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Marketing das 17h





Updated: 2016-05-20T03:23:07.284-05:00

 



E-agora? Empresas do Século XX, Profissionais do Século XXI

2010-09-20T14:50:20.763-04:00



Uma coletânea de textos e artigos produzidos com exclusividade para a 3ª Edição da Revista A Bordo da Comunicação, sobre o tema "E-agora? Empresas do Século XX, Profissionais do Século XXI".

Como revisora da Revista afirmo, com orgulho, que a 3ª Edição está repleta de conhecimentos atualizados e ricas informações. Vivemos a Era Digital cada vez mais engajados em atualizar nossos conhecimentos e atitudes à medida que a Web invade nossas vidas pessoais e, especialmente, nosso cotidiano profissional. 

A Geração Y, os jovens deste século, busca muito mais do que retorno financeiro, quer ser a diferença e o talento das empresas que possuem uma visão em tempo real. Com profissionais do século XX se adequando às novidades e trazendo para perto a vontade de crescer dos Profissionais do século XXI.

"A diferença está em fazer a diferença" é tão clichê, mas, cada vez mais, verdadeiro e possível.

Faça já o download da Revista A Bordo #3 e saiba o que estudantes e especialistas dissertam sobre o assunto. 

@liviabrito

       



A neutralidade no gerenciamento de conflitos.

2010-08-02T11:05:53.225-04:00


Uma das principais características de um líder é saber como manter o controle e permanecer neutro, independente do grau de relacionamento que exista entre os colaboradores. Sendo assim, a maior dificuldade organizacional de um líder ou de um colaborador influenciador é gerenciar conflitos. Lidamos com diferentes perfis profissionais e é preciso saber negociar e, o mais importante, ser justo. Para tanto, devemos agir com razão e cautela.

Muitas vezes é preciso olhar de fora para desvincular toda e qualquer emoção existente na hora de tomar uma decisão. Decisões que podem alterar os relacionamentos interpessoais, pois nem todas as pessoas conseguem ser impessoais diante de uma crítica ou advertência. É neste momento que o líder coloca em prática a inteligência emocional e social, para que um conflito gerado não tome proporções exageradas e fuja do controle.

Ao tomar uma decisão o líder deve permanecer neutro e gerenciar com o auxílio dos colaboradores envolvidos. Incentivar a reflexão sobre as atitudes profissionais e pessoais, reconhecer as boas virtudes para que sejam desenvolvidas no ambiente empresarial. Saber falar, expressar o descontentamento diante de uma atitude mal direcionada e, especialmente, o líder deve reconhecer os seus erros. Essas percepções fazem parte da Inteligência Emocional e Social do líder, ou de um colaborador influenciador.

São atitudes importantes no gerenciamento de conflitos, para que não sejamos injustos ou severos demais nas decisões. O feedback positivo está na percepção e nas atitudes do líder, que não deve esperar uma resposta satisfatória de seus liderados se não estiver presente e mostrar-se interessado em solucionar os problemas. 

Sejamos mais do que Gestores, sejamos Sustentáveis.



2ª Edição Revista A Bordo da Comunicação

2011-07-31T19:48:31.661-04:00

 clique na imagem para fazer o download da Revista

Leia a revista A Bordo da Comunicação e saiba como proteger a sua imagem da opinião pública nas mídias sociais

O blog A Bordo da Comunicação lança a segunda edição de sua revista, com o objetivo de desenvolver o tema “Imagem e Opinião Pública nas novas mídias sociais”. Para tanto, conta com artigos de profissionais da área de comunicação e abre espaço para que os alunos possam divulgar suas ideias.

A comunicação exerce um poder de equilíbrio, desenvolvimento e expansão, esses poderes representam para a humanidade uma conquista e um desafio. Conquista, na medida em que propicia possibilidades de difusão de conhecimentos e desafio na propagação de informações em uma proporção antes inimaginável.
Desta forma, o blog A Bordo da Comunicação, no ar desde abril de 2009, com a ajuda cada vez maior de seus leitores consegue informar sobre Comunicação e principalmente Relações Públicas nas segundas, terças, quintas e sextas-feiras.

A segunda edição da revista A Bordo da Comunicação traz a visão da imagem e opinião pública nas novas mídias. Com referências para que a comunicação pública possa ser entendida como uma rede, simbolicamente constituída a partir de temas relevantes para o interesse público, de caráter transitório ou permanente. Com os temas relacionados à inovação, ao poder e aos desafios dos tempos modernos assumidos por organizações privadas, ONGs, instituições públicas, sistemas educacionais etc., e os temas da agenda de sustentabilidade e responsabilidade social, principalmente sondados no ambiente da web 2.0.

Como sabemos, o A Bordo da Comunicação foi desenvolvido por alunos e tem em mente que todos possuem conhecimentos relevantes para transmitir. Por este motivo, abre espaço para divulgar artigos escritos por alunos. Os artigos deverão ser relacionados com o tema da revista.

A próxima edição da revista contará com o tema “E-agora? Empresas do século XX, profissionais do século XXI”.  Para mais informações entre em contato pelo email: revista@abordodacomunicacao.com.br ou siga o blog no Twitter: @blogabordo.

@liviabrito
Revisora.



O Novo Marketing: relacionamentos online, resultados reais.

2010-06-04T12:12:42.105-04:00

Vivenciamos novos processos de comunicação, informação e relacionamento sustentados pelas mídias digitais, especialmente pela Web 2.0. Essa constante obriga os especialistas e recém profissionais a procurar por soluções inovadoras. A Web 2.0 se tornou por si só uma inovação para as campanhas de marketing, para tanto os marketeers inovam, também, suas visões mercadológicas.Em primeiro lugar, é preciso rever o comportamento dos consumidores que embarcam na era digital, afoitos pelo convívio nas redes sociais e websites repletos de entretenimento e conteúdo. Consumidores que buscam muito mais do que informações, desejam trocar conhecimento e ter relacionamento ativo com empresas, marcas, blogs corporativos e amigos virtuais. É o que muitos têm chamado de engajamento social. A sociabilidade é uma das variáveis proporcionadas pela Web 2.0, e o engajamento social permite que as transações online pareçam reais, formando críticos, especialistas, internautas, blogueiros e geradores de conteúdo. Alex Lima diretor de Marketing da agência Glóbulo, situada em Florianópolis/SC, acredita que a principal mudança, com a Web 2.0, “tenha sido comportamental”. Mudou-se o foco estratégico, afirma Alex, de produtores de conteúdo para troca de conteúdo, pois receber e trocar informações são atualmente tão importantes quanto apenas enviar. A necessidade de se relacionar modificou as mídias digitais. Hoje são consideradas o centro de uma campanha, pois são flexíveis, confiáveis, agregadores, interativos, pessoais e a mensagem sempre se transforma em uma troca. O diretor de marketing da Glóbulo acredita que “uma base, mesmo que pequena, onde se cultiva uma troca verdadeira é muito mais importante do que um número gigantesco de dados desconhecidos.” Neste contexto, os blogs corporativos oferecem uma gama de informações e interação cujos conteúdos são relevantes e encantam o leitor com a usabilidade; como por exemplo o Blog da Glóbulo, que contém informações sobre a agência e sobre o mundo da comunicação.  Você deve estar se perguntando: “cadê o marketing?”Como sabemos o marketing é a atividade que gera sintonia entre a marca e o cliente, planeja os objetivos de comunicação com a finalidade de entender e encantar o target. Sendo assim, se o consumidor é a ponta do iceberg para os profissionais do marketing, nada mais natural que os clientes reais e potenciais sejam seguidos por meio das redes sociais. Portanto, o marketing observou na ferramenta Web 2.0 a necessidade de fragmentar a comunicação tornando-a cirúrgica e contínua, pois não é possível terminar o diálogo com o cliente ao longo do tempo. Neste contexto, a polivalência do meio digital e sua capacidade evolutiva proporcionam presença online para o consumidor. Sendo assim os consumidores se transformam em mídias confiáveis, os quais carregam a mensagem da marca. Quanto às redes sociais, Alex Lima atribui o amplo espaço que tomou na vida das pessoas como a exclusão de formulários pré-definidos; a aproximação com marcas, pessoas e empresas com agilidade e mais contato, estrategicamente bem utilizadas, e principalmente com uma mensuração de resultados muito mais fiel. Diante da amplitude de conteúdo, informação e redes sociais cabe mencionar uma ferramenta que possibilita “afunilar” o banco de dados. O Marketing Funnel promove aos profissionais a mensuração de resultados e direciona o leitor ao objetivo principal, na própria ferramenta online. É o conjunto de ações implementado em um site que visa aumentar a taxa de concretização do objetivo. Se o objetivo for vender mais produtos, então são todas as técnicas e ações colocadas em prática para vender mais produtos. O mesmo se passa com os blogs que ambicionam popularidade e subscritores. Neste contexto é possível perceber o leitor, cliente, consumidor, empresas e marcas como seres únicos e dotados de conteúdo e prontos para tro[...]



A pesquisa de marketing nas decisões estratégicas

2011-07-31T19:49:20.830-04:00

Publicação no A Bordo da Comunicação.


@liviabrito
@blogabordo



Primeira Edição Revista "A Bordo da Comunicação"

2010-04-26T08:27:32.168-04:00




Peça seu exemplar pelo email revista@abordodacomunicacao.com.br



Conceito do dia.

2010-03-12T10:58:03.025-04:00

O Marketing é apaixonado por pessoas, mercados e comunicação. É o saber, o fazer e o analisar motivações e emoções que levam os consumidores às compras.



Lívia Brito.



Fórum Presencial - A Bordo da 2.0 Web Corporativa

2010-03-04T13:07:25.427-04:00

O Blog A Bordo da Comunicação tem como finalidade manter os leitores por dentro do mundo da comunicação, principalmente no das Relações Públicas.Durante a semana postamos matérias sobre diversos segmentos da comunicação, abrangendo desde mídias e tecnologias até dicas para negócios e profissões.Dentro deste contexto da comunicação, no próximo dia 18 de março realizaremos um fórum presencial com o intuito de propiciar um ambiente de compartilhamento sobre temas de grande relevância, buscando discutir questões ligadas à comunicação na atualidade, e com isso contribuir para o desenvolvimento da mesma.O primeiro evento organizado pelo A Bordo da Comunicação discutirá Web 2.0 Corporativas, visando a aplicação efetiva dos recursos digitais - especialmente as mídias sociais - nas estratégias de comunicação e ressaltando como essas poderosas ferramentas podem ser utilizadas a fim de resultados eficientes na prática da Web. Contaremos com palestras de profissionais e acadêmicos na área de Comunicação Digital como Mauro Segura » Gerente de Comunicação e Marketing da IBM Brasil; Carolina Terra » pesquisadora na temática das novas tecnologias de comunicação e coordenadora de comunicação corporativa do site de e-commerce Mercado Livre – Lígia Dutra » administradora, gestora do e-commerce da NKStore, evangelizadora e representante do byMK, professora da ESPM no curso Passo a passo da inovação no comércio eletrônico e idealizadora do Bate-papo sobre e-commerce; e Gil Gilardelli - Co-fundador da agência Gaia Creative, Justmail do Board da Amanaie e Startupi e coordenador de cursos na ESPM de Ações Inovadoras em Comunicação Digital e Startups. Além de uma mesa-redonda para perguntas e debate com os palestrantes.O público alvo deste evento são os alunos dos cursos de Comunicação Social de diversas Universidades da Grande São Paulo, profissionais atuantes, agências e empresas ligadas à Comunicação, principalmente Relações Públicas.Objetivos - Reunir profissionais do mercado e da academia. - Discutir sobre as Relações Públicas e “Web 2.0 Corporativas”.O Evento:A Bordo da Web 2.0 CorporativaProgramação18 de março de 201014h30 Welcome Coffee.15h00 Início das palestras- Migração da IBM para uma comunicação colaborativa. Palestrante: Mauro Segura- Blogs Corporativos. Palestrante: Carolina Terra- E-commerce. Palestrante: Lígia Dutra- Divulgação da marca na WEB - Como inovar? Palestrante: Gil Giardelli17h00 Mesa-redonda para perguntas e debate com os palestrantes.17h30 SorteiosInformações geraisData: 18 de Março de 2010Horário: 14h30 às 18hLocal: Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – FECAP – Liberdade – SãoPaulo/SP. Av. Liberdade, 532 - Liberdade - CEP 01502-001 - São Paulo/SP*** Será emitido certificadoInscriçõesRealize sua inscrições clicando aqui[...]



Marketing Holístico.

2009-12-23T22:02:13.316-04:00

Quem me lê já deve ter percebido o quanto eu gosto de pensar sistematicamente, às vezes preciso me conter para não escrever muito, pois vou puxando um assunto atrás do outro. Cá estou falando do sistema...Para definir objetivos de marketing e comunicação deve-se planejar com base no todo. Definir os "pês" de marketing considerando o conjunto: o público que precisa do produto/serviço, este que precisa de uma praça (canal de distribuição) para ser ofertado e que precisa de promoção (comunicação) para ser informado. Se não houver essa integração, alguma coisa sairá errada.Entretanto, há mais uma infinidade de coisas que compõe este planejamento, e é sobre essas "coisas" que vim falar.Marketing Holístico é uma expressão proposta por Philip Kotler e Kevin Lane Keller, no livro Administração de Marketing (2006, 12.ed.). A expressão indica a importância de uma abordagem reconhecer e harmonizar o escopo e as complexidades das atividades de marketing.Dentro desse contexto, entende-se por holismo o que não pode ser entendido por meio de uma análise separada - divisível -, pois não é possível entender o homem (os movimentos) em partes, mas como um todo que faz parte de um sistema. O movimento holístico consiste em passar da realidade relativa do mundo concreto a realidade absoluta do mundo de luz e de integrar os dois mundos de tal modo que o programa do todo se encontre em todas as partes. No entanto, a interpretação que proponho é baseada no confronto entre o ser profissional e o ser pessoal, pois o pensamento holístico é sustentável. Ou seja, o indivíduo e a natureza não estão separados, formam um conjunto de sentimentos, conhecimentos, habilidades e atitudes. Acredito nesse pensamento para transformarmos o mundo num lugar melhor em todas as nossas ações.O marketing como uma função gerencial que proporciona ao mercado experiências de compra, deve compreender as ações de comunicação integradas e sustentáveis com o intuito de tocar o consumidor/cliente durante a entrega de valor emocional e afetivo, por meio de uma comunicação clara, objetiva e verdadeira.Será que, um dia, teremos um lugar assim?Por enquanto são só ideias. Ideias que eu, como profissional socialmente responsável, pretendo explorar a partir de 2010!E que venha o novo ano.A saber, Marketing Holístico engloba o marketing integrado, de relacionamento, interno e o marketing socialmente sustentável.A vocês, todos aqueles votos de felicidades, amor e PAZ na noite de Natal e Ano Novo. Juízo!Ainda volto por aqui este ano com uma desconstrução criativa...Caso queiram perguntar-me algo: Formspring.me/liviabrito Grande abraço,Lívia Brito.[...]



Inteligência Social, ligue o seu radar.

2009-12-06T21:07:59.079-04:00

Não é incomum conhecermos profissionais estáticos, inertes ao mundo. Produzem apenas o que lhes competem, não reciclam os conhecimentos e agem com visão limitada. Este tipo de indivíduo perde espaço em pouco tempo.Cada um é responsável pelo seu desenvolvimento e sabe que para isto há uma infinidade de possibilidades e oportunidades, basta otimizar os objetivos, as metas e o tempo. Neste contexto, considero a Inteligência Social um dos fatores que propicia "abrir a caixinha" do eu interior para novas descobertas.Inteligência ou competência social corresponde à capacidade de lidar com as pessoas, entender os seus sentimentos, os relacionamentos sociais e as convenções morais (Albrecht, 2006). Indivíduos com alta inteligência social possuem "radar social", têm uma percepção mais apurada, são sensíveis aos acontecimentos, conseguem interagir com diferentes mundos e meios. É o que comumente chamam de uma pessoa socializada, ou anti-social, no entanto com uma abordagem voltada às relações profissionais.Profissionais com baixo "teor" de inteligência emocional e social dificilmente conseguem se adequar às mudanças, são resistentes e não compreendem que o desenvolvimento advém da boa vontade em fazer alguma diferença, e normalmente não se deixam mudar. Atualmente, as empresas preferem contratar as pessoas que buscam diferenciação e relação interpessoal flexível, dentro e fora da organização. Esta competência requer "radar social", ou seja, estar atento de tal modo que possamos antever (percepção) características e perfis daqueles com quem lidamos e gerenciar a maneira como nos relacionaremos. Ao desenvolvermos esta inteligência criamos oportunidades de ampliar o networking (rede de relacionamentos) e interagir com culturas, pensamentos e profissionais diversos que, de alguma forma, transmitem conhecimento para a nossa "caixinha".Vivemos uma era de transformação, de informação, de evolução nos relacionamentos, fatos que oportunizam a busca por capacitação social, pessoal e profissional. Pesquisas revelam que 15% do sucesso resultam da competência técnica, enquanto 85% referem-se à habilidade de se relacionar com as pessoas e desenvolver o pensamento sistemático. Pode-se afirmar que esta é uma característica inerente ao nexialista. Nexialistas são indivíduos capazes de solucionar problemas relacionando variadas abordagens, são aqueles que não são bons em um ou outro departamento, mas possuem ampliado conhecimento do todo, responsáveis por trazer o nexo e o gerenciamento de informações às estratégias organizacionais. (Maiores informações indico o livro O Marketing na Era do Nexo por Walter Longo e Zé Luiz Tavares).Infelizmente presenciamos recém-formados com alto conhecimento técnico, entretanto quando entram para o mercado de trabalho deparam-se com a dificuldade de se relacionar com outrem. É preciso bom senso, autoconhecimento e reavaliação dia após dia, é necessário C.H.A.: Conhecimento, Habilidade e Atitude. Sair da "caixinha" e buscar outras competências. Que mal há ser economista e fazer teatro?Relacione-se, socialize, amplie, compreenda... VERBALIZE![...]



O que acontece quando as mulheres vão às compras?

2009-12-01T08:06:57.641-04:00

Engana-se quem acredita que a maioria das mulheres é mais consumista quando está na TPM. Não há dia nem hora, basta ter dinheiro na conta e disposição para caminhar de loja em loja. Sempre existe um motivo para ir às compras, mesmo que seja apenas gastar com o desnecessário. Não ter nada para fazer, desilusões amorosas, tédio num dia de sábado ou domingo, sair da rotina, achar que precisa renovar o guarda-roupa - tudo isso é uma motivação para passar uma tarde no shopping e sair carregada de sacolas. Então ela decide pegar o ônibus ou levar o seu carro para passear, e muita, muita disposição para “bater pernas”. Nessas horas a comunicação e o marketing fazem uma grande diferença, desde a disposição das peças no ponto de venda (PDV) até o atendimento. Nem sempre o preço é empecilho, dependendo do produto/serviço.A vitrine é o cartão de visitas quando apresenta uma variedade de peças sem deixar a loja poluída. Elas entram no local com uma ansiedade comum das mulheres, é o espírito consumista que toma de conta dos seus instintos e decisões de compra. Adoram quando as deixam à vontade na procura pela roupa ou acessório ideal. E fica impressionada quando surge alguma vendedora atenciosa. As mulheres prezam o bom atendimento, e num dia desse o que mais precisam é de atenção.Mesmo que a conta tenha sido superior ao que pretendia gastar, ela paga porque achou o que procurava e foi bem atendida. Primar pela boa relação com as clientes e deixá-las satisfeitas, mesmo que não comprem nada, é uma das melhores ações de marketing – um dia elas voltarão e vão estourar o cartão de crédito.Cada sacola é uma vitória e um sorriso no rosto, principalmente quando estão de bom humor. É comprovado: comprar deixa a mulher mais leve, mais feliz. Pode-se comparar a uma “rapidinha” com aquele amigo ou conhecido num dia qualquer da semana para sair da rotina, algumas até se arrependem horas depois, mas na hora foi a melhor transação do mundo. Em um dado momento esquecem e até programam outra saidinha – ao shopping.A comunicação com este tipo de mulher deve ser singular, clara e objetiva. As vendedoras que tentam enrolar ou estão de “cara amarrada” são deixadas falando sozinhas, e dividir a atenção entre duas ou mais freguesas é a gota d’água. Ainda que não estejam com pressa, não estão ali para perder tempo e outras oportunidades de compra. É válido observar a diferença entre as mulheres que saem para passear e acabam comprando uma coisinha ou outra, daquelas que vão efetivamente comprar. É fácil identificar uma consumidora em potencial e se a comunicação é sem floreios é fácil torná-la uma cliente fiel.É um público com características únicas: são pensativas quando param em frente a uma vitrine, são rápidas nas escolhas e por vezes muito indecisas. Por vezes pensam que poderiam investir melhor aquele dinheiro, mas quem está na chuva é para se molhar. São engraçadas e compartilham de experiências pessoais e/ou profissionais com as atenciosas vendedoras. Por isso a oportunidade de torná-la a melhor amiga da loja ou marca, converse: essa é a dica.Sejam as mais modernas, as ‘antenadas’ com as estratégias de marketing, as mais hippies, as patricinhas, as ‘bichos-grilo’, as mães, as vovós, as meninas, as plugadas, as emos, as revoltadas com o consumo alheio – mulher gosta de gastar, ainda que seja com aquele livro de romance policial que tanto queria. Para conquistar uma mulher a comunicação e as estratégias de marketing devem ser envolventes, de tal modo que a rapidinha se transforme em um amor para vida toda.Lívia Brito.[...]



A importância de educar o consumidor.

2009-11-03T21:13:25.790-04:00

Há uma infinidade de empresas que ofertam outra infinidade de produtos/serviços. Entretanto, são poucas as que educam os seus consumidores antes, durante e depois da decisão de compra. Em primeiro lugar, e isso é ordem precípua para toda organização, deve-se conhecer o mercado: nichos e segmentos; para então observar e entender as necessidades e desejos que motivam clientes/consumidores.Apresento um exemplo prático. Sou assessora administrativa de uma pequena indústria de produtos para saúde, que fabrica determinado produto para limpeza de instrumentais cirúrgicos e endoscópios, previsto pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Antes de entrarmos para o mercado, um concorrente direto dominava o segmento; cujo posicionamento é essecialmente pela qualidade de produto e preço elevado, enquanto outros fabricantes brigam apenas por preço baixo.Compara-se a marca deste concorrente com o sabão Omo, pois ainda hoje, consumidores que compravam o produto ‘X’, entendem que todo detergente à base de enzimas é da marca ‘X’. Neste caso, a reeducação do cliente é um dos principais desafios dos concorrentes diretos e indiretos. Para tanto, percebeu-se que mostrar a qualidade, ou o preço, já não eram suficientes para os consumidores – entende-se como a Comissão de Materiais e Esterilização, na qual presidem enfermeiras chefes.Como o nosso objetivo era ganhar os principais clientes do concorrente “X”, iniciamos um processo de educação do cliente, que vai desde os testes com o produto até palestras que compreendem todo o entendimento sobre enzimas, princípio ativo do produto; bem como a sua importância/concentração para a eficaz limpeza dos instrumentais. Essa atividade faz uma grande diferença na hora da decisão de compra, levando ainda em consideração o custo/benefício do nosso produto em relação aos demais. Hoje, concorremos diretamente com o “X”, no entanto oferecemos mais por menos, devido a uma reestrutura na produção e o poder de barganha do departamento de compra frente aos fornecedores. Tendo em vista que o produto do concorrente é importado, totalmente produzido no exterior e distribuído no Brasil.Sabe-se como é difícil fazer com que uma dona de casa use um produto “Y”, após ter utilizado por um longo período de tempo o “X”, no entanto uma boa fatia de mercado foi devidamente reeducada a experimentar a marca “Y”, possibilitando comparar custos/benefícios. Mesmo que a reputação do “X” permaneça por longo tempo.Depois de muito trabalho conseguimos ganhar grandes clientes (hospitais) que hoje são consumidores fiéis a nossa marca. O processo de reeducação que não para por aqui, ainda tem muito trabalho pela frente, realizado pelo setor comercial e técnico. No entanto, todo o trabalho de conquista deve permanecer periodicamente com o pós-venda: controlando o estoque para não deixar o consumidor sem produto, acompanhar a devida utilização do produto para que não haja desperdício e prezar pela saúde das enfermeiras em relação ao manuseio do detergente. Apesar de o produto ser 100% biodegradável e não iônico, os profissionais que o manuseiam podem ser sensíveis a alguma substância química presente do enzimático.A descrição desta história foi apenas uma ilustração sobre a necessidade de educar, e se necessário reeducar o consumidor; proporcionando inúmeras possibilidades e argumentos para a tomada de decisão, com o intuito de mantê-lo fiel. Não basta ofertar um produto se não vier com serviços agregados, bem como gerar inúmeros serviços sem que haja uma boa relação e comunicação com o comprador, essa metodologia gera confiabilidade e aderência da marca. [...]



O sistema 8P's.

2009-11-03T20:50:59.001-04:00

Alexandro Bernhardt, professor e PhD, entende que 4 P’s de marketing já não são mais suficientes para entender o mercado. Neste contexto, o referido professor concorda com Francisco Madia, que em seu livro Introdução ao Marketing de 6ª Geração, explana que durante 25 anos as matrizes convencionais do marketing, proposto por Jerome McCarthy em 1960, consideraram apenas os 4P’s. Atualmente, aos quatro determinantes de marketing foi agregado mais quatro, processo que possibilitou evolução e amadurecimento dos quatro primeiros.O sistema 8P’s é tido na atualidade como o mais moderno e completo, passando a ser denominado pelos profissionais de marketing como as ferramentas mercadológicas, ou mix de marketing, ou composto de marketing (MADIA). Bernhardt afirma que é preciso desenvolver e planejar o sistema, com cuidado e atenção para a elaboração do Planejamento Estratégico de Markrting.São eles:Produto (Product)Refere-se ao desenvolvimento do composto do produto, ou seja, todas as características que envolvem o produto a ser comercializado no mercado, levando em consideração as boas condições do produto, opções de modelos e design, utilização.Preço (Price)Refere-se ao valor cobrado por um produto ou serviço disponível no mercado. A formulação de um preço deve considerar três fatores: o custo, a concorrência e o consumidor, não podendo estar muito acima, nem muito abaixo dos preços praticados no mercado.Distribuição (Place)Refere-se às atividades de logística do produto, ou seja, todas as ações de responsabilidade do trajeto do produto da saída da linha de produção até a chegada ao consumidor final. A distribuição leva o produto certo ao lugar certo, por meio dos canais de distribuição adequados.Promoção (Promotion)Refere-se às estratégias de comunicação do produto no mercado, mais conhecida como composto de comunicação, pois uma empresa administra um complexo de comunicação integrada de marketing: propaganda, publicidade, venda pessoal, merchandising, promoção de vendas, promoção de eventos e relações públicas.Fornecedores (Providery)Refere-se ao relacionamento estreito que a empresa deve ter com seus fornecedores, de forma a garantir a qualidade do produto final, informações de tecnologias e avanços da área, além de agilidade na entrega e preços competitivos.Pessoas (People)Refere-se ao relacionamento que a empresa deve ter com os diversos públicos com os quais mantém alguma comunicação, os quais participam direta ou indiretamente com o resultado final da comercialização do produto. São as atividades de endomarketing e marketing integrado, geralmente de responsabilidade do relações públicas, pois está voltado para o lado institucional da empresa.Proteção (Protection)Refere-se à consciência sobre questões legais, não só de marca e produto, como proteção ambiental e outras questões sociais que impactam na imagem da empresa.Pós-venda (Post Place)Refere-se à preocupação da empresa no acompanhamento do comportamento do consumidor após a compra. A responsabilidade da empresa com o cliente começa a partir do momento que ele toma a decisão de compra do produto.De alguma forma estamos em comunicação direta com os novos “P’s”, no entanto não a ponto de considerarmos importante na confecção do Planejamento Estratégico de Marketing. Dessa forma, é possível observarmos o quão imperativo é abordar o composto de marketing com pensamento sistêmico, para que vejamos a floresta ao invés de vermos apenas as árvores.[...]



Perceber e criar oportunidades.

2009-10-30T22:34:35.502-04:00

Raros são os momentos em que oportunidades batem na nossa porta. Por isso, é preciso atenção para entender, filtrar e interpretar as informações que recebemos. Além das oportunidades pessoais e das lições que encaramos um pouco a cada dia, as oportunidades profissionais são as mais percebidas. Mais do que perceber uma oportunidade, é preciso criá-las.Nem todo mundo é capaz de aproveitar uma oportunidade, mesmo que seja percebida. Geralmente é por medo, falta de tempo e, na maioria das vezes, por comodismo. Essa semana o meu chefe me transmitiu um conhecimento, além dos muitos que transmite cotidianamente, justamente sobre criar oportunidades. Na hora percebi a oportunidade que deixei passar, mas não perdi a oportunidade de criar outras, e me dei bem.Confesso que nunca fui tão observadora como agora. Desatenta e distraída deixei de medir esforços para aproveitar o que estava na minha frente. Mas com o tempo compreendi a importância de observar tudo o que ocorre ao redor, principalmente quando lidamos com gestão administrativa, marketing e financeiro. Nem tudo é inútil quando a tarefa é tomar decisões, e nisso as circunstâncias proporcionam argumentos, informações e conhecimentos para não errar no ponto.E se prestarmos bem a atenção, as oportunidades estão presentes em qualquer lugar e se nos prepararmos podemos criá-las o tempo todo, é só deixar o comodismo de lado e manter a visão sistêmica. Não é possível viver e pensar isoladamente, sabe-se disso, mas muitas vezes nos deparamos com pessoas de mente fechada e que não compreendem a influência que o mundo tem sobre nós e nas nossas decisões.Mario Persona, palestrante, autor e consultor de comunicação e marketing, em um artigo publicado no Administradores.com.br, defende que o melhor planejamento é manter sempre um pensamento estratégico de abordagem de mercado e de detecção de oportunidades, lembrando destas três atividades: detectar, analisar e atender.Toda oportunidade detectada precisa ser analisada, com o intuito de observar os recursos e o tempo disponíveis para a execução, a disponibilidade para mudar e, também, é preciso considerar a necessidade de mudar ou de concretizar uma oportunidade. Tudo deve ser medido, sistematicamente, para que não haja frustração e para que o risco seja próximo à zero, e claro: resulte em sucesso.Criar oportunidades é estar preparado para a "guerra", realizar cenários é criar oportunidades. Quando me refiro à guerra, compreendo que estamos em estado de guerra o tempo todo, uma guerra que não tem perdedores ou vitoriosos, mas pensadores que planejam juntos, seja no ambiente de trabalho, em casa, em uma equipe de trabalho ou numa "conversa de boteco".Perceba, instigue o pensamento de outras pessoas, apresente, proporcione, aprenda, transmita, crie - são as palavras-chave para um profissional de sucesso. Abra as portas, mas também construa.Lívia Brito. [...]



Os mercados de amanhã

2009-10-28T22:28:17.927-04:00

C. K. Prahalad¹

Para aqueles que trabalham para desenvolver os mercados de amanhã, a pobreza aparente do “planeta urbano” esconde uma realidade menos visível. Esteja localizada em São Paulo, na Cidade do México ou na indiana Mumbai, qualquer favela é um centro econômico dinâmico. As pessoas que vivem lá possuem as mesmas aspirações que a classe média urbana ligada em marcas. Elas formam o mercado de amanhã para televisores, telefones celulares, produtos farmacêuticos e videogames.


Essas pessoas também são empresárias. Por exemplo, em Dharavi, uma das maiores favelas da Índia, fabricantes locais produzem artigos de couro, jóias de ouro, alimentos embalados e artigos médicos. Há pequenas lojas administradas por um ou duas pessoas e fábricas que empregam entre 50 e 100 pessoas.


Infelizmente, esses centros econômicos emergentes e vibrantes, de consumidores e produtores, tendem a existir no que se chama setor informal, fora da lei. Esses termos são usados muitas vezes para negar sua importância, mas eles indicam simplesmente que o setor não é parte da economia formal do país. É importante que os governos reconheçam esses pólos de atividade econômica e os ajudem a se integrar à economia formal.


As grandes empresas podem contribuir para esse processo. Por exemplo, os bancos podem ao mesmo tempo dobrar sua base de clientes e aprender a como oferecer serviços financeiros de primeira classe com baixos custos. Para as empresas de atuação mundial, é a oportunidade de “fazer o bem fazendo o bem”.


Por conta dos efeitos negativos do processo de urbanização – congestionamento, poluição, favelização e criminalidade -, os críticos dizem que essa é uma tendência que deve ser interrompida. No entanto, com uma parceria criativa entre as iniciativas privada e pública, pode-se chegar a uma nova abordagem para erradicar a pobreza por meio de inovações sociais e de negócios.


¹C. K. Prahalad é professor da Ross School of Business, da University of Michigan, e autor de A Riqueza na Base da Pirâmide (ed. Bookman).



A Bordo da Comunicação

2009-10-15T10:52:18.109-04:00

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A partir de hoje faço parte da equipe de colaboradores do A Bordo da Comunicação. Equipe, agradeço de coração mais este convite.

Vale a pena conferir o presente e o futuro das Relações Públicas.
E não deixem de conferir o meu primeiro embarque, aqui.

Até breve,
Lívia Brito.



Oferta versus Demanda

2009-10-15T09:55:03.378-04:00

....em busca do suado equilíbrio!Curioso notar que as empresas de bens de consumo ainda convivem com dois problemas extremos e de ordem antagônica: estoques em excesso para produtos que encalham nas prateleiras e estoques de menos para as “vacas leiteiras”, aquelas mercadorias que se vendem sem grandes reforços de marketing.Esta inexatidão em controlar a demanda de consumo de cada produto constante do estoque acaba gerando desperdícios, seja pelos investimentos desnecessários ou pela perda nas vendas. Para se ter uma ideia do montante do prejuízo, apenas nos Estados Unidos, calcula-se que o descomedimento na gestão de estoques atinja de 60 a 80 bilhões de dólares ao ano, ao passo que outros 13 bilhões de dólares em oportunidades de vendas são perdidos, em igual período, pela ineficiência nas operações de estoque dos varejistas.Aqui no Brasil, o cenário não é muito diferente. Uma pesquisa atual sobre gestão de demanda realizada pela Axia Consulting em parceria com a Ciclo Desenvolvimento, retrata que boa parte das empresas entrevistadas (34%) destacou o processo de influência da demanda (comportamento do consumidor) como a maior deficiência a ser corrigida dentro da cadeia produtiva, sendo que 60% dos respondentes classificaram como reativa a postura de sua empresa (espera mudar a demanda para mudar a cadeia). Certamente esta deficiência também leva aos excessos e faltas de estoque ao longo de toda a cadeia, e consequentemente o descontentamento do consumidor final.Dada a dificuldade em prever as bruscas e recorrentes oscilações das vendas no varejo, é cada vez mais comum observar empresas de manufatura em busca de novas ferramentas e tecnologias capazes de eliminar gastos operacionais excedentes e de extrair o maior número de informações possível. Se a insuficiência na retenção de dados representa uma falha administrativa na empresa, seu acúmulo desordenado do mesmo modo o é. Afinal, do que vale reunir uma extensa base de informações se não for possível fazer dela uma fonte valiosa para a elaboração de futuras ações estratégicas?Campanhas e promoções bem-sucedidas têm seu início na leitura de dados detalhados e fornecidos em tempo hábil de suprir as necessidades dos clientes, a despeito da complexidade e da pulverização de lojas por diferentes regiões do país ou do mundo. E como esperar que as companhias de bens de consumo consigam este grau de detalhamento a partir das informações vendidas pelas redes varejistas? Muitas delas ainda acreditam nessa prática, embora tantas outras já adotem plataformas internas para armazenar os dados, uma vez que cumprem a função com maior acuidade e precisão.Em tempos de informatização dos processos, detectar a demanda de consumo passa a ser uma atividade de extrema complexidade, em que o monitoramento e a integração das múltiplas e simultâneas fontes de informação se fazem necessários para a formatação de uma oferta que corresponda às expectativas (cada vez maiores) dos clientes. E para uma empresa acompanhar este cenário de tormenta e não naufragar diante da concorrência, parece não haver uma alternativa tão satisfatória quanto a de se valer, de forma coerente, de recursos tecnológicos que a façam extrair o máximo de valor do relacionamento com cada um dos inúmeros perfis de seus clientes.Em recente relatório, o instituto de pesquisas AMR Research constatou que 50% das redes varejistas analisadas optaram por instalar um repositório de dados de sinalização de demanda para controlar seus pontos de venda, por julgarem tratar-se de uma ferramenta útil no incremento dos l[...]



Comunicação Integrada de Marketing

2009-10-14T15:53:54.721-04:00

Sabe-se que já não é possível criar ações de comunicação isoladas. As ferramentas de comunicação quando integradas possibilitam maior aderência da marca, do produto/serviço na mente do consumidor. A comunicação integrada de marketing permite ao profissional combinar ferramentas, mídias, veículos e objetivos comunicacionais. Vale mencionar que no mercado atual, empresas e profissionais de marketing precisam acompanhar as mensagens que chegam aos consumidores, cuidando para que sejam claras, concisas e integradas (OGDEN, 2004). Alguns estudiosos consideram a CIM (Comunicação Integrada de Marketing) como uma das quatro áreas do mix de marketing, o “p” de promoção. No entanto, a CIM abrange o composto mercadológico considerando o pensamento sistemático. Ou seja, analisam-se os diversos departamentos que direta e indiretamente influenciam no planejamento de comunicação, bem como as ameaças e oportunidades as quais a empresa está exposta, cujo sentido seja em direção ao “todo” organizacional: aos objetivos estratégicos. A comunicação integrada de marketing corresponde à atividade de comercializar e informar sobre determinado produto/serviço por intermédio do composto mercadológico. Assim, faz-se necessário uma elaboração assertiva de todos os aspectos do planejamento, escolhendo de forma eficaz os subsídios que a organização oferecerá para o mercado consumidor. Gullo e Pinheiro (2005) afirmam que a conexão das ferramentas de comunicação de marketing acontece quando os objetivos traçados para uma marca indicam a estratégia a ser assumida pela administração de marketing. Através da comunicação a empresa convence, persuade, atrai, muda idéias, gera atitudes, desperta sentimentos, provoca expectativas e induz comportamento. Por isso, a escolha do meio comunicacional traduz os desejos e as necessidades da organização para o target. As principais ferramentas que possibilitam integrar a comunicação estratégica de uma empresa ou marca são relações públicas, marketing personalizado, propaganda, venda pessoal, e-commerce, promoção de vendas, entre outras variáveis que surgem acompanhando a evolução e os perfis de mercado. Comunicar com clareza e entregar valor através da mensagem que o consumidor percebeu é resultado de uma comunicação e marketing integrados.[...]



Os 20 mandamentos da boa gestão

2009-10-14T09:26:50.363-04:00

Por Fernando PortellaEssas são algumas dúvidas que volta e meia tiram o sono de qualquer profissional. Algumas delas são fáceis de solucionar, outras, no entanto, demandam muito esforço. Para facilitar um pouco este trabalho, desenvolvemos ao longo de nossa carreira profissional os 20 Mandamentos da Boa Gestão.São ideias e soluções capazes de nortear a trajetória em tempos de crise, que mesmo que muitos digam que já passou, ainda afeta o dia a dia das companhias ao redor do mundo. Embora o talento prevaleça, uma gestão competente ainda é primordial. Ao adotar estas regras um gestor pode garantir além do próprio sucesso, maior rentabilidade para sua empresa, fazendo com que ambos passem pela crise sem solavancos. São elas: 1 - O mercado é absoluto: acompanhe o concorrente, mas não necessariamente siga-o. 2 - Cash is king. Jamais esqueça. 3 - Retorno sobre o capital investido será sempre cobrado. Só você será culpado se o "payback" não aparecer. 4 - Somente lucros constantes e crescentes preservam uma relação sustentada entre executivos e acionistas. 5 - Seja político, mas não faça política na empresa.6 - A decisão sempre é financeira. Mesmo sendo estratégica, ela tem que ser respaldada por base quantitativa. 7 - Seja cuidadoso, mas transparente.8 - Preserve sempre o brilho nos olhos. 9 - Domine os números de sua área. 10 - Entenda sempre o modelo econômico e os fatores críticos de sucesso do negócio/setor que dirige. 11 - Faça sempre o crivo das questões fiscais e legais que suportam suas decisões. Entenda o risco, mas não tenha medo de tomar a decisão.12- Nunca abra mão dos juros. Renegocie o principal, nunca os juros. 13 - Não diga não aos acionistas, diga que é prematuro.14 - Não leve problemas aos acionistas. Leve um diagnóstico claro do problema, sua recomendação para solucioná-lo, os resultados esperados e um plano de ação.15 - Você pode ter a caneta, mas o tinteiro está com os acionistas. Use a exata quantidade de tinta que lhe é dada, nem mais nem menos. Seus resultados é que vão lhe assegurar uma quantidade crescente de tinta. 16 - Seu aprimoramento profissional deve ser constante.17 - Formação acadêmica é essencial. Não pare nunca de estudar, formal e informalmente. 18 - Tenha “hobbies" e amigos fora do seu dia a dia de trabalho. Construa "network" dentro e fora do setor que você atua. 19 - Tenha sempre empatia. 20 - Foque sempre no "red issue" (o que está tirando seu sono). Energia é escassa e deve ser usada com foco.Seguindo essas dicas, você terá um caminho mais promissor. Só uma última dica: esteja alinhado com seu objetivo 24 horas por dia, 7 dias por semana, o ano inteiro.Fernando Portella é CEO da Organização Jaime Câmara, maior grupo de mídia do Centro-Norte do Brasil e conselheiro da Oi, Iguatemi Empresa de Shopping Center e da Intermédica Sistema de Saúde. É ex-vice-presidente do Citibank Brasil e ex-CEO do Grupo O Dia de Comunicação. Fonte: Http:\\www.administradores.com.br[...]



Inteligência e Estratégia

2009-10-08T15:38:03.560-04:00

Por J. B. Vilhena¹Ao consultar os dicionários etimológicos (aqueles que determinam a origem das palavras), descobriremos que inteligência se origina da junção inter (entre) + elegere (escolher, eleger). Traduzindo, inteligência é a capacidade de fazer escolhas.Sabemos que o termo estratégia significa escolha das opções possíveis para atingir um determinado objetivo. Basta juntar essas duas definições para verificar que é preciso inteligência (capacidade de fazer escolhas) para atingir objetivos.Este mês de outubro é importante, pois comemoramos o Dia do Vendedor. Por isso gostaria de discutir com você as razões que levam as empresas inteligentes a quase sempre buscarem alternativas para crescerem. Em primeiro lugar, é preciso fazer uma reflexão sobre as razões que justificam as organizações a buscarem obstinadamente o crescimento. Eu consigo pensar em pelo menos três:1. Crescer para acompanhar o desenvolvimento do mercado (se o todo cresce e nós ficamos do mesmo tamanho, perdemos market share).2. Crescer para evitar que novos concorrentes se sintam estimulados a entrar no nosso mercado (novos entrantes são mais atraídos por mercados em que as empresas líderes estão estagnadas).3. Crescer para ganhar mais dinheiro. Precisamos nos acostumar à ideia de que no sistema capitalista o crescimento é um importante indicador de desempenho.Fazendo uma breve retrospectiva, fico triste ao lembrar que desde os meus tempos de executivo de vendas, cheguei a liderar equipes de mais de 200 vendedores e raramente encontrei acolhida para projetos de crescimento. Por quê? Por duas razões bastante simples:1. Normalmente, o esforço de crescer demanda mais trabalho e dedicação.2. Para evoluir é preciso ter uma estratégia, ou seja, torna-se necessário saber fazer escolhas.O alto grau de profissionalismo dos vendedores de hoje talvez tenha atenuado a primeira razão de resistência ao crescimento, por isso não vou me deter muito nela. No entanto, ainda hoje percebo que continua muito grande o número de gestores da área comercial que não conseguem formular uma estratégia de crescimento consistente.Sinceramente, acredito que isso se deve ao fato de esses gestores não terem a paciência e dedicação para estudar estratégias de vendas. Também atribuo às organizações uma parte importante dessa responsabilidade.¹Esse breve artigo foi escrito por J.B. Vilhena, presidente do Instituto MVC e coordenador acadêmico do MBA em Gestão Comercial da FGV. Foi publicado na Revista VendaMais, em outubro de 2008, edição especial para a ExpoVendaMais 2008, na qual tive o privilégio de participar.Aproveito para opinar. As organizações que definem estratégias possuem maior vantagem competitiva, desde o planejamento estratégico até os planos de ação para um determinado setor. No caso do setor de vendas, as estratégias devem ser abordadas de acordo com os objetivos da organização e, juntamente com o setor de Recursos Humanos com o intuito de capacitar os vendedores para cumprirem as metas. É verdadeiro quando Vilhena afirma que ainda há uma resistência ao crescimento pelos funcionários, é neste momento que o Recursos Humanos desempenha o seu papel de incentivar os colaboradores na busca do crescimento, oferecendo incentivos financeiros ou não.É válido afirmar que as estratégias são formuladas de acordo com o composto mercadológico, ou seja, é necessário que todos os objetivos estejam em comum acordo para que não haja conflitos internos e externos. Para que se possa propor estrat[...]



O dilema dos gastos...

2009-10-06T07:18:20.377-04:00

...investimentos de apoio à marca, em publicidade e promoção.Durante os anos de faculdade perdi muito tempo na biblioteca dos periódicos: boas horas, eu diria. A partir de então, comecei a colecionar os artigos que mais me chamaram a atenção. Como todo universitário que se preze, perdi outras horas na fila do xerox. Ainda bem que descobri as maravilhas da internet e o fácil acesso às informações, mas confesso: ADORO revistas, sou capaz de folhear por um longo tempo uma revista atrás da outra, engolindo e filtrando os conhecimentos.Enfim, à procura de uma boa matéria para fazer uma resenha, encontrei uma muito interessante e espero que gostem.__________________________O artigo refere-se a um estudo proposto pela Boston Consulting Group. O estudo apresenta uma nova metodologia cujo propósito é realocar investimentos de apoio à marca, em publicidade e promoção, de acordo com a estratégia da empresa.Sabe-se que os gastos nas marcas certas e pontos de distribuição favoráveis resultam em investimentos e retornos mais eficazes. Diante da arena competitiva, a confusão de canais e ofertas, que se prolifera cada vez mais, faz com que os profissionais de marketing procurem entender quais são os canais e os modelos de promoção mais eficazes, embora busquem por meio de pesquisas de mercado algumas respostas.A metodologia que será descrita aqui possibilita ao profissional aumentar significativamente os retornos. Está fundamentada em uma abordagem orçamentária: "orçamento base zero" (modelo em que se desconsidera o desempenho passado) e na diferenciação agressiva dos níveis de investimento por marca, segmento de mercado, região ou país e varejista.De fato, a maioria dos profissionais não inicia um trabalho com o objetivo de ter um mesmo retorno de investimento em todos os mercados, e isso é consequência da maneira como se planeja os orçamentos de apoio à marca. A maior parte das organizações realiza seus planejamentos orçamentários com base em resultados passados, uma ou duas vezes ao ano. De acordo com os resultados, os gestores acabam por limitar o uso dos recursos disponíveis. No entanto, considerar o orçamento "base zero" pode trazer melhores ações de comunicação.O artigo afirma que o processo tradicional de planejamento orçamentário sofre com três pontos fracos: 1. Considera de modo limitado as diferenças significativas de intensidade e sensibilidade a publicidade e promoções que, com frequência, ocorre em segmentos de mercado e em regiões ou países;2. Não consegue reconhecer as escolhas fundamentais que devem ser feitas entre estratégias de crescimento, de manutenção e de colheita de resultados para cada marca, segmento e região ou país;3. Participação de mercado e impacto de investimentos de apoio sobre os lucros não são mensurados e, consequentemente, objetivos de participação não são vinculados aos orçamentos de publicidade e promoção.A partir deste contexto, pode-se afirmar que há uma miopia sobre o planejamento orçamentário, limitando a disposição dos recursos de apoio à marca. A dinâmica do orçamento base zero tem como fundamento observações práticas sobre os vetores centrais do adequado suporte de publicidade e promoção. Os vetores são:Intensidade do gasto em publicidade e promoção: esse aspecto pode mudar consideravelmente de acordo com a categoria. Estima-se que o investimento médio em publicidade e promoção varia entre 5% e 45%;Participação de mercado da empresa: o investimento em publ[...]



As percepções através dos sentidos...

2009-10-05T10:53:54.316-04:00

...em um contexto de Marketing Multicultural.

Na seção "Extras" do blog A Bordo da Comunicação, um artigo sobre as percepções relacionadas ao Marketing. Visite e deixe sua mensagem.

Equipe A Bordo, obrigada.

Boa semana a todos!




Consumidor mais racional desafia marcas

2009-09-28T14:14:22.165-04:00

por Agência Estado28/09/2009A crise financeira mudou os hábitos de consumo dos americanos e fez emergir um consumidor menos impulsivo e mais racional. Esse novo comportamento vem favorecendo marcas que oferecem preços baixos e também colocou um desafio para os pesquisadores de mercado no país. "A crise fez com que os métodos tradicionais usados para analisar as escolhas dos consumidores não surtissem mais efeito. O consumidor se tornou mais racional, mas ele ainda sofre pressão de atributos emocionais na hora de decidir sua compra", afirma Eric Almquist, sócio da consultoria Bain & Company.Antropólogo de formação, Almquist se especializou na área de estratégia e marketing do consumidor. Para ajudar as marcas a sobressaírem na crise, ele desenvolveu uma ferramenta de pesquisa batizada de Both Brain, que busca mapear os 'insights' dos consumidores quando vão às compras - apresentada na semana passada a executivos brasileiros."A freada no consumo dos americanos deve durar mais tempo do que muitos estão prevendo", diz Almquist, que calcula que vai demorar no mínimo cinco anos para que os consumidores voltem às compras como antes da crise."É nítida a preferência das pessoas por preços mais baixos e marcas próprias. Também estão sobressaindo as empresas que construíram uma reputação de qualidade, mas que adaptaram seus preços a essa nova realidade", diz o consultor, citando como exemplos as redes de varejo Walmart e Steve and Barry - que vende roupas a preços módicos desenhadas por celebridades como a atriz Sarah Jessica Parker. "Essas redes estão atraindo consumidores que antes não pisavam em suas lojas e têm grandes chances de mantê-los mais tarde, mesmo que recuperem seu poder aquisitivo", diz Almquist.Mercado aquecidoNo Brasil, onde os efeitos da crise financeira internacional não chegaram a prejudicar todos os segmentos de consumo, as marcas estão buscando ser mais diretas em sua comunicação."A ascensão da classe C ao mercado de consumo, algo que ocorreu a despeito da crise, fez com que as marcas buscassem formais mais objetivas de se comunicar", diz Eduardo Tomiya, diretor da BrandAnalytics, consultoria em gestão de marcas. Ao mesmo tempo, as marcas brasileiras procuraram não falar em crise em suas estratégias de marketing. "Diferente do que ocorreu no mercado americano, as campanhas continuam tentando capturar o consumidor por meio do apelo emocional."Um dos efeitos da crise, nesse sentido, foi uma redistribuição das verbas para a publicidade, com reforço do marketing nos meios digitais e nas redes sociais. O mercado publicitário brasileiro fechou o primeiro semestre com investimentos de R$ 28 bilhões, um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento do Ibope Monitor.No caso da internet, houve avanço de 20%. "A internet cresce em importância, ao mesmo tempo em que empresas acordam para as redes sociais", diz David Reck, diretor da Enken, agência especializada em comunicação digital e que possui clientes como Gafisa e Michelin.Fonte: Último Segundo [...]



Marketing Estratégico

2009-09-28T07:37:33.872-04:00

Como orientar-se num mercado hipercompetitivoEntre os dias 22 e 24 de setembro tive a oportunidade de participar de um curso promovido pela ADVB/SC (Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil) e pela Consultare, empresa de Consultoria Organizacional. O curso de Marketing Estratégico teve como facilitador o professor PhD. Alexandro Bernhardt, o qual tem um amplo currículo como consultor e conselheiro de multinacionais.Os assuntos abordados durante as aulas consideraram novos conceitos referentes ao Marketing Estratégico e sobre o comportamento do consumidor em relação à decisão de compra. Estes novos conceitos foram elaborados e são propostos pelo professor Bernhardt.Marketing, de acordo com Bernhardt, é comunicar com clareza. Profissionais da área de comunicação devem planejar as ações de modo a transmitir informações verdadeiras e claras para o mercado, sem que possibilite interpretações míopes contra os objetivos organizacionais. Neste contexto, ser estratégico é entregar o valor que a audiência (consumidor e cliente) percebeu durante o processo de comunicação. Bernhardt (2008) explica:Permanecer competitivo significa compreender a real interação que sua audiência tem com seu produto ou serviço. Significa duvidar da pesquisa de marketing e antever desejos, necessidades e soluções de maneira mais criativa e com valor muito superior às expectativas desta interação.Esta definição possibilita a identificação de outros parâmetros que sustentem e sirvam de suporte para o Marketing Estratégico, principalmente no que diz respeito ao comportamento do consumidor. Sobre isto, Bernhardt criou um novo conceito: características naturais de decisão do consumidor (CNDC).Essas características naturais de decisão do consumidor referem-se a um processo que visa melhorar a tomada de decisão, servindo-se inclusive da Pesquisa de Marketing para ANTEVER oportunidades junto ao seu consumidor-alvo e assim melhorar a compreensão e manipulação do composto mercadológico (Bernhardt). Logo, este conceito abre outros leques: a do composto mercadológico, o qual, em um mercado hipercompetivo, não pode levar em consideração somente os 4P's que conhecemos, mas planejar juntamente com as ações comunicacionais, o 5º P - Percepção.É preciso identificar percepções, o mercado é composto por percepções distintas e por isso os hábitos de consumo mudam constantemente. Bernhardt afirma que as necessidades do consumidor mudam, pois seu perfil de vida se altera e são nesses momentos em que decisões de novas compras se forjam. É quando o profissional deve alterar em quatro vezes mais o perfil inicial.Estamos o tempo todo sujeitos ao "bombardeio" de informações de produtos e serviços, tanto como profissional de comunicação quanto como consumidor/cliente. Em um mercado hipercompetitivo é preciso ter mobilidade estratégica para acompanhar as transformações do mundo, das exigências dos novos consumidores e do avanço tecnológico que auxilia no planejamento das ações. Bernhardt propõe que haja uma periódica destruição criativa, na qual um comitê formado por diretores e conselheiros reformulam resultados obtidos de acordo com o contexto atual.Esses e outros assuntos foram discutidos durante o curso, de fato proporcionou uma nova visão de marketing para quem pretende seguir a profissão, ou implantar os conceitos. Particularmente, possibilitou a criação[...]



Novos alvos.

2009-09-30T12:30:04.385-04:00

Hoje não teremos o nosso chá das 17h com a Bárbara Bilek, tendo em vista o seu mais novo emprego, o tempo tem sido curto para as Relações Públicas aqui pelo Marketing das Cinco. Mas fiquei sabendo que ela está cada vez melhor na organização em que foi contratada. Semana que vem teremos novidades por aqui!

Porém, não pude deixar de passar aqui para tomar um café com vocês.

Não vim para falar especialmente de marketing, mas de "novos alvos". Essa semana, tive um aumento considerável de trabalho e uma necessidade de organizar meu ambiente de trabalho de modo a torná-lo flexível, facilitando a execução das tarefas. De fato não aprendi a Administração com toda a sua teoria, mas com a prática nesses seis anos de trabalho constante, cujo início foi no quarto semestre da faculdade. Com o aprendizado adquirido consegui me organizar profissional e pessoalmente, dentro e fora do local de trabalho, o que me possibilitou a abertura de novos alvos nas anotações da agenda.

Sabe-se que não é possível parar de estudar e, depois de um ano formada sinto a necessidade de partir para uma pós-graduação. Nos momentos vagos, pesquisei algumas faculdades que oferecem o curso de MBA em Marketing, Planejamento e Gestão de Negócios, Gestão de Pessoas e Processos e, ainda, Gestão Empresarial. Estou em dúvida entre esses cursos. E cheguei a conclusão de que quanto mais certeza temos de uma decisão, mais confusos ficamos, pois de fato refletimos se a decisão deve ser essa mesmo.


E além da pós-graduação, veio a vontade de alçar novos voos, dentro e fora do Brasil. Uma vontade de experimentar novas culturas, novos momentos e conhecimentos. São os meus novos alvos. Enquanto as minhas decisões não se concretizam, a pós-graduação será sem dúvida o meu próximo passo, bem como cursos de curta duração, workshops e feiras, que melhoram o meu saber e a rede de relacionamentos.
E gradualmente atingir um ponto de equilíbrio entre a profissional Lívia e a Lívia, simplesmente, unindo as duas personalidades e tornando-me uma só e, claro, imprevisível como os índices da IBovespa dessa semana. A semana foi produtiva e de altos ganhos para quem investe. Eu, que ainda simulo no Folhainvest senti aquela pontinha de inveja.

Bom final de semana cheio de novos alvos.