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calor de sensações





Updated: 2014-10-01T07:41:21.667+01:00

 



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2010-02-25T21:37:58.541+00:00

NOVO BLOGUE: http://acatarinalima.blogspot.com/



Olhares.com

2009-12-05T17:50:34.994+00:00

(image)
isto já mais me parece um filme!



0 Comentários

2009-11-27T19:46:19.080+00:00

tenho o blogue parado, desculpem. não é por falta de inspiração, mas talvez por não ter necessidade de fazer disto aquilo que alguma vez fiz deste espaço.

(image)
a única coisa que actualizo, neste momento: http://www.fotolog.com/catarinass



ANDRÉ SANTOS 1992-2009

2009-11-08T11:52:18.717+00:00

Geralmente começa-se pelo prólogo, mas iniciando a escrita dizendo o nome dá-me a ideia de estar a narrar uma história; inicar dizendo ''querido André'', cheira-me a um ideal de epístola e de sinais de despedimento. Nao é o caso, não é esse o meu objectivo. Por isso, ponho este dizer na pura obliteração. Não quero fazer disto um alerquim, mas não quero mais cascatas de lágrimas.
Este não é o primeiro sinal escrito de saudade expressado nesta conjuntura de palavras e nesta imensidão de emoções, ao sabor de um aroma de termos sido amicíssimos. Não se perde, acredito. Esta longa caminhada não pode ter sido corrompida pelo teu adeus breve, roubada para o equador ou para a mais longínqua origem do raio de luz que se entranha e ofusca no brilho, frescura e calor de um olhar.
Não foi necessária nenhuma manípula para te colar no interior, nas profundezas de onde renascem constantemente as minhas pulsações e batimentos. Infalivelmente, o respeito constituiu a sobriedade e a confiança das nossas conversações. Pouco a pouco, os desabafos e as descobertas marcaram as temáticas e os conselhos, as opiniões, os sorrisos, fizeram o reflexo de ambos.
Sobremão existia de mim e de ti, tirando uns dias em 365 em que a paciência se esgotara e a tristeza se ocupara do nosso ego, da nossa mente.
Não fui ao recrotério nem assisti ao desespero do funeral, com pena minha, confesso. Sentia-me na obrigação de poclamar a minha presença e doar ou partilhar a dor com quem, como eu, te amam.
Proveniente, a morte chegou a ti, sem avisar. Bateu à tua porta enquanto, à noite, vinhas de mochila às costas e de pensamentos a esvoaçarem ao som do vento e na rapidez na luz de Sintra. Um carro, levou-te à frente, fugindo com a rapidez da cobardia e do putrefacto medo. Passados três dias, informam-me. O meu eu não quer acreditar, prefere que tudo seja uma dissimulação para observar a minha reacção e tirar algumas conclusões. Desejava isso, digo. Mas o pensamento está livremente e felizmente autorizado e o meu pedido está, concretamente, enganado.
O que se criou? Longos rios de lágrimas salgadas quase transparentes...deram para lavar a cara e alma, para preencher todo este corpo numa tristeza colossal.
Sentia-me perdida, confusa mas, estranhamente e com curiosidade, potegida nos teus braços e no centro do teu olhar.
Consegui, com o tempo, encontrar o enforte para me aguentar, e agradeço às bases humanas que me apoiaram em consegui-lo.
Nesta época, actuais dias, recordo-te com um sorriso leve nos lábios e no coração, já que sei, que é dessa mesma forma que te encontras.
O lugar que ocupavas no meu ser, ficou vazio e nunca ninguém o completou. Motivo esse descoberto numa razão simples: tu, afinal, nunca te foras completamente embora; o teu cheio perdura, a tua antiga presença perdura, os sonhos, os gostos...perduras no coração, nas memórias e o orgulho por um dia, ter-mos visto os teus olhos verdes cristalinos de doçura.
ORGULHO. ATÉ JÁ, ANDRÉ.



O perdão de actos e não de palavras

2009-09-07T11:48:59.546+01:00

Na busca da destruição do preconceito
Igualam-se sinónimos de racismo
Que agarram a convicção a peito
Perdendo a noção de cidadanismo.
Aliviam o plausível que fica guardado
Perdoam o que consideram um bom critério
Escasseando o perdão evocado
E juntando todos num único império.
O reflexo nos lábios da amizade
Vislumbram um sorriso sabedor
Sussurrando ao ouvido: ''Esta é a liberdade''
Numa modéstia e suspiro interior.



uma espécie

2009-09-03T10:45:53.792+01:00

(image)
Difícil está ser pensar...Não sei como dizer, ou de certa forma, transferir o que penso em palavras para que não pareça pura ignorância ou caprichos monótonos mas, neste momento, toda a minha capacidade de escrita, está-se a envolver em ocupações físicas. Não sei se me entendem, mas neste momento, viver o que vivo, está-se a tornar tão importante que não tenho qualquer tipo de forma de escrever, relatar, desabafar...
Estou tão feliz!



''vamos lá animar isto''

2009-09-04T10:57:46.386+01:00

(image)
Quem é fofinho quem é? O Migueeel
e ele ri-se)
4 mesinhos, quem diria?


(Agora já vão em 5 :) )



Vou de férias : )

2009-09-04T10:57:02.653+01:00

(image) (image)
Melhores dias :)

Tenho o orgulho de dizer que neste momento estou muitíssimo feliz. Afinal, tenho tudo, temos tudo :D


Acho que agora está na altura de poder olhar em meu redor e gritar bem alto que não podia estar mais contente por tudo o que me tem acontecido nestes últimos tempos. Fiz novos amigos que se revelaram excelentes suportes em brincadeiras e em ''dias chuvosos'', tenho um namorado fantástico, estou com uma relação excelente com os meus pais e com o meu irmão mais velho, o meu maninho mais pequenino consegue-me por a chorar a rir :') , tenho a meu lado a minha grande companheira do basquetebol, tenho a melhor das melhores amigas e, agora, estou rodeada dos meus verdadeiros e indispensáveis amigos.
Por isto, e por tudo o que não digo agora por uma questão de segredos e coisas nossas e minhas, digo:
ESTOU MUITO, MUITO FELIZ ;D




''O que já la vai''

2009-09-04T10:50:29.087+01:00

(image)

Mentia, se a verdade passasse ao teu lado tão sorrateira que me chamariam de cobarde. Não podia admitir que não era aquilo que eu queria, mas sim aquilo que os outros desejavam. Haviam certos ideais que tinha de seguir e dar continuidade em interessar-me e criticar em dias futuros. Posso dizer que outrora, nada era assim. Tinha quem pensasse por mim e desse as decisões por meu lugar. Não tinha noção do quanto importante iria ser o meu lugar, agora. Naquele tempo, apenas as minhas bonecas e as minhas amigas pequeninas chegavam para dizer: '' Vamos brincar ao quê, agora? ''
Passava longas horas a fantasiar a minha mente com vidas imaginadas e criadas pela minha inocência. Não posso dizer que não sonhava em ser já crescida, porque a verdade é que acontecia. Contudo, não houve pressa em crescer, naquela altura.
Obviamente, mudou-se esse pensamento.
Afinal, o que é que não muda?

''Talvez as memórias, os sonhos, algumas amizades e indiscutivelmente, o amor dos nossos pais e dos que nos são mais próximos. Falo no meu caso. Já que na minha infância, não me posso queixar de não ter o apoio, que ainda hoje, felizmente, tenho dos meus pais. Não me peçam para imaginar que não os tinha do meu lado, o que talvez, não consiga. (ou não.) Acho que seria uma dor que se me iria acompanhar para qualquer lado.''




Tudo é vazio

2009-08-12T18:34:21.285+01:00

(image)


Qual é a simplicidade?
Até onde vão as profundezas
De onde nascem as memórias?

Tudo se encontra num vale de tristezas
Onde reinam derrotas e glórias!
Coberto de réstias de solidão e virtudes vistas
E onde o perdão fora outrora aceite pelo pecado
Com a ajuda do concreto e das coisas sinistras
Lá, tudo o que se perdeu nunca irá ser encontrado.
Da desgraça do sorriso que fora perdido
Desde mil e infinitos por enumerar
Neste vale, tudo o que cá vem, é esquecido
E ninguém sobra para o sucedido contar.
O ar que cobre os vales de mistério
Guarda segredos nos seus braços protectores
Aqui, não há um só único critério
Que fora esquecido pela falta de sabores.

Pode ser pensado e imaginado por um petiz
Onde os sonhos,por ele, são pequenos escassos de fantasia
E onde estás, menino, e onde agora sorris
Lembra-te, esta vida é pequena, triste e vazia.



maré decidida (?)

2009-09-03T15:18:48.134+01:00

As prioridades nunca foram tomadas como as silhuetas mais importantes e como constantes de recordações. Para falar verdade, nunca ocuparam grande preocupação na minha mente. Muito menos no meu coração!
Pensativa, errava pelos vales desconhecidos e curiosos do que eu chamo de cérebro. Estava carregado das minhas únicas preocupações, de mim só. Criticar era fácil para os outros, mas entenderem-me e sobretudo ajudarem-me era algo apenas para os sábios e fascinados pelas vidas alheias.
Diziam-me para,de certa forma, deixar de morar so dentro de mim e revelar-me perante quem queria saber do meu paradeiro em controvérsias, mentiras e tempestades.
E resultou!

Quem me dera ainda poder ver a simplicidade revelado nos teus olhos e sentida e relembrada de à tempos atrás!

(image)



MJ! Always and Forever!

2009-07-08T11:55:10.147+01:00

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Michael Jackson
1958-2009

Thriller & Beat It




Destino amargo

2009-09-03T15:19:19.434+01:00

Respirei o irrespirável, bebi o que era considerado veneno, gritei quando não tinha mais voz e ouvir o sussurrar do próprio silêncio.
Pior de tudo, foi não estares ao meu lado para me amparares em vertigens e no abismo, no qual se tornou a minha vida.
Um dia cai na tentação de pedir para ser feliz. O vento, discreto e calmo, massajou-me por entre os cabelos até aos meus ouvidos, que a minha prece tinha sido aceite pelo meu destino.
Contudo, nunca me foi perguntado o que é que eu realmente queria. Pensavam que tudo aquilo que decidiam era para o meu bem e que contribuía para a minha felicidade.
Um sorriso meu, embora falso e insignificante, para ele simbolizava tudo: felicidade e especialmente, agradecimento! Vejam so!
Por dentro gritava. Implorava por poder voltar atrás e nunca fazer o tal pedido. Tinha chegado à conclusão que já não mandava no meu próprio futuro, nas minhas decisões, muito menos nos meus sentimentos e vontades. Agora, era controlada por algo considerado arrependimento, e antes, um sonho impossível de concretizar.



não pedi nada disto!

2009-08-12T17:35:38.263+01:00

(image)


Eu não pedi nada disto para mim. Não ansiei a tua chegada nem rezei para ser feliz ao lado de quem não queria. Apenas me tentei habituar ao estranho, à indignação e sobretudo à infelicidade e à injustiça.
E sabes que mais?

Secalhar até valeu a pena.




exerto de M. Gonzalez

2009-08-12T18:21:54.208+01:00

(...) '' - Eu nunca tive medo de falar, de dizer o que penso! Odeio sonsices e hipocrisias.
-É pena que ainda não reconheças o valor do silêncio, Tiago '' (...)


(image)



Chorar às pedras da calçada

2009-09-03T15:21:54.966+01:00

Ela sentia autocomisera por tudo o que lhe tinha acontecido. Já tinha lamentado às estrelas e hipotecado lugar à calçada. Revelava a quem passava, pedaços do que a atormentava e que por sinal, recebia conselhos daqueles que se disponibilizavam a ouvi-la.
Agradecida, mostrava um sorriso pequeno, pouco sentido, acabando por voltar ao seu estado anterior (e quase habitual).
« '' Vivo numa mágoa jaz sentida, jaz vivida por alguém. Desespero por não sentir culpa! É desejado, não concretizado, impossível... Se me recordo do que me aconteceu, começo-me a corroer e enlouqueço, altero-me e perco-me, uma vez mais, entre garrafas de vinho e em pastilhas milagrosas. »

« Estou presa a putrefactos e coisas dispensáveis, enquanto cresce novamente autocomisera e distância, que constituem um fardo insuportável nos meus ombros.
O tempo veio a meu favor, estou livre se sujidades e más formações.
Agora sim, sou pessoa feliz! »


(image)





Errando uma noite

2009-08-12T20:32:22.286+01:00

(image)
Um segredo correu mistérios nocturnos, respirou suspiros de frio e agasalhou-se entre abraços de namorados; Ele, passava devagar no silêncio da berma da estrada em que olhava velozmente para ambos os lados.
O vento, bramindo, passava por entre os troncos grossos das árvores e das folhas das oliveiras velhas; ouvia-se o uivar dos cães das redondezas em que não acordava ninguém junto àquelas casas, mas assustava de alguma forma; era como se aquelas habitações estivessem vazias, onde apenas os barulhos incógnitos fossem os únicos que perduravam naqueles telhados e nas janelas fechadas e outras com pequenas gretas abertas;
Ouvia-se ao longe murmurares, músicas da festa a vinte minutos de distância...Curioso, o som, lá, perdurava e aqui não, reinava o respirar aflito e controlado, o silêncio corrompido de barulhos das casas e das longas ervas por onde passavam pequenas correntes de ar secretas.
O toque era nulo, transparente já que, as mãos, essas, permaneciam apertadas nos bolsos do casaco branco.
Permanecia ali o segredo, errando por entre brisas que o levavam como uma espiga dançando ao seu sabor frio e misterioso por entre ilusões e pensamentos nocturnos.





O NOSSO SEGREDO ~

2009-06-22T13:45:00.668+01:00

As palavras continuam a ser ditas
O coração continua a cita-las
Nem que se o amarrasse com duas ou mais fitas
O meu cérebro continuaria a venera-las.
Escrevem-se entre largas linhas pretas
E entre lágrimas repartidas
Vão-lhe direitas através de setas
As palavras, felizes e muito sofridas.


(image)

Através da distância que o lume
Nem ele o poderia quebrar
Porque tudo aquilo que nos une
Não pode de forma alguma acabar.
Se as estrelas e os astros pertencem ao céu
E tudo tem um lugar definido
Guardo o nosso segredo com um véu
Para que nunca seja esquecido.


Finalmente, acabaram os exames :D



hegemonia da distância (2)

2009-09-04T10:56:02.882+01:00

(image)
Ando à deriva sem vontade
Sou prisioneira do mau ver
A escuridão de cetim é saudade
Só irei mudar se de novo renascer.
Há ausência em extravagância
Existem sentidos em disperso
Ocultam a hegemonia da distância
Como o ressoar de cada verso.
Todos os segredos são mistérios
Todos os tormentos vivem na aleatória
Ressaltam e supõem os critérios
Da reflexão e de esperança da vitória.

Foi um poema que já tinha postado à muito, muito tempo mas, como é um dos meus preferidos, preferi recorda-lo.
Afinal, recordar é viver, certo?



O amigo usado

2009-08-12T18:28:39.169+01:00

Passei-o pelos arredores daquilo que chamam os arranha céus. Afasto-me lentamente de todo aquele barulho.
Ao andar, pegadas são marcadas pelo peso que trago nos meus ombros. É um fardo de várias vidas: a Maria que namora com o João, mas gosta do Francisco; A Sara ontem traiu o namorado dela, que, por acaso, é o meu melhor amigo...
Fantástico, partilho com eles as traições e as mentiras àqueles que diziam amar... Penso por eles, desespero mais que eles!
Sou eu o papel amachucado que veio parar à berma da estrada; sou eu o mar revoltado que não se cansa de fazer espuma; sou eu o vento louco e assassino que arranca parte do mundo verdejante; sou eu a cobardia calada, a mentira feita e o amigo usado!



pedir muito (?)

2009-06-21T16:05:04.103+01:00

Hoje precisei de ti. Bastava um sorriso que mudaria o que estava a sentir...Ou acabaria com o que me assustava? Não sei... Precisei de ler as palavras que me dizias à uns tempos, o desleixo que eu dava, as ''secas'' que apanhava...o murmurar que dizia baixinho das tuas respostas... Queria viver tudo, agora, de uma forma diferente....Um olhar apreensivo por saber que partirias mais cedo ou mais tarde, mas com um coração aberto a todas as realidades que abordávamos...Uma mente encostada aos teus lábios e aos teus textos...
Queria-te de volta, será pedir muito?



TIC-TAC

2009-06-21T16:06:51.914+01:00

Um sabor vagueia no ar ?
Um cheiro a desejo e a paixão dança.
Sorrisos e mensagens cantam de boca em boca.
Estalam mexericos e boatos
Uns serão verdadeiros? Mas outros mentirosos!
Faz-se uma suma!

Tudo se entrelaça em nós.


Foi feito um bocado à pressão.
..
(image)



palmas em silêncio

2009-06-21T16:07:11.763+01:00

(image)
Um pingo de coragem caíra das suas mãos cansadas. Uma força escondida fora cuspida pelo desejo de revolta e saber.
Uma lágrima cai e vai escorregando lentamente até ao queixo. O seu sal limpa-lhe os poros de sensatez e prestígio, enquanto o tacto limpa-as, destruindo-as com os dedos compridos.
As gotículas vão-se evaporando...
Um olhar ali perto, observa tudo bem atento enquanto bate palmas em silencio.



(André, recordo-te com um sorriso e muita, muita saudade)



o primeiro!

2009-06-21T16:07:24.995+01:00

André,
Longos foram os tempos que nos conhecemos, não me recordo bem ao certo à quanto tempo, mas já foi pelo menos à um ano e qualquer coisa.
Recordo-me das nossas conversas e de todo o tipo de assuntos que abordávamos sem ter medo de dizer a nossa opinião...
Eras tão importante para mim! Às vezes estava mais triste e lembrava-me de ti, de como era bom ouvir (ler) o que me dizias, dava-me tanta força...mas, infelizmente, tinha perdido o teu número... Agora, quando voltámos a ter uma conversa bastante longa e decidida não soube que era a última vez que ia falar contigo...
Soube hoje, dia 17 de Abril, que tu, no dia 14 tinhas falecido à tarde.
Quando me contaram...não sei nem o que fiz, nem o que pensei...apenas se corroeu uma enorme vontade de gritar e implorar que nada daquilo era verdade.
Só aprendi a chorar durante um numero infinito de tempo e a tentar convencer-me para deixar de pensar que não passava de uma mentira.
A verdade, é que viver sem a tua presença é ainda mais difícil do que entende-la.
Estejas onde estejas, desculpa por tudo de alguma coisa que te fiz sofrer e, acredita, ADORO-TE.

(tempo de pausa)
Sabes que mais? Estás sempre aqui. Não te posso dizer adeus de uma forma fria e triste porque, de facto, não o merecias.
Quero ver isto como o começo de uma nova era...ou será o fim? Não interessa.
Não te deixei de sentir, muito pelo contrário.Cada vez sinto mais a tua falta...
Não consigo apagar o teu número de telemóvel! Faz-me tão mal. Choro tanto cada vez que o vejo e que me lembro. Cada música triste e cada palavra vão dar ao teu mundo e á minha saudade...
Afinal, onde andas tu ?




icognitas

2009-06-21T16:07:53.131+01:00

(image)
Sem roupa. Arrepio-me constantemente, mas não me incomoda. Estou confusa, mas nem o sinto. A roupa levou-me os sentidos e não fui capaz de o impedir. Contudo apercebi-me que algo que acabou de tocar. Senti um vulto trespassar-me num segundo. O medo apoderou-se de todos os meus movimentos. Olhava em meu redor à procura nem sei eu bem de que. Nada vi. Sentia aquele quarto misterioso e muito profundo.
Reparava nas persianas abertas e da luz exausta, enquanto um cheiro lastimável comia aquele lugar. As minhas mãos tremiam e os meus lábios gelavam enquanto todo o resto do meu corpo era paralisado por um medo invisível. Afinal, ainda era capaz de sentir, ou será que aquele medo não...
Existia?