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O mundo da Ch@p@





Updated: 2017-08-19T18:40:09.666+01:00

 



El timbre no funciona pero bienvenidos!

2008-12-10T23:53:49.045+00:00

(image)
Indicação : "Mudou-se"



1 Comentários

2008-12-10T23:53:49.279+00:00

(image)
Angustiante o sabor da maresia de Chesil Beach.

Amarga a recordação do que devería ter sido e da felicidade que o egoísmo e a precipitação deixaram escapar.


A ler, mas com a consciência do travo amargo que nos aguarda no final.




Intoxicação

2008-02-05T14:01:07.785+00:00

No sofá da sala, o barco negro...sem Amália nem fado, mas com uma forte ondulação.



The Gossip

2008-12-10T23:53:50.123+00:00

(image)




A banda sonora, não propriamente de "ambiente", mas condizente com este!

E sim, já sei que é esta senhora e continuo a dizer que é portuguesa e vive em Olhão.



0 Comentários

2008-01-31T22:34:32.648+00:00

Á semelhança do que sucedeu com o governo, avizinham-se mudanças por estes lados.
Novos formatos, velhas ideias, mas ainda assimo mesmo Mundo, relutante em mudar, mas com flexibilidade para se adaptar.

Ninguém muda para pior e nós , por aqui, gostamos de acreditar nessa verdade!



Nada como um bom adeus à carne

2008-12-10T23:53:50.310+00:00

(image)






E já só faltam três dias para o Carnaval servir de desculpa para umas valentes gargalhadas !



"Chegará, um dia, aquele momento em que das duas uma: ou passas a ser parte integrante da equipa ou ficarás serás para sempre a "colega nova"

2008-01-28T21:40:44.815+00:00

Rios de inspiração.
Momentos, comentários, sensações, descobertas, desconfianças.
Mil momentos de profusa criação literária e outros tantos de personagens reais que se fingem fictícios.
Tantos pensamentos por partilhar que se perdem em post its desatentos que ao fim do dia ficam esquecidos na secretária vazia.
Não posso contar nada. A sociedade da informação impera e todos os cuidados são poucos.
Ai mas se eu pudesse falar...ai quantas gargalhadas daríamos!



Zangam-se as comadres

2008-01-28T13:31:53.306+00:00

Contrariamente ao que sucede com a classe médica, os advogados, doutos senhores da retórica e hábeis utilizadores de dicionários, desconhecem a palavra "corporação" e o alcance da expresão " espírito corporativista".
Nada dá mais prazer a um causídico que um ataque cheio de floreados e metáforas a um companheiro de profissão. Afinal, para um advogado que se preze, nenhum "colega" se lhe equipara, pelo que qualquer sátira está perfeitamente legitimada.

Exemplo do atrás exposto, são os comentários de José Miguel Júdice (ex-bastonário da DesOrdem) às acusações proferidas pelo actual bastonário Marinho Pinto sobre alegados actos de corrupção por dirigentes do Estado.

Porém, desta vez a "canelada" infligida por Júdice (que pelo seu carácter repetitivo já se assemelha um pouco ao romance bipolar entre Vasco P. Valente e Miguel S. Tavares), não se limitou à agressão verbal, mas abriu, ao invés, uma réstea de esperança para os milhares de advogados espalhados pelo país, pois segundo Júdice, o actual bastonário da ordem dos advogados, ao almejar pelas luzes da ribalta, vai "continuar a tentar enlamear toda a gente" e a "dar cabo" da OA.
Oxalá, caro colega! Oxalá!



Pílula mágica das seis e meia de domingo

2008-01-20T21:49:59.394+00:00

Poderia ser assim pequenina, verdinha porque azul já é a outra e esta simbolizaria a esperança do domingo interminável, fácil de ingerir e sem efeitos secundários.
Momentaneamente, a segunda-feira deixaria de ser o dia seguinte. No esquecimento repousaria, igualmente, a semana que se aproxima.
Um gole de água e cinco minutos seria novamente sexta-feira à tarde.
Sem pressas, sem angústias, o eterno momento das infinitas possibilidades.



Amigos

2008-01-19T21:15:42.769+00:00

Somos um grupo. Vemo-nos todas as semanas e discutimos ideias diferentes que convergem para um fim comum.
Partilhamos vicíos, gostos e interesses.
Estamos juntos sem explicações, sem cobranças, sem obrigação.
Apenas porque nos entendemos e apreciamos a companhia uns dos outros.
Não estamos sós, pese embora possamos optar pelo silêncio.
Temo-nos ao alcance da mão, do telefone, no cimo da rua ou a dez minutos de carro.
Somos diferentes e não nos queremos parecer. Já não procuramos a aceitação.
Somos amigos só porque sim. Porque queremos. Porque sabe bem.
Porque com a maturidade não chega apenas a responsabilidade, mas a libertadora possibilidade de escolha.



A descrença

2008-01-19T21:16:21.645+00:00

Um sol estupendo, o Tejo no horizonte, um mojito no ponto.
Quatro desconhecidos discutem, um pouco ébrios e com a leveza dos que mal se conhecem, o sentido da vida, as angústias existenciais, os paradoxos do amor.
Vinte e quatro anos, uma vida por trilhar, o ínicio do que ainda está para vir.
Pousando o copo, ela confessou-nos: "Hombre, es que no me fío en nadie. Ni en los hombres, mucho menos en las mujeres"

Não sería esta a temporada das flores e dos passarinhos? Dos ideais não corrompidos e da inocência racional?
Desde quando é que é suposto sermos cínicos antes dos quarenta?



2 Comentários

2008-12-10T23:53:50.588+00:00

(image)
At least we´ll always have Paris!



A Dúvida

2008-01-16T22:57:45.131+00:00

Chovia copiosamente naquele Domingo que resolvemos regressar ao teatro.
As ruas de acesso ao Teatro Maria Matos estavam ainda tranquilas, o que anunciava que a próxima sessão ainda tardava.
Seria a última do dia e aquele era o último dia da reposição da "Dúvida", de John Patrick Shanley, em exibição no Maria Matos, com a encenação de Ana Luísa Guimarães.
Um boato, uma suspeita, uma inquietação.
A coragem de questionar, o desconhecido que ousámos tentar conhecer, a incerteza que pairou no ar e com qual decidimos viver, à semelhança dos dias que correm; à semelhança dos dias que com audácia viveremos.
Um excelente elenco de actores, uma história inacabada, uma dúvida que ainda hoje persiste.
A magia que só o teatro oferece e que o cinema, apesar dos efeitos especiais, não consegue igualar.


O que fazemos quando não temos a certeza? Como tomamos decisões? De que forma nos relacionamos com o poder?

Ana Luísa Guimarães



Brave new world

2008-01-14T20:45:37.147+00:00

Um primeiro dia de aulas com tudo a que se tem direito: nova sala, novos colegas, novos materiais, novas matérias e zero convites para almoçar.
Isto promete...



Staple Singers

2008-12-10T23:53:50.918+00:00

(image)


Ao som destas senhoras, me despeço.

Hoje é noite de dourados e muita laca.

O que é que se há-de fazer?


Um brinde a Alcochete e à nova ligação Barreiro/Chelas.
God bless!



Comunhão de vida

2008-01-10T22:53:41.802+00:00


"Vou-me casar."


Advogado: "Contra quem?"
Engenheiro: "Isto até lá...se a estrutura não for boa.."
Cínico: "Estás farta de estar bem, não?"
Incrédulo: " Quem?Tu?Quem diria..."



Amargura nacional ( porque só a nós assiste o direito de criticar o que é nosso!)

2008-01-10T22:51:15.427+00:00

Ventos de mudança, proclamam os inocentes.

Procuram-se bodes expiatórios.

Alcochete: uma decisão política ou uma transferência de responsabilidade para o LNEC? Jamais!, diria Sócrates.

Procuram-se desleixados que sucumbem à ganância, à fome de poder, à vontade de brilhar. São levantados autos de contraordenação, propostas comissões parlamentares para investigar os factos ilícitos praticados. O resultado? Tarda...contrariamente ao que sucede com o esquecimento.

Produzem-se leis, aplicam-se regulamentos, proliferam directivas dos diversos organismos reguladores.

Gritam os lobbies, reclamam-se indemnizações, lucros cessantes e danos emergentes, compensações morais e festinhas no pêlo.

Todos querem uma fatia do bolo, mas este, contrariamente ao que seria de esperar, não sobeja.

Quebra-se o elo mais fraco, mas por detrás do cenário, as jogadas de bastidores mantêm-se sob o anonimato da fraternidade e do companheirismo histórico.

Este é o nosso Portugal dos pequeninos.

Pequeninos que andam distraídos com a TVI e culpam o novo código de processo penal por todas as maleitas da sociedade que ignoram...



American Gangster

2008-12-10T23:53:51.077+00:00

(image)
Frank Lucas: What is that you got on?

Huey Lucas:What? This?

Frank Lucas:Yeah, that.

Huey Lucas: This is a very, very, very nice suit.

Frank Lucas: That's a very, very, very nice suit, huh?

Huey Lucas: Yeah.

Frank Lucas: That's a clown suit. That's a costume, with a big sign on it that says "Arrest me". You understand? You're too loud, you're making too much noise. Listen to me, the loudest one in the room is the weakest one in the room.

American Gangster, 2007
Ridley Scott



A pausa

2008-01-08T14:45:22.950+00:00

Imensas ideias. Anotadas na agenda, no resto de guardanapo, em mesas de restaurante do barlavento algarvio.
Ideias fervilhantes, momentos inspiradores, imensas opiniões e reflexões frequissímas e dignas de nota.
Todas perdidas, irremediavelmente, num mundo sem internet, computadores ou wireless gratuito; num sofá, gasto e ainda manchado pelo sal da época estival.
Tantas ideias desperdiçadas, na languidez dos dias passados a sul.



Venire Contra Factum Proprio

2008-01-02T21:09:12.522+00:00

Deveria ser formal e unanimemente declarado pela jurisprudência que a entrada em vigor de novas leis quer a aplicação de novos coeficientes no dia 1 de Janeiro de cada ano, constitui um verdadeiro abuso de direito.

De acordo com o nosso Código Civil, o exercício de um direito deve situar-se dentro dos limites das regras da boa fé, dos bons costumes e ser conforme com o fim social ou económico para que a lei conferiu esse direito.

Sempre que se exceda tais limites, há abuso de direito. A ilegitimidade não resulta da violação formal de qualquer preceito legal concreto, mas da utilização manifestamente anormal e excessiva do direito. – art. 334.º do C.C..

Dúvidas não me parecem restar que o facto de o Estado e o fantasmagórico “Legislador” optarem pelo primeiro dia do ano (ou o dia mundialmente consagrado à ressaca) para lançarem novos métodos de nos irem ao bolso, se enquadra no normativo legal.



2 Comentários

2008-12-10T23:53:51.461+00:00

(image)



0 Comentários

2007-12-26T14:48:10.232+00:00

Confesso ter recebido um exemplar do "Rio das Flores".
Confesso que me sabe a mel ler cada uma das suas folhas.
Confesso que me é totalmente irrelevante que seja literatura comercial, direccionada às ignóbeis massas.
Opino, aliás, que a sua lombada de letras garrafais encarnadas fita a matar quando alinhada entre Proust e Ian McEwan.
Confesso (não obstante não poder assegurar que não é o açúcar a falar) que não trocaria esta pastilha elástica literária por nenhum artigo que defenda a eleição de Vladimir Putin enquanto personalidade do ano ou divagações pseudo-intelectualóides acerca do affair, no minimo visualmente desagradável, entre Sarkozy e Bruni.
Mas isto sou só eu a divagar, sob o ainda presente efeito de excesso de sonhos de abóbora, o que no "jargão jurídico" provavelmente me classificaria como inimputável.



Boas Festas

2008-12-10T23:53:51.737+00:00

(image) Esqueçam-se as amarguras, as correrias de última hora e as compras histéricas e irreflectidas.
A amargura enterra-se em filhozes, sonhos e azevias. Rabanadas para adocicar o mau feitio e doses moderadas de açúcar são recomendadas para evitar ataques de hiperactividade.
O tempo é de serenidade.
O Natal é, sem dúvida, o momento privilegiado das familias: não se escolhe, supera-se; não se planeia, sobrevive-se.
É um caos viciante, sem o qual, no fundo, sabemos não poder viver e que acolhemos, todos os anos, com uma inocência infantil que permanece sob a máscara do queixume.

Feliz Natal, ora pois!



Maratona natalícia

2008-12-10T23:53:51.914+00:00

(image)


Sem direito a medalhas de ouro, mas com direito a gloriosas úlceras nervosas!




A memória da viagem

2007-12-19T00:22:50.146+00:00

Há três tipos de pessoas que viajam por lazer: os viajantes, os turistas e aqueles que a quem nunca deveria ser-lhes permitido fazê-lo.O viajante busca experiências que acredita serem únicas; evita o percurso dos guias e os lugares de visita supostamente obrigatórios.Não se faz rogado a misturar-se com os locais e com os seus costumes, ostentando, até, um certo brio quando por obra do acaso é confundido com um destes.Come mal, dorme pouco, orgulha-se do barato e do extravagante e adopta as novas realidades como se da sua se tratassem, com humildade e abertura de espírito.Por outro lado, colecciona países e experiências como se de cromos se tratassem; rabisca o nome de cafés anónimos em cadernos putrefactos que guarda esquecido na casa que por nascimento ou escolha lhe coube, a qual decora com artefactos, objectos inúteis e outros troféus que lhe trazem aromas de outras paragens.No viajante encontramos, pois, um paradoxo: por um lado um interesse e uma curiosidade aguçada que não encontramos, por exemplo, no simples turista, mas por outro lado, a vertente recordista dos cromos coleccionados e uma certa massificação dos países visitados.Relativamente ao turista, a análise afigura-se mais simples.O verdadeiro turista é sistemático; organiza itinerários e reparte o tempo disponível por cada uma das visitas consoante o seu grau de importância.Interessa-se q.b, mas confia unicamente nos guias que transporta, interroga as gentes locais e durante uns breves momentos quase que consegue acreditar que faz parte da sua civilização.O excesso de bagagem, as máquinas fotográficas e a limitação temporal das férias do turista denunciam-no, porém, remetendo-o à sua condição natural.Conhece menos do que o viajante, é certo, mas confortavelmente se contenta com o superficial, com a realidade que uns olhos menos distraídos conseguem captar e posteriormente guarda pequenos souvenirs para poder relatar, a quem o visita, as belas estâncias no estrangeiro. Fatal como o destino é encontramos algum dos membros da terceira classe: os que nunca deveriam viajar mas que o fazem, fingindo-se à vontade num ambiente que desde logo rejeitam.Antes de mais são privilegiados, mas não o sabem, assumindo como um direito natural o facto de terem acesso a um tipo de conhecimento vedado a muitos desfavorecidos.Por outro lado, os que nunca deveriam viajar e o fazem, jamais relaxam. Comparam, ainda que mentalmente, cada realidade distinta, acabando, inevitavelmente, por concluir que no país onde nasceram e vivem, de facto, as coisas correm melhor, parecendo-lhes abjectos todos os hábitos que inexistem no seu país de origem.A diversidade cultural, incentivo natural à descoberta e à adrenalina do viajante, enfada aqueles que nunca deveriam viajar. Perante papaias sonham com cozido à portuguesa; perante um pequeno-almoço de cereais almejam french toasts e quesadillas.Jamais estão satisfeitos ou controlam as suas reclamações (fundadas ou nem tanto), mas não acabam com as expectativas defraudadas, pois à partida não as têm.Secretamente, apenas viajam para confirmar que viajar não vale a pena e de certa forma legitimar o facto de nunca terem saído da pátria mãe.Pelo planeta fora, cruzam-se estes três protótipos de passageiros, os quais coincidindo no mesmo local geográfico, não deixam de olhar-se com desconfiança própria dos desconhecidos.No final, a certeza[...]