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Lost in Chick-Lit



Leituras, resenhas, lançamentos, autores e editoras do genero chick lit. Livros divertidos, leves, femininos, charmosos e cheios de romance para mulheres.



Last Build Date: Tue, 19 Sep 2017 06:36:06 +0000

 



Travessa Douglas Adams, 42

Tue, 16 Feb 2016 13:19:00 +0000

Faz tanto tempo ( que não escrevo, que não blogo e da certeza definitiva de que estou ficando velha) que provavelmente nem sei mais como começar. Talvez devesse falar que tudo começou há uns 16 anos atras, "nos confins inexplorados da região mais brega da Borda Ocidental da Galaxia" em um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante.Eu deveria ter tinha para lá dos meus 14 anos ( oh saudade ) quando tive meu primeiro contato com O guia dos mochileiro das galaxias, de Douglas Adams. Meu nerd-pai, como sempre, o culpado de todos os meus gostos e vícios, tinha conseguido uma copia do primeiro livro da serie, que desde a década de 80 andava esgotada aqui no Brasil. Não lembro muito bem como foi, mas naqueles primórdios de redes sociais meu pai encontrou uma alma bondosa que mandou uma copia para ele pelos correios, o que permitiria que eu e minha irmã finalmente pudêssemos começar a serie favorita dele. E foi assim, lendo uma copia xerocada (e posteriormente o restante dos livros que meu pai tinha guardado de sua adolescência) que a serie passou a fazer parte fundamental da minha história.Dá felicidade de encontrar o primeiro livro em um sebo poucos anos depois, da promessa de que aqueles 4 livros surrados fizessem parte do testamento futuro do meu pai, na tentativa (em vão) de afastar a possibilidade de uma terceira Guerra Mundial quando eu e minha irmã saímos de casa. Depois de um filme mediano, uma nova edição brasileira dos livros, uma tatuagem de irmãs e uma enxurrada de novos leitores: Artur Dent, Ford Prefect, Tricia, Zaphod e Marvin ainda fazem parte do dia-a-dia dos Steffens.42: Tatuagem minha e da Mary.Só para vocês terem ideia, o primeiro presente que meu pai deu para o Antonio (aka o meu namorado, aquele que vocês nunca ouviram falar porque faz esse tanto de tempo que não posto nada aqui), foi um exemplar do "O guia dos mochileiro das Galaxias" com uma sobrecapa estilizada de "Steffens for Dummies", como um guia de boas vindas. Yep! Don't Panic! (fica para uma próxima postagem a história de como meu pai comparou o nosso status de relacionamento com Voldermort na segunda vez que ele viu o genro que nunca leu Harry Potter).Naquele mesmo Natal, há pouco mais de um ano, meus pais orgulhosamente compraram sua primeira casa. Em uma travessa sem nome e sem número, na remota Forquilhas, em São José- SC.Adivinha o foi uma das primeiras coisas constatadas pelo sr. Max Steffens? Sua residencia seria perfeitamente o Número 42, simplesmente a resposta para vida o universo e tudo mais. What a ode coincidence!Douglas Adams sendo fofoFoi então que a mais perfeita ideia tomou forma: Não seria fantástico se o nome da rua tivesse algo relacionado a serie do Douglas Adams? Meu pai começou a pesquisar e descobriu os pormenores legais de pedido de mudança de nome de ruas, ao qual inclui um pré-projeto de lei. Com um pouco de trabalho e muita boa vontade (para entender melhor sobre o processo vocês podem ler a postagem do meu pai no seu blog pessoal CdeF aqui) no final do ano passado obtivemos a positiva do pedido.A Travessa Douglas Adams ganhou CEP, e esta semana, a placa que tanto esperávamos para poder compartilhar a nossa pequena homenagem a literatura, a ficção cientifica e a todas as  nossas celulas nerds passadas de geração em geração no sangue da família Steffens.Vocês tem ideia do quão legal é poder dizer que vou lá na casa dos meus pais?Plantamos aqui uma sementinha, por muito mais ruas homenageando literatura do que ruas reproduzindo eternamente propagandas eleitorais.Para quem, por acaso, ainda não conhece, deixo abaixo a lista com as obras do (infelizmente e prematuramente) falecido Douglas Adams. O guia do Mochileiro das GalaxiasO restaurante no fim do Universo.Vida, Universo e Tudo mais.Até mais, e obrigado pelos peixes.Praticamente InofensivaE tem outra coisa.. ( continuação/ homenagem de Eowin Colfer publicada com autorização dos herdeiros de  Douglas)Salmão da duvida. (coletânea  póstuma de histórias, resenha[...]



Game For Love de Bella Andre

Tue, 18 Mar 2014 22:32:00 +0000

Game for LoveBella AndreEditora: Galera RecordPáginas: 304ISBN: 9781456450953Onde Comprar:  Cultura | Book DepositoryHá 3 anos eu me apaixonei pelo Taylor Kitsch, mentira pelo Football Americano, através da serie Friday Night Lights. Foi amor a primeira vista, e como não seria com aquela coisa gostosa em cena, mas a minha conversão à fanática pelo esporte só veio um ano depois, quando conheci uma atendente da Saraiva que se tornaria uma das minhas melhores amigas pouco depois (oi Tay!). Ela me disse assim "Você não vai querer perder um jogo depois de ver certos jogadores". E pra quem me conhece, esse incentivo bastava.  O jogador a que ela se referia era o Linebacker, do Green Bay Packers (que veio a se tornar meu time do coração logo depois), Clay Matthews (veja a foto dele aqui, eu sei que você quer). Clay é a síntese de jogador lindo, loiro, cabeludo com cara de Viking e com um senso de humor tão hilário que você não tem como resistir.  Em menos de um mês eu estava convertida, assistia todos os jogos, lia tudo sobre regras e reportagens e o que pudesse encontrar. Além das entrevistas e propagandas eye candy dos jogadores da listinha Hot NFL, que tinha começado com as meninas e que até hoje é utilizada ativamente no meu celular. Vamos admitir, o incentivo inicial da beleza daqueles homens lindos e inteligentes (porque todo jogador de futebol americano passou pela universidade e por isso sabe dar entrevista) só foi o necessário para passar a amar esse esporte extremamente estratégico e divertido. Deste então a paixão só aumentou, somos agora um grupo relativamente grande que se encontra todos os dias de jogos pra rir, conversar, comer -põe uns 5 kg a + na conta do NFL Gourmet- e assistir os jogos. E, obviamente, nessa empolgação passei a ler todos os livros com jogadores de Football Americano que caiam na minha mão. Uma das series mais famosas é a The Bad Boys of Football da autora Bella Andre. Bella Andre é publicada no Brasil pela Editora Novo Conceito, que atualmente está lançando a serie The Sullivans com bastante regularidade. Recebi o lançamento Perto de Você, o sétimo da série, semana passada. Tenho algumas ressalvas com a serie The Sullivans, pois fico agoniada com histórias que acontecem rápido de mais, mas The Bad Boys é o tipo de livro devorante, com o plus de ser uma serie curta (apenas 3 livros). Game for Love é o primeiro livro da série (ainda inédita no Brasil), e sua história gira em torno de Cole Taylor, um linebacker, cujo único desejo da sua avó, que está internada com câncer terminal, é ver seu neto achar e casar com uma "boa garota".  Cole, que está longe de ser um príncipe encantado, acaba mentindo para a vó dizendo que já conheceu tal garota e que pretende apresenta-la no dia seguinte. E com isso ele tem menos de 24 horas para achar "a good girl" na cidade do pecado, Las Vegas.  É quando ele encontra Anna Davis, uma professora de jardim de infância que está passando por uma crise. Com todas suas irmãs casadas, ela está cansada do estigma de ser a "irmã certinha e entediante". Por isso ela aceita a oferta de Cole: ser sua esposa temporariamente. E com isso ela vai ganhar muita coisa, if you know what i mean...Game for Love, e os sucessivos livros da serie- Game For Anything e Game for Seduction- é o tipo de livro pra se devorar numa tarde. Repleto de cenas prá lá de HOT's, ele vai te fazer ter vontade de conhecer  os jogadores e o esporte.  Futebol Americano é -pasmem- um dos esportes que mais cresce no Brasil, e já possui tanto ligas nacionais e estaduais, então quem sabe você encontra um jogador desse pra você pelo Brasilzão a fora. Você não vai querer resistir ao charme mulherengo de Cole, e com certeza vai querer bater um pouquinho a cabeça na parede por causa da Anna, que não é uma das minhas protagonistas favoritas, mas também não é insuportável. E o único aviso é: CUIDADO- NFL e seus jogadores viciam. O que é meu caso de drogada em[...]



Como organizar sua estante

Mon, 09 Dec 2013 21:32:00 +0000

Organizar uma estante de livros pode parecer uma tarefa fácil, mas dependendo da quantidade de livros que você possui e o espaço disponível, algo prazeroso como arrumar e mimar seus livros pode virar um pesadelo.  Been there, done that! Por isso, hoje vou compartilhar algumas dicas que aprendi ao organizar meus livros ( hoje algo em torno de 600 livros divididos em 4 estantes que já não dão conta do recado) através dos anos.Nem sempre tive tanto espaço, nem tanto livros para organizar,  mas com o crescimento da coleção foram surgindo diversas histórias hilária/desesperantes de como organizar minha estante e de como NÂO organizar minha estante.  Espero que vocês gostem de aprender ( e rir só um pouquinho ) a partir das minhas tragédias literárias. #Tenha tempoO cúmulo da bagunçaNada fica perfeito em 15 minutos, separe uma tarde, um dia, uma semana (EU haha) para o reorganizar sua estante.  Não adianta deixar para arrumar sua estante 15 min antes daquele gatinho dar a  primeira passada no apê, ou 15 minutos antes da galera chegar para uma festa. Principalmente se você tem mania de ir colocando coisas que não deve nos cantinhos da estante como eu. Meus amigos já encontraram coisas variadas perdidas na minha estante, que vão desde brincos, moedas, notas de 50 reais, batons, contas, cabos, cintos, caixas fechadas de OB (sim vergonha alheia)... tudo isso na minha estante que fica na sala. É feio, ajuda na aparecia de "bagunçado" e aumenta bastante o tempo de arrumação. #Organizar como?Tenha em mente que livros vem em tamanho diferente (as vezes dentro da mesma série, damn you Editoras!), tem gêneros  e autores diferentes, cores e os mais diversos formatos (estou gamada em um livro de coquetel que tem formato de coquetel, onde eu vou colocar o danado quando ganhar de presente? #dica). Decida qual critério(s) você vai utilizar e utilize até o final da arrumação. Na internet existem fotos lindas de estantes color coordinating, mas será que essa é a ideia certa pra você, apesar de você achar LINDA? Eu já tentei, e acabei sentada na sala com cara de choro e todos os meus livros desorganizados.A danada arrumadaMuitas questões entram nessa decisão: você tem espaço para todos os seus livros sem precisar fazer double packing (duas fileiras de livros, sendo que a de tás fica escondida)? Tem espaço para que não precise fazer aquela pilha horizontal em cima da fileira vertical? Tem espaço para novas aquisições de natal? Por experiência própria, agrupar livros com a mesma altura utiliza melhor o espaço da estante. Mas o que fazer quando você quer ter o espaço bem utilizado e organizar a estante por autor ou gênero? Faça um teste e escolha! Depois de muito tempo arrumando e desarrumando procurando a formula perfeita, descobri que para a minha estante que está sempre transbordando é organizar por tamanho e gênero. O que nos leva a outro ponto importante: #Quanto espaço/qual estantea falecidaObserve quanto espaço atualmente você usa para guardar seus livros, observe também espaços para expansão do seu acervo ( pq né Becky Bloon of Books, right here!). Observe suas estantes e depois visualize na sua cabeça aestante dos seus sonhos. Ai pare um pouquinho e pense: sua estante dos sonhos é possível financeira e espacialmente? Demorei anos para ter estantes decentes para meus livros, e ainda sim elas chegam longe do que sonho em todos os quesitos.  Pense a curto prazo e tenha metas para melhorar a acomodação dos seus filhos. Comecei com uma estante que era mais velha do que minha avó (literalmente) e por quase uma década ela deu conta do recado (olha a falecida ali). Ao sair de casa  a coleção aumentou exponencialmente, mas o espaço não,  e comecei a empilhar livros em duas estantes "voadoras" que tinha na parede. Não tinha nem ideia do peso que elas aguentavam, e se estavam bem presas a parede, então a pilha ficou GRANDE, por meses não tive nenhum problema até q[...]



Métrica (Slammed) de Colleen Hoover

Wed, 23 Oct 2013 10:05:00 +0000

Metrica (Slammed)Colleen HooverEditora: Galera RecordPáginas: 304ISBN: 9788501401861Onde Comprar:Submarino | Cultura | Book DepositoryMétrica, ou Slammed como é conhecido, da autora americana Colleen Hoover chegou aqui em casa de surpresa.  Quando abri o pacote sabia que a Ana tinha me mandado por um motivo: Slammed é um new adult de quebrar seu coração, como eu adoro.  Minha categoria favorita em jovem adulto e new adult são dramas bem estruturados e que te fazem chorar baldes. Dramas YA rivalizam com livros de fantasmas, e todo mudo sabe o quanto eu amo e caço livro de fantasmas por ai. A coincidência é que Slammed já estava no meu kindle desde janeiro, indicação da minha amiga e guru literária Tays, sobre o qual falei bastante nas postagem passada. O livro só estava esperando uma brexinha na minha rotina de leitura de "quase chicklits slash soft porn" para ser lido. Sempre falava que ele seria o próximo, mas ai eu era apresentada/ descobria uma serie nova sobre football americano, tatuadores, motoqueiros, caçadores de reconpensa e/ou agentes do fbi, e ele acabava esperando mais um pouquinho. Com o livro em mãos decidi mudar um pouquinho a minha rotina literária atual: pegar um livro físico para ler. Sinceramente não sei quanto livros já li esse ano, o número deve estar próximo do 80, mas apenas 1 deles tinha sido em livro de papel (levei My so-called Hauting para ler no avião quando fui para Itália em maio). Métrica foi o segundo.  Não desgrudei do livro, não apenas por ele ser maravilho, mas também porque estava numa paranoia de perder, esquecer no supermercado e/ou derramar tarê no coitadinho ( porque sim, tudo isso já aconteceu comigo recentemente) Para começar a falar do livro preciso explicar o que é um "Slam". Slam é uma competição  de poesia, bastante difundido nos states. Não poesia cheia de frufru e romantismo no melhor estilo Vinicio de Morais, mas uma poesia das ruas, da realidade e que na verdade muito se assemelha ao rap. Quem quiser ler o livro, ou tiver curiosidade, deve ver esse video, um exemplo de slam da vida real.  O Slam é peça fundamental da vida de Will, um garoto que perdeu os pais e tornou-se guardião do seu irmão mais novo (de 7 anos) aos 19.  Três anos se passaram e Will e Caudron já encontraram sua rotina. Wil trabalha como professor na highschool local, e num dia normal conhece uma garota encantadora, Layken. Layken tem 18 anos  e acabou de se mudar para a casa ao lado com sua mãe e irmão mais novo. Ela também acabou de perder o pai e acaba se tornando o braço forte da família, que luta com a perda repentina. Eles são tudo o que o outro precisa, mas Murphy parece achar talvez não. É ai que eu não conto o spoiler que todo mundo que começa ler o livro já sabe, mas que eu não vou ser otária de falar sem avisar (até porque meu pai não me perdoou até hoje por contar o final de Sexto Sentido assim que sai do cinema e ele continua se vingando desde então, tipo 15 anos depois. Não quero que ninguém se vingue de mim)Métrica é uma história sobre perda, superação, amadurecimento e todos os tipos de amor, tudo isso rimando (ou não). Eu li o livro e surtei, chorei, me emocionei e gastei dinheiro que não tinha nas duas sequencias pro kindle, que devorei em menos de uma semana. Sabe porque? Livros e filmes com histórias reais me pegam de jeito, sempre me pegaram. Tanto livros quanto filmes bem escritos te fazem sentir o que os personagens estão sentindo, faz você se colocar nos seus lugares, faz você torcer de uma maneira que você sente do fundo do coração que conhece as pessoas envolvidas. Slammed é um desses, cada vez mais  raros, exemplares. Eu sou uma cachoeira quando se trata de bons jovem e new adults. Já acordei pessoas no meio da noite pensando que alguém tinha morrido de tanto que chorava (Irmandade dos Jeans Viajantes), já fiz a atendente do restaurante que almoço todos os dias vir na minha mes[...]



Minha nova autora favorita: Kristen Ashley

Wed, 21 Aug 2013 00:53:00 +0000

Quem me acompanha no twitter  sabe que eu tenho divagado/lido/amado os livros  que gosto carinhosamente de chamar "quase chick lit soft porn".  Não podem ser enquadrados como chick lit, mas tem aquela pegada de humor, são repletos de cenas calientes (e explicitas) apesar de não fazerem parte dos livros que pegaram sucesso no rastro de 50 tons (sem aquela pegada sado/psicótica dos livros que seguem a linha). São livros de romance que se enquadram em diversos subgêneros da literatura feminina, que tem uma pegada hot, e já fazem parte de um mercado bem estruturado lá nos Estates. Talvez aqui eles possam se enquadrar nas publicações de banca, que infelizmente sempre sofre preconceito, mas que em ótimos exemplares romântico-eróticos. Desde que conheci a Tays através da Saraiva/Clube do Livro ano passado, ela me corrompeu. Só quero ler e saber desse tipo de livro. Ela virou minha guru literária. Eu podia pedir os temas mais malucos que ela já tinha lido ou conhecia algum título e me mandava (e manda) os melhores livros.  A Julianna queria livro de tatuador, motoqueiro, bounty hunter, de jogador de football americano, em elevador, com crime, fantasma ou com quase tudo isso misturado e ela sempre tinha um link do goodreads para me passar.  Por causa dela eu não li quase nada em papel esse ano, já que 99% desses livros não foram lançados por aqui e eu não conseguia esperar 2 meses para ler. Durante essas indicações pedi especialmente livro com motoqueiros e ela me indicou a serie Colorado Mountain da autora Kristen Ashley. Apenas o segundo livro da serie tinha um motoqueiro slash bounty hunter, mas comecei a serie super empolgada e me apaixonei. Desde então ( tipo meados de janeiro) já li 21 livros da autora, de umas 5 series diferentes e não consigo parar. Simplesmente não sei o que vou fazer quando acabar os livros da KA ( o apelido ao qual eu e a Tay utilizamos para nos referir a diva). Kristen Ashey entrou para a minha lista seleta de autoras favoritas ( tanto que obviamente tive ataque de fangirling quando ela respondeu meus tweets) e nada me deixaria mais feliz do que vê-la publicada aqui no Brasil. Se eu pudesse descrever os livros dela  utilizando o estilo de autoras já publicadas em terras verde-amarelo eu diria que jogaram no liquidificador Rachel Gibson, Janet Evanovich, Carly Phillips com uma boa dose de sexo verdadeiramente BEM descrito. Suas protagonistas são fortes, engraçadas (e com tendência de terem cabeça-dura). Seus protagonistas são deuses multiraciais na terra, sejam eles heróis ou anti-heróis, good guys ou bad boys. Se me colocassem uma arma na cabeça eu não saberia escolher um protagonista favorito nem f. Seus personagens secundários apaixonantes e suas series impossível de largar antes do final. E não estou rasgando seda é apenas paixão até a ultima página. Apesar de saber que grande parte de vocês, leitoras e leitores queridos, não leem em inglês, não consegui resistir: preciso compartilhar!Decidi não fazer postagem por livros, mas por séries porque vocês me conhecem e sabem que eu desistiria no meio do caminho se fosse resenhar os 21-quase2.  A principio resenharei as 5 series que já terminei (terminei domingo a quinta serie e fiquei tão paralisada que peguei a sexta e já estou devorando). E talvez,- se ela se sentir inspirada- a Tay comente sobre as duas series que ela leu e eu não li ainda. Espero que vocês gostem, e que quem sabe alguma editora descubra KA por aqui!Quem quiser conhecer um pouco mais da obra da autora, visite o site da Kristen Ashley ou siga no twitter.   PS: Está postagem deveria ser resenha de Métrica (Slammed) da autora Colleen Hoover, mas eu deletei acidentalmente a resenha do Evernote (porque escrevo tudo no celular, normalmente no ônibus) e estou tendo dificuldade em terminar de rescreve-la. Juro que sai essa semana ainda, porque o livro é fucking awe[...]



Conhecendo as novas Colaboradoras.

Sun, 11 Aug 2013 23:40:00 +0000

Pedi para as meninas se apresentarem, para que eu e vocês pudessem conhecer um pouquinho das meninas que estarão fazendo o Lost no dia-a-dia!Luz na biblioteca, que lá vem elas (hahaha):Ianne (Noticias e Eventos)Oi gente bom me chamo Ianne, mas gosto que me chamem de Nanne. Tenho 20 anos moro na Capital do país, sou universitária em todos os sentidos da palavra, inclusive sem dinheiro.  Adoro o meu curso e tenho certeza que publicidade é algo que eu quero fazer pela vida toda.  Adoro transformar meus sentimentos em palavras por isso mantenho um blog com pequenos textos que rabisco por ai. Sou uma pessoa super alérgia por isso apesar de amar cachorros não tenho e nem posso ter contato com nenhum bichinho.Adoro festas, dançar, jogar vídeo-game, tirar fotos, cozinhar, ler, comprar, conhecer gente nova e fofocar com as amigas. O meu estilo de leitura master preferido são os  romances históricos  e tenho todos os livros publicados da Patricia Cabot (Meg Cabot), da Rachel Gibson e alguns outros que fui encontrando nas livrarias. Se eu tivesse que escolher o que eu mais gosto seria o Muito mais que uma princesa da  Laura Lee Guhrke.Bom acho que basicamente é isso, espero que nós encontremos mais.Letycia (Lançamentos Literários)Olá pessoas lindas do Lost! Sou a Letycia, podem me chamar de Lety ou Lê, tanto faz. Tenho 18 anos e moro em Caldas Novas, uma cidade turística bem legal (e quente) no interior de Goiás. Estudo Letras na Universidade Estadual de Goiás, sonho em ser jornalista, por enquanto passo meus dias intercalando a leitura dos livros clássicos (necessários para a faculdade) com os chick lits que me fazem feliz, haha! Sou eclética pra caramba, tanto no gosto musical quanto literário, adoro fantasia, crônicas, distopias, literatura nacional, inglesa. Na verdade tudo que vejo tô lendo. Amo Harry Potter, Percy Jackson, Jogos Vorazes, Instrumentos Mortais, House of Nigh e várias outra séries que se fosse citar ocuparia todo o texto. Sou apaixonada pelas crônicas do Luis Fernando Veríssimo e da Martha Medeiros, amo a Meg Cabot e estou num momento muito Bridget Jones (principalmente em relação a minha procura pelo meu Mr Darcy *suspiro*). Tentarei manter vocês super informados sobre osLançamentos Literários, internacionais e nacionais. Gosto de filtro dos sonhos e fotografia. Amo viajar, sonho em ter amigos em cada canto do Brasil e do mundo! Adoro comentar sobre sotaques do nosso país e meu inferno pessoal é linguística. Sim, isso foi muito aleatório. Você pode encontrar mais aleatoriedade no meu twitter (https://twitter.com/letycialu) ou no facebook (https://www.facebook.com/letycia.souza.79). Espero que gostem dos meus posts, me empenharei bastante. Acho muito difícil me definir, sinto que esqueci muita coisa ou disse coisa demais, enfim, tô muito feliz de fazer parte do Lost! Beijos!Caina Andrade (Chick Lit Photos)Tenho 22 anos e moro no subúrbio do Rio. Não consigo sair do dilema publicidade Vs. Veterinária. Me apaixonei pelos livros mesmo antes de saber ler. Juro que sou uma pessoa engraçada e meus sonhos de consumo são comprar um jipe azul e fazer uma viagem tão empolgante quanto as que costumo ler. Este artigo pertence ao Lost in Chick Lit. Todos os textos são de autoria de Julianna Steffens e não podem ser reproduzidos (total ou parcialmente) sem a devida autorização. Leia os Termos de Uso. [...]



Novos Colaboradores!

Fri, 09 Aug 2013 00:50:00 +0000

Foi tenso, foi difícil, foi empolgante mas finalmente consegui selecionar os 3 (porque não consegui selecionar apenas dois) novos colaboradores do Lost. 

Então antes de apresentar os escolhidos e suas novas respectivas colunas, queria agradecer todo mundo que se inscreveu. Adorei cada um de vocês, e sinceramente, se pudesse escolhia todos ( ou colocaria todos para duelar na arena de Jogos Vorazes para não precisar escolher). 
Como infelizmente escolher fez parte do processo, deixarei alguns nomes em stand by para caso apareçam novas vagas.

Estou neste exato momento enviando o email para os escolhidos então a revelação é simultânea.

A principio os escolhidos e suas respectivas colunas são:

Letycia Luiza de Souza - Lançamentos Literários
Ianne Nunes - Noticias e Eventos
Caina Andrade - Chick Lit Photos

Sábado, acredito eu, as meninas estarão se apresentando ai pra galera. 
Domingo, espero eu /novamente, estarei postando a resenha de "Métrica" que já estou escrevendo faz duas semanas. Porque eu enrolo na TPM ponto com.
(image)



O Pacifista de John Boyne

Sat, 20 Jul 2013 23:02:00 +0000

O PacifistaJohn BoyneEditora: Companhia das LetrasPáginas: 302ISBN: 9788535921939Onde Comprar:Submarino | Cultura | Book DepositoryOlá leitores do Lost in Chick Lit, há tempos não resenho por aqui, né?Mas vim para mudar isso em grande estilo, afinal, esse é um excelente livro!Desde o momento que li a sinopse, fiquei fascinada pela possibilidade de entrar nesse universo e não me decepcionei. Estamos na Inglaterra, em 1919. Tristan Sadler se propõe a ir de Londres a Norwich entregar uma carga valiosa, são cartas escritas pela irmã de Willian Bancrof, soldado falecido em campo de batalha e único amigo de Tristan na guerra.Do momento que Will é convocado até sua morte, ele e a irmã trocam correspondências e impressões sobre esse momento nebuloso da história mundial, a Primeira Guerra Mundial, ou como era chamada por seus participantes 'A Grande Guerra'.A verdade é que Tristan carrega mais que cartas em sua bagagem, carrega uma baú de memórias e traumas emocionais gigantesco, carrega a verdade sobre a vida e morte de Will.Em sua jornada à Marian, Tristan se propõe a percorrer o percurso doloroso que culminou com a morte de Will.Tristan sai de casa aos 16 anos, expulso e cortando todos os laços com pai, mãe e irmã.Por não ter idade suficiente para se alistar, aguarda lentamente o decorrer do tempo, enquanto busca sobreviver longe da família.Aos 17 anos, com uma suave mentira, acaba sendo aceito e convocado ao campo de treinamento e posteriormente batalha do exército inglês.Já ao chegar a base de Aldershot, Tristan e Willian compartilham de uma amizade genuína, de uma empatia mútua, que se desenvolve e cresce com a convivência, com os medos e com a iminência da morte que os espreita.Antes mesmo de serem enviados ao campo de batalha, já são apresentados a perda de falta de valores que a guerra proporciona a seus participantes.  A chegada a trincheira e vulgaridade da violência intensificam essas impressões e passamos várias páginas vivenciando a crueldade crua de quem vive o momento, sem saber de respirará o seguinte, sem entender o motivo de matar, morrer, obedecer.  É um livro extremamente intenso, que nos faz repensar o sentido da vida.Um livro sobre amor, amizade, lealdade, traição, mas principalmente, sobre silêncio e covardia.Iniciei a leitura com uma solidariedade cega a Tristan e o crescimento da narrativa despertou sentimentos confusos sobre esse complexo personagem.Na reta final do livro, queria desistir, já imaginava que as cinquenta últimas páginas trariam um desfecho no estilo 'a grande burrada' do personagem e preferia viver na ilusão de má compreensão que tinha até ali.No entanto, o triste desenrolar dessa história surpreendente foi o ápice da minha semana literária.Um livro extraordinário, que entra no rol dos melhores do ano, sem medo de errar.John Boyle é um autor consagrado, para quem não lembra desse nome, é o mesmo autor de 'O menino do pijama listrado' que também está na minha lista de leituras futuras.Boyle é sensível, bem articulado, compulsivamente cuidadoso com sua escrita.'O pacifista' deveria ser leitura obrigatória nas escolas, tanto por sua importância histórica, quanto por sua dinâmica de tratamento a questões delicadas, inclusivas.Espero que tenham gostado, em breve estarei de volta! ;) Este artigo pertence ao Lost in Chick Lit. Todos os textos são de autoria de Julianna Steffens e não podem ser reproduzidos (total ou parcialmente) sem a devida autorização. Leia os Termos de Uso. [...]



Vagas para Colaboradores!

Wed, 17 Jul 2013 01:03:00 +0000



Eu sei que eu já fiz essa tentativa antes e acabei não seguindo adiante, mas juro que desta vez é for real!

Estarei abrindo vaga para dois queridos, que irão assumir algumas colunas fixas do blog. São elas: Lançamentos Literários, Noticias e Eventos.
 
Sempre relutei na ideia de pegar colaboradores, porque na verdade não queria que o Lost perdesse a identidade - que é a minha identidade na realidade, mas depois de muito pensar decidi pegar uma ajudinha extra para essas postagens que não envolvem o meu jeito sexy/divertido e phyno de escrever ( my wish! huauah). Então galere, não fiquem preocupados, o Lost continuará sendo o Lost, as resenhas e colunas especiais -e pessoais- continuaram, a principio,  sob o meu comando (contanto com as participações especiais da Bruna e da Denise), mas preciso e quero muito de companheiros para atualizar essas colunas mais jornalísticas.
 
A principio a colaboração será para essas colunas, mas nada impede de que se der certo as coisas evoluam a partir daí, tanto para resenhas quanto para outras colunas. 
 
Quer fazer parte? Mande um email para julianna@lostinchicklit.com.br  com um textinho falando de você, do que você gosta de ler e porque quer ser colaborador do Lost. Qualquer duvida é só mandar pro mesmo email. Vou finalizar a seleção no final do mês, okie dokie?
 
Lembrete: Nessas colunas, devido a utilização de grande quantidade de imagens pode necessitar de conhecimentos básicos em photoshop e/ou similares.
(image)



O lado bom da vida de Matthew Quick

Mon, 15 Jul 2013 02:03:00 +0000

O Lado Bom da Vida Matthew QuickEditora: Intrínseca Páginas: 256ISBN: 9788580572773Onde Comprar: Submarino | Cultura | Book DepositorySabe aquela máxima de que “o livro sempre é melhor”? Aqui ela continua sem dúvidas a ser verdadeira, mas o que acontece é que geralmente (ou talvez seja só eu, mas vai saber) preferimos ler a obra pra depois ver a sua representação cinematográfica. O que aqui nesse caso, sou obrigada a dizer que é preferível ver o filme primeiro. Por quê? Já vou explicar então isso aqui vai virar uma resenha-critica-minha-opinião-publica das duas representações da historia. Vi que o filme “O lado bom da vida” (silver linings playbook) ia estrear em breve (isso lá em janeiro) e fiquei animada, pois amo a Jennifer Lawrence e pelamordedeus acho o Bradley Cooper um maravilhoso. Dai logo descubro que é baseado em um livro. Já fico cheia das minhas paranoias de PRECISO LER ANTES DE VER, mas acabou não acontecendo. Eu estava na casa de uma amiga, e ela queria ver esse filme também, eis que deixei de lado as minhas manias e fomos ao cinema. A premissa do filme (que é a mesma do livro) é muito interessante. Pat (Cooper) acabou de sair de uma clinica psiquiátrica, e não sabemos no inicio o que o levou para lá pra começo de conversa e aos poucos vamos descobrindo que nem ele lembra com exatidão os fatos ocorridos, ele acha que ficou no “lugar ruim”, como ele chama a clinica, menos tempo que realmente ficou o que é um indicio de que o trauma foi grande. Tudo que importa pra ele agora é ficar em forma e reencontrar a sua amada esposa Nikki, que por algum motivo todos insistem em dizer que não podem se encontrar. Passamos a seguir o dia a dia da recuperação de Pat, que agora mora na casa de seus pais, para a alegria de sua mãe e desagrado de seu pai. Ele deseja retomar sua vida de onde parou, antes de ir para o lugar ruim, e passar por cima de todos os seus problemas, mas como podemos ver não é nada fácil. Em uma de suas corridas diárias, ele encontra um velho amigo que o convida para jantar em sua casa. Lá chegando descobre que não foi o único convidado e conhece Tiffany (Lawrence), a cunhada do seu amigo. Ela parece um tanto perturbada, e depois do jantar pede pra Pat acompanha-la ate em casa. Tiffany quer continuar vendo Pat, mas ele não tem o menor interesse, e ela fica um tanto obcecada, e continua a segui-lo todos os dias em sua corrida. Já cansado dessa situação ele conversa com seu psiquiatra que o aconselha a dar uma chance para essa nova amiga.  É difícil falar da história desse filme/livro sem falar de mais, mas passando por pontos interessantes. Como é o cotidiano do personagem que presenciamos, muita coisa acontece. E é aí que está a grande diferença do livro para o filme: o modo como isso é mostrado. No livro temos todo o sentimento de Pat passado pra nós, sua confusão mental, seus desejos e paranoias. Vemos claramente a dificuldade que é retomar as amizades, até mesmo com seus parentes e criar novos amigos. No filme como não temos acesso direto aos pensamentos dele e fica um pouco vago, apesar das atuações estarem primorosas. O filme fica meio jogado, e não empolga tanto (ps: minha amiga dormiu no cinema). Por isso aconselho a ver o filme e depois ler o livro. Sim você vai saber e entender a história completa vendo o filme, mas não vai ter a experiência emocional que é acompanhar Pat pela leitura. Eu li em 2 dias, apenas porque tinha muitas coisas pra fazer, mas como o livro é curto (254 páginas) dá pra ler em um dia se você tiver tempo. É daquelas historias que te prendem, e você quer saber o que vai acontecer a seguir. pS: Pat e sua família torcem pelo o time de futebol americano Eagles, e eles são um tanto fanáticos. A paixão pelo [...]



4 Maneiras de organizar suas leituras

Thu, 11 Jul 2013 23:41:00 +0000

O título dessa postagem deveria ser "4 Maneiras de organizar suas leituras: regras que eu não sigo mas deveria",  por questões de credibilidade decidi editá-lo.Como parte das minhas metas para botar essa bodega para quebrar novamente, decidi não apenas organizar minha estante ( como vocês podem abaixo,  ela está precisando), mas toda a minha vida literária.Apesar de ter 600 e bolinhas livros apertados em 4 estantes que orgulhosamente adornam minha sala (exceto quando está bagunçada, tipo, SEMPRE) nestes ultimos 7 meses só li 2 livros no formato físico.Sempre fui radical em relação ao meu amor incondicional pelo livro em papel. Adoro seu cheiro, seu formato, seu papel decorativo e histórico. Basta pegar aquele livro especial na mão que surgem varias memorias: os lugares que ele viajou, onde você leu aquela cena especial e até aquele momento desesperador em que você derramou Tarê (aquele molho doce japonês) nas páginas do coitadinho #truehistory. Mas tenho que admitir, a praticidade do ebook me fisgou! E eu nem mesmo tenho um e-reader. Leio bem feliz no iphone, usando o aplicativo da Kindle. Eu não deixei de comprar livros físicos, pelo contrario, as vezes acabo comprando o mesmo livro duas vezes. Sem contar que é possivel encontrar milhares de livros em e-book grátis pela internet a fora (lembrando sempre dos direitos autorais).   A praticidade de ter um livro (ou milhares) em mãos é inegavel, o que me leva a primeira dica (e possivelmente a unica que eu sigo):# Sempre leve um livro com você, aonde quer que você for. Seja ele e-book ou físico. Seja uma viagem pro outro lado do mundo ou para o trono mais próximo. Você nunca sabe quando terá um tempinho para ler. Apesar da correria da vida, eu tenho lido em média de 3 à 4 livros por semana apenas lendo nos pequenos intervalos da rotina caótica. Eu leio no ônibus, enquanto almoço, na fila do mercado, andando (não aconselho). Você vai ler mais e se divertir mais. # Não gostou, não vai ler: desapegue!  Falta de espaço é uma questão séria da modernidade. Os quartos de hoje em dia tem tamanho de guarda-roupa (o meu), as cozinhas são corredores (a minha) e a gente acumula tralha pra caramba porque é consumista, e isso não deixa de se estender aos livros.  Livro no Brasil continua caro, mas é inegável que o seu mercado cresceu (e muito), e com isso nosso consumismo literário também.  Eu tenho 6 versões de Orgulho & Preconceito (bem Mel Gibson em Teoria da Conspiração) e não consigo me desapegar de nenhuma.Tenho outras dezenas de livros que não tenho a mínima vontade de ler num futuro próximo, mas que ocupam o espaço na minha estante, impedindo  um consumismo pensante (digo comprar livros que realmente mereçam estar na minha estante). Dê os livros de presente, doe para uma biblioteca, troque no skoob, ou caso esteja duro, procure um serviço  de anúncios de classificados grátis na internet  e passe seus livros usados "no cobre".  Ele pode não ter utilidade para você, mas pode ser o tesouro de outro.# Faça listas como quem faz lista de supermercado. Liste os livros que você quer ler primeiro, quais deseja comprar e quais precisa resenhar ( essa parte é para mim).  Isso te ajuda a ter metas e a cumpri-las ( ou morrer tentando). Mas faça listas realistas, isso não é sua bucket list, você não precisa listar os livros que vai ler com 80 anos. Faça listas a curto prazo e as atualize quando necessario.# Organize seus livros Momento raro da estante arrumadaEu não conheço ninguém que goste de livros  que não goste de arrumar sua estante. Se você é um deles, por favor não se apresente. Ao arrumar sua estante você vai ter uma noção mais abrangente do que q[...]



Por Que Parou, Parou Por Quê? A história de um desabafo

Wed, 10 Jul 2013 23:17:00 +0000

Todo mundo me pergunta porque parei de postar no Lost, e normalmente dou uma resposta padrão - e verdadeira- de que meu trabalho está consumindo minha vida ( e que eu odeio by the wat) e que me falta tempo. Sempre falo isso com uma tristeza no coração, porque por mais que seja real, existem vários outros motivos que  resultaram na minha falta de motivação dos  últimos dois anos e meio ( sim o tempo voou e já se passou todo esse tempo desde que eu estava feliz fazendo o que amava da vida).Diariamente tento afastar a culpa que me assombra por eu ter deixado 90% dos meus sonhos de lado, mas ontem, depois do evento da Paula Pimenta, esse sentimento quase se tornou insuportável, e por isso vim aqui compartilhar meus dramas. Estávamos sentadas jantando com a Paula após o evento e eu realizei que fazia mais de um ano que eu não entrava no twitter direito, e que por isso tinha perdido totalmente o contato com a Pam do Garota It, uma amiga que nos tempos de ativa falava o tempo todo via twitter e gtalk todo dia. Me senti culpada porque nem sabia que finalmente depois de tanto tempo ela viria para um evento em Floripa.   Me senti mais culpada ainda quando a Paula Pimenta me fez a mesma pergunta que tantos  me fazem "Ju e o Lost?". Minha resposta não foi a padrão, mas mesmo assim ñ chegou nem perto de refletir toda a verdade da situação.  Fiquei tão chateada comigo mesma que ñ consigo pensar em mais nada desde então, muito menos decidir o que fazer daqui pra frente para mudar tudo isso que me incomoda pra caramba. Por isso, resolvi compartilhar com vocês tudo que passa pela minha cabeça, para quem sabe vocês me ajudem...Tudo começou com a minha separação, como eu já contei aqui algumas vezes. Meu relacionamento não terminou de uma maneira legal e mexeu bastante com a minha vida.  Na verdade meu ex nunca me apoiou em nada, principalmente em relação ao blog, eu me acomodei numa relação ruim porque me sentia feliz em outros quesitos da minha vida, e o lost era grande parte do motivo.  Quando tudo acabou, minha cabeça estava tão embaralhada com as perspectivas da minha nova vida iminente que eu fiz exatamente o que ele sempre quis: deixei o blog de lado ( olha que demorei pra perceber isso, e ainda tenho que agradecer a grande amiga que me abriu os olhos).  Na época eu não não conseguia me concentrar e achava que isso iria passar rápido, assim que tudo entrasse nos eixos voltaria com a rotina do blog. Nesse meio tempo consegui um emprego em tempo integral para pagar as contas que até então eram partilhadas.  8 - 10- 12-14 horas  de trabalho por dia limitaram bastante o tempo que eu podia  destinar ao blog. E por mais que eu quisesse não consegui entrar no ritmo.  Para piorar/melhorar eu passei a ter uma vida social até então inexistente.  Encontrei as melhores amigas que o mundo dos livros poderia encontrar nesse pedacinho de terra perdido no mar chamado Floripa. Além do Floripa Book Club  não posso contar nos dedos quantas pessoas  maravilhosas entraram na minha vida quando comecei a viver realmente pela primeira vez em anos.Tudo isso aliado aos desgostos da vida de blogueira que depois de tanto tempo começaram a me incomodar. Fofocas entre blogs, picuinhas, competição, inveja e bafões com ou sem autores nacionais são bastante normais na blogosfera. E apesar de eu tentar nunca me envolver diretamente nesse tipo de coisa, as vezes respingos acabam caindo em você ( ou aterrissando no seu colo comouma bomba). Se me perguntarem se algo especifico me deixou desgostosa em relação ao nosso mundinho virtual literário eu não saberia dizer, mas depois de tanto tempo coisinhas pequenas desgastaram minha relaçã[...]



Paula Pimenta em Floripa ( Amanha dia 09/07)

Mon, 08 Jul 2013 23:22:00 +0000

Eu sempre deixo pra postar os banners de eventos literários de Floripa em cima da hora, com boas intenções eu juro, pois acredito que se postar com muita antecendencia a galera acaba esquecendo. Mas dessa vez exagerei, não programei meu fim de semana e acabei esquecendo de compartilhar o evento lindão da Paula Pimenta amanha no Continente Park Shopping ( apesar de ter pedido pra sair mais cedo do trabalho pra poder ir há mais de uma semana) Então, todos estão convocados! Encontro vocês as 18:30 =)

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#PraLer no SOS Solteiro

Tue, 16 Apr 2013 01:53:00 +0000



  Quem me acompanha no Facebook já deve saber que agora estou no comando da seção #PraLer do super ultra mega cool SOS Solteiro.

Não fiquem preocupados, o Lost não será deixado (mais) de lado.  Pensem que o SOS é uma brisa para minha empolgação em voltar a escrever sobre livros, de uma maneira bem diferente da abordagem que tenho aqui no Lost, mas com aquele meu humor de sempre. 


Já para o Lost, está semana está programada a resenha de Vortex, a sequencia de Tempest.
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2x1 Toda sua, Sylvia Day

Sat, 16 Mar 2013 03:15:00 +0000

Um livro, duas resenhas (por duas loucas). Coluna aleatória em dupla. Em que compartilho minhas loucuras literárias com minha amiga e colaboradora Denise Ayres. Não deixe de ler as outras postagens da coluna. Clique aqui! Esse video está a mais de 6 meses esperando para ser postado, porque esta que vos fala continua procrastinando (apesar da resolução de ano novo renovada nas postagens anteriores). A Denise já cansou de brigar comigo, eu ja cansei de brigar comigo, e provavelmente eu ja decepcionei todos os meus santos leitores que continuam perseverando em acompanhar o Lost. Big news: eu ainda amo vocês, mas a vida tá uma droga ( exceto pelas minhas tão esperadas ferias em maio /chegalogoseulindo), o trabalho me esgota, a academia (outra resolução, que estou tentado seguir pelo menos) esgota o restinho do que não foi esgotado e eu sou literalmente uma mulher a beira do colapso do cansaço. Dois anos sem férias fazem isso com a pessoa. Continuo lendo, e tenho milhões de livros maravilhosos pra indicar, mas cade a vontade de sentar pra por a cabeça pra funcionar (e escrever)? Tudo que a danada quer é chegar em casa e vegetar na frente da tv até capotar (normalmente 5 min depois).Por isso estou aqui numa sexta-feira, em que preferia estar bebendo mas que não estou porque perdi meu cartão de credito  (aka 10 dias utéis  de prisão domiciliar), tentando colocar isso em dia. Não vou prometer postagens diárias, porque  até maio a vida tá dura, mas hoje, só para variar,   bora lá tirar o atraso com mais um video/mico ? Toda Sua Silvia DayEditora: ParalelaPáginas: 280 ISBN: 9788565530118 Sinopse Oficial (porque eu estou sem saco de resumir )Gideon Cross entrou na minha vida como um relâmpago na escuridão... Ele era inteligente, bem-sucedido, rico e muito lindo. Fiquei obcecada por ele como nunca tinha ficado por ninguém, por nada. Ansiava por seu toque como uma droga, mesmo sabendo que aquilo acabaria me destruindo. Eu tinha meus problemas, e ele fez com que viessem à tona muito facilmente. Gideon sabia. Ele também tinha seus problemas. E nós acabaríamos sendo o espelho que refletia os traumas - e os desejos - mais secretos do outro. Seu amor me transformou, e eu rezava para que nosso passado não nos separasse... Comentários♥Julianna Steffens :Sinceridade? Só consigo lembrar que achei o Gideon pra lá de creepy, e que as cenas de sexo em português me deixaram a beira de um ataque de vergonha alheia. Porque serio, só da pra aguentar uma quantidade de frases a lá cantada de pedreiro no mesmo livro. Por isso, peço que levem em consideração os comentários da Denise que foram escritos na época (além do meu falatório do video).♥Denise Ayres :Tive algumas dificuldades na leitura de 'Toda sua'.Senti uma pressa no desenvolvimento da história que nos fez perder o crescimento do envolvimento amoroso dos personagens.Eva não é carismática, é uma personagem problemática que possui um sério problema de auto-estima.Gideon me assustou profundamente com seu comportamento, a meu ver, psicopata.Na realidade, ele foi o maior problema na história toda.É rico, bonito, desejado por todas, com um histórico de violência a ser descoberto, mas nada justifica suas ações.Ele manipula Eve, persegue, investiga seu passado, seu presente e já estabelece um futuro para ela.Tem um determinado momento que ela percebe que ele recriou um quarto idêntico ao dela na casa dele, com o intuito de ela 'num momento de stress' recorrer a essa zona de conforto ao invés de correr pela rua.Isso me arrepiou todos os pelos do corpo e o tratamento a tudo isso como 'tão romântico' só transforma em ma[...]



O dia em que atirei no Cupído

Wed, 16 Jan 2013 19:35:00 +0000

No dia 20 de abril de 2010 eu fiz a resenha aqui de "The Day I Shot Cupid", o primeiro livro da atriz  Jennifer Love Hewitt ( Eu sei o que vocês fizeram no verão passado, Ghost Whisper, etc e tals), e vocês adoraram!
Depois de tanto tempo recebo uma noticia super legal:
O livro vai ser lançado aqui no Brasil! 

'O dia em que atirei no no Cupido" sairá pela Editora Seoman do Grupo Pensamento, no final de fevereiro.
Então não deixem de dar uma lidinha na super resenha de dois anos atrás (/entrando-no-túnel-do-tempo).


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Bookworm indeed =)

Wed, 02 Jan 2013 19:45:00 +0000

Me perguntaram se eu não ia mostrar a tatuagem em homenagem ao Lost e ao meu amor pelos livros aqui no blog. E é a resposta foi: Claro que sim! Obviamente só estou  "esperando a tattoo cicatrizar aka procrastinando". 
Muitos de você me acompanham no facebook e já devem ter visto mil e uma fotos, porque foi um sonho realizado e eu estava pra lá de empolgadona. 
Meu amor pelos livros é incontestável e por causa deles tenho os melhores amigos do mundo, sendo que a grande maioria está relacionado ao sucesso do Lost in Chick-Lit. Fiquei quase um ano esperando minha irmã (aka Procrastinadora Steffens n°2) terminar o desenho da pin-up inspirada no logo do blog ( que também é de autoria dela), e mais um mês esperando horário no melhor tatuador de Floripa neste tipo de arte (o Marcelo Soares, que também fez meu Mockingjay, há quase 2 anos),  e depois de quase 4 horas de trabalho me tornei uma garota realizada!



Sou mega nerd assumida, e na mesma semana  fiz com a minha irmã um 42 em homenagem ao Guia do Mochileiro das Galaxias ( pq eu sou uma irmã legal e que não escraviza os trabalhos artísticos da irmã). Quem curte?

Enfim...

Espero que vocês  tenham curtido, porque  não deixa de ser também uma homenagem a vocês minhas leitoras e leitores fofos do meu s2.
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Onde foi parar 2012? Uma retrospectiva...

Fri, 28 Dec 2012 19:10:00 +0000

2012 vai ficar marcado para mim como o ano que passou e eu não vi. Passou tão rápido que fiquei muito em falta com o Lost, mas eu juro que foram por bons motivos: eu vivi! Vivi como não vivia há anos. Vivi ligada no 220v e como se meu dia tivesse 48 horas.Foi um ano recheado de muito-muito-muito trabalho esgotante, mas também um ano de boasfestas, bonsdrinks, openbares, maçazinhas, night crawlings e acima de tudo bons amigos. Velhos amigos (não só no tempo de amizade, mas também na idade, pois estamos claramente ficando velhas, não é Denise e Joana, e até você Bruna, uma velha de coração slash eremita quando põe na cabeça!),  e de amizades reencontradas ( Paula Becker, graças a deus não sou mais tímida, não é mesmo? E André, ainda não lembro porque a gente brigou!) e das velhas amizades virtuais que deixaram de ser virtuais (Tytyno)Foi um ano de amigos que surgiram do inesperado, das noites divertidas, dos amigos dos amigos e da realização de sonhos literários.  Do sucesso do Floripa Book Club (/que-orgulho) surgiram as melhores noites de tagarelice sobre livros/filme/livros/filmes que não seriam a mesma coisa sem a Daniela, a Tays, Gabi, Gabi, Lucas, Duda, Laise, Kenia, Camila, Samanta e as supracitadas Bruna, Denise e Paula. Nesse ano tenho que admitir que também roubei, roubei muitos amigos da Bruna, e fiz muitas outras amizades por tabela. Essa galera supimpa me abraçou ao seu grupo como se eu fizesse parte dele desde o ensino médio (my wish pq seria menos velha agora). As melhores festas não seriam as melhores sem vocês Wal, Cindy, Pato, Vivi, Marilia, Zã, Yuki, Rods, Micheref, Roro, Wolf, Ale, Julia, Nath e tantos outros..Foi um ano marcado pela importância da família nos momentos de felicidade, nas realizações e principalmente na perda. Tenho muito orgulho de fazer parte desse Hospício chamado Steffens! Aposto que meu vôzinho ChupaCabra está lá em cima rindo das nossas peripécias,  Deise, Max, Mari, Fe. Foi um ano de transformações físicas: foram 4 novas tatuagens em mim (duas delas literárias) e duas de presente para a Mary aka a melhor irmã do mundo (com ou sem social lazy slot), e um alargador, que segundo minha vó só fiz para matá-la do coração. Elas retratam, cada uma a sua forma, um pouquinho do sou e do que passei a ser, sejam quais forem os significados que tenham por traz de sua escolha. Tem até aquela com múltiplos significados, e cuja piada interna só pode ser contada para  meninas depois de alguns copos de bonsdrinks.E tem a ultima que também foi a mais importante. Não só uma homenagem a minha paixão pelos livros, mas ao Lost in Chick Lit e a tudo que ele/vcs significam na minha vida há 4 anos. Foi também um ano de novas e ardentes paixões literárias, que posso não ter compartilhado aqui AINDA, mas que já foram devidamente comentados/analisados/surtados com as melhores amigas que uma Bookworm poderia ter. Claro que tive altos e baixos, inclusive muitas brigas ( principalmente entre o Dimka e a Katniss, meus gatos safados que me deixaram de cabelo em pé), mas talvez eu tenha finalmente encontrado o meu estado pessoal de nirvana. Sou uma pessoa bem mais tranquila, menos estressada e muito mais de bem com a vida, isso tudo, segundo minhas amigas, tomando bala no café da amanha, para me manter no meu estado característico de 220v.  O que só reforça que certas mudanças vem para o bem, e como vem!Só espero que 2013 seja um 2012 turbinado com muito[...]



Carcereiros de Drauzio Varella

Fri, 09 Nov 2012 01:12:00 +0000

CarcereirosDrazio VarellaISBN: 9788535921694Editora: Companhia das letrasAno: 2012Número de páginas: 226  Onde Comprar: CulturaHá tempos sou fascinada pela criminologia.Lembro-me quando ainda criança fazia questão de passar na banca de revista e vislumbrar as manchetes do famoso e sanguinário 'Noticias Populares'.Já no primeiro ano de faculdade, me fixei no objetivo de me empenhar em psicologia jurídica.Daí a estadiar no Centro de Internação Provisória para Crianças e Adolescentes foi um pulo.Em um atendimento, tive a oportunidade de me deparar com um caso de adolescente em franco surto psicótico e a condução desse caso tornou possível que o convite a estagiar no Programa de Atenção Integral ao Paciente Judiciário do Tribunal de Justiça de Minas Gerais fosse feito.Atuei como estagiária de psicologia em presídios por quatro anos.Creio que nunca esquecerei da primeira vez que entrei na Penitenciária Dutra Ladeira.Fui convidada a atender um paciente com suspeita de estar alucinando por transtorno mental.Após as devidas apresentações de credencial, fui orientada a entrar no prédio de segurança mais 'frouxa'.Na portaria, o agente prisional me orientou a seguir reto e entrar num corredor a direita, assim eu fui.Isso, até perceber que não havia agentes prisionais circulando comigo e todas as celas estavam abertas para o banho de sol.Eu era a única mulher dentro da prisão e quase entrei no corredor errado, um preso acabou me ajudando a chegar do destino certo.Dessa experiência, aprendi que ali naquele lugar estão depositados seres humanos e não selvagens completamente sem lei.Me lembro a primeira vez que minha irmã entrou no presídio, ela cursou serviço social e optou por seguir meus passos na jurídica.Nesta ocasião, ela chegou em casa surpresa e dizendo: 'Meus Deus, eles são como todos que conhecemos, quem diria?'Há um imaginário coletivo de que as pessoas que desviaram sua conduta das leis são como aliens, ou que babam e gemem pedindo por sangue...O mais curioso da penitenciária era entender como uma grande maioria (presos) era dominada por uma grande minoria (carcereiros).Sou apaixonada pelo Dr Drauzio Varella desde essa época, que foi quando li 'Estação Carandiru'.Posteriormente, li 'Por um fio' e me rendi completamente por sua humildade, simplicidade e sensibilidade.Quando a Julianna me disse que tinha uma surpresa para mim e me disse o que era, fiquei nem êxtase!Em 'Carcereiros', Dr Varella faz jus a todos os adjetivos que usei antes e a muitos outros.Com a maestria de quem convive no meio penitenciário há mais de 20 anos, Drauzio nos relata a rotina de quem convive intimamente com a criminalidade.Como a linha ética fica frágil, levando carcereiros a detentos e como o stress da profissão gera desgaste psicológico e alcoolismo.Conhecemos curiosidades de cenas vividas na Casa de Detenção e em delegacias paulistas.Drauzio nos mostra que, em alguns momentos, ele próprio se questionava sobre o cuidado que dispunha a cidadãos que foram covardes com inocentes.Discorre sobre a postura da sociedade que condena a tortura, mas fecha os olhos para o que acontece no meio prisional, que além de torturar ativamente seres humanos, desumaniza o sujeito a ponto de impor-lhe celas super povoadas, com condições de higiene precárias (pra não dizer inexistentes), a alimentação de três vezes ao dia que os cidadãos de bem relatam pagar, não passa de lavagem e que projetos de reinserção social são inexistentes.Um ponto alto do livro é quando elucida aquilo que nenhum meio televisivo[...]



O Russo Battlefield 3, de Andy McNab

Wed, 17 Oct 2012 00:11:00 +0000

O Russo (BattleField 3) Andy McNabEditora: Galera RercordPáginas: 350ISBN:  9788501083876 Onde Comprar: Cultura | Book Depository Quem olha o livro "O russo" de Andy Mcnab de relance, observa o Battlefield 3, e pensa “deve ser dicas de estrategia do jogo, um muito grosso por sinal, ou talvez mais jogo romanceado e com certeza sem nada a acrescentar...” ledo engano. O Russo, tem essa capinha bonitinha para incentivar, você gamer inveterado, a sair da frente do pc/xbox/ps3 e se aventurar no mais antigo universo de realidade virtual jamais criada, a literatura.Primeiramente vamos falar de “Andy Mcnab” que é um pseudônimo, criado não para disfarçar um nome comum ou com a intenção de se desvincular de outros trabalhos, mas sim de  proteger de ameaças terroristas o ex-agente da SAS, que atuou contra o IRA e na primeira guerra do golfo ( que é contada em seu primeiro livro “Bravo Two Zero”, sem edição no Brasil) e em diversas operações “especiais” pelo mundo Andy McNab colabora como consultor na industria de cinema e de jogos como o BF3, e é realmente um Warlord que tem conhecimento de causa para livros de ação. Só para vocês terem ideia ele tem de enviar os manuscritos de cada livro que escreve para o ministério de defesa Britânico para serem analisados. Mas voltando ao livro...O Russo conta a historia de Dima (apelido para Dmitri, e não Dinka, para as fãs de Vampire Academy como minha filha) um velho mas não enferrujado spetsnaz (é melhor ir acostumando com os nomes e siglas porque o livro está repleto). Dima, é um agente herdado da velha União Soviética que é “convocado” para uma operação de resgate no Irã que esta programada para falhar, o que leva em conta a velha teimosia russa  que não vai deixar de cumprir a sua parte no contrato.  E do outro lado da ação esta o sargento BlackBurn em operação para combater os rebeldes da PLR na fronteira do Iraque com o Irã.  Os dois agentes vão acabar lutando pelo mesmo objetivo mas em lados opostos com o objetivo de resgatar 3 ogivas portáteis atômicas de posse da PLR cada um tentado cumprir sua missão, mesmo que  isso os transformem em criminosos.Diferente do jogo em alguns aspectos o livro complementa a ação do BF3, que esta mais focado no lado do Tio Sam, em capítulos curtos que ficam intercalando de um lado para o outro como em um roteiro de filme, com bastante ação e tiros recheados de equipamentos e técnicas militares que vão fazer qualquer gamer se sentir em casa digo no jogo. Sem contar que tem quase meia pagina de romance como era de se esperar.A unica  decepção foi um pouco do final, mas a parte que falta você vai encontrar no BF3. Se gostar do livro jogue o jogo, se gostou do jogo leia o livroA galera record também lançou do mesmo autor:O VingadorA RevancheA SoldadoEssa postagem é uma colaboração do NERD MOR aka meu pai Maximiliam Steffens, que não apenas ficou empolgadaço com o lançamento do livro como o usou como desculpa para refazer sua história na versão do game.  Essa é sua primeira colaboração aqui no Lost, e vocês podem lê-lo divagando sobre TODOS os tipos de nerdisse no seu Blog CdeF.com.br, ou encontrá-lo pelos servidores de Day of Defeat pelo mundo a fora. Porque sim, meu pai é nerd e gamer com orgulho master, afinal, dá onde vocês acham que eu herdei minha loucura? Nerd de carteirinha e pai da louca que comanda esse blog. Quando não está resolvendo os dramas da filha, comanda o clã de Day of Defeat Cruz de Ferr[...]



Promoção Tempest

Mon, 20 Aug 2012 00:10:00 +0000

Helo girls (and some guys)! 

Como prometido, volto hoje para lançar uma promo sobre o maravilhoso Tempest, que resenhei essa semana aqui no lost.
Não leu a resenha, corre lá e leia, porque faz parte das regras da promo. O prêmio são dois chaveiros ( plus marcadores e folheto).

As regras são simples:

Quer ter mais uma chance?
Divulgue a promoção em algum lugar e  poste o link de divulgação nesta postagem.


O resultado será dado pelo randon org, e levará em conta primeiramente os comentários na resenha seguido numericamente dos comentários das divulgações nessa postagem.

A promoção se encerra no dia 10 de setembro.
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Cosmópolis - Don Delillo

Tue, 14 Aug 2012 00:03:00 +0000

CosmópolisDon DelilloEditora: Companhia das LetrasISBN: 8535903763Páginas: 197Onde Comprar: Submarino | Cultura | Book DepositoryQuando a Jú me perguntou se eu gostaria de ler esse livro, pensei; "Robert Pattinson vai estrear o filme ainda esse ano, tem que ser bom".Só não sabia se seria bom para mim, né?O livro se propõe a narrar 'o dia D' da vida de um importante empresário mega milionário.Eric Packer tem 28 anos e já é extremamente rico.Constituiu sua fortuna através de boas negociações na bolsa de valores.Eric casou-se há poucos meses, mas não pensem que isso é um indicativo de que vive uma lua de mel.Na realidade, ele é um sujeito entupido de relacionamentos vulgares, que enriqueceu precocemente explorando as nuances da bolsa de valores, sem gerar empregos ou melhorias aos que estão a sua volta.Ele acorda em sua mansão e decide atravessar a cidade em sua limousine, desafiando o trânsito pungente pela visita do presidente da república, simplesmente para cortar o cabelo.Em sua travessia, ele encontra uma série de personagens que possuem laços superficiais em sua vida e acompanha por uma série de equipamentos tecnológicos sua absoluta derrocada.Eric explora moedas e jogou todas suas fichas no iene que reage de forma contrária a esperada.Entre encontros estranhos, reflexões sem propósito sobre a vida, a percepção de um grande falência financeira e emocional, Eric se depara com acontecimentos aleatórios na cidade, acontecimentos irreais.Elise, sua 'consorte', cada vez que o encontra percebe suas traições e a cada instante confirma a impossibilidade de se manter num relacionamento tão superficial e sem valores.É bizarro, mas enquanto faz sua jornada nas ruas de Manhattan, ele encontra Elise várias vezes aleatoriamente.Considerei o livro perturbador, sei que é um adjetivo amplamente usado para descrever esse livro, mas não há uma definição melhor.Sua narrativa é angustiante, psicótica, fragmentada.Definitivamente, não faz meu gênero.Encontrei muita dificuldade em me concentrar na leitura, sem contar que os sentimentos de desprazer foram constantes.Até fazer essa resenha foi um grande desafio.Por pouco ela não virou uma única linha! heheComo já disse, esse livro está virando filme e estréia em setembro com a estrela 'crepuscular' Robert Pattinson.Infelizmente, quando um livro me causa tanto desagrado ele me impele do filme de forma definitiva, já vi isso acontecer antes.Com isso, não posso prometer ver o filme. allowfullscreen="" frameborder="0" height="253" src="http://www.youtube.com/embed/zoUUgnWtE8M" width="450"> Este artigo pertence ao Lost in Chick Lit. Todos os textos são de autoria de Julianna Steffens e não podem ser reproduzidos (total ou parcialmente) sem a devida autorização. Leia os Termos de Uso. [...]



Tempest de Julie Cross

Sat, 11 Aug 2012 18:50:00 +0000

Tempest Julie CrossEditora: JangadaPáginas: 366ISBN: 9788564850095 Onde Comprar:  Cultura | Book DepositoryFiquei muito templo refletindo e vasculhando minha memoria de peixe beta para poder dizer a vocês: Tempest, da autora Julie Cross lançado aqui no Brasil pela Editora Jangada, é o primeiro livro cuja temática central é viagem no tempo que eu já li. O que é uma surpresa até para mim, fã de carteirinha de sci-fi, tanto literário quanto cinematográfico. Eu sei que quase todas vocês ja viram as minhas fotos da Audrey Niffenegger autografando meu A mulher Viajante no Tempo, mas eu ainda não o li ( funny procrastination fact). Eu também sei que quase todas vocês  sabem que uma das minhas series favoritas é O guia dos Mochileiro das Galaxias do Douglas Adams, que por sua vez possui sua cota de viagem no tempo, mas cujo tema central não pode ser descrito como tal. Don't Panic! Se você não sabia nada disso ( e nem tem interesse de saber, diga-se de passagem), não tem importância mas eu simplesmente não podia começar essa resenha sem enfatizar minha completa perplexidade sobre esse fato aleatório.Pausa para dica aleatória do meu eu presente sobre series chicklitianas de viagem no tempo: (must see) Being Erica. Volte no tempo e leia a postagem do meu eu passado sobre essa serie de tv canadense MARA /aloka. Mas vamos ao que interessa...  Tempest conta a historia de Jackson Meyer,  um universitário que viaja no tempo. Yes, that's cool right? Mas se eu dizer que apesar dele poder voltar no tempo ele não consegue alterar o passado?  Continua sendo divertido, não é? E até muito mais descompromissado, tirando o fato que ele vê sua namorada levando um tiro por estranhos que invadem o quarto da garota a sua procura,  e  de que  tem quase certeza que seu pai seja membro de uma organização secreta ( possivelmente da CIA).  Como será possível ele alterar o seu  o destino e salvar Holly, entender a sua história, e descobrir porque ele virou essa "aberração" enquanto sua irmã gêmea faleceu com câncer no cérebro?  Tempest é uma história repleta de reviravoltas, e a minha dica é ficar longe da orelha do livro, que na minha humilde opinião revela um pouquinho  a mais do que uma sinopse deveria revelar. Leia sem medo, mas preparado para grandes emoções. "Esqueçam tudo que você já ouviu sobre viagem no tempo".  Diz Jackson Mayer em certa altura de Tempest, e eu não poderia encontrar frase que melhor descreva a mitologia nota dez de Julie Cross. Eu poderia passar a metade da resenha explicando os saltos no tempo, os meio saltos, a base, as mudança de base e outros diversos conceitos super bem estruturados da narrativa, mas por hora basta  vocês saberem que é simplesmente a melhor mitologia dentre as minhas leituras fantásticas do ano. Julie soube na medida certa criar uma mitologia diferente, complexa e detalhada e - o mais importante - soube fragmentá-la e desenvolvê-la durante a narrativa sem em nenhum momento, nem por um segundo, deixar o livro cansativo devido ao excesso de explicação, muito comum em livros do gênero, principalmente em início de series, como é o caso.  Outra coisa que me deixa vibrando é o fato do narrador ser um garoto. Yep! Não sejamos preconceituosas garotas, mas é fato consolidado que muito mais que 50% da literatura jovem adulto é narrada por garotas. E não há nenhum problema nisso,[...]



Silêncio de Becca Fitzpatrick

Thu, 12 Jul 2012 01:51:00 +0000

Silêncio Becca FitzpatrickEditora: Intrínseca Páginas: 301 ISBN: 9788580571318 Onde Comprar: Submarino | Cultura | Book DepositorySou fã do Patch. Patch é pra mim o único anjo pelo qual  faço questão de suspirar. Patch é encantador e eu não me importaria de ser chamada de Anjo, por mais brega que considere. Mas a verdade é que tive uma dificuldade imensa de entrar no clima de Silêncio. E não é porque eu não curta a serie, eu adoro!Refleti muito sobre os motivos que me levaram a enrolar a leitura por quase 5 meses, e ficou claro que o motivo básico é que eu mal lembrava do enredo de Crescendo (cuja resenha vocês podem ler aqui). Para resumir, Crescendo foi o primeiro livro que conseguir terminar de ler após uma duzia de livros abandonados no pós-separação meets antidepressivo. Quem já iniciou tratamento com esse tipo de medicação sabe que é bastante complicado, hiperatividade meets falta de atenção que resulta em "no reading whatsoever". Ao iniciar a leitura de Silêncio, meses atrás, não consegui me conectar porque faltava alguns detalhes perdidos na minha memoria de Dori. E eu sou chata com isso, tenho que lembrar tudo nos mínimos detalhes para conseguir aproveitar bem uma sequencia. Acabou que eu perdi o entusiamo e enrolei a leitura até agora. Quando sentei para reler boa parte de Crescendo, e relembrar tudo que havia apagado, enganchei em Silêncio e me empolguei novamente com meu anjo preferido.A partir dai, Silêncio virou outro livro. E se você não leu Crescendo ainda te aconselho a parar a leitura da resenha por aqui.  Nora é libertada de seu cativeiro sem nenhuma memória. Ela não lembra de Nefilins, arcanjos, anjos e muito menos de Patch, mas ela sabe que tem algo errado. Na sua ausência sua mãe começou a namorar  Hank Millar, o pai da escrotissima Marcie, e tudo a respeito desse relacionamento cheira a encrenca. Seus sonhos estão sendo invadidos por olhos negros que ela não tem ideia a quem pertencem, e isso não é tudo, ela está certa que está tendo ilusões acordada. Instigada por uma serie de sensações estranhas, sem saber em quem pode realmente confiar ( e não é que sua amiga Vee anda super estranha e anda mentindo para ela na caruda?) ela decide que só vai sossegar quando descobrir tudo por traz do seu sequestro.É ai que surge novamente Scott, seu amigo-Nephlin-de-infância, cheio de informações, e Jev um cara misterioso que a faz sentir borboletas no estomago. Eu adoro odiar a Nora. Essa é a mais pura e simples verdade. Enquanto ela tem uma serie de características que prezo e adoro em protagonistas adolescentes, ela também é capaz de me irritar profundamente. E posso ser estranha, mas é esse tipo de coisa que eu adoro em um livro.  Adoro livros que me causam reações fortes, antíteses que se complementam e fazem a história de alguma forma  sair do papel.  É  muito-muito mais envolvente que certas protagonistas mocoronguinhas que estão sempre perfeitas-e-certas-e-prontas para o seu amado. Nora é altiva, é decidida, mas muda de decisão como muda de roupa. E em Silêncio fui obrigada a dar uma trégua, por que -coitadinha /sem-ironia- ela não lembrava de lhufas. Então só uma coisa me irritou profundamente: ela ficar repetindo Jev pra cá e Jev pra lá. Jev- JEV- J-E-V. Caracoles (permita me[...]



Beginners - iniciando a ser feliz

Thu, 05 Jul 2012 23:33:00 +0000

Coluna de Crônicas sobre o cotidiano, romance, literatura e universo feminino. Postagens quinzenais com o autor Celso Faria, além de participações especiais. Não deixe de ler as outras postagens da coluna. Clique aqui! Assisti a um filme que me deixou bem impressionado. Begginers traduzido porcamente para o Brasil de Toda Forma de Amor. Na tela (ou no DVD) a história de Oliver interpretado por Ewan McGregor, um publicitário que acaba de perder o pai que se assumiu gay aos 75 anos, após a morte da sua esposa e mãe do rapaz. O filme narra três períodos da vida do personagem principal: a infância com a genitora, os últimos dias do pai e a história de amor com uma moça que acaba de conhecer, Anna. O que mais me tocou no filme foi ao ouvir dos lábios de Anna a fala: - Por que você afasta todo mundo que gosta de você?. – O mais interessante em tudo é que não percebemos nenhum movimento de Oliver a fim de fazer com que as pessoas se distanciem dele. Ele é apenas um sujeito fleumático, às vezes melancólico e triste. Mas, não causa brigas, não discute ou faz um papelão no meio da rua ou usa drogas ou é alcoolatra ou qualquer outra coisa que nos salta aos olhos. E foi a partir dai, após os créditos que parti para fazer o percurso inverso da história para tentar entender onde estava o trabalho do personagem ao afastar as pessoas dele. Sim, ele é um rapaz que não toca nas pessoas. Ele e sua mãe têm uma forma engraçada de mostrarem cumplicidade, ela brinca atirar nele e Oliver finge morrer. Algumas vezes, a senhora até pede para que interprete melhor a morte. Mas, não se tocam! A relação com seu pai é distante, mesmo estando no hospital sempre com ele. É bem burocrático em suas funções: dá os remédios, faz leituras, ouve os médicos e até mesmo o observa de longe. Mas, nunca se aproximam. No máximo, em um momento do filme, pegam na mão.Quando Anna aparece na história não há contato entre eles. Aliás, até mesmo as cenas de sexo não são vistas, aparecem já no dia seguinte, debaixo dos lençóis, tudo subliminar. Não se beijam, não andam de mãos dadas. Mas, não pense que ele seja frio. Oliver é atencioso, busca as coisas dela em seu carro, abre sua casa, arruma a cama, faz comida e pode até lavar as suas roupas... Distantes. Quantos de nós vivemos relações afetivas, amizades, namoros e até casamentos cumprindo todas as tarefas típicas de cada uma delas e nos esquecemos de nos abraçar, de nos sentir. Podemos até dizer que fulano ou beltrano é o melhor amigo, mas nunca damos um abraço, um beijo e somos verdadeiramente afetivos. Claro, que afabilidade não se mostra apenas por meio do toque, mas quantos de nós deixamos que as rotinas diárias nos afoguem e nos façam viver perto, mas distantes. Falamos da roupa por lavar, da compra no mercado, da festa do final do ano, até mesmo da viagem de férias, mas esquecemos de nos tocar e nos sentir. E ao nos conectarmos podemos finalmente nos sentir felizes e, como diz o filme, nessa arte, muitos de nós, ainda somos iniciantes, mas precisamos começar. Este artigo pertence ao Lost in Chick Lit. Todos os textos são de autoria de Julianna Steffens e não podem ser reproduzidos (total ou parcialmente) sem a devida autorização. Leia os Termos de Uso. [...]