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[REMATE CRUZADO]



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Updated: 2017-07-29T10:34:06.203+01:00

 



Jonathan REIS (PSV Eindhoven, Hol)

2010-11-06T19:22:37.005+00:00

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O PSV será, talvez, a melhor porta de entrada na Europa para os jovens talentos brasileiros. À semelhança do que aconteceu com Romário, Vampeta, Ronaldo, Gomes ou Alex, está na forja novo “produto” canarinho made in Eindhoven.
Jonathan Reis, avançado de 21 anos, apareceu para o futebol no Atlético Mineiro, com apenas 16 anos, mas o talento do jovem ponta-de-lança começou a pedir voos mais altos. Em 2007, com 18 anos, vê aparecer-lhe a grande oportunidade e decide mudar-se para a Holanda, em busca do sonho europeu.
Desde então, a carreira de Jonathan Reis sofreu avanços e recuos, tendo recentemente regressado a Eindhoven, depois de ter enfrentado problemas com drogas e álcool que lhe valeram, no início do ano, a dispensa do clube holandês.
No entanto, as dificuldades parecem tê-lo despertado para uma nova vida e o talento finalmente explodiu.
Esta época já leva 7 golos em 5 jogos, na Liga Holandesa, formando com Ola Toivonen e Jermaine Lens um tridente que tem mantido o PSV nos lugares cimeiros da classificação.
Avançado que se movimenta muito bem na área, rápido a reagir, com facilidade de remate, possui o instinto e a inteligência que sobressai nos grandes avançados. Apenas precisa de ganhar maior agressividade, pois quando o conseguir, tem tudo para dar o salto para uma grande equipa europeia.
Será desta que se afirma em definitivo no PSV?

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A METAMORFOSE DE HULK

2010-10-28T00:20:30.051+01:00

(image) A mesma potência, a mesma rapidez, a mesma explosão...mas com uma diferente leitura do jogo e de movimentos. É o factor Hulk a decidir jogos em Portugal e na Europa.
Muitas vezes criticado - e bem! - pelo excesso de individualismo que colocava no jogo, nem sempre benéfico para a equipa, Hulk parece ter encontrado uma nova vida.
O treinador mudou, mas o sistema de jogo é o mesmo (4-3-3) e a posição que o nº12 portista ocupa no terreno é idêntica à que ocupava na temporada transacta, embora os movimentos dos companheiros sejam diferentes. O que esteve, então, na génese da significativa evolução do jogador que antes decidia jogos a favor e contra a sua equipa?
Com 13 golos em 13 jogos oficiais, melhor marcador da Liga portuguesa (oito golos em outros tantos jogos), o brasileiro está finalmente a colocar todo o seu potencial ao serviço do colectivo, emergindo como a principal figura de um FC Porto invencível neste início de época.
Hulk mantém o mesmo arsenal de fintas, remates, mas finalmente interiorizou a fórmula para o sucesso individual e colectivo: tornar-se um dos onze, em vez de um entre onze. Com esta modificação de comportamento passou a comunicar de outra forma com o jogo.
À imagem do que sucedia na temporada passada com Di María no Benfica, Hulk está a desequilibrar por completo o campeonato português e aos poucos está a tornar-se num jogador mais completo. É a prova de que só o talento não chega, se a cabeça não acompanhar o crescimento técnico.



COMO JOGA | BORUSSIA DORTMUND (Ale)

2010-10-17T17:30:22.352+01:00

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O arranque na Bundesliga deste ano, começa a deixar os adeptos do Dortmund esperançados em novos feitos, depois do calvário de resultados nos últimos anos. O primeiro lugar foi conquistado neste fim-de-semana.
No banco está Jurgen Klopp, ex-jogador do Mainz, onde começou a carreira de treinador e onde permaneceu durante sete anos, antes de em 2008 aceitar mudar-se para a formação do Vale do Ruhr.
(image) Sempre a viver o jogo de forma vibrante, como se ainda andasse dentro de campo, transformou o Borussia Dortmund numa das equipas mais agradáveis da Bundesliga.
Com um futebol atractivo, assente em passes curtos e triangulações, o 4-2-3-1 da formação "amarela" revela bons princípios de jogo, com pressão média/baixa ao portador da bola, surgindo normalmente mais dois jogadores por perto, a fecharem possíveis linhas de passe.
Na defesa, Owomoyela e Schmelzer dão profundidade nas laterais, enquanto Hummels forma com Subotic - ágil no corte e com grande sentido de posicionamento - uma dupla que impõe respeito.
Mas é no meio-campo que está a grande virtude desta equipa, onde Bender garante equilíbrio e o baixinho Nuri Sahin pega no jogo mais atrás, juntando-se ao japonês Kagawa na segunda linha de meio-campo e alterando a estrutura de 2x1 para 1x2.
Nas alas, surgem Blaszczykowski, mais vertical, e Grosskreutz, que parte da esquerda para o centro, no apoio a Lucas Barrios, um ponta-de-lança com grande noção de espaço, que desgasta os centrais adversários e chama a si as marcações, permitindo as rupturas das "serpentes" Sahin e Kagawa.
Futebol de primeira a marcar posição na Bundesliga 2010-2011.



Morten RASMUSSEN (Mainz, Ale)

2010-10-15T22:35:41.105+01:00

(image) Ponta-de-lança de uma das equipas-sensação da Europa neste início de época, Morten Rasmussen iniciou a carreira no Aarhus, em 2002, com 17 anos, mas foi no Brondby que começou a confirmar os dotes de goleador.
No início deste ano rumou à Escócia, para representar o Celtic, mas 10 jogos e 4 golos depois mudou-se para a Alemanha, encontrando no recém-promovido Mainz o "habitat" perfeito para explanar as suas características.
O início de época não poderia ser melhor, com dois golos nas duas primeiras jornadas da Bundesliga. Ainda assim, acabou por perder o lugar, perante a boa resposta de Adam Szalai e Sami Allagui, dupla atacante escolhida pelo técnico Thomas Tuchel.
Internacional dinamarquês, passou por todas as selecções jovens do país, mas apenas agora está a consolidar o seu lugar na principal equipa dinamarquesa.
Avançado que se movimenta bem na área, sabe antecipar o espaço onde a bola vai cair e executa rápido, sempre com muita objectividade, além de ser forte no jogo aéreo, raramente perdendo um duelo nas alturas.

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JEFFERSON (Estoril-Praia, Por)

2010-10-15T01:23:28.261+01:00

(image) Lateral esquerdo de grande propensão ofensiva, ao bom estilo dos laterais "canarinhos".
O canhoto Jefferson, de 22 anos, apareceu no São Caetano, em 2007, tendo passagens por Palmeiras e Grêmio Prudente, antes de se mudar, no início desta temporada, para a formação da Linha.
Chegou a Portugal com a missão de substituir o compatriota Ismaily, que rumou ao Olhanense, e fica a ideia de que o Estoril ganhou com a troca.
Aposta do técnico Vinicius Eutrópio para a ocupar o lado esquerdo da defesa estorilista, destaca-se pela capacidade técnica e enorme frescura física, subindo inúmeras vezes no terreno durante os 90 minutos, galgando metros com grande personalidade, como um autêntico "carrilero".
Dono de um pontapé fortíssimo, é um jogador muito rápido, fisicamente robusto, o que lhe permite saber jogar no choque com o adversário, tem bom controlo de bola em progressão e dá largura e profundidade ao jogo da equipa.
Ainda em fase de adaptação à realidade futebolística europeia, o lateral estorilista já dá mostras de estar a consolidar os processos defensivos, gerindo muito bem os "timings" de subida no terreno.
O novo "pé-canhão" da Amoreira começa a mostrar pormenores que o tornarão num alvo apetecível para as equipas do primeiro escalão durante a reabertura do mercado.

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O COELHO QUE GUIA A ÁGUIA

2010-10-13T14:04:09.333+01:00

(image) "Há dois jogadores que estão melhor em termos físicos do que o ano passado que são o Saviola e o Aimar. Se olharem para os jogos do Benfica, o último passe da maioria dos golos do Benfica são de quem? Hoje foi outra vez ele [Saviola]. Ele é um jogador determinante, marcando ou não marcando, está lá sempre para fazer o passe." - Jorge Jesus, após a vitória frente ao Sporting de Braga (1-0).
Javier Saviola será, seguramente, neste início de época, o jogador mais importante da equipa do Benfica, juntamente com Fábio Coentrão. Se o canhoto das Caxinas continua em alta rotação desde a época passada, sendo a principal força ofensiva dos "encarnados", o baixinho argentino está a mostrar-se decisivo no último passe.
Por onde passou, habituámo-nos a ver "El Conejo" como goleador (River Plate e Barcelona, em particular), mas esta época, perante as dificuldades iniciais da equipa, despontou como principal municiador do ataque, como farol ofensivo dos "encarnados".
Ao solitário golo apontado esta temporada, na derrota em Guimarães, responde com quatro assistências para golo, que o fazem emergir como "rei" dos passes decisivos nas primeiras 7 jornadas da Liga portuguesa.
Tal como no conto de Lewis Carroll, em que o coelho mostra a Alice o caminho para o País das Maravilhas, "El Conejo" Saviola tem guiado os campeões nacionais rumo ao golo.
Ora recuando no terreno, juntando-se a Aimar na segunda linha do meio-campo e transformando o 4-1-3-2 num 4-1-4-1, ora dando profundidade na ala direita, disfarçando os constantes movimentos interiores de Carlos Martins, o "coelho" argentino tem sido a bússola "encarnada" rumo à baliza adversária.



AMBIÇÃO BRACARENSE DESMORONOU XADREZ TÁCTICO

2010-10-04T18:43:29.228+01:00

Benfica 1-0 Sporting de Braga

O duelo em tons de vermelho deu a ideia de estar a ser jogado num tabuleiro de xadrez, em que os dois treinadores tentaram, numa fase inicial, antecipar a jogada do adversário, para depois irem reagindo ao desenrolar do acontecimentos.
Foi um jogo muito táctico aquele a que se assistiu no Estádio da Luz, entrando melhor o Sporting de Braga, apesar do maior domínio e caudal ofensivo do Benfica. E como é possível uma equipa estar a ser dominada, mas apresentar-se melhor que o oponente?(image)
Domingos Paciência começou por anular aquela que é a principal força atacante do Benfica neste início de época: Fábio Coentrão. O técnico bracarense colocou Leandro Salino sobre a direita, para tapar as investidas do lateral esquerdo benfiquista, e rodou Alan para o lado esquerdo do ataque, de forma a que este aproveitasse a menor velocidade de Maxi Pereira, em jogadas de contra-ataque.
Durante grande parte do primeiro tempo, o uruguaio Luis Aguiar foi outra das peças fundamentais no controlo da partida por parte dos bracarenses. Jogou numa posição mais central do ataque, não com a missão de ser ponta-de-lança, mas sim para dificultar a primeira fase de construção do Benfica, colocando-se entre os centrais e Javi Garcia.
Com as laterais tapadas e com a zona central pressionada, o Benfica tinha dificuldades em iniciar a transição ofensiva, ainda para mais quando nem Gaitán, nem Carlos Martins davam largura ao jogo benfiquista. De resto, seriam Gaitán e Aimar a serem obrigados a baixar no campo, para receber a primeira bola dos centrais, saindo depois em posse, perante a falta de soluções nas laterais.
Desta forma, o Sporting de Braga controlou o jogo sem bola, dando a iniciativa ao adversário, que dominava completamente a posse, mas apenas criava oportunidades em jogadas individuais.
No entanto, quando Domingos tentou dar maior projecção ofensiva à sua equipa, com a entrada de Paulo César para o lugar de Hugo Viana, acabou por destruir a estrutura do meio campo, obrigando Salino a aproximar-se mais da zona central, no apoio a Andrés Madrid.
E foi precisamente nessa fase que Fábio Coentrão aproveitou a liberdade concedida por Salino, que tinha caído sobre Aimar na zona central, combinou com Saviola e apareceu o golo de Carlos Martins.

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Dejan SKOLNIK (Nacional, Por)

2010-09-28T00:00:40.218+01:00

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Um talentoso esquerdino que o Nacional da Madeira foi descobrir na Eslovénia. Dejan Skolnik, filho de pais croatas, nasceu na antiga Jugoslávia, dois anos antes da divisão do território centro europeu, acabando por optar pela nacionalidade dos seus progenitores.
Internacional sub-21 pela Croácia, começou no NK Maribor, onde viria a dar nas vistas, depois de um interregno de três anos no Zeleznicar.
No início desta época, o Nacional da Madeira levou-o para a pérola do Atlântico, juntamente com o colega e amigo Rene Mihelic, e desde então tem sido uma das peças fundamentais e titular absoluto no esquema do técnico Predrag Jokanovic.
Dono de um belíssimo pé esquerdo, pode jogar colado à linha ou como interior. Rápido, tecnicista, combativo e com um jogo vertical, sabe resistir ao choque, apesar de ser franzino (1,73 m).
Um baixinho promissor, que está a confirmar as boas indicações deixadas na pré-época, sendo claramente um dos destaques deste início de temporada em Portugal.



Joan VERDÚ (Espanyol, Esp)

2010-09-26T00:49:15.705+01:00

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Criado na "cantera" do Barcelona, faz parte do vasto lote de médios criativos e com "pés de veludo" gerados pelo clube blaugrana, à semelhança de Xavi, Arteta, Cesc Fabregas ou Fran Mérida.
Apesar dos oito anos passados na formação dos catalães, e com poucas oportunidades na equipa principal, Joan Verdú acabou por abandonar Camp Nou em 2006, rumando ao Deportivo da Corunha.
Vivendo na sombra do genial Juan Carlos Valerón, viria a aproveitar os problemas físicos do companheiro de equipa para agarrar o lugar, tornando-se na peça cerebral do conjunto galego, onde permaneceu por três temporadas, antes de regressar, no início da época passada, à Catalunha, mas para representar o Espanyol.
Apesar de utilizar o número 11 nas costas, Verdú é o típico número 10, organizador, que controla e pauta os momentos de jogo da equipa. Dono de um excelente pé direito, entrega a bola no momento certo e executa quase sempre bem, além de aproveitar os espaços criados pelos avançados para aparecer na área a finalizar.
Um bom centrocampista, que exige um olhar mais atento quando se assiste a um jogo do Espanyol.

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Dimitri PAYET (Saint-Etiènne, Fra)

2010-09-26T00:49:15.706+01:00

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Mais uma pérola da escola francesa. Natural da Ilha de Reunião, Dimitri Payet deu os primeiros passos no futebol na sua terra natal, mas seria em França, para onde se mudou com apenas 12 anos, que viria a fazer a formação.
Após quatro anos nas camadas jovens do Le Havre, mudou-se para o Nantes, tendo se estreado na equipa principal com 18 anos, no decorrer a época 2005-2006.
Os ensinamentos adquiridos na excelente escola de formação do Nantes deram-lhe as bases para o nível que está a atingir no Saint-Etiènne, para onde se transferiu em 2007.
(image) O grande início de época que está a fazer nos "verts", sendo o melhor marcador da Liga Francesa, com seis golos em seis partidas, fazem realçar a qualidade deste valor emergente, que tem sido determinante para que o Saint-Etiènne ocupe a liderança da competição, juntamente com o Toulouse.
Tecnicamente forte, parte para cima dos adversários sem medo, executa rápido e bem em espaços curtos, conseguindo aliar grande qualidade de passe e remate à técnica no controlo da bola e em progressão.
Parte preferencialmente de uma das alas, normalmente a direita, para o centro, fugindo às marcações e surgindo na área para criar perigo.
Já é internacional sub-21, mas se mantiver a regularidade demonstrada nestas primeiras jornadas, pode, certamente, sonhar com a principal selecção gaulesa.

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SÓ UM RATO ATÓMICO PODE FURAR UMA ALCATEIA

2010-09-18T19:12:15.714+01:00

Tottenham 3-1 Wolverhampton

(image) Após o empate 2-2 na Alemanha, frente ao Werder Bremen, Harry Redknapp fez apenas duas alterações no "onze" titular. Com Lennon a iniciar o jogo no banco, foi notória a falta de intensidade e de profundidade no flanco direito.
O Tottenham entrou em campo no clássico 4-4-2, com Van der Vaart e Kaboul (central de origem) a ocuparem a ala direita, o que deixou a formação de Londres "coxa". (image) Perante um Wolves muito certinho e bem colocado no campo, cortando as linhas de passe aos jogadores londrinos, tornava-se evidente a dependência nas arrancadas de Bale no flanco contrário. Sem dinâmica ofensiva, era o galês quem levava a equipa para a frente.
Encostado à linha, Van der Vaart apenas ganhava preponderância quando fugia para o centro para rematar ou fazer passes de ruptura, o que acabou por afunilar o jogo do Tottenham.
Com a dupla Jenas/Huddlestone demasiado fatigada, com um Robbie Keane pouco móvel, que pudesse sair da área e permitir as entradas dos médios, e com Crouch mal servido (de que vale tê-lo numa equipa que não flanqueava jogo?), Harry Rednapp acabou por ler bem o que estava a acontecer e, em cima do intervalo, lançou o lateral direito Alan Hutton.
Sem os movimentos de ruptura dos dois médios centro, a chave da reviravolta esteve precisamente no lado direito, já com Lennon em campo, um autêntico "rato atómico", que serviu de abre-latas e desequilibrou por completo a defensiva adversária.



A ESTÉTICA QUE SEPARA A CRÍTICA DO ELOGIO

2010-09-15T02:52:32.054+01:00

Minuto 68 do Benfica-Hapoel Telavive: A bola, tantas vezes sua inimiga, aparece-lhe na frente, sem oposição. Golo! Óscar olha para as bancadas e leva o indicador à boca, exigindo silêncio aos (image) adeptos. Uns continuam a aplaudir, mas a maioria condena o gesto e assobia o jogador...que tinha acabado de fazer o segundo para os "encarnados".
Aqueles segundos pós-golo retratam na perfeição os três anos que Óscar Cardozo leva de "encarnado". Será, possivelmente, o jogador que mais divide os adeptos benfiquistas, e nem mesmo os 38 golos apontados na temporada passada parecem ter colocado um travão nas dúvidas que assolam a massa adepta.
Desde que chegou à Luz, em 2007-2008, "Tacuara" tem vivido numa espécie de turbilhão: dizem que falha demasiados golos, que é lento, que não tem agressividade para combater as defesas contrárias, que trabalha pouco no jogo. Esteticamente não é um "regalo para a vista", não destrói defesas em drible, mas está muito longe de ser o "tosco" que muitos apregoam.
O seu raio de acção pode ser reduzido, mas em espaços curtos decide rápido e coloca a bola onde quer. A chegada de Saviola deu-lhe outra projecção, ajudou-o a aproveitar esses espaços.
Jorge Jesus veio dizer que Cardozo não está bem fisicamente, que quer, mas ainda não consegue, pois iniciou mais tarde a pré-época.
Os passes não saem, o instinto não aparece e os adeptos desesperam, assobiam o jogador...que tinha acabado de fazer o segundo para os "encarnados".



VELHOS HÁBITOS DA NOVA "SENHORA"

2010-09-16T00:34:19.460+01:00

(image) Depois de uma das piores épocas da sua história, com um surpreendente (será?) sétimo lugar, a Juventus entrou na nova temporada com aspirações renovadas e muitas alterações no seu plantel. No entanto, o arranque em falso (derrota com o Bari, na primeira jornada) começou, desde logo, a colocar questões sobre valor da "Vecchia Signora" versão 2010-2011.
Interrogo-me se seria apenas o resultado da remodelação levada a cabo pelos dirigentes "bianconeri", mas a recepção à Sampdória (3-3) desacreditou a minha ideia.
O encontro com a formação de Génova trouxe à luz as mesmas dificuldades da temporada passada, com a atenuante de a Juve ter agora maior profundidade pelas alas, com Pepe e Krasic (o grande desequilibrador), no 4-4-2 elaborado por "Gigi" Del Neri.(image)
No entanto, o meio-campo, com o duplo-pivot Felipe Melo/Marchisio a não chegar para as encomendas na hora de pressionar e soltar a bola, continua a exigir a presença de um pensador de jogo. Talvez Aquilani, que entrou na segunda parte, pudesse dar essa maior objectividade, embora não seja o verdadeiro "trequartista".
Felipe Melo é o mesmo jogador forte na marcação, mas instável durante os 90 minutos, alternando boas recuperações com passes totalmente descabidos, enquanto Marchisio é mais um médio de rupturas, como foi possível ver no segundo golo da Juventus.
Frente à Sampdória, foi o avançado Quagliarella a baixar muitas vezes no terreno para receber a bola, levá-la para a frente e entregá-la a Del Piero, cada vez mais um "pivot" ofensivo, que procura tabelas à entrada da área.
Apesar da inegável qualidade técnica do número 10 "bianconeri", os 35 anos começam a pesar e a pouca intensidade que coloca no jogo deixa dúvidas quanto à sua titularidade. Sem Amauri, lesionado, talvez uma dupla Quagliarella/Iaquinta desse maiores garantias, permitindo ao ex-Nápoles a tal liberdade de movimentos, complementada pelas rupturas de Marchisio e Krasic.



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2010-09-26T00:49:15.707+01:00

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Pode estar na forja o melhor guarda-redes da Europa nos próximos anos. Igor Akinfeev, 23 anos, guardião do CSKA de Moscovo, onde já ostenta a braçadeira de "capitão", tem vindo a mostrar enorme valor ao longo dos anos, sendo um claro exemplo de evolução qualitativa.
Proveniente da formação do CSKA, apareceu na primeira equipa com apenas 17 anos e, desde então, nunca mais abandonou a baliza dos moscovitas, somando títulos nacionais e internacionais (Taça UEFA, em 2004/2005).
Os bons desempenhos ao serviço do CSKA levaram-no à selecção russa, treinada pelo holandês Guus Hiddink, que lhe entregou a titularidade sem "pestanejar".
Sem impressionar em termos físicos (1,85m e 78 kg), Igor Akinfeev destaca-se pela frieza entre os postes (ou não fosse ele de Leste), enorme concentração durante os 90 minutos e pelos apurados reflexos, qualidades que lhe garantem uma impressionante "performance" em todas as fases do jogo.
A exibição em Old Trafford, frente ao Manchester United, na passada terça-feira, voltou a prender os olhares dos grandes clubes europeus e já se fala, precisamente, de um forte interesse dos "red devils".
Lev Yashin deve estar feliz com aquilo que viu no "Teatro dos Sonhos":

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2010-09-26T00:49:15.708+01:00

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Com apenas 23 anos, Aleksandar Kolarov, jogador dos italianos da Lazio, é um dos laterais-esquerdos mais promissores da actualidade.
Iniciou a carreira em 2004 no conjunto sérvio do FK Čukarički, estreando-se com 17 anos na primeira equipa. Um ano depois, a meio da temporada 2005/2006, mudou-se para o OFK Belgrado, onde permaneceu durante um ano e meio, numa transferência que gerou enorme polémica na Sérvia.
Deu nas vistas no Campeonato da Europa de Sub-21, em 2007, sendo nomeado para o "onze" ideal da prova, e acabou por chamar a atenção da Lazio, que o resgatou para as suas fileiras.
Em 44 jogos pela equipa "laziale" na Serie A, contabiliza três golos e está a fazer uma excelente segunda metade de temporada na competição deste ano.
Forte fisicamente (1,87m e 83 Kg) e com boa técnica individual, é um lateral ofensivo, que dá profundidade ao jogo da equipa e sabe fechar ao centro, no apoio ao centrais. Dono de um pontapé fortíssimo, é exímio na marcação de livres, sendo já comparado ao compatriota e ex-internacional Sinisa Mihajlovic, antigo jogador de Sampdoria, Lazio e Inter.
É, sem dúvida, um dos melhores canhotos a actuar na Europa e certamente que iremos vê-lo, muito em breve, a actuar numa equipa com objectivos mais ambiciosos, porque o seu enorme potencial assim o exige.

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2010-09-26T00:49:29.333+01:00

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Mais um excelente valor proveniente da "escola" de defesas-centrais do FC Porto. Aos nomes de Fernando Couto, Jorge Costa, Bruno Alves ou Ricardo Carvalho, junta-se agora o de Nuno André Coelho, jogador emprestado pelos portistas ao Estrela da Amadora, onde faz dupla no centro da defesa com Tengarrinha, outro jovem emprestado pelos campeões nacionais.
Após uma época de empréstimo ao Portimonense, onde deu excelentes indicações do seu valor, Nuno André Coelho mudou-se para a Reboleira, de forma a evoluir na principal divisão do futebol português, e consolidou o seu espaço no "onze" titular do Estrela da Amadora.
Quando se olha para Nuno André Coelho, saltam à vista as semelhanças com Ricardo Carvalho, central do Chelsea. É quase uma cópia.
Além da fisionomia, é rápido no ataque à bola, forte no jogo aéreo, possui excelente sentido posicional, poder de antecipação e elegância no desarme e na forma como trata e entrega a bola.
Com 25 jogos realizados na Liga Sagres, pode ter sido esta a época de afirmação deste valor emergente do futebol português, que também começa a revelar dotes na marcação de livres directos, como prova o golo marcado ao Leixões, na 27ª jornada.
Aos 23 anos, e tendo em conta que se fala numa possível saída de Bruno Alves no final da temporada, o FC Porto pode ter neste jovem central o futuro patrão da sua defesa.

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2010-09-26T00:49:15.709+01:00

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Este médio todo-o-terreno estreou-se com apenas 17 anos na primeira equipa do Cerro Porteño, clube emblemático do Paraguai, onde jogou durante dois anos.
Depois de uma excelente segunda época ao serviço da equipa de Assunção, o NEC Nijmegen, da primeira divisão holandesa, contratou-o. Apesar de não ter tido um ano de estreia muito feliz, contabilizando apenas nove presenças pela equipa holandesa, Edgar Barreto arrancou para uma segunda época de bom nível, marcando cinco golos em 25 partidas.
Após quatro anos de adaptação e aprendizagem na Holanda, foi resgatado pelos italianos da Reggina, em 2007, e, desde então, tornou-se num dos melhores valores da Serie A.
Internacional pela selecção do seu país (34 jogos/2 golos), Edgar Barreto destaca-se pela qualidade de passe e simplicidade de processos. Dono de um fortíssimo pontapé, que lhe vale golos de belo efeito, e com grande capacidade física (1,82m e 77 kg), Barreto é um autêntico todo-o-terreno, ao bom estilo sul-americano, no meio-campo da Reggina, último classificado da Serie A.
No final da temporada, será muito difícil conseguir segurá-lo, pois o seu futebol vertical merece outros palcos.

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Marek Hamšík (Napoli - ITA)

2010-09-26T00:49:15.710+01:00

(image) A grande figura do actual futebol eslovaco. Marek Hamsik, 21 anos, era um jovem desconhecido (17 anos) quando saiu do Slovan Bratislava rumo ao Brescia, de Itália.
A primeira temporada no clube da Lombardia não foi a mais esperada: o Brescia desceu de divisão. Mas nas duas temporadas seguintes, jogando na Serie B, Hamsik desenvolveu o seu jogo e começou a dar nas vistas. Em 2006-2007, foi figura da equipa, apontando dez golos em 40 jogos. Um registo notável para um médio de apenas 19 anos.
No final da temporada, o Nápoles, que regressava à Serie A, resgatou-o para as suas fileiras. No clube napolitano, Hamsik «explodiu» e continuou a mostrar a sua aptidão como médio goleador, terminando a temporada 2007-2008 como melhor marcador da equipa.
Sem ser um monstro em termos físicos (1,83m e 73 kg.), o médio eslovaco é o chamado médio área-a-área (box-to-box), agressivo com e sem bola.
Jogando num sistema 3x5x2, Edoardo Reja, treinador do Nápoles, coloca Hamsik no trio do meio-campo, aproveitando a sua excelente cultura táctica, adquirida no exigente «calcio, e capacidade para desequilibrar. A noção de espaço do médio permite que apareça muitas vezes na área a finalizar. Esta época já leva sete golos na Serie A e é um dos destaques no surpreendente Nápoles.
Um grande médio para a próxima década.




Mesut Özil (Werder Bremen - ALE)

2010-09-26T00:49:15.711+01:00

(image) Nascido na Alemanha mas com raízes turcas, Mesut Özil, 20 anos, é um dos grandes talentos fabricados pelo frio futebol alemão.
Desde muito cedo começou a jogar em clubes de divisões inferiores de Gelsenkirchen, cidade-natal, mas foi no mais popular e emblemático clube da cidade, o Schalke 04, que a sua qualidade sobressaiu, embora tenha sido pouco aproveitado no clube dos «mineiros».
Em Janeiro de 2008, o Werder Bremen apercebeu-se que havia muito talento naquele franzino jogador (1,82m e 73kg) e contratou-o. Desde então, o canhoto Özil tem sido uma das primeiras opções para o técnico Thomas Schäff, acrescentando velocidade, habilidade e capacidade de remate ao jogo da equipa.
Internacional sub-21 alemão, na equipa de Bremen é utilizado no lado esquerdo do meio-campo. Mas na ausência do craque brasileiro Diego, Schäff, aproveitando as suas características, coloca-o numa posição mais central, jogando entre linhas, atrás da dupla de avançados, com liberdade para cair nos flancos.
Foi o que aconteceu no último jogo da fase de grupos da Liga dos Campeões, frente ao Inter de Milão, sendo considerado o melhor em campo, depois de ter colocado a cabeça em água aos defesas da equipa italiana.
Vale a pena assistir aos jogos do Werder Bremen para observar este talento alemão com sangue turco.




Juan Mata (Valencia - ESP)

2010-09-26T00:49:15.712+01:00

(image) Mais um valor emergente do sedutor futebol espanhol. Depois de Vicente e David Silva, Juan Mata é outra pérola canhota descoberta pelo Valência.
Juan Manuel Mata, 20 anos, extremo-esquerdo, fez a formação no Oviedo, de onde se transferiu, mais tarde, para a «cantera» do poderoso Real Madrid. Tinha apenas 16 anos. Durante os três anos que passou em Madrid não fez qualquer jogo oficial pela equipa principal dos «merengues» e em 2007 o Valência resgatou esta jovem promessa para o seu plantel.
Embora a época de estreia tenha sido desastrosa para a equipa do Valência - terminou o Campeonato Espanhol em 10º lugar - Juan Mata foi uma das agradáveis surpresas da equipa «che». Beneficiando das constantes lesões de Vicente, uma das estrelas da equipa, e da dispensa de Angulo, Mata foi lançado por Ronald Koeman e não desiludiu. Ajudou o Valência a vencer a Copa do Rei (Taça de Espanha), contribuindo com um golo na final frente ao Getafe (3-1), e terminou a época de estreia como um dos jogadores preferidos da «afición» do Valência, recebendo o prémio de Melhor Jovem Jogador do clube.
Os indícios de que estaríamos na presença de um jogador com um largo futuro pela frente concretizaram-se no início da actual temporada: Juan Mata é titularíssimo na equipa dirigida por Unai Emery.
Jogador canhoto, com grande velocidade e rapidez de execução, vê o seu futebol fluir quando é encostado ao lado esquerdo do meio-campo, acelerando jogo desde trás. Mas a veia goleadora deste jovem espanhol permite que seja igualmente uma opção (muito) válida para jogar atrás do ponta-de-lança, deambulando pela frente de ataque. Forma com David Villa uma dupla de sucesso que tem ajudado a manter o Valência no topo da tabela classificativa.
Aos 20 anos, pode estar a caminho de somar a primeira internacionalização pela selecção espanhola, depois de Vicente del Bosque o ter convocado para o amigável frente ao Chile.




Álvaro Negredo (Almería - ESP)

2010-09-26T00:49:15.713+01:00

(image) Uma das revelações do campeonato espanhol neste início de época.
Álvaro Negredo, 23 anos, ponta-de-lança do Almería, fez a formação no Rayo Vallecano, de onde se transferiu, mais tarde, para o Real Madrid Castilla, equipa reserva do Real Madrid, e aí permaneceu durante dois anos.
No início da temporada 2007-2008, o Almería, que tinha conseguido a subida à Primeira Divisão de Espanha, foi buscá-lo. Nessa época, o ponta-de-lança espanhol participou em 37 jogos e marcou 13 golos, marca de respeito para um jovem jogador que se estreava na principal divisão espanhola ao serviço de uma equipa recém-promovida.
Nomes como Villa, Eto'o, Messi ou Raúl, temidos e conhecidos em todo o Mundo, vêem agora a "intromissão", na tabela de melhores marcadores, deste talentoso avançado espanhol, que já marcou, neste início de época, cinco golos - mais de metade do total de golos da sua equipa - em seis jogos. Golos que ajudam a colocar o Almería no sexto lugar da classificação.
Jogador canhoto, é um ponta-de-lança típico, rápido a executar, com bom jogo de cabeça e noção perfeita de como se deve movimentar na área, procurando os espaços para depois finalizar.
É um avançado para vôos mais altos e com a selecção espanhola à espreita.




Zenit (RUS)

2010-09-14T02:46:46.283+01:00

(image) Deixaram a Europa do futebol de boca aberta ao vencerem a Taça UEFA, na época passada, e já no início da actual temporada voltaram a surpreender tudo e todos quando venceram o todo-poderoso Manchester United na Supertaça Europeia.
O bom futebol demonstrado possibilitou que muitos dos seus jogadores fossem convocados para representar a selecção russa no Euro-2008, contribuindo para a excelente campanha na competição.
No banco está o holandês Dick Advocaat, treinador com muitos anos de experiência - liderou, entre outros, a selecção do seu país - e que implementou princípios de jogo de acordo com a escola holandesa: passe curto em progressão, posse de bola, jogo pelas alas e mobilidade na frente de ataque.
Na baliza, Malafeev, 29 anos, produto das escolas de formação do Zenit e um dos melhores guarda-redes russos da actualidade. À sua frente, um quarteto defensivo composto por Anyukov, Puygrenier (ex-Nancy), Križanac e o internacional checo Radek Šírl. Este é, talvez, o sector mais débil da equipa russa. No entanto, Anyukov é o principal nome desta defesa. Internacional russo, extremamente forte no desarme e no posicionamento, sabe dar profundidade ao flanco.(image)
Mas é do meio-campo para a frente que a qualidade aumenta. À frente do «4» defensivo está o capitão de equipa Tymoshchuk, internacional pela Ucrânia, jogador com impecável sentido posicional, que pressiona sem bola e gere os tempos de saída para o ataque. É ele a grande referência da equipa.
Mais à frente, Zyryanov, complemento ideal de Tymoshchuk, é jogador de área-a-área, ataca e defende bem, e, normalmente, a segunda bola, na fase ofensiva, passa por ele. Igor Denisov completa o trio de meio-campo, embora mais encostado ao flanco direito, dando largura ao jogo da equipa e possibilitando as diagonais dos dois criativos da equipa, Danny e Arshavin, que, encostados à linha, fogem das marcações para depois aparecerem a finalizar na área.
Como referência de área, em cunha entre os centrais adversários, Pogrebnyak, melhor marcador da Taça UEFA na temporada anterior, excelente finalizador, com bom jogo de cabeça e grande poderio físico (1,88 m e 91 kg).
No banco, jogadores como Domínguez, que perdeu a titularidade com a chegada de Danny, o jovem Fayzulin, promessa do futebol russo, e o internacional turco Fatih Tekke são alternativas de qualidade.




Danijel Pranjić (Heerenveen - HOL)

2010-09-26T00:49:15.714+01:00

(image) Há quem diga que os jogadores canhotos não sabem jogar mal, que têm um toque de bola mais refinado que os destros, que são jogadores predestinados a brilhar.
É o caso de Danijel Pranjić, 26 anos, internacional croata e com enorme preponderância (quatro golos) neste bom arranque de temporada por parte do Heerenveen, que divide com o Groningen a liderança da Eredivisie (Campeonato Holandês).
Este lateral/médio esquerdo começou a dar nas vistas no NK Osijek, da Croácia. Em 2004, o Dínamo Zagreb rendeu-se às suas qualidades e contratou-o mas, logo na temporada seguinte, rumou ao Heerenveen.
Desde 2005 no clube holandês, Pranjić assumiu-se, desde logo, como titular indiscutível da equipa.
Dono de um excelente pé esquerdo, é rápido com bola e agressivo no remate.
Participou no Euro-2008, onde foi titular em todos os jogos da selecção croata (grande exibição frente à Alemanha!), jogando como lateral-esquerdo, emergindo como uma das boas surpresas da competição.
Curiosamente, no seu clube não joga como lateral. É no meio-campo que Trond Sollied, técnico do Heerenveen, o tem colocado, aproveitando a sua qualidade de passe para manobrar as acções ofensivas da equipa.
Poderão vê-lo frente ao Vitória de Setúbal na 2ª mão da 1ª Eliminatória da Taça UEFA. Tem o número dez na camisola.




Yuri Zhirkov (CSKA Moscovo - RUS)

2010-09-26T00:49:15.715+01:00

(image) Uma confirmação do futebol russo!
Yuri Zhirkov, desde 2004 no CSKA Moscovo, apareceu em grande no último Campeonato da Europa, onde foi titular indiscutível da selecção russa.
No seu clube, este lateral/médio joga no lado esquerdo do meio-campo num sistema de três defesas. Apesar de ter apenas 25 anos, já está habituado às grandes competições europeias de clubes. Em 2005, marcou um dos golos com que o CSKA derrotou o Sporting na final da Taça UEFA.
Na selecção russa, o seleccionador Guus Hiddink prefere utilizar um sistema com quatro defesas e Zhirkov aparece como lateral esquerdo, tendo liberdade para subir no terreno, beneficiando do posicionamento mais estático do lateral-direito, Anyukov. Durante o Euro-2008, Zhirkov soltou-se muitas vezes no apoio ao ataque como um autêntico extremo-esquerdo, em combinações com Saenko e Arshavin, que também caíam muitas vezes naquela zona, confundindo as marcações adversárias.
Rápido, excelente nos cruzamentos, com grande controlo de bola e excelente sentido posicional, travou enorme duelo com Sergio Ramos durante a meia-final do Euro-2008, frente à Espanha.
Em Julho, Roman Abramovich, dono do Chelsea, quis levá-lo para Londres. Acabou por ficar na Rússia mas, acredita-se, será por pouco tempo. Os «tubarões» europeus estão atentos a esta pérola do Cáucaso.




Gabriel (Fluminense - BRA)

2010-09-26T00:49:15.716+01:00

(image) Joga no Fluminense um dos melhores laterais-direitos brasileiros do momento. Gabriel despontou nas escolas do São Paulo, na mesma altura de Kaká. Tinha 18 anos quando se estreou como titular pela equipa paulista e, a partir daí, passou a ser opção credível para o lado direito da defesa, embora nem sempre como titular. Em 2005, depois de uma passagem pelo Fluminense, onde foi considerado o melhor lateral-direito do Campeonato Brasileiro, o Málaga de Espanha foi buscá-lo ao Brasil. Mas a carreira na equipa espanhola não foi a esperada. Foram poucos os jogos em que jogou e, quando o fazia, era chamado para o lado direito do meio-campo. Nesse ano, o clube espanhol não conseguiu evitar a descida de divisão e Gabriel, depois da experiência frustrada, voltou ao Brasil para jogar no Cruzeiro. Mas foi novamente no Fluminense que começou a demonstrar o valor evidenciado aos 18 anos no São Paulo.
Actualmente, com 27 anos, é titularíssimo na equipa de Renato Gaúcho. Lateral ofensivo, destro, de baixa estatura mas forte fisicamente(1,70m e 70kg), é rápido, possui excelente técnica individual e é uma das figuras do finalista da Copa Libertadores da América. Além dos atributos individuais, Gabriel mostra ter também uma excelente relação com o golo, nomeadamente na marcação de livres directos. No Fluminense, contabiliza 28 golos em 107 jogos. Marca notável para um lateral. É, até hoje, o lateral com mais golos marcados (16) numa só edição do Campeonato Brasileiro, em 2005.