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Energia Solar | energias renováveis, tecnologia, ecologia



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Updated: 2016-04-07T14:27:52.032+01:00

 



10:10 ambiente e ecologia em contexto de festa e animação global

2010-09-22T19:47:51.985+01:00




Uma simples ideia "vende" à escala global, o evento 10:10 arrasta já multidões, por moda, por força anímica da tribo, pela onda gerada em torno dos eventos à escala global e  acaba por ver reflectidos os caçadores de ideias para aplicação à escala local, reservando lugares de representantes de algo louvável e de efeitos de curta duração, como o propósito do "less carbon 10%".

Arrastando milhões à escala global neste 10:10, com pequenos e grandes projectos com implicações imediatas nos habitats humanos em torno deste planeta, o desafio está lançado e prontos estão ou são muitos aqueles que aderem a esta causa de uma forma activa, comprometida, empenhada, quase fanática, independentemente dos motivos ou interesses, muito para lá do que este planeta efectivamente precisa de cada um de nós.

10:10:10:10 dará lugar de uma capicua com os seus efeitos simbólicos numa aurea de misticismo e procura de correspondências sob diferentes prismas escatológicos, pese embora a única preocupação seja envolver o público aberto a desafios ambientais, físicos e alternativos em ambientes de diversão e onde a pura da ficção é fun: less carbon 10%.

O apelo a uma actividade diferente no dia 10:10 será dado o mote pela organização nacional, aderente do movimento global na zona do Parque Eduardo VII, ao anunciar um dia cheio, das 10 às 10 e envolvendo outros eventos cujo efeito similar e a mesma preocupação se replicam na preocupação pelos recursos naturais, pela preservação ambiental, pelo uso de transportes públicos e bicicletas, bem como por acções concretas na luta contra o desperdício, a reutilização ou outras atitudes de efeito redutor do carbono e seus efeitos nocivos.

Mais informação sobre o 10:10, clique aqui.



Technical Meeting Solar Food Processing and Solar Cooking Applications 30 th May 2009, in Faro, Algarve, Portugal

2009-04-17T20:43:24.948+01:00

(image)

On 30th May 2009, a Technical Meeting about Solar Food Processing and Solar Cooking Applications will take place at Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve.



Programme

8h45 - Registration

9h00 - Openning

9h15 - Solar cooking in Central Europe. History, use and dissemination.

Speaker: Michael Götz, Exsol-Experise en cuisine solaire, Geneva, Switzerland (www.cuisinesolaire.com/exsol),

11h30- Environment Protection and Income Generation with Project Smoke-free villages in India- Case Study

Speaker: Shirin Gadhia, Eco Center ICNEER, Gundlav, Valsad, Gujarat, India (www.icneer.org)

13h00 - Lunch break

14h00 - Solar thermal technology using direct solar radiation, steam or a thermofluid. Cooking examples in restaurants and canteens of schools, companies, army and temples (30 000 cooked meals per day). Solar processing examples of micro and macro enterprises of solar food.

Speaker: Deepak Gadhia, Gadhia Solar, Energy Systems Pvt, Valsad, Gujarat, India. (www.gadhiasolarenergy.com)

16h30 - Final discussion and closure.

Note: All presentations will be in english.

Local and Organization:

Instituto Superior de Engenharia da Universidade do Algarve Campus da Penha- Faro-Portugal

The meeting fee is 50 euros.

The deadline for booking the Tecnhical Meeting - "Solar Food Processing and Solar Cooking Applications" is 25 th May 2009. The registration data (name, phone, profession, e-mail, company/institute, postal adress, invoice adress and NIF ("número de identificação fiscal", vat number) must be sent.

More information, click here.



aventura certificação energética

2009-03-18T21:03:18.290+00:00

O sistema de certificação energética gerado para criar mais uma burocracio-dependência está à prova de idiotas neste país de bananas chamado de Portugal.Para além da mensagem de obrigatoriedade passada na comunicação social, propagandeando a necessidade das avaliações energéticas, nada mais do que essa mancha colorida da imaginação para sacar dinheiro de forma despodurada ao zé povinho, como se resolvesse alguma coisa de útil na vida das pessoas, senão impondo a lei marcial. Ao invés de se atribuir uma classe energética de base aos edifícios construídos antes de 2009 ou 2008, lança-se a aventura da certificação energética sobre todas as casas a transacionar a partir de Janeiro de 2009, como se isso viesse a alterar algo aos edifícios ou a a trazer benefícios reais para as pessoas. Mais a mais, logo se vislumbra o cambalacho para mais alguns ganharem dinheiro à custa do pagode.A nossa má experiência neste começo de ano com a certificação energética de uma casa realizada pela Home Energy é sintomática e agravante de um mal estar geral entre as pessoas, caso aconteça mais vezes e só vem tornar mais consistente de que estamos num país que agrava o fundamento de legislação à medida e por medida de grupos de pressão ou grupos económicos. Numa casa com pouco menos de 50 metros quadrados, levar quase 400 euros para fazer uma certificação energética, levarem mais de um mês para entregar o certificado, quererem que o cliente valide os dados que são tomados ou copiados pela empresa e sem se perceber a mais valia disso para o actual e para o futuro proprietário, é obra que deixa qualquer um com as entranhas a revolverem-se.E ainda como se não bastasse, o conselho de melhoria energética indicada é de que poderá ser instalada um caldeira de aquecimento de águas, cujo custo é para cima de mil euros, até cinco mil, o retorno anda entre os 5 e os 10 anos e o rendimento não é perceptível em termos energéticos, situando-se nos 3 pontos da classificação dada: parecem conselhos de vendedores ambulantes de caldeiras. Haveria eventualmente outros conselhos úteis para o comum dos mortais, como a calaftagem dos PVC, o isolamento de frestas, e rachas, a utilização de tintas e isolantes de qualidade, outros materiais isolantes a aplicar na manutenção ou remodelação, janelas de vidro duplo, soalhos térmicos ou outras aplicações modernas, porém a focagem está em equipamentos que consomem energia eléctrica;poderia ser a gás natural? talvez, mas se isso irá ser uma opção viável dentro de alguns anos, vamos ver.Sabendo-se qual a qualidade da construção realizada em Portugal e das técnicas de construção ao longo dos tempos, num prédio com 30 a 40 anos que mais se pode esperar que venha a tornar real o contributo dado pela certificação energética? A marcha contínua para o precipício através da falta de visão de conjunto, de futuro e de qualidade é algo que não abiunda nestas medidas avulsas de gestão de mercearia, sem que os benefícios de união e de conjunto para a tomada de decisão com vista à verdadeira optimização do consumo energético do país tenha sobressaltos por aí além: a árvore está lá mas alguns senhores comandantes dos destinos do país continuam a fazer vista grossa quanto à gestão da floresta.A responsabilidade de gerir os recursos naturais é de cada um e todos nós; estes senhores políticos e grupos de interesse na energia não querem nem são capazes de fazer a gestão consciente, integrada e sustentada dos mesmos recursos em Portugal e no final, será a única riqueza que nos resta.[...]



central energia solar

2009-03-03T22:33:56.382+00:00

(image) Os novos sobreiros solares produzirão energia durante 25 anos.

Introduzindo mais valias ao nível da produção energética, pouco contribuirá para o aumento do emprego e vamos ver que resultados produzirão a curto médio prazo na sustentabilidade ecológica e das populações: que contributos mais?




Ano Novo energético 2009

2009-01-04T22:55:42.120+00:00

Próspero Ano Novo 2009 Happy New Year Feliç Any Nou 新年快 Feliz Año Nuevo Вітаю з Новим рокомChúc mng năm mi bonne nouvelle annéeПоздравляю с Новым годом Szczęśliwego Nowego Roku Ευτυχισμένο το Νέο Έτος Selamat Tahun Baru 新年あけましておめでとうございます



águias no Sabor

2009-04-17T20:50:28.648+01:00

A REN pagou recentemente o estudo da população animal, diga-se sobre as águias no Vale do Sabor e aliciou a comunicação social para aparecer no local.

A reportagem passou recentemente nos media do nosso país e que há falta de mais um banco assaltado ou de uma caixa multibanco desviada, lá foi por aí acima, de armas e bagagens.

O que confrange nestas coisas é precisamente o depois, não o presente. Aconteceu com o Alqueva e a Aldeia da Luz, com as figuras rupestres do Vale do Côa, os antropólogos e o jurássico park e todas as vertentes que são marginais nesta perspectiva de um horizonte sustentável do turismo verde.

Estamos num país adiado. A mensagem era, por si mesma, uma panaceia - compromissos da REN para com a vida animal, como se as águias se importassem com isso- e uma miragem - alguma coisa de novo em favor de algo mais integrado e sustentado nestas questões ambientais e energéticas.

Lamentavelmente, continuamos na mesma linha de visão que até agora trazíamos: estas coisas são feitas para amaciar os opinion makers das associações ambientalistas para mostrar serviço, calar vozes discordantes ou indesejadas, coitada da águia com aquele pacote às costas e sem privacidade alguma com o tracker, e para revelar o quanto continuam de costas voltadas as questões energéticas e ambientais.

Porque não investem nas energias alternativas e deixam o Vale do Sabor e as águias em paz?



carro a água

2008-09-02T19:19:56.768+01:00

(object) (embed)

video: carro a água

Quanto a preocupações ambientais e de facto em fazer parcerias proveitosas, porque não fazer com esta vertente energética onde somos bons, um carro a andar a água?

Nestas coisas de meter água, somos os maiores...e agora aproximam-se as eleições.



certificação energética

2008-08-17T22:11:05.842+01:00

É o boom de procura de certificação energética para edifícios já construídos ou ainda em projecto e mercê de uma parceria com uma entidade de renome internacional, concorremos no mercado para apresentar este serviço ao público.

Consulte-nos para a certificação energética de construção, edifícios, casas, vivendas, prédios, apartamentos, condomínios privados.

A marca de qualidade TUV está associada nesta certificação energética com um conjunto qualificado de técnicos, que lhe propõem a optimização de recursos.

Para consulta, clique aqui



Eficiência energética

2008-07-08T15:06:36.195+01:00

Agora é moda e passará a ser mais um dos maiores logros da arquitectura e urbanismo português: a eficiência energética em saldos.

Qualquer edifício agora carece de um atestado de eficiência energética e os edifícios passarão a ter colocadas placas voltaicas.

Quem ganha com isto tudo? Mais uma legislação a pedido dos amigos produzida na Assembleia da República ou do Governo, não? Quem vai fiscalizar as instalações e se estão correctas? Quem vai inspeccionar e fiscalizar se as instalações são eficientes?

O que vai acontecer ao excesso de energia eléctrica gerado? Vai a EDP impôr mais um dos seus lobbies de monopólio para amassar ainda mais o contribuinte português e vender uns quantos milhares de painéis fotovoltaicos?

O país agora irá provar o que aconteceu no Algarve há uns anos atrás e que desacreditou completamente as instalações de energias solares térmicas e fotovoltaicas, a ponto de desperdiçar esse manancial de oiro do território português.

A realidade é muito simples: as formas de construção, sistemas e modelos não vão melhorar significativamente de modo a contribuir para ajudar nesta melhoria da construção; apenas estamos a fazer transferências de perdas energéticas e a alimentar uns quantos sapos gordos desta economia de sobrevivência sem dar saltos qualitativos e estratégicos a este nível. A desculpa de que agora vamos fazer esta aparente melhoria e depois logo se vê já não serve, nem para justificar as pedinchices do Sr. Sócrates para apoiar os carros eléctricos nipónicos. tststststs. Com tanta inovação a nível nacional nestas e noutras áreas, continuamos acagaçados e borrados de medo, sujeitando-nos ao que os outros querem impor-nos, sem ter tomates para enfrentar os desafios do futuro com a massa cinzenta de hoje.




Rio selvagem

2008-06-30T13:53:47.084+01:00

A EDP, o Governo Português e a União Europeia são responsáveis por mais um assassinato ambiental, acabando com o último rio selvagem de Portugal, o rio Sabor.

Independentemente das tricas dos clubes de ambientalistas, que falam muito e pouco fazem ou agem para terem uma atitude de força entre a opinião pública com credibilidade e verdadeira aceitação, porque não investem na EDP até terem voz na Assembleia de accionistas e obrigam a empresa a ter uma política ambiental aceitável? - para quem conhece o rio selvagem de Portugal, Rio Sabor, a sua beleza paisagística e a sua riqueza patrimonial, pasma-se pela atitude de orgulho e sobranceria do Sr. Ministro Manuel Pinho e do Sr. Sócrates nas afirmações sobre a urgência e prioridade deste investimento.

Parece que ao cimo da crosta terrestre portuguesa, nas suas entranhas e profundezas, quer ainda na orla marítima está tudo bem aplicado e esgotadas as alternativas de aproveitamento energético.

Parece que os tiros em Portimão precisam de se espalhar por todo o país, a fim de acordar estes senhores...só para termos a certeza que estão mesmo acordados.




Apagão off

2008-06-27T21:40:28.643+01:00

(object) (embed) video: apagão off



barco solar

2008-05-20T18:14:08.335+01:00

Foi hoje dada notícia e honra de primeira página nos noticiários televisivos sobre o primeiro barco construído em Portugal para funcionar com a energia solar a partir da aplicação de painéis foto voltaicos, carregando as baterias de suporte ao funcionamento do motor eléctrico.

Algo que sem trazer muita novidade em termos tecnológicos, muito admira que mais não haja entre nós, suportando a pressão desta crise da energia dos combustíveis fósseis.




Jantar Solar

2008-05-16T18:20:44.732+01:00

Oficina de cozinhas solares, construção e jantar solarData: 15 de Junho de 2007Programa previsto 14h00 - Abertura 14h15 - Início da cocção dos alimentos para o jantar (pão, sopa, carne, peixe, sobremesa, café e chá) 14h30 - Evolução das cozinhas solares Orador: Professor Pedro Serrano (Universidade Santa Maria- Chile) 15h15 - Utilização efectiva de cozinhas solares Orador: Professor Celestino Ruivo (Esc. Superior de Tecnologia da Universidade do Algarve) 16h00- Pausa para café, chá e bolo solar 16h30 - Sessão de construção de cozinhas de baixo custo Formadores: Pedro Serrano, Celestino Ruivo e Frank Albrecht 18h00 - Banho termal 19h00 - Jantar solar Local: Termas da Azenha Rua João Henrique Foja Oliveira 3130-434 Soure, PortugalTel: 916 589 145 email: info@termas-da-azenha.com http://www.termas-da-azenha.com As Termas da Azenha estão localizadas junto aos campos de arroz da margem sul do Baixo Mondego, a 2 km da estação de comboios de Amieira (Linha do Oeste), a 20 km da Figueira da Foz e a 12 km de Soure (distâncias aproximadas). As coordenadas são: latitude : 40° 80' 127" e longitude: 8° 73' 931" Os interessados em participar nesta oficina deverão efectuar a sua inscrição até 5 de Junho de 2008, enviando os seus dados (nome, e-mail, morada e telefone) por email para o endereço info@termas-da-azenha.com O custo da inscrição é de 30 euros. Inclui cozinha solar construída na oficina, jantar solar e banho termal.A organização poderá cancelar a realização do encontro caso o número de participantes inscritos não o justifique. O cumprimento da totalidade do programa previsto estará dependente das condições climatéricas. As pessoas interessadas no tema das cozinhas solares que não possam estar presentes e que queiram tomar conhecimento de iniciativas futuras (seminários, concursos, cursos, encontros de fãs de cozinha solar, etc) poderão enviar a ficha de inscrição com os seus dados para cruivo@ualg.pt. Custos: € 30,oo €.Bom apetite e boa energia![...]



tostador - concentrador

2008-04-23T16:11:35.415+01:00

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video: tostador-concentrador



Credibilidade

2008-04-21T22:50:28.266+01:00

O projecto de investimento com horizontes de inovação e de investigação duradouros e com resultados efectivos carece de credibilidade perante diversas entidades.

A par de alguns obstáculos que são para ultrapassar à medida que surgem os resultados, é sobremaneira relevante a incrudelidade gerada perante os mesmos.

Números são números e muitas vezes depende mais dos super-egos que se levantam contra o projecto, que do maior ou menor gosto pelas energias alternativas.

À parte isso, a simpatia pela cara deste ou daquele promotor e investidor ou pelas próprias barreiras que este faz surgir diante dos seus interlocutores e temos "a burra nas couves", falando em termos populares.

É que há pessoas que sem pinga de ideia inovadora, sentem a insuportável inovação a atravessar a sua mente como um espeto num frango para assar, com a única diferença deste já estar liquidado e não sentir nada.

Já era...vale ainda assim? Deixem-se enrolar e ainda verão muita coisa acontecer neste sereno jardim à beira mar plantado.




inovação na iluminação

2008-04-18T22:39:13.495+01:00

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video: inovação - iluminação



Projectos - Investimento

2008-04-06T22:01:32.650+01:00

A necessidade de investimento em capital intensivo e alavancar a inovação aplicadas em reais projectos de investigação e desenvolvimento, fazem abrir a porta à entrada de novos investidores.

Os projectos e as empresas tem ciclos de vida que se tornam mais ou menos absorvedores de recursos, designadamente os financeiros; provada a rentabilidade dos equipamentos e do negócio, incluindo as patentes no seu imobilizado incorpóreo, é chegada a hora de um novo passo.

A opção de abrir o capital a outros investidores é a decisão mais acertada que vemos no momento, por forma a viabilizar os novos projectos e as obras em carteira.

O funcionamento de hotéis com captação de energia solar há 20 anos no Algarve, com o antecedente destes novos equipamentos e numa tecnologia de então, comprova que esta é a aposta certa para a racionalização de energia, é uma validação da viabilidade da energia solar térmica e uma opção pela diminuição do efeito de estufa.

Caso queira investir na captação da energia solar térmica e este seja um projecto aliciante no seu ponto de vista, contacte-nos




A produzir

2008-04-06T21:42:38.937+01:00

(image) Testado e monitorizado na presença de um dos docentes da UALG, este equipamento nas dimensões de 4,70 m deste colector solar, permitem produzir 427 watts pela sua especial forma de construção, também ela inovadora.

O rácio de 91 watts por metro linear, ao invés da produção de energia por metro quadrado, faz antever claramente quanto é possível rentabilizar e minorar perdas neste tipo de equipamento de captação da energia solar no Algarve.

É por demais evidente, em simultâneo, que as condições de instalação linear e directa sobre o telhado ou num páteo, faz da sua característica de flexibilidade, uma das mais fortes componentes comerciais.

No próximo passo e de imediato, avança-se para apresentar o gémeo deste equipamento, agora para gerar frio e incrementar a potencia deste na produção de calor.





efeito de estufa - radiação solar

2008-03-11T11:47:23.862+00:00

(image)
Esta imagem ajudará a entender porque afirmamos que com os paineis solares e todos os artefactos que reflectem a luz solar ajudam a contribuir para o efeito de estufa e o aquecimento global e, no sentido contrário, porque é que as bombas de calor são mais amigas do ambiente, uma vez que aproveitam a energia solar de forma indirecta. aproveitando o aquecimento do ar.



premiação

2008-02-11T19:45:32.921+00:00

A União Europeia entregou recentemente os Globos de Ouro da energia a duas cidades italianas, entre inúmeros projectos de interesse nas cidades europeias, premiando municipalidades e parcerias de interesse.

Premiando a eficiência energética e a diminuição de emissões de CO2, será que não teremos também projectos interessantes a apresentar entre as nossas 22 capitais de distrito, algumas delas carentes de verdadeiras revoluções a este nível?

Isto sim, será trabalhar para o futuro de gerações mais novas, mas maior cego é aquele que não quer ver...




incentivo presidencial

2008-01-30T23:48:50.617+00:00

O incentivo presidencial de Cavaco Silva para a utilização de energias renováveis e a auditoria energética à presidência da república é como um foguete no ar, depois todo o encanto luminotécnico produzido é muito fugaz.

Encante-se com o incentivo dado e com os exemplos que devem vir de cima, os custos de investimento são elevados e num país pequeno, com deficiências fortes a muitos níveis, com ganhos ainda pouco visíveis e sustentáveis na aplicação das mesmas energias renováveis, pouca abertura do distribuidor principal, a EDP, na recepção de energia produzida pelos domésticos durante as horas diurnas...

Mas levantou a lebre, esperemos que os caçadores aproveitem para dar o tiro energético!




Oportunidade académica

2008-01-23T17:35:50.255+00:00

O projecto está em desenvolvimento com o interesse por parte da Universidade do Algarve em desenvolver parcerias no sentido de apurar mais a investigação destas áreas da termodinâmica.

Bom augúrio para 2008!




PPR energia solar

2008-01-07T15:43:00.710+00:00

Apesar de não ser a forma mais saudável para o ambiente por ser um contribuinte líquido do efeito de estufa, como já aqui referimos anteriormente, os paineis fotovoltaicos são uma forma excelente de efectuar um PPR para a sua velhice.

O PPR energia solar, a aplicar num investimento anual de 2 paineis por ano, representando 200 contos anuais de investimento, levará a que ao fim de alguns anos evite o consumo de energia da rede eléctrica, havendo que trocar a iluminação toda por 12 volts e para os restantes aparelhos colocar um conversor para 220 V, sempre mais barato do que funcionar ao contrário.

Caso haja efectiva abertura do mercado da rede de distribuição da EDP ou outra empresa que afaste este monopólio ruinoso para o consumidor português à recepção de energia eléctrica excedentária, então teremos aqui uma forma de aumentar a qualidade de vida dos nossos cidadãos e minorar os efeitos do custo de vida numa fase em que os rendimentos serão(?) menores e apenas contributivos.




Boas energias 2008

2007-12-31T17:17:55.695+00:00

(image)