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Comments for Um percurso…



pesquisa, ideias, ações, questões sobre Educação, Tecnologias e Avaliação



Last Build Date: Sun, 26 Jul 2015 12:27:46 +0000

 



Comment on Na Finlândia: respeito pelos docentes, autonomia, turmas pequenas by Na Finlândia: respeito pelos docentes, autonomia, turmas pequenas | Um percurso… | AICL

Sun, 26 Jul 2015 12:27:46 +0000

[…] Fonte: Na Finlândia: respeito pelos docentes, autonomia, turmas pequenas | Um percurso… […]






Comment on 3 minutos e 3 segundos sobre Literacia Digital e, depois, algumas anotações em Português by 3 minutos e 3 segundos sobre Literacia Digital ...

Sun, 12 Jan 2014 09:33:30 +0000

[…] RT @profteresa: 3 minutos e 3 segundos sobre Literacia Digital e, depois, algumas anotações em Português http://t.co/dw44lxBPsy  […]






Comment on Com licença, sou professora, investigo de forma informal, formo professores e distribuo conteúdos. Que valor é o meu? by Teresa Pombo

Wed, 16 May 2012 09:04:10 +0000

E.... não sei se ficou evidente mas.... respondendo à sua questão final, Professor ADFig: é claro que me sinto muito bem.... uma espécie de fascínio que, por natureza, nunca me abandonará :) :) :)



Comment on Com licença, sou professora, investigo de forma informal, formo professores e distribuo conteúdos. Que valor é o meu? by Teresa Pombo

Wed, 16 May 2012 09:00:59 +0000

Olá Professor :) Muito obrigada pela honra que me dá ao comentar, novamente, este meu blogue. O Professor, uma vez mais acertou em cheio.... é que, confesso, mais do que me surpreender, emociona-me o reconhecimento que, na área das Tecnologias Educativas, todo o meio académico me revela. E, no passado dia 12, em que eu, com esta distração meio poética que me caracteriza, me inscrevi num evento porque o desejava escutar, escutar o Hugo, conhecer o Nelson e rever a "minha tribo".... fiquei ainda mais surpreendida. Calhou o Professor fazer a pergunta e dar-me a certeza de que eu suspeitava: no meio académico muitas pessoas pensarão que eu não me fiquei pelo Mestrado. Mas fiquei, por agora, pelo menos. Mas na verdade, a vontade de investigar o papel que as tecnologias têm no processo de inovação educativa (sobretudo na vertente do desenvolvimento profissional docente que tem vindo a interessar-me nos últimos anos) não diminuiu, pelo contrário, ficou mais forte. Mantenho este blogue que comecei precisamente ao iniciar o trabalho da Tese de Mestrado (que cruzou revisão da Literatura na áreas das Tecnologias e da Avaliação das Aprendizagens) e gostaria de pelo menos tentar publicar um artigo científico por ano. Se me ficar por um Poster já não é mau. Aproveito a ocasião para agradecer a todos os que no meio académico me têm vindo não apenas a inspirar mas a apoiar e tenho até receio de começar a enumerar nomes pois poderei esquecer alguém. Mas todos sabem quem são. Um grande abraço! Teresa



Comment on Com licença, sou professora, investigo de forma informal, formo professores e distribuo conteúdos. Que valor é o meu? by Antonio Dias de Figueiredo

Tue, 15 May 2012 21:59:20 +0000

Olá Teresa! Chegado de uma ausência de dois dias, aqui vai um comentário improvisado, que não sei se vai ao encontro do seu 'post'. O meu desejo era que sim, mas posso não ter lido atentamente as entrelinhas. Um dos legados inspiradores das corporações medievais foi o mecanismo pelo qual o "artífice" ascende ao estatuto de referência da "classe" pela apresentação de uma "obra prima". Este legado foi absorvido pelas culturas monásticas ligadas à criação das universidades, e acabou por se materializar no "doutoramento" (entre outros rituais académicos que chegaram aos nossos dias).  Um dos aspectos curiosos desse mecanismo é que formaliza uma lógica de reputação. Assistimos hoje à emergência de lógicas de reputação alternativas muito interessantes, inspiradas pelas redes sociais, e discute-se mesmo se poderão vir a ser postas em prática no meio académico. Pessoalmente, estou convencido de que sim, embora haja ainda um longo caminho a percorrer.  Em qualquer dos casos, o facto de lhe perguntarem pelo seu "doutoramento" tem mensagens implícitas que me parecem positivas. No caso em que a pergunta vem dos "académicos" (uma comunidade com algumas virtudes, mas cheia de defeitos), uma dessas mensagens é que a olham como membro da "corporação" (se é que essa pertença tem algo de bom!). A formalidade e informalidade dos nossos percursos de criação de conhecimento relaciona-se com as pertenças que queiramos assumir nesses percursos. A meu ver, todos os percursos são legítimos e meritórios, desde que autênticos e percorridos com paixão. O grande teste acaba, assim, por ser feito por nós próprios. Sentimo-nos bem, ou não, nessas comunidades? 



Comment on Com licença, sou professora, investigo de forma informal, formo professores e distribuo conteúdos. Que valor é o meu? by João

Mon, 14 May 2012 10:51:18 +0000

O meu orientador de mestrado considerava, a propósito das reuniões, dos relatórios, dos planos e das planificações que estes só faziam sentido se alterassem a realidade dentro da sala de aula. A investigação informal que fazes (não me parece que tudo seja informal: a produção de comunicações, posters, capítulos de livros é, a meu ver, investigação formal) é a que mais necessária é nas escolas. E passo a explicar porquê: parte do conhecimento profundo que tens da realidade, parte da necessidade que sentes de a melhorar, de melhorar o contexto procuras insistentemente novas ferramentas que de uma forma mais adequada possibilitem a melhoria das aprendizagens contextualizas devidamente a utilização dessas ferramentas (escolhes a que consideras mais adequada aos objectivos que pretendes atingir) procuras tirar conclusões sobre a sua utilização partilhas as ferramentas e, quando é caso disso, exemplos práticos da sua utilização. Produzes e fazes produzir investigação (formal e informal) sobre a sua utilização. A investigação formal que apenas serve para possibilitar a obtenção de um grau académico, a publicação de um artigo, ou mesmo a criação de conhecimento é importante mas não é transformadora. Quando publicas um exemplo prático de utilização de uma ferramenta como o GoogleEarth e refletes sobre essa utilização informalmente estás a transformar não apenas o contexto das tuas aulas mas também a propiciar que outros o façam. O mesmo acontece quando partilhas ferramentas e ideias de potenciais utilizações. Este espírito reflexivo, transformador, que tanto cabe na investigação formal como na investigação informal. Que pode nascer da necessidade de publicação de um artigo, ou ter como consequência a publicação de um artigo, comunicação ou poster. Este espírito que tenta chamar mais gente à utilização de ferramentas, à atitude reflexiva, à transformação, à melhoria. É desta investigação, formal ou informal, que cada vez mais precisamos nas nossas escolas.



Comment on Sobre a professora que fui, sou e quero ser. Sobre ensinar e aprender com as TIC. Sobre Inovação e competências do século XXI. E ainda…. sobre a minha aprendizagem ao dinamizar o webinar para a COIED by O que é um bom professor? o que é uma boa escola? : http://joaojosemarques.net

Tue, 22 Feb 2011 12:19:26 +0000

[...] às duas primeiras sem pensarmos na resposta às duas últimas? tudo isto a propósito de um post fantástico da Professora Teresa Pombo e de alguns (muitos) comentários. depois (ou durante) podemos discutir as tecnologias educativas, [...]



Comment on Sobre a professora que fui, sou e quero ser. Sobre ensinar e aprender com as TIC. Sobre Inovação e competências do século XXI. E ainda…. sobre a minha aprendizagem ao dinamizar o webinar para a COIED by O que é um bom professor? O que é uma boa escola? | Aventar

Mon, 21 Feb 2011 09:36:47 +0000

[...] às duas primeiras sem pensarmos na resposta às duas últimas? tudo isto a propósito de um post fantástico da Professora Teresa Pombo e de alguns (muitos) comentários. depois (ou durante) podemos discutir as tecnologias educativas, [...]