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TNT - SAPO Blogs



Last Build Date: Wed, 25 Apr 2012 01:00:42 GMT

 



25 de Abril de 2012

Wed, 25 Apr 2012 00:55:23 GMT

A propósito dos Capitães de Abril não quererem fazer parte das comemorações deste ano. Se há pessoas que conquistaram o direito de quererem fazer, ou não, parte de uma instituição, são estes senhores. É outra forma de se revoltarem, pois as revoluções nem sempre se fazem com chaimites.

Estes senhores fizeram o que nós não temos coragem, numa altura em que o clima de medo – embora manifestado de formas diferentes – era muito semelhante ao que se vive hoje.

As revoluções de hoje não passam de balelas no facebook, de bocas no twitter ou de, como aqui faço, posts nos blogs. Perdemos a coragem. Temos medo. Eu tenho.

Todas as semanas aumentam os combustíveis e o que é que fazemos? Filas intermináveis nas bombas para conseguirmos o ouro negro um ou outro cêntimo mais barato.
Os medicamentos aumentam vertiginosamente e o que é que nós fazemos? Não os tomamos, pode ser que a doença crónica passe.

E quando leio coisas como esta, até me revoltam as vísceras. Uma cambada que não tendo vergonha na cara, ainda um dia há-de, desgraçadamente, governar-nos.

Se os Capitães de Abril não querem pactuar com toda esta vergonha, até os aplaudo de pé. Homens de coragem que fizeram a mais fantástica Revolução que conheço.




Petição "Impedir a Taxação da Sociedade da Informação"

Tue, 31 Jan 2012 19:02:44 GMT

O grande MEC já assinou. E você, do que está à espera?
Temos de nos fazer ouvir em sede própria e são necessárias 4000 assinaturas. Aqui!
Obrigada a todos!



A Arte da Guerra

Fri, 27 Jan 2012 20:38:20 GMT

À Sra. Canavilhas, ao Sr. Tozé Brito, à SPA, à GDA, à AGECOP e restante pandilha

Estávamos em 1989 quando comecei a trabalhar em publicidade. Era copy writer. Até cheguei a ganhar um prémio ou outro. Trabalhava horas a fio e ganhava razoavelmente bem. A minha entidade patronal recompensava o meu esforço, mas a SPA não. Sempre desconfiei deste tipo de empresas/sociedades/cooperativas onde não se percebe exactamente quem faz o quê e para onde vai o dinheiro. A SPA é uma máquina de triturar dinheiro como são outros institutos congéneres. Habituei-me. Sou portuguesa com muito orgulho, mas sei que há sempre polvos neste país que se sabem movimentar muito bem independentemente da cor dos governos. São escorregadios, ubíquos e gente que se deve evitar a todo o custo. E tentei sempre evitá-los. Até hoje.

Dizem estes senhores que devo pagar uma taxa quando adquiro suportes de armazenamento. Insurjo-me da mesma forma como me insurgiria se chegassem aqui a casa e tentassem assaltar-me. Porém, n'A Arte da Guerra - Sun Tzu, livro milenar sobre estratégia militar - ensina-se que devemos lutar com as mesmas armas e a um nível superior do inimigo. Para caçar pardais, usamos fisgas ou pressões de ar. Para caçar veados – não vejam isto como uma ofensa às vossas orientações sexuais – usa-se uma caçadeira. E para caçar escroques? Bom, parece que os próprios se deixam caçar pela sua incomensurável ganância.

A SPA publicou um comunicado onde enunciava o abaixo-assinado de mais de uma centena de autores. Horas depois, um dos supostos assinantes, António Pinho Vargas, após ter sido interpelado acerca da sua participação nesta lei obscena, diz abertamente que não foi contactado pela SPA para o fazer e que não assinou nada.

Gabo-lhe a coragem. Outros há, que mesmo vendo lá falsamente os seus nomes, não se arriscam por recearem represálias. Gabo também a coragem dos primeiros artistas a manifestarem-se contra esta proposta de lei ainda antes do dito abaixo-assinado.

As redes sociais começaram a funcionar. As pessoas começaram a partilhar. As pessoas perceberam que lhes estavam novamente a ir aos bolsos. E a tal orquestra de que os senhores falam começou a afinar. Sem maestros. Porque hoje as coisas mudaram. As pessoas comuns têm voz e não precisam que lhes indiquem o caminho. As pessoas comuns têm acesso à informação e já não são enganadas com a facilidade de outros tempos. E quando tentam amordaçar as pessoas comuns, elas revoltam-se.

 

Vocês têm grandes agências de comunicação pagas a peso de ouro – com o dinheiro dos vossos cooperantes – e não é à toa que apresentam passivos obscenos.

 

As pessoas comuns têm a razão e a Internet, meus caros! E a razão e a Internet, mesmo sendo de baixo custo, são muitíssimo mais poderosas que o polvo... que se quer é 'à Lagareiro'.


Não ameacem as pessoas comuns. Porque aquilo que nos diferencia é que nós temos razão. Ah, e já agora, e à laia de rapariga reguila que sou, há mais uma diferença… nós temos a vossa morada.




Atenção lagartagem!

Thu, 10 Nov 2011 19:38:52 GMT

Se estiveram no jogo Sporting x Lazio é favor clicar aqui. Procurem-se com o cursor e é um fartar vilanagem!

 

Quem é amiguinha, quem é?




Olhá boliiiinha!

Sun, 24 Jul 2011 18:21:30 GMT

Comer uma bola de Berlim na praia tem um sabor especial. Não me lembro de comer bolas de Berlim a não ser na praia. Gordurosas, cheias de creme e quentes. Vá-se lá saber porque sabem melhor. Sabem e pronto.

Hoje, numa praia do Algarve, oiço o tradicional pregão “Olhá boliiinha!”. Vá de saltar prontamente, agarrar a carteira e precipitar-me sobre o baú dos tesouros engordurados onde se lia ‘bolas de Berlim’ e, para inglês ver, ‘fresh donuts’. Ao entregar-me a bola, vejo que não tem creme. Sem creme? Como assim, sem creme?

Pois, parece que as bolas de Berlim da praia já não têm creme. Ora metade do gozo de comer uma bola de Berlim na praia é o risco de apanhar uma camada mortal de salmonelas. É aquela adrenalina de quem salta de um precipício de asa delta. É aquela deliciosa incerteza, é um ‘nunca se sabe’. E se se estiver no Algarve, o risco é ainda maior.

Toda a gente sabe que se entra no hospital de Faro com uma constipaçãozita e sai-se numa carrinha da Servilusa. O que fará com uma intoxicação alimentar? Nem os tipos do Jackass entram numa destas.

Só gente verdadeiramente temerária é que se arrisca a comer uma bola de Berlim cheia de creme nas praias do Algarve. E, agora, acabou. Raios partam os tipos da ASAE…




A propósito de redes sociais e principalmente do novíssimo Google Plus

Sun, 10 Jul 2011 23:34:34 GMT

Alguns iluminados da nossa praça têm manifestado um prazer quase suspeito em relação à mais nova rede social do Google. Se sempre achei que a masturbação era um acto solitário, começo a ponderar mudar a minha opinião. Aparentemente, o G+ tem servido de masturbatório colectivo para aqueles que, em grupos muito restritos, falam de assuntos muito seus.

Gostam do G+ por ser aberto, livre e não compartimentado. Falam de uma liberdade desejada, porém, curiosamente, fecham-se em círculos. Ou em copas. Gostam porque não tem ‘povo’, não tem jogos, não tem desabafos. Ainda bem que gostam. Já os senhores do Google, que investiram pipas de massa nesta rede, não devem achar tanta graça. Suponho que se faz uma rede para se ter o maior número possível de utilizadores. Digo eu, que sou loira. Uma rede como o G+, que sirva só para meia dúzia de iluminados, parece-me um desperdício de recursos. Não creio que tenha sido essa a intenção.

Comparar o Facebook com o G+ é como comparar um concerto dos Xutos a uma ‘instalação’ na Gulbenkian. Ambos são bons à sua maneira, mas ao primeiro vão os avós, os pais, os filhos e os netos. À segunda vão três pessoas. Provavelmente, todas da mesma idade, com os mesmos gostos, vestidas da mesma maneira e com frases feitas todas iguais.

Se no Twitter vivem os chamados líderes de opinião – políticos, jornalistas, bloggers – no G+ começam a viver os geeks. Ou wannabes. Não posso afirmar com convicção o grau de geekness de cada um, uma vez que tenho a entrada vedada ao masturbatório. Mas como os vejo e oiço (e me maço) todos os dias ao vivo e a cores, tenho cá as minhas suspeitas sobre o tipo de partilhas.

Ainda bem que o Google investiu algumas centenas de milhares de dólares para estes garotos poderem conversar uns com os outros. Também têm direito à vida. Mesmo que grande parte deles não saiba sequer o que é esta coisa da ‘vida’.




Thursday bloody Thursday

Wed, 27 Apr 2011 23:02:34 GMT

Já passou uma semana, já estou mais calma, já posso falar nisto.
Os tempos que passei lá fora a lutar pela vida com uma garrafa de Macieira – mentira, eu bebo vodka, desculpem – tornaram-me mais patriota. Sempre defendi o meu país de uma forma quase encantatória. Quem não era português até ficava com vontade de o ser.

Na quinta-feira passada tive vergonha de ser portuguesa. Tive vergonha do meu país. Tive vergonha dos portugueses.

O governo deu tolerância de ponto. Mal, no meu ponto de vista. O fim-de-semana já era suficientemente grande, não havia necessidade de mais uma tarde. E os portugueses que bramam diariamente contra o governo, Sócrates, políticos, política, deputados e tudo o que possa representar os poderes instituídos, alaram com uma pinta que era vê-los em filinha a caminho dos Allgarves.

Se protestam tanto contra as medidas do governo, deviam ter ficado a trabalhar. Isso sim, era uma estalada na corja!

 

Mas que raio de gente é esta? Acham que os protestos se devem ficar pelo Facebook? Pois, um clique aqui e uma petição ali é fácil, não é?

Tolerância de ponto não significa feriado. Não é obrigatoriedade de não se pôr os cotos no emprego. Tolerância de ponto significa não se ser penalizado, caso não se vá trabalhar.

Se TODOS tivessem ficado nos seus postos de trabalho mostravam aos governantes de que massa se faz um português. Era um protesto à séria, um exemplo de integridade e consciência da situação do país. Era um grito de revolta. Era um alerta vermelho para os senhores do FMI que vão decidir os nossos desígnios nos próximos anos. Era como afirmar ‘Nós não somos quem nos governa. Somos melhores’.

Mas na realidade não somos. Nós somos quem nos governa. Somos iguais. E temos aquilo que merecemos. Nem mais, nem menos.




Ensitel assim a dar para o lamechas

Wed, 29 Dec 2010 23:22:55 GMT

Já muito se tem falado sobre o caso Maria João Nogueira/Ensitel. Só se estiveram nos últimos dias debaixo de uma pedra é que não sabem o que se passa. Se for esse o caso façam o favor de ver aqui, aqui ou aqui. Os protestos multiplicam-se, as manifestações de solidariedade crescem como cogumelos. Não há muito mais a dizer a não ser sublinhar novamente que aqueles senhores deveriam contratar a mais profissional agência de comunicação para os assessorar. Se bem que desta já não se safam. Sempre que alguém passar por uma loja Ensitel por muitos e longos anos vai pensar duas vezes antes de entrar.

Resumindo, já não me apetece falar destes senhores. Vou falar da senhora em questão que fez despoletar o maior movimento de que há memória e que já é um case study no que às técnicas de comunicação diz respeito.

O pessoal dos blogs conhece a Jonasnuts. Eu conheço a Jonas. Foi minha chefe durante um ano e picos. Neste momento já não é, porque eu mudei de função, mas continua a ser a minha companhia diária no fumatório.

Há uns tempos, estávamos nós em reunião, o meu telefone tocou. Vi que era a minha mãe e saí da sala para atender. A minha mãe, que estava no Alentejo por causa do estado crítico de saúde de uma irmã dela, informa-me que a minha tia tinha acabado de morrer. Troquei mais uma ou duas frases, desliguei o telefone e voltei para a sala.

A Jonas percebeu que algo se passava e quando a reunião terminou perguntou-me “Passa-se alguma coisa?”. Contei-lhe o sucedido e a resposta imediata foi: “E o que é que ainda estás aqui a fazer? Vai-te embora, a tua mãe precisa de ti.”.

Eu não lhe tinha pedido nada. Não precisei.

Esta é a Jonas que eu conheço. É a Jonas que está sempre pronta a lutar pelos seus ‘meninos’, pela sua equipa. Que se indigna e dá voz a quem não a tem. Que defende com unhas e dentes as equipas que lidera.

E esta é a Jonas que está a ser intimada por uns tubarões para remover os posts do seu blog.

Há umas horas, no Facebook, uma amiga minha de longa data observou que não me queria ter por inimiga por causa da campanha que eu persisto em fazer a favor da Jonas. Aqui está a explicação. Estou apenas, e dentro das minhas possibilidades, a retribuir um pouco o que a Jonas faz diariamente.

Só espero que ela não leia este post, porque sei que não iria gostar de ver expostas as suas facetas mais gritantes: humanidade e justiça.

E pronto… tenho dito!




O enrabanço da EDP

Thu, 23 Dec 2010 12:24:49 GMT

Ontem à noite, vi na SIC Notícias o senhor da ERSE que exigia que os ‘custos de interesse económico geral’ viessem discriminados na factura da EDP.

Se mal me pergunte… para quê? Posso não pagar se não concordar? Claro que não. Pago na mesma ficando apenas informada sobre todos os passinhos.

Isto é um bocado como estarmos a ser enrabados, mas vão-nos informando das várias etapas: “agora estamos a afastar-lhe as nádegas... em seguida vamos passar um pouco de lubrificante... depois vai ser mesmo a doer...”

Com descrição o sofrimento é menor?




As crises

Thu, 18 Nov 2010 11:49:51 GMT

A primeira vez que vi gente a viver nas ruas foi no início dos anos 90 (1991/92?) no Rio de Janeiro. Famílias inteiras nos passeios de Copacabana com lençóis, tachos e tudo o mais que se costuma ter debaixo de um tecto. Nunca tinha visto semelhante coisa, embora ouvisse falar da pobreza que se vivia naquele país. Foi nessa altura que decidi que não devia passar férias em países em que as pessoas viviam desta maneira enquanto eu me alambazava de caipirinhas numa esplanada mesmo ali ao lado.

Saliento que olhar de turista nunca é o mais acertado. É preciso andar nos transportes nas horas de ponta, frequentar os mercados e talhos diariamente e as tascas onde o povão almoça.

Por razões profissionais, por volta de 95/96 passei algum tempo da minha vida em Dublin, Irlanda. Na altura, falava-se do exemplo da Irlanda e de como tinham aplicado os fundos da então CEE. Na verdade, eu não conseguia ver nada. Mas lá pensei que os fundos tinham sido investidos no interior em indústrias ou agricultura, benefícios que não se sentiam na capital do país. Dublin era igualzinha a Lisboa, apenas mais cinzenta por causa do clima. Em termos de desenvolvimento não havia nada a salientar. Boa onda, muitos copos, comércio fechado às 17H00 e mais copos a seguir. Volto para Portugal e comento com algumas pessoas que me diziam que eu devia estar doida, que Irlanda era um exemplo. Acabei por concluir que tinha abusado do Black Bush e que afinal não tinha dado por nada daquilo que os jornais falavam.

Passados 10 anos vou trabalhar para Madrid, Espanha. Por essa época falava-se que este país era a 5ª maior economia do mundo. Andei de metro e de comboio à hora de ponta. Trabalhei numa empresa com 300 funcionários. Acordava por volta das 6h30 e vivia num hotel numa zona nobre da cidade, junto à Castellana. E garanto-vos que o que eu vi nas ruas de Madrid batia aos pontos a miséria que presenciei no calçadão do Rio de Janeiro. E, sim, estava na Europa, num suposto país do Primeiro Mundo e na tão afamada 5ª maior economia do mundo. Quando voltei a Portugal disse a várias pessoas o que tinha visto. Que achava que a tal grandiosa economia estava colada com cuspo e que tudo não passava de uma gigantesca operação de cosmética em que os espanhóis são imbatíveis. Só para dar um exemplo estúpido mas que diz muito: as espanholas andam sempre muito bem penteadas e vestidas, mas não tomam banho. Por fora a coisa até aparece apetecível, mas o cheiro a podre é perceptível a léguas. Desde que se esteja lá.

Não percebo nada de economia, nem de PIB’s, nem de taxas de crescimento. Sou uma total leiga na matéria. Mas sei o que vejo. E o que eu vejo em Portugal é que numa página de jornal lê-se que a taxa de desemprego entre os jovens ronda os 23% e na página seguinte também se lê que o concerto da Shakira está esgotado. Em que é que ficamos afinal?




Portugal vs Espanha

Sun, 27 Jun 2010 22:59:42 GMT

Portugal joga contra Espanha na próxima terça-feira.
Os jogadores talvez não saibam, mas há muito mais em jogo do que um Mundial de futebol que já por si é muito importante.

É importante para a auto-estima nacional, para o valor dos jogadores portugueses no mercado internacional, num prestígio que muitas vezes não conseguimos fazer notar noutras áreas, apesar de existir. O futebol chega mais rápida e facilmente às pessoas do que a ciência, a medicina, a literatura e as artes em geral. Somos um povo virado para o futebol até porque, noutros tempos ainda mais tristes que estes, era a única alegria que nos era permitida.

Um jogo Portugal vs Espanha é sempre mais do que um jogo. É o orgulho nacional. É o grito dos nossos antepassados que com mais ou menos Padeira nos mostraram ser possível enxotar a má vizinhança. É uma luta secular. E tudo isto nas mãos, ou melhor, nos pés dos jogadores que entrarão nesta batalha.

Nesta altura do campeonato, podemos estabelecer um paralelismo entre o jogo que se avizinha e a questão da espanhola Telefónica em relação à portuguesa PT. Se o futebol move muitos milhões, a PT dá trabalho a milhares de famílias portuguesas.

A Telefónica é dez vezes maior que a PT; a selecção espanhola é campeã da Europa. A Selecção portuguesa tem Cristiano Ronaldo, um dos melhores jogadores do mundo e muito admirado em Espanha; a Telefónica tem César Alierta um dos melhores CEO e admirado por muitos empresários portugueses. A PT tem Zeinal Bava, o melhor CEO europeu na área das telecomunicações;… e Espanha?

Quem serão as ‘Padeiras’ da PT e da nossa Selecção?

A História conta-nos que uma só pessoa pode fazer a diferença. Pode mudar o curso de um país. Vamos acreditar ou deixar de marchar contra os canhões?

Há muito mais em jogo que um jogo de futebol. FORÇA PORTUGAL!




Hoje foi um dia de alegrias!

Wed, 16 Jun 2010 21:58:59 GMT

Como ainda não consegui definir o grau de importância de cada uma, aqui vão por ordem cronológica:

 

1. A Espanha levou na pá da Suíça!

2. No MEO já se pode ver o Mundial 2010 sem se ouvir o raio das vuvuzelas!

Há dias assim... (image)

 




Os espanhóis

Thu, 27 May 2010 12:37:53 GMT

Como alguns saberão, tive a infelicidade de trabalhar durante uns tempos em território inimigo: Espanha.

Fugi assim que pude. Como diabo da cruz. Como francês do banho. Como funcionário público do trabalho. Estão a ver a velocidade, certo?

Hoje em dia, trabalho na PT. A maior empresa portuguesa. A maior empregadora (ou das maiores) de gente licenciada e não licenciada.

E achei que a coisa aqui era "giripollas free". Mas, pelos vistos, enganei-me.

 

Uma das coisas que considero que os espanhóis têm em excesso e que nós temos em débito é o espírito nacionalista. Eles acham que tudo o que é espanhol é bom, nós achamos que tudo o que é português é, no máximo, 'razoávelzinho'. Eles acham que tudo o que é estrangeiro é mau e para aniquilar/espanholar, nós achamos que é tudo fantástico e para consumir em barda.

 

A PT é boa e quer expandir-se como outros portugueses fizeram há cinco séculos atrás. Mas os senhores do baldio aqui do lado não querem. Querem apoderar-se da maior empresa portuguesa. E a seguir? Será a EDP, a GALP?

 

Este é um assunto que nos diz respeito a todos.

Se estou mais preocupada porque trabalho aqui? Pode dizer-se que sim! Mas o meu grau de preocupação seria idêntico se a ameaça de OPA hostil estivesse a ser colocada a outra grande empresa portuguesa com possibilidades de expansão internacional e da qual dependem milhares de famílias.




Campeões, Campeões, nós somos Campeões!

Mon, 10 May 2010 00:50:50 GMT

OHHHHH, SPORT LISBOA, E BENFICA, O CAMPEÃO!
MOSTRA A TUA RAÇA O QUERER E AMBIÇÃO,
NÓS SÓ QUEREMOS O BENFICA CAMPEÃO!!!

(image)




O fim do mundo

Tue, 12 Jan 2010 12:58:13 GMT

Comecem a comprar latas de atum e garrafões de água!

Sabemos que estamos perto do fim, quando ouvimos o Sr. Pinto da Costa a exigir que alguém investigue a corrupção no futebol português...




Há gente que me irrita

Wed, 06 Jan 2010 12:02:35 GMT

Nesta época festiva em que, supostamente, devemos ser mais solidários, tolerantes, compreensivos, acaba por ser a altura do ano em que fico mais irritada com (quase) toda a gente que me rodeia. Apenas, suponho eu, porque há mais gente a pairar no mesmo espaço que o costume.

Sabem aqueles que nos centros comerciais ao subirem ou descerem as escadas rolantes ficam animadamente ou com ar de bois a olhar para palácio especados à saída das ditas? E o resto das pessoas – que não lhes devem interessar para nada – ficam ali a tentar sair desesperadamente do raio das escadas a recuar em cadência, simplesmente porque as bestas da frente decidiram ficar a pensar na vida à saída de um mecanismo que não pára… Aquilo não pára, sabiam??

Ou aqueles, que na fila da caixa do supermercado avançam logo e ainda não acabámos a nossa função (ingrata) de pagar? Quando a menina nos diz quanto é a dolorosa, lá têm de recuar com os carros todos e as crianças empoleiradas aos gritos para nós podermos proceder ao “verde-código-verde”. Será que eles não pagam e por isso não conhecem as regras?

E ainda aqueles que se arrogam de mais direitos que os outros em épocas natalícias – vai na volta ainda são parentes afastados do JC ou do S. Nicolau – e passam à frente de toda a gente só porque têm o gelado ao lume ou um urso polar no quintal?

Noutro dia, no Corte Inglés, estava na fila da recepção do supermercado para deixar umas coisas. Estava uma senhora a ser atendida há horas e a fila adensava-se. Aparentemente, o saco que ela tinha deixado lá no bengaleiro tinha desaparecido. Já toda a gente estava com um ar desconfiado a pensar duas vezes se deveria deixar os bens preciosos como o chapéu-de-chuva neste serviço, quando a dita senhora começa a dizer que eles tinham de lhe pagar a dita gabardine que ela tinha comprado, bem como o transporte para casa, uma vez que já ia perder o comboio ou lá o que era. Toda a gente achava que a senhora estava coberta de razão. Eis senão quando, a menina que estava já com um stress desgraçado, perguntou-lhe quando é que a senhora tinha deixado lá as coisas. Resposta: Há cerca de um mês atrás!

- Eh pá, faz-te à vida e deixa-me passar à frente, ó minha grandessíssima tecla 3! – não disse, mas fiquei cheia de vontade. Pelo sim, pelo não, passei-lhe à frente.

E pronto, lá se vai a solidariedade, compreensão e tolerância, valores tão bonitos, (principalmente) em época festiva…
 




É deus subornável?

Fri, 18 Dec 2009 14:53:19 GMT

De acordo com a Nespresso, deus é subornável, sim senhor.
Para quem ainda não viu o anúncio, a trama é qualquer coisa como isto: George Clooney acaba de comprar a sua máquina Nespresso. Ao sair da loja, cai-lhe um piano em cima – muito comum nos dias que correm – e em seguida depara-se com deus, magistralmente interpretado por John Malkovich. George Clooney riposta ao dizer que acha que a hora dele ainda não chegou e deus diz que se pode arranjar qualquer coisa, olhando babadamente para a máquina de café. Na cena seguinte George Clooney está vivinho junto à loja e sem a bendita máquina.

E quem diz máquinas de café, também diz quilos de robalos. Mas deixemos estes assuntos para depois, se bem que podemos aferir que deus podia ser perfeitamente ministro de um qualquer governo português ou, ainda, administrador do BPN.

Não sou crente. Em qualquer religião. Nem tampouco sou crente em quem crê. (Chiça, que aliteração!) Conheço muito boa gente que vai a Fátima e reza todos os dias e que depois rouba em lojas, engana a mulher e outro tipo de transgressões aos mandamentos e pecados instituídos.

Porém, há religiões mais ‘honestas’ que outras. Sabe-se logo ao que se vai. As IURD e afins são disso exemplo. Prometem um pedacinho de céu. Em contrapartida, paga-se. Em dinheiro. Cash. Pilim. Massa. Guito. É fácil: paga-se e tem-se um pedacinho de céu.

Com outras religiões mais conservadoras - onde não se canta, não se bate palmas ou se atiram para o chão em êxtase – e menos abertamente mercantilistas, a coisa é mais complicada. Nunca se sabe muito bem como é que vai ser. Para se ter a tal horta no céu tem de haver arrependimento dos pecados. E esse arrependimento tem de ser explicitado aos senhores de batina. Não há confissão, não há salvação.

E quem é que na verdade se arrepende realmente dos seus pecados? Deves!

Cada vez que se lembram dos óculos Prada que gamaram no El Corte Inglés que eram tão caros e dão tanto jeito… ou dos orgasmos que têm quando pulam a cerca… de repente, não me parece que o sentimento mais predominante seja o arrependimento, mas…

Em épocas de Natal não faz bem nem mal pensar um bocadinho no que andamos a fazer na vida. Porém, há pessoas que não sendo crentes, nem sabendo onde são as igrejas, pegam numa carrada de anjinhos do Exército de Salvação e decidem dar do seu bolso presentes a quem não os iria ter.

E é neste tipo de fé que me apraz acreditar.
 




Broche na Reunião

Wed, 11 Nov 2009 00:56:50 GMT

Desculpem lá o meu jeito mas entre tanta idiotice, imbecilidade e filhos de gente parva que tenho aturado ultimamente nem tenho tido vontade de escrever. Por isso costumo dizer que não, não sou escritora. Os escritores produzem até à imoralidade quando estão em baixo. Comigo, a coisa não funciona assim. Só me apetece escrever quando estou bem e em cima. (Vá, deixam-se de trocadilhos maldosos! Se bem que...)

 

Mas hoje... hoje foi um dia especial em que assisti a uma pérola numa reunião de trabalho.

 

Um colega diz que não é multitasking e para esperarmos um bocadinho enquanto ele acabava de escrever ali qualquer coisa. A minha chefe começa a dissertar sobre esta incapacidade masculina e o quanto a afligia. Eu e outra colega concordamos e dizemos que eles quando estão a fazer qualquer coisa nem conseguem ouvir o que nós dizemos. Ao que ela retruca, do alto das suas já famosas tiradas: "A não ser que se diga blá, blá, blá, broche!"

 

Gargalhada geral. Eles concordam. Reunião divertida, produtiva e tudo e tudo.

 

E eis senão quando, outra colega, que é minha amiga há anos e anos e à qual eu apenas tinha ouvido uma palavra menos própria - merda - no meio de uma enorme crise que vos vou dispensar, sai-se com esta:

 

"Pois é! Às vezes só apetece dizer 'Ai que broche! Já viste isto?'"

 

Ainda não estou recomposta. Logo eu, uma rapariga séria que só diz Alfinete de Peito!

 




Futebol

Wed, 28 Oct 2009 20:37:59 GMT

Como benfiquista sanguínea, fico muito contente com a decisão de José Eduardo Bettencourt não kickar o Paulo Bento.




Importa-se de repetir?? - II

Thu, 08 Oct 2009 16:48:17 GMT

Sousa Cintra no seu melhor:

 

“Pedro Santana Lopes é o melhor presidente da Câmara de Lisboa desde o Marquês de Pombal”

 




Qual foi o melhor 'esmiuçado'?

Wed, 23 Sep 2009 11:52:03 GMT

Vamos lá saber quem se saiu melhor!

 

 




Retrato de um debate

Fri, 11 Sep 2009 20:01:52 GMT

Sobre o debate entre Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa não tenho muito a dizer a não ser que foi comparável a uma lamela de Lorenin. Posto isto, vamos ao debate que me fez delirar: Manuela Ferreira Leite e Paulo Portas.

Começo por dizer que não nutro especial simpatia por nenhum deles. Porém, o Paulo Portas superou-se.

Acredito que tenha tirado a senhora do sério ao insistir chamá-la de “ó Dra. Manuela, ó Dra. Manuela!”. Ela só devia pensar: querem lá ver este pirralho a tratar-me com esta familiaridade toda? Logo a mim, uma senhora tão séria, respeitável e cheia de pergaminhos? Se bem que o meu irmão naquele programa onde fala todas as semanas faz estalar o verniz todo e, assim, como é que alguém me pode respeitar? Bom... e andar de braço dado com o Alberto João também não abona nada a meu favor, mas teve de ser...

A determinada altura e a propósito da ‘asfixia democrática’ na Madeira, Paulo Portas refere que um debate como aquele que estavam a ter seria impossível naquela região. Ao que a senhora responde: ó Dr. Paulo Portas, e sabe porque é que é possível termos este debate aqui? Porque eu impus, porque eu impus... Ele, não a deixando terminar a frase digna dos maiores valores democráticos ocidentais, sai-se com esta: “ó Dra. Manuela, em democracia não se impõe nada!”.

Pimba! Touché!

Independentemente de não simpatizar com a personagem Paulo Portas tiro-lhe o chapéu a esta e outras tiradas que teve ao longo do debate. Combateu o cheiro a mofo com o melhor ambientador que o dinheiro pode comprar. E, já agora, também concordo com ele no que respeita ao Rendimento Mínimo Garantido. Fiscalize-se convenientemente, faça-se cortes em conformidade e, a quem realmente precisa, seja distribuído parcialmente em géneros.
 

TNT




O jornalinho da Manuela Moura Guedes

Wed, 09 Sep 2009 23:12:49 GMT

Já estou um bocado farta da conversa do jornal da TVI e da Manuela Moura Guedes.

Que toda a gente normal detestava o jornal de sexta-feira e daquela frase de abertura absolutamente prepotente “Boa Noite! Eu sou a Manuela Moura Guedes e este é o Jornal Nacional” ninguém pode negar. Que as pessoas já enfiavam nas suas orações o pedido sublimado para que aquilo acabasse rapidamente e que acabasse rapidamente o sofrimento de toda a gente que era obrigada a trabalhar com a apresentadora, também acredito. E que as noites de sexta-feira estão mais limpas também acredito.

 

O que eu não acredito é que aqueles que a detestam e detestam o seu jornal e linha editorial – e quando falo em linha editorial, peço perdão aos meus antigos professores de jornalismo pela heresia – defendam a situação como se a coisa tivesse algum tipo de qualidade. Até deviam estar a rezar a todos os santinhos por ela não poder continuar a envergonhar a classe.

Das várias opiniões mais esclarecidas que tenho ouvido contra a senhora em questão é que ela não pode e não deve, enquanto pivô de um jornal televisivo, emitir opiniões.

Não estou completamente de acordo...

 

Por esse mundo civilizado fora existem vários telejornais diários com modelos editoriais. Até em Portugal existe! Pasmem! O que se passa é que os apresentadores destes jornais são pessoas que eu podia apresentar à minha avozinha que já lá está sem ela me dizer “minha querida, cuidado com as companhias...”.

O Jornal das Nove da Sic Notícias é disso exemplo. Eu podia perfeitamente levar o Mário Crespo a conhecer a minha avozinha. Que o jornal apresentado por este senhor não tem as audiências dos jornais da TVI também é verdade. Porque a ele faltam-lhe algumas características que a D. Manuela Moura Guedes tem: a histeria, a má-criação, o semblante enlouquecido e, já agora, para ser má-língua, uma série de plásticas mal sucedidas e umas injecções de Botox.

Quanto à decisão daquele programa ser retirado da grelha: eu não sou vossa secretária e por isso não vou fazer o trabalhinho de casa a não ser que me paguem, que isto a vida não está para graças e borlas. Mas vão lá aos arquivos ver o que se passou quando a Prisa negociou a compra da Media Capital ao Miguel Pais do Amaral. (Ah, é verdade, Pais é com i e o senhor já o disse diversas vezes). Qual foi a primeira medida que os espanhóis tomaram? Alguém se lembra?

Eu até me lembro, mas sou suspeita por ser colaboradora do Grupo. Mas será que mais ninguém se lembra? Ou não dá jeito?

T.P.C.: Pensar por nós e questionar o que nos dão a comer.
 

TNT







A acção do 31 da Armada

Tue, 11 Aug 2009 13:33:00 GMT

Na madrugada de 10/08/08, elementos do blog 31 da Armada subiram à varanda dos Paços do Concelho - Câmara Municipal de Lisboa - e substituíram a bandeira Municipal pela bandeira azul e branca da Monarquia.

 

Actualização a 01/09/09 - Esta sondagem terminou a 31/08/09 e contou com 220 participações. Ver resultados aqui...