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Contos Obscuros



Contos Fantásticos



Updated: 2018-03-05T17:03:14.385-08:00

 



Sacrifício

2011-01-21T13:37:58.711-08:00

SacrifícioRegina Castro and Vinicius S. ReidrykAquelas ruas não eram nada seguras, nas vielas prostitutas se proliferavam desmedidamente, o fio da navalha corria solto, tanto com marginais quanto com crimes sem solução e esses continuavam no oculto, engavetados em estantes empoeiradas das delegacias de polícia. Gritos não eram raros de serem escutados, às vezes as próprias prostitutas amanheciam inertes, jogadas na sarjeta, elas que já conheciam o local e tinham cada esquina por moradia... A morte buscava sem distinção de raça ou credo, mas logo outra assumia o lugar, o lucro não podia parar.A morte encoberta por um traje elegante e palavras finas e mais uma era arrastada de boa vontade ficando lá, sem marcas nem manchas, pareciam dormir e logo o sujeito dobrava a esquina, o trabalho estava feito, o sorriso cínico dava o ar do dever cumprido, dobrava em algum ponto da rua sumindo na penumbra.Os legistas apareciam, catavam restos do que um dia foi alguém e mais um caso ficava sem solução, isso já estava deixando os detetives loucos, esse caso já estava indo longe demais, os policiais pareciam baratas em cima da podridão que a cidade estava se tornando, correndo para todos os lados, e de longe alguém divertidamente, observava.Na igreja havia apenas um padre, pois os outros desistiram de continuar a dar a palavra de Deus num lugar tão obscuro, maltratado. Segundo eles nada podia ser feito, então não queriam pôr riscos as suas vidas mesmo acreditando que um dia isso finalmente chegaria ao fim.João era um padre calmo e preocupado, costumava descobrir sozinho o que estava acontecendo na cidade em que foi criado. Ficava diante do altar rezando, entrando em contato com Deus e sendo correspondido.- “Ele pagará por seus atos!” – veio uma voz audaciosa em sua mente.Poucas pessoas freqüentavam a igreja, muitas haviam desacreditado a palavra de Deus por terem perdido membros da família. - E agora o que um padre poderia fazer numa cidade praticamente fantasma? – pensou.Nada que uma pesquisa não ajudasse. Voltou para o quarto e a sua investigação sobre as mortes e quem estava por trás disso foi iniciada. O padre gostaria que a cidade voltasse a ser como em tempos atrás, tempos de infância...Foram sete vítimas até agora, incluindo um padre.Tudo transcorria sem regras, uma terra sem leis, somente um padre e todo um corpo policial e o assassino parecia brincar de bandido e mocinho como em tempos de criança... Só que desta vez, real...A igreja agora muda só recebia as preces do morador que insistia em não abandoná-la, o padre João, ele ainda tinha fé que tudo mudaria... Mas suas investigações não estavam surtindo efeito... Alguém ainda brincava de Deus nas ruas sombrias, brincava de Deus ou demônio, sentia prazer pelo que fazia, e pelo modo dele pensar talvez, fazia com a perfeição de um artista.Pesquisava em sites e lia o jornal todos os dias. Continuava pensando quando e onde seria que este assassino voltaria a atacar.O padre tinha o pensamento firme, iria encontrar o culpado e esse herege pagaria com certeza por seus atos... O suor descendo por suas têmporas e as lágrimas encharcando sua batina, as mãos juntas e as orações ainda mais fortes em seu coração quase cansado...E um sussurro escapou por entre seus lábios...- Deus, ajude-nos, por favor!Ao anoitecer, percebeu que não era mais tempo de ficar em casa, refugiado num lugar que pensava todos os dias estar a salvo.Os ataques aconteciam somente à noite, sabia que se quisesse alguma pista, teria de sair dali e enfrentar o medo da escuridão.Com roupas normais percorreu ruas, entrando e saindo de vielas cada vez mais estreitas, o odor era algo que jamais esqueceria, parecia esgoto a céu aberto e aquelas mulheres, oferecendo seus corpos a quem passasse, algumas delas com aspecto doentio... Padre João perguntou se tinham visto algo estranho por aqueles dias, mas ninguém parecia se importar... – A que ponto a raça humana chegou, Senhor meu Deus... – pensava o padre a todo o momento.Ao longe avistou uma sombra, alg[...]



6º LUGAR – A FACE DO MAL (REGINA CASTRO)

2010-05-04T15:21:51.848-07:00

Segundo concurso que participei agora do site, Masmorra do terror, organizado pelo Lino França Jr.

A FACE DO MAL

Noite chuvosa, andei o quanto pude, mas ficou impossível de continuar, parei debaixo de uma árvore, a rua deserta e um casarão bem na minha frente, o lugar enchendo de água e comecei a não ter outra opção a não ser esperar que passasse... Aquele casarão me deu calafrios, não sei se por causa da chuva ou pelo medo comecei a tremer, as janelas daquela casa eram assustadoras, parecia que surgiria a qualquer momento aqueles monstros de filmes de terror, fiquei vagando os olhos pelas janelas uma a uma quando de repente meu olhar parou na última, lá no topo da casa...

Aquela presença, uma sombra parada que parecia fitar-me, arrepiei ao toque daquele olhar, senti como se garras estivessem arranhando minha pele, rasgando, a dor era algo suportável e não conseguia tirar os olhos dele... Ele estava ao longe, mas ao mesmo tempo parecia estar ao meu lado, sentia seu hálito quente e fétido, a presença do mal que ele representava era palpável, senti-me perdida, angustiada.

Percebi que aos poucos ele mudava de posição e de repente senti uma leve pressão em minha cabeça, meu equilíbrio comprometido, aquele sorriso que já me levava ao início da loucura, a pressão no pescoço, ardência e algo escorreu entre meus seios... Pisquei os olhos e vi-me dentro da casa, olhando-me agora no reflexo da janela embaçada, os pingos grossos desciam feito cascata pelo vidro e minha vida se esvaindo igual à chuva que descia pela calçada.


Regina Castro



22º lugar: Gostosuras ou travessuras? (Regina Castro)

2010-05-04T15:11:17.732-07:00

Primeiro concurso que participei de mini contos feito pelo site, Estronho e esquésito, organizado por M.D.Amado.

Gostosuras ou travessuras?

Era noite de halloween, bruxinhas e fantasminhas perguntando a todos, “gostosuras ou travessuras?” E os sorrisos embaixo dos lençóis preenchiam a noite em que todos brincavam com o sobrenatural. O cheiro do doce impregnava o local, a rua cheia estava mais alegre que todas as outras noites...
Numa das portas o casal não atendeu, as crianças bateram insistentemente, mas nada e tudo que veio lá de dentro foi um palavrão gigantesco... No outro dia, a ambulância saiu daquela casa com duas macas cobertas, o sangue espalhado pelo lençol branco... Os policiais estavam estarrecidos, não sabiam como alguém podia morrer comendo tanto doce e ainda se estripar para conseguir pegar os doces já comidos, mas foi o que aconteceu... Os legistas encontraram o casal com a barriga aberta e eles ainda tinham conseguido tentar comer o que já haviam engolido... Rastros de sangue e doces sumiam pra debaixo da cama.
No outro lado da rua, a garotinha olhava sinistramente, a bruxinha deu um sorriso e saiu com sua sacola de doces, lambendo nos dedos o mel vermelho que escorria do pirulito.

Regina Castro



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2010-02-27T14:46:29.671-08:00

LIBERTAÇÃO Jhonny ficou naquela biblioteca por bastante tempo... leu tudo que pôde, pensou bastante também, tinha muito o que aprender em história, mas ainda estava no comecinho da faculdade, um novato... tinha sede de sabedoria e isso o impulsionava mais e mais. Afundado naqueles livros grossos e empoeirados, ele tinha pouco tempo para o primeiro exame, muito pouco tempo para aprender o necessário... tinha entrado na biblioteca pela manhã e perdeu a noção do tempo, por vezes retornando ao passado quando a leitura exigia tal esforço, e ele ia à fundo... tinha ótima imaginação! Já era noite, perto de fechar e as únicas luzes que iluminavam o local eram dos pequenos abajours amarelados salpicados por cima das mesas ao longo do recinto. A moça veio falar-lhe pela terceira vez, queria fechar... mas Jhonny pediu ainda por quinze minutos, estava folheando o último livro, um livro estranho que ele não lembrava ter pego, já ia perdendo o interesse quando encontrou um bilhete dentro dele... na frente tinha... "A quem possa interessar", ele terminou de ler essa frase sendo interrompido novamente pela bibliotecária. - Senhor, tenho que fechar! - falou a moça já cansada do dia exaustivo.- Tu... tudo bem... já estou saindo... - respondeu sem dar atenção.- Se quiser, leve o livro, é só deixar o número da identidade, o telefone e assinar... te dou dois dias para estudá-lo.- Bom... muito bom! Aceito sim. Deixa eu arrumar essa bagunça me desculpe. - terminou já tentando juntar o amontoado de livros que tinha pego.- Não precisa senhor, pode deixar... amanhã eu arrumo. Venha comigo, traga o livro por favor!- Ok... - Jhonny acompanhou-a com o livro e o sobretudo no ombro juntamente com a bolsa... antes deu uma última olhada no bilhete e colocou-o no bolso da calça... seguiu a moça até o balcão. Enquanto assinava o livro de empréstimos era analisado cuidadosamente por Cris, terminou e pegou o livro colocando-o na bolsa, vestiu o sobretudo, deu um sorriso largo para a garota e saiu... ela foi logo atrás fechando a biblioteca e seguiram caminhos opostos. A noite estava misteriosamente esquisita, mais fria do que o normal e em todo trajeto até o metrô ele tinha a impressão de estar sendo seguido, olhou para trás inúmeras vezes e seguiu a passos largos. Chegou às escadarias do metrô e desceu-as quase num pulo, pagou o bilhete... por sorte estava chegando um naquela hora, entrou na última porta e sentiu-se sozinho novamente... a sensação era de que alguém o seguia e que ao passar pela porta o que quer que fosse, teria ficado do lado de fora, sentiu-se seguro ... queria distância do que quer que fosse, não sabia as reais intenções do perseguidor... agora, sozinho, sentado, colocou a mão em cima da bolsa, como se estivesse protegendo o conteúdo que carregava. A viagem pareceu longa demais e Jhonny estava quase se entregando ao cansaço, bateu a cabeça no vidro algumas vezes, mas no último cochilo ouviu nitidamente quando alguém gritou chamando-lhe a atenção, acordou atordoado pela potência daquela voz feminina... instintivamente olhou para o lado e viu quando alguém olhava demasiadamente e sem embaraço para a bolsa dele, Jhonny encarou o estranho, isso fez o homem parar de olhar e ele seguiu a viagem agora totalmente desperto, não queria ouvir aquela voz novamente, ficou com os tímpanos doendo de tão alto que foi o grito. Finalmente chegou em seu destino, saiu da estação de metrô jurando para si mesmo que da próxima vez sairia em seu carro, era muito mais cômodo. Andou ainda uns dez minutos pelo quarteirão, chegou em seu prédio e subiu para o apartamento, sexto andar... entrou, tirou a roupa e refrescou-se, caiu na cama logo em seguida dormindo profundamente... mas não antes de guardar o livro num cantinho escondido do quarto. Depois de um longo sono recheado de sonhos reveladores, ele pegou o livro e o bilhete, colocou ambos em cima da escrivaninha [...]



Erro Fatal

2009-11-19T07:30:17.137-08:00

No jazigo, o silêncio macabro escondia fortes indícios de que mais alguém repousava naquela cova... do lado de fora... a chuva torrencial, as trovoadas, fizeram com que o ocupante daquele lugar acordasse cedo demais, seu sono leve fez com que o barulho lá de fora zumbisse em seu ouvido com límpida nitidez... os olhos antes cerrados, agora faiscavam e Raimond acordou de seu curto sono para uma nova refeição... refeição essa que ele queria que fosse bem cheia de emoções, a começar pelo medo, humm, ingrediente indispensável... logo depois viria a entrega com o desejo... e por final a lascívia terminando a mordida num doce sabor de luxúria. Seu leito nem havia esfriado e ele forçosamente já estava de pé, demorou algum tempo com a última vítima, quase apaixonou-se e antes que isso acontecesse, na última mordida, esvaziou por completo a garota e conservou-a ao seu lado na cova para se lembrar do quanto era bela, o que não daria para admirar por muito tempo. Antes de se afastar, deu uma olhada na mulher e mecanicamente vestiu seu sobretudo, apesar de tudo, ainda tinha indícios de que fora linda... a morta ainda parecia estar com um ar doce e as maçãs do rosto ainda pareciam rosadas... sua beleza era quase angelical, sem muita cerimônia, Raimond deixou-a e partiu para a noite chuvosa... agora aquele lugar seria somente dela. Na porta do mausoléu fitou a lua, a chuva grossa não dava trégua, parecia mesmo que o mundo acabaria naquele momento... o vampiro deixou o rosto na direção da lua para sentir a água, em vão, seu corpo não possuía mais nenhum tato, era como uma dormência permanente, o que não o deixava nem mais, nem menos infeliz, pois ao se deixar transformar ele sabia tudo o que enfrentaria na sua pós-vida, só não sabia que enfrentaria sozinho, fora enganado por sua senhora que o mordeu e o transformou como se estivesse fazendo um favor, e agora só a solidão o acompanhava, pois achando necessária, nunca reclamava disso e sentia-a da melhor maneira e com o melhor néctar que a noite lhe trouxesse brindando sempre à sua imortalidade. Deu um passo e ganhou a calçada, uma das últimas ruas do cemitério, não precisou andar muito e logo avistou algo incomum, ao longe estava uma mulher sentada num túmulo aos prantos, ainda de longe Raimond observou o que ela fazia, chorando muito ela acariciava a foto da lápide, estranhou, ver humanos naquele lugar, tarde da noite e ainda por cima numa noite como aquela, torrencialmente chuvosa, era no mínimo loucura, pelo que notou ela não era do tipo gótica, não via prazer naquilo, ela era diferente, o vampiro notou mesmo muito sentimento naquelas lágrimas, apesar de sentir algo estranho, aproximou-se.Em silêncio e quando estava a mais ou menos um metro dela, começou a falar:- O que faz uma jovem a estas horas, neste lugar? - falou Raimond mansamente.- O quê? - o susto foi tão grande que ela se virou muito rápido e caiu sentada ainda no túmulo, olhando-o com espanto.- Calma! Não precisa se assustar... - Raimond estendeu a mão para ajudá-la a se levantar.- Então... o que aconteceu para você estar trancada dentro do cemitério desse jeito? - continuou o vampiro.- E você? O que faz aqui? - rebateu a mulher.- Eu? Humm... isso é uma longa história... - completou Raimond com jeito simpático.- Bom... é que meu namorado... está... bem aqui! Neste túmulo! Depois da trajédia minha vida não foi mais a mesma... não me conformo! - explicou tristemente a garota.- E o que você quer fazer? - perguntou curioso já com malvadas intenções.- Eu... quero ir junto com ele... eu quero morrer... - falou abraçando o vampiro.- Então... seja feita a sua vontade!! Ao terminar de falar Raimond mordeu-a no pescoço, a mulher não se debateu, pelo contrário, agarrou-se a ele e deixou-o sugar seu sangue, o vampiro estranhou tanta entrega, logo pensou que ela estava mesmo decidida a se entregar nos braços da morte e continu[...]



Arrependimento

2009-09-18T07:17:24.662-07:00

Andando pela madrugada, Leslie ficava atenta a tudo e procurando por algo... continuava a caminhar nas ruas frias de Nova York, comida não queria já havia se alimentado e muito bem, tanto que até desperdiçou o último gole, pensou no desperdí­cio mas enfim já estava saciada, largando os corpos à margem do lago foi andando, queria encontrar algo... algo que de alguma forma a chamava... Seguiu seus instintos, nem o cheiro pútrido dos esgotos a confundia, seus caninos brilhavam, a lua estava grande no céu, para muitos namorados a hora ideal de se amarem, mas para ela era inspiração, e a hora exata de encontrar o alguém que há muito tempo esperava. Parou em frente a uma boate, as escadas escuras convidaram-na para uma noite agitada, o local estava cheio e tudo alí­ cheirava a bebida e cigarro e... sexo, coisas que há muito tempo não mais incomodavam, desceu e entrou pela portinha de vidro, o lugar pareceu pequeno do lado de fora, mas a surpreendeu por dentro, estava lotado, pessoas se amontoavam no salão, a música forte fazia todos ficarem ouriçados e desatentos, pensou na última refeição que teve ha uns quatro quarteirões atrás, alí­ a comida era abundante e jovial, não que as prostitutas estivessem em más condições, afinal, sangue é sempre sangue.Andou um pouco no meio do povo que pulava e gritava, Leslie achou aquilo muito engraçado, tem horas que a raça humana deixa um pouco a consciência de lado, investigando a mente de alguns ela constatou que o que os mantinham alí­ era a chance de sexo fácil, deprimente até o que alguns pensavam, continuou seguindo e no canto escuro da boate sentiu a presença dele, andou mais alguns passos e ficou de frente a ele, Lucian, fitando-o.- Ora ora, finalmente o achei. - disse Leslie sorrindo.- Não sabia que estava me procurando.. . - respondeu Lucian sarcasticamente.- Porque você sumiu? porque não falou comigo? porque não me procurou?... porque você tem tanto medo? -Ao mesmo tempo que falava, ela puxou a cadeira empurrando a garota que o acompanhava e sentando-se em seguida olhando-o friamente, a garota quis reclamar, mas o olhar de Lucian de reprovação a impediu.- Vamos Lucian, estou esperando, quero uma explicação. -ordenou a vampira.- Sua protegida não te faz mais tanta falta? - instigou Lucian.- Minha protegida... hum, não entendi porque fez aquilo, porque teve que matá-la? seria ciúme?- Ciúme minha cara? Não confunda ciúme com vingança!- Gosto do seu tom de voz... - terminou Leslie. Todos alí­ nem sabiam o que os aguardava, Leslie estava se controlando, mas se não pudesse mais sabia que iria partir pra cima de Lucian e aquele lugar ficaria destruí­do em minutos, de repente era o que ele contava que acontecesse, de alguma forma ele queria que a vampira se revelasse... Leslie por sua vez, ainda gostava de Lucian, seu pupilo, mas que não havia aprendido nada do que ela ensinara, a marca disso tinha sido a pequena Helena, somente sete anos, mas que a sede do vampiro novato não tinha deixado escapar, e à beira da morte Leslie achou a garota e ficou com ela, no iní­cio para talvez expiar o erro de seu filho da noite, e depois por afeição. A vampira ensinou tudo o que Helena precisava aprender e depois de um tempo juntas seu pupilo havia retornado pedindo perdão e um abrigo, ela mesmo não acreditando em seu arrependimento por haver fugido acolheu-o e num descuido da vampira Lucian despedaçou a garota e depositou-a dentro do próprio caixão de Leslie e fugiu novamente... agora alí­ naquele lugar, toda raiva se aflorava ao pensar na garotinha, pois mesmo sendo uma vampira, ela nunca matava por matar, somente para saciar sua sede e somente do sangue mais vil da raça humana, a escória, prostitutas e bandidos eram seu banquete.- Porque faz isso... porque quer tanto se mostrar? - continuou secamente a vampira.- Porque eles tem que saber que são somente gad[...]



Gritos na escuridão

2008-06-06T07:50:49.870-07:00

Quando os gritos começaram eles ficaram assustados, uns poucos pedestres pararam, outros seguiram em frente querendo sair logo daquele lugar, vez ou outra um carro quebrava naquela parte da estrada e sem soluções a pessoa tinha que esperar alguém passar por ali, mas naquela hora, William e Linda teriam que esperar, mesmo amedrontados ficaram dentro do carro, um conversível vermelho, receosos olhavam com os olhos arregalados para todos os cantos da estrada, o vento, a chuva fininha que teimava em encharcar aos poucos a rua escura, e a ribanceira bem do lado do carro, de repente um chiado e Linda tenta sair do carro, trêmula, mas William segura em seu braço.- O que foi, ta maluca? Vai sair nesse lugar escuro e debaixo dessa chuva?-William abraçou-a tão forte que Linda pôde sentir seu coração que estava aos pulos.- Você não ouviu Will, tem alguém lá fora, está nos espiando, eu sei, eu sinto.- E mesmo com essa sensação você quer ir lá fora? Acalme-se.- Acho que seria pior nos pegarem aqui dentro, aqui somos alvos fáceis.- Vamos esperar só mais um pouquinho, de repente alguém passa por aqui.- Duvido, já estamos aqui há duas horas e você viu pelo menos um animal? Aqui não tem nada, só o vento e essa chuva que está me dando nos nervos, vamos sair daqui, vamos correr até encontrar alguma residência, vamos procurar um telefone... Por favor!- Não sei por que ainda te dou ouvidos, vamos então, mas se prepare para qualquer coisa, não sei onde estamos.- Se não sabemos a culpa não é minha, eu te falei que não gostava de atalhos. Os dois se entreolharam, nos olhos de William brilhava o arrependimento de não tê-la ouvido, mas agora era tarde, abriram a porta do carro, olharam para todos os lados, ninguém, só eles naquele lugar que mais parecia ter saído de um filme de terror com aquelas árvores secas balançando. Começaram andando, depois de tão apavorados correndo, depois de alguns minutos avistaram uma casa, luz acesa, aquilo aliviou-os, correram até a casa e chamaram, bateram na porta, até que apareceu uma senhora.- Boa-noite, nosso carro quebrou lá atrás e precisamos de um telefone, será que a senhora poderia nos ajudar? A senhora nada falou, sorriu e deu-lhes passagem, ao passarem a porta se fechou e gritos ecoaram da cabana, gritos sufocantes.- Sentem-se e fiquem à vontade, não gritem ninguém irá escutá-los.- Temos que sair daqui Will, temos que sair daqui... - repetia Linda atordoada.- Pensei que vocês não iriam sair daquele carro tão cedo, mas felizmente tenho o tempo que vocês não tem para esperá-los... A eternidade. Pela casa tinha alguns objetos antigos e um caixão, também mais um casal estava num dos cantos da casa e não falavam nada, só fitavam o vazio, os rostos retorcidos apavoraram Linda e William que olhando para a senhora ficaram mudos ao vê-la tornando-se jovem, ali não existia mais uma velhinha com rostinho bondoso e sim uma jovem com um ar estranhamente cruel e sentada esperou que parassem de gritar.- Bela estrada que me traz refeições cada vez mais saborosas, belo atalho que atrai cada vez mais desavisados. .. Sabia que tinha escolhido bem esse lugar... A moça agora olhava para Linda e passando a língua nos lábios estendeu a mão e chamou-a, Linda que antes amedrontada, agora obedecia o comando da vampira e levantou-se andando em sua direção, nem os apelos de seu namorado a acordaram daquele transe, e a vampira sem cerimônia nenhuma banqueteou-se de seu sangue na presença de William que desesperado gritava para que soltasse sua amada... Após satisfazer-se a vampira jogou Linda de lado como uma carcaça, e sem contentar-se fez o mesmo com William, com seu chamado, o rapaz não teve como não obedecer e também foi ao encontro de seu algoz, mas para sua surpresa a vampira sussurrou em seu ouvido.- Você... não quero para refeição, quero que aceite ficar ao meu lado, só não [...]



Imprudência x Destino

2008-05-17T12:18:38.472-07:00

Por quanto tempo ainda ficarei aqui? Ouço lá fora o barulho mortal e até o vôo de uma simples borboleta, mas... não consigo sair, não tenho mais forças, não posso mover um dedo sequer... por que dormi tanto?(Um tempinho depois)... Maldição! Se eu ainda fosse inexperiente... mas não, em meus séculos pesa o tormento desta odiosa dádiva.Bom... eu vim parar aqui para um descanso, e vim no intuito do descanso nunca terminar, porque estou tão preocupada? Apesar de saber que mesmo que eu fique aqui por mil anos nunca terei a morte completa, definitiva.. . mas, aceitei ficar neste túmulo que por ironia é o meu próprio, só não sabia que acordaria e ficaria ouvindo a tudo e todos... ora Scath, descanse e procure não pensar em nada, se seu destino for ficar neste cárcere subterrâneo.. . então acostume-se, mas se não for... espere... algo acontecerá e quem sabe você volta a perambular pelas ruas.A vampira passou algum tempo divagando, mergulhada em dúvidas, o que mais pesava em seu corpo era a desistência, faltava-lhe força de vontade para ficar entre os vivos e não notou que a maior letargia estava em sua mente.Num dado momento ela achou mesmo que pudesse abreviar mais um pouco sua não-vida, pois estava entrando em novo torpor e foi deixando-se levar na onda da sonolência quando algo inesperado aconteceu e trouxe-a de volta, acordou e agora sem quase forças, tudo que conseguiu fazer foi abrir lentamente os olhos.Angustiada, pois já estava nesta situação já há alguns anos, começou a inquietar-se, foi quando ouviu o portão do cemitério ser aberto após romperem a corrente que o trancava. Ela sabia que era noite, não entendeu nada, pessoas vindo à um cemitério à noite?... e entendeu menos ainda quando constatou ser um casal, com algum esforço esboçou um sorriso malicioso ao perceber os níveis de excitação dos dois, não estava acreditando, aquela época trouxera para ela dois malucos ou coisa bem melhor.O casal andou por entre os túmulos e Scath com uma leve sugestão na mente do rapaz fez com que eles parassem em seu túmulo. Não demorou muito e já estavam fazendo amor acima da vampira. Agora sim, ela estava apostando tudo o que tinha, se não conseguisse ir até o final, o torpor agora seria infinito, ou seja, não tinha nada a perder.Scath continuou de leve na mente do rapaz envolvendo-o, perturbando- o... e no auge da transa ele numa das sugestões da vampira, pôs as mãos no pescoço da namorada. Scath aos poucos sussurrava nos sentidos de sua vítima a sua vontade, era tudo o que ainda podia fazer.Devagar o rapaz foi apertando suas mãos em volta do pescoço da garota em meio ao calor de seus corpos frenéticos, no início ela gostou e depois quando notou que ele não iria parar ela começou a se apavorar... se debater em baixo dele, gritou seu nome várias vezes mas ele parecia não escutá-la, e com os olhos enfurecidos, ele continuou o que fazia aos comandos da vampira. Continuou apertando dominado por Scath, e começou a bater a cabeça da garota contra o mármore, em seu íntimo ele não queria fazer aquilo, sabia que era errado, mas não dominava sua vontade, e no final aos prantos estourou a cabeça da namorada no mármore branco, o sangue explodiu para todo lado e inclusive infiltrando no túmulo dando à vampira o poderoso néctar que ela tanto precisava... naquele momento ela até voltou a apreciar o sangue novamente... apreciou de tal forma que até parecia que estava prestes a saborear sua primeira vítima.O sangue brotou nas laterais internas do túmulo e o cheiro ajudou-a a se mover um pouco em sua direção, que ao escorrer pela vampira ela aproveitou o que pôde, cada gota, e mesmo não estando de todo revigorada, afastou a tampa pesada colocando metade do corpo para fora comtemplando a noite e logo olhou para o rapaz que aterrorizado segurava o que havia sobrado da namor[...]



Vampiros existem?

2008-01-26T08:18:27.243-08:00

A garota entrou na loja de bijuterias, a vendedora logo veio ao seu lado perguntando o que queria, Mel agradeceu e dirigiu-se a outro stand, ficou novamente olhando as novidades, a vendedora viu que demorava e voltou a importuná-la:-Gostaria que eu te mostrasse algo? - perguntou toda solícita.- Sim, vejo que não acho o que estou procurando. - respondeu Mel normalmente.- O que seria?- Eu gosto muito do estilo Vampírico... você não teria algo como morcegos, caveiras, vampiros, cruzes?- Cruzes invertidas você quer dizer? - continuou curiosa a atendente.- Não, não, cruzes normais, com arabescos, com enfeites, tipo ouro velho ou mesmo tipo prata.- Não, infelizmente não é o tipo de bijou que temos disponível... e também, isso é meio bobo, não é? - soltou a vendedora.- Bobo? Por quê? - perguntou Mel curiosa.- Ah! Essas coisas... será que existem? ou será só invenção?- Você crê que Deus exista? - instigou a garota.- Claro que sim. - rebateu a vendedora.- E você precisa vê-lo? ou mesmo o vê?- Claro que não... - Preciso dizer mais alguma coisa?Ao terminar de falar, a vendedora se arrepiou dos pés a cabeça com o jeito com que Mel lhe falara... a mulher teve medo ao fitar os olhos da menina que aparentava ter somente uns 17 anos, mas que parecia ter muito conhecimento pelo jeito que dizia as coisas e ainda não satisfeita a vendedora continuou...- Se os vampiros existem mesmo... ele são normais... ou eles tem mau-cheiro como dizem alguns... como seriam eles?- Como você acredita que eles sejam? - a menina debruçou no balcão e olhou demoradamente a mulher.- Ai, do jeito que você fala até parece que você é uma vampira... ... ... é? - o medo estava começando a aflorar e a vendedora tentou disfarçar.De repente as portas baixaram, uma névoa bem espessa ficou passando rente ao chão, a garota de costas para a vendedora começou a rir e foi dizendo suavemente.. .- Não posso mais dizer a você "cuidado com o que deseja" ou coisas do tipo, mas digo, " hoje é sua noite de sorte" e sem mais explicações você saberá tudo que quer, pena que não irá durar por muito tempo...Mal terminou de falar, a mulher viu-se rendida, nem viu quando a garota tinha chegado até ela, só viu quando já sentia seu hálito...- Por quem gostaria de ser mordida? - perguntou Mel acariciando a face de sua presa.Mel instigou a vendedora que nem sabia mais onde estava, pois estava totalmente entregue aos domínios de sua ilusão... a vampira fechou os olhos e logo uma figura veio-lhe à mente, e a vendedora teve a noite mais feliz de sua vida, pois mesmo que momentaneamente ela teve a chance de estar nos braços do seu amado novamente.Blood kisses.Nat Vamp.[...]



As Vampiras Piratas

2007-11-28T12:55:35.616-08:00

-Como tudo aconteceu?-Não sei... foi tudo muito rápido. -respondeu Letícia mecanicamente.-Eram muitos?-Não... apenas três, mas tomaram conta do navio inteiro.-E sua família?-Também não sei... não pude mais voltar pra casa... não desse jeito.-Faz quanto tempo?-Hum... 330 anos... desde então estamos aqui, presas a essas águas tendo como casa apenas esse navio... mais alguma pergunta?-Sim... e eu gostaria que sua resposta fosse "sim".-O que é?-Me transforma.. . deixa eu seguir pela eternidade contigo...-O que te atrai nisso? "Eternidade" ... por que é tão... fascinante pra você?-Por que eu poderia viver pra sempre ao seu lado.-"Pra sempre"... é muito tempo!Letícia fitou Jonas por um longo tempo, ele era um ótimo amigo e passaram momentos maravilhosos, mas daí a transformá-lo era um enorme "se"... o que aconteceria se ela o transformasse? E se tudo desse errado? E se ele virasse um assassino implacável dando trabalho? Sem limite nenhum? Isso poderia trazer-lhe consequências e Letícia queria continuar anônima, sem chamar a atenção para não haver problemas. E logo Greg lhe veio à cabeça, um ótimo homem, amante sem igual, mas que ao ter o poder nas mãos quase os destruiu atraindo atenção desnecessária, isso culminou na morte de sua querida amiga, Manuelle... os caçadores pegaram-na pelas costas e degolaram-na de surpresa. Isso quase destruiu Letícia, mas ela superou e após ter dado fim à sua criação, despediu-se de Greg jogando-o no mais profundo oceano, e fez questão de esquecê-lo logo, prometendo para si mesma nunca mais confiar em alguém, poderia até amar novamente, mas trazer mais alguém para sua condição, isso nuncamais... decidiu que se amasse, seu amor duraria o tempo humano e depois ele seria lembrado com muito carinho, apenas lembrado.Mas após tanto tempo o destino pregou-lhe uma nova peça, Letícia havia conhecido Jonas num dos portos onde pararam para se alimentar, apenas algumas palavras trocadas e o convite logo foi dado para que ele embarcasse, mas Letícia tinha certeza que ele não duraria mais que uma noite e com essa já faz um mês que estão juntos... ela não pensava em se ligar a mais ninguém, mas tudo foi mais forte, a simpatia, o companheirismo e aquele sorriso, tudo supria as carências da vampira... as amigas retrucaram, mas Letícia era muito respeitada e ao passo que todos os outros convidados encontravam o descanso nas cálidas águas, mas Letícia confiava em Jonas, até que ele descobriu seus segredos e por fim ela desabafou, para ele agora a vida também seria naquele lugar, pois após uma confissão tão macabra, ele sabia que não deixariam ele partir.Ao invés do rapaz sentir medo ele sentiu fascínio, ao invés dele querer fugir, ele optou por se ligar ainda mais à vampira, tanto que o pedido veio num rompante e deixou-a surpresa... mas a dádiva é diferente para cada um, o exemplo do Greg foi suficiente e Letícia não queria passar por tudo de novo, na dúvida, era melhor deixar tudo como estava, mas ele insistiu...-Por que não? Você não me ama?-Amor?? Não posso negar que você tornou-se especial, tanto que não posso torná-lo um vampiro... infelizmente meu querido, você como todo mortal, pode ter a certeza que um dia vai morrer e eu continuarei carregando meu fardo.-Mas você transformou todas as outras, por que não eu? Por que sou homem?A vampira sorriu diante da inocente ignorância de Jonas, e explicou...-Jonas meu querido... aí você se engana, nós somos filhas do mesmo senhor, todas nós fomos transformadas na mesma época e à mim foi dado o título de capitã mediante meu merecimento. .. apenas isso.-E ele... esse senhor... vem visitá-las? Ele vem com que frequência vê-las?-Nenhuma... nunca veio, as vezes me sinto observada, mas deve ser só impressão.-Minha nossa! Como vocês[...]



Nem mais lembranças

2007-11-21T12:54:34.872-08:00

As marcas de uma vida ainda estavam latentes em minha memória até o século passado, ainda lembrava do resquício de uma família aos poucos atormentada e dizimada a sangue frio, a minha família. E a culpa de tudo isso era minha. Tudo porque o procurei... chamei-o várias vezes até que ele me atendeu... chegou como um redemoínho, levou tudo o que eu tinha, deixando-me sozinha na noite, não sei se noite fria pois, nem isso mais eu sentia, meu corpo parecia dormente e eu pensava que havia contraído uma grave doença, estava definhando dia após dia, até que descobri o remédio da minha doença, sangue, tudo por acaso... um assaltante machucou sua vítima com uma enorme faca e o sangue jorrou, eu que estava à espreita comecei a fazer parte do cenário... me alimentei dos dois, praticamente os devorei e depois me senti mal, um nojo se apossou de mim e saí correndo. O que havia me tornado? Um canibal? Não, pior que isso, eu era um monstro... demorei muito tempo para me aceitar, hoje estou mais tranquila, sei o que sou e por vezes me orgulho disso, mas muitas vezes ainda me pego pensando no passado, dois séculos atrás quando eu era humana, talvez mais feliz, livre de condições macabras. Hoje em dia sou uma predadora, uma vampira, necessito de sangue e me alimento do melhor néctar de maldade da sociedade, a escória, devo até ser um tipo de justiceira, pois as ruas estão mais seguras hoje... bom, pelo menos por um lado... mas também sei que não sou boazinha e de vez em quando saio da linha deliciando-me com a inocência... assim, lembro-me do que perdi e parece doer, mas não dói, não tenho mais nada em mim que inspire vida e breve nem lembranças mais. A cada vítima que pego um pouco de minhas recordações vão com ela, esse é o preço, não sei o que será quando elas se acabarem, será que virarei um monstro por completo? Será que matarei sem medida? Não sei o que acontecerá e nisso vou esperando que esta condição não me leve logo ao estágio mais avançado... se tem mais coisas como eu, sinceramente não sei e decididamente não quero encontrar.
Nunca vivi em grupo, pra falar a verdade eu tenho raiva de mim por ser o que sou, de outro então... por isso sou uma solitária. E assim vou atravessando os tempos com um amor novo a cada mordida o que não dura mais que uma noite... é... bem que me disseram que eu teria paixões fulminantes. Por enquanto vou ficando por aqui, neste mausoléu, fazendo compania a essa garotinha, aqui é grande e tenho meu próprio caixão, acho que não tem mais ninguém na família dela para vir para cá e quando estou muito triste, toco seu piano... Gosto quando faço isso, sinto o medo da população ao redor do cemitério, eles ficam me escutando por toda noite, por causa disso este lado onde estou ficou abandonado, as árvores cresceram e ficou sombrio... assim ninguém me perturba... tem até uma lenda na cidade sobre a garotinha... a menina do piano... depois eu soube que ela havia morrido quando estava se apresentando e por isso ele está aqui com ela... que união mórbida e linda! Agora tenho que ir atrás de alimento, pois os caçadores desta época pensam muito devagar, se eles viessem me pegar por causa da lenda, como muitos fizeram, eu não precisaria sair... -Melanie, já volto! Fim.

Nat Vamp
Blood kisses.



Apresentações

2007-11-21T12:48:01.356-08:00

Olá pessoal, sou Natasha a vampira, mais conhecida como Naty Vamp, aqui irei postar meus contos, para vocês ficarem sempre por dentro do que escrevo, espero que gostem, caso queiram comentar fiquem a vontade e mais a vontade ainda para alguma crítica, pois sempre é construtiva.
Agora convido-os a entrarem em meu blog e ficarem a vontade, sintam a mordida e deixem-se levar nos braços dos meus queridos vampiros, a noite os aguarda e à espreita fico do alto observando a todos.