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A Arte da Tradução





Updated: 2017-09-15T07:18:24.741-03:00

 



Novos cursos online de legendagem!

2017-06-15T20:14:24.392-03:00

Perdi a conta de quantas vezes prometi que ofereceria novos cursos em breve, mas o tempo passou muito mais depressa do que eu previa. E precisei reformular o site da Scriba, testar e finalmente assinar um contrato com uma plataforma de ensino à distância... Passou tempo demais. Mas o site novo e o novo sistema de ensino (que já foi testado em um curso-piloto não divulgado) me motivaram a atualizar os materiais e a estrutura, além de oferecer cursos para perfis diferentes.

Enfim, finalmente, aqui estão. São cursos breves, com bastantes exercícios práticos, para serem feitos em módulos segundo os interesses de cada um. Decidi limitar o número de participantes por turma para poder dar atenção individual por e-mail entre as aulas. Além disso, os cursos agora não dependem das línguas em que cada um trabalhe -- método que desenvolvi dando aulas aqui em Toronto, onde as turmas de tradução costumam incluir dezenas de línguas. Portanto, seja você tradutor de espanhol, francês ou qualquer outra língua, pode se inscrever! Pretendo alternar cursos ministrados em português e em inglês, para atender a tradutores de diversos países.

Os cursos abertos neste momento são:
Como são poucas vagas, vão se esgotar depressa, mas pretendo oferecê-los com regularidade. Recomendo acompanhar as notícias da Scriba pelas redes sociais, RSS ou lista de e-mails para receber informações atualizadas sobre novas turmas e outras novidades.



Papo com Diego Alfaro - Aprendizado com serviços voluntários e interpretação na União

2016-02-14T22:35:28.151-02:00

Conversei com meu irmão e sócio, que é intérprete acreditado das instituições oficiais da União Europeia. Ele conta a trajetória iniciada com a formação em medicina e suas viagens (literalmente) pela carreira de tradutor e intérprete. Os intérpretes sempre têm as melhores situações de saia justa para contar, não é? ;)

Conheça melhor o Diego.
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Gravado em Toronto e Bruxelas em 9 de outubro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação (Bruxelas): Audacity
Software de gravação (Toronto) e edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de "Carefree", "Groundwork" e "Guiton Sketch", de Kevin MacLeod (CC-BY)



Papo com Michel Teixeira e Flávia Assis - Tradução em família e de aluno a professor

2016-02-14T22:37:32.640-02:00

Após alguns meses, estou de volta com Papo de Tradutor.

Conversei com Flávia Assis e Michel Teixeira, que foram meus alunos uma década atrás e logo se tornaram colegas. O Michel também passou a dar aulas de tradução em cursos de pós-graduação. Além disso, eles são casados e trabalham juntos, agora ao ritmo da filhinha de um ano. Foi uma conversa deliciosa com um casal encantador e competentíssimo.

Conheça melhor a Flávia e o Michel

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Ficha técnica:
Gravado em Toronto e Rio de Janeiro em 8 de setembro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação (Rio de Janeiro): Audacity
Software de gravação (Toronto) e edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de "Take Me Higher" e "Family Tree", de Jahzzar (CC-BY-SA)



Feliz dia do tradutor!

2015-09-23T15:06:17.085-03:00

width="320" height="266" class="YOUTUBE-iframe-video" data-thumbnail-src="https://i.ytimg.com/vi/9M5eYFa5MNg/0.jpg" src="https://www.youtube.com/embed/9M5eYFa5MNg?feature=player_embedded" frameborder="0" allowfullscreen>
Feliz dia do tradutor e vamos todos erguer mais a nossa voz!




Legendagem e literatura

2015-04-15T13:11:35.164-03:00

A turma do Ponte de Letras me convidou para publicar um texto nesse excelente blog sobre tradução literária. Dê uma passadinha lá para ler "Parece literatura, mas sem o livro", que traça algumas semelhanças e diferenças entre a tradução literária e a legendagem de filmes.



Papo com Julia Aidar - Formações diferentes, perfis semelhantes

2015-04-07T11:51:11.837-03:00

Após um descansinho, voltamos com o quinto episódio de Papo de Tradutor.

(image) A Julia Aidar tinha comentado comigo que ela nunca teve contato algum com formação acadêmica em tradução, experiência que é radicalmente diferente da minha. Então decidimos contrastar nosso processo de formação e profissionalização, para entender como acabamos chegando a um ponto tão parecido apesar dessa difer
ença.

O resultado acabou nos surpreendendo! Ouça e veja como isso se reflete em você ou o que você pensa: será que ter determinado perfil pesa mais do que o tipo de formação escolhido?

Obrigada por vencer a timidez, Julia :)  Tenho certeza de que muita gente vai agradecer.

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Ficha técnica:
Gravado em Toronto e Campinas em 20 de março de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação (Campinas): Audacity
Software de gravação (Toronto) e edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de "Clap Your Hands", de
Jahzzar (CC BY-SA), "Windswept", de Kevin MacLeod (CC BY), e "I Don't See the Branches, I See the Leaves", de Chris Zabriskie (CC BY)



Papo com Petê Rissatti - O tradutor e o autor e desafio para os ouvintes

2015-04-07T11:52:36.952-03:00

(image) Neste quarto episódio de Papo de Tradutor, conversei com Petê Rissatti, que começou a carreira como revisor e há alguns anos se dedica exclusivamente à tradução de literatura em alemão e inglês, além de ser autor. Ele também aceitou um desafiozinho de tradução, do qual os ouvintes também podem participar.

O mais difícil foi não passar a tarde inteira conversando!

Este é o texto do desafio. Quer traduzir e depois ouvir o que o Petê teve a dizer sobre ele?
The girl sat there slumped in the couch, sulking. She couldn’t believe her mother would drag her to that lame party full of weirdos and losers. She darted her eyes at her mother, who continued to stare at her, not moving an inch. She should never have taken her persistence for granted. Defeated, she frowned and pulled herself to her feet, dragging her sandals across the floor to the door. Her mother couldn’t help but gloat.
Conheça melhor o Petê: site, blog Ponte de Letras

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Ficha técnica: Gravado em Toronto e São Paulo em 21 de fevereiro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação (São Paulo): Audacity
Software de gravação (Toronto) e edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de “Please Listen Carefully” e "The Wrong Way", de
Jahzzar,
e de "The Temperature of the Air on the Bow of the Kaleetan", de
Chris Zabriskie - CC BY-SA



Papo com Elisabete Köninger - Na interface cultural Brasil-Alemanha

2015-02-10T20:22:39.150-02:00

Chegou o terceiro episódio de Papo de Tradutor!

(image) Conversei com a Elisabete Köninger, tradutora e intérprete carioca que mora e trabalha há mais de 30 anos na Alemanha. Mas nem sequer falamos de tradução, e sim do papel do tradutor e intérprete na interface entre as duas culturas, lidando com as diferenças no jeito de ser para que a comunicação aconteça.

Foi um papo delicioso e instigante. Obrigada, Bete!

Conheça melhor a Elisabete Köninger: site


allowfullscreen="" frameborder="0" height="85" id="ei7449115" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://papodetradutor.podomatic.com/embed/frame/posting/2015-02-10T13_19_05-08_00?json_url=http%3A%2F%2Fpapodetradutor.podomatic.com%2Fentry%2Fembed_params%2F2015-02-10T13_19_05-08_00%3Fcolor%3D40c700%26autoPlay%3Dfalse%26facebook%3Dtrue%26height%3D85%26minicast%3Dfalse%26objembed%3D0%26width%3D620¬b=1" width="620">
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Ficha técnica:
Gravado em Toronto e Stuttgart em 8 de fevereiro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação (Stuttgart): Audacity
Software de gravação (Toronto) e edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de “Welcome” e "So Far So Close", de
Jahzzar - CC BY-SA



Papo com Mirna Soares - Trabalho na OEA e a vida em Washington

2015-02-10T20:12:04.836-02:00

Chegou o segundo Papo de Tradutor!

(image) Conversei com a Mirna Soares, tradutora de inglês, espanhol e francês que há 5 anos é contratada da Organização dos Estados Americanos, com sede em Washington. Conheci a Mirna no Rio há vários anos, mas a carreira dela mudou de forma incrível desde então.

Falamos sobre as difíceis escolhas que é preciso fazer ao longo da carreira e sobre vários aspectos do trabalho dela na OEA. Foi uma conversa muito agradável e instrutiva ao mesmo tempo, como sempre acontece quando tradutores batem papo. :)

Obrigada por participar, Mirna!


allowfullscreen="" frameborder="0" height="85" id="ei7449058" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://papodetradutor.podomatic.com/embed/frame/posting/2015-02-10T12_46_06-08_00?json_url=http%3A%2F%2Fpapodetradutor.podomatic.com%2Fentry%2Fembed_params%2F2015-02-10T12_46_06-08_00%3Fcolor%3Def3435%26autoPlay%3Dfalse%26facebook%3Dtrue%26height%3D85%26minicast%3Dfalse%26objembed%3D0%26width%3D620¬b=1" width="620">
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Ficha técnica:
Gravado em Toronto e Washington em 24 de janeiro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Software de gravação de conversa pelo Skype: Amolto Call Recorder
Microfone (Toronto): Blue Snowball Ice
Software de edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de “Plain Loafer”, de Kevin MacLeod,
e "Talk Me Down", de Mark Neil



Papo com Érika Lessa - Experiência fora do Brasil e na cabine de interpretação

2015-02-10T20:18:02.348-02:00

Esta é a primeira edição da minha novidade que chegou com 2015: o podcast Papo de Tradutor, em que converso com meus colegas e amigos tradutores e intérpretes sobre... bom, qualquer coisa que seja de interesse dos envolvidos.

(image) Meu primeiro papo foi com a Érika Lessa, intérprete e tradutora a quem conheci quando foi minha aluna no curso de Formação de Tradutores da PUC-Rio, lá por 2006 ou 2007, e que logo em seguida se tornou colega e amiga. Ela está passando um ano aqui em Toronto e eu aproveitei para explorar seus talentos de intérprete e rir com alguns "causos".

Foi muito divertido! E, como sempre que a gente bate papo com tradutores, aprendemos alguma coisa nova. Obrigada por ser a primeira "cobaia", Érika!

Conheça melhor a Érika Lessa: site, Facebook, Twitter

 
allowfullscreen="" frameborder="0" height="85" id="ei7449045" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" src="http://papodetradutor.podomatic.com/embed/frame/posting/2015-02-10T12_32_58-08_00?json_url=http%3A%2F%2Fpapodetradutor.podomatic.com%2Fentry%2Fembed_params%2F2015-02-10T12_32_58-08_00%3Fcolor%3D43bee7%26autoPlay%3Dfalse%26facebook%3Dtrue%26height%3D85%26minicast%3Dfalse%26objembed%3D0%26width%3D620¬b=1" width="620">
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Ficha técnica:
Gravado ao vivo em Toronto em 11 de janeiro de 2015
Roteiro e edição: Carolina Alfaro de Carvalho
Microfone: Blue Snowball Ice
Software de edição de áudio: Hindenburg Journalist
Trilha sonora: trechos de “Kiss And Tell (breezy bossa nova)”,
“The Killer (theatrical villainy)” e “Waterback (pastoral folk)”,
compostas por Keshco



O mundo virtual é o novo mundo real

2015-01-12T13:16:07.824-02:00

Um dos argumentos nos quais eu venho insistindo em palestras, aulas e fóruns de tradução é que a tradução audiovisual há bastante tempo não é um nicho do setor de entretenimento, mas está se tornando a norma e permeando todas as áreas que envolvem tradução e interpretação. Não somente usamos a internet para enviar e receber traduções, a internet cada vez mais é o meio -- o único meio -- em que a tradução existe, é divulgada e utilizada, fazendo uso intenso de recursos audiovisuais.

Apenas para ilustrar essa questão, há alguns meses um dos meus clientes -- uma grande rede social -- me encomendou a tradução e legendagem deste vídeo. O tema do vídeo é a própria expansão das redes sociais e seu impacto e relevância crescentes para o mundo "físico". Agora recebi autorização desse cliente para divulgar o vídeo com a tradução. Pessoalmente, fiquei impressionada com as informações dadas nesse vídeo.

E você? Ainda acha que redes sociais são pura distração e que a área de tradução audiovisual é um nicho mal pago para quem gosta de séries na TV?

allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/xag0I6jUQKM?rel=0" width="560">



Curso de legendagem no Rio de Janeiro - dezembro de 2014

2015-01-12T12:59:24.618-02:00

==================================== Esta postagem se refere a um curso que já foi realizado. Quando houver previsão de uma nova turma, ela será anunciada aqui.====================================O formato intensivo do curso de Tradução para Legendagem de Filmes: Teoria, Técnica e Prática tem sido muito procurado. Em 2013 abrimos três turmas. Agora, novamente há inscrições abertas para este curso, que ocorrerá em dezembro de 2014.É o curso mais completo que eu dou e com certeza um dos mais extensos e completos disponíveis no Brasil. Será oferecida uma só turma, para tradutores de inglês para português. As vagas têm sido preenchidas depressa, se esgotando geralmente dois meses antes do início das aulas. Portanto, se você tiver interesse, não perca tempo em se inscrever! O curso será realizado na PUC do Rio de Janeiro, na unidade do Centro da cidade, do dia 9 de dezembro (terça) a 17 de dezembro (quarta) de 2014, em formato intensivíssimo: são seis horas de aulas por dia durante 7 dias, três horas à manhã e três à tarde. Serão quatro dias consecutivos na primeira semana, um fim de semana para recuperar o fôlego e mais três dias seguidos na semana seguinte. No total serão 42 horas. O certificado de conclusão do curso é emitido pela PUC-Rio. Página oficial do curso na PUC-RioO formato intensivo foi muito solicitado, principalmente para que aqueles que não moram na cidade onde o curso é realizado possam se deslocar para lá durante poucos dias. Por isso foi escolhida uma época de férias escolares. Agora há a oportunidade de passar 10 dias no Rio, aproveitando a cidade maravilhosa, e sair de lá especializado em legendagem. Todas as aulas são em laboratório de informática, com toda a infraestrutura necessária. O curso inclui reflexões e a leitura de textos sobre tradução audiovisual e legendagem, mas seu conteúdo é fortemente prático, repleto de exercícios reais que visam trabalhar diversos gêneros de filmes, simular serviços para diferentes clientes e ensinar técnicas e métodos de trabalho para cinema, DVD, TV a cabo e o mercado corporativo. Em aproximadamente metade das horas de aula é utilizado o software Subtitle Workshop. Este curso tem sido muito bem-sucedido em seus objetivos: são vários os alunos que passaram a atuar no mercado de legendagem de filmes, e cada vez mais produtoras  de vídeo entram em contato pedindo recomendações dos melhores alunos para serem seus prestadores de serviços. O mercado é exigente e o curso também: é intenso e os exercícios apresentam um grau de dificuldade crescente, visando preparar os alunos para a realidade do mercado em seus melhores nichos. Não é um curso fácil, exige muita dedicação. A experiência prévia com tradução de textos é desejável mas não imprescindível; já o excelente domínio das duas línguas envolvidas, com ênfase na compreensão do inglês e na ótima redação em português, é fundamental e faz toda diferença no desempenho. Também é muito importante que os alunos se sintam à vontade usando computadores, tenham bom domínio de Windows, Office, programas de vídeo, ferramentas de internet e saibam realizar tarefas essenciais como download, instalação de programas, etc. O valor do curso é de R$ 1.994,00, e pode ser parcelado em duas vezes. Algumas considerações sobre este curso presencial e os valores. A PUC tem fama de cobrar preços altos, mas leve em conta a quantidade de horas em laboratório de informática, com uma ótima infraestrutura, técnico à disposição e tudo mais. 42 horas é muito tempo (pelo que sei, é o mais longo no Brasil). Basta fazer uma comparação analisando o conteúdo oferec[...]



Tradução e tênis

2014-06-06T20:44:17.805-03:00

Além de línguas e tradução, uma das atividades que mais ocupam meu tempo é o tênis -- o esporte.Comecei a jogar aos 7 anos e competi dos 10 aos 17. A partir dos 14 eu treinava 4 horas por dia, mas parei aos 17 quando percebi que não teria mais chance de me tornar profissional, sendo que desde os 15 ou 16 eu já estava praticamente obcecada em ser tradutora. No meu ano livre entre a formatura da escola e o início da faculdade, com 17-18 anos, dei aulas de tênis em dois clubes. Jogo regularmente até hoje e, como ao longo de toda a vida, eu me integrei à nova cidade (a terceira em que eu moro) e fiz vários bons amigos por meio do tênis. Sempre convivi com amantes desse esporte, fossem amadores ou profissionais.Além disso, é claro, o gosto pelo estudo de línguas, gramática, literatura e tradução, além de há mais de 20 anos ser estudante ou professora de tradução (às vezes as duas coisas ao mesmo tempo), define grande parte de quem eu sou, como penso, com quem me relaciono e a que dedico a maior parte do meu tempo.Um dia desses, batendo bola, minha cabeça começou a "viajar" e tecer paralelos entre as duas atividades. Fiquei maravilhada de constatar quanta coisa elas têm em comum. Então aqui vai um pequeno exercício de reflexão: qualquer um dos itens abaixo são o que vejo e sinto tanto com relação ao campo da tradução quanto ao tênis.É uma atividade notoriamente solitária, o que não quer dizer que tudo dependa somente de você.Quem vê essa atividade de fora, sem conhecê-la, pensa que é algo puramente mecânico. É preciso treinar a vida toda; não existe um momento em que não há mais necessidade de praticar e se aperfeiçoar. No começo é apenas para conseguir fazer o básico, mas, quanto mais alto o nível a que você chega, mais importante é treinar com regularidade para buscar estender seus próprios limites.Sempre dá para melhorar.É 99% ralação e 1% inspiração. Se, para quem olha de fora, o que a pessoa faz parece fácil e natural, pode ter certeza de que exigiu um esforço muitíssimo maior do que se pode imaginar.É preciso treinar muito, durante anos e anos, para, quando nos depararmos com algum daqueles momentos cruciais da carreira, algum desafio imenso que nos marcará pelo resto da vida, sabermos aproveitar a oportunidade.Existe sorte. Mas ela não pode fazer parte da nossa estratégia. Há muita margem para discussão de regras e questionamentos. Mas dentro é dentro, e fora é fora.Temos que conseguir pegar gosto -- ou ao menos aceitar e tirar satisfação -- da prática em todos os aspectos (mesmo aqueles de que a gente não gosta), do cansaço, da repetição, da frustração, da dor. Os momentos de vitórias memoráveis e reconhecimento são raros e estão diretamente relacionados a esse esforço contínuo.O erro faz parte e acontece com frequência. Simplesmente não existe a possibilidade de não errar. É preciso aceitar que isso vai acontecer e saber lidar com a presença de erros de modo a não comprometer o resultado final, sua postura e autoconfiança e o prazer de continuar se dedicando àquela atividade.A derrota também faz parte. É preciso saber usá-la como fonte de motivação para melhorar. Mas, se você repetidamente não consegue ganhar, há algo muito errado com o que está fazendo, e precisa reconhecer esse fato e buscar ajuda.O único jeito de melhorar é nos medirmos sempre com quem é melhor do que nós.É importante termos um modelo (ou alguns) daquilo que gostaríamos de ser. E é importante saber por que escolhemos justamente esse modelo.Derrotar ou apontar erros de quem é tecnicamente inferior não nos torna melhor em absolutamente nada.Ao cometer um erro grave, ficar remoendo ou apresentando justi[...]



Quatro traduções de um mesmo vídeo

2014-04-22T19:34:10.127-03:00

(Atualizado com mais uma tradução amadora.)Estes dias, passou a circular um vídeo que se tornou viral, sobre uma falsa vaga de emprego que parece impossível (propaganda de uma empresa de cartões).Vários conhecidos começaram a pedir que fosse traduzido, e me ofereci para fazer a legendagem. De vez em quando eu traduzo algo de que gosto, para mim mesma ou para alguém querido. Foi o que fiz, traduzindo e editando o vídeo com legendas fixas.Dois dias após ter divulgado o vídeo no YouTube, descobri outras duas traduções em português, publicadas quase ao mesmo tempo que a minha. Mais um par de dias depois, encontrei outra versão legendada que já se tornou muito popular.Achei muito interessante comparar a redação, o estilo e as características técnicas (sincronia, subdivisão de legendas, ritmo de leitura) de duas traduções amadoras com a minha, que fiz usando os critérios da legendagem profissional com que trabalho normalmente.São estes:1 (amador, clique em 'cc' e selecione legendas em português) allowfullscreen="" frameborder="0" height="342" src="//www.youtube.com/embed/yTtx5usrTYM?rel=0" width="608"> 2 (amador) allowfullscreen="" frameborder="0" height="342" src="//www.youtube.com/embed/5hn9Tt6coQs?rel=0" width="608"> 3 (amador) width="608" height="342" src="//www.youtube.com/embed/7d2XhaJiSUs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen>4 (profissional) allowfullscreen="" frameborder="0" height="342" src="//www.youtube.com/embed/_e1oLSNNwfk?rel=0" width="608"> Algumas ressalvas importantes:Meu objetivo aqui não é criticar nem ridicularizar as traduções amadoras. Foram feitas por gente que, como eu, quis tornar um vídeo bonito acessível para pessoas queridas, e cumprem com esse objetivo. Também não me sinto de forma alguma "moralmente superior" a ninguém.Por outro lado, o tempo todo ouvimos comentários sobre a excelente qualidade das traduções amadoras ("fansubs"). Inclusive já tive alunos que eram fansubbers e achavam absurdas as imposições técnicas nas quais eu insistia para conseguirem se inserir no mercado profissional, pois argumentavam que "todo mundo" elogiava seu trabalho.Esta comparação é apenas uma boa oportunidade de destacar essas diferenças.Essas legendagens amadoras cumprem a função de transmitir rapidamente um conteúdo em língua estrangeira? Sem dúvida.Seriam aceitas por uma produtora de vídeo ou canal de TV como um serviço profissional? Em hipótese alguma.Os textos contêm inúmeros problemas de tradução, gramática e estilo. Há legendas com tanto texto que não dá tempo de ler (ou, se conseguimos ler, não temos tempo de observar as imagens, o que é uma perda grave). A sincronia não está precisa, assim como a quebra de legendas e de linhas, e tudo isso exige um esforço redobrado do espectador para acompanhar as legendas, em detrimento da experiência prazerosa de assistir ao vídeo.Todas essas observações se baseiam em conhecimentos bastante técnicos e nem sempre intuitivos.Tudo isto não é para pedir elogios nem nada disso, absolutamente -- eu continuo me aprimorando e não me considero dona da verdade.É apenas para ilustrar o que qualquer tradutor qualificado já sabe: o bom resultado final de uma tradução é a ponta do iceberg, fruto de um esforço significativo de estudo, capacitação e treinamento, aliado a um trabalho intenso e extremamente detalhista durante o processo de tradução -- tudo isso apenas para que o receptor desse conteúdo não note demais a tradução em si, como alguém que aprecia a paisagem sem reparar no vidro da janela.E também para lembrar que ainda falta muito, muito mesmo, para sermos substituídos por máquinas ou por voluntários bem-intencionados, caso alguém ti[...]



Novamente a discussão sobre dublagem x legendagem

2014-04-13T17:33:56.123-03:00

Eu nem me lembrava de que o último que escrevi neste blog foi sobre o debate de dublagem x legendagem, que já mais parece São Paulo x Corinthians ou Flamengo x Fluminense, com a tendência a cada lado defender suas preferências pessoais como se fossem a única verdade possível. Mas a todo momento alguma notícia reacende esse debate, mesmo que a notícia em si nem diga respeito à forma de tradução -- a mídia adora lançar polêmicas e, em frações de segundo, as pessoas voltam à briga.Desta vez, uma longa discussão num grupo grande de tradutores profissionais surgiu por conta desta notícia sobre uma adaptação feita nas imagens do filme Capitão América para os diversos países de destino, inclusive o Brasil.Embora eu já tenha comentado e escrito sobre o assunto em outros lugares, como nesta matéria sobre tradução audiovisual para a revista Língua Portuguesa, vejo que, mesmo entre tradutores, que supostamente deveriam ter um conhecimento um pouquinho acima da média sobre o tema, continuam sendo repetidos e reforçados argumentos infundados e baseados em preconceitos errôneos a respeito das diversas opções usadas para adaptar um filme a uma cultura diferente.Então volto a expor minha opinião sobre essa questão -- que, para falar a verdade, não entendo bem por que rende tanto debate. Um desses preconceitos é a noção de que um tradutor "rebelde" qualquer, por conta própria, seria capaz de modificar um filme. Ouvimos isso sobre títulos de filmes, edições de imagem, de som, adaptações na tradução, etc.O processo de tradução e pós-produção de um filme envolve várias empresas, muita gente e muito dinheiro. O tradutor é apenas um dos elos (um elozinho praticamente dos mais insignificantes) do processo, que não tem poder para tomar nenhuma decisão que minimamente fuja do padrão. Nenhum tradutor jamais decidiu o título de um filme, imprimiu cartazes e outdoors e os espalhou por todo o país, assim como não trocou uma imagem do filme original por uma imagem com textos adaptados. Tudo isso envolve muito dinheiro, muitas decisões, e o tradutor apenas cumpre ordens, talvez dê sugestões, mas definitivamente não toma nenhuma decisão nem tem controle sobre o resultado final do processo.Isso sem dizer que, no caso de Capitão América, se trata da Disney, a distribuidora mais controladora do mundo com relação às traduções e adaptações, cujo processo começa muitas vezes seis meses antes do lançamento de um filme.Outro preconceito é o de associar legendagem a superioridade cultural, inteligência ou "evolução" (acreditem, vi esse termo usado em um argumento), e dublagem a inferioridade, burrice e preguiça. Basta olhar para o resto do mundo e ver que isso não se sustenta. Eu já li bastante sobre o assunto e há especulações muito variadas sobre as origens das preferências de cada cultura por dublagem ou legendagem, mas não há explicações definitivas. Faço aqui um resuminho:Por um lado, a dublagem se tornou obrigatória em muitos países durante regimes autoritários, por facilitar a censura e alteração do conteúdo estrangeiro (caso do Brasil e de muitos países da Europa quando da disseminação do cinema falado ou da televisão). Esses mesmos regimes costumavam usar como pretexto a acessibilidade para a parcela menos letrada da população, e muita gente até hoje faz essa associação, embora não se sustente em muitos casos.Por outro lado, a pós-produção para dublagem é um processo muitíssimo mais caro do que a legendagem. No caso do Brasil, como a lei que previa a obrigatoriedade da dublagem se aplicava à TV, quando do advento do VHS -- aqui [...]



Títulos de séries, legendagem e dublagem

2014-01-15T20:39:16.787-02:00

Está rodando nas redes sociais esta matéria sobre o subtítulo que foi dado para a série "Breaking Bad" pelo canal Record.

Vale esclarecer que o subtítulo de um filme ou série, ou mesmo o título, *não* se trata de tradução. É um novo título dado pelos produtores ou distribuidores no país de destino, e não envolve tradutores nem estratégias de tradução.

Também é importante não confundir as críticas feitas ao título com as preferências em torno de legendagem ou dublagem -- o título seria o mesmo, independentemente da forma de tradução adotada.

Quanto ao gosto (ou desgosto) por dublagem ou legendagem, é algo puramente subjetivo, que nada tem a ver com o grau de escolaridade das pessoas, superioridade ou inferioridade cultural, nem mesmo com noções de arte, como já foi extensamente discutido na literatura acadêmica sobre esses temas.

Uma breve introdução ao mundo da tradução audiovisual, com algumas dessas distinções, está disponível na edição especial sobre tradução da revista Língua Portuguesa, para a qual eu escrevi esta matéria sobre tradução audiovisual (em PDF).



Como falar da profissão

2013-06-29T20:55:42.551-03:00

Penso que qualquer tradutor, principalmente os autônomos (a maioria de nós), já passou por algum aperto ao falar da própria profissão. Aquelas perguntas do tipo "Mas você também trabalha?", ter que ouvir um desfile de "pérolas" vergonhosas, etc.Também é comum, nos meios de interação entre profissionais, a tradicional choradeira dos pobres coitados tradutores que ninguém reconhece, que só se sacrificam, que não têm horário, que não tem vida e tudo mais. Já devo ter presenciado cem vezes a situação em que alguém reclama por passar um feriado prolongado inteiro trabalhando até de madrugada, ao que outro responde que ele é que tem sorte por ter algum tipo de trabalho.A vida não é fácil, e a vida de profissional autônomo não é para qualquer um. Aliás, a vida de assalariado também não é, porque aí tem toda uma outra série de dificuldades e motivos para choramingar.Também não é trivial mudar a postura, própria ou alheia, com relação à profissão. Eu sempre aprendi, apliquei e senti na pele que a nossa imagem é a gente que constrói, que respeito é a gente que se dá, que valorização começa por nós mesmos. Mas "falar é fácil", dizem muitos.Outra tendência é cada um de nós olhar para outro colega ou para outra profissão e achar que todos se dão bem, exceto nós. E aí também tem aquela situação recorrente: se um intérprete reclama de alguma coisa na profissão, chega um tradutor e diz: "Ah, é? Experimenta ser tradutor, para ver o que é bom." Aí chega o revisor: "Pois então vai ser revisor para ver o que é sofrer!" E então chega o professor de línguas: "Vocês reclamam de barriga cheia! Experimentem ser professores..." E aí vem a secretária, e assim sucessivamente.Mas então não vamos falar de tradutores, intérpretes ou revisores, nem nada que tenha a ver com a nossa profissão. Vamos olhar para uma situação completamente diferente.O vídeo a seguir caiu nas minhas mãos como parte das traduções que eu faço para a Royal Opera House. Foi exibido nos cinemas, no intervalo da transmissão da ópera "Nabucco", e relata o dia-a-dia do coro permanente da Royal Opera. Eu adorei, porque já cantei em coral e adoro canto coral. Mas, ao fazer essa tradução, tive uma série de revelações e uma epifania: É ISSO! É ASSIM que nós devíamos falar da nossa profissão!Assista atentamente e depois continue lendo o que eu pensei quando traduzi esse vídeo. width="608" height="342" src="//www.youtube.com/embed/QT7QK0Kfp6A?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen>Logo de cara, sabemos que um cantor de coral é um cantor profissional (nesse caso), mas não se destaca. Ele serve ao conjunto e cada componente tem um papel essencial, mas esse papel não inclui dar showzinhos particulares. Durante a apresentação, eles são praticamente "invisíveis" como indivíduos. Mas a valorização da profissão se dá por cumprirem esse objetivo e em outros momentos, como nesse vídeo, quando falam de si próprios e de seu trabalho.Em 00:28, há um depoimento muito comum: "Isso é emprego de verdade?" Imagine quantas vezes eles não devem ouvir isso, assim como nós. Não estamos sós.Em seguida, fica claro que, apesar de se apresentarem até tarde da noite, nem sempre têm a manhã livre, como deveriam. Quer dizer, não é aquele empreguinho com horário fixo, 8 horas por dia. Ainda assim, o cantor enfatiza a empolgação que é fazer aquilo todo dia.Em 1:08, ele diz que eles preparam 4 ou 5 óperas ao mesmo tempo, em diversas línguas. Preciso enfatizar as semelhanças com os tradutores?A partir de 1:50, são mostrados os ensaios de "Nabucco". Fica claro [...]



Balé e ópera multimídia

2012-12-05T00:03:19.146-02:00

Como é que uma "arte morta", como muitos se referem à ópera, ou um antigo estilo de dança, podem de repente atrair novas gerações a alcançar o maior público a que já teve acesso?Através de recursos multimídia! allowFullScreen='true' webkitallowfullscreen='true' mozallowfullscreen='true' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/S6iYgQYtIm4?feature=player_embedded' FRAMEBORDER='0' />Algumas companhias de balé e ópera têm exibido suas apresentações ao vivo, para cinemas de todo o mundo. É o caso do Bolshoi Ballet, a Metropolitan Opera, a Royal Ballet e a Royal Opera House. A Emerging Pictures lista a maioria dessas apresentações.No ano passado, eu fui procurada pela Royal Opera House/Royal Ballet (ROH) para traduzir algumas dessas apresentações para o português, pois eles estavam começando a exibi-las para uma rede de cinemas em todo o Brasil. Foi uma experiência ótima, e recentemente começou a temporada de 2012-2013 e eu fui escalada para fazer todas as traduções em português. É por isso que falo mais do ROH aqui, já que conheço de primeira mão como essas transmissões funcionam.Essa tecnologia já existe há vários anos. Em 2003, eu assisti a um show de David Bowie que foi exibido ao vivo, desde Londres, para cinemas em todo o mundo. Eu estava no Brasil e, além de vermos o show, pudemos fazer perguntas para Bowie depois, desde o cinema, e ele ouvia e respondia desde Londres. Considerando como essa experiência foi incrível, chega a ser surpreendente (quase assombroso) que não tenha se tornado uma opção de entretenimento muito mais comum.Mas parece que as transmissões ao vivo para cinemas finalmente estão vindo para ficar. A ROH começou a exibir as apresentações em cinemas do Reino Unido em 2009; o Brasil foi incluído no ano passado e o Japão nesta nova temporada. Agora transmitem para 240 cinemas de 32 países, em 6 ou 7 línguas, se não me engano.Este vídeo (em inglês) destaca as vantagens de assistir balés e operas no cinema. allowFullScreen='true' webkitallowfullscreen='true' mozallowfullscreen='true' width='320' height='266' src='https://www.youtube.com/embed/UYpuOExLBeE?feature=player_embedded' FRAMEBORDER='0' />Os sons e imagens são capturados em alta definição, e as legendas em todas as línguas são todas transmitidas desde Londres. As traduções são realizadas com poucos dias (ou, às vezes, poucas horas) de antecedência. No caso de óperas, traduzimos o libretto, naturalmente, mas também há trailers e curtas sobre cada produção, que mostram ensaios, entrevistas e outras informações importantes sobre a produção, e que são exibidos antes do espetáculo e durante os intervalos. Também há mensagens exibidas na tela para os espectadores (por exemplo, incentivando-os a enviarem tweets com comentários sobre o espetáculo) e um resumo de cada ato que verão. Alguns dos tweets enviados também são exibidos na tela do cinema durante os intervalos.Como as imagens são geradas ao vivo, as legendas não podem ser editadas permanentemente sobre o filme. São exibidas manualmente, ao vivo, pelo departamento de surtitling da ROH ("surtitling" é o nome das legendas exibidas em teatros, geralmente acima do palco).A ROH interage com os espectadores nas principais redes sociais. Tem seu canal no YouTube, página no Facebook e conta no Twitter. E divulgou recentemente alguns números impressionantes sobre a temporada de 2011-2012, que sem dúvida irão crescer a cada ano. Alguns destaques:Cerca de 300.000 pessoas assistiram à  Royal Opera e à Royal Ballet em cinemas.Quando a Royal B[...]



Entrevistas

2012-10-12T12:02:54.320-03:00

Fico meio acanhada de publicar isto no meu próprio blog... Mas enfim, acho que há informações úteis para outros tradutores ou estudantes, opiniões e recomendações que eu faço muito em redes sociais, e-mail, aqui no blog, etc.

Então aqui vai, não (só) como autopromoção, mas esperando que seja útil para alguém.

A revista Tradução & Comunicação, editada pela universidade Anhanguera, publicou uma entrevista comigo feita pelos doutorandos Thaís Collet e Rafael Matielo. Eu participei da banca do Rafael quando ele escreveu uma dissertação sobre legendagem, e a Thaís foi minha aluna de legendagem na PUC-Rio.

A entrevista está aqui.

Aproveito para mencionar outra entrevista, que eu não cheguei a divulgar aqui. Foi feita pelo Petê Risatti, que conversou com diversos tradutores -- vale a pena ler todas as conversas!

A conversa comigo está aqui.



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2012-10-09T17:05:35.841-03:00

Como otimizar seu projeto de tradução – Parte II* * * Da série DICAS PARA CLIENTES DE TRADUÇÃO,a versão em português do blog Translation Client Zone,de autoria de Bianca Bold* * *  No primeiro texto desta série, eu comecei a dar dicas a clientes de tradução sobre como colaborar com tradutores para seu próprio bem, iniciando com aspectos ligados a planejamento e materiais de referência. Agora o foco das sugestões para otimizar o processo é no arquivo que você enviará ao tradutor. • Envie a versão final do textoFaça tudo o que estiver ao seu alcance para que o texto enviado ao tradutor seja a versão final e revisada. Se não for possível, o mínimo que você deve fazer é destacar as mudanças feitas depois da primeira entrega. Você pode usar fonte de outra cor, uma ferramenta de marcador de texto ou, ainda melhor, uma ferramenta específica para revisões, como aquela que marca as mudanças feitas no Word (“controlar alterações” ou “track changes”). Nesses casos, é bem comum o tradutor cobrar conforme o trabalho extra e, dependendo do volume de texto novo, o prazo deverá ser reajustado.O que você deve evitar sempre é aquele vai e vem infindável de e-mails com várias versões do mesmo texto, principalmente depois que o tradutor já começou o trabalho. Essa é a receita perfeita para perder tempo e, muito provavelmente, dinheiro.• Envie arquivos editáveisTradutor traduz. Simples, não é? Entretanto, algumas pessoas pensam que podem enviar uma imagem a um tradutor e recebê-la de volta com tudo igualzinho, mas em outro idioma. Bem, isso é perfeitamente viável, mas é outroserviço que seu tradutor pode oferecer ou não. E nem todos os tradutores oferecem. Enquanto alguns de nós adoram editoração eletrônica e se divertem formatando textos, fazendo gráficos, preparando tabelas, criando imagens... outros não levam muito jeito para isso, não gostam ou simplesmente acham que não vale a pena investir tempo nessas atividades extras e preferem concentrar seus esforços no que sabem fazer melhor: traduzir.A maioria dos tradutores prefere receber arquivos editáveis. Dito isso, PDFs editáveis são aceitáveis, mas não ideais. Às vezes é até possível copiar o conteúdo de um determinado PDF e colar num processador de texto, mas muitas vezes a formatação se perde. Isso acontece principalmente quando o documento não contém apenas texto corrido.O melhor tipo de arquivo que você pode enviar a um tradutor é num formato que possa ser editado e que também seja suportado pelas chamadas “ferramentas CAT” (ferramentas de tradução assistida por computador) que seu tradutor usa. Um breve parêntese é crucial aqui: ferramentas CAT e, mais especificamente, softwares de memória de tradução, não são a mesma coisa que ferramentas de tradução automática. Explicando de forma bem simples e resumida, podemos dizer que memórias de tradução são arquivos que armazenam frases/segmentos traduzidos pelo usuário. Então, quando seu tradutor se depara com o mesmo conteúdo ou algo semelhante, o software oferece as soluções já usadas anteriormente, ajudando a manter a consistência textual. Uma das vantagens dessas ferramentas é que a formatação costuma permanecer intacta.No caso de você não poder enviar um arquivo editável, as reações variam de tradutor para tradutor. Antes de começar o trabalho, talvez o tradutor peça que você envie o material a outro profissional para transformá-lo em texto editável. O tradutor também pode optar por digita[...]



Feliz dia do tradutor!

2012-10-06T22:06:47.547-03:00

30 de setembro é o dia do tradutor. É a data em que se comemora São Jerônimo, que traduziu a Vulgata (versão da bíblia em latim) no século IV.Há uma grande quantidade de pinturas que ilustram cenas da vida de São Jerônimo. Ele é sempre retratado idoso, magro, geralmente careca (com o crânio protuberante), de barbas longas e túnica, geralmente vermelha. Quase sempre está cercado de livros ou papéis e é acompanhado de um leão domesticado, e quase sempre tem ao seu lado uma caveira, símbolo de memento mori, a lembrança da mortalidade iminente.Muitas pinturas mostram Jerônimo em situação dramática: quase nu, muito magro, debruçado sobre a mesa de trabalho, lutando com o texto.Eu só fui me deparar recentemente com a pintura acima, de Andrea Mantegna, feita em 1450. Gostei muito dela e acho que ela tem muito a ver com os tradutores.Primeiro, ele está numa caverna. Convenhamos, todos os tradutores têm um lado ermitão, que sabe apreciar a solidão e o silêncio. Para quem olha de fora, nosso escritório pode parecer um buraco empoeirado, mas é onde a gente se sente realmente em casa.Ele está vestido, mas largou o chapéu e as sandálias porque a gente trabalha em casa e fica à vontade, mesmo.É importante estar sempre hidratado, e nesse quadro São Jerônimo tem um riozinho de água cristalina passando bem na frente da caverna.O leão domesticado virou um gatinho -- tradutores são grandes amigos dos felinos -- que olha para ele com uma carinha de "faz tempo que ninguém brinca comigo..." Os meus também me olham assim às vezes. Como todos sabem, é daí que se origina o termo "CAT tools" ;-)Na frente da caverna, bebendo água, tem um passarinho vermelho que parece um cardeal, e em cima da caverna tem uma coruja. Achei bacana ter uma ave bem diurna e alegre e outra noturna. Tradutor está na ativa dia e noite, e muitos tradutores têm fortes tendências estrigiformes. E o próprio Jerônimo está com cara de cansado, mas ainda matutando, procurando aquela palavra que falta, aquela adaptação aparentemente impossível. Está rezando para o santo protetor dele... quem será o São Jê do São Jê?Acho que está um pouco triste porque a internet ainda não foi inventada. Devem ter sido uma barra esses tempos primitivos pré-banda larga. Hoje a gente pesquisa instantaneamente o corpus do mundo todo, usa dicionários digitais, memória de tradução, e troca ideias com milhares de tradutores pelo mundo. Mas, mesmo assim, tem dia que só mesmo Jerônimo para mandar uma inspiração.Parabéns a todos os tradutores pelo dia de hoje! Não existiria aldeia global sem a nossa dedicação a cada palavrinha que transformamos na nossa cabeça para que as pessoas se entendam.* * * * *DIA DO TRADUTOR, parte 2Ontem (dia 30 de setembro) tinha tanta coisa interessante sendo postada em blogs, Facebook etc. sobre o dia do tradutor que eu me vi, mais uma vez, navegando pelo Google Images em busca de representações de São Jerônimo que eu ainda não conhecia, o que inevitavelmente me fez relembrar outras que eu tinha esquecido.Foi então que percebi que o nosso querido São Jê passou por todas as mesmas fases que a gente enfrenta na nossa rotina profissional, sobretudo durante aqueles projetos "memoráveis" que todos nós encaramos de vez em quando. É tudo questão de pôr as imagens na ordem certa:Fase 1, Van Eyck: São Jê começa o dia de trabalho. Está descansado e concentrado. Tomou um bom café da manhã, fez a barba, se vestiu, alimentou o leãozinho. Seu escritório e[...]



5 Comentários

2012-08-26T13:40:28.910-03:00

Como otimizar seu projeto de tradução – Parte I* * * Da série DICAS PARA CLIENTES DE TRADUÇÃO,a versão em português do blog Translation Client Zone,de autoria de Bianca Bold* * *O maior interessado no sucesso de uma tradução deve ser, sem dúvida, o cliente. No entanto, por falta de conhecimento sobre o processo de tradução, a sua colaboração no projeto pode não ser muito eficaz ou, ainda pior, você pode acabar atrapalhando o andamento ou o resultado.Com isso em mente, eu listei algumas medidas que deveriam ser observadas por todos os envolvidos em uma tradução, e não apenas por quem é designado especificamente como gerente de projeto ou PM (do inglês “project manager”). Entendo que na vida real a situação às vezes foge ao nosso controle. Então, digamos que as recomendações a seguir representem a melhor das hipóteses, em que todos saem ganhando.PlanejamentoÉ importantíssimo planejar um projeto com antecedência e dar aos tradutores o tempo necessário para fazerem um trabalho cuidadoso. Se você já estiver acostumado a trabalhar com um tradutor, deve ter uma ideia de quanto tempo ele precisa para realizar uma determinada tarefa. No entanto, a produtividade varia de pessoa para pessoa, de texto para texto e até mesmo de dia para dia. Além disso, lembre que vários "obstáculos" podem atrapalhar seu tradutor a qualquer momento: ele pode estar com tempo reservado para outro projeto, fazendo malabarismo com dois ou mais textos (em vez de poder lhe oferecer dedicação integral, o que é bem comum), o texto pode se distanciar do que o profissional está acostumado a traduzir (o que deixa o processo mais demorado), o tradutor pode estar ocupado com questões pessoais ou até se preparando para tirar férias...Recomendo que você sempre fale com seu tradutor assim que souber de projetos futuros. Se sua empresa lida com projetos recorrentes que precisam de tradução, por exemplo, não há motivo para não avisar o tradutor com antecedência. É claro que você só pode pedir que alguém reserve seu tempo quando tiver mais detalhes, como datas, tamanho do texto, conteúdo, etc. Um tradutor organizado ficará grato ao saber que algo está por vir e, possivelmente, terá esse futuro projeto em mente quando montar sua agenda de trabalho.Em seu escritório ou empresa, certifique-se de que todos os envolvidos na produção do texto original respeitem os prazos. Além disso, o cronograma deve levar em conta não só o trabalho do tradutor propriamente dito como também o tempo necessário para alguémda sua empresa fazer uma leitura final da tradução. Mas tome muito cuidado: pedir que sua equipe "edite" uma tradução é uma faca de dois gumes e deve ser feito com muita atenção e responsabilidade.Saiba que prazos muito curtos são geralmente acompanhados de taxas de urgência, e estas são despesas que você pode evitar. E tem mais: prazos caóticos podem afetar a qualidade do texto final. Em breve, discutirei esse tema em mais detalhes.Materiais de referênciaAo escrever sobre formas de evitar erros na tradução de um texto técnico, Chris Durban sugere que você use pessoas da sua empresa que sejam especialistas no assunto para fornecer aos tradutores terminologia apropriada e materiais de referência. Esse conselho é pertinente a todos os tipos de texto e mídia. É importante enviar ao tradutor todos os materiais que sejam de alguma forma relacionados ao texto a ser traduzido.Se você tiver documentos bilíngues relevantes, [...]



Tradução na Globo Universidade

2012-08-25T23:40:38.121-03:00

A formação de tradutores e o mercado de tradução foram o tema de várias matérias publicadas na Globo Universidade. O foco foi sobretudo na PUC-Rio, onde eu estudei e leciono. São bem aprofundadas e ótimas para tradutores profissionais ou para quem ainda está planejando a carreira.

A matéria principal é em vídeo, mas o site da Globo Universidade traz alguns artigos complementares:

Matéria em vídeo sobre diversas especializações oferecidas na PUC-Rio

Artigo sobre o mercado de tradução

Artigo sobre interpretação

Artigo sobre o mercado de tradução audiovisual e literária

Artigo sobre tradução juramentada

Achei as matérias excelentes. Raramente uma reportagem na imprensa sobre tradução passa do mais básico. Mas o mercado de tradução está crescendo muito no Brasil e o profissional vem ganhando muita visibilidade.

Do ponto de vista pessoal, o mais incrível é que eu conheço praticamente todo mundo em todas as matérias! Uns foram meus professores, outros meus colegas e outros meus alunos. O mundo da tradução é uma enorme família, mesmo.



Autotradução: parte tradução, parte autoria

2012-07-01T19:37:53.375-03:00

Fazia tempo que eu queria escrever um artigo/reflexão que não fosse sobre legendagem. Este assunto já estava nos rascunhos há muito tempo, mas foi só quando li outras coisinhas por aí que decidi juntar tudo.Você sabe o que é autotradução?Eu ouvi falar nisso quando durante o mestrado (2003-2005), pois minha colega Maria Alice Antunes estava pesquisando esse tema para seu doutorado.Autotradução é a tradução que alguém realiza da sua própria obra original. Quer dizer: é um autor que escreve um texto e decide, ele próprio, traduzir para outra língua.A Maria Alice passou alguns anos investigando quais seriam as diferenças e os limites, ou as sobreposições, entre os papéis do autor e do tradutor. Quanto um autor traduz a própria obra, ele age mais como autor ou mais como tradutor? Há como perceber isso no texto? E quais seriam, exatamente, essas diferenças?Além de muito estudo teórico e de levantar muitos outros casos de autotradução literária pelo mundo (entre os mais notórios, Vladimir Nabokov, Samuel Beckett e Milan Kundera traduziram suas próprias obras), Maria Alice abordou, como estudo de caso, as autotraduções que João Ubaldo Ribeiro fez para o inglês de dois romances seus, Sargento Getúlio e Viva o povo brasileiro. João Ubaldo morou muitos anos nos EUA e se considera falante bilíngue de inglês e português.Durante meus dois anos no mestrado, eu adorei acompanhar a pesquisa dela e as trocas de e-mails com João Ubaldo, cujo humor variava bastante e que repetidas vezes disse que sofreu horrores para fazer essas traduções e que jamais faria isso de novo. Maria Alice fez uma análise comparativa dos romances traduzidos e ia fazendo a ele várias perguntas específicas, além de contar com outros depoimentos dados por ele, inclusive um artigo que ele escreveu para a ATA sobre a experiência.Mas o melhor foi quando a Maria Alice me pediu para fazer a revisão do texto final de sua tese. Passei vários dias debruçada sobre todo esse estudo, que é interessantíssimo e muito revelador. O texto é muito bem elaborado e essa leitura me marcou bastante.Não vou resumir um trabalho tão amplo e complexo. Basta dizer que nada é bem o que parece e os limites não são nada claros. E, em muitos casos, aquilo que o autor/tradutor declara quanto às suas intenções, sua postura consciente e seus procedimentos não bate com o que é observado no texto, em uma análise aprofundada.A tese de doutorado da Maria Alice Antunes está disponível aqui.A tese foi transformada em livro, que está aqui.Há também um grande número de artigos menores que foram sendo publicados durante e após o doutorado, como este aqui, que faz um relato mais abrangente e histórico sobre autotradução, e este aqui, que traz um pedacinho do estudo de caso. Agora outros desdobramentos que me fizeram pensar ainda mais.Recentemente, nem sei bem como, eu vim parar neste artigo de Olafur Gunnarsson, autor e tradutor islandês. Ele fala um pouco sobre a tradição literária islandesa, os gostos atuais dos leitores (que preferem mais literatura americana traduzida do que a sua própria, como costuma acontecer no Brasil também) e um pouco sobre a mentalidade da sociedade islandesa. Se você ler em inglês, leia! É um artiguinho delicioso.O que mais me intrigou foi ele dizer que se sente mais temeroso e se autocensura ao escrever em islandês. É uma sociedade pequena, em que todo mundo se conhece,[...]



Estamos na revista 'Língua Portuguesa'

2012-04-29T22:39:26.294-03:00

Acaba de sair uma edição especial da revista Língua Portuguesa intitulada "Tradução & Linguagem", que aborda o mercado de tradução no Brasil.

A Bianca Bold, minha sócia, e eu participamos em duas matérias da revista:

O artigo "Profissionais conectados" aborda o uso de redes sociais e outros recursos de internet por tradutores independentes. Bianca Bold é uma das entrevistadas, e conta um pouco de sua história e dá dicas para outros profissionais. O artigo é excelente para quem estuda ou trabalha com tradução. Clique aqui para ler a matéria no site da Bianca.

"As lógicas do audiovisual" aborda a tradução de materiais audiovisuais no Brasil, com ênfase em legendagem e dublagem, e é de minha autoria (Carolina Alfaro de Carvalho). Clique aqui para ler a matéria em PDF.

Aproveito aqui para corrigir dois erros que saíram nessa matéria, mas que não foram cometidos por mim:
  • O último quadro foi intitulado "As peculiaridades do mercado de TAV" e saiu com um erro de ortografia.
  • Lá no finalzinho, onde está o meu nome, consta a informação "ministra cursos de legendagem on-line na PUC-Rio", o que obviamente não faz sentido. Eu dou cursos online (à distância, portanto as aulas ocorrem no mundo cibernético e não em nenhuma cidade particular) e também dou cursos presenciais na PUC-Rio.
A revista Língua Portuguesa é excelente e merece ser assinada por todo profissional que utilizar o português como instrumento de trabalho (professores, comunicadores, jornalistas, tradutores, revisores e, enfim, pessoas que gostam de se comunicar bem e prezam a cultura geral). A publicação de um número especial sobre tradução, com artigos escritos por diversos profissionais da área, é muito bem-vinda e esperamos que tenha sido o primeiro de vários números - ou pelo menos várias outras matérias com foco nesse mercado.