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O Decrescimento



Vamos "crescer" em amizade e não em dinheiro! CONSTRUAMOS UM NOVO PRESENTE!



Updated: 2017-03-14T03:05:25.933+00:00

 



Um mundo para lá do crescimento económico - conferência internacional em Leipzig

2014-07-16T20:19:57.140+01:00

Centenas de pessoas vão juntar-se na Alemanha com o objectivo de pôr fim ao dogma do crescimento económico. Propõem o decrescimento como solução para a catástrofe ambiental e as desigualdade sociais. Uma redução voluntária da produção e do consumo – para maximizar a felicidade e o bem-estar “Agora apostamos tudo no crescimento económico", declarava Passos Coelho no início do mês. “Cinco medidas para promover o crescimento económico”, apresentava em resposta o PS. “A prioridade é o crescimento económico”, anunciava há meses Jean-Claude Juncker na candidatura à presidência da Comissão Europeia.E se, mais do que para indicadores económicos, olhássemos para os recursos do planeta? E se, em vez de aumento do PIB e de produtividade, falássemos de bem-estar e de necessidades reais das pessoas? E se, em vez de crescimento económico, escolhêssemos o decrescimento?É o que propõem economistas, cientistas e ativistas de todo o mundo que se vão juntar para a “4ª conferência internacional sobre decrescimento, pela sustentabilidade ecológica e equidade social”. De 2 a 6 de setembro, em Leipzig, na Alemanha, querem estabelecer passos concretos para uma sociedade para lá do imperativo do crescimento económico. O decrescimento é “uma diminuição da produção e do consumo nos países industrializados, que aumente o bem estar humano e promova as condições ecológicas e a equidade no planeta”, explicam os organizadores. “Queremos uma sociedade na qual os seres humanos vivam dentro dos limites ecológicos. Em que a acumulação material não tenha uma posição central no imaginário da população.” A proposta é uma mudança drástica nos pressupostos económicos desde a Revolução Industrial. Serge Latouche, economista francês e uma das figuras do decrescimento, afirma que “a doutrina do crescimento económico é como uma doença e uma droga. Precisamos de uma desintoxicação colectiva.”“Todas as sociedades procuram produzir, e eventualmente crescer, para satisfazer as necessidades das populações. A nossa não: procura crescer por crescer. Porque é crescendo que consegue aquilo que está na base do nosso sistema: os lucros”, afirmava Latouche numa conferência em Lisboa, em março de 2012. “O crescimento pelo crescimento implica criar um crescimento ilimitado das necessidades das pessoas. É para isso que servem a publicidade e o marketing. Mas um crescimento ilimitado do consumo e da produção gera também um crescimento ilimitado de resíduos e poluição. Vivemos num planeta finito, que é incompatível com um crescimento infinito. Estamos portanto a caminhar para o desastre.”Pico do petróleo, acidificação dos oceanos, alterações climáticas, erosão dos solos, perda de biodiversidade, escassez de água potável... Hoje torna-se impossível esconder quanto a actividade humana vem destruindo o equilíbrio que permite a nossa própria vida no planeta. E se por um lado se esgotam os recursos vitais, por outro a população mundial não pára de aumentar. O crescimento é um elemento sagrado da economia capitalista. Mas para cada vez mais pessoas, nem o crescimento económico pode ser “sustentável”, nem o capitalismo pode ser “verde”. Defendem por isso uma diminuição da economia até atingir um nível sustentável, um estado de equilíbrio. Ou, nas palavras de Latouche, “sair da sociedade de consumo para uma sociedade de prosperidade sem crescimento. Reduzir o nosso consumo, o nosso tempo de trabalho, redescobrir o prazer de viver.”O argumento é simples: se os recursos são finitos, então o crescimento também o é. E não é novo: já na década de 70 o Clube de Roma publicou o famoso relatório “Os limites ao crescimento” e o economista romeno Nicholas Georgescu-Roegen publicou “Amanhã, o Decrescimento”. No entanto partidos políticos, comentadores, economistas e jornalistas repetem até hoje os chavões da ideologia neo-liberal da União Europeia: competitividade, produtividade, inovação, tecnologia de pont[...]



A crise da civilização ocidental e a resposta do Decrescimento - Serge Latouche na gulbenkian

2014-07-16T20:11:49.796+01:00

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A crise da civilização ocidental e a resposta do Decrescimento. Com Serge Latouche (legendado) from CIDAC on Vimeo.




3º piquenique anual pelo Decrescimento!

2014-05-23T14:07:24.535+01:00

No próximo Sábado dia 7 de Junho acontece por todo o mundo um piquenique pelo decrescimento, para juntar pessoas em torno da visão de uma socidade pós-crescimento. Nos últimos anos aconteceram piqueniques em mais de 70 cidades por todo o mundo. Organiza um e conversa com os teus vizinhos, colegas, família ou comunidade sobre o que pode envolver uma sociedade de decrescimento. Para pôres o teu evento no mapa, clica aqui.








Amanhã: FAZER PONTES, OCUPAR A RUA, PARAR O PORTO DE LISBOA

2013-10-18T17:47:26.841+01:00


"No dia 19 de Outubro vamos bloquear o terminal de Alcântara do Porto de Lisboa, após a concentração da CGTP às 15h, em Alcântara. Vamos interromper a circulação de mercadorias no principal terminal de transporte marítimo de Portugal. (...) Queremos fazer crescer outras lutas, noutros sectores da economia, noutras áreas da vida. Queremos dizer bem alto que o problema é a exploração e a acumulação obscena de recursos por uns poucos. Queremos dizê-lo numa linguagem que não possa mais ser ignorada. Queremos parar a economia e colocá-la nas nossas mãos."

Blog e evento no facebook







4a conferência internacional do decrescimento em Leipzig, verão 2014

2013-10-18T17:33:57.825+01:00



Depois das conferências de Paris (2008), Barcelona (2010) e Veneza no ano passado, a 4ª conferência internacional do decrescimento vai acontecer em Leipzig, Alemanha, no verão de 2014:

“The Support Group has accepted the application of the German network “Netzwerk Wachstumswende”.

The preparations for the 4th International Conference on Degrowth – Ecological sustainability and social equity: Bridging movements and research for the great transformation towards Degrowth” in Leipzig in summer 2014 have run up.
Netzwerk Wachstumswende (NEWW) is a platform for scientists, practitioners and activists dedicated to research on and implementation of Degrowth. The conference will take place in Leipzig, a former shrinking city, which is a promising venue to illustrate how vacant space has been vividly reused and conversed by the creative economy and housing projects.
The German discourse on post-growth is diverse and has gained momentum in the last years. A central aim of the conference will be to connect the different discourses and to facilitate a common struggle for a world following the degrowth path. To bridge theory and action, the organizing team will take participatory and processual strategies into account, encompassing organizational structures, diversified assets of assemblies and actions on the conference, art and practical workshops, and the follow-up process of the event.
Topics may include, but are certainly not limited to, the following fields:
  • Imagining the future: transitions to post-growth societies, institutions and social systems.
  • Dynamics and multiple crisis of growth: business-as-usual and (post-)collapse societies.
  • Country specific context: The isles of Degrowth within the “economic motor of Europe”
  • Bridging the “archipelago of Degrowth”: discovering differences and commonalities in concepts and practices.
  • Region specific context: Shrinking cities and regions: opportunities between the dictate of development & planned Degrowth
  • Building alliances between the Global South and the Global North movements and discourses.
To follow the Degrowth-path, logistics will be provided in cooperation with the numerous degrowth practicing projects, including fair mobility, vegetarian/vegan food and cooking sessions in cooperation with local CSAs and non-profit mobile kitchens.
The local scientific partners of the conference are Leipzig University, Helmholtz Centre for Environmental Research, DFG Kolleg Postwachstumsgesellschaften and Konzeptwerk Neue Ökonomie Leipzig. Relevant actors in the German post-growth and Degrowth debate have been mobilized for setting up the conference.
Further information will soon be presented on the project homepage.






ENCUENTRO SEVILLA DECRECE 2011!!!

2011-05-10T10:03:50.552+01:00

(image)


Os anunciamos e invitamos al acto inaugural del Primer Encuentro Local sobre Decrecimiento “Sevilla Decrece 2011" que se celebrará el próximo viernes 13 de mayo a las 17:30h. en el Paraninfo del Rectorado de la Universidad de Sevilla.


Hemos preparado un amplio programa de actividades que comienzan con la conferencia inaugural titulada “Decrecimiento como agua de mayo”, en la que tenemos la suerte de contar con la participación de Miguel Delibes de Castro, profesor de investigación en el CSIC de Sevilla, y Yayo Herrero, co-coordinadora estatal de Ecologistas en Acción y una de los referentes del movimiento decrecentista en nuestro país.

Será un acto especial, ya que es la primera vez que se presenta la "Red de Decrecimiento de Sevilla, Transición en Comunidad" ante un auditorio más amplio y también porque supone el inicio del encuentro que, con mucho cariño, hemos ido preparando a lo largo de los últimos meses a través de un proceso participativo y autogestionado en el que se han ido enredando cada vez más personas y colectivos de nuestra ciudad. Por ello, para este momento tan especial, tenemos preparadas algunas sorpresas, que no te puedes perder!!!

El encuentro se desarrollará en los días posteriores, entre el 13 y 22 de mayo en distintos espacios de nuestra ciudad, con el objetivo de dar a conocer esta nueva corriente de pensamiento y movimiento social que cuestiona de forma radical nuestra sociedad de consumo, al tiempo que teje redes que imaginan y ponen en práctica alternativas para salir de la actual crisis multidimensional.

A modo de resumen, el primer fin de semana nos acercaremos al decrecimiento -con Miguel Delibes y Yayo Herrero-, el pico del petróleo y la crisis de insostenibilidad -con Jordi Solé (Oil Crash Observatory)- y el Movimiento de Transición - con Ecoherencia-. A partir del lunes profundizaremos en propuestas, iniciativas concretas y enredos para tejer y reforzar comunidad local; y el segundo fin de semana está pensado para conocer otras experiencias, crear más y mejores lazos, con el encuentro interprovincial de iniciativas decrecentistas y la excursión por la zona norte de la ciudad.

Os informamos de que la mayoria de las actividades tienen aforo limitado, por lo que es recomendable la inscripción si quieres asegurar tu participacion.

Todas las actividades son gratuitas o de bajo coste, para cubrir los gastos de materiales, y muchas disponen de espacio de ludoteca infantil para l@s más peques. El lugar de recogida de los/as niños/as será el mismo que el de la actividad.

Os facilitamos algunos de los materiales de difusión que hemos elaborado para la ocasión. Y con los que puedes ayudarnos también a difundir el encuentro para seguir enredando y sumando gente a la corriente decreciente.

Recuperar el verdadero valor de la vida es un camino que está aún por hacer, pero es algo contagioso, así que... ¿te apuntas?

¡Participa! ¡Ven a Sevilla Decrece 2011! ¡Menos para vivir mejor!

Más información en sevilladecrece2011.blogspot.com.

Correo-e: sevilladecrece@gmail.com

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A society of love

2011-05-03T15:19:01.425+01:00

I have a vision: a society of Love.
I imagine a world were I would be happy and all the others around me would feel happy too, as one heart.

I would love to live in a place were people would smile at me if they passed me by, a place were I could be myself free of judgement, all of my being and it's countless expressions would be honored, valued and accepted, were I wouln'd have to hide my beauty and love from no one.
No more mental boundaries between me and the outside world, to be free,knowing that others would understand.

Feel the love in my fellow friend's eyes, and love their love. Feel happy that the light was shining trough their eyes.

A place of harmony , were every person would be a part of the puzzle, all of us making sense together, like a dance of life, with joy and peace.

A space were we can all shine, all give the very best of ourselves with no worries and no fears. A circle of trust.

(image)

A society that knows there is no "rights" and "wrongs", for every path is a path. Were there is no telling what the expressions of love would be, for we have not walked on the other person's shoes, so we cannot judge.
Being in our own shoes have told us the truth above duality, so we know within ourselves that truth, so we understand...
we can see the love under every action, every though, every smell and every colour. We know.

A place of creation, a place of birth of new ways and expressions of love, a new step in the world of matter and density, a dense understanding of the light or a light understanding of density?
Joy flowing though our cells, all of them singing life's love in harmony.

We all dream of such a place, deep down at night it sings to us, we know the truth and we long for it. We are transitioning from density to light, loving in joy every frame of the scale, from the infinite small to the macrocosms, every layer receiving light and activating itself in the big heart of love.

All we need to do is ask, and it shall be placed in front of us, every little step
guided.
It may seem long, but can you imagine the time it takes to light every layer of your complex, old being? How many layers are there? I've lost count of mine, so many that I forget about them, struggling, sometimes, to use the correct one at the right time. But then it comes...

Synchronicity, all layer synchronised among themselves and everything is perfect on that moment!
Everything is right, at the right time at the right place, and it is beautiful, and it is peaceful and it is joy.

Create, my dearests, create.
Harmony is in creativity, in the expressions of your soul. Be the arts, be the music, be the dance.

I love all, and I dream of such a place. Maybe at night, when no one else is there but you and your soul, maybe you can imagine such a place too and we dream together a world of love.
I'll meet you there.

Ana Tara



ALMINGAS

2011-03-07T12:46:30.106+00:00

A simplicidade voluntária está a criar novos ramos!

Estamos embrenhados, neste momento, na criação de uma Rede Algarvia de Partilha, a Almingas!

(image)

ALMINGAS
(** for english version)

O mês passado um pequeno grupo juntou-se para conversar e unir intenções, lançámos as sementes da partilha e da entre-ajuda.
**Last month a small group gathered to talk and bind intentions, spread seed of sharing and help exchange.

Queremos começar por um partilhar um dia por mês de fraternidade e trabalho, unindo esforços numa tarefa especifica, numa determinada quinta que procure ou necessite de uma mãozinha! Da-mos-lhe o nome de Mingas.
**We would like to start by sharing a fraternity and work day a month, join efforts in a specific task, at a farm that is looking for or needing a hand! We call that a Mingas.

Este mês a quinta escolhida foi a Quinta do Vale da Lama- Odiaxere - Lagos. (mapa)
** This months the farm chosen was the Quinta do Vale da Lama - Odiaxere - Lagos (map)

Dia 13 de Março, ás 9h, vamos juntar-nos para Plantar Batatas! Pela tarde, depois do almoço/ picnic partilhado, convidamos todos os interessados a juntarem-se á conversa necessária de criar objectivos precisos para a REDE, e mais algumas questões tecnicas.
** On the 13th March, at 9h am, we'll gather to seed potato's! On the afternoon, after a shared lunch/picnic, we invite all to join us to discuss the objectives of the network, and some technical issues.

Almingas é uma rede LIVRE, não existe obrigatoriedade na participação nem compromissos, qualquer um pode juntar-se ás Mingas se sentir vontade. Existe um questionário curto para preencher, que funciona como base de dados da Rede, ao que se pede aos participantes para preenche-lo!
** Almingas is a FREE network, no mandatory presence or engagement is required, one can join the mingas at any time and own pace. There is a little questionnaire to fill, that is a data base of the network, that we ask you o fill!

Cá vos esperamos!
We'll be waiting for you!

Ana Tara
Contact aloichot@gmail.com or 934240466



A Circle of Gifts

2010-12-04T12:44:52.492+00:00

Wherever I go and ask people what is missing from their lives, the most common answer (if they are not impoverished or seriously ill) is "community." What happened to community, and why don't we have it any more? There are many reasons – the layout of suburbia, the disappearance of public space, the automobile and the television, the high mobility of people and jobs – and, if you trace the "why's" a few levels down, they all implicate the money system.More directly posed: community is nearly impossible in a highly monetized society like our own. That is because community is woven from gifts, which is ultimately why poor people often have stronger communities than rich people. If you are financially independent, then you really don't depend on your neighbors – or indeed on any specific person – for anything. You can just pay someone to do it, or pay someone else to do it.In former times, people depended for all of life's necessities and pleasures on people they knew personally. If you alienated the local blacksmith, brewer, or doctor, there was no replacement. Your quality of life would be much lower. If you alienated your neighbors then you might not have help if you sprained your ankle during harvest season, or if your barn burnt down. Community was not an add-on to life, it was a way of life. Today, with only slight exaggeration, we could say we don't need anyone. I don't need the farmer who grew my food – I can pay someone else to do it. I don't need the mechanic who fixed my car. I don't need the trucker who brought my shoes to the store. I don't need any of the people who produced any of the things I use. I need someone to do their jobs, but not the unique individual people. They are replaceable and, by the same token, so am I.That is one reason for the universally recognized superficiality of most social gatherings. How authentic can it be, when the unconscious knowledge, "I don't need you," lurks under the surface? When we get together to consume – food, drink, or entertainment – do we really draw on the gifts of anyone present? Anyone can consume. Intimacy comes from co-creation, not co-consumption, as anyone in a band can tell you, and it is different from liking or disliking someone. But in a monetized society, our creativity happens in specialized domains, for money.(photo via American Jewish Historical Society)To forge community then, we must do more than simply get people together. While that is a start, soon we get tired of just talking, and we want to do something, to create something. It is a very tepid community indeed, when the only need being met is the need to air opinions and feel that we are right, that we get it, and isn't it too bad that other people don't ... hey, I know! Let's collect each others' email addresses and start a listserv!Community is woven from gifts. Unlike today's market system, whose built-in scarcity compels competition in which more for me is less for you, in a gift economy the opposite holds. Because people in gift culture pass on their surplus rather than accumulating it, your good fortune is my good fortune: more for you is more for me. Wealth circulates, gravitating toward the greatest need. In a gift community, people know that their gifts will eventually come back to them, albeit often in a new form. Such a community might be called a "circle of the gift."Fortunately, the monetization of life has reached its peak in our time, and is beginning a long and permanent receding (of which economic "recession" is an aspect). Both out of desire and necessity, we are poised at a critical moment of opportunity to reclaim gift culture, and therefore to build true community. The reclamation is part of a larger shift of human consciousness, a larger reunion with nature, earth, each other, and lost parts[...]



Picnic de uma vida simples e solidária - Iniciativa global

2010-05-21T14:42:07.498+01:00

(image)
Vamos juntar-nos na tarde de 6 de Junho para conversar sobre isto de se viver uma vida mais simples e sustentável.

Para onde vamos com esta sociedade de consumo? Que poderia ser melhor?
Como viver uma vida mais simples? etc

Iremos aproveitar esta oportunidade para gerarmos acção ao pensar também na forma de organização do dia da "Guerrilha da Horta", uma forma de trazer o espírito de comunidade e entre-ajuda para podermos passar a mensagem a cada vez mais pessoas da necessidade de uma mudança.


Assim juntamo-nos à iniciativa global: Picnic 4 Degrowth
http://picnic4degrowth.net/


?ONDE?

ALGARVE
Mata de Barão São João
Lagos
A partir das 14h


LISBOA

Em Belém, na zona arborizada em frente aos Pastéis de Belém.
Lisboa
A partir das 15h


E no resto do País, alguém organiza???

Tragam comida para partilhar, pratos, talheres (sem ser de plástico por favor) e vontade de conversar ;)

Fico à vossa espera!



Caminhada pela simplicidade voluntária 2010

2010-03-14T12:25:52.888+00:00

(image)

Começa já para a semana, junta-te a nós nesta caminhada!!

http://caminhada2010.wordpress.com/

A ideia é criar um “espaço” de questionamento da vida moderna e do que realmente nos faz falta, procurando em conjunto novas soluções, e proporcionar a experiência de viver em harmonia com a natureza, ao seu ritmo, num ambiente de convivialidade.

Caminhar para deixar de correr!

Realizar-se á entre Viseu e POMBAL, com inicio a 21 de Março e termino a 11 de Abril.


Todos podem participar, é ABERTA e gratuita, passando por transportes públicos todos os dias, para que cada um caminhe o tempo que melhor se adapta a si.

Caminharemos com tudo o necessário á nossa sobrevivência, visitando quintas e projectos que partilham um espaço e um espirito connosco, por uma noite.

Por uma vida simples e solidária!

Construamos um novo presente.



20 Teses contra o "capitalismo verde"!

2010-01-26T12:16:11.814+00:00

O texto de abaixo é uma tradução livre de Fernanda Silva das “20 Theses against green capitalism”, de Tadzio Mueller e Alexis Passadakis, encontrado no Nowtopia de Chris Carlsson. Alexis é membro da ATTAC Alemanha e Tadzio faz parte do coletivo editorial Turbulence. Reproduzido de Apocalipse Motorizado.1. A atual crise econômica mundial marca o fim da fase neoliberal do capitalismo. “Negócios como sempre” (financeirização, desregulação de mercados, privatização…) não são mais uma opção: novos espaços de acumulação e tipos diferentes de regulação política deverão ser criados pelos governos e corporações para manter o capitalismo de pé. 2. Além das crises econômica, política e climática, existe uma nova crise atormentando o mundo: a “biocrise”, que é o resultado da mistura suicida entre o ecossistema que garante a vida humana e a necessidade constante de expansão do capital. 3. A “biocrise” representa um perigo imenso à nossa sobrevivência coletiva. Mas, como todas as crises, também apresenta aos movimentos sociais uma oportunidade histórica: a de expor a jugular do capitalismo, ou seja, a sua incessante e destrutiva necessidade de se expandir. 4. Uma das propostas que emergiram das elites globais, a única que se relaciona com todas estas crises, é a do “New Deal” verde. Esta já não é mais a fase do capitalismo verde 1.0, da agricultura orgânica e do “faça você mesmo”, mas sim uma proposta de que esta fase “verde” do capitalismo deve continuar gerando lucros através da modernização de certas áreas de produção (carros, energia, etc). 5. O capitalismo verde 2.0 não é capaz de resolver a “biocrise” (mudanças climáticas e outros problemas ecológicos como a redução da biodiversidade), mas consegue tirar algum lucro dela. Esta postura não altera em nada a rota de colisão entre as economias de mercado e a biosfera. 6. Não estamos mais em 1930. Naquela época, através da pressão de movimentos sociais, o velho “New Deal” redistribuiu o poder e a riqueza. O “Green Deal” discutido por Obama, pelos partidos verdes ao redor do mundo e pelas corporações multinacionais está mais relacionado ao “bem-estar” das corporações do que das pessoas. 7. O “Capitalismo Verde” não vai colocar em discussão o poder daqueles que mais emitem gases de mudanças climáticas (empresas de energia, companhias aéreas, montadoras de automóveis, agricultura industrial), mas simplesmente vai despejar mais dinheiro nestas empresas, para ajudá-las a manter seus lucros mediante pequenas mudanças ecológicas, que serão muito pequenas e tomadas muito tarde. 8. Em escala planetária, os trabalhadores perderão seu poder de exigir salários decentes. Em um mundo configurado pelo “capitalismo verde”, os salários deverão estagnar ou decair para cobrir os custos da “modernização ecológica”. 9. O Estado do “capitalismo verde” será autoritário. Justificado pela ameaça de crise ecológica, o Estado irá “gerenciar” as agitações sociais que necessariamente irão emergir do aumento do custo de vida (comida, energia, etc) e do decréscimo dos salários. 10. No “capitalismo verde”, os pobres serão excluídos do consumo, empurrados para as margens, enquanto os mais ricos terão que “ajustar” seu comportamento destrutitvo indo às compras e salvando o planeta ao mesmo tempo. 11. Um estado autoritário, o aumento das desiguldades, o bem-estar das corporações: do ponto de vista da emancipação social e ecológica, o “capitalismo verde” será um desastre do qual não conseguiremos nos recuperar jamais. Hoje nós ainda temos a chance de superar paradigma suicida do crescime[...]



Made in...

2010-01-20T12:19:15.351+00:00

Esta veio-me por mail, achei interessante e sintomática desta vida moderna!

(image)

(…)O ZÉ, depois de dormir numa almofada de algodão (Made in Egipt), começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (Made in Japan) às 7 da manhã.
 Depois de um banho com sabonete (Made in France) e enquanto o café (importado da Colômbia) estava a fazer na máquina (Made in Chech Republic), barbeou-se com a máquina eléctrica (Made in China).
 
Vestiu uma camisa (Made in Sri Lanka), jeans de marca (Made in Singapure) e um relógio de bolso (Made in Swiss).
 
Depois de preparar as torradas de trigo (produced in USA) na sua torradeira (Made in Germany) e enquanto tomava o café numa chávena (Made in Spain), pegou na máquina de calcular (Made in Korea) para ver quanto é que poderia gastar nesse dia e consultou a Internet no seu computador (Made in Thailand) para ver as previsões meteorológicas.
 
Depois de ouvir as notícias pela rádio (Made in India), ainda bebeu um sumo de laranja (produced in Israel), entrou no carro Saab (Made in Sweden) e continuou à procura de emprego.
 
Ao fim de mais um dia frustrante, com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (Made in Finland) e, após comer uma pizza (Made in Italy), o ZÉ decidiu relaxar por uns instantes.
 
Calçou as suas sandálias (Made in Brazil), sentou-se num sofá (Made in Denmark), serviu-se de um copo de vinho (produced in Chile), ligou a TV (Made in Indonésia) e pôs-se a pensar porque é que não conseguia encontrar um emprego em PORTUGAL...



Caminhada pela simplicidade voluntária 2010

2010-01-01T17:32:49.880+00:00

(image)



Por uma vida simples e solidária!



A ideia é criar um “espaço” de questionamento da vida moderna e do que realmente nos faz falta, e proporcionar a experiência de viver em harmonia com a natureza, ao seu ritmo, num ambiente de convivialidade.


Caminhar para deixar de correr!


Realizar-se á entre Viseu e Pombal, com inicio a 24 de Março e termino a 9 de Abril (datas por confirmar).
Todos podem participar, é ABERTA e gratuita, passando por transportes públicos todos os dias, para que cada um caminhe o tempo que melhor se adapta a si.
Caminharemos com tudo o necessário á nossa sobrevivência, visitando quintas e projectos que partilham um espaço e um espirito connosco, por uma noite.
Por uma vida simples e solidária!
Construamos um novo presente.


http://caminhada2010.wordpress.com/



Cidades de transição/ Transition towns

2009-12-27T13:11:13.279+00:00

O que são cidades de transição?Imagine cidades inteiras sustentáveis, baseadas no comércio local, independentes do petróleo e de importações de alimentos. Pois elas já existem graças à visão e ação de Rob Hopkins, criador do movimento Transition Towns (Cidades em Transição). Assustado com a dependência exterior do Reino Unido em combustível e alimentação e sabendo que esse cenário de mudança climática e escassez de petróleo só irá piorar nos próximos anos, Rob decidiu que apenas suas ações individuais como permaculturista não iriam bastar.Com a sua vasta experiência em ecovilas e como professor de universidade, construiu um plano de mudança com o objetivo de alcançar a resiliência que, neste caso, significava a capacidade de sobreviver a choques externos como a escassez do petróleo, crises na produção de alimentos, falta de água e energia. Incluiu, nesse plano, todos os setores da sociedade – governo, setor privado e cidadãos – e todos os aspectos da vida cotidiana – saúde, educação, transporte, economia, agricultura e energia.Sua primeira vitória foi em 2005, em Kinsale, na Irlanda, onde ensinava na universidade local, com a histórica decisão que levou o município todo a adotar o movimento como seu plano de gestão. Hopkins mudou-se então para Totnes, na Inglaterra, e transformou-a em vitrine do movimento. Devagar, a cidade de 8 mil mil habitantes pretende chegar em 2030 totalmente transformada e independente. Hoje já são mais de 110 cidades, bairros e até ilhas em 14 países do mundo convertidas na Transição.O conceito é simples – apesar de trabalhoso – e flexível. Segundo Hopkins, cada comunidade adapta os doze passos iniciais do movimento à sua realidade e capacidade. Esses itens são apenas guias de como começar a quebrar a nossa dependência do petróleo, revendo os modelos de economia, comida, habitação e energia. Assim, essas cidades funcionam tanto no Japão quanto nos Estados Unidos ou no Chile. A idéia é parar de depender – ou depender minimamente – da tecnologia e voltar ao tempo onde não precisávamos de geladeiras, carros, tratores e aviões. Técnicas e conhecimentos dos nossos avós e ancestrais são valorizados e resgatados.Uma das frentes do movimento reeduca a população e estudantes em aptidões como costura, gastronomia, agricultura familiar, pequenos concertos e artes manuais como marcenaria. Iniciativas incluem a criação de jardins comunitários para plantio de comida, troca de resíduo entre indústrias ou simplesmente o reparo de itens velhos, ao invés de jogá-los no lixo. O investimento em transporte público e a troca do carro pela bicicleta é inevitável para a redução das emissões de carbono. Em Totnes até uma nova moeda – a libra de Totnes – foi criada para incentivar e facilitar transações com produtores locais.Diferente dos fatalistas que prevêem o fim do mundo em 2012 ou quadros horríveis de fome, seca e morte, os adeptos do Transition Towns têm uma visão realista, mas positiva, do futuro. Acreditam na ação transformadora de comunidades e no trabalho pesado para mudar as estatísticas.[...]



A era do egoísmo terminou...

2009-12-24T17:49:24.450+00:00

Uma nova história nasce todos os dias a todos os minutos,
Agora no momento em que existimos e sabemos quem Somos.
Neste momento em que as mudanças são demasiado evidentes para ignorarmos sabemos, felizmente, que o Código é o Amor.
Energéticamente, somos Um, em Luz e AMOR pertencemos ao Todo Divino e Próspero... A falência dos velhos costumes Acontece... Mas nós, não estamos falidos, nós encontrámos a abundância e o fio que nos conduz a um novo Mundo, onde já não estamos sós e essa Verdade eleva-nos a algo Maior, Eterno e Infinito.
O Mundo antigo desaba e ainda existe o medo de desabar com ele... famílias inteiras padecem de carência física, falta de dinheiro, economicamente, muitos fracassam e sentem que o Sonho acabou.
Mas não... o sonho torna-se REAL. Sabíamos que não é mais possível viver com os antigos hábitos, com os excessos consumistas e o isolamento a que a sociedade moderna nos acostumou. Julgamo-nos impotentes perante a crise que não acaba e o desaparecimento súbito de antigas muletas a que nos acostumá-mos por ignorância e facilitismo. Sabíamos que estava errado, que o Planeta não poderia suster esses parâmetros de vida por muito mais tempo, mas continuamos as nossas vidinhas fáceis de consumo e egoísmo cego...
Agora chegou o momento de acordar e por em prática o que sabemos, bem cá dentro que está correcto, abrir o coração e deixar o medo de lado. Unir para expandir.
Surge, finalmente, o momento em que teremos de abandonar o ego e juntar os corações em prol de um bem Maior. É necessário unir para construir uma vida socialmente, culturalmente, espiritualmente, saudável e sustentável. Só possível em comunidade.
Vocês são necessários, fundamentais... os campos estão abandonados, as crianças anseiam por novos padrões e hábitos evolutivos, as antigas doutrinas afundam. Já não estamos felizes nos empregos, as crianças abominam as escolas, os professores já não sabem como ouvir e partilhar...os amigos perdem-se no tempo e no vazio, nasce os desejos de coisas, que apenas servem para preencher momentos de vazio em vazio.
O que nos preenche? O que nos anima? O que nos dá energia e alimenta?
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O AMOR, a Partilha, a natureza, a Comunidade, a criatividade e o Objectivo Global de elevar uma civilização e um maravilhoso planeta... integrando-nos, unindo-nos, respeitando as diferenças, abraçando novos desafios... sorrindo e acreditando.
O Mundo não está a acabar.. O Novo Mundo esta a nascer e Nós somos os seus criadores.
Não é difícil, não é impossível, apenas temos de nos unir... o Universo sustentará quem se integrar e abrir para a partilha, sem bloqueio.
A Nova comunidade surge, procura e segue os sinais, atrairás as pessoas que quererão em conjunto concretizar o mesmo sonho. Segue a tua intuição e mãos à obra.
Construir abrigos, plantar e semear, implementar energias renováveis, criar novas escolas, centros culturais e de festa, fomentar a amizade e a auto-evolução, ter a coragem de aceitar a diferença e lutar pela sua concretização. Vamos conseguir... tenho a certeza...
AMOR e LUZ

Alexandra Capelo



Questoes importantes sobre o sistema educativo

2009-12-15T10:27:19.085+00:00

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Aqui esta mais uma questao que necessita novas perspectivas e novas formas de pensar, a educacao!
Neste video, Ken Robinson reflecte sobre algumas dessas coisas.
Prestem atencao!!

http://www.ted.com/talks/lang/por_pt/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html



The Story of Cap and Trade

2009-12-11T10:25:46.164+00:00

Mais uma producao da Story of stuff, onde os negocios de "carbono" estao bem explicadinhos!

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The Story of Cap and Trade

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Desenvolvimento e Africa

2009-12-09T15:37:21.952+00:00

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Entrevista a Serge Latouche – Decrescimento e África, Fevereiro 2008, Fernanda Silva e Mario Carini

No que respeita o decrescimento, o problema em África é paradoxal. Porque de um certo ponto de vista, a ideia, o "modelo" de decrescimento, nasceu em África, nos anos 70, 80, porque a África conheceu o desenvolvimento e o desenvolvimento destruiu a África.

O desenvolvimento económico destruiu as estruturas tradicionais, os saberes-fazer, os valores, etc. E os africanos viram-se obrigados a sobreviver ao desenvolvimento: inventaram uma forma de se auto-organizar na precariedade, mas que funcionou bastante bem e que eu analisei, nos meus livros, principalmente na "L'Altra África, tra dono e mercato": a arte de se auto-organizar e substituir os bens pelas relações sociais, pelas estruturas grupais, etc.

Ora, a chamada globalização é uma ameaça terrível para esta Outra África e falar de decrescimento em África é muito perigoso, muito difícil. Porque os africanos querem ir para a Europa, porque o imaginário colonizado dos media, a ofensiva dos media é aterrorizadora.

Há vinte anos, não havia televisão nas aldeias, na cidade sim, mas nas aldeias não. Agora todos têm um telemóvel, mesmo que não funcione bem, e querem ser totalmente ocidentalizados e muitos já o são.

Portanto, a batalha, a resistência para sobreviver, a auto-organização, que mesmo na precariedade é capaz de dar prazer de viver, é ameaçada pela globalização, pela colonização do imaginário e também pelo facto de o imperialismo e a procura de matérias-primas, criarem guerras civis e toda uma instabilidade politica que provoca dificuldades.

Assim, estamos numa situação paradoxal, em que temos muito que aprender, sobre a capacidade dos africanos de se auto-organizar através dos bens relacionais, e ao mesmo tempo, é difícil convencer os africanos de que têm valores, de que têm formas de preservar, que são já um modelo de pós-modernidade, e que quando nós estaremos na grande crise, na crise ecológica, social e económica, serão mais capazes do que nós de encontrar soluções.

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A proposito do ddevenvolvimento em Africa pode-se ver tambem a entrevista a Jean Leonard Touadi, dobrada em portugues por Fernanda Silva (Obrigada Fernanda!)
Entrevista a Touadi



Dia SEM Compras - 28 Nov / Lisboa

2009-11-26T17:51:59.578+00:00

Sábado 28 de Novembro celebra-se o Dia Sem Compras

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Durante este dia como um manifesto contra o consumismo desmedido e insustentável tão presente na maioria das sociedades, pessoas de todo o Mundo decidem não comprar nada! É incentivada a reflexão sobre o modo de consumo na actuais sociedades capitalistas. Promove-se uma postura de consumo responsável, alertando-se a sociedade para a escassez dos recursos naturais e para a necessidade de todos nós, enquanto consumidores, termos consciência da pegada ecológica originada pela produção e transporte dos produtos que temos à nossa disposição nas superfícies comerciais.

Em Lisboa o Dia Sem Compras é celebrado com uma Marcha a sair da Praça da Figueira às 14h até ao Largo Camões. Vamos passar pela Rua Augusta onde vai ser montado um teatro de rua, pela Rua do Carmo e Rua Almeida Garret até ao Largo do Camões onde representaremos de novo uma peça de Teatro do Oprimido. Na marcha praticipam também dois grupos de percussão: os Ritmos de Resistência (percusssão samba) e a Nação do Bairro (percussão maracatú).

Horário da acção:
Concentração / Início da Marcha – Praça da Figueira (Baixa) - 14h
Teatro de Rua – Rua Augusta (cruzamento com Rua da Vitória) – 15h30 até às 16h
Final da Marcha com Teatro de Rua – Largo do Camões (Chiado) – 16h30 até ao pôr-do-sol

Para mais informação consulta http://gaia.org.pt ou http://www.dia-sem-compras.pt.vu

Por favor divulga aos teus contactos! Contamos contigo!

Vem marchar e espalhar a mensagem pela defesa do planeta.



Semana Portugal Bio 2009: Por um Mundo Rural Vivo

2009-11-20T11:21:56.837+00:00

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A INTERBIO promove a 4ª Edição da SEMANA PORTUGAL BIO - Semana Nacional da Agricultura Biológica: Por um Mundo Rural Vivo, entre 21 e 29 de Novembro de 2009.

No seguimento do sucesso das anteriores edições da SEMANA PORTUGAL BIO, a INTERBIO tem a certeza que também esta edição irá contribuir de forma muito positiva para a promoção da agricultura biológica e dos seus produtos junto dos consumidores portugueses, graças ao empenho de centenas de pessoas que desenvolverão acções um pouco por todo o País em coordenação com a INTERBIO.

O tópico deste ano da SEMANA PORTUGAL BIO será "Por um mundo rural vivo", pois num momento de declínio acelerado da nossa agricultura e consequentemente do nosso mundo rural, a adopção da agricultura biológica como o modo de produção agrícola por excelência para Portugal apresenta-se como a solução para revitalizar o sector, garantindo o seu futuro e sustentabilidade.

A par das centenas de acções que se desenrolarão em todo o País por iniciativa de agricultores, associações, escolas, autarquias e municípios, contaremos ainda com a habitual conferência de abertura da Semana Portugal Bio, com a apresentação de um manifesto “Por um Mundo Rural Vivo”, com o lançamento do concurso "A minha Escola é BIO" e com iniciativas de estabelecimento de parcerias com escolas e municípios para a distribuição de fruta biológica nas escolas.

Para qualquer questão relacionada com a SEMANA PORTUGAL BIO 2009, por favor contacte a INTERBIO através do email semanabio.bio@gmail.com

http://interbio-bio.blogspot.com/
http://interbio.designetico.org/



Dar o salto para a simplicidade voluntária - mesa redonda na ECOPORTO

2009-11-17T21:35:42.247+00:00

Domingo dia 22 de Novembro as 15h, integrada na semana Portugal Bio 2009, irei orientar uma mesa redonda na ECOPORTO.

Dar o salto para a simplicidade voluntária
A sociedade actual fez de nós consumidores. O motor principal das nossas vidas tornou-se alimentar um sistema que claramente falharia sem nós baseado em ideais economicistas que visam o lucro, desconectados de valores humanos e das necessidades do mundo natural.
Sair do nosso papel de consumidores é vital para o avanço da humanidade.
Como reencontrar o nosso papel neste planeta, dando um passo consciente para a simplicidade e harmonia é o que pretendemos discutir à volta de um chá.

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Semana Portugal Bio 2009

Olá amigos A Ecoporto tem o prazer de vos convidar para a semana de 21 a 29 de Novembro dedicada à divulgação da Agricultura Biológica e Sustentabilidade que estamos a organizar em parceria com a InterBio. Vai haver workshops, concertos, almoços e jantares com produtos da horta, mercado biológicos e palestras em torno a temas de ecologia.

Programa disponivel em:
http://ecoporto.ning.com/profiles/blogs/semana-portugal-bio-2009-na

A ECOPORTO é um Centro de pesquisa e práticas ambientais, sociais e espirituais
Localiza-se na Rua Bela da Fontinha, nº 10, 4000-107 Porto
(metro mais próximo: Faria Guimarães ou Marquês)
mapa de localização disponivel em
http://ecoporto.ning.com/page/contactos-1



SEMANA PARA O CONSUMO RESPONSÁVEL 23 a 28 Nov/ Lisboa

2009-11-17T21:36:26.999+00:00

SUSTENTABILIDADE E CONSUMO RESPONSÁVEL
23 A 28 NOVEMBRO 2009/ LISBOA

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A Cores do Globo (Associação de Promoção de Comércio Justo), a QUERCUS (Associação Nacional de Conservação da Natureza) o ISU (Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária) e o LNEG (Laboratório Nacional de Energia e Geologia), apresentam na última semana (23 a 28) de Novembro, em Lisboa, a Semana do Consumo Responsável - no âmbito de um projecto co-financiado pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, "Territórios Sustentáveis".

"Territórios Sustentáveis: Consumo responsável nas organizações privadas, públicas e 3º sector" visa trabalhar, ao longo de 2009, as questões do consumo nas suas várias vertentes (económica, social e ecológica), e tem como principais estudos de caso a Universidade Lusíada de Lisboa, a Câmara Municipal de Loures, e a AMI - Assistência Médica Internacional.


No portal www.consumosustentavel.org pode ser consultada toda a informação sobre este projecto, nomeadamente os Boletins que são publicados mensalmente, dedicados a variados temas no âmbito do consumo responsável.

A Semana do Consumo Responsável será constituída por diversas iniciativas (ver tabela) que visam contribuir, de forma concertada, para a mudança dos padrões de consumo da sociedade portuguesa e, desta forma, para um desenvolvimento sustentável global.


PROGRAMA
23.11.2009
ISU+QUERCUS+CG 1. Documentários
2. Feira de informação consumo responsável
3. Exposição de temas aliados ao CR
4. 1 acção de formação- RNCR (1h30)
5. Participação das Aldeias do Xisto
Universidade Lusíada
26.11.2009 LNEG Seminário Consumo Sustentável e Alterações Climáticas LNEG - Campus Alfragide
27.11.2009 CG Seminário Territórios Sustentáveis Goethe Institut
28.11.2009 CG Seminário Territórios Sustentáveis Goethe Institut
A ENTRADA É LIVRE
Para mais informações:
Inês Cardoso (Coordenadora do Projecto); Carla Félix Silva / 91 840 14 03
info@consumosustentavel.org

www.consumosustentavel.org / www.coresdoglobo.org