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"Sou Gente, Tenho Direitos"



Somos crianças, adolescentes, adultos, mulheres e homens que acreditam, que lutam, que se posicionam e que exigem a efetividade dos direitos previstos pela LEI 8069/90. Somos pessoas que assumem cotidianamente esse desafio, munidos de esperança, de dese



Updated: 2014-10-02T01:27:57.091-03:00

 



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2009-04-03T15:20:22.894-03:00

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Despejo Parque Cocaia I

2009-03-18T18:11:46.173-03:00

Moradores resistem à derrubada de casas no Cocaia, extremo sul de SPOntem o trator já passou por cima de mais de dez casas, mas a populaçãoresiste. Defensoria Pública entrou com liminar para interrupção dosdespejos ligados ao “Projeto Mananciais”Danilo Dara,da RedaçãoComeçou ontem (16), no Parque Cocaia I, a derrubada das casas que estão nocaminho do “Projeto Mananciais”, na região do Grajaú - extremo sul de SãoPaulo (SP). O prazo para saída das famílias expirou e os Governosmunicipal e estadual, juntos ao Consórcio Santa Bárbara, estão coordenandoas ações para remover as famílias.Ontem o trator já derrubou cerca de 10 casas no Jardim Toca, dentro doCocaia. Uma delas quase foi demolida junto com os seus moradores que,dentro da casa, tentavam em vão resistir ao trator: duas mulheres tiveramque ficar em frente à máquina para impedir que ela passasse por cima dacasa, dos pertences familiares e das pessoas que lá viviam. Depois que anotícia correu, muitos apoiadores foram ao local, e o trator interrompeu ademolição.A Defensoria Pública de São Paulo, através do Defensor Carlos Loureiro,entrou com uma liminar contra a Prefeitura para paralisar os despejos, ecom isso ajudar as famílias a ganhar um pouco de tempo para reivindicaruma alternativa digna. A tensão e a incerteza, porém, continuam.Até aqui o cenário é o mesmo de sempre em situações de despejo violento:as luzes das famílias já foram cortadas; muita gente está psicologicamenteapavorada e fisicamente machucada com o início das derrubadas de suascasas; muitos moradores, aterrorizados, já deixando seu bairro sem destinocerto (voltar a morar de favor? voltar para o norte? migrar para as ruas?migrar...?). Há várias denúncias de ameaças e constrangimentos, e umaqueixa constante da parte dos moradores: "o que nós fizemos para sermostratados dessa forma?". Com certeza, nota-se na região que diversasfamílias – incluindo muitas crianças e idosos - não conseguiram lugar parair, e se encontram numa situação-limite, o que gera possibilidade de novosatos e manifestações para manter suas moradias.Numa assembléia realizada no domingo (15), moradores pediram para quetodas as pessoas solidárias à resistência da população da região ficassematentas e, se possível, estivessem presentes no local ao longo dessesdias, junto aos despejados. O local das primeiras derrubadas fica próximoà Rua Dr. Nuno Guerner de Oliveira, na altura do número 3.700 da Av.Belmira Marin. "Diante das ameaças que sofreram, várias famílias jádeixaram a região, mas muitas continuam de cabeça erguida e conscientes deque sua dignidade e seus direitos são muito maiores que o cheque-despejopago pela empreiteira" , afirmou Rodrigo, morador da região.Velha históriaSeu Irineu chegou a São Paulo, ao bairro do Cocaia, há quase 30 anos,fugindo da seca do sertão pernambucano. Constituiu família, construiu suacasa de alvenaria com suas próprias mãos, o que lhe deixava orgulhoso.Junto à esposa, criou seus oito filhos, “à custa de muito trabalho esacrifício”. Numa quinta-feira no início de 2009, recebeu a visita de umapessoa que se dizia assistente social da prefeitura, e que prometiabenfeitorias para a comunidade. Seu Irineu conta que ela pegou seu nome,documentos, e “disse que eu devia assinar um cadastro. Era muito simpáticaa moça, de fala bonita”.Menos de uma semana depois, viu uma agitação, um falatório, umaaglomeração. Aproximou-se, e lá estava a mesma mulher num palanque,dizendo para todas as pessoas, reunidas num campinho de futebol enlameado,que eram obrigadas a deixar suas casas num prazo de dez dias, que eraminvasores, que tudo ali seria derrubado. “E como fica nossa situação?”,questionou seu Irineu.“'Um cheque de 8 mil reais: é isso, ou sair sem nada!', foi o que disse amulher”, relembra Irineu. Ele conta ter visto muitos moradores confusos,os quais, com medo, aceitaram o cheque que já vinha com o nome de cada um,assinado pelo “Consórcio Santa Bárbara”. “'A pref[...]



Mobilização pela Moradia!

2009-03-14T21:29:21.275-03:00

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2009-03-02T16:16:54.010-03:00

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(continuação) Pequeno diário escrito em dois dias (e em 16 rodas - risos) - Por Fernanda Vargas

2009-03-02T16:16:43.064-03:00

Terceiro dia...29 de janeiroRepenso nas sensações deste Fórum... Repenso de quais fluxos estaria constituído... mas sabia apenas fazer algumas perguntas.Qual seria o impacto deste encontro sobre os tantos moradores desta cidade?Imaginava quantas pessoas, especificamente, homens e meninos, especificamente negros teriam sido presos em ‘precaução’ roubos. Rótulos dessa nossa pseudo-segurança de cada dia.No Seminário Internacional de Justiça Juvenil, estas cores aparecem em números. Pela fala de Roseno, Lurdinha trouxe as noticias: A prisão e aproximadamente 300 pessoas, dentre eles cerca e 200 adolescentes. Por outro lado Celina, apurando os dados ressalta que este não necessariamente é fator de indignação para esta população... Talvez, assim como em nossa Formula 1, este seja também um dia de festa, apesar de nesta grande festa poucos entrarem. Por este dia haverão ruas a ser ocupadas pela população. Por este dia alguns ‘suspeitos’ serão retidos e revistados. Por este dia uma garagem alugada. Por este dia talvez mais alguns trocados. Pequenas grandes contradições.No final do Seminário os participantes escrevem e assinam um manifesto (matéria “O liberal).Após tacacá e tapioca:Quais são as relações que estabelecemos em um intercambio? Quais as potencias possíveis? Tais questões permeararm as falas dos presentes na pequena e quente sala debatiam as redes de A Cooperação Internacional atravez do Intercambio de pessoas. Representantes do MST, CMP, Agência Suíça para o Desenvolvimento e a Cooperação (Cosude), E-Changer e entre eles Frei Betto, que com sua prosa simples acalentou de forma especialissima a conversa. Não vou esquecer da sabedoria das formigas.Concluímos sim.Neste Fórum caminhamos. As distâncias grandes entre universidades, entre atividades. O calor intenso e cada passo fazendo suar ainda mais. As chuvas diárias e cuidado com nossos bonecos de pele de papel. Andamos. Andamos. Andamos. Não conseguimos participar de tantas atividades quanto prevíamos, pois no caminhar as atividades se constituíam nas interações com cada um que se interessava em conversar com os bonecos e conhecer suas histórias...E a noite passear pelas ruas da Rural onde o acampamento está. Andar. Andar. Andar. Da manhã até a noite. Até encontrar pessoas de cavalo tatuado na alma, não os macaco prego de Robertinha e Glaucia, mas o macaco indiano e suas histórias delicadas. Essas fronteiras comunicantes e seus fluxos. Essa terra do nunca existirá? Sei apenas que em volta da fogueira da Paz cantei, dancei e sorri.RetornoQuando o Fórum seria findo, voltar com os companheiros do Movimento de Moradia se fez muito especial. Dona Olga puxando a reza de agradecimento e os cantos de luta, Alê, André, Getulio, Yuka, Camille, Ribamar, Gilmar, Nei, Cássia marcam o retorno a casa.[...]



Pequeno diário escrito em dois dias (e em 16 rodas – risos)

2009-03-02T16:16:32.794-03:00

A janela e o violãoQuando o motorista anunciou o trajeto: São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Belém, tomamos pé de quão longa seria a viagem. Ivone, Liliane e eu partimos. Com previsão de três dias viajaríamos junto ao Movimento de Moradia, outros parceiros do movimento e nossos quatro bonecos na bagagem. A viagem na verdade, salvo os pés inchados e posições difíceis de achar para um cochilo, foi tão boa e tão mais rápida que imaginávamos.Foram muitas as águas deste fórum. Águas vigorosas. Ora fortes e alegres. Ora profundas e tristes. Mas sempre vigorosas. Sabia já que este era o mês das águas. O rio Guajará e o porto do cais. O rio Guamá torneando as curvas das universidades, Federal e Rural. Os sapos cantarolando a noite entre os brejos. Os muiraquitãs. Rios terra. E chuvas, chuvas diárias e fortes, rápidas, longas. Intensas. Mas nem só dessas águas fez-se este Fórum Social Mundial.Sua diversidade de emoções, sim, ultrapassa as diversidades lingüísticas. Marcha pela paz – Abertura do FSM Muitos sons.A energia das meninas de Emaús, que saltitam vigorosamente em gritos decorados e coletivos. Fortes presenças. Também confesso que me surpreendi de maneira engraçada ao ver, por exemplo, de um lado os batuques fortes e sensuais do tambor de criola e ali rente ao lado o rapaz sentada de pernas cruzadas, olhos fechados a meditar, como se estivesse no topo e uma montanha. Silêncios e barulhos. Muitas cores.A bandeira GLBTI mesmo traz muitas delas.Assim como a linda bandeira Aymara. Assim como sementes e pinturas dos indígenas da Amazônia. Cores... No meio destes gritos e cores fica Belém como a terra das cachoeiras urbanas (parodeando quem está na bera). Sim, pois suas chuvas intensas molharam essa marcha e fecundaram o inicio deste FSM.Eu, ainda querendo sentir tudo isso, tudo que acontecia. De que fluxos se constituíam aquele gigantesco encontro? Era apenas o início.A noite, Lavarello, Liliane, Ivone e eu nos encontramos com nossos companheiros de duas rodas: Cadu, Roberta, Rodrigo e Daniel e suas magrelas.Eles viajaram dois dias para chegar ao FSM e aqui estão...28 de janeiro - São quatro os bonecos e cada um traz uma história pra contar.Andar com os bonecos nos ombros foi de fato uma maratona. O calor intenso parecia duplicar a força para pegar o ônibus e caminhar nas extensas ruas das duas universidades (UFPA e UFRA - apelidadas de Federal e Rural). Assim como a Maria, da lata d’água na cabeça saímos a conhecer (parte do) espaço, intervindo com os bonecos pelo próprio caminhar. As reações diferiam a cada momento, dependendo do espaço e passantes do lugar.“Uma vez perguntaram ao Gandhi o que ele achava da democracia ocidental e ele respondeu: Seria uma boa idéia. Eu acho que se perguntássemos a muita gente hoje sobre a justiça a reposta poderia ser a mesma. Porque muito mais da metade da população do mundo não é sujeito dos direitos humanos, é o objeto. É o objeto dos nossos discursos, das nossas organizações, dos nossos movimentos e eles sim são sujeitos e querem ser sujeitos de direito. É dessa realidade que temos que partir”. (fala de Boaventura, no início da mesa)Boaventura de Sousa Santos e Sérgio Leitão Paramos na sala que teria a mesa sobre a Justiciabilidade dos Direitos Humanosprincipalmente pelo sotaque português de Boaventura. Lá encontramos também Sergio Leitão (Greenpeace), Flávia (RENAP- Rede Nacional de Advogados Populares) e Andre (Terra de Direitos). Chegamos e além dos bancos intervimos a partir dos bonecos no espaço do auditório. Sobre a necessidade de se reinventar o direito. http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15542&editoria_id=5 - Artigo da Carta Maior.http://tresnoforum.wordpress.com/2009/01/29/a-quem-serve-o-direito-no-brasil/#comment-36 - Blog das meninas que encontramos nesta atividade e estavam realizando uma cobertu[...]



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2009-03-02T16:16:21.884-03:00

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A partir de São Luiz do Maranhão, Roberta completou o quarteto em 2 rodas no dia 19 de janeiro. De lá eles seguem até Belém-PA.


Já nesse fim de semana, saíram do CEDECA Interlagos mais 5 colegas de trabalho rumo ao Fórum Social Mundial. Liliane, Fernanda Vargas, Ivone, Djalma e Fernanda Lavarello. De bicicleta, ônibus e avião, lá eles se encontram com Daniel, Cadu, Rodrigo e Roberta.


Mais notícias dessa viagem de 2 rodas e do FSM: http://www.fsm2rodas.blogspot.com/http://www.forumsocialmundial.org.br/



Contagem regressiva para o FSM...

2009-03-02T16:16:10.685-03:00


A partir de São Luiz do Maranhão, Roberta completou o quarteto em 2 rodas no dia 19 de janeiro. De lá eles seguem até Belém-PA.Já nesse fim de semana, saíram do CEDECA Interlagos mais 5 colegas de trabalho rumo ao Fórum Social Mundial. Liliane, Fernanda Vargas, Ivone, Djalma e Fernanda Lavarello. De bicicleta, ônibus e avião, lá eles se encontram com Daniel, Cadu, Rodrigo e Roberta. Mais notícias dessa viagem de 2 rodas e do FSM:http://www.fsm2rodas.blogspot.com/http://www.forumsocialmundial.org.br/



Na garupa para o Fórum Social Munial 2009

2009-03-02T16:16:00.315-03:00

Para quem anda de bicicleta, um desafio...
Para quem não pedala, histórias inimagináveis...
Para quem quer mudar o mundo, o Fórum Social Mundial 2009.
Dois colegas de trabalho do CEDECA Interlagos, nesse momento, pedalam de Fortaleza - CE até Belém – PA, onde acontecerá o Fórum Social Mundial 2009.
Com notícias, fotos e perrengues da viagem, vamos com eles através do blog: http://www.fsm2rodas.blogspot.com/.
Desejamos para eles...
...força e um grande abraço. Saudades.
Acompanhe também essa galera em duas rodas
para o Fórum Social Mundial 2009



Saraus das Comunidades

2009-03-02T16:15:46.035-03:00

Evento que a comunidade pode mostrar sua criatividade de varias formas, seja: dançando, cantando, recitando poesia, gritando sua magoas, alegrias entre outros sentimentos que permeiam a vida do ser humano.

Pensando nessa variedade de formas de expressão, fomos para as ruas da zona Sul da Cidade de São Paulo realizar, em cada comunidade de atuação do CEDECA Interlagos, um Sarau.

Eles aconteceram nas comunidades do Rio Bonito, Vila São Jose, Jd.Presidente, Jd.Beatriz e Vila Rubi, no meio da rua, um lugar onde a comunidade inteira pudesse participar.

Nesses Saraus tivemos Apresentações de grupos de Musicais da região, exibições de filmes ao ar livre, exposição de fotos feitas pelos adolescentes do bairro e graffit.

Os Saraus contaram com a participação das comunidades em todo o processo desde a construção do evento até o dia do evento.



Consciência Negra!

2009-03-02T16:15:37.372-03:00

20 de novembro “Dia da Consciência Negra” dia para reflexão nacional de um país onde o racismo é escondido, no qual os grandes quilombos estão maquiados com as falsas propostas de um estado justo e de igualdade social.

Dessa falsa proposta, o CEDECA Interlagos foi para as ruas do extremo sul da cidade de São Paulo onde “o filho chora e a mãe não vê”. Realidade em que todo tipo de discriminação racial acontece e ninguém intervém.

É, vivemos nos grandes quilombos do século XXI onde basta ser negro, pobre e morador da periferia, para todos os seus direitos serem cruelmente violados, sem direito de chorar e muito menos gritar para o mundo inteiro ouvir que lutamos pela igualdade social.

O evento foi realizado no dia 15/11 na Praça João Beiçola, localizada no Jd. Primavera. A idéia era fazer uma sensibilização para o Dia da Consciência Negra e resgatar alguns pontos com a comunidade em relação ao direito que as crianças e jovens desta região tem ao lazer e a cultura, apontando o descaso do Estado para com esses temas.

No evento, montamos uma exposição de diversos Bonecos em tamanho real, com placas contendo informações estatísticas a respeito da realidade da população da região, divulgamos a campanha “Sou gente, tenho direitos”, pelos 18 anos do ECA, e promovemos um festival de futebol. Esta intervenção causou um impacto bastante significativo na comunidade. Nas falas que foram feitas no microfone e no Megafone, as pessoas que estavam de passagem pelo local perguntavam coisas do tipo “Quem é ZUMBI dos Palmares?” Questão como essa em um país como o Brasil, em que a maioria da população é de origem negra, denuncia a falta de reconhecimento de sua própria história.

No Capão Redondo, região próxima ao Jardim Primavera, na Zona Sul, existiu o maior quilombo do Estado de São Paulo e ninguém parece saber dessa história no presente. Por isso, continuamos a acreditar e ressaltar as memórias das comunidades. Esta é a riqueza da periferia, onde as lutas começaram e não podem ter fim. São histórias que dão significado à luta pelos Direitos, pela igualdade social e um país justo.




Quais são as conseqüências do evento milionário da Formula 1 dentro do cotidiano das diversas comunidades de Interlagos?

2009-03-02T16:15:24.596-03:00

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Essa é uma das perguntas que os adolescentes da região de Interlagos se fazem. A partir delas, o CEDECA Interlagos promoveu discussões com eles, na organização da exposição “Formule-se”, para o fim de semana do Grande Prêmio de Formula 1.

A organização consistiu na produção e graffit de carrinhos de rolimãs e vídeos do trabalho realizado que durou três semanas, nas comunidades da Vila da Paz e Jardim Cristal. Através de um paralelo entre a corrida de carros (Formula 1 e rolemãs) e a correria ansiosa do dia a dia, a exposição incluiu também os já conhecidos bonecos em tamanho real e a reprodução dos vídeos da produção dos carrinhos, além de documentários diversos sobre a infância, cultura, movimentos sociais, adolescência. Isto para dar luz às questões veladas pelo ritmo de vida que nos é imposto, nos tira a sensibilidade e nos trata como máquina.

Durante a Corrida de Formula 1, acompanhamos a grande fila e os passantes do lado de fora, no dia anterior e no dia da corrida (02/11/08). Madrugada adentro, diversas pessoas tiraram fotos, elogiaram o “Formule-se” e pediram para andar nos carrinhos de rolemãs. Porém, pouco se andou neles, pois o combinado geral era evitar qualquer situação de conflito com a polícia. Especialmente perante os jovens da região, que convivem com a situação diária de violência policial.

Pensamos também que a intervenção pode ter se constituído para as crianças e adolescentes da região, presentes à corrida, um espaço de reconhecimento e expressão; dentro da comunidade e para o público da Formula 1, dos seus sentimentos de exclusão em meio um evento mundial. No fim, os meninos levaram seus respectivos carrinhos para casa.

A intervenção deu seu recado e deixa as questões:

O que o investimento público feito para o evento deixa de raízes sociais e econômicas para a comunidade do entorno?

Como é escutar de fora dos portões o som dos motores das Ferraris, MacLarens...? Qual é a emoção de não assistir a corrida?

Como é ver as ruas reformadas e a segurança pública ostensiva uma vez por ano? E essas ruas bonitas e a multidão de policiais... quando eles vêm para atender a comunidade?



O CEDECA Interlagos esteve na Formula 1

2009-03-02T16:15:10.647-03:00

A partir da oficina de rolimãs com as crianças da Vila da Paz e Jardim Cristal, expomos os carrinhos montados e pintados. A exposição aconteceu na rua Jacinto Júlio, rua dos portões de entrada para o autódromo.[...]



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2009-03-02T16:14:58.579-03:00

Intervenção - SEMANCA - 18 anos do ECA

508 anos de direitos humanos violados expressos no culto à estátua do Borba Gato na Avenida Santo Amaro em SP.
10 jovens, coordenados pelo artista plástico Everaldo Costa no Projeto R.U.A.S. do CEDECA Interlagos produziram três índios com aproximadamente 3 m de altura.
As esculturas foram colocadas na frente da estátua numa manifestação política pacífica para sensibilizar as pessoas acerca dos desafios do 18º aniversário do ECA.
Toda equipe de trabalhadores/as do CEDECA Interlagos esteve na manifestação com panfletagem, abordagem às pessoas na rua, sensibilização de passantes em carros e ônibus.
A Campanha "Sou Gente, Tenho Direitos" foi uma das grandes bandeiras neste dia!

Veja abaixo imagens.

Imagens: Douglas Mansur



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2009-03-02T16:14:40.363-03:00

Jovens e artista plástico que produziram as esculturas Esculturas produzidas Jovens Aderindo à Campanha... [...]



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2009-03-02T16:14:11.351-03:00

18 anos de Estatuto da Criança e do Adolescente!
13 de Julho de 2008.



É hoje, agora, pra já! Venha participar!!!

2009-03-02T16:13:53.167-03:00

Mobilização pelos 18 anos do ECA - CEDECA Interlagos

Acontece hoje a mobilização do CEDECA Interlagos, com o SEMANCA, evento que trás à tona os desafios do 18º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente.
Hoje será na Estátua do Borba Gato, após as 13h.
Manifeste sua indignação com mais de 500 anos de violação de direitos no marco municipal de culto à dizimação da cultura indígena.

Onde? Avenida Santo Amaro - Estátua do Borba Gato
Que horas? A partir das 13h

Intervenção com esculturas produzidas por jovens e pelo artista plástico Everaldo Costa.



Campanha "Sou Gente,Tenho Direitos"

2009-03-02T16:13:28.908-03:00

CAMPANHA "SOU GENTE, TENHO DIREITOS" CHEGA AO RIO GRANDE DO NORTE!!!O Estatuto da Criança e do Adolescentena sua plenitude juvenil...18 anos do ECA.Caso fossemos falar sobre o aspecto humano diríamos que o ECA está em “fase peculiar de desenvolvimento”, porém por não ser humano e sim uma Lei que regulamenta o direito da criança e do adolescente, destaca-se no âmbito jurídico sua idade legal, mas ainda carece de ser reconhecida/aceita pela sociedade/humana. Recorta-se do ECA o capítulo 7º “A criança e o adolescente têm direito à vida e à saúde mediante a efetivação de políticas públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.” Nada melhor quando se fala sobre vida se iniciar pelo o nascimento/raiz, interessante fazer a analogia entre a planta/criança que enquanto semente germina, cria raízes que podem ser resistentes ou enfraquecidas dependendo dos cuidados que lhes foram dados desde a germinação, assim é a semente/criança, suas raízes são o sustentá-lo para a vida em sociedade. Mediante a afirmação vale destacar questões na pretensão de que adultos já constituídos, compreende-se que já os são, façam uma análise crítica sobre a atenção e o cuidado que destinamos a formação moral e social da infância: cuida-se da semente/criança, possibilitando-lhe as condições ambientais, sociais e afetivas para que se possa vê-la crescer com sustentáculos fortalecidos? Rega-se com o cuidado necessário, sem falta e sem excesso para que a mesma se desenvolva em harmonia? O terreno aonde se sustenta e se desenvolve é adubado com carinho e tem as condições essenciais para seu desenvolvimento pleno?Avalia-se que as respostas às questões ora formuladas, são negativas diante do cenário social que se vive, todavia se cuidarmos da semente desde a germinação e ao longo do seu desenvolvimento; flores e frutos virão, poderemos ter conforme Santos(2001) uma excelente colheita, pois “...para chegarmos à matriz da vida é preciso cuidar da semente...”. Condena-se o ECA pelos frutos amargos, esquecendo-se de que não regaram e nem adubaram, ou seja, não fomos conforme Winnicott “suficientemente” bons. Diante da incompletude do fruto/criança buscam-se o culpado por sua acidez, por não encontrarmos a docilidade desejada. Assim em mais um aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente/ECA, na transitoriedade entre adolescente/jovem, crê-se que se pode rever o cuidado e a proteção essenciais ao desenvolvimento humano; ainda se pode garantir e fazer acontecer a universalidade do direito a cidadania que conforme Freire(1996) “...não se constrói apenas com sua eficácia técnica mas também com sua luta política em favor da recriação da sociedade injusta, a ceder seu lugar a outra menos injusta e mais humana.” É urgente assumirmos a função de cuidadores e de protetores enquanto adultos primando pela semente/infância para não ser preciso colhermos frutos ácidos. Célia Valentim, pedagoga do CEDECA Casa Renascer, especialista em psicopedagogia clínica e institucional/UFRN e em violência doméstica contra criança e adolescente/LACRI-USP.Referências:FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra. São Paulo,1996.Fonte: Ano I - Julho - nº 1 - www.cedecacasarenascer.orgAgenda de Mobilização:Dias: 13 de julho a 12 de agostoVeiculação da campanha“Sou Gente e Tenho Direitos”Local: ônibus urbanos da capitalDias: 10 e 11 de julhoSeminário do PAIRPré- lançamento da Campanha “Sou Gent[...]



SEMANCA 2008

2009-03-02T16:13:11.521-03:00

(image) Clique nas imagens para ampliar

(image)














Chamado às ruas...

2009-03-02T16:12:59.807-03:00

Na próxima semana estaremos chegando às ruas com novidades e intervenções...18 anos do ECA e o que temos a dizer?O que temos à comemorar?Desafios? De quem? Para quem?Você faz parte!Fique de olho e aguarde, todos/as estão convidados/as!!!Faltam poucos dias![...]



Direitos Humanos, arte, cultura...

2009-03-02T16:12:36.539-03:00

(image) Clique na figura para ampliar

Oficina Movimento Cultural
Bandas: Oficina da Rima e Brando´m Bando
Delenda Est Imperium
Natural SPRTL
DESARM - Banda Anarcopunk da Colômbia

Palestra sobre DIREITOS HUMANOS NA COLÔMBIA!

Dia 05/07/08, a partir das 12h no Espaço Novo Movimento - CEDECA Interlagos
Rua Nossa Senhora de Nazaré, 51 - Cidade Dutra
Tel. 5666-9861
"Sou Gente, Tenho Direitos", pelos 18 anos do ECA.
Participe da construção da bandeira que será utilizada em intervenções!



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2009-03-02T16:12:17.717-03:00




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2009-03-02T16:12:03.759-03:00

(image)
Em 13 de Julho de 1990...

...nascia o Estatuto da Criança e do Adolescente -eca.
Lei 8069/90.

Filho do movimento popular.
Filho da luta por direitos humanos de crianças e adolescentes.
Responsabilidade da sociedade civil, da comunidade e do Poder Público.
Nasceu!
Deste longo parto, veio já com expectativas de todas e todos que souberam de sua mais nova existência.
Como todo nascimento, merecedor de comemorações e alegrias, depois de uma conturbada gestação em meio à repressão e a ditadura. Resistiu e nasceu.
Tendo como marca de nascença, a Convenção Internacional da Criança, tratado de direitos humanos de maior adesão no mundo, marco universalista na reafirmação de que toda e qualquer criança, de que todo e qualquer adolescente é sujeito. Nem maior, nem menor, mas sim pessoa, mas sim gente!
Vem crescendo a mingua, infelizmente, alimentado pelas mazelas sociais, pela indiferença, pela impunidade e desigualdade social.
Contudo, na contramão, existem aqueles que acreditam e que lutam, que se posicionam e que exigem a efetividade dos direitos previstos pela LEI 8069/90.
Esses homens e mulheres que assumem cotidianamente esse desafio estão munidos de esperança, de desejo de mudança, de crença na transformação e na mobilização popular.
Este ano, o ECA completa 18 anos.
Comemoramos seu trajeto de luta até aqui, no entanto percebemos o ranço de códigos estigmatizantes anteriores no dia-a-dia, por exemplo, dos periódicos e noticiários brasileiros, que muitas vezes coisificam a criança e o adolescente.
Assim, reafirmamos que tão importante quanto comemorar é aliar-se a possibilidade de termos crianças e adolescentes tendo seus direitos garantidos todos os dias e por isso ecoaremos por ruas e vãos da cidade: “Sou gente e tenho direitos!”.
E essa possibilidade só se concretizará quando todos assumirem seu papel e sua responsabilidade. Não podemos aceitar realidades violadoras de dignidade.
Não podemos esperar mais 18 anos para acordar e perceber que nas ruas, vielas, comunidades, nas periferias estigmatizadas e nos condomínios de luxo subestimados existem crianças e adolescentes com seus direitos violados! Dignidade! Vida, Saúde, Alimentação, Educação, Esporte, Lazer, Profissionalização, Cultura, Liberdade, convivência familiar, e comunitária. Respeito!
Garantindo a não-discriminação, a participação, a condição de sujeito social de direitos e o interesse superior da criança e do adolescente.






Expressão, cultura, direitos e comunidade!

2009-03-02T16:11:47.706-03:00

Sou Gente e me expresso...

(image) Tenho direito ao lazer,
(image) à convivência familiar e comunitária,

(image) Direito à expressão...


(image)
Direito ao respeito, à dignidade...


(image)
Direito ao esporte...

(image) Direito à cultura...

(image) Sou Gente, Tenho Direitos!
*Intervenção realizada na comunidade da Vila da Paz.




SOU GENTE TENHO DIREITOS - Evento NIGGAZ

2009-03-02T16:11:24.697-03:00

(image) (image) (image)
O evento NIGGAZ aconteceu em um fim de semana, dias 17 e 18 de maio, com a participação de vários artistas que se expressam pelas ruas de São Paulo...
Nossa campanha pegou carona e deixou sua marca, sempre com o intuito de promover direitos humanos de crianças e adolescentes sejam eles: educação, cultura, lazer, convivência comunitária...