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Os livros da minha vida





Updated: 2016-09-03T11:02:39.981-07:00

 



O Leitor de Bernhard Sclink

2009-01-31T04:23:39.387-08:00

(image)
Foi a proposta do Clube de Leitores da biblioteca Municipal de Oeiras para o mês de Fevereiro. Comecei a ler sem nenhuma informação prévia, nem sequer a contracapa li.
Como disse um dos colegas de tertúlia, este livro têm os ingredientes todos: amor, paixão, vergonha, culpa, tristeza. Fez-me pensar no que sente a geração pós holocausto, como conviveram e convivem os alemães com esse peso. Será que sentem culpados pela sua história.

Ultimamente têm sido publicados vários livros com esta temática, histórias contadas por diferentes perspectivas. Deixo aqui três perspectivas diferentes deste período da história:

- A rapariga que roubava livros de Markus Zusak
- As benevolentes de Jonathan Littell
- Sétima porta de Richard Zimler
- O leitor de Bernhard Schlink



Planisfério Pessoal de Gonçalo Cadilhe

2008-10-17T10:35:04.898-07:00

(image)
Deste autor já tinha lido os livros todos, com excepção deste e por uma razão, o dancing kid tinha-me dito que era o livro mais fraco dele. Pois bem, de todos foi o que mais gostei. Talvez por ter sido das primeiras viagens que fez (ao serviço do Expresso) nota-se um certo deslumbramento, uma sensação de novidade que nos outros já não senti tanto.

Se tivesse que os enumerar por preferência seria:

- Planisfério Pessoal, sem dúvida o que mais gostei;
- África Acima;
- A lua pode esperar;
- Nos passos de Magalhães, um estilo diferente.

Informação sobre o autor.



As Intermitências da Morte

2008-10-17T07:14:53.520-07:00

(image) "No dia seguinte ninguém morreu."


Decidi ler Saramago. Por motivos profissionais tive de fazer um levantamento da sua obra. Ao pegar nos inúmeros livros deparei-me com As Intermitências da Morte. Quando este livro saiu, em 2005, fiquei com imensa curiosidade de o ler, ouvi algumas pessoas falarem do que se tratava: “E se de repente deixassem de morrer pessoas…”

Nas primeiras páginas, parei para pensar na velha e polémica questão da pontuação, e até que ponto isso estava a afectar a minha leitura. Pois bem, de facto não me chateia nada, vejo Saramago como um artista e não um escritor, tudo lhe é permitido, as palavras são a matéria prima e a obra de arte o romance, com ou sem pontuação está no seu direito enquanto artista decidir o que fazer.

Adorei ler este livro apaixonei-me por Saramago, outra vez, além da critica social camuflada, fez-me pensar o quanto importante é a morte.

Por fim, vi neste livro uma história de amor magnífica.

É um livro para saborear, ler devagar, para pensar, fechá-lo muitas vezes e parar.

Vale a pena.



Uma cana de pesca para o meu avô de Gao Xingjian

2008-10-17T07:15:21.191-07:00

(image) Alguém me deve ter sugerido este livro pois estava na minha lista de livros a ler, contudo não tinha nenhuma referência sobre o que se tratava. Só quando lhe peguei é que percebi que se tratava de contos.

Não sei dizer se gostei ou não, uns contos são mais giros que outros… mas não sou especialmente fã deste género literário. Para mim o enredo tem de ter tamanho suficiente para me envolver na história, nos personagens, transportar-me para outra dimensão. Gosto de andar a pensar no livro, no que se vai passar a seguir, ficar triste ou contente, sentir nojo. Qualquer coisa, nos contos não chego a sentir nada, quando começo a envolver-me acaba, fico sempre com uma sensação de vazio.

É um livro para se ir lendo, um conto de vez em quando no intervalo de dois livros ou para descansar de outra leitura.



História de uma Gaivota e do Gato que a ensiou a voar de Luis Sepúlveda

2008-08-14T07:16:05.898-07:00

(image)
Já várias pessoas me tinham falado deste livro, já o tinha tido na mão várias vezes mas foi daqueles que vamos adiando dia para dia sem saber muito bem o porquê.
Pois bem, um dia destes resolvi-me a lê-lo, estava na estante peguei e comecei a viagem…durou pouco 121 páginas mais precisamente.
Durante o tempo que li este livro pensei por várias vezes como se define a idade para um livro, este pode ser lido por qualquer idade, tal como a Pirata de Luísa Costa Gomes ou Nem tudo começa com um beijo de Jorge Araújo e Pedro Sousa Pereira entre muitos outros. Lembro-me que quando tinha 13/14 anos lia Lobo Antunes e o meu escritor preferido era Eça de Queirós.
Como se define a idade aconselhável para um livro, quais são os critérios, quem o define.

Quanto a “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar” gostei pela simplicidade da história, pela forma poética de escrever em prosa, um livro aconselhável a qualquer idade.



A pirata : a história aventurosa de Mary Read, pirata das Caraíbas de Luisa Costa Gomes.

2008-08-07T07:11:36.086-07:00

(image)
Gosto de piratas. Ainda mais de mulheres piratas. Desde que ouvi falar da Mary Read que tinha vontade de saber mais sobre ela. Em Julho fui ver a exposição sobre Piratas que está no Palácio Nacional de Sintra, ainda fiquei com mais vontade a conhcer melhor. Aliás quando vi pela primeira vez este livro à venda, decidi logo que o iria ler. Dois grandes motivos me levavam a isso, o meu já revelado gosto/curiosidade por Mary Read e o facto de ter sido escrito por Luísa Costa Gomes, da qual ainda não tinha lido nada.

Conclusão: gostei. Não que seja um livro brilhante mas lê-se bem, é agradável diria que bom para um adolescente. Explora pouco os personagens, não se prende com grandes descrições, é um livro rápido, em cada inicio de capítulo a autora faz um breve resumo sobre o que se segue.

Dá para se conhecer um pouco mais sobre a pirata mas sabe a pouco. Como já referi é um bom livro para recomendar a um adolescente.



Venenos de Deus Remédios do Diabo de Mia Couto

2008-10-11T12:34:35.446-07:00

(image)
Era possível desmontar este livro, esquecer o enredo, seleccionar apenas alguns excertos que ainda assim ficaria uma excelente obra.

Confesso que nunca tinha lido nada de Mia Couto, nem sequer estava na lista daqueles livros a ler mais tarde. Foi só depois de assistir a um Café com Letras é que fiquei com o bichinho. Não sei se todos os livros deles são como este, vou ter de explorar melhor. Posso dizer que Venenos de Deus Remédios do Diabo é viciante, prende desde o primeiro parágrafo:

“O médico Sidónio Rosa encolhe-se para vencer a portas, com respeitos de quem estivesse penetrando num ventre. (…)

E vamos por ai fora, com frases que nos deslumbram, que nos provocam a curiosidade, que nos deixam a pensar…

Uma pequeníssima amostra:

“Afinal, os homens são lentos países.”

“Não seremos nada enquanto governarmos o país como se fosse um quintal e dirigirmos a economia como se fosse um bazar.”

“Escutar também é falar.”

É um livro que irei oferecer, recomendar e elogiar muitas vezes com toda a certeza.


Boas Leituras!



Memórias póstumas de Brás Cubas

2008-08-07T03:09:15.696-07:00

(image)



Sobre o escritor:


José Maria Machado de Assis (1839/1908), nasceu no Rio de Janeiro, autodidata e ambicioso tornou-se uma referência na literatura de língua portuguesa. Marcado pelo romantismo do século XIX, Machado de Assis vai cortar com este estilo e inaugura o realismo no Brasil. Com várias obras publicadas e nos diversos estilos as mais conhecidas são Dom Casmurro e Memórias Pòstumas de Brás Cubas.


Memórias póstumas de Brás Cubas


“(…) Marcela amou-me durante quinze meses e onze contos de réis (…)”

Um livro genial de Machado Assis. O enredo é contado pelo defunto Brás Cubas que ao longo da narrativa vai contando a história da sua vida num tom intimista.

Brás Cubas apresenta-nos Quincas Borba, Marcela (o seu segundo amor), a Eugénia (bela mas coxa) a Nhã Loló, entre outros personagens todos eles com caracteristicas que os tornam únicos.


Vale a pena ler e reler.





O que diz Molero

2008-08-07T03:08:55.288-07:00

O que diz Molero de Dinis Machado, é um livro bem disposto com expressões populares que fazem lembrar os bairros típicos, infelizmente cada vez mais raros.

De início foi-me difícil entrar no livro, mas depois de entrar no ritmo li-o com bastante facilidade e com muitas gargalhadas. A começar pelo nome das personagens passando pelos momentos descritos, temos a garantia de momentos de humor excelentes.

Gostava de ver este livro no teatro, sei que já esteve em cena interpretado por António Feio e José PedroGomes, não imagino outros “bonecos” para estes personagens.



Amar de Novo

2008-08-07T03:08:16.064-07:00

(image) Sobre a autora:

Escritora inglesa, nascida 22 de Outubro de 1919, autora de vários livros premiados e galardoada com o Prémio Nobel da Literatura em 2007.
Fonte: Wikipédia


Amar de Novo:

Há algum tempo que andava para ler alguma coisa da Doris Lessing, visto que ganhou o Nobel da Literatura em 2007, sentia alguma curiosidade. O livro escolhido surgiu quase como uma “imposição” visto que um dos clubes de leitura a que pertenço está a lê-lo este mês.

A primeira reacção ao livro não foi boa, edição da Europa América, capa mole e qualidade do papel péssima. Pensei que com o avançar da leitura a minha opinião mudasse, mas não, encontrei perto de cinquenta erros ortográficos, frases sem sentido ou confusas, uma leitura difícil pela má qualidade.

Tudo bem os erros, as frases confusas deve-se a tradução ou/e edição mas mesmo a história em si, é pobre, os personagens pouco desenvolvidos as ligações ente eles não são aprofundadas, estive sempre à espera que acontecesse alguma coisa que desse a volta ao enredo, até ao fim não perdi a esperança que “Amar de Novo” me deixasse uma opinião positiva o que de facto não aconteceu.

Sinopse:

Depois de um interregno de mais de sete anos, Amar de Novo marca o regresso de Doris Lessing ao romance. Nele se conta a história de uma mulher que, aos 65 anos, volta a apaixonar-se.Viúva há já vários anos e mãe de filhos já crescidos, Sarah Durham é uma escritora que trabalha para um grupo de teatro londrino. Quando se apaixona por Bill, um dos actores, trinta e sete anos mais novo, e depois por Henry, o director da peça, a quem o facto de ter 35 anos confere um pouco mais de maturidade, Sarah vê-se mergulhada num estado de espírito em que o ardor e o desejo se confundem.Este romance explora as afinidades e laços que se estabelecem entre o amor, o desgosto e a depressão, as saudades da pátria e do lar. Poderia dizer-se que os dois homens por quem Sarah se apaixona, ainda que não em simultâneo, a obrigam a reviver diferentes fases da sua vida, relembrando o amor infantil e imaturo como o mais adulto e profundo.”

Voltarei a Doris Lessing, numa outra edição.
Boas leituras!