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Esquemas Táticos



Análise tática — em vídeos e desenhos — dos times que disputam os campeonatos Brasileiro, Italiano, Espanhol, Alemão e Inglês, além da Copa dos Campeões da Europa (UEFA Champions League), Liga Europa (Europa League, antiga Copa da UEFA), Copa L



Updated: 2017-11-18T19:12:07.826-02:00

 



Corinthians vence Atlético por 3 a 0 e abre 11 pontos de vantagem. Análise tática

2015-11-01T19:39:58.202-02:00

O Corinthians venceu o Atlético Mineiro por 2 a 0 no Independência, em Belo Horizonte, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro 2015. O esquema tático do Atlético Mineiro foi o 4-2-3-1. O esquema tático do Corinthians foi o 4-1-4-1. O resultado deixa o Corinthians muito próximo do título, já que abre 11 pontos de vantagem (73 pontos) para o Atlético (62 pontos) com apenas 15 pontos a serem disputados até o final do Brasileirão.Se a vitória do Corinthians pudesse ser traduzida numa palavra, esta palavra seria eficiência. O Corinthians desarmou mais (19 a 17 certos), driblou mais (7 a 4) e acertou mais (6 a 5) e melhores chutes a gol ( 54% de acerto contra 38% do Atlético Mineiro). Nas demais estatísticas, o Atlético foi superior: posse de bola (55% a 45%), passes certos (398 com 89% de acerto contra 281 com 88% de acerto do Corinthians), cruzamentos (9 a 3, com 33% de acerto contra 23% do Corinthians), lançamentos (13 a 13, com 36% de acerto do Atlético contra 30% do Corinthians), viradas de jogo (2 a 0) e escanteios (11 conquistados para o Atlético e 3 pelo Corinthians).O Corinthians teve menos a bola e criou menos oportunidades, mas aproveitou melhor.O Corinthians começou marcando pressão no campo do adversário. Essa pressão foi exercida até 20 minutos do primeiro tempo. Período da partida em que o Corinthians tocou melhor a bola e jogou no campo do Atlético, que estava sem saída de bola e posse no ataque.A partir daí, o Atlético assumiu o protagonismo da partida e foi melhor no primeiro tempo. Bem marcado por Ralf pela faixa central, Giovanni Augusto, o articulador do Atlético, começou a abrir pelos lados e puxar a marcação do corintiano. Pratto também abriu diversas vezes pelos lados. Com isso, abriram-se espaços pelo centro que permitiram a subida dos volantes do Atlético, que sabem jogar.O Atlético Mineiro foi melhor no primeiro tempo, mas não foi eficiente.Estatística do primeiro tempo do Footstats.netNo segundo tempo, o Atlético continuou melhor, mas sem levar muito perigo ao gol do Corinthians que, como no primeiro tempo, buscava desafogo nas jogadas de Malcom pela esquerda. E foi com ele que o Corinthians fez o primeiro gol, mas de uma jogada originada da direita. Após o desarme e o cruzamento do zagueiro Felipe, a bola foi mal rebatida pelo zagueiro Edcarlos e foi novamente cruzada, desta vez de Jadson para Malcom. Um a zero Corinthians.O Corinthians, aliás, destacou-se nos desarmes. Com uma faixa central trancada e os meias abertos pelos lados auxiliando os laterais na marcação, o Corinthians bloqueou ou dificultou as jogadas do Atlético pelos lados.Jogando atrás, mas com o contra-ataque armado, após o segundo gol, o Corinthians ainda fez mais um gol, o mais bonito da partida, um voleio de Lucca após o cruzamento de Renato Augusto. Três a zero.PRÓXIMOS JOGOS DO ATLÉTICO MINEIROFigueirense – foraSão Paulo – foraGoiás – casa Grêmio – foraChapecoense - casaPRÓXIMOS JOGOS DO CORINTHIANSCoritiba - casaVasco - foraSão Paulo – casaSport – foraAvaí – casa[...]



Special One. Normal Three. Liverpool vence Chelsea por 3 a 1

2015-10-31T12:56:02.539-02:00

O Liverpool venceu o Chelsea por 3 a 1 no Stamford Bridge, estádio do Chelsea, pela 11ª rodada do Campeonato Inglês. O Chelsea jogou no 4-2-3-1. O esquema tático do Liverpool também foi o 4-2-3-1. O Chelsea permanece com 11 pontos, na 15ª colocação da Premier League, e o Liverpool vai a 17 pontos, na 7ª colocação.Após uma blitz inicial, o Chelsea abriu o placar com Ramires, que finalizou com uma cabeçada o cruzamento de Azpilicueta depois de uma boa tabela com Diego Costa pela esquerda. E foi só no primeiro tempo. O Chelsea viveu de jogadas de Willian pela esquerda. Hazard e Oscar, pelo centro e pela esquerda respectivamente, não conseguiram se afirmar na partida.O Liverpool jogou melhor, teve mais posse de bola (64%) e chutou mais a gol (7 vezes, contra 1 do Chelsea) na primeira etapa. Ainda assim, o Liverpool errou muito no último passe. Além disso, Mourinho armou um ‘caixote’ com Zouma, zagueiro improvisado na lateral-direita, e Ramires pelo lado direito da defesa do Chelsea para marcar Phillipe Coutinho, principal jogador do Liverpool. Assim, o Liverpool dominou o jogo de intermediária a intermediária, mas não levou tanto perigo ao gol do Chelsea, apesar do maior número de chutes a gol. Coutinho só conseguiu fazer a diferença quando abandonou o lado esquerdo do ataque e flutuou da direita para o centro. Gol.No segundo tempo, Mourinho corrigiu erro que cometeu na primeira etapa ao colocar Hazard pelo centro, facilitando a marcação de Lucas. No 2º tempo, colocou Oscar no centro e Hazard pela esquerda. Não adiantou. Hazard está mal mesmo e deu lugar a Kenedy, que fez uma boa jogada logo que entrou e, depois, não fez mais nada.O treinador do Liverpool, Jurgen Klopp, sentiu que poderia ganhar o jogo e colocou Benteke no lugar de Milner, mal, e recuou Firmino para a linha de três do meio campo. Na sequência, Coutinho dominou na área, deu um corte e fez Liverpool 2 a 1. Como Firmino também não funcionou aberto pela direita, Klopp mudou novamente e colocou Ibe em seu lugar.Mourinho ainda tentou uma cartada final e, para melhorar o passe do Chelsea, colocou Fabregas no meio campo no lugar de Obi Mikel. Pouco depois, Benteke fez o terceiro do Liverpool e fechou a partida. Primeira vitória de Klopp no Campeonato Inglês. O Liverpool teve 57% de posse de bola, deu 16 chutes a gol (7 no alvo) e conquistou 7 escanteios. O Chelsea teve 43% de posse de bola, deu 8 chutes a gol (2 no alvo) e conquistou 1 escanteio.[...]



Uruguai 1 x 0 Jamaica. Análise tática. Copa América 2015

2015-06-13T18:39:14.163-03:00

O Uruguai venceu a Jamaica por 1 a 0 no Estádio Bicentenario Calvo y Bascuñan, em Antofagasta, pelo grupo B da Copa América do Chile 2015. O Uruguai encontrou muitas dificuldades para penetrar no sistema defensivo da seleção jamaicana. O meio campo povoado da Jamaica dificultou a troca de passes e, muito marcado, Cavani poucas vezes conseguiu receber uma bola limpa do meio campo uruguaio. Tanto que o gol saiu de bola parada, a partir de uma cobrança de falta. Cristian Rodríguez fez 1 a 0. O Uruguai não impressionou. Pelo contrário, decepcionou. Uruguai no 4-1-4-1 e no 4-1-3-1-1O Uruguai começou o jogo no 4-1-4-1. O espelhamento do sistema tático uruguaio pela Jamaica obrigou Óscar Tabárez a rever a estratégia. O problema do 4-1-4-1 uruguaio foi, exatamente, a falta de avanço do meio campo. Cristian Rodríguez, Lodeiro e Sánchez não conseguiram trocar passes e pararam na marcação do meio campo jamaicano, muito povoado e forte. Os lançamentos encontravam um isolado Cavani, sozinho na frente e muito marcado pela defesa adversária. As dificuldades de penetração fizeram com que o esquema tático fosse modificado e o Uruguai passou a atuar no 4-1-3-1-1. Diego Rolán foi reposicionado, ficando mais avançado, num misto de segundo-atacante e meia-atacante, já que voltava para recompor o meio campo quando o Uruguai perdia a bola. Abaixo, detalhe do 4-1-3-1-1 do Uruguai, com Diego Rolán fazendo o duplo papel de encostar no centroavante Cavani e recompor a linha de meio campo quando a seleção uruguaia perdia a bola.Observação importante: De Arrascaeta entrou no segundo tempo e jogou como segundo atacante. No Cruzeiro, ele vinha sendo escalado por Marcelo Oliveira como meia central da linha de três no 4-2-3-1 do time mineiro. Veja detalhe no print abaixo.Jamaica no 4-1-4-1A Jamaica jogou no 4-1-4-1, espelhando o esquema tático do Uruguai. Com isso, povoou o meio campo e dificultou a troca de passes uruguaia no setor. O time apostou nos contra-ataques, avançando com vários jogadores, após recuperar bolas ainda no meio campo. Abaixo, detalhe do 4-1-4-1 da Jamaica.Em clara inferioridade técnica, os jamaicanos apostaram na marcação forte. O primeiro-volante Austin não abandonava o campo defensivo e jogou todo o tempo à frente da defesa. Ele também completava a linha de quatro central quando algum jogador subia para o ataque para ajudar o centroavante Mattocks. McAnuff, Barnes e o próprio Mattocks foram os melhores jogadores da Jamaica no jogo.No segundo tempo, já perdendo de 1 a 0, a Jamaica também modificou seu sistema tático e passou a atuar no 4-4-1-1, com Barnes como o “1” atrás de Mattocks.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo. [...]



México 0 x 0 Bolívia. Análise tática. Copa América 2015

2015-06-13T00:00:10.871-03:00

México e Bolívia empataram em 0 a 0, no Estádio Sausalito, em Viña del Mar, pela primeira rodada do Grupo A da Copa América 2015 no Chile. A seleção mexicana jogou no 3-5-2, variando para o 3-4-3. A seleção boliviana jogou no 4-2-3-1.O primeiro tempo foi de muita briga no meio campo e poucas chances de gol. O México teve mais volume de jogo, mas foi a Bolívia quem criou as melhores chances para marcar. Na segunda etapa, o México deu uma pequena pressão na Bolívia, mas insuficiente para tirar o zero do placar. Final de jogo: México 0 x 0 Bolívia.México no 3-5-2 variando para o 3-4-3O esquema tático do México foi o 3-5-2, com Corona abrindo muitas vezes como um terceiro atacante, variando para o 3-4-3. A seleção mexicana atua com três zagueiros com Rafa Márquez pelo centro com Ayala, pela direita, e Domínguez, pela esquerda. Os três zagueiros fazem a saída de bola e, por vezes, os defensores laterais aparecem de surpresa no campo ofensivo como opção de passe.Os alas jogam bem abertos e avançados. Flores (direita) e Aldrete (esquerda) também voltam para formar uma linha de cinco na defesa quando a Bolívia atacava com muitos jogadores. Alas que são, também transitam pela faixa central do campo deslocando-se em diagonal.No meio campo, Güemez é o volante de marcação, Medina o volante-meia pela esquerda e Jesús Corona, o meia pela esquerda. A movimentação de Corona é o ponto alto da estratégia mexicana. Ele sempre parte e volta da faixa central. Quando o time ataca, Corona abre pela direita, como um terceiro atacante. Na imagem acima, detalhe da linha ofensiva (em vermelho) e o triângulo do meio campo (amarelo) da seleção do México.Os atacantes Herrera e Vuoso jogam paralelamente e se movimentam para a esquerda para atrair a marcação dos defensores e abrir espaço para a chegada de Corona pela direita. O ala Flores também pode aparecer pela direita e confundir um pouco mais a marcação adversária.Bolívia no 4-2-3-1 com Marcelo Moreno como centroavanteO esquema tático da Bolívia é o 4-2-3-1. Na defesa, os dois laterais têm mais funções defensivas que ofensivas. Morales, o lateral esquerdo, se arrisca algumas vezes no campo ofensivo.O meio campo da Bolívia tem dois volantes de marcação. Chumacero é mais técnico que Bejarano e ajuda a armar a equipe que carece de um jogador mais organizador. Campos, o meia central da linha de três do 4-2-3-1 boliviano é um jogador mais objetivo, com mais características de meia-atacante, que chega à frente para finalizar.Pedriel (meia-atacante pela direita) e Smedberg-Dalence (meia-atacante pela esquerda) são os jogadores que apoiam Marcelo Moreno, centroavante, nas ações de ataque pelas beiradas do campo. Entretanto, são jogadores sem muita velocidade para jogar pelos lados e dão pouco volume ao ataque da seleção boliviana.Abaixo, detalhe do posicionamento do ataque da seleção da Bolívia e da defesa mexicana na saída de bola.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo. [...]



Chile 2 x 0 Equador. Análise tática. Copa América 2015

2015-06-11T23:41:34.380-03:00

A seleção chilena venceu a seleção do Equador por 2 a 0 na abertura da Copa América 2015, no Estádio Nacional, em Santiago. O Chile jogou no 3-4-2-1, no primeiro tempo, e no 3-4-1-2 na segunda etapa. O Equador atuou no 4-4-2.O Chile começou envolvente, com um jogo muito vertical, e criou muitas chances de gol. O Equador logo adiantou sua marcação e impediu a construção de jogadas chilena. Bloqueando o meio campo da Seleção do Chile, a defesa equatoriana conseguiu marcar o único atacante chileno, Alexis Sánchez. NEWSLETTER GRÁTIS DO ESQUEMAS TÁTICOSReceba a Carta Tática, Newsletter gratuita do site Esquemas Táticos com atualizações e informações exclusivas #ig-subscription-optin {margin: 0px;padding: 10px;height: auto!important;padding: 0px 10px 15px 15px !important; text-align: center !important;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif !important;margin: 10px;margin: 0px;padding: 10px; margin: 8px 0 0 !important;line-height: 22px;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;padding: 5px;border: none;}#ig-subscription-optin p {margin: 8px 0 0 !important;line-height: 22px;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif; padding: 5px;border: none;}#ig-subscription-optin input.name { background: white urlundefinedhttp://3.bp.blogspot.com/-Jl2lcnXe42Y/UOb49YMFH8I/AAAAAAAAAiA/hOnOANR83gc/s1600/subscribe-name.png) no-repeat center right;} #ig-subscription-optin input[type="text"] {border: 1px solid #111 !important; font-size: 15px !important;margin-bottom: 10px !important;padding: 8px 28px 8px 10px !important;width: 80% !important;height: auto !important;} #ig-subscription-optin input.email {background: white urlundefinedhttp://2.bp.blogspot.com/-dcien5QLnB8/UOb4N7eNU1I/AAAAAAAAAhw/NxzO8UXjgG4/s1600/subscribe-email.png) no-repeat center right;}#ig-subscription-optin input { font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;border-radius: 3px;-moz-border-radius: 3px;-webkit-border-radius: 3px;box-shadow: 0 2px 2px #111;-moz-box-shadow: 0 2px 2px #111;-webkit-box-shadow: 0 2px 2px #111;margin: 0px;padding: 0px;}#ig-subscription-optin h4 {margin-bottom: 8px !important; font-weight: bold !important;line-height: 26px !important;letter-spacing: normal; text-transform: none;text-decoration: none; text-align: center !important;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif; border: none;padding: 0px !important;float: none;}input:hover[type="submit"] { background-color: #0094D2;border: 1px solid #0094D2;color: red;text-decoration: none;}input[type="submit"] {background-color: #00A7ED;border: 1px solid #0094D2; color: white;cursor: pointer;font-family: 'Droid Sans', sans-serif !important;font-size: 13px;font-weight: normal;padding: 5px;text-decoration: none;}input { color: #333;font-family: 'Droid Sans', sans-serif;}#ig-subscription-optin input[type="submit"] {background: #f6640e; border: 1px solid #111 !important;color: white;cursor: pointer !important;font-size: 18px !important;font-weight: bold !important; padding: 6px 0 !important;text-shadow: -1px -1px #3A060A !important;width: 90% !important;height: auto !important;line-height: 24px !important;} #ig-subscription-optin input[type="submit"]:hover {color: #FFFC00;} get this widgetNo segundo tempo, o técnico do Chile, Jorge Sampaoli, colocou o Vargas e o Chile passou a atuar com dois atacantes, com Valdívia atrás deles e Vidal como volante ao lado de Aránguiz. A mudança acabou deixando mais espaços para a troca de passes da seleção do Equador, que passou a ter mais chances de gol.Aos 20 min do segundo tempo, Vidal sofreu pênalti bobo e ele mesmo foi para a cobrança e fez Chile 1 a 0. As mudanças no Equador — com Quiñonez no lugar de Lastra e Ibarra no lugar de Martínez — não modificaram o sistema tático equatoriano, que se manteve no 4-4-2. Mas com as modificações, o Equador ficou técnico e chegou mais ao ataque. Outro erro do Equador — dessa vez um passe para trás errado de Ibarra — permi[...]



Como será o Palmeiras de Marcelo Oliveira? Alternativas táticas. Veja análise

2015-06-11T12:23:19.825-03:00

O técnico Marcelo Oliveira chegou ao Palmeiras. Esquemas Táticos analisa como o técnico poderá armar o Palmeiras tendo como modelo seus trabalhos no Cruzeiro e no Coritiba. Nos dois clubes, Marcelo Oliveira utilizou principalmente o 4-2-3-1, esquema também utilizado por Oswaldo muitas vezes no Palmeiras. NEWSLETTER GRÁTIS DO ESQUEMAS TÁTICOSReceba a Carta Tática, Newsletter gratuita do site Esquemas Táticos com atualizações e informações exclusivas #ig-subscription-optin {margin: 0px;padding: 10px;height: auto!important;padding: 0px 10px 15px 15px !important; text-align: center !important;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif !important;margin: 10px;margin: 0px;padding: 10px; margin: 8px 0 0 !important;line-height: 22px;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;padding: 5px;border: none;}#ig-subscription-optin p {margin: 8px 0 0 !important;line-height: 22px;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif; padding: 5px;border: none;}#ig-subscription-optin input.name { background: white urlundefinedhttp://3.bp.blogspot.com/-Jl2lcnXe42Y/UOb49YMFH8I/AAAAAAAAAiA/hOnOANR83gc/s1600/subscribe-name.png) no-repeat center right;} #ig-subscription-optin input[type="text"] {border: 1px solid #111 !important; font-size: 15px !important;margin-bottom: 10px !important;padding: 8px 28px 8px 10px !important;width: 80% !important;height: auto !important;} #ig-subscription-optin input.email {background: white urlundefinedhttp://2.bp.blogspot.com/-dcien5QLnB8/UOb4N7eNU1I/AAAAAAAAAhw/NxzO8UXjgG4/s1600/subscribe-email.png) no-repeat center right;}#ig-subscription-optin input { font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif;border-radius: 3px;-moz-border-radius: 3px;-webkit-border-radius: 3px;box-shadow: 0 2px 2px #111;-moz-box-shadow: 0 2px 2px #111;-webkit-box-shadow: 0 2px 2px #111;margin: 0px;padding: 0px;}#ig-subscription-optin h4 {margin-bottom: 8px !important; font-weight: bold !important;line-height: 26px !important;letter-spacing: normal; text-transform: none;text-decoration: none; text-align: center !important;font-family: Georgia, Times, "Times New Roman", serif; border: none;padding: 0px !important;float: none;}input:hover[type="submit"] { background-color: #0094D2;border: 1px solid #0094D2;color: red;text-decoration: none;}input[type="submit"] {background-color: #00A7ED;border: 1px solid #0094D2; color: white;cursor: pointer;font-family: 'Droid Sans', sans-serif !important;font-size: 13px;font-weight: normal;padding: 5px;text-decoration: none;}input { color: #333;font-family: 'Droid Sans', sans-serif;}#ig-subscription-optin input[type="submit"] {background: #f6640e; border: 1px solid #111 !important;color: white;cursor: pointer !important;font-size: 18px !important;font-weight: bold !important; padding: 6px 0 !important;text-shadow: -1px -1px #3A060A !important;width: 90% !important;height: auto !important;line-height: 24px !important;} #ig-subscription-optin input[type="submit"]:hover {color: #FFFC00;} get this widgetFaremos uma análise tático-histórica de Marcelo Oliveira e simular formações que poderão ser utilizadas pelo técnico no Palmeiras. A primeira delas seria o 4-2-3-1 com Rafael Marques reposicionado. Este esquema está melhor analisado mais abaixo.Alternativa com Rafael Marques como "clone" de Ricardo Goulart pelo centro no 4-2-3-1CoritibaNo Coritiba 2011-2012 (leia análise aqui), clube em que Marcelo Oliveira foi recordista mundial de vitórias consecutivas (24 triunfos), bicampeão paranaense e duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil. O esquema mais utilizado por Marcelo Oliveira foi o 4-2-3-1. Era um volante de marcação e outro mais técnico. Na linha de três, um atacante de velocidade pelos lados, um meia e um meia-atacante. Este meia-atacante, diga-se, era Éverton Ribeiro.4-2-3-1 do Coritiba de Marcelo OliveiraCruzeiroNo Cruzeiro 2013-2014, Marcelo foi bicampeão brasileiro e vice campeão da Copa do Brasil. Ou [...]



Juventus 1 x 3 Barcelona. Análise tática. Final da Champions 2014-2015

2015-06-09T19:26:36.976-03:00

O Barcelona venceu a Juventus por 3 a 1 no Estádio Olímpico de Berlin, na Alemanha, pela final da UEFA Champions League 2014-2015 e sagrou-se campeão Europeu. Gols de Rakitic (4min), Morata (Juventus - 10min do 2º tempo), Suárez (23min do 2º tempo) e Neymar (90+5 do 2º tempo).Análise táticaO Barcelona jogou no 4-3-3, com Messi mais recuado pela direita e Neymar bem aberto e avançado pela esquerda. A Juventus atuou no 4-3-1-2 em losango para atacar e no 4-4-2 em linha para se defender, com Tévez como segundo atacante caindo pelos lados e Morata como centroavante.4-3-3 do Barcelona4-4-2 em losango da JuventusA Juventus começou o jogo pressionando a saída de bola do Barcelona. Não durou três minutos. O Barcelona fez o primeiro gol com Rakitic após jogada de Neymar e Iniesta pela esquerda. A partir daí, a Juventus começou a marcar com todos os seus jogadores no campo de defesa e o Barcelona impôs seu jogo até os 15 minutos. [...]



Análise tática da Juventus: 4-4-2, a força do meio campo e Tévez

2015-06-07T04:42:05.612-03:00

A Juventus do técnico Massimiliano Allegri sofreu a baixa do zagueiro Chiellini, que se contundiu às vésperas da decisão da Liga dos Campeões da Europa contra o Barcelona, mas não deve modificar seu desenho tático. A Juve atuou, na maioria dos jogos da Temporada 2014-2015 no 4-4-2 em losango. Algumas poucas vezes, utilizou três zagueiros.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.No 4-4-2 em losango, a Juventus tem uma defesa muito sólida com Chiellini e Bonucci. Sem Chiellini, a Juventus vai jogar com Bonucci pela esquerda e Bazargli pela direita. Evra, lateral esquerdo, avança pouco, mas é tecnicamente muito qualificado. Pela direita, Lichtsteiner avança bastante e tem muita velocidade. Será muito importante para cair nas costas de Neymar e Alba. Caso a Juventus opte pelo 3-5-2, Lichtsteiner terá mais liberdade para avançar pela direita, setor do campo em que surgiram 31% das jogadas de gol da Juventus.O meio campo é o ponto forte da Juventus. Pirlo é o volante-armador mais recuado. A marcação não é seu forte, mas ele joga protegido por Pogba, Marchisio e Vidal. Este trio, aliás, é muito bom na marcação e nas jogadas de ataque. Os três têm muita qualidade técnica e chegam na frente para auxiliar Tévez e Morata, além de marcarem, eles mesmos, alguns gols.No ataque, Tévez é o segundo atacante, vindo de trás para buscar a bola e puxando os contra-ataques em velocidade. É, hoje, o jogador mais perigoso da Juventus. Morata é o centroavante e fica mais centralizado e à frente de Tévez. Ambos têm o auxílio, principalmente, de Vidal, que chega mais pelo centro, Pogba, pela centro-esquerda, e Marchisio, pela centro-direita.NúmerosLevantamento exclusivo do Esquemas Táticos mostra como a Juventus marca e sofre gols na UEFA Champions League 2014-2015. A Juventus marcou 16 gols e sofreu 7. Como já vimos na análise Juventusx Barcelona: saiba como as equipes marcam e sofrem gols. Final da Champions 2014-2015, a maioria dos gols marcados pela Juventus são em jogadas de ataque (50%), contra-ataque (25%), faltas indiretas (12,50%) e pênaltis (12,50%).Origem dos golsOs gols sofridos pela Juventus saem em jogadas de ataque do adversário (42,86%) e em bolas paradas (42,87%), distribuídas em escanteio, falta indireta e pênalti (1 gol em cada uma delas).Quanto à origem das jogadas, ou seja, em que setor do campo elas se iniciam e terminam em gol, a Juventus sofre mais gols pelo lado esquerdo (3 gols. Lembrando que um desses gols saiu de uma jogada de escanteio) de sua defesa, curiosamente o setor em que tem um lateral (Evra) que vai pouco ao ataque. É o setor, também, em que atuam Messi e Daniel Alves.Os gols marcados pela Juventus se originam, principalmente, da faixa central do campo (50%). Pela direita, são oriundas as jogadas de 31% dos gols e, pela esquerda, outros 25%.Gols segundo o localA Juventus sofre a maioria (72%) de seus gols de dentro da grande área (5). Os gols de fora da área (14%) e da pequena área (14%) somam outros dois gols sofridos pela equipe na atual edição da Liga dos Campeões da Europa.Juventus – Local dos gols sofridos Local dos gols sofridos Total de gols Fora da área 1 Grande área 5 Pequena área 1 Total Geral 7 Metade dos gols feitos pela Juventus (8 gols) são da grande área. Da pequena área, o time marcou 5 gols (31,25%) e, de fora da área, outros 3 gols (18,75%).Gols de acordo com o tempo de jogoDe acordo com o tempo de jogo, a Juventus sofre a maioria (71,43%) deles no primeiro tempo, principalmente entre 16 min e 30 min (57,14%). Na segunda etapa, a Vecchia Signora sofreu apenas dois gols, ou 28,58% deles. Observação importante: nenhum deles nos quinze minutos iniciais ou finais. Juventus – Tempo dos gols sofridos Tempo Gols sofridos 16-30 4 57,14% 31-45 1 14,29% 46-60 1 14,29[...]



Análise tática do Barcelona: 4-3-3, contra-ataque e Messi vindo de trás

2015-06-09T19:22:06.986-03:00

O Barcelona de Luís Enrique é ligeiramente diferente do de Pepe Guardiola. O jogo do atual Barcelona é concentrado no ataque, não no meio campo. Por isso, o tiki-taka é bem menos intenso que no passado recente. Apesar disso, o time mantém a posse de bola como uma de suas características. Além disso, o time também sabe utilizar melhor os contra-ataques, marcando 25% dos seus gols desta maneira.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.Do ponto de vista tático, o Barcelona se apresenta no 4-3-3. A defesa tem um jogador para as jogadas aéreas (Piquè) e outro de velocidade (Mascherano). Os laterais têm um papel ofensivo bastante significativo. Ambos avançam, muitas vezes simultaneamente.No meio campo, Sergio Busquets é o primeiro-volante, mas está sempre muito próximo aos zagueiros para auxiliar na marcação, já que os laterais avançam muito, e nas jogadas aéreas defensivas e ofensivas. Iniesta e Rakitic são os armadores e também chegam na frente para finalizar. Cada um deles faz parte de um trio formado por um lateral e um atacante pelos lados. Assim, seriam Daniel Alves, Rakitic e Messi pela direita e Juan Alba, Iniesta e Neymar pela esquerda. [...]



Juventus x Barcelona: saiba como as equipes marcam e sofrem gols. Final da Champions 2014-2015

2015-06-09T12:42:20.354-03:00

Levantamento estatístico exclusivo do Esquemas Táticos mostra como Juventus e Barcelona marcam e sofrem gols na UEFA Champions League. Contra-ataque, bola parada, gols de fora da área, pela direita ou pela esquerda. Nesta análise, saiba como Juventus e Barcelona marcam seus gols de acordo com o contexto das jogadas.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.Contexto dos gols marcados Contexto do gol é uma categoria utilizada pelo site Esquemas Táticos para indicar como os tentos das equipes são marcados ou sofridos. Neste caso, trataremos dos gols marcados. Contextos dos gols marcados Barcelona Juventus Ataque 20 71,43% 8 50% Contra-ataque 7 25% 4 25% Falta direta 0 0% 2 12,50% Falta indireta 1 3,57% 0 0% Pênaltis 0 0% 2 12,50% Total Geral 28 100% 16 100% A Juventus marcou 16 gols ao longo da UEFA Champions League. Metade dos gols marcados pela Juventus (8 gols) são oriundos de ataque. Os contra-ataques são responsáveis por 25% (4 gols) do total de gols. Os outros 25% vieram de bolas paradas: 12,50% (2 gols) de falta direta (Pirlo e Tévez) e 12,50% de pênaltis.O Barcelona fez 28 gols na Liga dos Campeões da Europa. Mais de dois terços dos gols (71,43%) foram feitos em jogadas de ataque. Ou seja, nada menos que 20 gols. As jogadas de contra-ataque renderam outros 7 gols (25%) e 1 gol foi marcado por meio de falta indireta, isto é, com mais de um lance.Contexto dos gols sofridosEm primeiro lugar, é bom ressaltar que Juventus e Barcelona são equipes que sofreram poucos gols. O Barcelona sofreu dez e a Juventus, 7. Contexto dos gols sofridos Barcelona Juventus Ataque 7 70% 3 42,86% Contra-ataque 0 0% 1 14,29% Escanteio 2 20% 1 14,29% Falta indireta 1 10% 1 14,29% Pênalti 0 0% 1 14,29% Total Geral 10 100% 7 100% Dos 10 gols sofridos pelo Barcelona, 70% deles são surgem em ataques dos adversários e 30% de bola parada, sendo 20% de escanteios e 10% de falta indireta (quando a bola é levantada para a área ou tocada para um segundo jogador). É interessante observar que uma equipe que ataca muito como o Barcelona não tenha sofrido nenhum gol de contra-ataque. O ponto fraco fica por conta das bolas paradas, o que pode se explicar pela baixa estatura média dos jogadores da equipe. Na verdade, o Barcelona tem apenas três jogadores titulares, além do goleiro Ter Stegen (1,89m), com estatura “competitiva” para jogadas aéreas: Piquè (1,92m), Busquets (1,89m) e Rakitic (1,84m). Posicionamento é a palavra-chave para a defesa do Barcelona nas bolas aéreas. A Juventus sofreu 3 (42,86%) dos 7 gols em jogadas de ataque do adversário. Os outros 4 gols estão distribuídos em jogadas de bola parada (3 gols, ou 42,87%) e de contra-ataque (1). Chama a atenção o número de gols sofridos em jogadas de bola parada, que supera percentualmente os gols de ataque adversário. Desta maneira, a Juventus levou 1 gol de escanteio, 1 de falta indireta e 1 de pênalti.Cruzamento das informaçõesConfrontando dos dados de gols marcados e gols sofridos das equipes, vemos que o Barcelona faz a maioria de seus gols (ataque: 71,43%) da mesma maneira que a Juventus sofre grande parte deles (ataque: 42,86%). Por outro lado, apenas 3,57% dos gols do Barcelona surgem de bolas paradas, exatamente como a Juventus leva a maioria dos gols (42,87%). Nos contra-ataques, o Barcelona marcou 25% de seus gols enquanto a Juventus sofreu 14,29% deles desta maneira.Por outro lado, a Juventus marca 50% de seus gols em jogadas de ataque, exatamente como o Barcelona sofre a maioria de seus gols (70%). Os contra-ataques, responsáveis por 25% dos gols da Juventus, são bem defendidos pelo Barcelona, que não sofreu nenhum gol dessa maneira na Liga dos Campeões[...]



Aguirre precisa utilizar o elenco qualificado do Internacional. Dois tempos distintos mostram que treinador errou ao escalar três volantes marcadores

2015-06-06T19:06:43.301-03:00

O Internacional jogou no 4-3-2-1 contra o Palmeiras no empate em 1 a 1 na Allianz Arena, em São Paulo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro 2015. O volante Nico Freitas atuou centralizado com Nilton pela direita e Alan Ruschel pela esquerda. Valdívia, pela direita, e Alex, pela esquerda, jogam como meias-atacantes. Alex, além da função de armador, chega à frente juntamente com Valdívia para apoiar Nilmar no ataque.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.A escalação de três volantes de marcação impediram que o Inter conseguisse os contra-ataquesO Internacional pode usar o 4-3-2-1 fora de casa, desde que Aguirre escolha melhor as peçasNão é um sistema tático novo para o Internacional. A estratégia de Diego Aguirre, com o 4-3-2-1 e esta escalação, é ter um contra-ataque forte com Valdívia e Nilmar, na velocidade, e Alex, na qualidade do passe. Os dois volantes pelos lados, Nilton e Alan Ruschel, servem tanto para apoiar os meias-atacantes abertos quanto os laterais na marcação.Aguirre erra ao utilizar dois volantes de marcação duros e pesados como Nico Freitas e NiltonO problema é que o apoio dos volantes aos meias-atacantes pelos lados fica prejudicado pela pouca qualidade técnica deles, volantes. Além disso, Aguirre escolheu mal os volantes para este tipo de jogo. Os meias palmeirenses são velozes, passam a bola com qualidade e trocam de posições numa dinâmica que volantes pesados como Nilton e Nico Freitas não conseguiam acompanhar. Escalar dois (se fosse apenas um, como primeiro-volante, tudo bem) volantes pesados contra um time que joga exatamente envolvendo o meio campo adversário foi um erro. O primeiro tempo de amplo domínio do Palmeiras mostrou isso. Além disso, os laterais utilizados são mais talhados para a marcação que para o apoio.O segundo tempo foi completamente diferente. O Internacional começou marcando o Palmeiras no campo adversário, pressionando a saída de bola. Atrapalhou o Palmeiras, mas não ajudou o Inter. Isso aconteceu simplesmente por que, quando roubava a bola, o Internacional não tinha qualidade para chegar ao gol do Palmeiras.O cenário mudou quando Aguirre começou a utilizar toda a qualidade que o elenco do Internacional tem. Colocou Anderson no lugar de Alex, apagado, e houve uma melhora discreta. Anderson deveria ter entrado no lugar de um dos volantes laterais. Aguirre corrigiu novamente seu time ao colocar um centroavante (Rafael Moura) para auxiliar o isolado Nilmar e um atacante de velocidade pelo lado (Vitinho). O mais importante não foi, exatamente, a entrada de jogadores mais qualificados tecnicamente, mas a mudança de postura tática do time.O Internacional passou a atuar com apenas um volante de marcação (Nico Freitas), dois atacantes de velocidade (Nilmar e Vitinho), um centroavante e um volante-armador recuado (Anderson). Alan Ruschel, que começou como volante pela esquerda, foi deslocado para a lateral esquerda.O time passou não só a atacar mais, e com mais qualidade, como freou o ímpeto ofensivo do Palmeiras. O jogo ficou aberto. Diego Aguirre parece não gostar muito deste tipo de cenário. O que Aguirre precisa entender é que, num jogo aberto, o Internacional leva vantagem sobre a maioria dos adversários porque tem jogadores decisivos, que sabem finalizar e fazer gols. Tanto que o Palmeiras pouco ameaçou o Inter nessa fase do jogo. O contrário, no entanto, não é verdade. O Internacional só esteve perto da vitória quando o jogo ficou lá e cá.É possível fazer rotação no elenco e, ainda assim, utilizar jogadores melhores e mais adequados dentro de planos de jogo para pressionar no ataque ou usar o contra-ataqueComo já chamávamos a atenção por aqui, quando analisamos as variações táticas do[...]



Flamengo: desenho tático com Paolo Guerrero e Cristóvão Borges

2015-06-06T19:07:09.969-03:00

A chegada de Paolo Guerrero e Cristóvão Borges podem mudar algumas coisas no que diz respeito ao desenho tático do Flamengo. A partir do elenco disponível, das características dos jogadores e do novo técnico, fizemos algumas simulações de como será o esquema tático do Flamengo em 2015 com Paolo Guerrero em campo.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.O técnico Cristóvão Borges armava o Fluminense no 4-2-3-1, variando para o 4-1-4-1. Portanto, este é o ponto de partida. Guerrero foi colocado como camisa 10 porque ela está atualmente vaga. Outra camisa possível seria a 18 (a famosa 1+8), que também está disponível.No 4-2-3-1, o Flamengo teria Guerrero como centroavante e uma linha de três com Éverton pela esquerda, Arthur Maia pelo centro e Marcelo Cirino pela direita, entrando em diagonal pelo centro para se aproximar de Guerrero.Flamengo no 4-2-3-1, com Marcelo Cirino aberto e entrando em diagonal pelo centroEste esquema suporta variações táticas sem substituições. O esquema pode ser alterado para o 4-1-4-1 e 4-4-2. No 4-1-4-1, Cáceres (ou Jonas) ficaria como primeiro-volante, Canteros seria adiantado para a linha de quatro no meio campo e Arthur Maia recuado para a centro-esquerda.4-1-4-1, variação básica do 4-2-3-1 com Canteros e Arthur Maia na linha de quatro centralNo 4-4-2, Marcelo Cirino seria coloca como segundo-atacante, caindo pelos dois lados do campo. Guerrero se manteria como centroavante e receberia as bolas alçadas a partir das laterais por Marcelo Cirino, Éverton e pelos dois laterais. Pará e Armero não se destacam pela qualidade técnica, mas são muito rápidos, chegam muito à frente e têm força para fazer a recomposição defensiva. Talvez seja a alternativa menos possível diante do cenário de elenco e técnico atuais do Flamengo.Apoio dos laterais será fundamental no 4-4-2 e Marcelo Cirino auxiliará Guerrero caindo pelos dois ladosUma outra alternativa seria o 4-3-3. Bem ofensiva, precisa de alguma dedicação defensiva dos atacantes pelos lados, Paulinho e Marcelo Cirino. É um esquema que funciona bem quando o time joga controlando a partida, já que tem menos jogadores de marcação para aguentar a pressão adversária por muito tempo. Outro desenho poderia colocar Cáceres (ou Jonas) e Canteros como primeiros-volantes e Arthur Maia à frente deles.4-3-3 seria uma alternativa mais ofensiva e possível com os jogadores disponíveisNo segundo tempo do jogo contra  o Náutico, o Flamengo atuou no 4-4-2 em losango desenhado abaixo. Bastaria trocar Alecsandro por Guerrero no desenho abaixo. Não é um esquema utilizado por Cristóvão Borges, mas poderia ser utilizado também.No segundo tempo contra o Náutico, o Flamengo atuou no 4-4-2 em losangoInscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Cruzeiro tem problemas técnicos e táticos

2015-06-06T19:07:40.085-03:00

A vitória do River Plate contra o Cruzeiro no Mineirão escancarou problemas que o time brasileiro vem enfrentando desde o início de 2015. Esses problemas são técnicos e também táticos.Veja aqui a análise tática da Final da Champions League. Juventus 1 x 3 Barcelona.O problema técnico é evidente. O Cruzeiro tem jogadores piores que em 2013 e 2014. A baixa qualidade técnica prejudica qualquer esquema tático montado pelo técnico porque, por mais que o time esteja bem posicionado, os jogadores não conseguem criar chances e nem fazer os gols. Não é o caso do Cruzeiro, que está mal tecnicamente e taticamente.Marquinhos, autor do gol no Monumental de Nuñez, é muito rápido e voluntarioso, mas tecnicamente é uma tragédia. É um corredor que vai à frente e volta para marcar. Seria um ótimo complemento se houvesse, a seu lado, jogadores mais técnicos, que saibam tocar a bola e que decidam. Não é o caso também. Leandro Damião é um caso parecido com o de Marquinhos. Volta para marcar, tem presença de área, mas também não é técnico.De Arrascaeta, por outro lado, é técnico, mas faltam vontade e visão de jogo. Com ele em campo, até o esquema 4-2-3-1 do Cruzeiro muda para o 4-4-1-1. Acredito que contra a vontade do técnico Marcelo Oliveira. Arrascaeta afunda demais no ataque e fica à mercê da marcação de zagueiros e volantes. Não é armador e nem é atacante, é um meia-atacante.4-2-3-1 do Cruzeiro contra o River Plate no Mineirão, com Arrascaeta muito enfiadoEntão, que arma o jogo do Cruzeiro? A resposta é: os volantes e os laterais. Quer dizer, sobra para eles, porque não são armadores. Henrique é o mais habilitado para isso. Não por um acaso, o técnico do River Plate, Marcelo Gallardo, mudou o 4-3-3 do primeiro jogo para o 4-3-1-2 e colocou Pônzio para marcar Henrique em todo o campo. Mayke, lateral técnico e rápido, foi marcado por Rojas. Sobraram o lateral esquerdo Mena e o volante Willians. Nenhum dos dois têm qualidade para fazer a saída de bola e armar o time.Cruzeiro, de azul, e River, de vermelho: time argentino deixou Mena e Willians livres para criar e avançarDe novo, Marcelo Gallardo deu uma aula. Deixou Sánchez marcando só zona. Reparem quantas vezes Mena apareceu sozinho, carregando a bola ao ataque. Inúmeras vezes. O River deixou o lateral Mena e o volante de marcação Willians livres para apertar e concentrar a marcação nos jogadores que realmente poderiam fazer alguma coisa no Cruzeiro. E eles não fizeram nada, porque são jogadores comuns.A saída do Cruzeiro, portanto, seria tática. E aí temos outro problema. O técnico Marcelo Oliveira acostumou-se a impor o jogo do Cruzeiro no 4-2-3-1, sem variar. A única variação que Marcelo Oliveira promoveu no Cruzeiro durante esses dois anos foi colocar um terceiro volante e armar o time no 4-3-2-1, mantendo os dois jogadores abertos pelos lados no meio campo. Nunca funcionou bem.Esquema tático do Cruzeiro contra o River Plate na Argentina: um 4-2-3-1 que se transformou num 4-4-1-1Em 2015, o Cruzeiro perdeu qualidade técnica e, desde então, não consegue mais se impor nas partidas. O time funcionava bem jogando no campo de ataque, com grande acerto nos passes. Por isso, quando tentava jogar recuado, como no esquema com três volantes, o time ia mal. A solução talvez fosse mudar a disposição tática do time em campo, adaptar-se ao jogo do adversário e trocar os medalhões que não estão funcionando. Até agora, Marcelo Oliveira não fez nada disso.O River colocou seus atacantes no mano a mano contra os zagueiros do Cruzeiro e Willians, mesmo sem função na faixa central, não foi recuado e Mena, aberto pela esquerda, não fechou para auxiliar os defensores. O meia-atacante Wil[...]



A evolução tática e as variações do Internacional na Libertadores

2015-05-30T12:32:19.381-03:00

Desde o início do ano de 2015, o Internacional (Brasil) comandado por Diego Aguirre mudou bastante e apresentou variações táticas de um jogo para outro e dentro da mesma partida. O time começou bem inconsistente, mas foi melhorando ao longo do ano. A melhora observada no Inter em 2015 ainda não o credencia ao rótulo de melhor time do Brasil ou das Américas, mas é, sem dúvida, a equipe mais moderna do país.O Internacional é o time mais moderno do Brasil, o que não quer dizer que seja o melhorO Internacional é a equipe mais moderna do Brasil porque adapta seu plano de jogo de acordo com o adversário, o objetivo (empate ou vitória) e o contexto (jogo fora ou dentro de casa). Quando precisa atacar, o time de Diego Aguirre vai no 4-2-3-1 ou no 4-1-4-1. Quando precisa se defender, joga no 4-3-2-1 ou arma uma retranca no 3-6-1 ou com cinco defensores no 5-4-1. Muitas vezes, dentro de uma mesma partida, de acordo com o objetivo buscado.Além disso, o Internacional tem um dos melhores elencos do Brasil. Caso o desmanche do Corinthians se confirme, terá o melhor. Diego Aguirre desenha seu time no 4-2-3-1, 4-1-4-1, 4-3-2-1 e até nos retrancados 3-6-1 e 5-4-1, dependendo do contexto do jogoNa primeira partida da Libertadores contra o Strongest (Bolívia), em 17 de fevereiro de 2015, Aguirre começou a testar um misto de 4-1-4-1 com 4-3-2-1. Este primeiro modelo não deu muito certo pelas peças utilizadas, posicionamento errado dos jogadores e, também, pela altitude de La Paz. Os jogadores do Inter demonstraram, claramente, que foram afetados pela altitude.O 4-3-2-1 utilizado contra o StrongestNeste esquema, Aguirre pensou um time com dois jogadores abertos para puxar o contra-ataque juntamente com Nilmar como centroavante. Nilton era o único volante de marcação no miolo, ladeado com os volantes-meias Anderson e Aránguiz. A ideia era boa: um volante-meia de armação (Anderson) e outro que carrega a bola (Aránguiz). O problema é que Anderson estava claramente fora de forma, quase não tocou na bola e saiu ainda no primeiro tempo direto para o balão de oxigênio. Os meias-atacantes abertos Sasha (mais corredor e homem de ataque) e D’Alessandro (mais armador) não funcionaram também. Principalmente D’Alessandro, que tinha que seguir o lateral adversário (na altitude de La Paz) e não tem físico pra isso. Ainda no primeiro tempo, foi deslocado para a faixa central.O Inter no 4-2-3-1 contra o Universidad de ChileEm 23 de fevereiro, contra o Universidad de Chile (CHI), no Beira-Rio, o esquema tático foi o 4-2-3-1, com Sasha como centroavante, Jorge Henrique como meia-atacante pela esquerda e Vitinho como meia-atacante pela direita. D’Alessandro jogou centralizado. Funcionou melhor e o Inter ganhou de 3 a 1 no Beira-Rio. Mas o time ainda tinha muitos problemas.O 5-4-1 ou 3-6-1 utilizado contra o EmelecContra o Emelec, no Equador, Aguirre testou um esquema com três zagueiros. O 3-6-1 (ou 5-4-1) de Aguirre tinha um problema de criação. Com dois volantes de marcação (Nilton e Nico Freitas) e um volante-meia (Aránguiz) pela esquerda e um armador (Alex) pela direita, o time arrancou um empate em 1 a 1.O 4-2-3-1 contra o Strongest no Beira-RioEm casa, no jogo de volta contra o Strongest, novamente o 4-2-3-1 com um volante de marcação (Rodrigo Dourado) e um volante-meia (Aránguiz). Valdívia foi posicionado pela direita na linha de três. D’Alessandro pelo centro, Sasha pela esquerda e Nilmar na frente. Estava esboçado o time que seria, no futuro, o “titular” de Aguirre. O titular vai entre aspas porque, moderno, o Inter varia escalação e esquematização tática dependendo do objetivo buscado (empate ou vitória), do adversário e do contexto [...]



Figueirense tem defesa e ataque fracos. Goleiro é seu único trunfo

2015-05-24T13:10:37.219-03:00

O Figueirense perdeu do Grêmio por 1 a 0 na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro 2015. Com apenas um ponto em três rodadas, o time não tem apresentado qualidades suficientes para sair dessa situação. O ataque e a defesa são fracos. O único trunfo do time tem sido o ótimo goleiro Alex Muralha.4-4-2 em linha no primeiro tempo contra o GrêmioO Figueirense atua no 4-4-2 em linha. Assim foi contra o Vasco e contra o Grêmio, durante o primeiro tempo. No segundo tempo contra o time gaúcho, o técnico Argel Fucks adotou o 4-3-1-2. O Esquemas Táticos não acompanhou a partida contra o Sport.4-3-1-2 no segundo tempo contra o GrêmioO problema é que o Figueirense não apresenta uma defesa sólida e tampouco um ataque eficiente. São cinco gols contra e apenas um gol a favor. O empate contra o Vasco em 0 a 0 deu a impressão que o time havia acertado a defesa depois do 4 a 1 contra o Sport. Engano. O Vasco é um time pouco eficiente no ataque. O placar magro contra o Grêmio poderia indicar o mesmo. Novo engano. Na análise que fizemos sobre o Grêmio, mostramos que o time até finaliza muito, mas tem pouca qualidade técnica para efetivar as chances que cria.No jogo contra o Grêmio, o Figueirense desarmou 41 vezes. É o time que mais desarma no Brasileiro 2015, com 82 ao todo. O desarme, normalmente, gera um contra-ataque, que é uma das melhores situações para um time marcar gols. Entretanto, o Figueirense pouco ameaçou o Grêmio e deu apenas quatro chutes a gol. Só um certo! O time desarma bem (número inflado pela partida contra o Grêmio, onde o time conseguiu metade de todos os desarmes realizados até aqui no campeonato), mas o que faz com isso?Destaque para o goleiro Alex, uma verdadeira Muralha. O jogador tem livrado o Figueirense de levar mais gols. Contra Vasco e Grêmio, foi o melhor em campo. E tem apenas 25 anos. Grande futuro pela frente.4-4-2 em linha no jogo contra o VascoO sistema tático não está ajudando. O 4-4-2 em linha não é o mais adequado para um time que tem dois volantes que nunca avançam. No 4-3-1-2, utilizado no segundo tempo contra o Grêmio, o time melhorou um pouco. Contra o Vasco, o 4-4-2 em linha mostrou-se pouco eficiente. Os atacantes ficam muito distantes dos meias e pouco recebem a bola. É preciso encontrar um centroavante melhor para jogar ao lado de Clayton, segundo atacante.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Grêmio é o time que mais perde bolas no Brasileiro 2015

2015-05-30T12:34:18.279-03:00

O Grêmio venceu o Figueirense por 1 a 0 na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro 2015. O Grêmio foi bem melhor no jogo, mas apresentou um problema difícil de ser resolvido no curto prazo: a falta de qualidade técnica.Os números do jogo, computados pelo Footstats, não deixam dúvidas sobre a superioridade do Grêmio na partida. Posse de bola de 57% (Grêmio) contra 43% (Figueirense), 10 escanteios contra 3, 16 chutes a gol (5 certos) contra 4 (1 certo), 445 passes (400 certos) contra 282 (242 certos) e 10 dribles (8 certos) contra 2 (1 certo). Mesmo com números tão superiores, o Grêmio não fez uma boa partida. Por quê?Os próprios números podem explicar. O principal deles (número de gols) é um indicativo. O time fez apenas 1 a 0, embora tenha criado muitas chances. Este é o maior problema do Grêmio hoje. É um time tecnicamente fraco. Taticamente, e até tecnicamente, foi superior ao Figueirense, mas não conseguiu ser eficiente no momento decisivo, seja no passe final ou na finalização. O time criou bastante, finalizou muito, mas não fez os gols. Perda de posse de bola por times – Brasileiro 2015 – 3ª rodada Time Total de bolas perdidas Grêmio 162 Figueirense 155 Joinville 140 Palmeiras 135 Vasco 127 São Paulo 119 Fonte: Footstats Elaboração: www.esquemastaticos.com.brOutro número explica bastante. O total de bolas perdidas pelo Grêmio é absurdo. É o time que mais perde bolas no Campeonato. Contra o Figueirense, o time foi desarmado 41 vezes! No mesmo jogo, desarmou apenas 16 vezes. Não é um fato isolado. O Grêmio tem quatro jogadores entre os seis que mais perdem a posse de bola. Luan encabeça a lista com 24 bolas perdidas durante o Brasileirão 2015. Um atacante perder muitas bolas é normal, mas é um número muito alto. Em segundo lugar, aparece Marcelo Oliveira, com 20 bolas perdidas; em terceiro, empatado com Taiberson, do Internacional, está Giuliano, com 19 perdas de bola. Perda de posse de bola por jogadores – Brasileiro 2015 – 3ª rodada Jogadores Total de bolas perdidas Luan - Grêmio 24 Marcelo Oliveira - Grêmio 20 Taiberson – Internacional 19 Giuliano – Grêmio 19 William Henrique – Joinville 18 Yuri Mamute – Grêmio 18 Fonte: Footstats Elaboração: www.esquemastaticos.com.br  Este último número pode ser a razão de a torcida do Grêmio pegar tanto no pé de Giuliano. Um meia que perde tantas bolas é um perigo para o time. A roubada de bola neste setor significa, quase sempre, um contra-ataque para o adversário. Num texto recente, analisamos as razões de a torcida do Atlético Mineiro perseguir o meia Dátolo. A estatística negativa mais gritante do meia foi a perda de posse de bola.Apesar do claro problema técnico enfrentado pelo Grêmio, o time também tem números bons. A quantidade de passes por jogo é alta, assim como os acertos neste quesito. Como se dão os meias Douglas e Giuliano nestas estatísticas? Douglas deu, até agora, apenas 51 passes (acertou 44 e errou 7): 86% de acerto. Giuliano deu 109 passes neste Brasileiro (97 certos e 12 errados): 89% de acerto. A média de passes do Grêmio está acima da do Campeonato Brasileiro. São 372 passes certos, em média, contra 317 das demais equipes. O Grêmio erra, em média, 41,7 passes contra 35 dos outros times. A quantidade maior de passes trocados aumenta, por consequência, os erros. É a segunda equipe em número de passes trocados com 1.116, atrás apenas do São Paulo, com 1.427. É, também, a segunda que mais erra passes, com 125, atrás do Vasco, com 133, e acima do São Pau[...]



Em jogo "de dar calo na vista", Joinville e Palmeiras empatam em 0 a 0. Análise tática

2015-05-18T13:46:35.348-03:00

De dar calo na vista. Acho que essa é a melhor definição para Joinville 0 x 0 Palmeiras. Um jogo disputado de intermediária a intermediária, com grande vantagem do Palmeiras no primeiro tempo e equilíbrio no segundo. Talvez a falta de torcida tenha sido um desmotivador para as equipes. No segundo tempo, o jogo melhorou um pouco.A postura muito defensiva do Joinville durante o primeiro tempo levou o Palmeiras a atuar no 4-3-3, com os laterais avançando ao mesmo tempo e o volante Gabriel se posicionando entre os zagueiros para fazer a saída de bola e auxiliar na defesa. A armação ficou por conta de Zé Roberto e Robinho.O Joinville, por sua vez, posicionou duas linhas de quatro bem próximas, impedindo a troca de passes e tabelas verticais por parte do Palmeiras. No primeiro tempo, o time praticamente só marcou. Não deu espaço para a penetração palmeirense, mas também pouco ameaçou o time paulista. O volante Marcelo Costa foi muito bem, assim como Anselmo.No segundo tempo, o 4-4-1-1 do Joinville foi mais ousado. A estratégia do técnico Hemerson Maria foi utilizar mais William Henrique, meia-atacante pela esquerda. William Henrique entrou em diagonal pelo centro e abriu pela ponta, auxiliando Marcelinho e Kempes nas jogadas de ataque.No segundo tempo, o técnico Oswaldo Oliveira colocou Zé Roberto na lateral esquerda, sacou Egídio e colocou Valdívia na posição de Zé Roberto como armador na centro-esquerda. A ideia era aproveitar a técnica de Zé Roberto pela esquerda, que auxiliaria na armação, juntamente com Robinho e Valdívia. Não funcionou. Dudu e Rafael Marques pouco acrescentaram no ataque, assim como o centroavante Leandro Pereira. Valdívia também não entrou bem.Oswaldo Oliveira vai ter que repensar as peças de ataque quando não tiver o contra-ataque à disposição. Hemerson Maria terá que desenvolver estratégias para que o Joinville, além de se defender bem, consiga criar oportunidades de gol, mesmo sem contar com um elenco qualificado tecnicamente.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



No 4-1-4-1, Atlético Mineiro goleia o Fluminense por 4 a 1

2015-05-17T19:14:58.873-03:00

O Atlético Mineiro não deu chances ao Fluminense e venceu por 4 a 1 no estádio Mané Garrincha, em Brasília, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro 2015. O Atlético foi o mandante, mas jogou em Brasília devido a uma punição.Fluminense O Fluminense praticamente não ameaçou o Atlético Mineiro. Armado no 4-4-1-1, o Fluminense foi um time confuso, sem força ofensiva e totalmente perdido no meio campo. Jean, que normalmente atua como volante e até como lateral direito, jogou pelo lado esquerdo na linha central de quatro jogadores. Gérson, jogando pelo lado direito, às vezes revezava com Jean, trocando de lado, ou com Vinícius, meia-atacante que encostava em Fred, centroavante.O meio campo em linha funciona se todos avançam e voltam em bloco. Da maneira que o Fluminense implementou o esquema, o time abre buracos pelos lados, já que os meias abertos avançam, e deixa os dois volantes centrais correndo de um lado para o outro tentando marcar o time adversário.No segundo tempo, o técnico Ricardo Drubscky colocou o time no 4-3-3 para tentar reduzir a vantagem do Atlético de 2 a 0 no primeiro tempo. O time piorou. O problema do Fluminense era fazer a bola chegar ao ataque, com menos gente no meio campo — mesmo agora contando com um armador como Wágner —, a tarefa tornou-se praticamente impossível. Quando a bola chegava para o trio de atacantes formado por Lucas Gomes (direita), Fred (centro) e Magno Alves (esquerda), eles estavam muito afastados e sem o apoio de meias para preencher o meio campo. Além disso, eles não voltavam para recompor o meio campo.Atlético Mineiro O técnico Levir Culpi colocou o Atlético Mineiro no 4-1-4-1 e, pela primeira vez no ano, este esquema funcionou. Rafael Carioca foi o volante à frente dos defensores e atrás da linha de quatro meias. Na verdade, a função dos quatro foi meia-atacante. Thiago Ribeiro foi o menos efetivo deles e ainda não fez uma boa partida pelo Atlético desde que foi contratado.Luan e Dátolo foram posicionados no miolo da linha de quatro central. Luan pela capacidade de chegar à frente, recompor e roubar bolas, e Dátolo pela capacidade de armação e técnica nos passes. Pelo lado esquerdo, o atacante Carlos desempenhou corretamente a função de um meia pela extrema no 4-1-4-1. Com um meio campo extremamente dinâmico, o Atlético engoliu o Fluminense nesse setor.Além de não dar espaços para a armação adversária, os meias atleticanos contaram com o apoio de Lucas Pratto, que voltava para ajudar a armar e, também, a marcar, quando algum jogador da linha de quatro chegava ao ataque e não conseguia voltar a tempo para recompor a linha central. Os laterais também foram importantes no apoio e na marcação, com destaque novamente para Patric, que foi o melhor jogador do Atlético no jogo de volta contra o Internacional na Libertadores e hoje foi novamente muito bem contra o Fluminense.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Futebol brasileiro precisa de um regista como Pirlo

2015-05-15T10:52:35.199-03:00

Leio no site da ESPN Brasil que Robinho, meia do Palmeiras, está trabalhando para ser um segundo volante inspirado em Pirlo, Iniesta, Thiago Alcântara e Milner. É uma ótima notícia. O futebol brasileiro se ressente de um volante que atue como armador recuado, tal como os nomes citados por Robinho. Eu ainda acrescentaria Xavi, Xabi Alonso, Gerrard, Yayá Tourè, Modric e Schweinsteiger.Pirlo é um volante/armador protegido por volantes/meias lateraisDe todos eles, o que mais se assemelha ao estilo de jogo de Robinho é Iniesta, que é armador e meia-atacante pela esquerda quando o Barcelona precisa. Atualmente, tem jogado mais recuado mesmo.Iniesta é um volante/armador que também chega muito à frente para finalizarPirlo joga centralizado e “protegido” por dois volantes laterais no 4-4-2 em losango da Juventus. Para quem conhece futebol americano, é como se fosse um “quarterback”, o distribuidor de bolas recuado e defendido por “guards”. Dessa maneira, Pirlo tem espaço, já que joga recuado, longe da marcação mais volumosa do time adversário e, como não marca muito bem, os volantes/meias laterais ajudam na proteção.Xabi Alonso joga bem recuado, faz a saída de bola e ajuda a armar a equipe do BayernQuando Alexandre Pato compara Ganso a Pirlo e diz que este participa menos do jogo que seu companheiro de São Paulo, ele está analisando coisas diferentes. Ganso é um armador avançado. Como é lento, muitas vezes fica entregue à marcação dos volantes adversários e não consegue pensar o jogo. Se jogasse recuado, Ganso poderia ser mais produtivo, já que tem ótimo passe e visão de jogo. Ainda assim, comparado a Pirlo, Ganso marca ainda menos. Teria que marcar um pouco mais e ainda contaria com a falta de cultura futebolística brasileira para primeiros-volantes que marcam menos, precisam ser protegidos e armam de trás.Estranho que técnicos brasileiros de base não forem este tipo de atleta. É uma necessidade claríssima. Vemos jogadores afundados no campo adversário, totalmente marcados, sem espaço para pensar. O que normalmente se faz? Bola recuada para defensores e volantes de marcação, que têm que fazer o trabalho de armação. E dá-lhe bola longa e/ou quadrada para meias e atacantes. Até a MLS norte-americana tem volante/armadorAté na Liga Norte-Americana, a Major League Soccer (MLS), tem volante que arma! O meia Mix joga no miolo de uma linha de quatro no New York City. Já passou da hora de termos um “Pirlo brazuca”.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Números não dão razão à perseguição da torcida atleticana a Dátolo

2015-05-14T20:31:44.267-03:00

É muito comum que torcedores peguem no pé de alguns jogadores. Normalmente, a vítima é o lateral, que joga mais perto da arquibancada. Nos últimos jogos, a torcida do Atlético Mineiro tem pegado no pé de Dátolo, meia-atacante argentino. Resolvemos, então, analisar os números de Dátolo para conferir se a torcida tem ou não razão. Também apresentaremos uma hipótese sobre o tema.Evidentemente, o erro de Dátolo no jogo da volta contra o Internacional, que resultou no terceiro gol, fez com que a torcida ficasse brava com ele. Entretanto, o “marcação” contra Dátolo é anterior a este erro. Analisaremos, portanto, o desempenho geral do jogador na Copa Libertadores da América.Jesus Dátolo joga no centro da linha de três meias do 4-2-3-1 do Atlético. Quando Levir resolveu entrar com o time no 4-1-4-1 contra o Colo Colo na Libertadores, Dátolo é quem fazia a função de segundo volante quando precisava. A ideia do técnico Levir Culpi foi boa. O Atlético precisava ganhar o jogo por 2 a 0 e o time, nessa formação, chegaria em bloco na frente com cinco jogadores decisivos. Na hora do aperto, Dátolo daria uma mão para o volante Rafael Carioca na marcação do meio campo e faria a saída de bola. Meia-atacante, Dátolo não foi bem na função, que normalmente não exerce, e a antipatia da torcida com ele começou ali, embora o Atlético tenha conseguido o placar desejado e a classificação.Baseados nas estatísticas do Footstats (www.footstats.net) para os jogos do Atlético Mineiro na Copa Libertadores, percebemos que os números de Dátolo, como ressaltou Levir Culpi em recente entrevista, não são ruins. Ou, ao menos, não são diferentes de diversos ídolos da torcida atleticana.Estatísticas de jogadores do Atlético Mineiro na Copa Libertadores 2015 Jogador Gols Passes certos Passes errados Finalizações certas Finalizações erradas Drible certo Falta recebida Perda de bola Dátolo 0 250 25 2 5 4 19 30 Lucas Pratto 3 71 32 8 10 2 7 33 Luan 0 242 65 11 12 6 13 49 Guilherme 1 40 13 4 3 0 3 5 Carlos 1 67 8 2 3 2 4 22 Leandro Donizete 0 248 21 0 4 1 5 18 Rafael Carioca 1 366 38 3 2 2 5 11 Marcos Rocha 0 96 37 0 2 10 6 16 Patric 0 245 17 0 4 2 2 21 Fonte: www.footstats.net Seleção de dados: www.esquemastaticos.com.brEm número de passes certos, Dátolo só perde para Rafael Carioca, que é um volante e, sabidamente, dá passes mais curtos. Ainda assim, a proporção de passes certos/errados de Dátolo (250/25) é 10, a de Rafael Carioca (366/38) é 9. Ou seja, muito próximo e melhor. Leandro Donizete (248/21), também volante, tem 11,8 e Patric (245/17), outro perseguido pela torcida, tem 14. Isto é, Dátolo e Patric, alvos da torcida, além de Leandro Donizete, têm os melhores aproveitamentos do time em passes.Dátolo finaliza menos (7) que os atacantes Lucas Pratto (18) e Luan (23), mas o mesmo que Guilherme (7) — que, ressalte-se, jogou menos jogos que Dátolo —, mais que o atacante Carlos (5) e mais que os demais meias selecionados aqui para análise. Além disso, ele é o líder em faltas recebidas (19), o que mostra, juntamente com o número de passes, que participa muito do jogo.Então, onde estaria a falha de desempenho de Dátolo que justifica a perseguição da torcida? Um número é bem negativo para Dátolo: a quantidade de bolas perdidas. Ele perdeu 30 bolas no torneio. É normal que atacantes percam muita bola, já que muitas vezes estão mais isolados na frente, se[...]



EXCLUSIVO: Como o Real Madrid marca e sofre gols? Ataque, contra-ataque, bola parada? Veja aqui

2015-05-13T14:56:11.288-03:00

O site Esquemas Táticos realizou um levantamento EXCLUSIVO sobre os gols marcados e sofridos do Real Madrid ao longo desta Liga dos Campeões da Europa. São 23 gols marcados e oito sofridos, contando com o primeiro duelo pelas semifinais contra a Juventus no último dia 5 de maio em Turim. Os números levantados com exclusividade pelo Esquemas Táticos mostram que o Real Madrid é um time que marca a maior parte de seus gols em jogadas de ataque e busca incessantemente a pequena área. Setor que, mostramos no levantamento dos gols da Juventus, é o mais protegido do time de Turim.Origem dos golsDos 23 gols marcados, há um equilíbrio dos setores do campo no qual se originam as jogadas. São sete gols que tiveram sua origem em jogadas pelo centro, oito pela direita e oito pela esquerda. Origem dos gols Centro 7 Direita 8 Esquerda 8 Total Geral 23 Origem dos gols sofridosSobre os gols sofridos, o Real Madrid se mostra mais vulnerável pelo miolo e pela esquerda, setores nos quais se originaram 87% (sete) dos oito gols sofridos pelo time na Champions League. Centro 4 Esquerda 3 Direita 1 Total Geral 8 Local dos gols marcadosO Real Madri marcou 13 de seus 23 gols em finalizações dentro da pequena área. São 56% dos gols. Foi assim que Cristiano Ronaldo marcou contra a Juventus no jogo de ida contra a Juventus. Aliás, foi o único time da Champions a conseguir marcar um gol na Juventus dentro da pequena área. Fora da área 2 Grande área 8 Pequena área 13 Total Geral 23 Local dos gols sofridosO Real Madrid sofreu seis (75%) dos oito gols de dentro da área, sendo quatro dentro da grande área e dois na pequena área. Fora da área 2 Grande área 4 Pequena área 2 Total Geral 8 Contexto dos golsO dado mais importante do levantamento exclusivo do site Esquemas Táticos sobre os gols dos times da UEFA Champions League é o que chamamos de Contexto do Gol, que é a maneira pela qual um time chega a seu objetivo. As categorias Contexto do Gol são ataque, contra-ataque e bola parada (escanteio, falta, lateral e pênalti).O Real Madrid fez a maior parte de seus gols (65%) em jogadas de ataque. O número surpreende porque o time é visto como detentor de um contra-ataque mortal. No contra-ataque, o time marcou apenas dois gols na Liga dos Campeões, ou seja, 9% deles, o mesmo percentual dos gols de pênalti. Ataque 15 Contra-ataque 2 Escanteio 4 Pênalti 2 Total Geral 23 Contexto dos gols sofridosQuanto aos gols sofridos, o Real Madrid apresentou sua maior fragilidade em jogadas de ataque do adversário (50%). O time levou, ainda, dois gols (25%) de contra-ataque e dois de bola parada: um a partir de escanteio e outro de pênalti. Ataque 4 Contra-ataque 2 Escanteio 1 Pênalti 1 Total Geral 8 Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



EXCLUSIVO: Como a Juventus marca e sofre gols? Ataque, contra-ataque, bola parada? Veja aqui

2015-05-13T14:31:03.742-03:00

O site Esquemas Táticos realizou um levantamento EXCLUSIVO sobre os gols marcados e sofridos da Juventus ao longo desta Liga dos Campeões da Europa. São 15 gols marcados e seis sofridos, contando com o primeiro duelo pelas semifinais contra a Juventus no último dia 5 de maio em Turim. Veremos nos números apresentados com exclusividade pelos Esquemas Táticos que o time da Juventus levou apenas um gol de finalização feita dentro da pequena área. Justamente do Real Madrid...Origem dos golsA Juventus marcou 15 gols na atual edição da Champions League. A maior parte dos gols (80%) surge do centro (sete) e da direita (cinco). Centro 7 Direita 5 Esquerda 3 Total Geral 15 Origem dos gols sofridosDos seis gols sofridos pela Juventus, a maior parte (83%) surge do lado esquerdo da defesa e do centro. O curioso é que o lado direito, mais ofensivo, de onde surge o maior número de gols, não é o mais vulnerável. Este é o setor por onde o Real Madrid mais joga. Centro 2 Esquerda 3 Direita 1 Total Geral 6 Local dos gols marcadosA maioria dos 15 gols da Juventus foram marcados na grande (47%) e pequena (33%) áreas. Foram três gols de fora da área, um a mais que o Real Madrid, mas relativamente mais significativo (20%), já que o time marcou oito gols a menos. Fora da área 3 Grande área 7 Pequena área 5 Total Geral 15 Local dos gols sofridosOs gols contra a Juventus saem, em 67% das vezes, da grande área. Ou seja, as finalizações acontecem dentro da grande área. Os gols de fora da área e da pequena área (o único foi no jogo de ida contra o Real Madrid), somados, foram apenas dois. A pequena área “impenetrável” da Juventus não conseguiu barrar o Real Madrid. Será uma boa batalha a ser observada. Fora da área 1 Grande área 4 Pequena área 1 Total Geral 6 Contexto dos golsO dado mais importante do levantamento exclusivo do site Esquemas Táticos sobre os gols dos times da UEFA Champions League é o que chamamos de Contexto do Gol, que é a maneira pela qual um time chega a seu objetivo. As categorias Contexto do Gol são ataque, contra-ataque e bola parada (escanteio, falta, lateral e pênalti).A Juventus fez a maior parte de seus gols (47%) em jogadas de ataque. O time também apresenta um contra-ataque forte, que é a forma como a Juventus marcou 27% de seus gols na Liga dos Campeões. Um número a se destacar, também, são os dois gols de falta direta. Ataque 7 Contra-ataque 4 Falta direta 2 Pênalti 2 Total Geral 15 Contexto dos gols sofridosDos seis gols sofridos pela Juventus, três deles (50%) foram consequência de ataques adversários. As estatísticas mostram que a defesa da Juventus é boa nas transições, uma vez que o time levou apenas um gol de contra-ataque. Os outros dois gols foram de escanteio (um) e de uma falta indireta. Os números apresentam uma defesa sólida, sem dúvida. O problema é que o Real Madrid marca a maioria de seus gols (65%) em ataques. Ataque 3 Contra-ataque 1 Escanteio 1 Falta indireta 1 Total Geral 6 Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Corinthians, no 4-2-3-1, perde para o Guaraní (PAR) por 2 a 0 e se complica na Libertadores

2015-05-07T11:58:29.521-03:00

O Guaraní (PARAGUAI) venceu o Corinthians (BRASIL) por 2 a 0 no estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, no Paraguai, e agora joga por um empate ou até por uma derrota por um gol de diferença ou dois, caso anote um tento no jogo de volta em São Paulo.Tite já estava ensaiando, há alguns jogos, que o 4-1-4-1 não seria utilizado em todas as partidas. No jogo contra o Guaraní (PAR), o time jogou no 4-2-3-1 e encontrou enorme dificuldade em suplantar o meio campo do adversário que contava, em seu miolo, com três volantes e um meia-atacante. O meio campo do Guaraní engoliu o do Corinthians.O Guaraní atuou no 3-6-1, com um meio campo formado por dois alas, três volantes e um meia atacante encostando no centroavante Santander. Quando defendia, o time se postava no 5-4-1 e dava poucas chances para o Corinthians tentar jogadas pelos lados do campo.O jogo foi decidido no meio campo, setor em que o Guaraní contava com vantagem numérica e com jogadores mais bem distribuídos. O meio campo do Corinthians encontrou dificuldades em trocar passes pelo meio, uma vez que dois de seus meias, ou meias-atacantes, jogavam abertos e eram marcados pelos alas do Guaraní. Com isso, sobravam três na faixa central: Ralf, Elias e Renato Augusto. Ralf é um volante que tem dificuldades no passe. Assim, sobram apenas dois jogadores para a saída de bola e com qualidade para armar. Lembrando que os laterais do Corinthians pouco avançaram ou ajudaram na saída de bola.O meio campo do Guaraní tinha quatro jogadores na faixa central: Mendoza, Palau e Contrera (que entrou no lugar de Filippini) como volantes e Benítez como meia-atacante. Portanto, quatro contra três na faixa central. Sem contar que os volantes do Guaraní eram, também, armadores. Contrera (antes era De La Cruz) era quem mais se aproximava do ataque carregando a bola.Luciano mostrou-se praticamente sem função pela esquerda, uma vez que não chegava no ataque para ajudar Guerrero — fechando pelo meio ou chegando à linha de fundo — e marcou muito mal o ala paraguaio (Filippini e, depois, De La Cruz). Mas o problema não foi só ele e o meio campo. Tite poderia ter liberado seus laterais para igualar as forças no meio e empurrar os alas paraguaios para o campo de defesa. Isso seria possível, já que o Guaraní só tinha um centroavante. O técnico corintiano tentou centralizar mais Jádson, mas não foi suficiente.Para se classificar no tempo normal, o Corinthians precisa vencer o Guaraní (PAR) por três gols de diferença na Arena Corinthians em São Paulo.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Atletico de Madrid 0x0 Real Madrid. Análise tática

2015-04-25T09:46:10.951-03:00

Terminou em empate o primeiro jogo das quartas de final da Liga dos Campeões da Europa entre Atlético de Madrid e Real Madrid. O primeiro tempo foi dominado pelo Real Madrid. O segundo, do Atlético de Madrid. É certo que, durante o domínio do Real Madrid, os merengues criaram mais chances de gol, a maioria delas morreu nas mãos do goleiro colchonero Oblak, que defendeu 13 bolas contra 5 de Casillas.O 0x0 acabou sendo um bom resultado para o Atlético de Madrid que, apesar de estar jogando em casa — no estádio Vicente Calderón, em Madri —, teve apenas 42% de posse de bola e chegou ao gol do Real Madrid, na maioria das vezes, em bolas paradas ou alçadas na área. O Real Madrid acertou oito chutes no gol contra dois do Atlético de Madrid. A precisão nos passes foi de 81% para o Real Madrid e de 73% do Atlético.O Atlético de Madrid praticamente não jogou na primeira etapa. Muito recuado, o time aceitou a pressão do Real Madrid e levou pouco perigo ao gol adversário. O time trocou 78 passes no primeiro tempo, com uma precisão de 62%. Jogando no 4-4-2, o Atlético teve suas estrelas bem apagadas. Arda Turan e Koke não conseguiram fazer muita coisa. Marcelo se impôs na lateral esquerda do Real Madrid e obrigou Turan a marcá-lo com mais frequência, quando o contrário faz mais sentido. Do outro lado, Modric imprimiu um ritmo tal que Koke foi obrigado a fazer o mesmo.O esquema tático do Real Madrid foi o 4-3-3, com o trio Kroos, James Rodrigues e Modric no meio campo. As constantes entradas em diagonal e jogadas de linha de fundo de Cristiano Ronaldo e Bale empurraram o Atlético de Madrid para o campo de defesa. Na segunda etapa, os dois ponteiros do Real Madrid sumiram e o Atlético conseguiu equilibrar a partida e, depois, ser melhor. O Atlético adiantou suas linhas e, como dissemos, apostou em bolas altas na área. Atlético de Madrid Real Madrid Gols 0 0 Posse de bola 42% 58% Total de chutes 8 16 Chutes certos 2 8 Chutes para fora 3 3 Defesas 13 5 Total de passes 245 442 Passes completos 179 360 Precisão dos passes 73% 81% Distância percorrida 109.980 metros 103.274 metros Impedimentos 0 0 Faltas cometidas 19 11 Fonte: Site da UEFAAs duas equipes voltam a se enfrentar pela UEFA Champions League na próxima quarta-feira, 22 de abril.Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo.[...]



Cruzeiro faz melhor partida do ano e vence Mineros (VEN) pela Libertadores

2015-04-25T09:46:10.959-03:00

No melhor jogo do bicampeão brasileiro em 2015, o Cruzeiro (BRA) venceu o Mineros (VEN) pela quarta rodada na fase de grupos da Copa Libertadores da América. Com a vitória do Cruzeiro, e o empate entre Huracán (ARG) e Universitário de Sucre (BOL), o time brasileiro se mantém na liderança do grupo 3 com oito ponto (veja tabela no fim do post).Análise tática Desde a chegada de De Arrascaeta, o Cruzeiro (Brasil) tem adotado o 4-4-1-1 quando o uruguaio joga. O 4-2-3-1 continua quando De Arrascaeta não está em campo ou é substituído. De Arrascaeta atua como um segundo-atacante, jogando um pouco atrás ou ao lado do centroavante Leandro Damião no ataque. Voltaremos a falar sobre esta mudança no Cruzeiro num futuro próximo.Willians, o volante, voltou de contusão, deu uma boa consistência para a marcação do Cruzeiro no meio campo e alternou a função de segundo-volante com Henrique. Willian, o meia-atacante, também voltou de contusão e esteve bem melhor que em outras partidas em 2015. O grande jogador do Cruzeiro foi Leandro Damião. Alisson e De Arrascaeta foram destaques também. Henrique, o segundo-volante, não foi bem na primeira etapa. Na segunda, assumiu o papel de segundo-volante, melhorou e até fez gol. Mayke melhorou, mas ainda segue abaixo das atuações de 2014. Os zagueiros, Paulo André e Léo, seguem dando muitos chutões. Isso dificulta a construção de jogadas. Damião consertou muitos desses chutões ajeitando a bola para trás como pivô.No primeiro tempo, o Cruzeiro fez 15 minutos de bicampeão brasileiro. Além de ter convertido duas das várias chances de gol que criou, o time jogou com intensidade, marcando a saída de bola do adversário e roubando bolas na intermediária. Tudo bem que o Mineros não jogou retrancado, esperando o erro do Cruzeiro para sair no contra-ataque, como a maioria dos times fez com o campeão brasileiro em 2015. O jogo mais aberto favorece o Cruzeiro.O esquema tático do Mineros (Venezuela) foi o 4-4-2. O time venezuelano jogou bem aberto, atacando o Cruzeiro e mantendo os dois atacantes enfiados. Isso facilitou o desenvolvimento do jogo do adversário, que tem dificuldades de quebrar retrancas. O goleiro Rafael Romo é sempre um ponto fraco do Mineros. Foi assim em outros jogos da Copa Libertadores 2015. Neste jogo contra o Cruzeiro, ele não foi responsável por nenhum dos gols do Cruzeiro e fez ótimas defesas, mas falhou bastante na reposição de bola.O atacante Valoyes, que normalmente é o melhor da equipe, foi muito bem marcado e não se destacou. Blanco teve alguns lampejos no primeiro tempo, mas nada fez no segundo. O time sofreu bastante com as jogadas pelos lados do Cruzeiro. O Mineros não acertou a marcação pelas laterais e até trocou o lateral esquerdo. Ainda assim, não conseguiu resolver este problema.Vale ressaltar que o Mineros não jogou mal, mas é tecnicamente muito fraco. Não teve muito volume jogo, mas criou algumas chances de gol. É um time rápido e forte, mas, apesar disso, não é competitivo. O que prova que, sem qualidade técnica, dificilmente uma equipe vai muito longe. Libertadores 2015 - Grupo 3 Pontos Cruzeiro (BRA) 8 Universitário de Sucre (BOL) 6 Huracán (ARG) 4 Mineros (VEN) 1 Inscreva-se no nosso canal no YouTube. Curta nossa página no Facebook.Adicione no Google +. Siga-nos no Twitter.O que achou da análise? Comente abaixo. [...]