorizou a publicá-lo nas páginas de La Leche League Brasilia."Primeiramente gostaria de parabenizar todas as mamaes guerreiras que pesquisaram e decidiram ir em frente com a amamentação! Realmente os beneficios sao enormes como a ciência comprova dia a dia.Eu sou uma mãe que tive sucesso na amamentação e ainda amamento meu “bebe” de 2 anos e 4 meses, sem data para parar. Quem me conhece sabe que sou totalmente favorável à amamentaçâao, quanto mais melhor!O que eu não concordo e jamais incentivaria é a mãe que opta por não amamentar desde o inicio (pessoalmente tb nunca conheci uma mãe que optasse por isso). Justamente porque os benefícios do aleitamento são enormes e nada justifica privá-los disso se existem condiçõoes para que aconteca.Agora vou contar minha experiência. Na gravidez eu ja desejava muito amamentar mas tinha uma angustia por não saber se conseguiria pois fiz uma cirurgia de reducão dos seios 7 anos atrás. Nem meu GO nem ninguém poderia dizer se a amamentação aconteceria, somente na hora, na tentativa mesmo, poderia-se analisar se os cortes da cirurgia tinham atingido algum canal importante na glandula mamária.Bom, o Lucas nasceu e vieram as enfermeiras me ajudar a mostrar a pega ideal do bebê no seio, e de cara ja viu-se que eu teria dificuldades. Chamamos as consultoras de amamentação, que fazem parte da La Leche League e atendem em hospitais também. (nos EUA)O seguro saúde cobre esses servicos, nesse ponto tive muita sorte porque aqui o apoio e ajuda à amamentação são enormes!Quando a consultora de amamentaçãao viu que não estava dando certo, bico rachado, sangrando, Lucas chorando e nenhum leite vindo, me olhou com uma cara de dó, como se estivesse com muita pena de mim mesma.Me sugeriu a leitura do livro “Amamentação apos cirurgia”, abaixo o link para compra na amazon:http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0912500867/ref%3Dnosim/kellysattachm-20/102-5540830-6299362 (livro recomendado pela LLL)Tambem me orientaram a bombear varias vezes por dia e ja instalaram uma bomba eletrica no quarto do hospital e trouxeram todos os apetrechos. Doia muito bombear!!! Mas continuei tentando. Outra coisa foi que como não tinha leite nenhum vindo me orientaram a dar leite artificial na sonda de translactação.‘E mais ou menos o seguinte: um tubinho bem fininho e longo, uma ponta vai numa seringa com leite artificial e a outra voce 'prega" no seu peito com uma fita. A ponta que fica no seu peito tem que ficar bem no bico, tá! Assim o bebe suga o bico do seu peito e recebe o leite da seringa, ou seja, é alimentado e mesmo assim esta estimulando seu cerebro a produzir leite para seus seios.Outra coisa que pediram foi que eu anotasse todas as vezes que o Lucas mamasse, fizesse xixi e coco, Todas as vezes que elas chegavam no quarto e viam a tabela ficavam impressionadas que o Lucas passava 1 hora, 2 horas, diretão no meu peito ehhehehe…Bom, depois de muita luta o leite veio, um pouco antes da hora de ir pra casa. E segui, bombeando 2-3 vezes ao dia, tratando os ferimentos com pomada, etc, etc…Prossegui com a amamentação em livre demanda e para alegria tudo deu certo e Lucas mamou exclusivamente no peito por 6 meses, tirando algumas mamadeiras de leite artificial no hos[...]



Relato nº 3

2009-03-03T09:43:36.885-03:00

Mãe: Samanta M. CunhaSão Paulo/SP - Brasil "Na minha primeira gravidez, amamentei exclusivamente por 4 meses. Após orientação do médico, introduzi alimentação sólida. Essa atitude, somada à falta de informação (era 1995 e as campanhas não eram tão fortes como são hoje) e inexperiência (tinha 17 anos), passei a substituir o leite materno por fórmula. Vi com o passar do tempo os efeitos negativos disso: minha filha adoecia muito mais, tinha severas prisões de ventre e passou a usar chupeta, que trouxe prejuízos para sua dentição, fala e respiração. Sem contar o trabalho de lavar e esterelizar a mamadeira de madrugada e a falta de praticidade que era preparar o leite em um passeio, por exemplo. Onze anos depois, nasceu minha segunda filha. Incentivada por campanhas e amigas que amamentaram ou amamentam seus filhos, tinha toda informação sobre os benefícios para o bebê, mãe e família. Indo mais além, até mesmo para o planeta, uma vez que amamentação é ecologicamente correto. Meu desejo era amamentar exclusivamente por 6 meses e prosseguir por 2 anos ou mais. Tive um parto cesáreo, apesar de desejar parto normal, pois ela estava em posição pélvica. Anestesiada e com muitas dores, não amamentei-a na primeira hora de vida. Quando ela chegou para mamar, não pegou o seio de primeira. Após um tempinho, assim que ela abocanhou o bico, comecei a sentir dores agudas em função das fissuras. As enfermeiras do hospital me alertavam: a pega está incorreta. No terceiro dia, o leite desceu e me deparei com mais uma dificuldade. Uma enfermeira, mais solícita e acolhedora quer as outras, ajudou à mim e a meu marido nos orientando como tirar o excesso de leite, cuidar das mamas e posicionar a pega correta. Ela foi fundamental para a situação não ficar ainda mais difícil em casa, quando voltamos do hospital. Um mês depois de muito sofrimento por causa das fissuras e bico rachados, pensei muitas vezes em desistir de amamentar. O que gerava muita angústia, pois queria muito amamentá-la.Recebi apoio e orientação de algumas amigas, via internet, que me apresentaram à concha que protege os bicos machucados nos intervalos das mamadas, ajudou bastante. Depois de dois meses, em uma consulta de rotina com o pediatra, saímos apreensivos. O médico, com ar preocupado, alertou para o fato de que minha filha não havia engordado como deveria (estava com o mesmo peso de quando saiu da maternidade). Foi desolador. Chegamos até a fazer exames de sangue e urina para descartar algumas doenças. Me senti impotente e "incopetente" por não dar para minha filha o que ela precisava. Meu marido não falava em leite insuficiente, mas eu percebia seu ar de preocupação e descrença. Aquela situação, entretanto, não me desanimou. No fundo eu sabia que o melhor leite para minha filha era o meu.Busquei informaçãoes em um grupo virtual de apoio à amamentação de um site de relacionamentos e lá obtive toda informação necessária. Descobri o método de relactação por meio de uma mãe brasileira muito generosa que mora nos EUA e repassava todo apoio e informação que obtinha na La Leache League, além de outras mulheres que, junto com ela, moderavam a comunidade virtual. Com três meses e meio, quando voltamos ao consultório, minha filha ganhava peso à olhos vistos. O médico, desconcertado, disse que ouvira falar de relactação, mas nunca viu nenhuma mãe que tivesse feito. Se não fosse aquele grupo de mães, [...]



Relato nº 2

2009-03-03T00:06:19.383-03:00

Relatos da Vanessa, mãe do Mateus:

Somos mamíferos e por isso nossos filhotes devam ser amamentados. Meu filho tem 19 meses e ainda mama.

A amamentação, depois da maternidade foi a melhor experiência que tive. Fui doadora para o Banco de Leite doHRAS por dois meses. Senti-me doando amor e vida para aqueles que precisavam.

Meu filho nasceu nos EUA onde conheci o LLL - La Leche League. Um grupo de apoio para a amamentação. Freqüentei as reuniões durante e depois da gravidez. Foi maravilhoso!

Tive acesso a uma bomba elétrica de ordenha, que me permitia estocar leite para depois. Tinha leite de sobra, mas tive que jogar todo o leite fora, pois nos EUA não se doa leite, comercializa-se através de companhias privadas. Mas foi essa bomba maravilhosa que me permitiu a doação de 500 ml por dia aqui no Brasil.

Agradeço à ONG LLL que me ensinou muito e tenho certeza que também contribui muito com informações sobre o aleitamento materno no Brasil.

Os americanos não se sentem a vontade de ver uma mãe amamentar seu filho em público, na maior parte, isso é proibido. Estou feliz de estar no Brasil, onde me sinto a vontade de amamentá-lo em qualquer hora e lugar. (julho, 2008)

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Hoje Mateus tem 2a4m e ainda mama.



Relato nº 1

2009-03-01T19:33:05.676-03:00

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A partir de hoje, e até o dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher, vamos publicar relatos de mães, como primeira etapa de um projeto bem mais ambicioso...


Tatiana, mãe di Sávio, foi a primeira mãe que atendeu a nosso chamado. Vamos ler juntas:


"Não foi facil amamentar, mas valeu e ainda vale a pena. Infelizmente tive cesária e passei um pouco mal no inicio, não tive leite por uns 4 dias, mas como estava decidida a amamentar exclusivamente até os seis meses, não desanimei, chorava de dor com os seios machucados e empedrados, dei dois copinhos de leite nan pro meu filho no 3º e 4º dia a noite e o leite veio enfim. Era pouco e todo mundo me dizia pra dar complemento pra ele, achavam magrinho e que tinha cara de fome, mas eu sabia que não era assim, estava no peso ideal, e isso me confortava, todos adoeceram em casa, até eu, mas ele ficou firme de saúde, vi o quanto compensou ter suportado tudo pra amaentar, meu filho é carinhoso, forte e esperto, nunca teve uma gripe e olha que eu sou descuidada.


Não tive a licença de 6 meses, apesar da lei ja existir, pois ela infelizmente não alcança a todos. Tive que voltar a trabalhar e até tive uma pequena depressão, meu leite diminuiu, mas ainda assim eu nao desisti, tirava as vezes 50ml no trabalho, mas mesmo assim continuei, tirava até de madrugada e nos fins de semana, ja tava com o seio machucado de novo, por duas semanas mandei 3 vezes uma mamadeira de nan para complementar, mas não parei, hoje meu filho já tá com quase 7 meses e ainda tem o leite materno como maior fonte de liquido e eu já consegui voltar ao meu peso de antes da gravidez.
Essas fotos que mandei são as que mais gosto. Ele parece agradecer a cada vez que mama, por eu não ter desistido, e não tem melhor recompensar que esse olhar lindo."


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Com certeza Tatiana, o olhar de amor dos nossos bebês é a maior recompensa para uma mãe que enfrentou e/ou enfrenta dificuldades, pressões, criticas.... Parabéns!