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Dilma contra Dilma

30 Aug 2015 02:00:00 -0300

Até poucos dias, a crise econômica era um tema, entre outros, aproveitado pela crise política para alimentar-se. Com a proposta governamental de recriação da CPMF, as duas crises se fundiram. Foi o que ficou evidenciado na reação de empresários e entidades: há pouco manifestantes de apoio a Dilma e portanto à política econômica e, de repente, indignados com o governo, logo, com Dilma. A ponto de alguns querem a saída de Joaquim Levy, seu aliado ideológico. A inoportunidade política da proposta governamental, reafirmando uma falta de percepção política sem limite, deu-se na ocasião mesma em que o PSDB aturdiu-se com as manifestações empresariais em defesa de Dilma e fez, por isso, um recuo patético na sua ferocidade oposicionista. Dilma e ministros deram aos adversários um socorro masoquista. Certa foi a irritação de Michel Temer com o mau passo do governo, ao qual foi dado, e atribuído ao vice, o apropriado apelido de "imposto impeachment". Renan Calheiros, em instantes, passou de novo general do governismo para a janela de crítico. A insensibilidade do governo Dilma só tem paralelo na insensibilidade do oposicionismo de Aécio, há oito meses forçado a manipular as intensidades de um extremismo primário. A proposta de recriação da CPMF (com outro nome) traz, porém, um aditivo inteligente: a arrecadação é dividida entre governo federal e Estados. Pezão e outros aderiram sem esperar por qualquer conta. Isso faz ainda mais nítido o descompasso do governo entre lucidez política e oportunidade. Se há na proposta o lado que atrai apoios importantes, é incompreensível que não fosse esse o carro-chefe de lançamento do plano, como possível fator de neutralização da pressa para recriar um imposto. Nesta barafunda que é o Brasil a caminho do buraco, muda tudo de um dia para o outro, todos os dias. Não por acaso é agosto, o mês dos ventos insensatos, volúveis entre todos os quadrantes. E setembro vai chegando com ares de que pretende ser um agosto com nome de guerra: as expectativas para setembro voltaram a acinzentar-se. Se depender da percepção e da habilidade do governo, ou da inteligência política da oposição, não há dúvida do que esperar. PRÊMIO DUPLO Indagado sobre prisões para obter concordâncias com delação premiada, o procurador-geral Rodrigo Janot disse no Senado que 79% das delações foram obtidas com réus soltos. São portanto, em suas contas, quatro em cada cinco delatores premiados. Só se a proporção se vale dos réus insignificantes, que pouco estiveram presos porque pouco ou nada tinham a dizer. Os réus graúdos, que justificam a Lava Jato, afinal cederam à delação ainda presos. E, desses graúdos, os que não cederam continuam presos e cercados da expectativa de que cedam. Fernando Soares, Pedro Corrêa e José Dirceu são alguns dos vários exemplos possíveis. A propósito, o Supremo Tribunal Federal decidiu por unanimidade que não tem importância, para recebimento do novo prêmio de liberdade por delatar, o fato de Alberto Yousseff haver feito há cerca de dez anos outra delação premiada e descumprido o compromisso de não voltar ao crime. Muito ao contrário, é o criminoso central, o craque do meio-campo, na bandalheira que utilizou a Petrobras. A decisão de dez ministros do STF vale por uma recomendação aos empreiteiros agora premiados: de volta à ativa, não precisam contrariar nada, nem a alma dos seus negócios, nem a sua natureza. HORRORES O motivo, se houve incidente de fronteira ou não, nem importa. Colombianos expulsos da Venezuela às correrias, com seus pertences miseráveis às costas, cruzando riachos a pé, filhos pendurados no corpo, enquanto seus casebres são incendiados, são parte de um quadro de perversidade intolerável do governo venezuelano. Assim como é intolerável a indiferença com que os demais países sul-americanos, sobretudo o Brasil, testemunham essa reprodução cucaracha, criada pelo destrambelhado Nicolás Maduro, do horror de expulsos e fugitivos[...]



Leu a última do Zé Dirceu?

20 Jul 2014 02:00:00 -0300

Ou é falta de assunto ou "Poder" desenvolveu uma fixação psicanalítica por José Dirceu. Desde 3 de julho, quando começou a trabalhar no escritório de um amigo advogado, o ex-ministro foi objeto de ao menos 13 notícias no impresso e no site. No começo fez sentido. Após meses de batalha judicial para obter o direito de trabalhar fora da prisão, a liberdade parcial do petista e sua volta à circulação eram notícia. A cobertura foi extensiva no primeiro dia, apesar da pobreza do roteiro prisão-escritório-prisão: quatro reportagens (entre impresso e on-line), com direito a dois vídeos. O primeiro, com intermináveis 3min17s, o acompanhava desde o portão do presídio até a porta do elevador da firma -passando pela carona, o carro sendo estacionado, a burocracia da identificação na portaria do edifício. O segundo, de 1min56s, mostrava o ex-ministro deixando o batente e fazendo o caminho de volta. Cinco minutos de flashes ruidosos sem nenhum diálogo. Então já não era para tanto, mas, como foi dito, havia notícia. O mesmo não se pode dizer do material publicado/postado depois. A cobertura da rotina dos principais presos tem rendido títulos que chegam a ser engraçados, de tão irrelevantes: "Condenados do mensalão saem para trabalhar; Dirceu vê jogo da cadeia" (5); "Em segundo dia de trabalho, Dirceu chega cedo e recebe advogada" (7); "Dirceu não sai para trabalhar nesta terça e verá jogo do Brasil na cadeia" (8), "Dirceu faz exame admissional antes de ir para o trabalho" (11). A última circulou na terça (15), um texto-legenda cujo título, "Rotina", já depreciava o conteúdo. A foto em três colunas mostrava o ex-ministro, Delúbio Soares e Valdemar Costa Neto saindo para trabalhar. "Por favor, parem de perseguir José Dirceu. Deixem que ele viva a sua vida. Arrumem outra pauta", escreveu uma leitora de Porto Alegre. Não acho que seja perseguição seguir de perto o cumprimento das penas dos condenados. Dirceu e seus companheiros de benefício são pessoas com vastas conexões políticas, e não é difícil, nem seria inédito, que possam driblar os limites judiciais em algum momento ou que desfrutem de tratamento privilegiado. É papel do jornal ficar atento para noticiar, caso isso aconteça. Nem tudo o que se cobre, porém, é ou deve ser publicado -para isso existe a peneira da edição. Como dizem os terapeutas, está na hora de superar a fase, seguir em frente e usar o espaço para notícias mais importantes. - TEXTOS E SUBTEXTOS A Folha publicou, na edição de quinta (17), reportagem relatando que Mônica Monteiro, mulher de Franklin Martins, ex-ministro de Lula e um dos coordenadores da atual campanha de Dilma, "viu multiplicar os repasses de órgãos do governo federal" para sua empresa entre 2004 e 2014. Em resumo, o texto diz que os ganhos da Cine Group saltaram de R$ 34,2 mil em 2004 para R$ 1,2 milhão em 2013. Afirma ainda que, em dez anos, a empresa "levou" um total de R$ 6 milhões por serviços prestados para órgãos públicos, com ou sem licitação. Mônica escreveu longa mensagem (120 linhas, contra 49 da reportagem) em que tacha o conteúdo de "frágil, superficial e tendencioso" e acha que ele induz o leitor a concluir que há ilegalidade ou infração ética no caso. Em resposta, a Sucursal de Brasília diz que apenas reportou o aumento de ganhos e que "deixou claro" que o poder público não é o principal cliente da empresa. É uma verdade parcial. O texto ficou longe de deixar isso claro, e o subtexto passa a sugestão de que Mônica pode ter se beneficiado da influência do marido no governo. Confira abaixo reportagem e as argumentações dos dois lados. * REPORTAGEM Leia aqui a reportagem original. CARTA DE MÔNICA MONTEIRO, SÓCIA DA CINE GROUP "A matéria publicada na página A4 da Folha de S. Paulo de quinta-feira, 17 de julho, com o título "Mulher de [...]



Em peça, atriz global desiste da sala de aula para atuar no teatro

30 Aug 2013 17:12:00 -0300

Uma professora à moda antiga troca a sala de aula pelos palcos do teatro. Como atriz, expõe a defasagem que há entre a escola e o mundo moderno e debate as mudanças necessárias na educação.

João Caldas/Divulgação
(image)

Esse é o mote da peça "Prof! Profa!", do dramaturgo belga Jean Pierre Dopagne.

Com direção de Celso Nunes, o monólogo traz Jandira Martini no papel da professora. Ao contar sua história, a plateia vira um segundo personagem.

No áudio abaixo, Jandira fala sobre a preparação para a comédia e afirma que os métodos escolares estão ultrapassados e acabam afastando o professor do aluno.

Ouça

"Educação não é só erudição, é saber conviver, se comportar em sociedade e exigir seus direitos", diz.

Para Jandira, um bom professor conquista o aluno e o convida a pensar. "Sem vocação, seria impossível", afirma.

A peça fica em cartaz até 29/9 no Teatro no Sesc Ipiranga.

Informe-se sobre o espetáculo




"Onde há transparência, não há desvios", diz autor de livro sobre corrupção

28 Aug 2013 14:55:00 -0300

Levantamento recente da Transparency International sobre a percepção da corrupção revelou que o Brasil está em 73º lugar entre 180 países.

Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), cada US$ 1 milhão desviados de seu destino gera um prejuízo para a economia de US$ 3 milhões.

De um lado, a atuação da imprensa, a criação do Portal da Transparência e a implantação de leis como a da Responsabilidade Fiscal auxiliam na redução dessa percepção.

Do outro, a sensação de impunidade quando corruptos não vão efetivamente para a cadeia por causa de diversos recursos na Justiça pioram a percepção.

Esse é uma dos debates encontrados no livro "Corrupção - Entrave ao Desenvolvimento do Brasil", de Oscar Pilagallo.

A publicação conjunta do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial) e da editora Elsevier reúne a opinião de representantes de diversos setores que participaram, em 2012, de um seminário sobre o tema.

Para Pilagallo, o combate à corrupção começa "em casa" evitando atitudes "inofensivas" como furar fila, estacionar em vaga preferencial sem necessidade ou parar em fila dupla para buscar um filho na escola.

Segundo o autor, a transparência também é um dos principais pilares no combate à corrupção. "Onde há transparência, não há espaço para desvios".

No áudio abaixo, Pilagallo fala sobre os recentes protestos e sobre as eleições de 2014 --que, certamente, terão "a voz das ruas" em suas pautas.

Ouça




Maria Inês Dolci: Concessões do governo pesam sobre os consumidores

27 Aug 2013 10:11:00 -0300

A discussão sobre o elevado custo das concessões de infraestrutura, estimado em R$ 70 bilhões nas próximas três décadas é tema do comentário da colunista Maria Inês Dolci.

"Quanto sobrará deste montante para o contribuinte consumidor brasileiro?", questiona a advogada especializada em direito do consumidor.

Ouça




Luciana Saddi: Recém-nascidos podem fazer terapia

26 Aug 2013 14:08:00 -0300

No programa "Fale Comigo" desta semana, a psicanalista e blogueira da Folha Luciana Saddi fala sobre a intervenção precoce nas relações iniciais entre pais e bebês.

Segundo a especialista, é possível realizar consultas terapêuticas para pais, bebês e crianças pequenas quando esses apresentam transtornos que indicam dificuldades nos vínculos iniciais.

Entre os sinais de que algo não está indo bem com o bebê estão distúrbios de sono, problemas na alimentação, extrema agitação ou irritabilidade, além de choro contínuo, indiferença aos cuidadores ou atrasos na fala e no desenvolvimento motor.

Saiba mais sobre a intervenção de um especialista e como ela é indicada, ouvindo o áudio abaixo.

Ouça




Comida: Contos acompanham menu degustação

23 Aug 2013 12:35:00 -0300

O programa "Comida" desta sexta-feira falou sobre contos que acompanham menus de degustação. O cardápio do restaurante Átimo, por exemplo, é baseado no livro "Caminhos e Fronteiras" e vem recheado de histórias.

Já em Nova Yorque, Eleven Madison Park oferece menu sobre a cidade. Ouça mais.

Ouça

Parceria da Folha com a Rádio CBN, "Comida" vai ao ar todas as quartas e sextas-feiras, às 10h50.




Consumidores estão defendendo seus direitos até a última instância jurídica

20 Aug 2013 17:37:00 -0300

Nos últimos anos, multiplicaram-se os processos relacionados à defesa do consumidor no Supremo Tribunal Federal.

Segundo a colunista Maria Inês Dolci, essa notícia pode ser lida de duas maneiras: como consequência de os consumidores defenderem seus direitos até a última instância jurídica, ou pelo fato de as empresas continuarem infringindo a lei.

"Tais números talvez tenham o condão de mostrar ao Judiciário como os consumidores são desrespeitados diariamente".

Ouça




Luciana Saddi: Entenda como a propaganda pode formar uma opinião

19 Aug 2013 16:01:00 -0300

No programa "Fale Comigo" desta semana, Luciana Saddi fala sobre o ato de opinar. "Opinião comum é ato de impotência disfarçado em pensamento", diz a psicanalista.

Para a blogueira da Folha, a opinião pública também pode ser entendida como uma opinião isolada e vertical do mundo. "É forjada por meio da propaganda, sua base de sustentação", lembra.

A especialista explica como um opinião pode ser manipulada por meio da propaganda.

Ouça




Aumenta procura por comida sem glúten; ouça

14 Aug 2013 13:20:00 -0300

O programa "Comida" desta quarta-feira falou sobre o aumento na procura por comida sem glúten. O número de pessoas intolerantes à proteína também cresceu.

Saiba como é possível viver sem glúten sem abdicar de um cardápio saboroso.

Maior número de intolerantes à glúten resulta em ampliação de opções sem a proteína

Parceria da Folha com a Rádio CBN, "Comida" vai ao ar todas as quartas e sextas-feiras, às 10h50.

Ouça




Maria Inês Dolci: Brasil precisa aproveitar melhor sua energia solar

13 Aug 2013 14:19:00 -0300

O Brasil deveria investir consistentemente em energia solar. A opinião é da colunista da Folha Maria Inês Dolci.

O uso deste tipo de energia cresce em todo o mundo. A Alemanha é o maior produtor mundial de energia solar.

"O problema, por aqui, é o custo deste tipo de energia", lembra a colunista.

Ela defende a inovação tecnológica e a criação de um parque industrial nacional, para que os preços dos equipamentos fiquem mais próximos do bolso do consumidor.

Ouça




Luciana Saddi: Não use os filhos para atingir seu ex-cônjuge

12 Aug 2013 14:25:00 -0300

Medeia é a personagem trágica e vingativa de Eurípedes. Astuciosa, mata a nova mulher de seu ex-marido Jasão, oferecendo-lhe um lindo vestido banhado em veneno. Na sequência, Medeia assassina os próprios filhos.

Segundo a psicanalista Luciana Saddi, a ação não ocorre porque ela estava enlouquecida com o abandono, e sim pela "ânsia de provocar um arrependimento sem fim, um tormento insuportável chamado culpa, naquele que ousara abandoná-la", explica.

Ouça

A especialista aproveita a arte para falar da falta de cuidado, da negligência, do abuso e do uso com que muitas mães e pais tratam os filhos na hora da separação.

"Nenhum abandono, nenhuma forma de separação conjugal, por mais terrível que seja, justifica colocar os filhos em situações daninhas e prejudiciais para atingir o ex-cônjuge".




Comida: Repórter relata como é ser garçonete por um dia; ouça

09 Aug 2013 14:26:00 -0300

No programa "Comida" desta sexta-feira, a repórter Luisa Alcântara e Silva relata como é ser garçonete por um dia.

Opinião: Profissão de garçons afunda em equívocos e desejo por self-service aumenta

Parceria da Folha com a Rádio CBN, "Comida" vai ao ar todas as quartas e sextas-feiras, às 10h50.

Ouça

Fabio Braga/Folhapress
(image)
A "repórter-garçonete" levando a conta para duas clientes



Comida: Ouça dicas para preparar um churrasco perfeito

07 Aug 2013 18:34:00 -0300

O programa "Comida" desta quarta-feira trouxe dicas para o churrasco sair perfeito. Na hora do churrasco, até as facas e o fogo fazem a diferença no resultado. Ouça.

Parceria da Folha com a Rádio CBN, "Comida" vai ao ar todas as quartas e sextas-feiras, às 10h50.

Ouça




Coutinho: Hambúrguer de laboratório poderia ser de churrasco brasileiro

06 Aug 2013 14:37:00 -0300

Cientistas holandeses produziram o primeiro hambúrguer em laboratório a partir de células de uma vaca. Ele foi degustado numa conferência científica em Londres.

Cientistas produzem primeiro hambúrguer de laboratório

"As reações não foram entusiasmantes", observa João Pereira Coutinho, colunista da Folha.

"O problema talvez esteja no cozinheiro e não necessariamente no hambúrguer. É preciso lembrar que falamos da Inglaterra, um país que conseguiu elevar a arte da gastronomia até ao cume da mediocridade", diz o colunista.

Abaixo, Coutinho fala sobre o valor gasto e dá uma sugestão para que a iguaria tenha mais sabor. Ouça.

Ouça