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Observatório de Aves





Updated: 2017-09-15T12:19:39.298+02:00

 



Garça-boieira (Bubulcus ibis)

2009-05-28T22:52:29.671+02:00



Identificação: A garça-boieira faz parte da fauna de todos os continentes, com a excepção dos círculos polares. É menos esguia e de bico mais curto que qualquer uma das outras graças. Corpo compacto, de plumagem branca. Bico e pernas amarelo acinzentadas, tornando-se laranja rosado na época de reprodução. Neste período, a coroa, o peito e o manto adquirem um tom alaranjado.
Voz: Coaxos suaves e monossilábicos.

Habitat: Procura alimento, de um modo geral, em espaços secos, campos de cultivo, podendo, no entanto, ser encontrada nas margens de lagos e pântanos. É capaz de subsistir em zonas secas, sem nenhuma água, durante um espaço de tempo relativamente longo.



Comportamentos: Frequentemente avistada entre o gado que pasta ou atrás das máquinas agrícolas que lavram a terra.



Voo: Batimento lento, poderoso e regular das asas, com o pescoço retraído e as patas projectadas. Activa e de grande mobilidade. Voa em bandos pouco ordenados.



Nidificação: Nidifica em colónias mais ou menos numerosas (de dezenas a milhares de indivíduos), em árvores ou arbustos, próximo de lagos e rios. A construção do ninho é feita por ambos os progenitores, embora com tarefas distintas. A fêmea encarrega-se da construção propriamente dita, enquanto o macho recolhe o material para a construção. A fêmea deposita 4 a 5 ovos, que são alternadamente incubados por ambos, num período de 22 a 26 dias. As crias abandonam o ninho ao fim de 30 dias.



Dieta: A sua dieta é essencialmente composta de insectos e pequenos vertebrados.



Esras fotos foram efectuadas em Lanzarote - Canárias no dia 30 de Abril de 2009



Perna-vermelha-comum

2009-04-16T21:48:26.432+02:00

O Perna-vermelha-comum é uma ave invernante comum nos estuários e salinas do nosso País, onde procura alimento e refúgio. Porém, só uma política adequada do uso da terra poderá travar o actual declínio das suas populações. Inês Catry IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS O Perna-vermelha-comum (Tringa totanus) é uma limícola de tamanho médio, com patas muito conspícuas, compridas e de cor vermelha vivo, ligeiramente mais pequeno e mais compacto que o Perna-vermelha-escuro (Tringa erythropus) e com patas e o bico mais curtos. Os adultos em plumagem nupcial possuem as regiões superiores do corpo de tom cinzento-acastanhado e as zonas inferiores brancas, muito manchadas por estrias castanho-escuras no peito. A plumagem de Inverno é mais clara, as partes superiores são de tom cinzento claro e nas partes inferiores as estrias tornam-se menos visíveis. Os juvenis têm uma plumagem mais escura, com as penas das partes superiores castanho-escuras orladas a claro e as partes inferiores muito manchadas de escuro. O bico é direito, vermelho na base e escuro na extremidade. Em voo realçam-se as zonas do uropígio e cauda, de cor branca com estrias escuras, que se prolongam em forma de losango até ao dorso. Nas asas apresenta uma barra branca ao longo das secundárias. DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA Apesar da sua área de distribuição englobar todo o Paleárctico, mais de metade da área de reprodução situa-se na Europa. Na Europa Ocidental (à excepção das Ilhas Britânicas e Países Baixos), esta espécie tem uma distribuição descontínua como nidificante. Na Escandinávia e Países Bálticos a sua distribuição é mais regular. Na Rússia e na Ucrânia apresenta uma distribuição uniforme. A Islândia, Noruega, Bielo-Rússia, Reino Unido e Holanda suportam mais de três quartos de toda a população reprodutora europeia, que está estimada em 300.000-630.000 casais. A Rússia e a Turquia poderão ter grandes populações, mas não são conhecidas estimativas nestes países. Esta espécie inverna na Europa Ocidental, Mediterrâneo e África Ocidental. Do total da população invernante (cerca de 285.000 aves), 130.000-180.000 invernam na Europa, a maioria no Reino Unido (50%), Irlanda, Holanda e Portugal. A restante segue para África, essencialmente para a Guiné-Bissau, Mauritânia, Serra Leoa, Tunísia, Marrocos e Egipto. Em Portugal, o Perna-vermelha-comum é um migrador de passagem, mas também invernante e nidificante. O número máximo de indivíduos contado no período de Invernos compreendido entre 1993/94 e 1995/96 foi de 6.468 em Janeiro de 1995. Nidifica irregularmente no Estuário do Tejo, Estuário do Sado, Ria Formosa e Castro Marim. Ocorre regularmente nos Açores, Madeira e Selvagens. ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO A maioria da população reprodutora sofreu um declínio desde 1970. Pensa-se que tal terá começado no noroeste e centro europeu no início do século XIX. Mais de 40% das populações reprodutoras (para as quais são conhecidas as tendências) diminuíram durante o período 1970-1990, incluindo as populações do Reino Unido, Holanda, Alemanha e Rússia. Para além disso, tem-se verificado a diminuição da área de distribuição da espécie em vários países com pequenas populações. Devido a este cenário, o Perna-vermelha-comum está classificado como SPEC 2 a nível europeu. Em Portugal, esta espécie tem o estatuto de não ameaçada. Encontra-se presente nos Anexos II e III das Convenções de Bona e Berna, respectivamente. FACTORES DE AMEAÇA As principais causas do declínio verificado até à data são também os principais factores de ameaça a esta espécie. A perda e degradação do habitat nas áreas de reprodução e de invernada constituem os principais problemas. As áreas de reprodução são destruídas pela drenagem das zonas húmidas, pela intensificação da agricultura (à qual a espécie é muito pouco tolerante) e à desflorestação, entre outros. Nos locais costeiros de invernada as aves são afectadas pel[...]



10 Comentários

2009-04-03T23:58:16.847+02:00


O Corvo-marinho da fotografia é um imaturo (provavelmente com menos de 1 ano de idade.).








Identificação: Ave de grande dimensão, corpo alongado, pescoço curto e cauda longa e arredondada, bico forte e direito, com a ponta em forma de gancho. Os 4 dedos das suas patas estão ligados pela membrana interdigital. Plumagem negra, com as asas escamosas e com reflexos em tons azulados e esverdeados. Na Primavera, tem o queixo e as bochechas brancas e uma mancha branca na coxa.

Voz: Geralmente silencioso. No entanto, quando se encontra em colónias, principalmente em época de reprodução, emite sons profundos e guturais.

Habitat: Costa litoral, estuários, e lagos interiores ricos em peixe.
Comportamentos: Ave sociável que repousa em grandes colónias e dormitórios. Mergulha à procura de alimento. Nada com o corpo baixo e cabeça erguida. Ao contrário de outras aves aquáticas, a sua plumagem não é totalmente impermeável, por isso, depois de alguns mergulhos, empoleira-se em local ventoso ou ensolarado, de asas abertas para as secar.

Voo: Em voo, bate as asas como o ganso. Estes batimentos são intercalados com curtos voos planados. Voa rente à linha de água. Em bando, voa em formações com linhas sinuosas. Sobrevoa a terra a grande altitude, executando voos planados mais longos.

Nidificação: Nidifica em colónias, nos cornichos de falésias costeiras ou sobre grandes árvores, perto de lagos ou do litoral. O ninho é coberto de algas e juncos. A postura de 3 a 4 ovos é incubada durante 28 a 31 dias.

Dieta: A sua dieta é, essencialmente, composta de peixe.



Flamingos na Moita

2009-03-16T23:28:27.282+01:00

(image)

(Foto tirada tal como está na imagem a lua foi captada e não colocada)


no ar éramos sete a olhar a lua
entregues sem tempo ao sabor do vento
tão redonda e sem asas, toda nua
e todos sete a desejávamos com alento

para trás fiquei vendo meus irmãos
cujo esforço entendi ao vê-la bela
naquele céu azul as ilusões
de todos nós nos acercarmos dela

Texto de Luísa Azevedo
Blog: Pin Gente




Curso de Iniciação ao Birdwatching

2009-03-03T01:02:26.985+01:00

É preciso parar a azáfama dos dias, para sentir o “voo dos flamingos…” Fez-se um silêncio profundo e nessa tarde de céu vermelho e de nuvens a reflectir-se nas salinas do estuário do Tejo, um bando de flamingos rosas e laranjas voava sobre as nossas cabeças, numa beleza ímpar que me levou as lembranças para os sapais do Índico, Moçambique, onde trabalhei. As margens lamacentas do Tejo, na zona de Alcochete, eram nesse fim de tarde do dia 14 de Fevereiro, um habitat de milhares de aves e bandos de outras que se aproximavam para descansarem e nos seus diferentes cantos, emprestavam a mística de estarmos noutro planeta. Estávamos a aprender, a usufruir de um “curso de iniciação ao Birdwatching”, sabiamente ministrado por João Jara, um homem que em campo nos alertava com ênfase: “venham ver! aqui no telescópio…fantástico …é um pássaro raro…” . “Reparem nas penas…estão a mudar para a plumagem nupcial…e as cores…notem o bico …e as pernas verdes…” Inicialmente fui para o curso a contra-gosto. Ver pássaros? Tanto tempo? O meu marido, Mário Carvalho, um jornalista ambientalista, disse-me que o curso era de dois dias… Embora da mesma profissão, sou especializada noutra área, menos poética. No entanto como gosto de aventura e procuro que a minha vida seja ausente de rotinas, aceitei o desafio… Fazer algo de diferente foi aliás, sempre o meu modo de vida e isso acresce-nos sempre algo. Aqui conheci a Isabel Vieira, uma professora que gosta de dinamizar os seus alunos e já concretizou projectos ambientais. Disse-me que veio para aprender. Estavam a Helena Paixão e o Nuno Sousa, um casal que cultiva a paixão pela fotografia. E foram tantas as fotos que vão certamente enriquecer os seus blogues onde vão mostrando a sua criatividade. Depois havia o João Bastos, o Pedro Gomes e a Sara Sousa, biólogos jovens a quem o João Jara, de quando em vez lhes sugeria que acrescentassem algo mais específico. Além do Hugo Rebordão que me disse ser, engenheiro, e que parecia saber muito de ornitologia, integravam o grupo a Manuela Marcelino, uma profissional experiente, ligada ao parque natural de Sintra, que trouxera o seu marido Honório Gonçalves a fazer um mestrado em História e o filho André, um jovem estudante que se inseria perfeitamente no grupo, um interesse a que eu, estou convicta, reflecte princípios da sua educação. Também a Karina Sousa, jovem brasileira de olhos fascinantes, que está a fazer o seu mestrado de ciências do mar, aliás a cor dos seus olhos, estava também para aprender. Particularidade interessante, o casal belga, Marc e a Claire, de carreira militar e na saúde, respectivamente, e que nos honram com o facto de terem escolhido Portugal “para viver”. Estavam ali para conhecer e usufruir da natureza e por ela manifestavam sempre um grande respeito. Assim, neste grupo diversificado e enriquecedor, aprendemos em sala, no Hotel Al Foz em Alcochete, as aves rapinas e os passeriformes, as espécies principais, a plumagem e os padrões de muda, os diferentes comportamentos. O que são limícolas? O que é o Fuselão? E os papa-ratos?... Pois será coisa fácil, mas eu não sabia. Depois munidos, cada um de um par de binóculos, ei-nos mata fora na busca das espécies e andámos em Porto das Hortas, salinas da Ribeira das Enguias, Barroca D´Álva e Pancas. No segundo dia, o grupo já mais próximo pelas vivências conjuntas, tornava-se agora mais espontâneo, mais atrevido. O almoço foi mais suculento e variado do que a refeição do dia anterior e a vontade de comer, aguçada pela caminhada, contrariou a boa educação e as pataniscas de bacalhau e os peixinhos da horta fritos, colocados em pequenos pratos de entrada, voaram tão rápido quanto as aves que vínhamos admirando. Neste dia percorremos Arrozais da Giganta, Ponta da Erva, Saragoça e as cegonhas caminhavam em frente aos nossos olhos, as águias sobrevoavam no horizonte e [...]



Olhares

2009-02-21T19:51:11.067+01:00

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Fotos tiradas no Portinho da Arrábida



Galeirão-de-crista (Fulica cristata)

2009-02-23T17:22:16.439+01:00

O galeirão-de-crista (Fulica cristata) é uma ave da família Rallidae. É parecido com o galeirão-comum, distinguindo-se, de perto, pela presença de duas protuberâncias vermelhas na testa.Nas fotos o Galeirão de Crista está na companhia de alguns galeirão-comum ou Fulica atraEsta espécie tem uma distribuição muito ampla, que abrange a maior parte de África a sul do Sara, sendo aí uma espécie muito abundante. A norte do Sara é rara, contando com uma pequena população nidificante no sul de Espanha e em Marrocos.Nos últimos anos têm sido realizados em Espanha alguns projectos de reprodução em cativeiro e posterior reintrodução desta espécie, sendo as aves marcadas com colares brancos, o que facilita o seu reconhecimento à distância. Um dos principais projectos tem sido realizado ne Cañada de los Pájaros, na província de Sevilha.Apesar da relativa proximidade dos locais de reprodução situados na Andaluzia, em Portugal o galeirão-de-crista é uma espécie rara.Classificação: CRITICAMENTE EM PERIGO .Fundamentação: Espécie com efectivo populacional extremamente reduzido (inferior a50 indivíduos maturos); admite-se que tenha sofrido um declínio continuado, inferido apartir da situação espanhola, assumindo-se que todos os indivíduos estão concentrados numa única sub-população; admite-se ainda uma flutuação acentuada do número de indivíduos maturos, à semelhança do que se verifica nas populações espanholas.DistribuiçãoActualmente encontra-se maioritariamente na região etiópica, embora exista uma pequenapopulação no mediterrâneo ocidental (Península Ibérica e Marrocos) que constitui o únicoenclave no Paleártico (del Hoyo et al. 1996). No século XIX, esta população ocupavauma área consideravelmente maior, distribuindo-se como nidificante por Portugal,Espanha, Marrocos, Argélia e Tunísia, podendo ser observados indivíduos erráticos nosul de França, Sardenha, Sicília e Malta durante o inverno (Cramp & Simmons 1980).Actualmente apenas nidifica em Espanha e Marrocos (Amat & Raya 2003), havendoaparentemente uma pequena proporção da população nidificante em Espanha que invernaem Portugal.Em Portugal, a informação existente durante as duas últimas décadas é bastante escassa,o que em parte se pode dever à difícil detectabilidade da espécie, que facilmente passadesapercebida entre o bastante abundante galeirão-comum Fulica atra. Conhecem-se,nas duas últimas décadas, cerca de 10 registos durante o período invernal, realizadosmaioritariamente em lagoas costeiras (Lagoa de Mira, Lagoa de Sto. André, Lagoa dosSalgados, Quinta do Lago, Herdade do Pinheiro) (J Petronilho, com. pess.), mas tambémde interior (Herdade do Esporão). Aparentemente, apresenta uma maior fidelidade aalguns dos locais referidos, nomeadamente as lagoas de Sto. André e Mira e algumasdas lagoas existentes na Quinta do Lago.Durante o século XIX e início do século XX o galeirão-de-crista tinha uma distribuiçãoalargada no nosso país, surgindo pelo menos no Porto (Paulino d.Oliveira 1896), Barrinhade Esmoriz (Reis Júnior 1931), Ria de Aveiro (Tait 1887), Baixo Mondego e Ribatejo (Tait1924), Alentejo e Algarve (Bocage 1869).PopulaçãoEmbora não existam dados precisos sobre o efectivo populacional que actualmente inverna no nosso país, e mesmo tendo em conta a fraca detectabilidade da espécie, a informação disponível (Noticiário Ornitológico; J Petronilho, com. pess.) sugere que apopulação deverá ser de muito reduzida dimensão, seguramente abaixo dos 50 indivíduos. Nos últimos anos observaram-se pelo menos 3 indivíduos marcados,provenientes de projectos de re-introdução levados a cabo no sul de Espanha (P Cardia,J Ministro, C Noivo & C Pacheco, com. pess.). A população invernante em Portugal, tal como a população nidificante no Sul de Espanha apresenta uma flutuação acentuada (BirdLife[...]



Garça Boieira ou Carraceiro (Bubulcus ibis)

2009-02-23T17:24:21.699+01:00

(image)



ORDEM: Ciconiiformes
FAMÍLA: Ardeidae
GÉNERO: Bubulcus
ESPÉCIE: B. ibis

Garça de tamanho médio, que pode efectuar movimentos de dispersão de alguma amplitude desde o local onde nidifica.
É muito comum e residente em Portugal, podendo no entanto haver uma migração parcial para o norte de África durante o Invermo.
Frequenta zonas abertas de vegetação rasteira. Pastagens, cursos de água, prados húmidos, arrozais, pauis.
Alimenta-se principalmente de insectos, mas também os moluscos e girinos, peixes, répteis e pequenos mamíferos, fazem parte da sua alimentação. No Inverno é frequente a sua visita a lixeiras para se alimentar. Está associada ao gado, pois alimenta-se dos animais que este vai espantando.
O ninho é instalado em caniçais, arbustos ou árvores.
As posturas podem ir até três, mas o comum é uma postura única de 4 a 5 ovos. A incubação é de 22 a 26 dias, e as crias fazem o seu primeiro voo aos 30 dias aproximadamente.
As suas colónias são frequentemente destruídas, pois os lavradores acusam estas aves de poluiremc om os seus dejectos os locais onde o gado vai beber, de serem transmissoras de doenças, entre outras coisas. Cientificamente estas acusações não têm qualquer fundamento.



Corvo-marinho-de-faces-brancas (Phalacrocorax carbo)

2009-02-23T17:30:56.905+01:00

Corvo-marinho-de-faces-brancasou Phalacrocorax carbo A característica silhueta de uma ave preta, de bico e cauda compridos, a voar à superfície da água ou com as asas abertas a secar ao sol, rapidamente nos diz que estamos na presença de um corvo-marinho. IdentificaçãoEsta ave aquática de médio-grande porte chama a atenção por ser quase totalmente preta, tanto pousada como em voo. É claramente maior que um pato, tem um pescoço longo e asas igualmente longas. O bico amarelo contrasta com o preto da plumagem e, no final do Inverno, alguns indivíduos adquirem uma mancha branca em cada flanco e outra na cabeça. É um nadador exímio, que mergulha para apanhar o peixe de que se alimenta. Pode confundir-se apenas com o corvo-marinho-de-crista, espécie residente, que contudo é mais esguio, não tem branco na plumagem e tem o bico mais fino.Abundância e calendárioO corvo-marinho-de-faces-brancas é sobretudo invernante em Portugal. Está ligado às zonas húmidas, sendo localmente abundante, podendo ver-se concentrações de dezenas ou mesmo centenas de indivíduos. No interior do país é menos frequente, mas também ocorre junto a barragens, açudes e rios de grande caudal.Está presente no nosso país sobretudo de Setembro a Abril. Contudo, alguns imaturos e indivíduos não reprodutores podem ser observados durante a Primavera e o Verão, embora nesta época a espécie seja relativamente rara em Portugal. Onde observarOs melhores locais para observar este corvo-marinho são as grandes zonas húmidas costeiras, ocorrendo também no litoral e em albufeiras do interior. Entre Douro e Minho – ocorre regularmente no estuário do Minho, sobretudo na Ínsua, assim como no estuário do Cávado e no estuário do Lima. Também no Cabedelo podem ser encontradas bastantes aves durante o Inverno. Trás-os-Montes – esta espécie já foi registada na albufeira do Azibo. Litoral Centro – pode ser facilmente observado no estuário do Mondego, na lagoa de Óbidos e no cabo Carvoeiro. Ocasionalmente observa-se na foz do Lis, na baía de São Martinho do Porto e na lagoa da Ervedeira. Beira interior – embora menos abundante que em algumas zonas do litoral, é observado regularmente nesta região, nomeadamente nas portas de Ródão, na albufeira de Santa Maria de Aguiar, na albufeira de Vilar, na albufeira da Marateca e no Tejo Internacional. Lisboa e Vale do Tejo – o estuário do Tejo e o Parque do Tejo são alguns dos melhores locais no país para a observação desta ave, pois a espécie é comum na região durante o Outono e o Inverno. Tambem é frequente observá-la na frente ribeirinha de Lisboa. Alentejo – espécie comum no estuário do Sado, na lagoa de Santo André e na albufeira do Alqueva, ocorrendo também na barragem da Póvoa, na lagoa dos Patos e na albufeira do Roxo. Algarve – espécie fácil de detectar, sobretudo em zonas húmidas costeiras como a ria Formosa, a reserva de Castro Marim, o estuário do Arade e a ria de Alvor. [...]



Garça ao Pôr de Sol

2009-02-23T17:33:37.968+01:00

(image)

EXIF
Propriedades da imagem
Data : 31-01-2009 22:35
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YResolution=115,00
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Date Time Original=2008:11:15 18:31:39.
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Focal Length=360,00 mm
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Focal Lengthin35mm Film=540,00 mm