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31 da Sarrafada



31 da Sarrafada - SAPO Blogs



Last Build Date: Fri, 17 Dec 2010 11:32:20 GMT

 



O blog do ano? Não, o colectivo de todos os dias.

Fri, 17 Dec 2010 10:07:09 GMT

(image)

Desde que o programa "Combate de Blogs" lançou o seu concurso que tenho andado com este post atravessado. Hoje é um dia tão bom como qualquer outro para o escrever.

 

A nomeação do "31 da Sarrafada" para blog do ano não me surpreende e seria falsa modéstia dizer o contrário. Mas a pergunta fundamental para mim é: "Será que somos um blog?"

 

A resposta é um nim.  O "31 da Sarrafada" nasceu no Twitter e foi no Twitter que nos afirmamos, que lutámos contra as acusações de anonimato, que esgotámos o limite máximo de mensagens por dia, que fomos destacados vezes sem conta pelo Radar SAPO, que ganhámos seguidores e leitores. O blog do "31 da Sarrafada", este blog, sempre foi um dos braços deste "projecto" caótico que sempre se sentiu mais à vontade no Twitter. Sintomático disto mesmo é que o blog esteve ao abandono durante meses logo após ter sido inaugurado.

 

Hoje em dia o "31 da Sarrafada" mais do que um blog é uma entidade que vive em 3 plataformas diferentes - Twitter, Facebook e neste blog - sendo por isso um caso único no panorama Português. Enquanto uns se limitam a vomitar links dos seus posts - e nem sempre da melhor forma - o "31 da Sarrafada" apesar de ser um colectivo é uma presença diária naquelas duas redes sociais. Somos uma entidade que tem um blog - que continua a crescer com a entrada de novos elementos - e que contamos alargar a intervenção dos mesmos à nossa conta de Twitter e à página do Facebook. (Aviso à navegação: O Arcebispo agora tem acesso à conta do 31 da Sarrafada)

 

Irá ser o "31 da Sarrafada" o blog do ano? Não sei, isso apenas depende de quem nos segue e de quem nos lê.

Mas sei algo, que é mais importante: sei que para muitos o "31 da Sarrafada" é o espaço - seja onde for - de todos os dias que está aberto a todos e não apenas a alguns.

 

E isso, pelo menos para mim, é mais do que suficiente.

 

 




O INPI, o ISCTE e as camisas por engomar

Fri, 12 Nov 2010 20:49:53 GMT

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Anda por aí tudo a falar do valor de €20.400 pagos pelo INPI ao ISCTE para gerir a sua conta de Twitter. Ao ler a notícia no Correio da Manhã - who else? - fica-se com a sensação de que se pagou essa quantia para proceder à abertura da conta; ao se ler a reacção do INPI fica-se a saber que afinal os €20.400 pagos cobrem o período de um ano e que estão envolvidas duas instituições - o ISCTE e a uma empresa chamada "5ª Potência" - que são responsáveis por criarem os conteúdos e gerirem a conta do INPI bem como produzir uma newsletter mensal.

 

Diz a Alda Telles que do que viu superficialmente "parece-me uma timeline cuidada e diversificada, orientada para os objectivos enunciados, e de quem sabe utilizar a ferramenta." Eu discordo totalmente nesta parte mas não me parece que o valor em causa seja escandaloso: afinal dividindo os €20.400 por duas entidades por ano, dá €850 por mês a cada uma.

 

Se é sabido que anda por aí muito boa gente a fazer uma fortuna com isto das redes sociais e a pagar miseravelmente a quem de facto faz o trabalho também é sabido que preparar conteúdos que consigam gerar o tal do engagement que está tão na moda não é tarefa simples.

 

E aqui a conta do INPI falha total e redondamente, isto é, quem gere de facto a conta falha total e redondamente. Porquê?

 

1.  No último mês a conta do INPI gerou 1 RT - se excluirmos os RTs feitos hoje ao desmentido - o que diz claramente que as poucas pessoas que seguem a conta não acham o conteúdo o interessante o suficiente para o espalharem pela sua respectiva rede.

 

2. Nenhum dos tweets inclui uma ou mais # que os fariam cair no radar de quem não segue a conta mas esteja interessado nas temáticas abordadas.

 

3. Não existe um cuidado - como o exemplo da imagem acima - no que está a ser enviado. O twitter não é um concurso de speed typing especialmente quando se está a ser pago para isso e se está a representar uma instituição ou marca.

 

Este caso do INPI é interessante por duas razões distintas:

 

1. O valor pago pelo serviço não é escandaloso, antes pelo contrário.

2. O INPI adjudicou o serviço a quem não percebe absolutamente nada de Twitter, tornando o preço pago um escândalo.

 

Até pode haver aqui um tacho, um boy ou girl favorecidos - com €850 por mês - mas o que é um facto é que o INPI adjudicou um serviço a ser prestado durante um ano por €20.400. Como no INPI ninguém percebe nada de Twitter - senão não tinha feito outsourcing - os seus responsáveis nem sequer souberam estabelecer objectivos para a conta o que se traduz no número de seguidores da mesma e no seu alcance real após um mês de funcionamento.

 

Isto mal comparado é contratar uma pessoa para nos engomar 100 camisas por €50 e depois as camisas serem entregues todas mal passadas ou queimadas e não podermos fazer nada. O preço até estava em linha com o que praticam outras engomadeiras mas o resultado final custou muito caro.

 

E esse é o facto realmente escandaloso em toda a esta história.




|| O estado da Nação

Sat, 15 May 2010 23:52:39 GMT

 

 

(image)

 

 

Algures entre a esquerda “caviar” e a direita “canapé” está o povo que pensa que o café Twitter é marca de contraceptivo. Começo a ficar seriamente preocupado com os dois primeiros.

 

(Em stereo)

 

(Imagem Washington, D.C. January 29, 1921, Herbert Bell and Joe Garso.Either Herb or Joe takes a smoke break while the other fellow does all the work)

 

 

 




Jornalismo no seu melhor (desta vez o @Público no Twitter)

Thu, 13 May 2010 17:33:35 GMT

(image)

 

Os media Portugueses, salvo raras excepções,  usam o twitter não para interagir mas sim para debitar os feeds lá dos seus tascos. Sendo esta a regra, o jornal Público decidiu hoje inovar fazendo hoje o seu primeiro RT (tanto quanto sabemos) Nada mais nada menos do que a esse poço de virtudes e de informação imparcial  que é a conta de  Hugo Chávez. #FailDaSemana




#followfriday

Wed, 17 Mar 2010 18:48:37 GMT

 

 

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O @31daSarrafada «es el 492 de 38929 esta semana en el ranking #FollowFriday Spain». Olé!

 

(Mais)

 

 

 




|| Aproxima-se o fim dos tempos!

Thu, 04 Mar 2010 23:15:31 GMT

 

 

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Por volta das 23 PM o @pedroteich afixa no Twitter: 1ª Pág Sol: Mais Escutas da Face Oculta, 5 minutos depois, mais coisa menos coisa, o Filinto aka @esgravatar: presumo que isto não seja brincadeira dos 31 sarrafeiros, é mesmo "a" capa?.

 

31 da Sarrafada a fama que vem de longe!

 

 

 




“thank you thank yo”

Sun, 21 Feb 2010 01:41:46 GMT

 

 

 

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Apesar do “núcleo duro” ser o mesmo, podemos dividir o Twitter por turnos: o da manhã, o da hora do almoço, o da tarde, o da hora e pós-hora do jantar e o depois das 23:00. Não, não pensem que vou aqui esmiuçar todos que “isso agora também não interessa nada”, roubando a expressão à Teresa Guilherme. Vou só referir um pelo qual tenho especial carinho (acreditam?!): o “depois das 23:00”. É aquele em que entram de mansinho e ficam a engonhar e a passar a mão pelo pêlo uns dos outros com uma faca na liga ou uma pistola no bolso das cuecas. Faz-me lembrar o “thank you thank yo” do Groucho Marx no Day At The Races. “thank you thank yo” também para vocês.

 

 

 




O Twitter, os políticos e a malta do segundo balcão

Wed, 10 Feb 2010 23:25:06 GMT

 Na mesma semana em que dois políticos, Ascenso Simões (@ascensosimoes) e António Nogueira Leite (@anleite) largam o twitter por deixarem de ter paciência para a confusão, uma vez mais se nota que o Twitter está de saúde e recomenda-se, não obstante (na minha opinião) ter ficado bastante mais pobre com a saída de ambos.      Na noite em que Paulo Rangel anuncia que se vai candidatar à liderança do PSD - e isso começa exactamente ao minuto 0 + 1 segundo em que começa a falar - o Twitter ferve com comentários de todos os lados. Isto não é nada de especial, aliás. O Twitter ferve sempre e ferve em cima do acontecimento. Ferve quando acontece alguma coisa, ferve quando há debates, ferve nas eleições, ferve nas tricas, nas calhandrices e nas coisas sérias. Ferve, por vezes, em lume mais alto do que as pessoas gostariam, mas isso é uma característica normal das relações através da internet. Evidentemente que há muita gente que ainda se aflige, se ofende e se aborrece mas, para quem anda por aqui há uns anos, nem é sequer um local de flames assim muito grandes, comparadas com as dos anos de IRC's, usenets e quejandos.    [Tenho para mim que este tipo de comunicação mais exagerada e exaltada, ofensiva até, não é, de todo, decorrente daquela mania que as pessoas têm de culpar as relações virtuais, o distanciamento e o facto de as pessoas se esconderem em anonimatos e o camandro; tudo isso não passa de mito urbano; na realidade, o que acontece, em grande parte das vezes, é exactamente o contrário: a informalidade deste tipo de conversas e discussões leva a que pessoas que não se conhecem em carne e osso (recuso-me a usar os termos real e virtual dado que, para mim, a net nesse aspecto é apenas mais uma ferramenta de comunicação, como o telefone) se tratem como se estivessem numa mesa, a seguir ao almoço, quando já voam os pratos e os copos: quem nunca teve uma bela discussão de partir a loiça toda num jantar de Natal ou Páscoa ou casamento do primo, com 20 membros da família chegada, que levante a mão, faxavor...exacto. É isso mesmo. O problema na net é que depois não há a parte da gargalhada no dia seguinte, quando a rapaziada se começa a lembrar da barulheira da véspera. Ou, se calhar, até há: quando as pessoas percebem que não passa disso e não se levam demasiado a sério e não amuam com as ofensas. Mas tergiverso; voltando ao assunto:]   As reacções - imediatas, a quente, na palhaçada ou sérias - às declarações de Rangel, deixaram-me, uma vez mais, a pensar que não sei como não há analistas sérios, dentro dos partidos, a LER o twitter com olhos de ver. A analisar o que é dito. A ouvir a opinião de pessoas comuns, conhecidas ou não, políticos, jornalistas, engenheiros, doutores, estudantes ou donas de casa. Porque 1. ali se debitam opiniões muito honestas, dada a informalidade do meio e 2. porque aquelas opiniões são um apanhado da população se calhar bem mais abrangente que as perguntas telefónicas estúpidas das sondagens. Se alguém se preocupasse em saber realmente o que se passa, não em termos de informação, desta vez, mas de opinião pública, então o Twitter seria o local ideal para se analisar seriamente o que pensam as pessoas sobre (quase) todos os assuntos.   Nomeadamente e no caso concreto que, provavelmente, Paulo Rangel deveria imediatamente alterar o discurso de futuro eventual estadista ou então nem sequer tirar a máquina de barbear da mala.     Catarina Campos (continuo sem entrar no meu user)    [...]



Isto da Liberdade de Expressão é Lixado

Tue, 09 Feb 2010 23:16:13 GMT

Em pleno rescaldo do Derby Sporting - Benfica, num restaurante num hotel de Lisboa, dois membros do "31 da Armada" aproximaram-se da mesa onde estavam a jantar dois executivos do Twitter.

 

Testemunhas presentes no local, confiam-nos que na conversa que decorreu foi dito, em tom irado, que o 31 da Sarrafada era "um problema" e que o mesmo tinha "que ser resolvido". Além do mais foi ainda referido que "já não aguentamos a gaja da Bimby".

 

Passados poucos minutos, que isto da Internet anda sempre muito rápido, a nossa conta oficial no Twitter foi brutalmente calada e ficámos sem pio.

 

Por pouco tempo. Ainda pensámos fazer uma Manifestação em frente aos escritórios do Twitter (que como toda a gente sabe tem a sua base em Portugal nos escritórios do Paulo Querido) mas, por motivos de teor orçamental a idea foi afastada.

 

É assim que anunciamos a nossa conta alternativa no Twitter o 31S (O "S" é da Sarrafada).

Esta conta será sempre usada quando os executivos do Twitter acharem que andamos a Sarrafar demais. Por isso façam favor de a seguir.

 

Contra o amordaçamento! Contra a Asfixia! Contra!

 

P'lo 31 da Sarrafada: FF

 







Também há em coreano?

Thu, 24 Sep 2009 00:43:39 GMT

 

 

(image)

 

 




Guerra Aberta

Tue, 22 Sep 2009 01:10:01 GMT

Fiquei a saber pelo Twitter do director do Público que já está nas bancas um livro que se chama "O Homem e o Líder" de Rui Costa Pinto.

Biografia não autorizada de José Sócrates, a oportunidade  do lançamento não terá por certo nada a ver com o facto de estarmos em plena campanha eleioral.

 

O que ganhará José Manuel Fernandes, director do Público, com este livro é que não nos foi possível saber. No entanto o trabalho a que se deu para promover o livro é óbvio.

 

Se o mesmo for distribuído no próximo Sábado com o Jornal Público não se admirem.

A guerra está aberta, não se olham a meios e a situação nunca esteve tão feia.

 

PS: Mas estou certo que ainda nos vão conseguir surpreender.