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karina rabinovitz





Updated: 2017-10-27T10:43:23.570-03:00

 



5ª LEVITAÇÃO DE POESIA

2017-10-25T22:41:15.773-03:00



itaparica, onde me visito desde os 5 anos.
onde distribuí partes de minha vida, de tempos em tempos, pra sempre ter que voltar.
ter pra onde voltar.
e também, sempre partir - de preferência de barco.
onde descobri a poesia.
onde nasceu nosso O LIVRO de água e onde faremos a 5ª LEVITAÇÃO DE POESIA.
vamos abrir, mais uma vez, essa espécie de portal.
ancorar no etéreo. vamos ser uma porção de gente, arrodeada de poesia por todos os lados.

vai ser no FITA - Festival de Itaparica (Música e Poesia), 27 de outubro, sexta-feira.
e o Festival segue pelos dias 28 e 29/outubro, com uma programação bem boa.
tudo isso ali, do outro lado da baía. na ilha. em itaparica.

aqui, algum registro das LEVITAÇÕES DE POESIA anteriores.


até já!





postei no poste

2017-06-08T13:23:50.474-03:00

[...]



o que tiver que ser, ser-ei-a

2017-02-08T11:15:20.247-03:00

(image)
coração de Marina, fevereiro de 2017


(image)
eu, fevereiro de 2016

(image)
livro "mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!", 2014



vai começar:

2016-11-15T00:10:44.912-03:00

sim, os tempos são de peso, de pêsames, mas porque “cantar parece com não morrer”, é que no meio desse furacão doido (doído), divido aqui a alegria do início de nosso “procurando a ponta do durex na superfície transparente dos dias”. é uma espécie de livro novo, sem papel. vamos começar a desenhar poemas holográficos no ar e tentar aumentar ao máximo o som dessas brechas desse cotidiano apertado, ao longo desse 2016 tão asfixiantemente apertado. a maioria dos poemas são inéditos, tanto em palavras quanto em vídeos, é um livro lido vivo, com imagens e sons diversos. um livro utopier. uma levitação de poesia. serão 4 cidades. começamos por feira de santana, no dia 19 do 11. de lá seguimos pra belo horizonte, depois recife, até pousarmos em salvador, com o quase-verão nos bolsos. vamos amplificar a poesia. audiovisual, falada, escrita, sonora, ao mesmo tempo, porque “das várias maneiras de fazer poesia, preferimos todas”. vamos juntas, silvana rezende e eu e mais outras(os) parceiras(os) de poesias, convidadas(os) do coração, em encontros intergalácticos minúsculos! é poesia ou poesia.[...]



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2016-06-11T21:27:54.704-03:00

em junho os caracóis aparecem nas calçadas e as portas incham, pra quase não fechar, deixando abertas as possibilidades. chove dentro dos quartos e com os colchões molhados, temos a chance de dormir no chão da sala. em junho os caracóis aparecem nas calçadas e desaparecem navios de meus 8 anos, sob o sopro de salitre que embaça a vitrine onde guardo a infância e outras quinquilharias. os caracóis em junho, aparecem nas calçadas e faço acordos com a gravidade, pra levitar ao menos 2 centímetros acima desse líquido escuro que escorre da boca de tantos e cai sobre as máscaras e os caracóis nas calçadas de junho.[...]



0 Comentários

2016-05-22T21:20:09.998-03:00





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2016-03-14T20:02:02.396-03:00

talvez aos 50, me torne
a andarilha errante que não
fui aos 20, solta
como a menina descalça, com seu
violão de brinquedo, perambulando
pela rodoviária de Itaberaba, descobrindo
vias cobertas de pó, descansando
sob sombras de ipês
roxos, jogando
totó nos bares de beira
de estrada, fazendo gol
com os bonecos sem cabeça,
vermelhos desbotados, grudando
os olhos nas nuvens. talvez
aos 50 eu faça aquele número
de trapézio que sonho
desde os 16 e segure
com as mãos bem firmes, os pulsos
do vento, pra depois aprender a reviravolta
das cambalhotas e então me soltar sem
lembrar se tem
rede ou não. sim,
aos 50 talvez
eu encha envelopes de depósito
de cheques, com pipoca e corra
pela rua jogando
essas pequenas flores brancas
de milho pelo chão, como pistas de algum
caminho até lugares
inseguros, onde eu possa
chorar à vontade
sob o sol das duas
da tarde, sem me preocupar
em seguir ou voltar. aos 50
talvez sim eu vire
a surfista com o sol tatuado
no corpo todo, que sempre quis
ser e leia ondas, enquanto
visito o vácuo com braços
pássaros e me exibo
de cabeça pra baixo, num floater
sem platéia, jogando
os sacos de areia da matraca
do meu pensamento, pra fora,
em cada aéreo coreografado
com as espumas. talvez
aos 50, quando voltar
a ler este poema, eu seja
tudo isso mais
(era) uma vez.



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2016-02-05T14:27:41.449-03:00





2015 no fim e essa estroboscópica piscando. sem parar:

2015-12-10T22:32:23.943-03:00

estroboscópica 2012 foi o fim do mundo de Nostradamus, mas afinal insistimos, continuamos [depois de todas as montanhas russas terem sido tomadas por black blocs de balaclavas, cantando em coro uma música punk rock feminista. depois de um motim de bocetas terem invadido a catedral de Moscou gritando contra os eternos loopings de mulheres violentadas. e depois de uma estudante brasileira e um jovem russo, num leilão na internet, venderem a virgindade pra um documentário australiano. em meio a tudo Xuxa, anunciou os abusos sexuais que sofreu até os 13 anos e cientistas acreditam que descobriram a partícula de Deus] 2012. o fim do mundo de Nostradamus, mas afinal insistimos, continuamos. mesmo com essa Sibéria no peito, Pussy Riot presas, sonhos desfeitos e essa roleta russa em brasas.[...]



selfie poesia

2015-12-08T13:40:13.979-03:00

gravamos esse selfie poesia numa tarde, final de agosto e hoje, nesse fim de novembro, meus cabelos já cresceram e as cadeiras 
aqui de casa estão todas de cabeça pra baixo.

mas sim, os encartes de discos, com as letras de música, que li cantando pra minha mãe, enquanto ela costurava à noite, continuam sendo meu primeiro contato com a poesia.

selfie poesia, projeto de Cazzo Fontoura e Jorge Augusto, que apresenta poetas vivos, vivas!

aqui, uma tarde de agosto, nessa manhã de novembro:


allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="https://www.youtube.com/embed/usnHCt-SQjM" width="480">  
  allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="https://www.youtube.com/embed/MlQF_czmadQ" width="480">  allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="https://www.youtube.com/embed/sruPzJ7itwI" width="480">  allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="https://www.youtube.com/embed/JvK_xNjm5z0" width="480">   allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="https://www.youtube.com/embed/nHLPCvIDhMs" width="480">



[essa não sou eu criança, mas gostaria que uma de minhas fotos de infância fosse assim:]

2015-10-12T22:47:29.703-03:00

céu de amarelinha

há uma menina, em minha
memória, pra sempre
na varanda, só de calcinha,
puxando com o rodo, a chuva
pra dentro de casa.



poema de julho, em setembro

2015-09-12T23:47:19.407-03:00

há uma semana,
nesses dias menos quentes, em que a duração das noites alonga, recebi
um dos prêmios mais luminosos
de poesia do mundo, minha sobrinha
de 16 anos, que vive no vale do capão,
disse que meu livro de poemas mora
em sua cabeceira, ao alcance
direto de seu coração
(e de suas amigas)
e me mostrou vários poemas
do livro fotografados
em seu celular, que ela leva
aonde quer que vá.
há uma semana,
nesses dias menos quentes, em que a duração das noites alonga, percebi
que já valeu escrever
(quase) tudo que escrevi



1 Comentários

2015-07-19T20:50:24.939-03:00

há 10.000 anos eu agarro nuvens com as mãos e plantei um navio na sola do pé, e, há exatamente 10 anos, lancei um primeiro livro de poemas. de lá pra cá sou um cachorro na janela do carro a 100 quilômetros por hora e ainda não sei bem onde colocar as mãos. procuro a ponta do durex sobre a superfície transparente dos dias e sigo contando segredos pras estátuas das praças. há exatamente 10 anos lancei um primeiro livro de poemas. que são 10.000 anos, de um bordado em aortas, horas com minhas mãos, horas com as mãos de silvana, horas com nossas mãos dadas. fazendo das palavras, imagens flutuantes. comemoramos. porque 10 anos não é nada, mas é tudo[...]



vésperas-esperas

2015-07-19T20:53:49.105-03:00

nasci chorando, não sorrindo, assim. vestida de sangue, não de manga e maresia, assim. no caminho desses anos tenho nascido de novo, muitas vezes. uma mecha branca começou a brotar em minha cabeça, bem acima do terceiro olho e tenho me perguntado se não sou um unicórnio. tenho dúvidas sobre o que sou. e quando se nasce de novo tantas vezes, é mais difícil saber. nascer não é fácil. mas é bom. parto flutuando pra mais um dia não amniótico, entre pastas de dente, medalhas enferrujadas e marujos que me acenam por detrás de janelas entreabertas. a vida, ela explode. cheia de sangue, manga, maresia, nesses dias de choros, risos, riscos. eu nasci amanhã.[...]



pombas cruzam com palomas

2015-03-20T00:06:26.235-03:00

uma experiência de investigação artística desde américa latina. videoarte e poesia. silvana rezende e eu.  compartilhamos essa experiência:UNEB, Universidade do Estado da Bahia, em Salvador (dia 24/11); no MAC Feira :: Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana (dia 25/11); na Biblioteca Juracy Magalhães Jr., em Itaparica (dia 27/11); em Porto Seguro, na UFSB, Universidade Federal do Sul da Bahia (dia 08/12) e no Galpão da Cultura, de Teixeira de Freitas (dia 09/12).   [...]



sexta-êxtase

2014-11-23T21:33:35.123-03:00

poesia e fogos de artifício!










essa sexta (24/10), estaremos juntos, eu, Zéfere e Angélica Freitas, na abertura do festival Latitudes Latinas, no Lalá multiespaço, rua da paciência, rio vermelho, a partir das 20h.

mais informações, pode clicar aqui!





homenagem do colégio módulo

2014-10-08T00:31:12.370-03:00

fui a poeta homenageada do 9º Concurso Literário/2014, do colégio Módulo.revistas feitas pelos alunosna noite do dia 09 do 09 de 2014, vi as traduções que os alunos fizeram de poemas meus em em dança, música e outras explosões. e no meu coração, as explosões continuamnão vou esquecer essa noite. tradução do meu poema "de se perder" em dança tradução dos meus poemas "na praia com Clarice", "dos muros" e "descaso" em dançaa música de Emerson AC sobre meu poema "simples", na voz de Renata[...]



2 Comentários

2014-08-10T11:36:12.953-03:00

allowfullscreen="" frameborder="0" height="367" mozallowfullscreen="" src="//player.vimeo.com/video/102880452" webkitallowfullscreen="" width="500"> "mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!" from karina rabinovitz on Vimeo.um livro novo aconteceu. está acontecendo. de maneira inesperada, como a maioria das alegrias. há dois meses recebi um telefonema de Claudius Portugal (editor da Coleção Cartas Bahianas), me convidando pra lançar mais um livro pela Coleção. minha cabeça estava em outros lugares, outros movimentos, outros caminhos, mas então parei tudo, pra me concentrar nesse novo mundo. poemas inéditos e não inéditos, pro novo quebra-cabeça. adormeci por cima das palavras, entristeci, cantei, tive medo, não tive medo, explodi. e ele aconteceu. o “livro novo”, que ficou com esse nome, durante muitos dias e alguns mais.enquanto eu organizava o livro, escolhendo os poemas e arrumando esse novo objeto, por alguma razão mágica, eu li num dos meus cadernos de anotações, essa frase “mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!” e tinha uma indicação minha ao lado: usar essa frase em algum poema, Clarice disse. aí eu me lembrei que numa crônica que li, de Clarice Lispector, chamada “O livro desconhecido”, ela fala de um livro que ela gostaria de ler e que ainda não existe e que talvez ela mesma escrevesse e que seria um livro especial e que, em determinado momento, ela leria uma frase neste livro e essa frase faria com que ela dissesse: “mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!”. essa frase ficou ecoando em mim, porque ela representa o sentimento que eu tive em dois momentos muito importantes da minha vida, o encontro com o yoga e o encontro com a poesia. tanto um, quanto o outro me fizeram e me fazem repetir essa frase, diariamente. e por isso eu entendi, que nesse momento da minha vida, esse seria o título deste novo livro.tá chegando. “mas é que eu não sabia que se pode tudo, meu Deus!”. esse é meu mantra do momento , que compartilho aqui e agora. está acontecendo.  lançamento dia 12 de agosto (terça-feira), das 19h às 22hna Confraria do França (antigo Restaurante Extudo)Rua Lydio de Mesquita, nº 43, Rio Vermelho, Salvador, Bahiabooktrailer_silvana rezende [...]



O LIVRO de água chegou no Centro Cultural BNB Cariri!

2014-08-06T12:54:53.279-03:00

e estamos felizes com a nova montagem. na abertura (dia 01/08), o programa Suvaco de Cobra, de Juazeiro do Norte, veio nos ver e nós fomos convidar, pessoalmente, seu Espedito Seleiro (em Nova Olinda), que nos disse que "artista é que nem fogo de monturo, pode até diminuir a chama aqui, mas quando pensa que não, com certeza reacende mais pra lá. e assim vai insistindo, até nunca apagar!" foi com essa bênção que abrimos a exposição e o livro no Cariri. O LIVRO do água fica no Centro Cultural BNB Cariri até 31/agosto.[...]



O LIVRO de água no Cariri!

2014-07-25T16:02:03.827-03:00

tamo chegando no Cariri, O LIVRO de água, eu, silvana e a alegria de compartilhar o que fazemos e acreditamos. de hoje a oito (dia um do oito), abertura da exposição O LIVRO de água no centro cultural BNB CARIRI!










um poema que virou livro infantil

2014-06-17T21:29:42.141-03:00




"pela bahilha afora eu vou bem sozinha" é um poema que virou um livro infantil. 

tudo começou na oficina literária de Fabiano Calixto (2012), onde o poema começou a ser construido, depois passou por O LIVRO de água (2013), onde ele foi publicado e agora ele segue viagem como livro infantil para todos os estudantes do 1º e 2º ano - do Ciclo de Alfabetização - do ensino fundamental das escolas públicas da rede estadual e municipal da Bahia (2014), porque ele foi um dos vencedores do Edital do Livro Infantil da Secretaria da Educação do Estado.

as ilustrações do livro foram feitas por mim mesma, em parceria com Silvana Rezende.

os 19 livros contemplados vão compor uma coleção, de autores baianos, e farão parte do Cantinho da Leitura de cada sala de 1º e 2º ano, em 370 municípios baianos, contemplando mais de 145 mil estudantes.

estamos em festa!
em 370 municípios baianos e contempla mais de 145 mil estudantes
em 370 municípios baianos e contempla mais de 145 mil estudantes
em 370 municípios baianos e contempla mais de 145 mil estudantes
em 370 municípios baianos e contempla mais de 145 mil estudantes



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2014-05-04T19:52:10.088-03:00

6 meses depois de receber a bolsa biblioteca nacional-funarte de criação literária, enviamos pelo correio, numa caixa de 32 x 42cm, nossa nova criação (minha e de silvana rezende): poesia em quadrinhos

recém-nasceu!






FLICA 2013

2014-05-04T19:45:01.038-03:00


aqui uma longa conversa sobre poesia, quase um longa-metragem. aconteceu há 6 meses, em Cachoeira-Bahia, na FLICA - Festa Literária Internacional de Cachoeira, mas cada vez que alguém clica, acontece de novo. a mesa "qualquer um poeta". Elieser César, Jackson Costa e eu. aqui, agora.

allowfullscreen="" frameborder="0" height="270" src="//www.youtube.com/embed/gbBi4rCMMVc" width="480">



ilha de itaparica,

2014-01-26T22:22:00.763-03:00

minha infância de antes de agora e pra sempre






poemasamba

2014-01-06T22:53:05.262-03:00


rearrumação

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pra ler o poema, pode vir AQUI