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Jazz, vinho e livros finos com letras grandes



Updated: 2017-11-01T05:55:22.596-02:00

 



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2014-10-31T16:44:23.080-02:00

Jazzradio(image)






BMW Jazz Festival: Pat Metheny no palco do Vivo Rio

2013-06-11T22:33:03.010-03:00

A última noite da terceira edição do BMW Jazz Festival contou com uma das apresentações mais esperadas pelos amantes do gênero musical: Pat Metheny Unity Band. O guitarrista americano é um ícone da safra de novos músicos, ou contemporâneos, como preferem dizer os experts. O músico se apresentou com a Unity Band, quarteto integrado por Chris Potter, Ben Williams e Antonio Sanchez. Pat Metheny leva o público ao delírio com suas improvisações, que já viraram marca registrada. Não é a toa que tem na estante de sua casa prêmios como Melhor Guitarrista, incluindo três discos de ouro por Still Life Talking, Letter from Home e Secret Story, além de 20 Grammy. Um luxo!A safra do jazz contemporâneo comemora a chegada ao Brasil da terceira edição do BMW Jazz Festival, encontro de grandes nomes desta arte com o público brasileiro. Fomos ao Vivo Rio, na noite de sábado (8) conferir a apresentação de Esperanza Spalding, lançando seu Radio Music Society, e James Farm.Esperanza Spalding toca um instrumento, o contrabaixo, que raramente é executado por mulheres. Aos 28 anos, ela tem no currículo três prêmios Grammy. Começou a carreira integrando a orquestra comunitária The Chamber Music Society of Oregon, de Portland, onde nasceu. Tinha apenas 15 anos e já demonstrava a paixão por gêneros como o blues, o funk e o hip hop. Para vocês terem uma ideia, com apenas 20 anos já era professora daBerklee College of Music, em Boston. Encantou os cariocas dominando o contrabaixo acústico e o elétrico.Bonita também foi a apresentação do quarteto James Farm, formado em 2009 e integrado por Joshua Redman, ao saxofone, Aaron Parks (piano), Matt Penman, no contrabaixo e Eric Harland, na bateria. Segundo os especialistas do gênero, o quarteto tem por característica uma abordagem vanguardista e repleta de improvisações. A coluna acompanhou a segunda noite do BMW JazzFestival, no Vivo Rio. E foi a vez de Joe Lovano & Dave Douglas (saxofone e trompete) unirem forças para mostrar o poder do jazz contemporâneo. Foi a vez também de Brad Mehldau e seu piano já considerado referência.O Quintet Sound Prints de Joe Lovano & Dave Douglas foi preparado com exclusividade para esta vinda ao Brasil. O saxofonista Joe e o trompetista Dave tem feito uma dobradinha  em gravações, como Fascination: Edition Two e Stolas, com uma ode aos mestres do jazz tradicional do passado.Ficamos sabendo que, em 2008, quando estavam na S.F. Jazz Collective fizeram uma homenagem a Wayne Shorter, que tanto inspira o quinteto, integrado ainda pelo pianista Lawrence Fields, a baixista Linda Oh e o baterista Joey Baron. O Brad Mehldau trio leva a chancela de um pianista que está colhendo os belos frutos do seu trabalho mundo afora. Para o BMW Jazz Festival, ele trouxe o seu trio completado pelo baixista Larry Grenadier e o baterista Jeff Ballard.Em tempo: suas músicas foram tema de filmes como De olhos bem abertos, de Stanley Kubrick, e O hotel de Um Milhão de Dólares, de Wim Wenders. Fonte: JB (Heloísa Tolipan)[...]



Milton Nascimento e Herbie Hancock

2013-02-27T00:26:00.405-03:00

Unesco junta Milton Nascimento e Herbie Hancock para celebrar o Jazz - Istambul será o centro das comemorações do Dia Internacional do Jazz 2013.Unesco promove shows e um programa educacional com envolvimento de dezenas de estrelas internacionais.O embaixador da Boa Vontade para o Diálogo Intercultural, Herbie Hancock, é a figura de cartaz do Dia Internacional do Jazz, marcado para 30 de abril.As comemorações terão como centro a cidade turca de Istambul. Participa do evento também o cantor Milton Nascimento além de outras estrelas como o sul-africano Hugh Masekela, o cantor americano Al-Jarreau e o japonês, Keiko Matsui. O Dia Internacional do Jazz acontece no pátio exterior do Palácio de Topkapi.Forma de ComunicaçãoA data é organizado pela Unesco. Este é o segundo ano após o lançamento com um show na Assembleia Geral, em 2012. O objetivo é celebrar as raízes do estilo musical, além de evidenciar o seu papel como forma de comunicação que supera diferenças.A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova, disse que Istambul  é um local ideal para comemorar a ampla influência do estilo.O concerto do dia 30 de abril será no Museu Hagia Irene, inscrito na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco. O local é  considerado um tesouro internacional para os amantes do Jazz, devido à sua atmosfera e qualidades acústicas. (Fonte: Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova York).[...]



Milt Hinton flagra intimidade do jazz

2013-02-27T00:17:48.996-03:00

Por quase seis décadas, o baixista Milt Hinton (1910-2000) fotografou as lendas do jazz em poses desprevenidas. "Se um músico quisesse ser retratado para divulgar o seu trabalho, teria de sorrir e fingir que tocava o instrumento", disse Hinton em 1999. "Nunca me interessei por esse tipo de imagem." Ele se propunha a "capturar algo diferente: os jazzistas quando baixam a guarda". Em 1959, enquanto acompanhava Billie Holiday em gravações num estúdio de Nova York, o instrumentista retratou o semblante alquebrado da cantora. "Olhando para Billie, podia ver como estava frustrada consigo mesma", relatou. "A qualidade da sua voz se fora e ela sabia disso melhor do que ninguém." Foi a última sessão de Holiday, morta em decorrência de cirrose. Essa imagem integra "Inside Jazz: Photographs by Milt Hinton", exposição em cartaz na Saint Peter's Church. Localizada em Manhattan, a igreja luterana adota o jazz em cerimônias e abriga shows gratuitos semanais. Trinta fotos, selecionadas entre cerca de 60 mil, mostram os jazzistas em diferentes situações -na estrada, em casa, no estúdio, em festas, no palco. "Escolhemos as imagens que ele marcava com caneta vermelha", diz David G. Berger, diretor da coleção. "Eram suas preferidas." Hinton era admirado por seu profissionalismo e sua generosidade, segundo Berger, amigo do baixista por mais de 40 anos. "Daí ele ter acesso a cenas tão intimistas." Em foto de 1941, o músico Cab Calloway presenteia garotos com instrumentos na FlóridaBEM À VONTADENo livro "Playing the Changes", Hinton conta que, "sendo um músico contratado, podia fotografar à vontade". "Não me lembro de ninguém pedir para que eu parasse."Tratado como "decano dos baixistas", Hinton ganhou o apelido "O Juiz", pois era o primeiro a chegar ao estúdio e se vestia impecavelmente.Ele fez sua estreia profissional em 1936, quando foi contratado pelo bandleader Cab Calloway. No ano anterior ganhara de presente uma câmera Argus C3. Uma década e meia depois, parou de atuar com Calloway, considerado "um pai musical".Um dos primeiros baixistas a solar em uma gravação, Hinton tocou com inúmeros mitos do jazz: Louis Armstrong, Duke Ellington, Benny Goodman, Dizzy Gillespie, Count Basie, Ella Fitzgerald. Durante sua carreira calcula ter participado de quase mil discos.Ele dizia ser humilde a sua função. "Devo ficar feliz em segundo plano, tocando um instrumento que é a base para os outros." Com a mesma discrição, Hinton congelou em imagens os momentos singelos da história do jazz.INSIDE JAZZ: PHOTOGRAPHS BY MILT HINTONQUANDO até 4 de marçoONDE Saint Peter's Church, na intersecção da avenida Lexington com a rua 54, ManhattanQUANTO grátis(Fonte: FRANCISCO QUINTEIRO PIRESCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE NOVA YORK)[...]



7º Festival Amazonas Jazz

2012-07-19T00:59:23.837-03:00

Destaques: 24 de Julho de 2012, 19:00 Horas Amazonas Band Convida Gilson Peranzetta e Mauro Senise Gilson Peranzzetta, piano Mauro Senise, saxofones e flauta veja mais . 24 de Julho de 2012, 21:00 Horas O Zimbo Trio, surgido no auge de um movimento de renovação da música brasileira – a bossa nova -, era veja mais . 25 de Julho de 2012, 1900 horas Carioca da gema, a cantora, compositora, arranjadora e instrumentista, Joyce Moreno tem em sua bagagem uma extensa discografia veja mais . 25 de Julho de 2012, 21:00 Horas Liebman figura entre os mais importantes saxofonistas da música contemporânea… um líder e artista íntegro e independente veja mais . 26 de Julho de 2012, 21:00 horas Formado em 1979, o quinteto Pau Brasil é um dos principais pontos de referência da música instrumental brasileira veja mais . 26 de Julho de 2012, 19:00 horas Liebman e Marcelo apresentarão em conjunto com a Amazonas Band, Rites of Passage, peça composta por Ed Sarath, originalmente gravada veja mais . 27 de Julho de 2012, 21:00 horas Embora atuassem esporadicamente juntos em diversos projetos desde há mais de 25 anos, a parceria musical entre Roberto veja mais . 27 de Julho de 2012, 19:00 horas Teixeira de Manaus, saxofonista amazonense, é A referência quando se fala de um gênero musical tipicamente amazônida veja mais . 28 de Julho de 2012, 21:00 horas Ron Carter figura entre os mais originais, prolíficos e influentes baixistas da história do jazz.Com participações veja mais . 28 de Julho de 2012, 19:00 horas Nascida em Manaus, a cantora Karine Aguiar está envolvida na música desde sua adolescência. Seus estudos vocais veja mais . 29 de Julho de 2012, 19:00 horas Deodato começou cedo tocando acordeom e piano no Rio de Janeiro, onde nasceu. No final dos anos 50 se aproximou de músicos veja mais . Mais informações: http://www.festivalamazonasjazz.com.br(image)



Quando um músico de jazz brilha na música clássica

2012-07-13T01:13:16.349-03:00

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Daniel Harding e Stefano Bollani, o primeiro é um dos maestros mais procurados; o último, um pianista de jazz que também brilha na música clássica. Ambos foram convidados pela reconhecida Orquestra de Santa Cecília em Roma para tocarem no Auditório que já é um ponto de passagem obrigatório para as estrelas internacionais. Uma abertura memorável: “Assim Falou Zaratrustra” de Richard Strauss. A dirigir a orquestra de Santa Cecília no Auditório de Roma esteve o britânico Daniel Harding. Mas o destaque do concerto foi o músico italiano de jazz Stefano Bollani que maravilhou com a sua interpretação do Concerto para Piano em Sol Maior de Maurice Ravel. “À excepção do segundo movimento, trata-se de uma peça plena de energia, repleta de acentos e pequenos detalhes – acho que Ravel chamaria a isso de ‘jazz’. 

Não tanto o aspecto da improvisação mas todos estes acentos irregulares… o que soa a Big Band americana. E não é por acaso que este concerto foi composto depois de uma viagem à América e de ele ter ouvido jazz verdadeiro” afirman Bollani, “Ravel foi apelidado de ‘relojoeiro suíço’ pelo seu amigo entre aspas, Stravinsky, porque ele trabalhava muito bem os pequenos detalhes mantendo contudo uma atitude impessoal. É claro que não se deve executar esta peça de forma fria mas é possível acrescentar uma espécie de camada de gelo, o que é apropriado no caso de Ravel. Ele é frequentemente considerado como um compositor romântico mas na minha opinião, esse elemento delicodoce está ausente na música de Ravel”, conclui o músico italiano. Mas o que é que um maestro de nível mundial como Daniel Harding sente ao ver um músico de jazz como Bollani interpretar uma peça clássica? “O que de facto gosto é que ele toca esta peça de forma totalmente despretensiosa. Ele adora esta obra, está em harmonia com a sua infinita energia. No segundo movimento, com esta linha harmónica belíssima e extraordinária… e, claro, enquanto músico de jazz, ele tem um ouvido incrível para a harmonia… mas a sua abordagem é diferente da nossa, existe algo de muito belo na maneira de tocar que é honesta e inocente. Ele executa a peça de uma forma que me faz gostar dela, ou que me faz lembrar o gosto que sinto por ela, e isso é genial”, adianta o maestro britânico. 

Nesta história pode escutar excertos de “Assim Falou Zaratrustra” de Richard Strauss e “Concerto para Piano em Sol Maior” de Maurice Ravel. Um agradecimento especial ao Hotel de Russie em Roma que amavelmente ofereceu o local para a entrevista com o maestro Daniel Harding. Para mais excertos da nossa entrevista (em italiano) com o pianista Stefano Bollani, por favor clique no link seguinte: Intervista (con bis) con Stefano Bollani.

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Bourbon Festival Paraty

2012-05-28T22:45:18.341-03:00

Paraty se prepara para receber nesse mês de junho mais um grande evento de música - o festival de jazz Bourbon Festival Paraty. O evento espera atrair um público de 20 mil pessoas por noite e ocupar 80% dos hotéis da cidade. - Acredito que pelo fato do festival receber artistas de diversos países, isso chama a atenção dos turistas. Por isso sempre esperamos um grande movimento, e acredito que nesse ano não será diferente - afirmou o proprietário de um restaurante no centro da cidade, Luciano Borges de Almeida. O gerente de uma pousada na Praia do Pontal conta que o estabelecimento já possui 70% dos quartos reservados para as pessoas que irão prestigiar o evento. - Geralmente, os turistas estrangeiros são mais precipitados, e fazem a reserva bem antes. Mas, além deles, recebemos pessoas de várias cidades do Brasil também, principalmente de São Paulo. O festival sempre movimenta bem a cidade, e com certeza agrada os comerciantes de todos os setores. Um evento desse porte é bom porque movimenta todas as áreas da cidade, nem falar que é muito gostoso de participar - disse o gerente Mathias Alvarenga.A quarta edição do Festival de Jazz & Blues de Paraty, entre 01 e 03 de junho, trará muitos artistas entre eles o trombonista Delfeayo Marsalis (irmão de Wynton e Branford Marsalis), o virtuose da guitarra slide Roy Rogers, o trompetista Leroy Jones (um dos melhores de New Orleans) e Zélia Duncan cantando um repetório especial de blues, folk e rock, entre outros.Todos os shows serão gratuitos, em dois palcos ao ar livre, nas praças da Matriz e da igreja Santa Rita. Haverá artistas que atuarão como buskers (músicos de rua), em vários pontos do Centro Histórico. Estão no elenco também as cantoras Cynthia Gurtley, Yolanda Windsay, Yael Naim (da França) e Sara Pi (Espanha); o trompetista Shamarr Allen; o pianista Donny Nichilo com naipe de metais; o Duofel com seu projeto Beatles; os guitarristas André Christovam (com o violinista Cássio Poleto) e Dedeco; o flautista Vinicius Gonçalves, de apenas doze anos; os grupos São Paulo Ska Jazz (com participação de Fernanda Porto), Reverendo Franklin e Orleans Street Band.Além dos shows, haverá exibição de filmes musicais no Cine Paraty; exposição de fotos de jazz na galeria Zoom de Fotografia, e estande de CDs ao lado do palco principal. O evento é realizado pelo ministério da Cultura e produzido pelo Bourbon Street, de São Paulo.Confira a programação completa:01/06Cynthia Girtley / Delfeayo Marsalis / Reverendo Franklin - Palco da Matriz02/06Orleans Street Band e buskers - vários horários e locaisDonny Nichilo - Palco Santa RitaRoy Rogers / São Paulo Ska Jazz com Fernanda Porto / Shamarr Allen - Palco da Matriz03/06Orleans Street Band e buskers - vários horários e locaisDuofel / André Christovam com Cássio Poletto - Palco Santa RitaLeroy Jones featuring Yolanda Windsay / Yael Naim / Zélia Duncan - Palco da Matriz[...]



Os melhores discos de sax tenor de todos os tempos

2012-05-28T23:32:37.917-03:00

A matéria principal da edição deste mês de junho da Jazz Times tem como título The top 50 tenor sax albums of all time. Segundo o editor da referencial revista, Evan Haga, a ideia surgiu da constatação da importância do instrumento no desenvolvimento dos diversos estilos de jazz, a partir da década de 1930, e da sua condição de “ícone cultural” desse modo de expressão musical nascido em Nova Orleans, no início do século passado, desenvolvido em Chicago e Nova York, e hoje disseminado pelo mundo todo. A JT convidou 50 críticos e/ou músicos para a tarefa de nomear de cinco a 10 álbuns (Lps, Cds ou faixas de discos) contendo “grandes performances” que “ajudaram a formar a tradição do saxofone tenor no jazz”. Feitas as contas, não houve grandes surpresas. Dentre os 10 registros fonográficos que obtiveram mais pontos, seis foram de John Coltrane e Sonny Rollins. O primeiro encabeçou a lista com A love supreme (Impulse, 1965), chegou em terceiro com Giant steps (Atlantic, 1960) e em nono por conta de Crescent (Impulse, 1964). Os álbuns de Rollins com mais citações foram: Saxophone colossus (Prestige, 1956), 2º no cômputo geral; The Bridge(Bluebird, 1962), 7º; Way out west (Contemporary, 1957), 10º.Os outros quatro saxofonistas tenores que mereceram o mesmo destaque (10 primeiros dos 50 top albums) foram: Coleman Hawkins (4º), por seu solo sobre Body and soul (1939), hoje constante de uma compilação da RCA, editada em 1996; Lester Young (5º), tal como registrado na antologia da Mosaic intitulada Lester Young with Count Basie, 1936-1940; Wayne Shorter (6º), pelo LP Speak no evil (Blue Note, 1965); Paul Gonsalves (8º), por seu célebre solo de 27 choruses em Diminuendo and crescendo em blue, faixa do LP Ellington at Newport (Columbia, 1954).Na relação da JT dos top 50 álbuns de saxofonistas tenores de todos os tempos, Coltrane e Rollins aparecem também, cada um deles, em outras quatro gravações, como líderes ou em destaque. Trane por sua atuação em Kind of blue (Columbia, 1959) — a lendáriamasterpiece de Miles Davis — e ainda em John Coltrane and Johnny Hartman (Impulse, 1963), The complete 1961 Village Vanguard recordings (Impulse) e Lush life (Prestige 1961). Sonny Rollins por: A night at The Village Vanguard (Blue Note, 1957); Our man in jazz (RCA, 1962); Sonny side up (Verve, 1958), na companhia do parkeriano Sonny Stitt;Sonny meets Hawk (RCA, 1963), o encontro único em disco com o mestre Coleman Hawkins.O grande e muitas vezes esquecido Joe Henderson (1937-2001) teve expressivo reconhecimento na eleição promovida pela JT. Cinco álbuns de sua notável discografia para o selo Blue Note foram escolhidos entre os top 50: Inner urge, 1965 (17º); Mode for Joe, 1966 (22º); In’n out, 1964 (25º); The state of the tenor/Live at The Village Vanguard, 1985 (30º); Page one, 1963 (36º).A revista também publicou os votos dos eleitores convidados, destacando tenoristas que se notabilizaram nas últimas três décadas, como Joe Lovano e Chris Potter.Joe Lovano votou nas seguintes performances: Coltrane’s sound (Atlantic, 1960), gravado por John Coltrane nas mesmas sessões que renderam o antológico My favorite things; Our man in jazz, Sonny Rollins; Speak no evil, Wayne Shorter; The chase (MCA, 1952), a lendária sax battle Dexter Gordon-Wardell Gray; In ’n out, Joe Henderson.As escolhas de Potter foram: A Love supreme, John Coltrane; Newk’s time (Blue Note, 1957), Sonny Rollins; Speak no evil&[...]



Rio das Ostras Jazz & Blues Festival

2012-05-28T23:38:11.026-03:00




Ocorre, de 6 a 10 de junho, na Região dos Lagos, a 10ª edição do "Rio das Ostras Jazz & Blues". Ao todo, serão cinco dias de festival, com 29 shows gratuitos e mais de 60 horas de música na cidade localizada a 170 km do Rio de Janeiro.
O evento de 2012 irá reviver shows que marcaram os anos anteriores como os de Celso Blues Boy e Roy Rogers, considerado o show de blues mais eletrizante da história do festival. Além disso, esta edição também trará atrações inéditas em seus palcos, entre elas, o pianista Kenny Barron, o saxofonista David Sanborn e os brasileiros Maurício Einhorn, Hélio Delmiro e Cama de Gato.
Em dez anos foram mais de cem bandas e cerca de oitocentas horas de shows. O 1º "Rio das Ostras Jazz & Blues Festival", aconteceu no ano de 2003 com a participação de Nuno Mindelis, Blues Etílicos, Baseado em Blues, Yamandú Costa e Kenny Brown, entre outros. Hoje, ele é considerado o maior evento gratuito do gênero da América Latina.

Serviço:
Rio das Ostras Jazz & Blues Festival
Datas: de 6 a 10 de junho
Horários: 11h15min (Praça de São Pedro), 14h15min (Lagoa do Iriry) 17h15min (Praia da Tartaruga) e 20h (Costazul)
Informações: www.riodasostrasjazzeblues.com


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Dia do Jazz

2012-04-30T09:30:15.943-03:00


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New Orleans Jazz & Heritage Festival 2012

2012-04-29T01:21:28.691-03:00


Com 400 shows em 12 palcos, programação vai do jazz ao rock - A receita é, basicamente, a mesma. Há quatro décadas, o famoso New Orleans Jazz & Heritage Festival monta seus palcos (12 neste ano) ao ar livre, no hipódromo local, para exibir um cardápio musical bastante variado. Os estilos musicais variam entre jazz moderno e tradicional, blues, gospel, soul, funk, rock, pop, hip-hop, country, ritmos afro-cubanos, cajun, zydeco e outras vertentes folclóricas da região. Entre os mais de 400 shows programados até 6 de maio, destacam-se artistas importantes como Bruce Springsteen, Al Green, Herbie Hancock, Dianne Reeves, Esperanza Spalding, Janelle Monáe, Beach Boys, Cee Lo Green, Sharon Jones, Florence & The Machine, Foo Fighters e David Sanborn. Isso sem falar nas centenas de artistas locais, que não devem nada a astros de outras regiões dos EUA. Entre eles estão nomes como Trombone Shorty, Funky Meters, Neville Brothers, Dr. John, Irma Thomas, Preservation Hall, Bonerama, Galactic, Donald Harrison, Irvin Mayfield, Dirty Dozen Brass Band e Marcia Ball.
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BMW Jazz Festival

2012-04-29T01:15:37.389-03:00

Um ano após a sua bem-sucedida edição de estreia, o BMW Jazz Festival retorna a São Paulo (08 a 10 de junho) e ao Rio de Janeiro (11 a 13 de junho), investindo no mesmo conceito que o inseriu no calendário mundial dos grandes eventos do gênero – o de promover um repertório coeso de diferentes linhas do jazz e suas vertentes. Com nomes consagrados e revelações mais recentes, o festival contará com shows de nove atrações: Corea, Clarke & White; Maceo Parker e convidados Fred Wesley & Pee Wee Ellis;Charles Lloyd; The Clayton Brothers; Trombone Shorty & Orleans Avenue; Ambrose Akinmusire; Nintey Miles; Darcy James Argue’s Secret Society; e Toninho Ferragutti e Bebê Kramer. O evento tem patrocínio máster da BMW Serviços Financeiros – banco do grupo no Brasil, responsável pela oferta de produtos de financiamento e seguros aos clientes da marca –, além das empresas Chubb e Columbia. “Para a BMW do Brasil é extremamente gratificante poder resgatar a cultura do Jazz e contribuir para o seu fortalecimento no país. Temos certeza de que esta segunda edição do festival será novamente um sucesso”, celebra Henning Dornbusch, diretor presidente do BMW Group Brasil, amante e profundo conhecedor do estilo musical. Conduzida pela experiente produtora e cineasta Monique Gardenberg, da Dueto Produções, idealizadora também dos extintos Free Jazz e Tim Festival, a série volta com algumas novidades. A principal diferença na capital paulista, em relação ao ano passado, fica por conta da mudança do local dos shows. Antes realizado no Auditório Ibirapuera, o festival se transfere para o Via Funchal, que comporta mais de dois mil espectadores. O festival em São Paulo ocorre no fim de semana de 08 a 10 de junho e inclui, assim como em sua edição anterior, shows ao ar livre (Maceo Parker e The Clayton Brothers) no último dia do evento, no Parque Ibirapuera.“A mudança de local em São Paulo visa atender a grande demanda de público do ano passado, quando os ingressos se esgotaram em poucas horas, gerando muita frustração. Agora teremos à venda aproximadamente 2.200 ingressos por dia, contra 500 da última edição”, esclarece Monique. Já no Rio de Janeiro, apesar de o ponto permanecer o mesmo, o Teatro Oi Casa Grande sediará três dias de evento, de 11 a 13 de junho (um a mais do que em 2011), e com seis atrações (Corea, Clarke & White; Maceo Parker e convidados Fred Wesley & Pee Wee Ellis; Charles Lloyd; Trombone Shorty & Orleans Avenue; Nintey Miles; Darcy James Argue’s Secret Society), no lugar de quatro.IngressosComeça em 14/04/2012 a venda de ingressos para os shows da edição 2012 do BMW Jazz Festival. As entradas para o evento em São Paulo (Via Funchal, de 08 a 10 de junho) podem ser adquiridas através do site www.viafunchal.com.br e na bilheteria da casa de espetáculos (aberta diariamente, de 12h às 22h). As vendas para as apresentações no Rio de Janeiro (Oi Casa Grande, de 11 a 13 de junho), por sua vez, acontecem no site www.ingresso.com e nos guichês do teatro (horários de funcionamento no serviço abaixo). Antes, haverá pré-venda exclusiva para clientes da BMW nos dias 12 e 13 de abril.Com a mudança de local do festival na capital paulista – antes era realizado no Auditório Ibirapuera –, aumentou-se em três vezes a oferta de ingressos, com diversas faixas de preço. Grande parte da lotação terá valores inferiores aos praticados no ano passado. O Via Funchal recebe nove atrações nesta edição: Ambrose Akinmusire Quintet, Toninho Ferragutti, Bebê Kramer e convidados, e Corea, Clarke & White, no dia 8; Clayton Brothers Quintet, Trombone Shorty & Orleans Avenue, e Maceo Parker e convi[...]



Dia Internacional do Jazz

2012-04-29T00:59:23.953-03:00

O pianista e embaixador da boa vontade da Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura) Herbie Hancock anunciou a criação do Dia Internacional do Jazz, no dia 30 de abril. A intenção, segundo a Associated Press, é homenagear e promover o gênero ao redor do mundo. As comemorações do Dia do Jazz começarão a partir de 27 de abril com um evento na sede da Unesco, em Paris, com palestras, discussões e workshops, além de um show com a participação de Hancock e da brasileira Tania Maria, entre outros. No dia 30 de abril, Hancock subirá novamente aos palcos no local em que é considerado o berço do jazz, a Congo Square de Nova Orleans, nos Estados Unidos.

"Muitos países foram afetados de maneiras muito cruciais pela presença do jazz. O jazz foi a voz da liberdade em tantos países durante a metade do século passado. Essa data é realmente sobre o aspecto diplomático internacional do jazz e como ele foi, durante boa parte de sua história, uma grande força ao unir pessoas de vários países e culturas diferentes, afirmou o ex-integrante do Miles Davis Quintet à Associated Press.

A diretora-geral da Unesco, Irina Bokova aprovou a iniciativa e disse, em comunicado, que o Dia Internacional de Jazz se destina a reunir pessoas de todo o mundo "para celebrar e aprender mais sobre a arte do jazz, suas raízes e seu impacto, e para realçar o seu importante papel como meio de comunicação que transcende diferenças".
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Eu vou!

2012-03-16T00:36:49.109-03:00

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Dias 06 e 07 de abril, feriado da Semana Santa, venha curtir no Espírito Santo o Manguinhos Jazz & Blues Festival a partir das 17h. O evento é gratuito.

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PORQUE EU NÃO JOGUEI NA SELEÇÃO BRASILEIRA

2012-02-01T23:06:33.250-02:00

Como todo garoto brasileiro, eu também já sonhei em ser um grande jogador de futebol, em vestir a camisa amarelinha da seleção e brilhar nos gramados do mundo. Cheguei a disputar campeonatos de futsal (que na época atendia pelo nome de futebol de salão) pelo Clube Libanês, do qual era sócio. Eu era um dos três goleiros que brigavam pela vaga debaixo das traves. Humildemente, tenho que dizer que eu era o terceiro na preferência do técnico. Apesar da concorrência ser intensa, Sandro Pretti, que era o titular, quase sempre faltava aos jogos que aconteciam aos sábados de manhã ou à tarde. Quando alguém contava que ele não tinha comparecido ao jogo para ir surfar, eu ficava intrigado. Não podia compreender como alguém era capaz de abandonar uma coisa tão séria, uma partida importante do campeonato capixaba de futsal, categoria infantil, simplesmente porque naquele dia havia “altas ondas” no surfe! (pensava assim até que eu também me tornei um surfista: mas isso não vem ao caso no momento). Pois bem. Quando Sandro faltava ao jogo para ir pegar onda, eu e o Alemão (que me perdoe o Alemão, mas eu não sei o seu nome; acho que ninguém nunca soube. Talvez os seus pais soubessem) disputávamos a posição, quase sempre com larga vantagem para ele. Mas eu também tive meus momentos. Naquele ano, nós fomos vice-campeões, se não me engano. Este resultado, aliado ao fato de algumas pessoas do meu círculo irem fazer testes em times do Rio (eu jogava bola com o Sávio quase toda semana no campinho do Libanês; de fato, se a memória não me trai, devo ter-lhe ensinado um driblezinho ou dois), e ainda a percepção de que, nas peladas, jogando na linha, se não era o primeiro a ser escolhido, também não era dos últimos; tudo isso, enfim, mais uma certa habilidade, alguma velocidade e nenhum senso crítico fizeram-me acreditar que poderia tentar a carreira profissional. E como um tolo só precisa de algum incentivo para fazer tolices, achei no meu vizinho e amigo I Fe (ou Ivo, na versão brasileira, um chinês -preciso fazer uma correção, ou o Ivo me mata. Chinês, não: taiwanês. Taiwan, ou Formosa, como se sabe, separou-se da República Popular da China em 1949. Chamar um taiwanês de chinês constitui ofensa tão grave quanto chamar um tucano de petista, ou um vascaíno de flamenguista. Ou vice-versa - inteligentíssimo, porém igualmente iludido em relação aos seus dotes futebolísticos), o parceiro ideal para meus desvarios. Torcedor fanático do Santos (de onde este chinês –perdão, Ivo. Taiwanês- maluco havia tirado essa idéia? Torcer pelo Santos?! Em plenos anos oitenta?!), Ivo era dono de um chute forte e sempre fazia alguns gols em nossas peladas, e como não precisava estudar nunca, pois sempre tirava dez em tudo, tinha todo o tempo livre do mundo para jogar pelada. Nós jogávamos bola sempre: no campo oficial do Marista, onde estudávamos; na quadra do Libanês, depois no campo de society; na velha e esburacada quadra de cimento do Sesiminas, descalços sob o sol escaldante de dez, onze da manhã; à tarde, até a chegada dos adultos que nos expulsavam; na chuva, escorregando, caindo e abrindo a cabeça; na praia... Até que, convencidos de nosso potencial, resolvemos fazer um teste em um dos times de futebol da cidade, que, naqueles tempos, ainda desfrutavam de algum prestígio junto à população capixaba. Descobrimos o horário do treino e, chuteiras a tiracolo, dinheiro da passagem contadinho no bolso e sonhos mirabolantes na cabeça, despencamos da Praia da Costa para Jardim América, para encarar a “peneira” da Desportiva. Chegando ao clube, ansiosos, fomos à procur[...]



A VISITA

2012-01-23T21:46:08.084-02:00

Mister James é um velho escritor. Tem setenta e oito anos. Seus livros fizeram relativo sucesso. Nunca conquistou nenhum prêmio, porém ganhou dinheiro suficiente para que cuidasse da família, às vezes com certa dificuldade. Mas foi o bastante para pagar a faculdade dos três filhos. Não escreve mais, pois enxerga mal; as mãos já não têm firmeza para sustentar a pena, e o cérebro não funciona muito bem. Mister James sofre do mal de Alzheimer. Está internado em uma clínica, recebendo o melhor tratamento que o dinheiro pode comprar. Seus filhos tornaram-se ricos.A esposa faleceu há mais de seis anos. Seis anos, quatro meses e doze dias. Cada um destes dias foi um suplício, foi morrer um pouco. Mister James sente muito sua falta. Dorme quase nada, alimenta-se mal, e chora todas as noites. Mister James definha de saudades.O velho escritor sente-se muito só. Os filhos aparecem pouco, em rápidas visitas, ocupados que estão com a vida. Não puderam vir no Natal passado, e não deram certeza de que viriam este ano. Da última vez que Peter esteve ali, não trouxe as crianças. O avô adora as crianças, tão graciosas, tão cheias de vida... Peter não disse, mas o velho está desconfiado de que ele não trará mais as meninas. Peter tem razão. Elas ficariam muito impressionadas em vê-lo neste estado.Longos são os dias, e penosas as horas para Mister James. Não há nada para fazer na clínica. Ou melhor, nada o interessa. Não se anima com as dinâmicas de grupo, nem com a tevê, nem com o carteado. Não retribui o afeto das enfermeiras, tão solícitas, as moças. Só uma coisa ocupa sua mente: as lembranças de sua amada, sua doce e gentil Sarah.Numa fria manhã de novembro, Mister James sentia-se especialmente só. Recebera um telefonema de Jack, o filho mais velho, advogado, informando-o de que realmente não iria aparecer para o Natal. Provavelmente, não apareceria nem para o Natal, nem para outras ocasiões. Estava de mudança para a Costa Oeste. Isso era coisa de Susan. A nora nunca gostou do velho sogro. Sentiu, naquele momento, que não veria mais este filho. Então, uma estranha sensação foi se apoderando dele. Passou todo o dia com aquela sensação, até que se transformasse em certeza: não veria mais nenhum dos filhos. Não teria mais tempo para isso.Foi quando olhou para a porta e o viu.Oscar é um velho gato de pelos cinzentos, gordo e carinhoso. Anda livremente pelos corredores da clínica, ronronando e enroscando-se nas canelas dos poucos que se dignam fazer-lhe algum carinho. Gosta, principalmente, de perambular pelo terceiro andar, onde ficam os pacientes com problemas mentais.Oscar é conhecido de todos na clínica. Sua presença causa desconforto na maioria das pessoas, sejam internos ou funcionários. Talvez por isso ele goste mais dos pacientes do terceiro andar. O problema com Oscar começou quando ele apareceu pela primeira vez. Uma enfermeira o viu no colo de um paciente. A jovem tentou enxotá-lo, mas o homem reagiu e abraçou o gato, impedindo que ele saísse. Deixe Oscar em paz, disse, e aí foi dado o nome ao simpático felino. Poucas horas depois, o paciente estava morto. E o gato havia sumido.Alguns dias se passaram, e Oscar apareceu novamente. Passeou tranquilamente por várias alas, até deter-se à porta fechada do quarto da Sra. Watson. O gato esperou até que alguém abrisse a porta. Quando isso aconteceu, ele entrou rapidamente e pulou no colo da senhora, que o acolheu com alegria. Até àquele dia, a mulher estava muito bem de saúde. Solitária, mas bem de saúde. Duas horas depois de encontrar-se com Oscar, a Sra. Watson havia deixado[...]



Desafio Jazzseen 2011 - Resultado Final

2011-12-05T22:23:35.682-02:00



Prezados amigos e amigas, é com grande prazer que declaramos o leitor Mario como o grande vencedor do Desafio Jazzseen 2011. Das três respostas que Mario forneceu no dia 04/11/11, às 13:22, a terceira está absolutamente correta:

1-DAVE LIEBMAN
2-WILD BILL DAVIS
3-BOOKER PITTMAN in his wife s OPHELIA PITTMAN biography

De fato, o texto da Pergunta 3 encontra-se nas páginas 105-107 do livro Por você, por mim, por nós, organizado por Ophelia Pittman e publicado pela Editora Record em 1984. A obra apresenta uma série de textos de autoria de Booker e de Ophelia.

A resposta correta à Pergunta 1 seria Kathy Stobart, saxofonista inglesa nascida em 1925. A fotografia foi retirada do The Rough Guide to Jazz, 3rd Edition, página 762.

E a resposta correta à Pergunta 2 seria Gloria Coleman, organista norte-americana. A faixa é Hey Sonny Red, retirada do álbum Soul Sister, lançado pela Verve em 1963. Com Gloria estão Leo Wright (as), Grant Green (g) e Pola Roberts (d).

Aguardamos que o vencedor entre em contato conosco no e-mail jazzseen@live.com para que possamos enviar-lhe o prêmio
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Desafio Jazzseen 2011

2011-11-05T15:17:09.673-02:00

É com imensa satisfação que anunciamos aos nossos leitores que está iniciado o Desafio Jazzseen 2011.Como de costume, o desafio é constituído de três perguntas, que seguem abaixo. O primeiro leitor que responder corretamente a uma das perguntas fará jus ao CD John Coltrane - The Paris Concert - Pablo 0025218678124, gravado em 1961, com McCoy Tyner (p), Jimmy Garrison (b) e Elvin Jones (d).O primeiro leitor que responder a duas perguntas corretamente fará jus ao CD The Chronological Hazel Scott 1946-1947 - Classics 1448.Por fim, o primeiro leitor que responder a três perguntas corretamente fará jus ao CD George Wein is Alive and Well in Mexico - Mosaic MCD-1018, gravado em 1967, com Ruby Braff (t), Pee Wee Russell (cl), Bud Freeman (ts), George Wein (p), Jack Lesberg (b) e Don Lamond (d).Cada leitor pode fazer quantos palpites desejar, até o dia 04 de dezembro de 2011.Os resultados do Desafio Jazzseen 2011 serão divulgados no dia 05 de dezembro de 2011.Todos os CD's são novos, lacrados e serão enviados sem qualquer custo para o endereço indicado pelo vencedor.Boa sorte!Pergunta 1 - Quem está tocando saxofone na foto abaixo?  Pergunta 2 - Quem está tocando órgão na faixa abaixo? Desafio Jazzseen 2011 Pergunta 3 - Quem escreveu o texto abaixo e de que livro ele foi extraído?"Foi aí que Willie Smith, o "leão", deu um acorde no piano, olhou para o meu estojo e perguntou?- O que você tem aí no estojo, boy?- Um sax, respondi secamente.Uma voz, do outro lado da mesa, gritou:- Você não é um dos rapazes que toca com Blanche, no Teatro Lafayette?Decididamente, respondi:- Sim.- Tire o seu instrumento, vamos ver o que você tem aí.Tirei o meu instrumento, era um novo modelo King.- Hei, Charlie, veja só isto; não é uma beleza?Eu reconheci seu nome: Charlie Holmes. Era um dos poderosos "seis" de quem eu tinha ouvido falar. Quando se falava de sax, em mi bemol, tinha-se que se lembrar desses nomes. Os dois gigantes, naquela época, eram Johnny Hodges e Benny Carter. Dois criadores, ambos diferentes. Ambos reis do jazz, reis do "alto".Quando se mencionava seus nomes do Harlem, recebia-se um sorriso como resposta.Depois deles, vinham mais ou menos seis outros, considerados bons. Muito bom era Charlie Holmes, principalmente no estilo de Johnny Hodges. Ele veio até onde eu estava, pegou a sua boquilha e, sem me perguntar, tomou o meu instrumento, assim como uma mãe segura um bebê e começou a tocar algo com o "leão", lindo e muito parecido com Johnny. Eu estava maravilhado. Estava ali, com um dos grandes "seis". Tomei um gole do meu gim, olhei e escutei a Charlie Holmes por 10 minutos. Aí, ele tirou a boquilha e comentou suavemente:- Uma ótima corneta, homem.Eu respondi:- Obrigado.Ia guardá-la quando Howard Johnson, outro dos "seis", pegou a sua boquilha e o deixei tocar Sweet Georgia Brown com o "leão".Howard disse então para Charlie:- Escute algo novo.Eu vi que era uma mistura de Johnny e Benny, muito interessante. Mas ele ficara repetindo os mesmos sons, de qualquer maneira me pareceu bom. Como se vê, esses "gatos" praticavam em casa, por um mês, uma passagem difícil, e guardavam para tocar em ocasiões como estas.Quando Howard terminou, ele me devolveu o sax:- Boa corneta, homem, nada má.Os rapazes batiam no seu ombro e sorriam:- Você é demais, homem.Naquele momento, Willie, o "leão", me chamou para perto dele, e perguntou se eu sabia tocar alguma coisa. Respondi que sabia China Town. E ele:- Prepare-se e procure não cair, porque nós vamos em alta velocidade. O ano que eu passara com Cou[...]



A capa de jazz mais feia do mundo!

2011-11-03T02:23:19.231-02:00

Jazzseen orgulhosamente conclama seus sócios, amigos, visitantes e todos aqueles que vieram parar no blog por acaso a escolher a capa de jazz mais feia do mundo. Iniciamos com a sugestão de nossa amiga Paula Nadler: Donald Byrd – Ethiopian Knights

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Dureza hein!


Veja outras sugestões enviadas por nossos leitores:


Aníbal Lemos: Terry Gibbs - The Big Cat
Naura Telles: Sonny Rollins - Way Out West
Paulo Cintra: Miles Davis - Doo Bop(image)



Dick Garcia: Message From

2011-10-31T12:21:40.235-02:00

Há quem diga que o artista é fruto das influências que o cercam e, quanto a isso, não parece haver muita celeuma. O que angustia e aflige, sobretudo ao amigo e baterista angolano Alex Marretta, o maior especialista em congo de Copacabana, é que alguns músicos saiam tocando impunemente por aí, sem nunca terem estudado música. "Isto é um absurdo, isto é mentira, isto é impossível!" gritava Mr. Marretta diante de seus jovens e dedicados alunos de sino de igreja - sim, Mr. Marretta é também um dos últimos devotados mestres de sino de igreja do Brasil. Sua ONG Bate o Sino Pequenino tem sido responsável pela convocação de milhares de bons católicos, mediante pancadas ensurdecedoras no belo instrumento da fé. O curso de sino, devido à sua enorme complexidade, exige uma semana de aulas teóricas e ao menos dois dias úteis de prática. Já Dick Garcia, guitarrista nascido em New York no dia 11 de maio de 1931, preferiu sair tocando de ouvido seu instrumento aos nove anos de idade. Nascido numa família de músicos, Dick viveu rodeado de guitarristas, entre eles alguns tios e um dos avôs, recebendo suas primeiras aulas formais apenas aos treze anos de idade. Fortemente influenciado pelo guitarrista Charlie Christian, foi em Charlie Parker que Dick encontrou seu modelo artístico. Aos dezenove, Dick já integrava o quarteto de Tony Scott, um dos melhores clarinetistas do Bebop, estilo que quase levou o delicado instrumento à extinção.   

Ainda na década de 1950, Dick trabalhou com músicos como Charlie Parker, George Shearing, Bill Evans e Milt Buckner, entre outros, além de liderar seus próprios conjuntos. Além de trabalhar com Kai Winding e Nancy Wilson na década de 1960, pouco se sabe sobre os rumos tomados por Dick. Para os amigos deixo as faixas Have You Met Miss Jones, If I'm Lucky, Stompin' At the Savoy e Like Someon in Love, retiradas do excelente CD A Message From Garcia, lançado pela Blue Moon na série The Classic Dawn Recordings, onde memoráveis álbuns do selo Dawn estão sendo relançados. Com Dick estão Tony Scott (cl), Gene Quill (as), Bill Evans (p), John Drew (b) e Camille Morin (d). 

(object) (embed) Garcia by Jazzland(image)



Aos Confusos, Jazzseen Recomenda Boas Cachaças

2011-10-28T12:01:09.250-02:00

Para todos aqueles que ficaram confusos com a postagem anterior, que versava sobre o I Encontro Internacional de Blogueiros de Jazz, fica a recomendação, sem moderação, das seguintes cachaças, eleitas as melhores pela revista Playboy:1º. lugar: Anísio Santiago/Havana(Salinas, MG), 2º. lugar: Vale Verde (Betim, MG),3º. lugar: Claudionor (Januária, MG),4º. lugar: Germana (Nova união, MG),5º. lugar: Canarinha (Salinas, MG),6º. lugar: Serra Limpa (Duas Estradas, PB),7º. lugar: Maria Izabel (Parati, RJ),8º. lugar: Seleta (Salinas, MG),9º. lugar: Sagatiba Preciosa (Ribeirão Preto, SP),10º. lugar: Germana Heritage (Nova união, MG),11º. lugar: Mato Dentro Prata (São Luis do Paraitinga, SP),12º. lugar: Cachaça da Tulha Ouro (Mococa, SP),13º. lugar: Santo Grau Coronel Xavier Chaves (Cel. Xavier, MG),14º. lugar: Boazinha (Salinas, MG),15º. lugar: Lua Cheia (Salinas, MG),16º. lugar: Casa Bucco Ouro (Bento Gonçalves, RS),17º. lugar: Nêga Fulô (Nova Friburgo, RJ),18º. lugar: Armazém Vieira Safira (Florianópolis, SC),19º. lugar: Weber Haus (Motim, RS),20º. lugar: Rainha das Gerais (Curvelo, MG)Para quem, ainda assim, continuar confuso com os textos do Jazzseen, a única solução será comprar, e se possível ler, o seguinte livro:Mais detalhes aqui[...]



I Encontro Internacional dos Blogueiros de Jazz

2011-10-24T17:07:47.324-02:00

O I Encontro Internacional dos Blogueiros de Jazz foi um absoluto sucesso. Idealizado pela equipa do Jazzseen e contando com o patrocínio da Casa Bonita - Arte & Objetos e com o apoio cultural da Galeria Nardelli, o evento ocorreu no Rio de Janeiro, entre os dias 30 de setembro e 20 de outubro de 2011, mesmo período em que acontecia o XL Festival de Triângulos Equiláteros de Caruaru, outro espetacular evento idealizado pelo percussionista angolano e blogueiro Alex Marretta, considerado pela crítica especializada o baterista mais sensível de Copacabana. Os dois eventos tiveram lugar no Pavilhão de São Cristóvão, espaço democrático onde rapaduras e tablets conviveram em perfeita harmonia. Ao que tudo indica, este é o primeiro encontro internacional de blogueiros de jazz. Organizado sob a esmerada direção de Frederico Bravante, Editor do Jazzseen, o evento contou com a presença de alguns dos mais importantes autores de blogs de jazz do Brasil e do exterior, como John Lester, Paula Nadler, Érico Cordeiro, Olney Figueiredo, Sérgio Sônico, Rogério Coimbra, Tobias Serralho e muitas outras personalidades do meio artístico e empresarial.Entre os diversos temas abordados nas dezenas de conferências realizadas durante o Encontro, a que mais despertou a atenção do público e da imprensa foi a questão dos direitos autorais, objeto de profunda reflexão durante a palestra do blogueiro Sérgio Sônico. Denominada de "Sai da minha calçada!", a palestra de Sérgio Sônico baseava-se em fatos reais, acontecidos recentemente no Rio de Janeiro, onde um belo ciclista que vendia álbuns piratas de Carlos Gardel foi brutalmente assediado por seguranças da boate Milonga, em Ipanema. Como não cedesse às libidinosas propostas dos musculosos algozes, o jovem amante do tango foi proibido de vender seus álbuns em frente ao estabelecimento, ouvindo dos seguranças a frase ameaçadora: sai da minha calçada! Moral da estória, segundo o jovem ciclista: no governo Dilma, quem não paga o dízimo não engole a hóstia. Outro ponto polêmico abordado por Sérgio em sua palestra foi a questão de saber até que ponto podemos e devemos, em termos morais e legais, divulgar álbuns de tango e jazz que estão fora de catálogo. Devem os amantes dos estilos aguardar pacientemente que os detentores dos direitos autorais decidam relançar tais álbuns? E caso nunca voltem a ser relançados? Que tipo de proteção autoral estes álbuns devem ter, considerando que muitos deles foram gravados há 30 anos ou mais? Nestes casos, até que ponto a pirataria prejudica os músicos? E o que vai ser dos direitos autorais diante do poder cada vez maior da internet de divulgar música gratuitamente?É claro que as grandes gravadoras têm tentado proteger seus ícones de vendas, como Miles Davis, Tom Jobim, Roberto Carlos e Ivete Sangalo, inserindo 'códigos' nas faixas de seus álbuns, o que tem permitido um certo controle sobre a movimentação destes arquivos pela internet, impedindo ou dificultando seu download, upload e hospedagem em sites de compartilhamento. Contudo, tais 'códigos' são quase sempre 'decifrados' por especialistas em informática, em sua maioria jovens desconfiados dos velhos conceitos de 'direito autoral', o que os leva a tornar tais arquivos acessíveis ao público, pelo menos até que sobrevenha nova proteção imposta pela indústria fonográfica.Da esquerda: Érico Cordeiro, Olney Figueiredo, Sérgio Sônico, [...]



Ron Carter em SP

2011-10-24T11:55:29.432-02:00

Ron Carter lembra 'anos incríveis' com grupo de Miles Davis - Ron Carter, um dos maiores contrabaixistas da história do jazz, se apresenta desta sexta a domingo no Sesc Pinheiros, em São Paulo. Os shows, cujos ingressos estão esgotados há mais de uma semana, serão baseados em Dear Miles, disco tributo ao trompetista americano Miles Davis, morto em 1991. E servirão como uma excelente introdução à exposição Queremos Miles, repleta de objetos pessoais e partituras de Davis, além de salas de audição para apreciar sua boa música. Carter, que integrou o grupo de Miles Davis de 1963 a 1968, falou ao site de VEJA sobre a experiência de tocar com o trompetista, bem como de suas colaborações com artistas de outros gêneros musicais e com grandes nomes da MPB.Como o senhor entrou para o grupo de Miles Davis? Eu tocava na banda de Art Farmer quando Miles Davis apareceu no clube onde fazíamos nossas apresentações e perguntou se não estava interessado em fazer parte do grupo dele. Eu disse: “Já tenho um emprego, mas, se você deseja tanto que eu faça parte da sua banda, pergunte a Farmer se posso”. Davis conversou com Art Farmer, que me deixou partir. Passei , tocando com grandes músicos, como o baterista Tony Williams e o pianista Herbie Hancock.Miles Davis tinha fama de incentivar a criatividade dos instrumentistas que tocavam com ele. O senhor teve alguma dificuldade em se adaptar ao seu método de trabalho? Nenhuma. Vamos colocar da seguinte maneira? Suponha que você trabalhe num laboratório cujo cientista responsável pedisse para você criar uma fórmula diferente por dia. Com Miles, era assim. Ele nos dava espaço para criar e fazer experimentações a cada noite. E deve ter gostado muito do meu trabalho, pois nunca chamou minha atenção.Miles Davis era um inovador. Tempos depois, o senhor tocou com o trompetista Wynton Marsalis, cuja visão de jazz é totalmente voltada para o passado. Qual a diferença entre o método de trabalho desses dois grandes artistas? Já sei onde você quer chegar com essa pergunta... Mas não vou cair nela, não (risos). Vamos colocar da seguinte maneira? Quando eu toquei com Wynton Marsalis, ele era o músico mais jovem e menos experiente do grupo. Foi educado, aceitou nossas sugestões e fizemos um bom disco. Está bem assim?Hoje, o senhor tem uma banda própria. Os desafios são maiores do que participar dos grupos de Art Farmer e Miles Davis? Eu diria que os desafios se dão muito mais no campo burocrático do que no musical. Quando você faz parte de uma banda – e geralmente nos grupos em que toquei eu estava em pé de igualdade com outros instrumentistas –, as discussões giram em torno do repertório e dos arranjos. Quando você lidera uma banda, começa a lidar com questões burocráticas. Quem você deve contratar, qual músico deve ser mandado embora, se deve correr atrás de shows, como definir os pagamentos dos seus instrumentistas. Pode ser complicado, mas faz parte da carreira de um bandleader.O trabalho do senhor não se limitou ao jazz, não? Toquei em discos de artistas de soul music, como Aretha Franklin e Roberta Flack. De Roberta, trago ótimas recordações do disco de estreia dela, First Take, lançado no início dos anos 1970. O produtor da cantora não estava gostando do desempenho da banda e recrutou a mim e a outros músicos experientes, como o guitarrista Bucky Pizzarelli. Ficou um trabalho lindo! Roberta é uma ó[...]



Pra não dizerem que o Jazzseen não gosta de vocalistas

2011-10-24T13:15:10.602-02:00

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