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PASSARO-ERRANTE





Updated: 2016-09-08T07:02:15.399-07:00

 



TEMPO

2016-01-11T09:58:37.770-08:00

TEMPOSinto o silêncio da nossa amizadeQue aos poucos se calaPor falta de tempo!E neste mundo aparenteEm que todos giramosNão encontro gentePor falta de tempo!Já não olho em redorPara trás não olho mais.Caminho sempre em frenteNão paro.Por falta de tempo!Já não oiço tua voz. Bater teu coração.Já não toco tua pele.Com a mesma emoção.Não vejo o brilho dos olhos.Nem teu sorriso nos lábios.Já não sei o que sinto.Por falta de tempo!Mas…Se o tempo me der tempoFico paradoÀ espera que o tempo passe.E a teu ladoCom saudadeOuvir… em silêncioA voz da nossa amizade.Fátima Negrão in "Poética" Vol.IEditorial Minerva, 2012     [...]



INCERTEZAS

2016-01-07T12:59:58.413-08:00

INCERTEZASDo teu amor,Não tenho a certeza.                                                    Já do meu,                                                                   Nunca duvido.Mas esse mar de incertezasFaz de mim própriaDuvidar. Trocamos beijos,Molhados.Dentro de mimSinto um turbilhão,Que espalha em fúriaNo meu corpo,Mil carícias.O teu calorPercorre o meu corpo,Lentamente…Queimando de mansinho.Mas o teu calorNão apaga as dúvidas…As incertezas,Alguma dor!E sinto ainda o medo,De enfrentar de novo,Esta sede de amor!Fátima Negrão, in "Pedaços"Edição de Autor, 2007 Ilustração de SãoJosé[...]



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2016-01-07T12:58:08.816-08:00




HÁ DIAS

2016-01-07T12:35:25.650-08:00

  Há dias, Em que à noite Se procura Alguém, E ninguém se encontra.   Em que as horas São longas… Infindas… São momentos, Que não se esquecem.   Dias… De vida intensa. De fortes emoções. Em que estar só, É enorme sofrimento.   Dias… Em que à noite Se encontra Alguém Sem ninguém procurar.   Dias… Em que à noite Não se pode adormecer, Para não esquecer, De viver! E amar!   Fátima Negrão, in “Pedaços”. Edição de autor, 2007 [...]



SEI QUE TE PERTENÇO

2013-04-05T13:07:10.554-07:00

SEI QUE TE PERTENÇO                                     De noite,Ilustração de São JoséPerdida na imensidãoDo quarto,Sonho acordadaNos sonhos que fizE desfiz,Num só dia!De noite,Penso na vida,Sofrida,Tão calada!De noite,Falo sozinha.Partilho contigoA solidão,Invento até uma paixão!De noite,Penso em tiQue em mim não pensas.Invento o meu amorPerfeito.Sem defeito!De noite, Adormeço.E de manhã, ao acordar,                                                    Sei que te pertenço!                                      Fátima Negrão, in “Pedaços”                                                                       Edição de autor, 2007[...]



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2013-04-05T12:35:20.970-07:00

BEIJEI O SOLQuando tudo se transformaNuma só noite,Só porque um dia…Em teu ombro pousei,Tudo o que sentia!Teu rosto beijei,Tão docemente!Tua mão toquei,Timidamente!Teu corpo abracei,Ardentemente!E teu olhar senti,Dentro de mim!Quando tudo se transformaNuma só noite,Só porque um dia…Ao acordar… beijei o solPara te ir beijar!Fátima Negrão, in “Pedaços”.Edição de autor, 2007[...]



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2013-03-31T12:15:48.035-07:00

MENDIGAPobre de amor,Vou mendigando as caríciasQue outros desprezam!Pobre de amor,Vou mendigando palavras ternasQue outros recitam!Pobre de amor,Vou mendigando compreensão.Mas amor,Esse não,Ninguém mo dá!Pobre de amor,Vou mendigando compaixão.Mas amor,Esse não,Ninguém mo dá!Pobre de amor,Vou mendigando…Mas tudo o que me dãoVai aumentando esta dor.Mas amor,Esse não,Ninguém mo dá!Fátima Negrão, in “Pedaços”.Ilustração de São JoséEdição de autor, 2007  [...]



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2013-03-31T12:06:18.464-07:00

Para refletir:Ser mendigo!           Foi essencialmente a partir do século XX e já em pleno século XXI que as grandes cidades começaram a enfrentar graves problemas sociais resultantes da economia, da política e dos grandes  poderes económicos e das indústrias de armamentos, farmacêuticas, dos carteis da droga, entre outras e que se manifestam através dos sequestros, roubos e furtos cada vez mais frequentes e violentos, a prostituição,o homossexualismo, o desemprego, os menores a vaguearem pelas rua, as desigualdades sociais, a mendicidade e alguns outros cada vez mais difíceis de encarar e resolver.Estes problemas têm preocupado as autoridades governamentais, e a população em geral, uma vez que estes comportamentos  não estão de acordo com as normas constituídas pelos hábitos e costumes da sociedade, mas mesmo assim, vai crescendo o número de mendigos nas ruas, a cada esquina e enchendo as instituições sociais e religiosas que os têm acolhido.Mas, afinal o que é ser mendigo? Porque surge o mendigo?Será a fuga do campo, que não consegue colocação em nenhum emprego digno, ou mesmo desqualificado?Será a distribuição de renda, que exclui do mercado de trabalho, aqueles de idade avançada? Ou, será apenas  a lei de causa e efeito em atuação?Em princípio, o surgimento dos mendigos advém de coisas simples, isto é, pessoas pobres que não têm como se alimentar, que pedem ajuda  ao amigo, a outro familiar, ou ao vizinho do lado!Poderemos afirmar que o problema da mendicidade resulta com a divisão da sociedade entre pobres e ricos, cujo aumento desse diferencial, os pobres vão à miséria e os ricos ficam cada vez mais ricos?Tudo isto foi a sociedade que criou, tal como a lei de causa e efeito existe?!    O mendigo tem uma vida complicada. Sai pela manhã, vai de casa em casa a pedir pão, roupa velha, comida, uns trocos, isto é, alguma moeda que vai servir para tomar um copo na primeira taberna da esquina e, de copo em copo, fica bêbado, aumentando ainda mais o estigma daqueles que detestam mendigos, com sofrimentos maiores para sua família que deseja sobreviver. Muitas e muitas vezes, o pedinte não chega a casa, ficando na sarjeta, bêbado pelas calçadas, cujos companheiros são os cachorros e seus colegas de infortúnio, como se observa nas ruas escuras e debaixo das pontes, que são os seus berços acolhedores de mais um dia de copos e de dores para seus filhos que vivem numa situação de total dependência. A família, desesperada, sujeita os filhos (geralmente numerosos) a trabalhos de baixa qualificação, porque não tiveram a oportunidade de conseguir um nível escolar suficiente para um bom emprego.Estes, cansados de ganhar pouco, trilham pelo mesmo caminho do pai, ou de um irmão que está no mesmo destino.  Se a humanidade não estiver atenta a estes sinais, os problemas sociais vão sempre estar presentes !      Normalmente atribui-se como uma das causas da mendicidade a relação existente entre a cidade e o campo, dado que o homem do campo, ao ver-se sem recursos financeiros, vai em busca de conseguir algum sustento para a sua vida, isto é, um trabalho na cidade, para poder educar os seus filhos, ter uma situação melhor e sair da pobreza que paira sobre as famílias que vivem abandonadas nas terras distantes, frias e pobres no interior de Portugal. O sentimentalismo é o ponto mais explorado por aqueles que tentam tirar proveito de alguma circunstância e nesta situação encontra-se o mendigo.Também nas questões do Amor e da Paixão há os mendigos, aqueles que nunca conseguiram dos outros entrar em suas moradas espirituais, nos seus sentimentos mais puros e profundos, que nunca conseguiram receber em troca do seu amor o amor do seu próx[...]



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2013-03-29T18:08:57.183-07:00

PAIXÃO                      É meu destinoAmar como a força do vento.É meu prazerAbraçar teu corpo, em chama.Sentir o perfume,Dos teus desejos carnais.É meu desejoBeber em teus lábios quentes,Teus beijos.É meu deverDeixar arder esta paixão.Na cama!No chão!Fátima Negrão, in “Pedaços”Edição de autor 2007[...]



PAIXÃO

2013-03-29T17:58:21.605-07:00




NATAL

2008-12-11T16:16:50.420-08:00

UM FELIZ NATAL...
(image) Para todos os meus amigos... os que estão perto e os que estão longe.
Para aqueles que vejo todos os dias e os que não vejo há anos...
Para aqueles que são felizes e, para os que sofrem... eu dedico este poema de Natal.

Natal,
Tempo de nascimento.
Hora do grito de amor e sofrimento!
Natal,
das velas nas janelas!
Natal,
das prendas nos sapatos!
Natal,
das mesas fartas, das bocas gulosas!
Natal.
Para ti, sem velas, sem prendas, sem mesas, sem árvores!
Natal.
Para ti, apenas o nascimento.
Hora do grito de amor e sofrimento!



CONVITE

2008-12-11T16:16:50.974-08:00

(image) (clica na imagem)

(image)
A todos os meus amigos e, para todos aqueles que gostam de poesia, porque não dar um passeio pela bonita cidade de Águeda, almoçar por lá e, ir assistir ao lançamento do meu livro "Pedaços"?
Aproveita para passares um dia diferente!
Fico à vossa espera no próximo dia 17 de Novembro, às 15H, no Parque da Alta Vila.
Apareçam! Até lá!



Quentes e Molhados

2008-12-11T16:16:51.216-08:00

(image)

O mar refresca a paixão dos corpos nus em comunhão.



Uma Imagem, mil sensações

2008-12-11T16:16:51.773-08:00

(image)
Que sentimentos/sensações desperta em cada um de nós esta imagem ? Solidão... Paz... Beleza...



Estamos no Outono

2008-12-11T16:16:52.029-08:00

Hoje, ao cair da tarde reparei em ti. Estavas diferente.Teus braços mais leves, mas pendentes.
O teu verde da esperança, tinha agora a côr do fogo que aquece minhas noites.
Que mudança!
Estamos no Outono.

(image)



Num pizzicato dedilhar

2008-12-11T16:16:52.189-08:00

(image)

TOCA MEU CORPO


Teus dedos percorrem meu corpo,
Num pizzicato dedilhar.
O som que vai transpirando,
É a música do prazer,
Em nossos corpos a tocar.

FÁ(z) de MI(m) tua musa,
Teu SOL.

Toca sem DÓ!

Toca em MI(m),
Bem LÁ no fundo,
Esta música sem RÉ(gra),
Sem tempo.
Em SI maior.
Toca meu corpo.
Teu órgão musical.





Caminhando...há 80 anos !

2008-12-11T16:16:52.889-08:00

(image)

(image) Devagar,
Bem devagar,
Vou caminhando
Sem saber
Se te vou encontrar.

O caminho é longo.
Não sei se vou chegar.
Se terei forças
Para te alcançar.

E, enquanto caminho
Pisando este chão.
Eu tenho a certeza:
Vou na tua direcção!

Vou caminhando,
Sempre... sem parar.
Sem olhar para o fim,
A fim de te alcançar.

Devagar,
Bem devagar
Vou chegando.
Vou bebendo,
Saciando,
Esta minha sede
De amor.



Bolinhas de Sabão

2008-12-11T16:16:54.136-08:00

(image)
Bolinhas de sabão,
Vão pelo ar subindo...
Estes, meus sobrinhos são
Digam lá se não são lindos?
O Rafael, é como mel... sai à tia!
A Sarita, é a mais catita... sai à tia!
O Thierry, hum... hum ... ... sai à tia!
A Catherine, é a uma bomba... uma brasa ...sai à tia!



"PEDAÇOS", livro de poesia de Fátima Negrão e ilustração de Sãojosé

2008-12-11T16:16:54.313-08:00

(image)



"PEDAÇOS", foi o título escolhido para o meu 1º livro de poesia, porque ele reflecte página a página, pedaços da minha vida.

Foi com pinceladas de Amor e Arte que a Sãojosé ilustrou alguns poemas, numa simbiose perfeita entre a escrita e o desenho.

É um livro de sentimentos e dos sentidos!

É esta fome de Amor,... é a música do Prazer, ...é o perfume dos Desejos,... é o calor dos Corpos, ...é esta sede de Vida!

Este livro é para ti também!




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2007-10-19T15:37:10.245-07:00




Pássaro Errante

2008-12-11T16:16:54.977-08:00

(image) Pássaro errante
Voando, sem rumo
Rasgando o espaço
Furando o mundo.


Pássaro cantante
Piando sem dó
Percorrendo o espaço
Viajando só.


Pássaro amante
Gostando sem eco
Beijando o espaço
Evitando o beco


Pássaro pensante
Tentando sem fim
Preencher um espaço
Bem dentro de mim.



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2007-09-22T05:24:17.709-07:00




Poema "PEDAÇOS"

2007-09-22T04:44:29.452-07:00

Pedaço de mim,
É amargura sentida.
É chão de capim.
É um sem fim de solidão.
O outro pedaço,
É ternura vivida.
É loucura.
É paixão desmedida.

Pedaço de mim,
É ilusão pura
Do meu ser
No teu leito,
Meu cansaço.
O outro pedaço,
É o calor intenso
Do amor em delírio.
É a paixão dos corpos,
Em combustão.

Pedaço de mim,
É choro.
É pranto.
O outro pedaço,
É o que faço,
Com beleza.
Meu canto!



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2008-12-11T16:16:55.139-08:00

(image)

Pássaro Errante pretende ser um espaço de partilha de ideias, sentimentos, cultura e entertenimento.

(Agosto 2007)

Texto: Fátima Negrão