Subscribe: >>>PRA LÁ DE BAGDAD
http://raul-frare.blogspot.com/feeds/posts/default
Added By: Feedage Forager Feedage Grade B rated
Language:
Tags:
cidade  das  dos  foi  lugar  mais  muito  mundo  norte  nos  num  não  onde  país  pelo  seus  são  todos  viagem 
Rate this Feed
Rate this feedRate this feedRate this feedRate this feedRate this feed
Rate this feed 1 starRate this feed 2 starRate this feed 3 starRate this feed 4 starRate this feed 5 star

Comments (0)

Feed Details and Statistics Feed Statistics
Preview: >>>PRA LÁ DE BAGDAD

>>>PRA LÁ DE BAGDAD



Textos, travel journals, fotos e dicas de lugares não convencionais por Raul Frare



Updated: 2016-04-04T20:35:59.152-07:00

 



Iran to India - our overland journey from Tehran to Delhi

2013-10-07T06:10:15.489-07:00

Delhi, 26 de Maio de 2013Chegamos em Delhi, destino final da nossa aventura por terra do lran ate a lndia. Foram quase 6.000 Km intensos de muita adrenalina desde que partimos de Tehran, cruzando toda a Asia Central ate chegar no sub-continente indiano. Pegamos trens, taxis, 4x4s, onibus locais e ate carona em caminhão para conseguirmos chegar ate aqui sem pegar um unico voo. Foi uma verdadeira gincana contra o tempo e contra a burocracia para conseguir todos os vistos, permissos e poder cruzar por terra todas as fronteiras que planejavamos cruzar, um grande desafio,Testamos quase todos os nossos limites fisicos e psicológicos combinados com muita paciencia, sangue frio e determinacao. Passamos por 9 paises diferentes, cruzamos as estradas mais altas do mundo nos Pamirs, Karakoram e Hindu Kush. Desertos, rios, passes de quase 5.000m de altura, vales exuberantes e antigas rotas historicas, temperaturas negativas e tambem calor infernal. Em cada lugar que passamos fomos surpreendidos pela hospitalidade e generosidade do povo local. Fizemos muitos amigos anônimos dos quais sentiremos muita falta e aprendemos com eles muitas novas licoes. Desmitificamos os "temidos" Iran, Afeganistão e Paquistao, paises incriveis com pessoas maravilhosas onde nos sentimos mais seguros que em nossas proprias cidades.Um agradecimento especial a todos os motoristas locals "casca grossa" que nos guiaram com muita seguranga por algumas das estradas mais perigosas do mundo. E também as nossas namoradas, amigos e familiares que aguentaram firme e com o coração na mão  todos esses dias de comunicação precaria. Um beijo e abraço a todos e ate a próxima.Raul e LorenzoOverland journey from Iran to India: Iran - Turkmenistan - Uzbekistan - Tajikistan- Afghanistan - Kyrgyzstan- China - Pakistan - lndia[...]



Iran to India - Tehran to Mashad by train

2013-09-29T09:10:30.919-07:00

[...]






Pamir Highway - Iran to India

2013-09-29T09:15:32.149-07:00

[...]



Iran to India - Afghanistan

2013-09-29T18:31:19.848-07:00

[...]









Amazing India - Iran to India (Amritsar - Delhi)

2013-09-29T09:07:13.555-07:00

[...]



Sossusvlei, Namibia

2013-09-29T17:04:50.380-07:00

Situado no meio do deserto de Kalahari entre gigantescas dunas de areia o Sossusvlei é a principal atração da Namibia.Formando uma paisagem surreal, as dunas alaranjadas do Sossusvlei são as mais altas da África e estão em constante movimento. Dentro do complexo de dunas está também o Deadvlei, ou Vale da Morte, que mais parece uma tela do Salvador Dali.Encontram-se ali numa pequena panela, em meio as dunas, muitas árvores petrificadas de mais de 900 anos que devido a falta de umidade nunca conseguiram se decompor. A melhor hora para visita-las é no nascer do sol, quando a luz cria um incrível contraste de cores entre as dunas.Há muitas opções de hospedagem na região que variam de simples acampamentos até lodges mais sofisticados.Dentre os melhores, está o Sossusvlei Desert Lodge que fica dentro de uma reserva privada bem próximo a entrada do parque.A melhor maneira de se chegar lá é voando até Windhoek via Johannesburg com a South African. De Windhoek há vôos diretos para lá em pequenas aeronaves. Não é preciso visto de entrada para brasileiros e a melhor época do ano é de Junho a Setembro, inverno no hemisfério sul.[...]






Mali - West Africa

2012-10-26T09:21:50.039-07:00

MaliA idéia de conhecer o Oeste da África sempre me despertou muito interesse e curiosidade. A proposta era fazer uma viagem de 4x4 pelo Mali percorrendo todas as regiões do país. Consegui achar o companheiro ideal o meu amigo Lorenzo Madalosso (mais conhecido como “Cabeza de Vaca”) que como eu já havia viajado por terra em outras regiões remotas do planeta.O Mali é considerado a jóia do Oeste da África um destino muito especial que possui uma rica variedade de atrações. O país ocupa o coração de um território que já abrigou antigos impérios e civilizações.Encontrei o Lorenzo em Paris e de lá voamos para Bamako a capital do país onde iniciamos a nossa viagem. Cortada pelo Níger um dos rios mais longos da África Bamako é uma cidade vibrante com bons restaurantes, hotéis, vida noturna agitada e grandes mercados de rua. As estradas do Mali estão em boas condições e apesar de estreitas são muito vazias. Partimos de Bamako e fomos em direção a Djenné uma das principais atrações do Oeste da África. A estrada corta vilarejos e enormes planícies e é possível ver gigantes baobás ao longo do caminho. Tombada pela UNESCO como patrimônio da humanidade Djenné é uma cidade espetacular que é conhecida pela sua grande mesquita a maior estrutura do mundo feita em argila. O melhor dia para conhecê-la é nas segundas feiras quando acontece o famoso mercado local. Infelizmente a entrada no interior da mesquita é vetada a não muçulmanos. Construída com barro misturado com palha seca e coco de vaca a mesquita é uma estrutura imponente com uma arquitetura fantástica.Centenas de camponeses das tribos vizinhas trazem seus produtos para serem vendidos ou trocados nas barracas montadas em frente à mesquita. É um verdadeiro espetáculo de cores, aromas, fumaça e sabores. Com certeza aquele cenário não deve ter mudado muito nas ultimas centenas de anos. Peixes secos pescados no Níger, carnes, frutas exóticas, verduras, animais vivos, temperos, especiarias, couros e roupas. Mercadores negociando seus animais, crianças correndo em meio a porcos e galinhas, mães com bebes nas costas, muito barulho e línguas diferentes. Vagamos por horas fascinados por tudo aquilo que acontecia ao nosso redor e nos sentimos extraterrestres intrusos com nossas câmeras nas mãos.Almoçamos num restaurante local e provamos o “captain” um peixe grelhado no carvão eleito o prato preferido de toda a viagem. É uma espécie de carpa grelhada com manteiga e limão. A carne é tenra e muito saborosa. De Dejnné passamos por Mopti a segunda maior cidade do Mali e um importante porto a beira do Niger. Fizemos um passeio de “pinasse” pelo rio uma espécie de canoa de madeira motorizada e visitamos alguns vilarejos, mercados flutuantes e ilhas. Nos hospedamos num hotel cujo do dono era um libanês e para nossa alegria o cardápio do restaurante tinha também típicos pratos libaneses. De lá seguimos viagem em direção a lendária e isolada cidade de Timbuktu. Nosso principal objetivo da viagem era conseguir chegar nesse lugar considerado por muitos viajantes como um dos lugares mais inacessíveis do planeta o verdadeiro fim do mundo.Apesar de todos os avisos de segurança das embaixadas européias aconselhando a não visitar essa região decidimos ir mesmo assim com a idéia de que ninguém faria mal ou tentaria seqüestrar dois viajantes do país do futebol. Havia rumores de que uma célula da AL Qaeda estaria tentando controlar e separar a região do resto do país promovendo ataques terroristas.De fato éramos os dois únicos turistas na cidade. Perambulando pelas ruas tivemos a chance de assistir a um jogo de futebol no estádio municipal. Na entrada havia dezenas de crianças tentando sem sucesso entrar e ameaçadas por um policial co[...]



Etiópia

2012-10-26T09:21:06.527-07:00

Como um país tão rico em história e tradições culturais continua sendo um lugar tão pouco visitado?Mal compreendida e afastada das rotas turísticas convencionais a Etiópia continua sendo sinônimo de guerras e lugar onde crianças subnutridas morrem de fome. As fortes imagens da crise humanitária causada pela seca publicadas nos anos de 2000 e 2002 chocaram profundamente o mundo.Infelizmente essa é a imagem lembrada pelas pessoas assim como as imagens do Carnaval e Futebol são associadas ao Brasil. Essa má interpretação e preconceito embora sejam negativos tem seus benefícios transformando a viagem ao país em uma grande descoberta e uma agradável surpresa.Dentre suas atrações históricas destacam-se as fantásticas igrejas esculpidas na pedra em Lalibela datadas do século 12 e 13, os grandiosos castelos de Gonder do século 17, os gigantescos obeliscos de granito em Aksum com mais de 2.000 anos de idade e os antigos monastérios ortodoxos nas ilhas do Lago Tana.É também no Lago Tana no interior da Etiópia que nasce o Nilo Azul que junto com o Nilo Branco oriundo do Lago Victoria formam o Rio Nilo. As águas do Nilo Azul, cujas cataratas criam um belo cartão postal, correspondem por quase 90% do Nilo que se estende até Egito.Também conhecida como a Petra da África, Lalibela é o lugar mais fantástico e sagrado da Etiópia. Foi concebida pelo Rei Lalibela para ser uma nova Jerusalém em solo africano acessível a todo o povo etíope longe dos muçulmanos. Cerca de 400 igrejas datadas dos séculos 12 e 13 foram esculpidas nas pedras na região e encontram-se bem conservadas. As mais famosas são a Bet Giyorgis ou Igreja de São Jorge em forma de cruz e a Bet Maryam ou Igreja de Maria construída em homenagem a virgem que é adorada no país.A Etiópia é o único país da África que não foi colonizado e por isso manteve firme e intacta toda a sua identidade cultural.O país conserva sua própria e distintiva língua, sua própria bebida e culinária, sua própria igreja, seus santos e até seu próprio calendário.Com maioria da população cristã-ortodoxa, uma outra parte muçulmana e uma minoria de judeus a Etiópia é um lugar bíblico lar de uma das mais interessantes civilizações do mundo.Os Falashas são os judeus etíopes descendentes diretos de Menelik, filho do Rei Salomão e da Rainha de Sabá. Segundo a lenda a Rainha de Sabá, cuja dinastia durou cerca de 3.000 anos, foi fazer uma visita de estado ao Rei Salomão em Jerusalém e voltou à Etiópia com o futuro Rei Menelik nos braços. Hoje restam pouquíssimos Falashas na Etiópia e algumas poucas sinagogas perto de Gonder. A maioria deles imigrou para Israel.Também lugar de famosas descobertas arqueológicas a Etiópia é conhecida como o Berço da Humanidade. Lá foram encontrados os restos fossilizados do mais antigo hominídeo do planeta apelidado de Lucy com mais de 3.2 milhões de anos.Lucy é o carinhoso nome dado ao esqueleto da nossa mais antiga descendente metade humana metade macaco. Foi uma homenagem à música dos Beatles Lucy in the Sky with Diamonds que tocava no campo arqueológico no momento da descoberta. Lucy encontra-se exposta no Museu Nacional de Adis Abeba, capital do país.Em contraste com seu estereotipo de Terra da Fome a Etiópia destaca-se também por suas exuberantes paisagens, sua vida selvagem e seus diferentes grupos étnicos.Com suas ricas tradições, sua bela história e seus laços estreitos com o Cristianismo e Judaísmo a Etiópia é um país fascinante que aguarda ansiosamente para ser desbravada.É um lugar muito mais rico e interessante do que podemos imaginar. É com toda certeza o segredo mais bem guardado da África. Vale a pena visitá-la antes que esse segredo seja descoberto!Informaçõe[...]



Coréia do Norte (DPRK)

2012-08-17T08:13:44.377-07:00

Curiosidade: Coreia do Norte x FutebolEm 1966 a Coreia do Norte participou da sua primeira e unica Copa do Mundo sediada na Inglaterra. Ela supreendeu o mundo ao vencer a Italia por 1x0 chegando as quartas de finais. Porem mesmo tendo feito os 3 primeiros gols na partida mais espetacular da Copa acabou sendo eliminada por Portugal num placar de 3x5. O time norte coreano deixou a Inglaterra como campeao porem nunca mais se teve noticias de seus jogadores. A Coreia do Norte depois de 44 anos voltara a jogar na Copa do Mundo da Africa do Sul e enfrentara o Brasil no dia 15 de Junho em Johannesburgo. Com certeza sera um jogo muito curiosos e emocionante para todos nos.Viagem a Coreia do Norte Acordei durante uma turbulencia no meio do vôo que me levava de NY a Beijing. Estavamos cruzando o Polo Norte e era possível ver da janela a imensidão branca da planice polar. O sol, presença constante naquele horizonte, iluminava aquela paisagem gelada e refletia seus raios nas asas metálicas do avião. Faltavam ainda sete horas de vôo e eu não conseguia parar de pensar na idéia de estar a poucos passos de realizar um grande sonho, conhecer a Coréia do Norte.No trajeto do aeroporto ao meu hotel que ficava perto da Praça da Paz Celestial eu quase não consegui reconhecer a Beijing em que estive há 20 anos atrás. Estava tudo diferente e mudado com uma forte influencia capitalista.Beijing estava num ritmo acelerado de obras com prédios e quarteirões velhos sendo demolidos dando espaço a construções novas e modernas. Uma verdadeira corrida contra o tempo, afinal as Olimpíadas estavam a poucos meses dali.O mais estranho era que ate aquele momento, ha três dias da minha suposta visita ao pais mais fechado do mundo eu ainda não tinha a confirmação de que estaria autorizado a viajar. As autoridades norte-coreanas e o consulado em Beijing embora recebam as informações dos pretendentes a turistas com meses de antecedência geralmente expedem os vistos de entrada poucos dias antes da suposta viagem. Há muitos casos de pessoas que vão ate a China e voltam pra casa frustrados sem ter conseguido entrar na Coréia do Norte.Obtive a resposta positiva um dia antes da partida e em seguida fui apresentado aos demais viajantes que formavam o meu grupo. Muitos europeus, alguns australianos e como já imaginava nenhum americano. Estes últimos, considerados pelos norte coreanos como imperialistas e inimigos eram ate pouco tempo atras proibidos de entrar no país. Durante o “briefing” fomos todos informados do que estariamos autorizados a fazer e a não fazer durante a nossa visita. Aprendemos um pouco do protocolo e das delicadas situações em que poderíamos nos encontrar.O velho avião da companhia norte coreana Air Koryo de fabricação russa destoava-se dos demais no pátio do aeroporto de Beijing transformando-se num bizarro cartão de visitas. Havia muito mais passageiros que assentos disponíveis porem inesperadamente fomos todos acomodados, alguns dividindo o mesmo assento e logo em seguida o vôo finalmente decolou em direção a Pyongyang.Durante o vôo tivemos o primeiro contato com alguns norte coreanos, todos integrantes de uma pequena minoria, geralmente pessoas do alto escalão ligadas ao governo e que sao autorizadas a sair do pais em missões oficiais. Todos usavam ternos escuros e um broche no peito com a imagem de seu pai e Grande Líder, Kim Il Sung.A Republica Popular Democrática da Coréia, tradução de DPRK, como gosta de ser chamada a Coréia do Norte, encontra-se ate os dias de hoje oficialmente em guerra com sua irmã, a Coréia do Sul. Nunca foi assinado um acordo de paz entre elas. Apos a Guerra a península coreana foi dividida em duas partes atraves do paralelo 38. De um la[...]



Madagascar

2012-03-23T23:46:04.075-07:00

A África é selvagem. Viajar sozinho por lá não é das tarefas mais fáceis. A falta de infra-estrutura, segurança e a burocracia fazem com que tudo seja uma experiência árdua porem inesquecível. As doze horas de espera numa fronteira ou as quinze horas de viagem num ônibus local abarrotado de gente e dividindo assento com galinhas, porcos e tudo mais são facilmente recompensadas pelas belas paisagens e pelo incrível cenário da vida selvagem dos seus grandes parques nacionais.Depois de um mês viajando pelo sul do continente cruzando as fronteiras entre o Moçambique, Zimbábue, Zâmbia e Botswana finalmente chegou o tão esperado momento da minha viagem: de Johanesburgo voei diretamente para Antananarivo, a porta de entrada de Madagascar e capital do país.Madagascar, um nome que sugere exotismo, é um destino fora da rota turística convencional. Talvez aí o porquê de seu charme e originalidade. Lá parecemos estar parados no tempo tendo uma sensação de imobilismo e tranqüilidade. Por ser tão pouco explorada é um lugar espetacular e apaixonanteÉ uma ilha de contrastes com lugares mágicos e misteriosos onde redescobrimos as sensações de espaço e liberdade. Dos seus desertos ao sul à suas montanhas, florestas tropicais e praias paradisíacas, um imenso playground com cores tropicais e atmosfera cinematográfica.Cortada fora do continente africano a milhões de anos Madagascar é uma ilha que por estar geograficamente isolada possui um ecossistema único e frágil com flora e fauna darwinianas. É um importante repositório de biodiversidade com suas arvores gigantes, os Baobabs, e seus simpáticos lêmures, animais ancestrais aos macacos.A cultura malgaxe é como sua natureza: rica, vibrante e variada. O país foi colonizado durante anos pelos franceses porem conseguiu preservar sua cultura quase que intocavelmente. Seu povo é também em geral muito simpático e amigável.Cheguei em Tana (abreviação da capital, Antananarivo), uma cidade situada no meio das montanhas no coração da ilha. Construída amontoada em meio a um vale e cheia de ruelas de pedra possui um trânsito caótico infestado de Renault 4, o carrinho simpático que é a paixão nacional. Todos ali falam o malgaxe e o francês então a comunicação não fica muito difícil. Os mercados de rua estão por todos os lados e os perfumes das especiarias, principalmente a vanila (baunilha), deixam a cidade com um aroma muito especial.As estradas do país são deterioradas pelas chuvas por isso a melhor maneira de se locomover entre longas distancias é de avião. As opções de hospedagem são das mais variadas e vão do rústico ao sofisticado. Para aqueles que buscam sofisticação Madagascar oferece alguns finos resorts e pequenos hotéis de charme podendo-se experimentar as belas paisagens do país com muito estilo e conforto.Voei até Nosy Be, uma ilha tropical ao noroeste do país envolta por uma barreira de corais e com lindas praias e florestas. Que lugar! Hospedei-me em Ambatoloaka, uma vila de pescadores com uma praia de água azul turquesa de tirar o fôlego.O hotel Chez Gérard et Francine é sem dúvida a melhor opção: um antigo casarão creolo-francês com uma imensa varanda de madeira e jardim privativo. Todas as nove suítes são de frente para a praia e o serviço impecável: café da manha na sacada do quarto, massagens na praia e demais mordomias. Na hora do almoço pode-se ainda escolher as lagostas e peixes frescos recém pescados diretamente dos barcos de pescadores que serão preparados pelo chef francês do hotel.As opções de diversão são variadas: de mergulhos submarinos aos passeios pelas praias e ilhas da região como Nosy Tanikely e Nosy Iranja além de [...]



Irã

2011-08-30T10:31:40.162-07:00

Rotulado como integrante do Eixo do Mal pelo presidente dos EUA, George W Bush, e graças à propaganda negativa da mídia ocidental somada a falta de informação das pessoas o nome Irã nos sugere um lugar perigoso que conspira contra o ocidente.Porém ao visitarmos o Irã percebemos que estamos equivocados e presenciamos uma realidade totalmente diferente: um país sensual, seguro e generoso que recebe seus turistas de braços abertos. Os iranianos são amigáveis, hospitaleiros, cultos e educados e demonstram um grande interesse pelo ocidente. Não é à toa que escritores estrangeiros como Paulo Coelho fazem imenso sucesso e viraram celebridades por lá.O Irã originou-se a partir do Império Persa, uma das maiores civilizações que o mundo já conheceu, fundado pelo imperador Ciro, o Grande. As ruínas da cidade de Persepolis, antigo centro da civilização persa, são prova disso e nos maravilham até os dias de hoje. Sua cultura foi absorvida e resistida através dos tempos e a língua persa permanece praticamente inalterada desde sua criação há mais de 2.500 anos.Até 1979 o Irã era governado pelo xá Reza Pahlevi, uma espécie de rei, num governo autoritário que se propunha a modernizar o país. Além disso, o xá era um fiel aliado dos EUA no Oriente Médio. Essa modernização implicava numa transformação dos costumes, cada vez mais próxima dos ocidentais e isso desagradava a cúpula religiosa, visto que o Irã é um país de maioria xiita.Esses fatos levaram em 1979 a Revolução Islâmica, onde forças xiitas leais ao aiatolá Khomeini depuseram o governo do xá e criaram um governo xiita enfraquecendo as relações com o mundo ocidental e modificando drasticamente os costumes do país. O país adotou então a teocracia, uma forma de governo controlado por líderes religiosos, os aiatolás, que asseguram que as leis e praticas sociais estão de acordo com os princípios islâmicos.A caça ao escritor Salman Rushdie que criticou o Islã em seus Versos Satânicos e a reação às charges dinamarquesas são alguns exemplos dessa política que volta e meia põe em cheque a reputação do Irã com o mundo ocidental.Após a morte de Khomeini em 1989 e o fim da sangrenta guerra com o Iraque o Irã voltou a abrir-se para o turismo internacional. Mesmo assim turistas ocidentais, principalmente as mulheres, necessitam se familiarizar com algumas regras de conduta ao visitar o país, tais como usar o véu em público e não mostrar as pernas e pescoço.Atualmente o país reaparece nos holofotes internacionais pela batalha diplomática que trava com a ONU sobre suas intenções nucleares que segundo o Irã são meramente para fins de geração de energia. Este impasse está irritando os EUA e a Europa e poderá resultar em uma nova guerra no Oriente Médio nos próximos dias.Conhecida como a Los Angeles do Oriente Médio Teerã, a capital do país, é um lugar que impressiona. Possui um ótimo sistema de metrô, grandes universidades, arranha-céus e free-ways que tentam aliviar o trânsito de seus 12 milhões de habitantes. A cidade está aos pés das belas montanhas Alborz que separam a cidade do Mar Cáspio. Os mais ricos vivem na parte alta da cidade próxima as montanhas e o mais pobres na parte baixa.O Palácio Branco, antiga residência do xá Reza Pahlevi na parte alta da cidade foi transformado em museu e é possível visitá-lo, podendo-se ver a coleção de tapetes persas e vestidos de Farah Dibah que fora expulsa do Irã junto com o xá após a Revolução Islâmica. No inverno é possível esquiar nas montanhas próximas a Teerã. As mulheres podem fazê-lo, mas obviamente não devem tirar o véu.Esfahan, a antiga capital[...]



Namibia

2010-10-16T17:09:46.381-07:00

[...]



The Caucasus: Azerbaijan, Georgia and Armenia

2011-08-30T10:36:03.750-07:00

[...]



Trans-Siberiana

2010-07-04T16:11:54.249-07:00

“Volte em três semanas”. Foram as palavras que escutei, num russo seco e ardido, da oficial da seção consular da Embaixada da Rússia em Ulanbator na Mongólia ao deixar minha documentação e pedido de visto. Pensei arrependido: quem mandou deixar tudo pra ultima hora e não aplicar em casa? O que faria eu em mais três semanas de Mongólia? Em três semanas eu já deveria estar em Moscou...Para quem não sabe o visto de entrada russo é um dos mais chatos que existe: ultra complicado, ultra burocrático e absurdamente caro. E ainda se você está fora de casa fica tudo dez vezes mais difícil. E multiplique isso por ainda mais dez se você está num país como a Mongólia.Apesar de aborrecido acabei digerindo bem a idéia. Durante as três semanas de espera estive no deserto de Gobi no sul do país, um lugar fantástico e inexplorado de beleza incrível. Passei pelas estepes centrais onde fiquei hospedado por alguns dias num Ger, uma espécie de cabana onde vivem os nômades da região. Cavalguei durante todos os dias no melhor estilo Gengis Khan, bebi leite de cavalo e comi carne seca de camelo. Mas essa estória deixarei para contar numa próxima matéria.Com o visto na mão peguei o trem Trans-Mongol em direção a Sibéria. Na saída de Ulanbator, início da viagem, conheci dois ingleses de Manchester que estavam no vagão vizinho e tiveram suas carteiras roubadas ao subir no trem. Na Mongólia também acontecem esses imprevistos!A viagem até Ulan Ude, capital da República da Buriatya, uma das republicas que formam a Federação Russa, dura mais de 36 horas. A maior parte parado na fronteira, desembaraçando o trem para sair da Mongólia e entrar na Sibéria. Os contrabandistas correm de vagão em vagão temerosos e agoniados escondendo as caixas de mercadorias pelos compartimentos.Para complicar ainda mais o trem onde me encontrava procedia de Beijing na China, cidade que naquela época padecia de SARS, a mortífera pneumonia asiática. As agentes sanitárias russas, usando luvas e mascaras bem vedadas, tiravam a temperatura de cada passageiro e apresentando-se qualquer sintoma atípico era vedada a entrada no país.Em Ulan Ude, fiz o registro do meu visto e segui para Irkutsk nas proximidades do Lago Baikal.O Lago Baikal é bonito demais! Realmente impressionante. Sozinho, possui mais água que todos os grandes lagos americanos juntos. Além de ser o lago mais fundo do mundo, teria a capacidade de abastecer sozinho toda a população terrestre por 40 anos.Tentei arriscar um mergulho nas suas águas gélidas de 4°C após uns shots de vodka, mas não foi possível.Em três dias de Baikal deu pra recarregar toda a energia. Fiquei hospedado na casa de uma vovó simpática chamada Valentina. Como o mundo é pequeno: estava eu caminhando às margens do lago, tranqüilo comendo uma truta defumada e buscando lugar para dormir quando encontrei meus amigos ingleses que conheci no trem na saída da Mongólia, os da carteira roubada, e assim acabei na casa onde eles estavam, da vovó Valentina.Do Lago Baikal peguei um vôo de quatro horas com a Air Vladivostok para a cidade de mesmo nome. Que medo! Voar num Tupolev caindo aos pedaços de 40 anos é uma experiência única que com toda certeza evitarei repetir.O alivio da chegada em Vladivostok durou pouco. Na porta do avião tive meu passaporte checado pela polícia e em seguida me detiveram, pois esta cidade não constava descrita no meu visto de turista e queriam saber que diabos fazia eu naquele lugar. Será que tenho pinta de espião?Tentei sem êxito chamar minha embaixada, e após seis horas junto com m[...]



Uzbequistão

2010-05-15T06:51:34.317-07:00

O vôo de Istambul a Tashkent, capital do Uzbequistão, dura pouco menos de cinco horas. A imigração é lenta e extremamente burocrática, um verdadeiro caos. Não existem filas e todos se amontoam desesperadamente para conseguir entrar no país. O carimbo no passaporte vem com um ar de vitória, mas a confusão não pára por aí, pois ainda tem a alfândega e os malditos taxistas que disputam os turistas a tapas para inconvenientemente tentar extorquir alguns dólares.Tashkent é uma típica metrópole soviética, meio decadente, porém grandiosa, limpa e organizada. É a quarta maior cidade da ex-URSS, atrás apenas de Moscou, St. Petersburgo e Kiev. Suas estações de metrô são majestosas e foram projetadas para serem abrigos antinucleares. Por motivos de segurança tirar fotos dentro delas é extremamente proibido, uma pena, levando em conta a riqueza dos detalhes e suas ornamentações. A maneira mais segura e eficiente de viajar pelo país é de táxi. Além de ser muito barato você ainda evita de voar em um dos aviões da antiga frota soviética. Fui a Samarkand descendo o país por um corredor entre o Cazaquistão e Tajikistão.Quando Alexandre o Grande chegou a Samarkand em 329 BC disse: “Tudo que eu escutei sobre Samarkand é verdade exceto que é ainda mais bonita do que eu imaginava”. Realmente Alexandre tinha razão. Samarkand é a cidade mais gloriosa do Uzbequistão com uma longa e rica história. Durante séculos foi o centro econômico e cultural da Ásia Central. Os minaretes, mosaicos e domos turquesas de seus grandes templos como o “Registan”, suas mesquitas e bazares coloridos dão um tom mágico e especial ao local.Hospedei-me na Bahodir B&B, uma “guesthouse” simples, mas com um aconchego familiar que poucos hotéis mais caros poderiam oferecer. Conheci ali vários viajantes que estavam viajando da Europa a Ásia por terra. Dentre eles dois londrinos que saíram de carro de Londres e rumavam a Ulanbator na Mongólia, patrocinados e levantando fundos para salvar as crianças da Ásia Central. O site deles é muito interessante: www.drivetomongolia.orgDe Samarkand fui para Bukhara. São três horas de viagem cruzando as plantações de algodão e planices desérticas. O Uzbequistão é um dos maiores produtores mundiais de algodão graças ao desvio das águas que alimentam o Mar de Aral que por sua vez fora um dos maiores lagos do mundo e hoje, praticamente seco, gera grandes desastres ambientais. Bukhara é a cidade mais sagrada da Ásia Central. As ruelas da cidade antiga e suas construções de argila formam grandes labirintos nos dando a impressão de que o lugar não deve ter mudado muito nos últimos séculos. Bukhara é também um grande espetáculo ao vivo com seus vendedores de tapetes, bazares cobertos e “medressas” (escolas que ensinam o Islã) cheias de vida, musicas, aromas e fumaça.Apesar da população predominantemente muçulmana Bukhara ainda possui um quarteirão judaico datando do século 13. Suas duas sinagogas possuem mais de 200 anos e ainda prestam o “Shabat” em Tajik, o idioma local. Em mais 6 horas de viagem cheguei a Khiva, uma cidade remota nos confins do Uzbequistão que antes fora centro das caravanas de escravos e crueldade bárbaras. Khiva é protegida por uma grande muralha e diferentemente de outras cidades da Ásia Central está inteiramente preservada. Durante as noites pode-se observar a silhueta da Lua nos minaretes e colunas da cidade, um espetáculo de beleza indescritível.O Hotel Khiva é a opção mais bacana de hospedagem por termos a oportunid[...]



Havaianas

2010-04-18T16:26:31.442-07:00

[...]



Travel Journal - 7 dias no Tibet - Uma viagem pelo Teto do Mundo

2010-04-18T16:28:18.677-07:00

Junho de 2003De Kathmandu no Nepal à Lhasa no Tibet: 1.500Km de estrada pelo Teto do Mundo Minha vontade era fazer uma viagem independente ao Tibet, porém ao chegar em Kathmandu fui informado pelo Consulado Chinês que não era mais permitida a entrada de estrangeiros independentes no território tibetano. Fui obrigado a me juntar a um grupo de espanhóis e alemães e então juntos alugamos camionetes 4x4 com motoristas chineses para nos levar até Lhasa. Cruzamos a "Friendship Bridge" que liga o Nepal ao Tibet à pé, caminhamos com nossas mochilas por 8 km por meio a uma espécie de terra de ninguem, passamos pela imigração chinesa e logo encontramos os nossos motoristas. Éramos um comboio de cinco carros.Uma semana antes da viagem passei em repouso me recuperando de uma intoxicação alimentar (adquirida na Índia) no quarto de uma guesthouse “trash” na Thamel em Kathmandu que parecia mais um inferno. Febre alta, câimbras, dores e muito suor. E para complicar anda mais estávamos no meio de uma epidemia de SARS. Se eu resolvesse pedir ajuda médica correria o risco de me colocarem em quarentena dentro de um hospital.Eu ainda não estava 100% recuperado, mas mesmo assim decidi seguir viagem para o Tibet. Foi apenas eu pisar em território tibetano que me deu a maior dor de barriga e quanto mais alto subiamos menor era a pressão atmosférica lá fora e maior a pressão dentro das minhas tripas. Tive a sensação de ter um bote inflável explodindo dentro do meu estômago. Sem dúvida uma experiência para não esquecer nunca mais. Muitas curvas montanhas acima, precipícios, desfiladeiros, tempestades de neve e muitos yaks, uma espécie de vaca peluda que vive nas montanhas gélidas. Aos poucos fomos cruzando os Himalayas e logo alcançamos o planalto tibetano. A escassez de oxigênio se nota já de primeira e o cansaço e tontura são imediatos.A altura média do planalto tibetano é de 5.000m acima do nível do mar. Impressionante é olhar pra trás e ver a cadeia dos Himalayas láde cima. Uma falsa impressão, as montanhas não parecem altas pois como já estamos a 4.000-5.500m de altura tem apenas mais 4.000m de montanha acima de nós. A viagem até Lhasa leva 5 dias e passamos por todos os tipos de paisagens. De cenários polares nos 5.500m durante os passes mais altos a desertos com tempestades de areia e pradarias verdes com manadas de yaks.Cruzamos os pequenos vilarejos no interior do Tibet: Shigatse, Lhotse e Wantse e visitamos seus monastérios budistas. Impressionante sua paz e espiritualidade. Logo percebemos que realmente o Tibet está em outra dimensão num outro mundo talves esquecido por nós.A viagem teria sido perfeita não fosse um acidente ocorrido no ultimo dia de estrada antes de chegar a Lhasa. Um dos nossos 4x4 com os companheiros alemães despencou precipício abaixo. Foi muito triste passar ao lado do acidente e ver seus corpos enfileirados à beira da estrada. Podíamos ver suas mochilas e roupas espalhadas ao longo do penhasco. Mais forte ainda pensar que dias antes havíamos jantados todos juntos na mesma mesa...e ainda pior...aquele carro acidentado poderia ter sido o meu.Finalmente após 1.500Km de chão chegamos em Lhasa. Uma grande decepção. Mais parece uma grande cidade chinesa de concreto com prédios modernos, hotéis de cadeias internacionais, cyber cafés, freeways e favelas. Uma imagem completamente oposta a que eu tinha imaginado antes de chegar lá. Tudo isso culpa de Mao Tse Tung e do governo chinês que promoveu uma imigração[...]



Travel Journal - Carnaval no Curdistão – Crossing into Iran

2010-04-18T16:29:00.381-07:00

Dogubayazit - Curdistão, Fevereiro de 2003Saí de Istambul e vim em direção ao leste da Turquia (Eastern Anatólia). Essa região e mais conhecida como Curdistão e engloba o sudeste de Turquia, e nortes de Síria, Iraque e Irã. Estou mais precisamente em Dogubayazit, uma cidadezinha ao lado do Monte Ararat (aquele da Bíblia onde a Arca de Noé encalhou durante o dilúvio). Essa cidade também é a porta de entrada para o Irã. A fronteira fica a 30 km daqui e pretendo cruzá-la amanhã pela tarde. A viagem de ônibus desde Erzurum foi um pouco cansativa, 6 horas e todo mundo fumando com as janelas fechadas, o prazer nacional aqui do Curdistão. Em todos lugares que entro aqui eu saio com um cigarro na mão mesmo sendo um não fumante pois os curdos se ofenderiam caso eu não aceitasse. Todos me perguntam de onde venho e porque viajo sozinho: Brezilia? Ronaldo, Romário, Bebeto...e mais motivos para cigarros.A paisagem aqui lembra uma região polar. Para onde você olha está tudo branco de neve, casas soterradas, etc. A impressão que temos é que estamos viajando por uma estação de esqui. Quero só ver a hora que começar a degelar toda essa neve...terão que construir uma nova Arca de Noé, hehehe, e vai ter curdo indo parar lá no Golfo Pérsico. Estou num camping onde se hospedam as caravanas que viajam “overland” aqui pela Ásia. Finalmente estou usando meu saco de dormir e pagando apenas US$2 para dormir. Apesar da nevasca em Istambul estava muito legal e divertido. Fui jantar com meus amigos turcos de Berkeley e com seus amigos num restaurante típico. Estávamos numa mesa em 15 pessoas e comemos como sultões, bebemos muito raky, cantamos e dançamos. Que povo mais animado...até parecem brasileiros! Não preciso dizer que no dia seguinte acordei com aquela ressaca e pra lá de Bagdad. E aqui estou geograficamente também pra lá de Bagdad. Amanhã finalmente cruzarei a fronteira com o Irã. Devo passar um mês viajando por lá, depois sigo para Dubai nos Emirados Árabes, Paquistão, Índia, Nepal e Tibet. Conto agora um pouco sob a guerra por aqui (Gulf War II)...bom...essa região onde estou ao norte do Iraque é para onde os EUA pretendem enviar seus 60.000 soldados mas graças a Deus a Turquia vetou a entrada desses soldados mais uma vez e o parlamento turco só votará esse tema novamente (abrir seu território aos EUA) na próxima terça-feira...e neste dia já estarei bem longe daqui. Um abraço a todos e boas festas de Carnaval. Vou aproveitar o meu por aqui aos 15 graus abaixo de zero no meio do Curdistão. Por Raul Frare [...]



San Pedro de Atacama

2010-02-22T12:30:18.716-08:00

Com o inicio do verão no hemisfério Sul começam também as chuvas torrenciais na Bacia Amazônica, umidade suficiente para atravessar os Andes até chegar ao Altiplano, se transformando num fenômeno chamado Inverno Boliviano. Com a umidade a paisagem do deserto se transforma e as montanhas embranquecem de neve formando um belo cartão postal. San Pedro de Atacama é um charmoso oasis situado aos pés do Altiplano e serve de base para as incríveis explorações da região. Onde se hospedar: Hotel Explora - boa estrutura, bons guias e boa gastronomia. Hotel Awasi – pequeno e charmoso. Tierra Atacama – design, um dos mais novos de San Pedro. Passeios: caminhadas, bicicleta ou cavalgadas pelo Vale da Lua e Vale da Morte. Subir a quase 5.000m no Altiplano para ver os Gêiseres del Tatio. Ver os flamingos no Salar de Atacama. Tour das Estrelas: o Atacama é um dos lugares mais secos do mundo e ideal para a astronomia e observação dos corpos celestes. Para chegar em San Pedro você precisa voar até Calama, ao norte do Chile, via Santiago. [...]



Rapa Nui

2009-12-17T19:41:25.680-08:00

Algumas fotos da minha viagem a misteriosa Ilha de Pascoa, conhecida tambem como "Umbigo do Mundo"[...]



Moscow

2009-09-27T19:16:15.088-07:00

[...]