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jugular - SAPO Blogs



Last Build Date: Mon, 27 Jun 2011 14:17:16 GMT

 



Bons exemplos

Mon, 27 Jun 2011 14:15:11 GMT

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Energia solar 50% mais barata

Tue, 01 Dec 2009 12:30:50 GMT

A primeira bateria solar da Bell em Americus, Geórgia.   O efeito fotovoltaico, a produção de electricidade por incidência de luz, foi observado em 1839 pelo físico francês que observou pela primeira vez o paramagnetismo do oxigénio líquido, Alexandre Edmond Becquerel. Becquerel conduzia experiências electroquímicas quando, por acaso, verificou que a exposição à luz de eléctrodos de platina ou de prata dava origem ao efeito fotovoltaico.   Apesar do nascimento precoce da ciência subjacente, a primeira célula solar foi formalmente apresentada na reunião anual da National Academy of Sciences no dia 25 de Abril de 1954. No ano seguinte, há 54 anos, a célula de silício viu a sua primeira aplicação como fonte de alimentação de uma rede telefónica em Americus, na Geórgia.   As primeiras utilizações de energia fotovoltaica resumiam-se a situações em que não estava disponível energia da rede, nomeadamente em locais remotos e, especialmente, fora da Terra, quer em satélites quer em sondas espaciais. De facto, embora inicialmente a NASA não estivesse muito convencida das vantagens da utilização de painéis solares aceitou, com alguma relutância, dotar o Vanguard I de um pequeno painel, seis células solares com uma área de apenas 1 dm2, para alimentar um transmissor back-up de outro alimentado por uma pilha de mercúrio. O transmissor do satélite, lançado em Março de 1958 e ainda em órbita, funcionou durante cerca de oito anos ... mas aquele alimentado pelas células solares, a pilha «convencional» falhou ao fim de vinte dias. Depois do fiasco salvo pelas baterias solares, que tiveram aqui a sua prova de fogo, o programa espacial norte-americano passou a usar células solares nos seus satélites, solução igualmente adoptada pelo programa espacial soviético: o Sputnik-3, lançado cerca de dois meses depois do Vanguard I, estava igualmente dotado de um pequeno painel solar. Na década de sessenta, a investigação em células solares surge quasi como um efeito colateral da guerra fria entre as duas grandes superpotências da época. Ou seja, foi a guerra ao espaço que promoveu um grande desenvolvimento das células solares, desenvolvimento que foi essencialmente dirigido a um aumento de eficiência e tinha poucas ou nenhumas preocupações económicas.   A situação alterou-se no início da década de setenta, quando Joseph Lindmeyer, que trabalhava para a Communications Satellite Corporation, inventou uma célula de silício cerca de 50% mais eficiente que qualquer outra. Embora a Comsat fosse a dona da patente, o sucesso desta célula convenceu Lindmeyer de que a energia solar estava pronta para o público em geral. Lindmeyer saiu da Comsat e com Peter Varadi fundou a Solarex em 1973. Aquela que foi uma das primeiras empresas a tentar vender aplicações «civis» da energia solar começou por produzir painéis fotovoltaicos para sistemas de telecomunicações remotos e bóias de navegação, o único tipo de aplicações terrestres que se pensava serem economicamente interessantes. Mas cerca de dois meses depois de fundada a Solarex, a conjuntura alterou-se drasticamente com o primeiro choque petrolífero e, subitamente, o mercado da energia solar conheceu uma expansão inesperada. Em 1980, a Solarex detinha metade de um pequeno mas crescente mercado de células solares. A crise petrolífera de 1973 levou a outra corrida a programas de investigação em células solares, agora mais dirigidos para a redução dos custos de produção. Até aí os painéis solares eram baseados exclusivamente em células de silício monocristalino. Mas a fabricação das células solares tradicionais - as células de 1ª geração que, com excepção das células de arsenieto de gálio, são ainda as mais eficientes disponíveis no mercado - exige salas limpas e tecnologia muito sofisticada, o que as torna demasiado caras. A investigação intensiva nesta área despoletada pela primeira crise petrolífera conduziu à descoberta de novos materiais, em particula[...]



Energia, biocombustíveis e insustentabilidade laranja

Sat, 29 Aug 2009 21:56:27 GMT

Logo na sua prioridade máxima, a economia, podemos ler no programa do PSD um ponto 15 referente a energia. Este ponto, tirando as políticas energéticas do actual governo que prometem continuar (estas aparentemente não rasgam nem repudiam), é um conjunto vazio de propostas em que se debitam uma série de termos que estão no ouvido do eleitorado, alguns em sintaxes que me deixam perplexa, outros, como os biocombustíveis, que espero sinceramente sejam apenas buzz words lançadas inconsequentemente.   Tal como no resto do programa, parece-me no entanto que o PSD, por uma razão que não percebo nem vem inscrita em nenhum lado, considera que o facto de ser governo seria q.b. para que os cidadãos, e em particular as empresas privadas, alterassem drasticamente os comportamentos. Por isso, considera não ser necessário apresentar qualquer proposta nem linha de acção concretas num programa que assume que o futuro do país assenta exclusivamente na mão da iniciativa privada que, num passe de mágica, só porque o PSD é governo, vai fazer milagres por motu proprio.   Mesmo assim, acho exagerado o optimismo com que se assume uma alteração radical dos comportamentos privados a nível da energia e da eficiência energética.  Em particular se pensarmos que, a 31 de Dezembro de 2003, esta confiança absoluta na bondade das empresas privadas por parte do governo de Barroso e Ferreira Leite se traduziu na  Portaria nº 1423-F/2003, que liberalizava os preços dos combustíveis com as consequências que todos sabemos e sentimos no bolso. Aparentemente esta bondade privada só é válida quando o PSD é governo porque todos também recordamos a estridência com que há bem pouco tempo o PSD acusava o governo de não «controlar» esses mesmos preços que o PSD liberalizou.   Mais à frente, não percebo o que querem dizer com «Confrontaremos de forma transparente a projecção da procura de energia com a diversificação do mix energético». Será que pretendem que a diversificação do mix energético, isto é, a substituição progressiva de combustíveis fósseis por outras fontes de energia, só deve depender de um aumento da procura?   Fico ainda mais baralhada com os «combustíveis mais eficientes», assim, a seco, sem explicar que cargas de água  quer dizer esta eficiência, para que deve evoluir o consumo. No contexto dos transportes em que o termo aparece, normalmente tem pouco a ver com o combustível propriamente dito mas com o motor - e no léxico do quotidiano refere o número de litros de combustível necessários por 100 km percorridos. Mas o que me baralha mesmo é o facto de, umas linhas abaixo, ser dito «Apoiaremos a produção de «biocombustíveis e de combustíveis derivados de resíduos» que, como alguém que já tenha conduzido um carro movido a álcool pode confirmar, são tudo menos combustíveis eficientes. Mas não é por isto que esta linha sobre biocombustíveis é preocupante.   Acho excelente a utilização de biocombustíveis secundários, obtidos da reciclagem de resíduos sortidos, mas considero que apoiar a produção de biocombustíveis primários é absolutamente contraindicado. Para além do que passo a explicar, sempre achei esta uma medida de faz de conta, uma forma de «sossegar» a consciência ecológica das populações que as distrai da reforma, nas mentalidades e não só, que urge de facto fazer e que este governo iniciou.   Considero especialmente perigoso, pelas suas consequências catastróficas se implementado, que este disparate seja dito. Para se começar a perceber porquê, importa saber que, há cerca de 1 ano, um relatório do Banco Mundial concluía que os biocombustíveis eram responsáveis por 75% do aumento dos preços dos alimentos a que se assistia na altura.  Como indica o Guardian, foi feita uma análise exaustiva por um especialista do BM que indica sem sombra de dúvidas a ligação entre biocombustíveis e o aumento exponencial do preço dos cereais no ano passado. Segundo o economista[...]



Fumifugium Geota

Fri, 07 Aug 2009 09:39:40 GMT

As estimativas da evolução das necessidades energéticas globais e da fatia assegurada pelos combustíveis fósseis mais conservadoras deveriam ser suficientes para que todos percebessemos que as energias renováveis serão as próximas indústrias globais, ultrapassando muito provavelmente as tecnologias da informação daqui a alguns (poucos) anos. Ou seja, se não existem ainda respostas absolutas sobre o que será o novo paradigma energético, há a certeza que o actual, assente nos combustíveis fósseis, não chega para as encomendas.   Por todas estas razões e mais aquelas que o Gonçalo aponta, os países que mais investirem agora em fontes energéticas alternativas beneficiarão de uma vantagem estratégica no futuro próximo, facto a que os nossos dirigentes políticos deveriam estar muito sensíveis (e não há uma linha sobre energia nas políticas de «Verdade»...)   Mas se não esperava que o factor económico fosse apelativo para os nossos ambientalistas, devo confessar que fiquei surpreendida com as considerações ambientais debitadas ao Público por Joanaz de Melo, autor de um estudo muito crítico do projecto que pretende aumentar a nossa produção hídrica de  energia com a construção de 12 novas barragens. Ou antes, a surpresa não foi total, porque há uns tempos moderei um debate no Técnico sobre energia nuclear em que o presidente da Geota foi um dos intervenientes e percebi que, para além da nuclear,  se opõe a toda e qualquer expansão da capacidade de produção de energia e advoga, exclusivamente, uma utilização mais eficiente dos recursos energéticos que já temos.   Mas achei no mínimo bizarro o título escolhido para a prosa, «Barragens e nova ponte sobre o Tejo obrigam o país a consumir mais energia».  Não me pronuncio sobre a ponte, que o Geota reconhece ter «méritos claros»  na componente ferroviária, mas deixa-me perplexa que se desdenhe como ambientalmente irrelevantes as novas barragens, que correspondem a cerca de 20% da nossa potência termoeléctrica instalada. E que se considere, supostamente apoiado em contas, que produzir mais energia hidroeléctrica vai «obrigar» o país a consumir mais energia e não que irá fazer baixar a nossa dependência de combustíveis fósseis importados.  De facto, os últimos dados disponíveis, referentes a 2007, indicam que Portugal importa mais de 80% da energia que consome, em particular fontes primárias de energia como o petróleo, carvão ou o gás natural que alimentam as centrais termoeléctricas.   Concordo que, a muito curto prazo, é necessária uma alteração dos nossos hábitos de consumo de energia, em particular a nível dos transportes, que consomem 36.5% dos nossos recursos energéticos. Suponho que não o sensibilize que a outra grande parcela, cerca de 30%, seja devida à mesma indústria nacional que poucos têm dúvidas ser necessário revitalizar. Mas, em particular se não nos restringirmos ao nosso cantinho ou mesmo aos países ditos desenvolvidos e pensarmos globalmente, aumentar a eficiência energética é claramente insuficiente e insustentável em termos ambientais.   De facto, «Pensar globalmente, agir localmente» é especialmente apropriado às questões ambientais. Porque, por muito que reduzamos, nós, os chamados países da economia  ocidental, a factura energética, não há quaisquer dúvidas de que o consumo de energia vai crescer, e muito, noutras economias. E com ele os problemas ambientais que nos afectam a todos se não diversificarmos as fontes de energia e oferecermos a essas economias alternativas que possam suportar.   Aliás, no mesmo dia do debate que moderei, a EIA divulgou as suas previsões da evolução do consumo mundial de energia, que indica, até 2030, um aumento de 44%, sendo a grande fatia deste aumento, cerca de 2/3,  assegurada pelos países em desenvolvimento. Assim, não faz muito sentido falar em simultâneo em energia e ambiente e pensar apenas em termos locais. Pens[...]



In Rasgo Veritas

Mon, 03 Aug 2009 23:26:13 GMT

No dia em que o Diário Económico desvenda alguns detalhes sobre o LEAF, o carro eléctrico da Nissan que rodará em breve com baterias made in Portugal, numa notícia aparentemente não relacionada dá-nos igualmente conta de um aviso da Agência Internacional de Energia. De acordo com o economista-chefe da AIE,  uma «catastrófica» crise energética pende sobre a retoma da economia mundial devido ao facto de estarmos a atingir o peak oil, isto é, a capacidade máxima de produção de petróleo.   A relação que encontro entre ambas as notícias pode ser encontrada num artigo de Paul Ames no Global Post, reproduzido pela Reuters,  intitulado «Has Portugal solved the electric car problem?» O artigo, que refere o grande investimento do governo Sócrates em energias alternativas, descreve igualmente o plano arrojado que pretende evitar que estes carros eléctricos sofram  o destino dos seus antecessores, descrito num documentário de 2006 - que conta a história da «morte» dos carros eléctricos nos Estados Unidos,  nomeadamente do General Motors EV1  (ou do Ford Ranger EV, ou do Honda EV Plus e do Toyota RAV4 EV). E o que matou o carro eléctrico foi a inexistência de uma rede de abastecimento de base eléctrica.   Assim, Portugal será o tubo de ensaio de uma experiência que o alerta da AIE sugere não poder ser adiada e que será um passo indispensável à ruptura em relação ao actual paradigma energético, completamente dependente do petróleo (o que por seu lado implica uma dependência dos países produtores de petróleo). Esta dependência tem como consequências, para além das questões ambientais, aquelas de que há um ano sentimos os efeitos, nomeadamente a instabilidade política e a crise económica que se seguiram ao aumento do preço do petróleo e ao efeito cascata que despoletou: aumento dos preços, da inflação e das taxas de juro, que por sua vez levaram a uma diminuição do consumo por parte dos particulares e do investimento por parte das empresas, para além de terem reduzido a factura energética cobrada pelo estado.   Este «abanão» corroborou o que muitos aprenderam com aqueloutro suscitado pelo primeiro choque petrolífero de 1973/74 e que foi de certa forma traduzido para o público em geral como a necessidade de um desenvolvimento sustentável, o tal «development that meets the needs of the present without compromising the ability of future generations to meet their own needs» que apontava em 1987 o Brundtland Report.    O 2º choque petrolífero mostrou a enorme vulnerabilidade da economia portuguesa face ao petróleo e a urgência na alteração de paradigma energético cá do burgo, que mais que preocupações ambientais terá como objectivo a redução dos custos médios da produção de energia directamente consumida pelos sectores produtivos da economia. Assim, é necessária uma visão energética de longo prazo que tem necessariamente a ver com o desenvolvimento e investimento numa panóplia de fontes de energia realmente alternativas face às previsões de consumo, como tem sido feito nos últimos 4 anos com a energia hídrica, fotovoltaica e eólica,   O que o João dizia hoje nas páginas do mesmo Diário Económico que nos brindou com este aviso, assume assim contornos catastróficos quando pensamos em políticas energéticas. Isto é, parar, adiar ou rasgar o que está planeado ou em execução nesta área é receita certa para o desastre e um luxo a que o país não se pode dar, a penas de se afundar num buraco estrutural de onde será muito complicado sair...   Também no SIMplex [...]



Economia do Conhecimento

Fri, 24 Oct 2008 09:52:41 GMT

N´ «O Voto da Ciência» afirmei que as tecnologias em energias renováveis serão as próximas indústrias globais, ultrapassando muito provavelmente as tecnologias da informação daqui a uns anos. O gráfico acima, que representa a evolução das estimativas das necessidades energéticas globais, explica esta afirmação já abordada em Agosto no «Energias alternativas e aquecimento global». A necessidade de investimento na pesquisa de fontes energéticas alternativas é explicada também pelo facto de que, quaisquer que sejam os modelos de crescimento económico que se utilizem, é necessário para evitar recessões que a taxa de crescimento do progresso tecnológico, nomeadamente no sector energético, seja suficiente para contrabalançar os efeitos das restantes variáveis em equação. Assim, os países que mais investirem agora em investigação nesta área beneficiarão assim de uma vantagem estratégica no futuro próximo, facto a que os dirigentes europeus estão muito sensíveis.   Vários anúncios da União Europeia na semana passada confirmam a aposta no desenvolvimento de uma economia do conhecimento. Um deles informa que a Comissão Europeia autorizou o financiamento de 67,6 milhões de euros, concedido no final de 2007 pela OSEO - a agência francesa de apoio à inovação -, para o programa Horizon Hydrogen Energy (H2E). O programa coordenado pelo grupo Air Liquide envolve cerca de 20 parceiros, que incluem grupos industriais, pequenas e médias empresas e laboratórios públicos franceses de investigação. O H2E representa um investimento de cerca de 200 milhões de euros em I&D num período de 7 anos na pesquisa de soluções energéticas ligadas ao hidrogénio - que inclui investigação em células de combustível de hidrogénio. Por outro lado, a Comissão Europeia, a indústria europeia e a comunidade europeia de cientistas, constituiram a parceria público-privada da Joint Technology Initiative (JTI). A JTI vai investir cerca de mil milhões de euros ao longo de seis anos na investigação em células de combustível e hidrogénio, bem como no desenvolvimento e demonstração desta tecnologia. A plataforma HFP tem como objectivo colocar a Europa na linha da frente das novas formas de energia e criar massa crítica relativamente a estas tecnologias antes de 2020, ano em que se prevê uma diminuição da capacidade de produção da indústria petrolífera. O Comissário Europeu da Ciência e Investigação, Janez Potocnik, afirmou que «ao investir nestes projectos científicos estamos a colocar o dedo na ferida, pois o desenvolvimento de novas tecnologias é crucial para alcançar os objectivos europeus no que concerne às alterações climáticas e aos desafios energéticos». A iniciativa foi formalizada numa assembleia geral em Bruxelas que decorreu entre 13 e 15 de Outubro e reuniu cerca de 600 Stakeholders da Fuel Cells and Hydrogen Joint Technology Initiative e durante a qual a a Alemanha, a Grã-Bretanha e a Dinamarca e apresentaram programas nacionais consistentes no que respeita a uma economia focada em energias que não as provenientes de combustíveis fósseis, em especial o hidrogénio. A Dinamarca foi mais longe e anunciou pretender em 2020 produzir toda a sua energia 2020 de forma renovável estando em curso o desenvolvimento de uma base industrial de suporte desde a produção de hidrogénio à fabricação de pilhas de combustível. Mas soube-se também que que o Banco Europeu de Investimentos anunciou a sua disponibilidade para financiar os projectos de infra-estrutura necessários à logística do hidrogénio, por exemplo, a rede comum de pipelines para distribuição de H2 que os países nórdicos pretendem construir. Foi criada igualmente uma plataforma comum que pretende congregar as regiões e municipalidades activas no desenvolvimento de tecnologias ligada ao hidrogénio – HyRaMP- European Regions and Municipaliti[...]