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PNL, Motivação, Hipnose





Updated: 2017-11-17T10:30:41.080-02:00

 



Novo Endereço

2010-04-08T21:29:05.245-03:00

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Mudança de estado

2010-04-06T00:42:44.125-03:00

Quer mudar o estado?
Mude a fisiologia.
Lembre-se: corpo e mente fazem parte do mesmo sistema.
(image)



Hipnose Prática

2010-04-05T13:50:14.825-03:00

(image) Criei uma comunidade dedicada à aplicação prática da Hipnose.

Para teorias e elocubrações, já existe uma por aí.

Se você que aprender Hipnose para impressionar os amigos no churrasco ou para pegar menininhas, já existe uma também.

Nesta comunidade trataremos o assunto com a seriedade que ele merece.

Todos que quiserem serão aceitos. Nem todos serão mantidos.

Pergunte, responda, aprenda, compartilhe, descubra. A Hipnose é muito mais útil - e simples - do que o senso comum imagina.

Seja bem-vindo: Hipnose Prática.



HIPNOTERAPIA

2010-03-22T23:41:03.750-03:00

(image) Uma análise publicada na revista American Health Magazine, elaboradas pelo psicólogo americano Alfred A. Barrios, Ph.D., revelou as seguintes percentagens de recuperação em pacientes que se submeteram a três diferentes formas de terapia:

> Psicanálise: 38% de recuperação após 600 sessões;
> Terapia Comportamental: 72% de recuperação após 22 sessões;
> Hipnoterapia: 93% de recuperação após 6 sessões (cerca de 1 mês e meio).



Curso de Formação em HIPNOSE CLÍNICA - Em Abril

2010-03-11T20:01:42.741-03:00

Conheça esta formidável ferramenta que irá lhe auxiliar desde o tratamento de urgência, levando o paciente em choque ao estado de relaxamento profundo imediatamente, até o acompanhamento clínico de causas psicológicas.
A Hipnose é uma eficiente forma de anestesia, sendo extremamente útil para aplicação odontológica.
Cura de traumas, fobias, coadjuvante nos tratamentos de vícios, insônia, sobrepeso, entre outros.

Experimente!

A Hipnose pode fazer muito por você!

Duração: 12 meses
Carga Horária: 350 horas (6 horas por semana, sendo 3 hs quintas e sextas ou 6 hs aos sábados).
Início: 08 de abril

Requisitos: Formação na área da saúde

Docente: Rogério Castilho. Mestre em PNL, Hipnólogo, Hipnoterapeuta, Mestrando em Psicologia.

Conteúdo Programático: -História da Hipnose
-Hipnose Clássica
-Hipnose Moderna ou Ericksoniana
-Introdução à PNL (Programação Neurolingüistica)
-Técnicas de DHE e NHR
-Tipos de indução
-Rapport
-Relaxamento parcial
-Relaxamento completo
-Sistemas Representacionais
-Calibração
-Acuidade Perceptiva
-Âncoras ou Signo-Sinal
-Modelo Milton
-Testes de sensibilidade
-Pestanejamento
-Catalepsia braquial
-Catalepsia palpebral
-Catalepsia Total
-Alucinações dos sentidos
-Hiperestesia sensorial
-Hipnoanalgesia
-Indução
-Programação ou Utilização
-Integração -Metáforas
-Sugestões pós hipnóticas
-Hipnose rápida
-Abrir os olhos sem despertar
-Andar sem despertar
-Amnésia permanente
-Ressignificação
-Auto-Hipnose

O curso é apostilado e fornece Certificado.

Onde: Damasceno Clínica e Escola de Psicanálise Freudiana
Rua prof. Sud Menucci,190 Vila Mariana SP
55 11 5549-1648 / 55 11 9832-5413

contato@rogeriocastilho.com.br



Transforme seu Cérebro em uma Máquina de Prazer

2010-03-09T22:21:24.682-03:00

Lembro de ter lido alguns anos atrás um artigo sobre psicologia no qual os psicólogos prescreviam para os seus pacientes com depressão que eles deveriam passar vinte minutos por dia olhando para cima e sorrindo. Eu achei o artigo fascinante. Naturalmente, desde o meu treinamento em Programação Neurolinguística - PNL, eu entendi a estrutura que estava por trás desta mudança. Pela mudança da sua fisiologia e de seus acessos oculares, o modo habitual de como os clientes pensam e sentem são interrompidos, e eles se sentiam e se comportavam de modo diferente. Mas, hoje, eu venho pensando mais sobre a parte "habitual". Como alguém se sente "habitualmente" de um modo particular ? Se estes pacientes podem se sentir habitualmente deprimidos, por que não é possível se sentirem habitualmente maravilhosos ? Eu comecei a pensar sobre como eu podia usar as habilidades que tenho para construir este hábito. A resposta óbvia é a mesma. Posicione seu corpo como se você se sentisse maravilhoso, acesse memórias maravilhosas e você se sentirá maravilhoso na maior parte do tempo. Mas como fazer disto um hábito? Neste artigo, eu gostaria de oferecer algumas estratégias para usar os caminhos naturais em que os pensamentos são acessados para que se sentir bem seja um hábito. ASSOCIAÇÃO LÓGICA Para entender o pensamento habitual, nós necessitamos conhecer um pouco sobre como os pensamentos estão conectados na nossa mente. Um método é o da associação lógica. Você vê o seu carro na rua e lembra de que você precisa colocar gasolina. Você visualiza o posto de gasolina, lembra da rua em que ele está, e pensa na lavanderia que existe nesta rua, o que o faz recordar que o seu terno cinza precisa ser lavado. Pensando no terno, isto o leva de volta ao último seminário que você deu com esta roupa, o que traz a sua memória a linda morena sentada na segunda fila. E por aí vai. Cada pensamento está ligado ao outro por um elemento comum que eles partilham; algo como pegar um acesso para ir de uma estrada para outra. Se você notar que está usando a mesma estrada mental de novo e de novo, faça uso deste fato. Ancore um estado de sentimento positivo para qualquer associação utilizada freqüentemente, e você terá um caminho automático para ter sentimentos mais prazeirosos (como aquele que você teve pensando sobre a morena) aparecendo habitualmente na sua consciência. PESQUISA TRANSDERIVACIONAL Outro caminho no qual os pensamentos estão conectados é pelo tônus da sensação (FEELING TONE). Ao invés de alguns elementos comuns do mesmo pensamento, estas memórias partilham do mesmo sentido de sensação(FELT SENSE). Tad James refere-se ao tônus da sensação (FEELING TONE) como o fio que mantém as pérolas juntas num colar. As pérolas não tem associação lógica ou indispensável, mas o fio une objetos que não possuem relação entre si para formar uma jóia completa. Meu amigo Jim Munoa, vai mais adiante, ao afirmar que nós fomos culturalmente ensinados a manter ligados os maus pensamentos ("Vai para o teu quarto e pensa sobre o que você fez de errado." "Eu quero que você fique de pé no canto até que você possa me dizer o que você fez para levar este castigo." "Eu não acabei de falar que não era para mexer nisto? Quantas vezes eu vou ter que repetir isto?"), enquanto que nós não fomos ensinados a manter juntos os bons pensamentos ("Não seja vaidoso[...]



Laboratório de hipnose ajudou a elucidar mais de 600 crimes

2010-03-09T09:18:08.928-03:00

Mais de 600 casos já foram elucidados pelo laboratório de Hipnose Forense do Instituto de Criminalística do Paraná. Desde a sua inauguração, em dezembro de 1999, o laboratório, único na América Latina, recebe regularmente solicitações de aplicação de hipnose proveniente de várias cidades e de outros Estados do Brasil. O Paraná é pioneiro na aplicação da técnica do hipnotismo no auxílio de investigações de casos policiais.O laboratório é coordenado pelo psicólogo e psiquiatra Rui Fernando Cruz Sampaio e realiza em média seis atendimentos por mês. Os processos de hipnose são solicitados com maior freqüência por delegados de polícia, porém promotores e juizes também pedem a ajuda do laboratório.Na investigação criminal, a hipnose é utilizada como ferramenta de auxílio para elucidação de casos em que a testemunha ou vítima tem algum bloqueio mental decorrente do trauma sofrido. Vítimas de estupro, seqüestro, assalto e atropelamento podem ter dificuldades para dar informações para confecção do retrato falado ou de características do local do crime.Os relatos dados durante o processo de hipnose não são considerados como provas testemunhais. “Eles apenas indicam os caminhos a serem seguidos para a solução dos casos”, explica SampaioAtropelamento - Há cerca de três anos, houve um atropelamento com duas vítimas fatais em Ponta Grossa. A polícia tinha apenas duas testemunhas do crime e uma pista: um Ômega bordô. As duas testemunhas foram submetidas à hipnose no laboratório. Suas declarações deram um novo rumo às investigações.Uma das informações concedidas revelava que a cor do carro era azul. Após as de investigações, a polícia descobriu um carro com as características citadas pelas testemunhas durante o hipnotismo em uma oficina mecânica na cidade. A perícia identificou alguns respingos de sangue na parte frontal do veículo e o proprietário foi indiciado como o responsável pelo atropelamento.Assassinato – Em outro caso, Sampaio atendeu uma mulher que presenciou o assassinato de seu marido. Cerca de 16 anos depois do homicídio, ela foi hipnotizada e teve sua memória regredida até a data do crime. “Ela tinha uma grande clareza de tudo o que aconteceu no momento do crime. Aquela senhora reviveu o fato” disse Sampaio.Com as informações resgatadas, foi possível fazer o retrato-falado do homicida. A mulher também conseguiu lembrar como o marido foi morto: a golpes de enxada. “Ela viu um ‘filme’ de como tudo aconteceu e ficou bastante emocionada com a lembrança do marido assassinado”, completou.Com o passar dos anos, as técnicas foram sendo aperfeiçoadas e atualmente o resultado das investigações auxiliadas pela hipnose são bastante expressivos “Hoje, o índice de confiabilidade das informações obtidas numa sessão de hipnotismo é de praticamente 90%” afirmou Sampaio.Andarilho - Em maio de 2001, um jovem andarilho aparentando 20 anos de idade vivia perambulando pelas ruas de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba. Indagado sobre sua família e o lugar onde morava, o rapaz demostrou sinais de amnésia. Lembrava-se apenas que viveu com um grupo de ciganos. Encaminhado ao laboratório do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Paraná, o jovem foi submetido ao processo de hipnotismo e mais um caso surpreendente foi elucidado.Em transe, ele descreveu uma cidade, um rio, uma praça e uma fábrica de sucos. Entre suas revelações, houve constante repetição das palavras esplanada e estância. Durante a sessão, o andarilho também conseguiu lembrar do seu apelido de infância, Cuca, e o do seu irmão, Biro-biro. Após as investigações, descobriu-se que Esplanada era uma cidade na Bahia e Estância outra em Sergipe, separadas por 88 quilômetros.A polícia entrou em contato com assistentes sociais nas duas cidades nordestinas e conseguiu[...]



O potencial do cérebro

2010-03-03T22:02:45.496-03:00

(Publicado em "O Cérebro Nosso de Cada Dia")

Ao descobrir que havia sofrido um “derrame”, Jill Taylor (neurocientista de Havard) acompanhou a deterioração de seu cérebro e a perda das funções de seu hemisfério esquerdo em questão de horas. Durante a lenta e gradual recuperação deste estado ela começou a desenvolver as capacidades de seu hemisfério direito muito além do que a maioria das pessoas fazem, além de descobrir o incrível poder de recuperação que o cérebro possui.

Jill relatou suas experiências no best-seller “A cientista que curou o próprio cérebro” e nesta entrevista (vídeo abaixo) ela fala de sua extraordinária recuperação e sobre o potencial do cérebro humano.

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Louise Hay

2010-02-21T16:53:51.931-03:00

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TECNICAS DE INDUÇÃO A HIPNOSE

2010-02-20T15:08:16.330-02:00

Professor Dr. Joel Priore Maia 1 – INTRODUÇÃOAs técnicas de indução hipnótica são as mais variadas possíveis e podem ser aplicadas isoladas ou em conjunto com outros procedimentos médicos, odontológicos e psicológicos, o que faz a hipnose constituir-se em recurso terapêutico de grande valor. Dir-se-ia que existem tantas técnicas quantos são os hipnotistas, uma vez que cada um desenvolve a sua própria maneira de atuação, baseada em sua experiência clínica e profissional, bem como pelo seu conhecimento teórico do procedimento.Sendo a hipnose um procedimento terapêutico que se imbrica, repercute e tem aplicação em quase todas as especialidades médicas, tem na Psiquiatria, Psicologia e na Medicina Psicossomática, o seu campo de ação mais exuberante. Sua grande vantagem reside no fato de que, seja qual for o seu modo de ação, reduz de forma considerável o tempo e a duração do tratamento, o que a faz constituir-se em valioso método de apoio psicoterápico e psicológico. Além disso, sua ação não se restringe ao campo psíquico ou fisiológico, pois atua indistintamente sobre ambos simultaneamente.A escolha da técnica de indução baseia-se, portanto, na orientação teórica e na experiência do hipnotista, o que faz com que a hipnose tenha múltiplos e variadas formas de ser induzida.A indução do procedimento hipnótico, ou seja, a introdução do paciente no estado de “transe”, pode ser dividida em três etapas:1) Uma ETAPA PREPARATÓRIA na qual se estabelece e se reforça o relacionamento profissional-paciente, tecnicamente chamado de RAPPORT e que pode ser seguido da inclusão de alguns testes de sensibilidade. O objetivo desta etapa é criar um relacionamento de confiança no tratamento a que se propõe realizar, afastando-se os temores, as tensões e as preocupações do paciente. Visa ainda, deixá-lo à vontade, colaborando desta maneira, para o sucesso do método que iremos aplicar. Recomenda-se proceder à explicação detalhada “do quê, como e para quê” se vai utilizar a hipnose no tratamento do caso apresentado pelo paciente. Terminada a explicação, é de bom alvitre proceder-se à execução-treino a fim de que possamos aquilatar se o paciente compreendeu bem a orientação que lhe fornecemos. Após o período de execução-treino, se o paciente compreendeu bem o que se pretende, podemos animá-lo com palavras de incentivo e apoio, período ao qual denominamos de animação. A explicação, a execução-treino e a animação fazem parte dos testes de verificação e são descritas com maiores detalhes no capítulo referente à Metodologia do Procedimento hipnótico.2) Seguindo-se às preliminares acima, adentra-se à indução propriamente dita, empregando-se o método indutor escolhido ou de procedimento habitual pelo hipnotista.3) Imbricada com a indução, portanto, de limites pouco precisos com esta, segue-se o processo com a manutenção e com o aprofundamento do transe, visando o relaxamento físico e mental do paciente. Nesta fase, poderemos utilizar os diversos recursos de que o método hipnótico dispõe, como, por exemplo, explorar material reprimido abaixo do limiar da consciência do paciente ou sugestioná-lo. Neste último caso, a sugestão feita em seguida, é denominada de sugestão pós-hipnótica, isto é, formulada para atuar após o término do procedimento. Seguem-se nesta etapa a superficialização do transe e a dehipnotização, também chamada impropriamente de acordar.Neste capítulo, nos ocuparemos exclusivamente da indução, citando a seguir alguns procedimentos mais comuns. 2–TÉCNICAS MAIS COMUNS DE INDUÇÃO I) DE ESTÍMULO DÉBIL CONTÍNUO OU DE FIXAÇÃO SENSORIALEste procedimento, criado por James Braid, tem sid[...]



Não tente, faça!

2010-02-19T12:15:27.876-02:00

. Você conhece o fato – você encontrou um velho conhecido na rua, conversou meio sem jeito sobre o que aconteceu nesses últimos anos e, antes de cada um seguir o seu caminho, um diz “algum dia precisamos tentar nos encontrar!”Ou então você pede para alguém lhe fazer um favor e ele responde “OK, vou tentar fazer.”Agora imagine que eu diga para você “Eu quero que você tente tocar a ponta do seu nariz com seu dedo indicador.” Provavelmente você vai achar que é um pedido estranho, desde que você não tenha nenhuma incapacidade. É fácil fazer, não corre o risco de fracassar, então por que usar “tentar”?Entretanto se eu pedir “Tente tocar o teto,” isto soa e parece mais sensato, porque não há certeza de que você consiga tocar o teto – a maioria dos tetos são muito altos.O que resulta de todos esses exemplos?Que nós usamos a palavra TENTAR quando presumimos ou assumimos um fracasso!“Nós precisamos tentar nos reunir algum dia” significa algo como “Eu acho que tenho que me livrar de você e não tenho a proposição de lhe dizer que espero não enxergar você de novo!"“Eu vou tentar fazer isto" significa que “Eu não vou dizer que eu não consigo ou não vou fazer – mas não tranque sua respiração esperando que eu faça isto!"Mas é apenas uma figura de retóricaTalvez. Mas figuras de retórica muitas vezes dão pistas muito sólidas sobre o que está acontecendo na prática. Elas podem ser uma forma de externar as emoções ocultas. Especialmente se você as ouve atentamente e as aceita literalmente.Palavras como “tentar" indicam o que você realmente está pensando – e, que talvez, não queira admitir nem para você mesmo.As palavras que você usa sub-vocalmente no seu diálogo interno afetam o seu humor. E as palavras que você usa em voz alta afetam tanto o seu próprio humor e o das outras pessoas.“Tentar" cria dúvida – na sua própria mente e na dos outros – e sugere que é improvável você ser bem-sucedido. .Substitua “tentar" por “querer".Use-o por uns tempos e decida se isso faz diferença em como você se sente e como as pessoas lhe respondem.Ao invés de:“Eu preciso tentar começar a me exercitar"“Eu vou tentar parar de fumar"“Eu vou tentar comer coisas mais saudáveis"“Eu vou tentar ser mais amável com as pessoas"Use “Eu QUERO começar a me exercitar, etc.".E se eu não estiver seguro de que serei bem sucedido?.Não há problema. Você não tem que ter certeza de que será bem-sucedido antes de começar alguma coisa.Está tudo certo se você “fracassar"."Tentar" é uma maneira de nos proteger contra as sensações desagradáveis que nós associamos com o fracasso... "Mas eu não disse que faria! Eu só disse que eu ia tentar!"Tome a decisão de que é certo não conseguir tudo correto todas as vezes e você se sentirá muito melhor dizendo “eu quero..."O outro lado dessa moeda é que se você não disser “eu quero..," você não está inteiramente comprometido. Você estará dando a si mesmo a condição da fuga – só por precaução..Comprometa-se inteiramente.Comprometa-se inteiramente – ou então nem se dê ao trabalho. Se não se comprometer inteiramente, você estará enganando a si mesmo. Você estará fingindo que vai dar o seu maior empenho para fazer algo quando, de fato, você está se preparando para fracassar e com o seu álibi de fracasso já pronto.Quando você se compromete inteiramente, você está se fortalecendo com a crença de que será bem-sucedido – faça isso e você já estará na metade do caminho antes mesmo de começar..Reg Connolly é Trainer Certificado e Master Practitioner de PNL, treinador de administração e de vendas..Artigo publicado sob o título "Don't try – just do it" no site www.nlp-now.co.uk [...]



HIPNOSE

2010-02-17T11:53:33.363-02:00

1-INTRODUÇÃO.Nos achados da Antigüidade, existem textos, com mais de 4.500 a.C., nos relatando como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe - "um estado diferenciado da consciência usual" - para realizar diagnóstico objetivando curas. Os Antigos egípcios a 2000 a.C., já utilizavam empiricamente encantamentos, amuletos, imposição de mãos, sem se darem conta da imaginação e sugestão envolvidas nesses procedimentos.Historicamente, os primeiros registros de práticas hipnóticas, remontam a 2400 a.C., na Índia e na Caldéia. Podemos identificá-las, também, na Pérsia, Babilônia, Assíria, Suméria, Egito, Grécia, Roma, nos antigos Hebreus, nos Deltas. Nesses povos, magia, religião e medicina se confundiam.O termo hipnos-gnose derivado do grego (hypnos = sono), foi cunhado (1784-1860) pelo médico James Braid, que escreveu o livro Neurohipnologia, e tem a ver com o estudo dos fenômenos do sono. O nome escolhido advém de Hypnos - deus grego do sono - e foi escolhido devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter, com o seu emprego, e também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.Com uma grande variedade de nomes, a hipnose é utilizada por milênios como uma forma de atuar no comportamento humano. Jean Martin Charcot (1825-1893) notabilizou-se pelas curas hipnóticas da histeria. O que levou ao início do estudo científico da hipnose. Em 1885, Josef Breuer publicou, juntamente com Freud, o famoso caso Anna O. como "Estudo sobre a histeria". A partir daí, Freud iniciou a prática da hipnose.O interesse pela hipnose teve seu recrudescimento durante a Primeira e Segunda Guerra Mundial como forma de tratamento das neuroses traumáticas de guerra. A hipnose tem recebido dentro da terapêutica uma série de nomes. Chegou-se até a criar-se uma ciência: hipnologia. Hoje se define hipnose, ou transe hipnótico, como um estado modificado da consciência, mais próximo da vigília do que do sono, caracterizado pela dominância das freqüências alfa e teta no eletroencefalograma.Atualmente, com outros nomes, há uma profusão de técnicas que, na realidade, são hipnose: PNL, Controle Mental, Parto Sem Dor, Regressão de Idade, Regressão a Vidas Passadas, Regressão de Memória, Hipnose Light.A hipnose é um estado de passividade cerebral, no qual há inibição da consciência periférica. Distingue-se do sono fisiológico, visto que a hipnose não ativa o sistema hipnogênico do tronco cerebral. Estudos realizados em sujeitos hipnotizados acusam EEG semelhante ao da vigília relaxada. Os reflexos neurológicos encontrados no sono fisiológico não são encontrados no sujeito hipnotizado. No estado hipnótico, contudo, são encontrados: dissociação, sugestionabilidade e hipermnésia, facilitando o acesso à vida interior do indivíduo (subjetividade). Esse estado, que é passageiro, ocorre, diariamente, em algum grau de profundidade, em todos os cérebros normais.Durante o transe hipnótico, a mente está por um tempo dissociado, porém com a atenção e a concentração hiperfocalizadas num ponto. Nesse momento, a fisiologia das funções corporais se modifica, e sabe-se que durante o transe modificam-se também a memória, a aprendizagem, o comportamento e o humor, o que favorece o auto conhecimento, a compreensão e a mudança emocional.Outra forma de hipnose, normalmente observada em alguns cultos afros, exorcismo, movimentos de massas, seitas e religiões de forte apelação emocional é obtida através da excitação supramaximal, por estímulo sensorial ou forte e[...]



PNL em Vendas

2010-02-12T07:48:59.324-02:00

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PNL em Vendas from Rogério Castilho on Vimeo.




Cura da AIDS

2010-02-09T21:51:49.255-02:00

Britânico pode ter sido o primeiro caso de cura espontânea da aids

LONDRES, 13 Nov (AFP) - Um britânico de 28 anos, declarado soropositivo há três anos, pode ser a primeira pessoa do mundo a ter se livrado de forma natural e espontânea do vírus da aids, sem a ajuda de remédios, segundo artigo publicado neste domingo pela revista News of the World.

Em agosto de 2002, Andrew Stimpson, de 28 anos, descobriu que era soropositivo. Quatorze meses depois, no entanto, novas análises mostraram que o vírus HIV da aids havia desaparecido completamente de seu organismo sem que ele tivesse tomado qualquer tipo de remédio, diz a News of the World.

Os médicos de Stimpson foram categóricos ao afirmarem que não houve qualquer tipo de confusão de exames, como aconteceu em dois casos anteriormente descobertos de supostas "curas espontâneas", em que foi impossível demonstrar se os exames positivo e negativo eram da mesma pessoa.

Por isso, o jovem vendedor de sanduíches aceitou se submeter aos estudos dos pesquisadores que trabalham na luta contra o vírus.

"Recordo-me que, depois do segundo exame, meu médico entrou em meu quarto e disse: 'está curado; é incrível; você é fantástico", disse à revista Stimpson, que vive com Juan Gómez, um homem de 44 anos também afetado pelo vírus VIH.

"É verdadeiramente assombroso pensar que um dia me vi a morte diante dos meus olhos e que agora disse adeus a ela", acrescentou Stimpson.

Depois de excluir a hipótese de confusão de exames, os médicos afirmaram com segurança se tratar de um autêntico caso de cura espontânea.

Em outubro, Stimpson recebeu uma carta pela qual o hospital assegura que, após uma série de análises de DNA, as amostras de sangue utilizadas no primeiro e no segundo exame de aids eram realmente suas.

"Não houve erro algum nas etiquetas ou na análise das amostras", afirmou o hospital em sua carta, cuja cópia foi publicada também pela News of the World, assim pelo jornal The Mail on Sunday.

A carta ressalta que "o fato de ter passado de um resultado positivo para um negativo é excepcional do ponto de vista médico".

Stimpson, um escocês que vive em Glasgow, se submeteu a um exame em maior de 2002 porque se sentia fraco e com febre. O resultado foi negativo.

O jovem continuou sentindo-se mal e três meses depois - prazo normal para a aparição do vírus no sangue - fez novos exames, os quais mostraram que era soropositivo.

Já que o estado da doença era pouco avançado, não foi receitado qualquer remédio. Nos exames periódicos, os médicos observaram com surpresa sua aparente boa saúde.

Os médicos ficaram atônitos quando o exame de 2003 revelou que o vírus HIV havia desaparecido do sangue de Stimpson.



Avaliando a Profundidade da Hipnose

2010-02-04T00:15:05.124-02:00

por Tom Connelly Traduzido pela SBHH com o consentimento do autor.Após praticar a hipnose por algum tempo nós gradualmente desenvolvemos um sentido intuitivo que nos indica a profundidade do transe hipnótico que nossos pacientes estão experimentando. Esta impressão é provavelmente formada dentro de nós de várias maneiras, mas no início de nosso treino temos que contar com uma mistura de suposição e conhecimento ‘emprestados’ de livros e vídeos sobre hipnose e de nossos professores.A maneira óbvia de se estimar o sucesso progressivo de sua hipnose é ficar atento às indicações ‘clássicas’ do aprofundamento do estado hipnótico. Alguns dos seguintes indicadores podem ser observados: • Imobilidade• Mudança na respiração• Face pálida• Postura desmoronada• Movimentos dos olhos tipo REM• Tremor palpebral• Deglutição• Lacrimação aumentada• Vermelhidão em volta dos olhos• etc. Você será ensinado a prestar atenção nestes sinais (e outros) no início de qualquer curso de hipnose, mas a avaliação precisa da profundidade do transe somente acontece realmente quando o hipnotista pode avaliar estes sinais de acordo com sua experiência pessoal. Uma parte importante deste processo de aprendizado acontece quando o hipnotista desempenha o papel do paciente e experimenta a hipnose do ponto de vista de seus futuros clientes. Depois de ser hipnotizado várias vezes, o hipnoterapeuta obtém a perspectiva interior dos processos mentais envolvidos e uma empatia pela natureza física da hipnose. Uma boa experiência pode também ser obtida experimentando com a auto-hipnose e técnicas de relaxamento.Além da experiência pessoal com a hipnose, é possível aprender muito com as reações verbais. Não tenha medo de perguntar aos seus pacientes a respeito de suas experiências com o transe, pois a maioria ficará feliz em descrever o ’sentimento’ da hipnose e muitos insights interessantes podem ser obtidos. Lembre-se que a hipnose é uma experiência subjetiva e que, apesar de que existem muitos elementos comuns nela, existe muita coisa que será única em cada indivíduo.É também possível colher informação direta sobre o processo da hipnose e da profundidade do transe usando-se um tipo de indução fracionada.Com o método fracionado de induzir a hipnose, o processo é dividido em estágios e o paciente é questionado a cada ponto para uma descrição verbal de sua experiência particular. Desse modo o hipnotista pode aprender muito sobre a experiência do relaxamento e do transe enquanto estes ocorrem em outros.A principal idéia por trás do método fracionado (também conhecido como o fracionamento de Vogt) é descobrir a experiência pessoal do paciente a medida que este entra em transe e então ‘retroalimentar’ esta informação para levá-lo a um transe mais profundo. As pessoas sob hipnose permanecem relaxadas nos primeiros estágios do transe e então são acordadas e questionadas a respeito de sua experiência particular com a hipnose, e esta informação é então usada para ajudar a pessoa a ir mais fundo no transe. O paciente, portanto, de maneira muito real está descrevendo a melhor maneira de ser hipnotizado! Este tipo de indução não é tão rápido quanto outros métodos, mas sua natureza interativa parece levar aos estados mais profundos do transe. Este método de indução de hipnose é descrito em muitos cursos e livros de hipnose, mas como está além do escopo deste artigo, o estudante é aconselhado a pesquisar estas informações.Além dos métodos de se avaliar a profundidade do transe através da observação, existem também testes físicos que fornecem ao hipnotist[...]



Sorteio de Livros

2010-02-03T12:34:12.997-02:00

A Promoção Escritores Brasileiros traz o que existe de melhor no universo da PNL. O Descubra PNL em tem o prazer de sortear entre os visitantes do site 6 livros, sendo 2 de cada autor, para que sua leitura possa ser ainda mais produtiva.Nossa filosofia foi e sempre será de valorizar os trainers e escritores brasileiros. Em nossos artigos optamos por dar espaço àqueles que contribuem de forma significativa para o crescimento da PNL no Brasil. Até hoje, sempre encontramos muita qualidade e cada vez mais o Brasil vem se destacando no mundo como centro de excelência em Programação Neurolinguística. Usamos sim o que é criado lá fora, mas traduzimos para o bom português e na maioria das vezes aplicamos melhor as coisas.Vamos descrever abaixo os livros e os seus respectivos autores. Cada sortudo ganhará um exemplar de cada. Serão dois os ganhadores.Eu, NasrudinLer Eu, Nasrudin é virar a ampulheta, objeto típico dos orientais e fazer uma viagem inesquecível pelo tempo em que a sabedoria era divulgada pela oralidade em praças, jardins, mesquitas, qualquer lugar...Podemos comparar esta obra literária a um baú, uma arca que atravessou diversas realidades, civilizações até chegar ao nosso presente. Um baú repleto de tesouros - as histórias de Nasrudin desta vez resgatadas em primeira pessoa - o próprio Nasrudin se dá a conhecer sem meias palavras, com a sutileza que não se experimenta em qualquer outra personagem.Abrindo e vasculhando o baú, nos deparamos com imperadores hostis, reis que buscam além do dourado das moedas, dervixes à procura da fagulha da realização humana, jovens discípulos querendo superar a sua essência... E por diversas vezes, é possível contemplar o próprio rosto nessas personagens.São histórias simples, mas não simplórias; são profundas, mas nem por isso, difíceis ou prolixas - são metáforas. Fogem ao comum e a cada vez que forem lidas ganharão viés distinto porque são retalhos da vida e esta não se define com apenas um ponto de vista.E quando a areia da ampulheta do início da viagem cessar de cair, ou quando o baú se fechar e olharmos ao nosso redor, veremos que todas as personagens estão aqui, desfilando por todos os lados porque em qualquer centelha de tempo, a busca é a mesma: descobrir como ser feliz todos os dias!Exemplares gentilmente cedidos pela Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística.Sobre o Autor:Alexandre Bortoletto é Master Trainer em Programação Neurolinguística (PNL) e Hipnose Ericksoniana; Instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística a mais de 15 anos; Hipnólogo, Musicólogo, Professor Mestre em Arranjo, Composição e Psycho-Music; Educador, Escritor, Business Coach, Coach Executivo, e de Vida Pessoal; Consultor de Empresas Nacionais e Internacionais de Novo Mercado em Up Level Training Systems; Consultor em Comunicação Corporativa e Leader Coach Performance; Especialista em linguagem inconsciente, Psicolinguística e Neuro-Hypnotika; Responsável pela criação e desenvolvimento de novos treinamentos abertos e in Company (up-dater) da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL); Atualmente mantém pesquisas acadêmicas no campo da Neurociência, além de ministrar Cursos, Seminários, Atendimentos e Workshops no Brasil e Exterior.Exercícios de Programação NeurolinguísticaEscrito pelo trainer meineiro Gilson de Paula Pacheco diretor do Potencial Instituto de PNL e muito esperado por seus alunos, o livro chega com uma enorme variedade de exercícios para todos aqueles que queiram usufruir dos benefícios da PNL de forma prática e eficaz.O livro foi encadernado para fac[...]



Cirurgia espiritual

2010-01-29T13:37:45.153-02:00

A BAND está apresentando um especial, "Cura pela Fé".
Abaixo, as chamadas cirurgias espirituais:
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Emoções Que Curam

2010-01-26T17:47:21.922-02:00

(Itamar Melo (Zero Hora - Caderno Vida)A mente como remédio Experiências demonstram que emoções negativas reduzem as defesas naturais do organismo - e que atitudes positivas podem ajudar a curar “Para curar um doente de tuberculoseé mais importante saber o que ele tem nacabeça do que no tórax.” Cunhada em 1910 por sir William Osler, um eminente professor de Medicina nascido no Canadá, a frase acima se revestiu de uma surpreendente atualidade nos últimos anos. Uma enxurrada de estudos científicos tem demonstrado que o estado emocional do paciente e a confiança que ele deposita na cura são fatores decisivos para a recuperação. Essa constatação deu origem a técnicas e a serviços de apoio que começam a ser integrados aos tratamentos tradicionais para enfermidades graves como o câncer e a Aids. Experimentos realizados nas últimas décadas revelaram que fatores como a depressão, o desânimo, o estresse e a ansiedade reduzem as defesas naturais do organismo em razão de conexões existentes entre o sistema nervoso e o sistema imunológico. Pacientes pessimistas e desesperançados, desse modo, debilitam as células capazes de combater as doenças e tendem a se beneficiar menos dos tratamentos. Já o enfermo convicto da cura e notabilizado pelo otimismo, seja seu mal uma gripe ou um câncer, fortalece os mecanismos internos de cura e apresenta melhores condições de recuperar-se ou obter uma sobrevida mais longa. Em outras palavras, a ciência está descobrindo o que muitos charlatães já apregoavam: a mente pode curar, ou pelo menos dar uma ajuda decisiva na cura. - O estado de ânimo que a pessoa mantém diante da doença influi muito na recuperação. Se ela está alegre, tem mais chance de melhorar. Se está depressiva, pensa que o mundo acabou e repete que vai morrer, debilita seu estado imunitário e não vai se curar nunca. O paciente tem que colocar algo de si para que o medicamento trabalhe - explica Ivan Izquierdo, professor titular de neuroquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Uma das comprovações clássicas dessa tese veio quase por acaso. Nos anos 70, David Spiegel, responsável pelo Departamento de Psiquiatria da Stanford University da Califórnia, resolveu verificar se o tratamento psicológico poderia ajudar mulheres com câncer de mama a superarem a depressão, a ansiedade e as dores que acompanhavam a doença. Dividiu as pacientes em dois grupos. Às integrantes do primeiro, ofereceu uma terapia e deu instruções sobre técnicas de relaxamento e auto-hipnose. Verificou que, ao mesmo tempo que elas obtinham avanços na qualidade de vida, as pacientes do grupo sem acompanhamento psicológico pioravam cada vez mais. A grande surpresa viria 13 anos depois. Em meio a uma polêmica médica sobre a possibilidade de um estado mental levar à cura, Spiegel resolveu revisar seu experimento e verificar o impacto que ele tivera na sobrevida. Os resultados o deixaram aturdido e acabaram vindo a público em uma edição de 1989 da conceituada revista científica The Lancet: enquanto as mulheres que não receberam tratamento psicológico viveram em média 19 meses, as outras apresentaram uma sobrevida duas vezes maior - e algumas ainda estavam vivas. Pesquisadores como o oncologista italiano Mariano Bizzarri, membro da Sociedade Americana do Câncer, sustentam que, à luz desses novos conhecimentos, os médicos devem rever seu papel. A participação e o grau de confiança que eles demonstram em relação ao tratamento transmitem ao paciente “segur[...]



O livre-arbítrio não existe

2010-01-13T22:28:13.696-02:00

A ciência comprova: você é escravo do seu cérebro por Texto Salvador Nogueira (SUPERINTERESSANTE - Edição 256) Você se interessou pelo tema desta reportagem e, por isso, resolveu dar uma lida. Certo? Errado! Muito antes de você tomar essa decisão, a sua mente já havia resolvido tudo sozinha – e sem lhe avisar. Uma experiência feita no Centro Bernstein de Neurociência Computacional, em Berlim, colocou em xeque o que costumamos chamar de livre-arbítrio: a capacidade que o homem tem de tomar decisões por conta própria. As escolhas que fazemos na vida são mesmo nossas. Mas não são conscientes. Voluntários foram colocados em frente a uma tela na qual era exibida uma seqüência aleatória de letras. Eles deveriam escolher uma letra e apertar um botão quando ela aparecesse. Simples, não? Acontece que, monitorando o cérebro dos voluntários via ressonância magnética, os cientistas chegaram a uma descoberta impressionante. Dez segundos antes de os voluntários resolverem apertar o botão, sinais elétricos correspondentes a essa decisão apareciam nos córtices frontopolar e medial, as regiões do cérebro que controlam a tomada de decisões. “Nos casos em que as pessoas podem tomar decisões em seu próprio ritmo e tempo, o cérebro parece decidir antes da consciência”, afirma o cientista John Dylan-Haynes. Isso porque a consciência é apenas uma “parte” do cérebro – e, como a experiência provou, outros processos cerebrais que tomam decisões antes dela. Agora os cientistas querem aumentar a complexidade do teste, para saber se, em situações mais complexas, o cérebro também manda nas pessoas. “Não se sabe em que grau isso se mantém para todos os tipos de escolha e de ação”, diz Haynes. “Ainda temos muito mais pesquisas para fazer.” Se o cérebro deles deixar, é claro. A pessoa decide O voluntário precisa tomar uma decisão bem simples: escolher uma letra. Enquanto ele faz isso, seu cérebro é monitorado pelos cientistas 1. Observa a tela... O voluntário olha para uma seqüência de letras, que vai passando em ordem aleatória numa tela e muda a cada meio segundo. 2. Escolhe uma letra... Na mesa, existem dois botões: um do lado esquerdo e outro do lado direito. O voluntário deve escolher uma letra – e, quando ela passar na tela, apertar um desses dois botões. 3. E aperta o botão. Pronto. A experiência terminou. O voluntário diz aos pesquisadores qual foi a letra que escolheu e em que momento tomou a decisão. Mas o cérebro já resolveu Bem antes de a pessoa apertar o botão, ele toma as decisões sozinho 10 segundos antes Os córtices medial e frontopolar, que controlam a tomada de decisões, já estão acesos – isso indica que o cérebro está escolhendo a letra. 5 segundos antesOs córtices motores, que controlam os movimentos do corpo, estão ativos. Olhando a atividade deles, é possível prever se a pessoa vai apertar o botão direito ou o esquerdo. E já é possível prever pensamentos Além de provar que o livre-arbítrio não existe, a neurociência acaba de fazer outro enorme avanço: pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, construíram um computador capaz de ler pensamentos. Ou quase isso. Cada voluntário recebeu uma lista de palavras sobre as quais deveria pensar. Enquanto ele fazia isso, um computador analisava sua atividade cerebral (por meio de um aparelho de ressonância magnética). O software aprendeu a associar os termos aos padrões de atividade cerebral – e, depois de algum tempo, conseguia adivinhar em[...]



Anthony Robbins

2010-02-17T11:54:13.193-02:00

Seminário de Anthony Robbins legendado em português:

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Hipnose no tratamento de queimados

2010-01-12T18:28:19.222-02:00

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Hipnose como alternativa para curar a dor

2010-01-07T16:52:18.671-02:00

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Dislexia

2009-11-22T21:34:51.380-02:00

Perry F. Finck, Ed.S. Definição de “dislexia” Nesse artigo, o uso da palavra “dislexia” se refere ao que ocorre a um indivíduo quando as letras e/ou os números de uma página parecem ser diferentes das letras e/ou os números que realmente estão na página. Ou, quando uma pessoa com visão não em túnel parece ter uma visão em túnel somente quando ela vai ler as palavras e/ou os números de uma página. Uma fobia tem valor de sobrevivência Através da história, o homem teve que lutar contra fenômenos naturais que exigiam uma ação direta e decisiva. Os exemplos seriam as enchentes passageiras, incêndios violentos, nevascas, furacões e assim por diante. Nós devemos tomar cuidado quando estas coisas acontecem. Se não, nós morremos. Ao mesmo tempo em que prestamos atenção ao problema, a nossa atenção fica limitada somente a este problema. O nosso campo de visão está confinado. Nós só enxergamos e vemos o grande problema. Quando ouvimos uma pessoa nos contar sobre o que sentiu numa situação de risco à vida, como estar envolvida num assalto à mão armada, ela diz que tudo viu foi um revólver e que ele era muito grande. Somente quando assistimos essas coisas de longe ou nos filmes, é que podemos ter uma visão mais ampla. É aí que nós podemos ver a grande imagem e a arma no seu tamanho real. Mas para os “disléxicos,” como para a pessoa colocada numa situação de risco à vida, tudo está distorcido. Nós somos bem protegidos para sobreviver a um ataque e ainda permitir que os outros da nossa espécie também vivam. Conseqüentemente, o nosso cérebro lógico está mais afastado da mão dominante. Enquanto uma pessoa pode não sobreviver a um ataque, outras conseguem. Mais uma vez, os nossos cérebros ficam paralisados e temos um campo de visão limitado para sermos capazes de nos precaver contra o problema da ameaça à vida que está acontecendo. Se você escutar uma pessoa, que esteve numa situação de risco à vida, contando sua história, muitas vezes vamos perceber que ela está tremendo ou re-experimentando aquela situação. Se prestarmos bastante atenção na maneira que uma pessoa “disléxica” lê, nós poderemos ouvir o medo na sua voz. “Dislexia” é transmitida da mesma maneira que difundimos as fobias Mais uma vez, como princípio de sobrevivência, nós percebemos que a criança imita o adulto. Historicamente, se a criança não fizer isto e se houver uma fera atacando, ela entregaria a localização do adulto e da criança. Através da imitação, é muito fácil ver que assimilar uma reação fóbica de um dos pais, numa tenra idade, é uma necessidade. Isso é um exemplo de fobia sendo transmitida para a criança, por assim dizer, de segunda mão. De uma maneira similar, o adulto que não consegue ler ou que tem grandes problemas com a leitura, pode transmitir o seu medo do mesmo modo que ele transmitiria o medo de uma fera ou de qualquer outro evento que poderia trazer ameaça à vida real. A criança vê o adulto tentando ler, tendo problema emocional com a leitura. Esse é um exemplo de como a fobia pode ser transmitida. Hoje positivamente não é apropriado admitir ter medo. Se espera que enfrentemos os nossos medos e que sintamos prazer em enfrentá-los. As pessoas escalam penhascos, partem em divertidas cavalgadas e assim por diante. Mas como a criança, nós não somos suficientemente espertos para dizer que contraímos o medo como uma forma de proteger a n[...]



Amor e ódio nascem no mesmo lugar, dizem cientistas

2009-11-12T10:49:50.114-02:00

Imageamentos cerebrais revelam onde o ódio se forma, e parece não ser muito diferente do amor

por Katherine Harmon

Dizem que o amor vem do coração, mas e o ódio? Pesquisadores estão em busca dos fundamentos neurológicos do ódio, assim como da música, da religião, da ironia e de outros conceitos abstratos. A ressonância magnética funcional (RMf) começa a revelar como essa forte emoção se inicia no cérebro.

No ano passado, o neurobiólogo Semir Zeki, do Laboratório de Neurobiologia da University College London, liderou um estudo que mapeou os cérebros de 17 adultos enquanto contemplam imagens de pessoas que eles admitiram odiar. Na tela nota-se que áreas no giro frontal medial, putâmen direito, córtex pré-motor e ínsula medial foram ativados. Os pesquisadores observaram que partes do chamado “circuito do ódio” também estão envolvidas no início de um comportamento agressivo, mas sentimentos intrinsecamente agressivos ─ como raiva, perigo e medo ─ apresentam padrões cerebrais diferentes dos do ódio.

Certamente o ódio pode surgir de sentimentos positivos, como o amor romântico ─ na figura de um ex-parceiro ou rival em potencial. O amor, porém, parece desativar áreas tradicionalmente associadas com o julgamento, enquanto que o ódio ativa áreas do córtex frontal que podem estar relacionadas com a avaliação de outra pessoa e previsão de seu comportamento.

Algumas associações com o amor, entretanto, são surpreendentes, observam os autores do estudo publicado em outubro de 2008 na PLoS ONE. As áreas do putâmen e ínsula ativadas pelo ódio são as mesmas das do amor romântico. “Essa ligação pode explicar porque amor e ódio estão tão intimamente relacionados nas pessoas.”

No entanto, esse estudo inicial não convenceu a comunidade científica de que essas são as raízes neurológicas do ódio. “Ainda é realmente muito cedo”, observa Scott Huettel, professor-associado de psicologia e neurociência da Duke University, não envolvido no estudo. Outras emoções, como felicidade e tristeza, já são mais bem compreendidas, acrescenta. “Até sensações como arrependimento têm coordenadas neurais bem definidas.”

O próximo passo, segundo Huettel, será realizar mais pesquisas sobre aspectos bem específicos e tipos de ódio ─ incluindo ódio contra grupos de pessoas em vez do ódio a uma única pessoa ─ e depois testá-las em diferentes situações. Também será importante estudar casos em que partes do cérebro tenham sido danificadas e tendências emocionais tenham sido alteradas. “Se a ativação positiva e a debilidade, de uma região do cérebro danificada, forem identificadas, já será um bom indício de que se encontrou, pelo menos, uma parte do circuito”.

Para que serve o ódio, ainda é uma questão debatida. Embora alguns argumentem que o sentimento oferece uma vantagem evolucionária ─ poderia ajudar as pessoas a decidir quem confrontar ou desprezar ─, Huettel observa que, da mesma forma que se identifica um circuito neural dedicado, tudo não passa de “um palpite bem dado”.



Para reconhecer mentiras

2009-11-04T19:27:05.113-02:00

por Marc-André Reinhard Como podemos perceber se estamos sendo enganados? Existem sinais claros que indicam uma mentira, algo que possa ser comparado à tão conhecida metáfora ao nariz do Pinóquio que se tornava cada vez maior quando ele ocultava a verdade? Infelizmente não. Durante muito tempo as pessoas acreditaram que podiam identificar um mentiroso por comportamentos ou sinais corporais – como coçar a cabeça com frequência; movimentar-se de forma agitada ou ficar com as faces coradas. No entanto, um grupo de pesquisadores coordenado pela psicóloga Bella M. DePaulo, da Universidade da Califórnia, em Santa Barbara, Estados Unidos, garante que normalmente não é isso que acontece. Em 2003 ela já havia reunido e analisado resultados de 120 estudos sobre os sintomas físicos que acompanham mentiras. Conclusão: os estereótipos raramente são verdadeiros; em geral, mentirosos não escorregam nervosos na cadeira, nem evitam o contato visual de seu interlocutor.Na verdade, para a maioria das pessoas é realmente muito difícil discernir se uma declaração é verdadeira ou falsa. Foi a essa conclusão a que chegaram Bella e seu colega Charles F. Bond, da Universidade Cristã do Texas, em 2006, em, outro estudo sobre o tema. Para tanto, os dois pesquisadores resumiram os resultados de 206 estudos sobre a cota de acertos em julgamentos sobre credibilidade. No total, apenas 54 desses julgamentos sobre a veracidade ou não de uma declaração estavam corretos, um valor estatisticamente pouco significativo – que talvez pudesse ter sido atingido também por meio de pura adivinhação. Mas convém levar em conta que, na média, os sujeitos reconheceram mais frequentemente afirmações verdadeiras do que mentiras. No entanto, há estratégias com as quais as enganações podem ser descobertas com alguma margem de segurança.Tomando por base os estudos levantados por Bond e Bella, pesquisadores da mesma equipe compararam diversos canais sensoriais. Ao analisar os resultados dos exames, os estudiosos chegaram à conclusão de que sinais acústicos ajudam mais a reconhecer engodos que visuais: nos experimentos, os sujeitos podiam diferenciar de forma mais nítida as mentiras quando ouviam a declaração duvidosa com atenção, em vez de observar o falante, à procura de sinais reveladores.Se os participantes assistiam a um vídeo sem som, a cota de acertos eram apenas aqueles 50%, obtidos também por adivinhação. Mas se durante a exibição das imagens eram apresentadas as vozes correspondentes, a cota de acerto de seus julgamentos aumentava para 54%. Mais uma vez, nada assombroso, mas de qualquer forma, havia uma alteração estatística. O que de fato surpreendeu os pesquisadores foi que o resultado não foi pior quando somente o som foi apresentado sem imagem. Ou seja: quem se concentra apenas no comportamento não verbal do outro reduz suas chances de desmascarar um mentiroso. Aparentemente, nossos olhos se deixam enganar mais facilmente e, no final das contas, contribuem pouco para a descoberta de afirmações falsas.Por isso, vale a pena prestar atenção principalmente no que uma pessoa diz, ficando alerta, por exemplo, para possíveis contradições. Especialistas afirmam que os mentirosos contumazes são, em geral, pouco plausíveis e lógicos. Além disso, raramente admitem que tenham de corrigir sua descrição ou que não consigam se lembrar de algo – para “[...]