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Updated: 2017-09-28T12:41:16.793+01:00

 



grande crítica, ó Arrebenta!

2006-10-19T02:44:00.000+01:00

grande crítica, ó Arrebenta!



O Orçamento dos Cobardes Adoro todos os Ministros ...

2006-10-19T02:23:00.000+01:00

O Orçamento dos Cobardes Adoro todos os Ministros das Finanças, desde o defunto Professor Oliveira Salazar. Têm mais ou menos a mesma pinta, aquele "look", arraçado de manequim da Rua dos Fanqueiros com gato-pingado da ex-Agência Salgado, têm geralmente uma voz grave, tutelam todos os outros ministérios, são gente ponderada, e tudo fizeram para que Portugal se transformasse numa Suíça Ibérica.Quando, devido à Tectónica das Placas, vulgo "deriva dos Continentes", Portugal entrou no seu Período Colombiano, os Ministros das Finanças começaram a assemelhar-se às formiguinhas: as formiguinhas -- agora vou escrever à Miguel Escreves um Nojo -- as formiguinhas libertam um odor chamado ácido fórmico, e por isso traçam carreirinhos, onde andam atrás umas das outras, As formiguinhas gostam muito de andar atrás umas das outras. Quando é Inverno, fecham-se nos formigueiros; quando é Verão, voltam para a superfície, e libertam ácido fórmico, para poderem continuar a andar umas atrás das outras.Os Ministros das Finanças fazem o mesmo: o único trilho de dinheiros que conhecem, ou querem conhecer, é o que sai dos cofres do Estado, na direcção dos Funcionários do mesmo. Não de todos, porque os Funcionários do Estado são como os porcos: há uns que são mais iguais dos que outros. Os que ganham muito são pouco vigiados; os que ganham pouco, têm sempre a Máquina Depredadora, que os persegue. Para o cidadão comum, o processo é bom, e funciona como um bode expiatório: é fácil dizer que uma empregada marreca, que passa os dias encostada a uma secretária, em estado de semi-invalidez, a carimbar as entradas num elevador de Ministério, não deveria estar a receber 400 € por mês. Aliás, se é marreca, deveria receber menos, porque os marrecos não devem ganhar tanto quanto ganham as pessoas perfeitas; um deficiente, um cego, por exemplo, deve ganhar substancialmente menos, porque tendo só 4 de 5 sentidos, deve ser tributado, de modo a ter menos 20%, correspondente ao sentido que lhe falha.Isto é Finança pura, como poderia explicar o Professor Cavaco Silva, um dos criadores deste tipo de raciocínios, enquanto Cacique das Finanças, e Cacique da Colômbia Ibérica.Do mesmo modo, um coxo deve receber menos do que alguém que anda, porque quem anda gasta muito mais dinheiro. Um reformado não pode estar a receber tanto como aquele que durante décadas recebeu, porque já não trabalha, e, portanto, não é justo que ganhe o mesmo do que pessoas que se esfolam a trabalhar, aliás, a bom ver, nem deveria estar a receber nada, porque ele nada produz.E isto poderia ser subscrito por um cretino da craveira de Pedro Arroja.O Estado limita-se a tributar, sistematicamente, os circuitos da Finança evidente, aqueles cujos proventos sabe de onde vêm, e para onde vão. Houve um tempo em que o fazia discretamente: desde o Cherne, passando por aquela coisa cavilosa que hoje é Ministro das Finanças, mais a Ferreira Leite, que quase parece santa ao pé destes, passou a fazer-se a coisa às descaradas. Por ali passa o dinheiro que nós sabemos, de modo que vamos já directamente lá.O Orçamento ideal, e não há orçamentos ideais, deveria marchar na direcção do Desconhecido, uma espécie de "scanner" de causa/efeito, que varresse o país de alto a baixo, passando pela ostentação da propriedade, à ostentação dos carros, às contas dentro e fora do país -- na Europa não há dentro nem fora, não é?, a não ser para o que convém... -- aos jogadores "comprados" pelos clubes de Futebol, aos rendimentos declarados pelos "tais" Advogados, aos compradores de apartamentos acima de 500 000 €, e à quantidade de apartamentos de qualquer valor, desde que comprados, em massa, sempre pelos mesmos, às operações "stop" aos jactos privados, sobretudo naquelas aterragens, no Aeroporto de Faro, em que voltam, dos leilões de Londres e Paris, com bagagens de mão, invulneráveis às alfândegas, carregados de Picassos, Monets e Porcelanas Han e Ming; rusgas, mas surpresa, às festa[...]



obrigado pela disponibilização do texto! comentei ...

2006-10-18T17:29:00.000+01:00

obrigado pela disponibilização do texto! comentei no meu blog: http://oartolas.blogspot.com/



O Prof. Medina Carreira é um optimista. Não sei se...

2006-10-18T16:24:00.000+01:00

O Prof. Medina Carreira é um optimista. Não sei se chegaremos a 2015.



1. O produto não cresce. Eis a principal conclusão...

2006-10-18T15:30:00.000+01:00

1. O produto não cresce. Eis a principal conclusão.
O produto não cresce.
Pois não cresce, não entram novas receitas.

Em 15 anos "o produto não cresceu mais que 2,4 por cento."
As receitas que deviam entrar desse crescimento não entraram.

“Porque os governos não são hoje capazes de provocar o crescimento económico,
são mais responsáveis pela moderação dos gastos.“

3. Em 15 anos a “despesa corrente primária” subiu 5% (1), as “despesas sociais” 6% e as “pensões” 7%.
“Com um ritmo anual superior a 3%, as despesas do Estado já não serão fiscalmente financiáveis, antes de 2015.“
Certíssimo. Só podem subir o produto, para novas receitas sob risco de haver mais pessoas, com 340 euros de salário. Médio. Há peritos que o sabem fazer, e ver o que está errado.



"O mais grave problema que enfrentamos hoje é o do...

2006-10-18T11:38:00.000+01:00

"O mais grave problema que enfrentamos hoje é o do Estado" dixit Medina Carreira. Para os criticos deste artigo deve-se fazer como na história dos 3 macaquinhos: é melhor não ver, não ouvir e não falar.



ahahahahaapareceu o Irreflexões. Eu tenho este víc...

2006-10-17T19:09:00.000+01:00

ahahahaha

apareceu o Irreflexões. Eu tenho este vício idiota de querer ser sempre muito justa mesmo nos casos em que até corto relações com as pessoas

É verdade que me lembro de umas percentagens de "funcionários públicos" que foram corrigidas e me pareceu que com toda a pertinência.

":O))))



A Despesa Pública, também tem rosto.Com a governaç...

2006-10-17T18:12:00.000+01:00

A Despesa Pública, também tem rosto.
Com a governação Guterres, entraram na Administração Pública cerca de 120.000 novos funcionários. Mas foram professores que entraram nas escolas? Ou foram médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem que entraram nos hospitais? Ou ainda novos juízes e procuradores? Ou novos policias ou novos tenentes, capitães e generais? Será que com a entrada de mais de 20% de funcionários (de 600.000 passaram a 720.000) contribui para a melhoria da Educação, Saúde, Segurança na mesma ordem de grandeza, nos mesmos 20%? Seguramente que não. Afinal onde se acoitou esta gente? Nos Institutos, Comissões Reguladoras, órgão, Gabinetes, Conselhos, Centros, Fundações e outros órgãos igualmente ineficazes e esbanjadores dos dinheiros públicos. Muitos deles criados apenas para servir de coutada à nossa classe política.
A Despesa Pública originada por estas novas admissões e as despesas correntes funcionais de tais organismos rondará só por si cerca de 25% da massa salarial da Função Pública ou seja 3,75% do PIB.
É este o rosto da despesa pública no nosso país. O combate à despesa pública deveria iniciar-se por aqui. Pela extinção pura e simples destes organismos. Mas não são estas as medidas preconizadas pelo governo. Bem pelo contrário. O PRACE é um enorme Bluff que a seu tempo se demonstrará. Verifica-se já, por exemplo, que à extinção da Direcção Geral de Viação, sucedem-se dois Institutos e um Gabinete. Da extinção dos governadores civis, órgãos do salazarismo de controlo político dos distritos com ligações directas à PIDE, ninguém quer ouvir falar, pois servem de coutada à clientela partidária.
O problema não reside já na mudança de governo. O País deve encarar hoje uma mudança de regime.
O combate à despesa pública tem vindo a ser executado por este governo apenas à custa da receita e não com o combate à despesa. A despesa em nada diminui, pelo contrário tem vindo a aumentar, enquanto a receita, com aumentos de impostos e perdas de “regalias sociais” tem vindo a atenuar o défice do Estado. É um processo irreversível com este regime. No futuro seguir-se-ão novos cortes sociais. E de nada vale a caridadezinha do ministro da Saúde ao isentar os mais pobres dos mais pobres dos aumentos das taxas moderadoras.
Dezenas e dezenas de milhares de privilegiados, cujo número aumenta a cada ano, têm vindo a esbanjar em benefício próprio, ao longo dos anos, a parca riqueza produzida pelos cidadãos deste País. Quem poderá acreditar que a nossa classe política abdique voluntariamente dos privilégios que tão bem soube erguer ao longo dos anos?



"Por isso é que o Irreflexões tinha alguma utilida...

2006-10-17T16:30:00.000+01:00

"Por isso é que o Irreflexões tinha alguma utilidade ao "arredondar" alguns nºs com ligeiras variantes."

Estou comovido, a sério que estou.



As Insónias da Lurdes Correm por aí uns rumores de...

2006-10-17T01:39:00.000+01:00

As Insónias da Lurdes Correm por aí uns rumores de que amanhã vai ser um grande dia para a Dona Lurdes. Não, não se trata de ter arranjado mais uma casinha para fazer as suas lides domésticas: parece que há mais de uma centena de milhares de licenciados deste país que lhe querem fazer a folha, ou seja, num país onde os licenciados não chegam a 10% da População, cerca de 1/4 a 1/3 deles vai-lhe fazer fervorosamente frente.Eu, como cavalheiro, vou-me pôr do lado da dama: acho injusto que pessoas que andaram 5 anos numa Universidade se levantem, em peso, contra uma alfabetizada nocturna dos Idos da Revolução. A Lurdes tem razão e razões: a razão radica na pouca-vergonha em que, ao longo de décadas de laxismo, o "Bolo" Docente Nacional se tornou -- desculpem usar a palavra "bolo": há quem chame ao Ensino Secundário o caixote de lixo das licenciaturas, estatuto a que se acede por concurso público, nacional, e com regras bem estruturadas, coisa, na qual, se distingue plenamente do Ensino Superior, conhecido pelas suas "Cunt-Connections", "Mouth-Connections" e "Ass-Connections", todas elas fruto de muitos concursos... privados...As razões da Lurdes... enfim, só ela as saberá. A Diana diz que a conhece, que a teve como proofessora, e que a respeita: está no direito cívico dela; pela minha parte, mas não posso revelar as fontes, sei horrores, e apenas digo que não a conheço -- já me escusei -- e não me apetece conhecê-la. O Sr. Walter, pelo contrário, veio de Macau, de onde Portugal importou todos os seus carácteres mais nobres, o Melancia, o Rui Rio, "les amis de Soares", e outros tantos, para quem a memória -- graças a deus -- me falha. Estamos, portanto, no puro nível da Nobreza.Dizem as más-línguas que tudo isto é um mero poupar de dinheiro. Dois dias de salários não pagos vão dar um jeitão para o equilíbrio das contas públicas, enfim, das tais centésimas com que o Capacho Constâncio tanto se masturba. Objectivamente... não é um mero poupar de dinheiro. A mulherzinha pôs os dedos nalguns dos pontos mais escaldantes do Sistema, só que ela não tem dedinhos, tem umas patolas de hipopótamo, é mal-educada, indecente, e onde toca não ficam pegadas, mas apenas nódoas negras...Amanhã, vai ser mais um dia de nódoas negras: uma fatia da culpa pelo estado do Ensino Secundário é da responsabilidade dos Irresponsáveis que foram ocupando essa Pasta; a outra, dos professores, para quem aquilo era mais um entretimento e um parco ganha-pão, sem se lembrarem de que, nas suas mãos estava a esculpir-se toda a Geração Futura. Em ambas estas frases há uma generalização abusiva, muito ao gosto da Lurdes: todos são maus, e todos foram irresponsáveis. A verdade é que dos bons não reza a História, e os maus saltam imediatamente à vista, o que faz jeito, é fácil, barato, e dá milhões.Quanto a mim, que queria ser breve, e já me estiquei, a responsabilidade maior vai para as famílias, muitas vezes meras poedeiras de ovos humanos, outrora despejados nas Rodas das Misericórdias dos abandonados, e, hoje, postos, em bruto, nos bancos de todos os níveis de Escola. Entre 17 e 18 de Outubro, por culpa da Lurdes, do Monstro que a tutela e da Indesculpável Apatia Nacional, muitos dos jovens deste país, e para quem a Escola é o primeiro ponto de convívio, de sociabilização e da afectividade -- que nunca viram... -- irão andar ao deus-dará, mais uma vez entregues a si mesmos, e entalados num processo, que, hoje, lhes parecerá uma folga, mas não é apenas mais uma folga, mas todo um sintoma de Demissão Generalizada, de uma Sociedade inteira, que perdeu o norte, os valores, e nada mais tem para lhes oferecer do que as floribelas, os brincos fáceis do Cristiano Ronaldo, os "Morangos com Açúcar", as idas ao B.E.S.,-se-não- tens-pa[...]



E, se quer a minha opinião, mesmo sem saber que co...

2006-10-16T19:49:00.000+01:00

E, se quer a minha opinião, mesmo sem saber que contas fazer, há muito que penso que este horizonte é bem provável. Por isso é que também tratei a tempo de mandar daqui para fora quem tinha de mandar.


Tive esta perfeita noção aí por vota de 98. Acredite. Sem uma única conta. Só feeling.

";O)



O que o Medina Carreira aqui deixou foram estimati...

2006-10-16T19:45:00.000+01:00

O que o Medina Carreira aqui deixou foram estimativas. As estimativas refutam-se com outras estimativas. Até aí todos sabemos.

Por isso é que o Irreflexões tinha alguma utilidade ao "arredondar" alguns nºs com ligeiras variantes.

Que a segurança social caminha para a bancarrota ninguém tem dúvidas. O António tem?

O que ele diz é que é a bancarrota se nada mudar. Não sei responder a isso e esta história não depende de "crenças". Há-de depender de estimativas e mudanças de políticas.

Por isso, como lhe digo, ou se demonstram onde estão os erros do Medina Carreira ou vamos todos à bruxa

":O)))



Viva Zazie,Se tudo o que Medina Carreira disse fos...

2006-10-16T18:29:00.000+01:00

Viva Zazie,
Se tudo o que Medina Carreira disse fosse "verdade" Portugal já naõ existiria !
Por isso este estudo me deixou dúvidas sobre se não seria um sósia...já que pelo menos, segundo percebi, existiremos até 2015 !! Viva o luxo.
Se ainda andarmos por cá falaremos na altura. Está de acordo ?
E se andarmos por cá mas Portugal já não falaremos na mesma. De acordo ?
Cumprimentos



Desmentir os nºs costumava ser a tarefa do Irrefle...

2006-10-16T17:34:00.000+01:00

Desmentir os nºs costumava ser a tarefa do Irreflexões. Agora que se foi embora parece que não sobra mais nenhum.

Restam os "poetas" a fugirem para as velhas paranóias de uma citação quando o que importa é o estudo. Que não é do VPV mas do Medina Carreira




2006-10-16T17:33:00.000+01:00

Este comentário foi removido por um gestor do blogue.



Pode-se atacar o mensageiro, pode-se argumentar qu...

2006-10-16T13:23:00.000+01:00

Pode-se atacar o mensageiro, pode-se argumentar que o mensageiro quando lá esteve...

Agora, desmentir os números e o que eles auguram, isso não me parece possível.



De facto não há pachorra para este inglezinho de O...

2006-10-16T01:29:00.000+01:00

De facto não há pachorra para este inglezinho de Oxford...



Boa noite,pois ! Está na moda citar Vasco Pulido V...

2006-10-15T23:27:00.000+01:00

Boa noite,
pois !
Está na moda citar Vasco Pulido Valente e nomeadamente as suas crónicas de fim de semana, onde ( com mestria reconheço ) se pronuncia sobre tudo e todos em meia dúzia de parágrafos.
Na frase citada há um sujeito de acção " O regime.." que convinha o autor explicitar melhor, até porque já fez ( ainda fará ? ) parte desse regime quer como secretário de estado (penso que da putativa cultura ) quer como deputado da Nação. Esqueceu-se desses seus cargos ou não tinha competência para os mesmos ?
Já em tempos propus que o próximo governo fosse constituido só por EX - ministros e secretários de estado...é que depois de sairem de lá :
- têm as soluções milagreirass;
- ou os diagnósticos todos.
Haja paci~encia.
Cumprimentos